Cartas

Cara de pauMilhares ilhados no Maranhão, cidades embaixo d?água, doenças, crianças subnutridas e os governantes ricos recebendo auxílio-moradia. Quanta hipocrisia, falta de cidadania e desrespeito pelo povo. E ainda se dizem imortais.TANAY JIM BACELLARtanay.jim@hotmail.comSão Caetano do SulFiscalização e controleSe o chefe do Núcleo de Fiscalização e Controle de Verba Parlamentar diz que é impossível verificar os gastos dos srs. deputados, (28/5, A7), eu me pergunto: para que ter esses funcionários na Câmara - e, diga-se de passagem, não são poucos, e pagos por nós -, se eles não têm capacidade para controlar os gastos? Em qualquer empresa privada é muito fácil criar controles e quando algo sai da norma, o funcionário é punido, até com perda da função.FRANCISCO JOSÉ RUGGEROf.ruggero@terra.com.brSão PauloCPI da PetrobrásAntes de estar no poder, o PT era o grande baluarte da abertura de CPIs. Agora, com a mão na massa do poder e seus parasitas mamando adoidado nas tetas do governo, não quer porque não quer CPIs. O que estará escondido nesse baú da felicidade dos políticos que apoiam o governo? Precisamos, como cidadãos, saber o que há de tão importante nessa empresa para ocultar. E por que fizeram maracutaia com a contabilidade. Precisamos saber, enfim, toda a verdade. E sem essa de alegar uso político, essa desculpa é velha e não pega mais.ANTONIO JOSÉ G. MARQUESSão PauloAinda bem!Agora que sabemos para onde está indo o lucro da Petrobrás (para ONGs do PT), já imaginaram se empresas como Embraer, Vale, Usiminas, Cosipa e tantas outras não tivessem sido privatizadas? A CPI, mesmo antes de começar, já esclareceu muitas coisas obscuras que estavam na "caixa-preta" fechada a sete chaves.TOSHIO ICIZUCAtoshioicizuca@terra.com.brPiracicabaFraternidade bolivarianaHá não muito tempo, o presidente "de fato" do Executivo, do Legislativo e do Judiciário da Venezuela concedeu empréstimo à "compañera" Cristina Kirchner de cerca de US$ 9,2 bilhões. Na recente viagem à China, nosso guia obteve um festejado empréstimo de US$ 10 bilhões daquele país. Imagina-se que o Brasil necessite de tal empréstimo. Na volta, o presidente Lula recebeu Hugo Chávez, que veio negociar empréstimo que seria também da ordem de US$ 10 bilhões. Afinal, temos como emprestar? E precisamos de empréstimo?MARIO HELVIO MIOTTOmhmiotto@ig.com.brPiracicabaLula e ChávezA simples leitura do artigo Chávez? Perguntem aos argentinos, de Rolf Kuntz (28/5, B2), nos deixa completamente convencidos das más consequências do ingresso da Venezuela no Mercosul. Os brasileiros não comprometidos com este (des)governo não podem aceitar que se possa acreditar em uma única palavra do presidente Hugo Chávez. Nem se pode ter nenhuma ilusão quanto aos funestos propósitos do venezuelano, que não cumprirá nenhuma promessa feita se achar que lhe será conveniente a expropriação de qualquer empresa. Os argentinos já tiveram sua dose de experiência e têm razão de reclamar. Não há nenhuma segurança jurídica num país que expropria e nacionaliza empresas estrangeiras a seu bel-prazer e persegue ou prende todos os que se coloquem contra os tiranos atos de Chávez. O último exemplo foi o constrangimento por que passou Mario Vargas Llosa, retido por mais de uma hora no aeroporto de Caracas e advertido severamente. Esse episódio demonstra claramente a falta de liberdade de expressão que Chávez está impondo no seu país. Não se pode entender o que Lula e seu governo pretendem com tanta aproximação de Chávez e sua política.MARIA TEREZA MURRAYterezamurray@hotmail.comSão PauloMensalão nunca existiuMais uma manobra do PT: Márcio Thomaz Bastos, imaginem, ex-ministro da Justiça, e Aldo Rebelo, deputado pelo PCdoB-SP, afirmaram em depoimento que não houve mensalão e que nunca tiveram conhecimento nem viram nenhum esquema funcionando. Com isso inocentam, entre outros, o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu. Toma mais uma, pobre e sofrido povo brasileiro.ANGELO TONELLIangelotonelli@yahoo.com.brSão Paulo''Se o mensalão não existiu, como afirma José Dirceu, então Papai Noel e a cegonha existem!"Robert Haller robelisa@click21.com.brSão PauloCarochinhaÉ mesmo, o mensalão nunca existiu e Marcos Valério é personagem de quadrinhos. Quem existiu de fato e vive entre nós até hoje é a Branca de Neve.DOCA RAMOS MELLOddramosmello@uol.com.brSão SebastiãoCoelhinho da Páscoa, Papai Noel, saci-pererê, boitatá, mula sem cabeça dão todo o apoio às palavras do sr. Thomaz Bastos e se solidarizam com os srs. Lulla, Renan, Valério, etc., pelas injúrias a que estão sendo submetidos.ANTONIO FERNANDO FERREIRArdseg@terra.com.br São PauloIndignação e decepçãoOPTei: não vou votar mais em ninguém daqueles em quem acreditei e votei em eleições passadas.SAMUEL CORRÊAsamuelcorrea22@ig.com.brSão PauloAvenida PaulistaCom relação ao editorial A Paulista mal reformada (26/5, A3), permitam-me discordar de alguns pontos e comentar outros. 1) A Avenida Paulista não foi mal reformada. Como mostrou matéria publicada no Estado e no Jornal da Tarde em 22/5, o que acontece ali são alguns atos irresponsáveis de vandalismo, dos quais a Prefeitura tem conhecimento e sempre toma as providências necessárias. 2) A fiscalização é permanente e agora será reforçada, com duas pessoas in loco para evitar danos à avenida. O que não há são pessoas o tempo todo em todos os pontos da via para esperar que irregularidades ocorram. 3) Vale lembrar que, após anos de protelação da reforma das calçadas, finalmente a decisão foi tomada pela Prefeitura, muito mais pela notória necessidade da obra que pela mobilização da comunidade. É incorreta a afirmação de que o material escolhido para a avenida, placas de concreto moldado in loco, é mais barato e menos resistente se comparado com placas de concreto pré-moldadas. Dependendo de como é feita, a placa pré-moldada pode ser mais barata que a utilizada na Paulista e oferece menos acessibilidade, pois pode vibrar e causar desníveis, perigosos sobretudo para deficientes físicos. A escolha do piso não foi feita por "achismo", mas depois de um ano de discussões com técnicos especializados. 4) Esta secretaria já esclareceu mais de uma vez que a nova calçada nunca apresentou rachaduras. Fissuras pequenas em determinados trechos eventualmente aparecerão e serão sempre consertadas, mas não prejudicam a mobilidade do transeunte. 5) Os carros-fortes dos bancos não podem estacionar nas calçadas. Levantamento da Gerência da Paulista aponta que em toda a extensão da avenida todos os bancos contam com pelo menos uma opção de estacionamento para os veículos a menos de 50 metros, distância máxima considerada segura pela Febraban. Portanto, sabem que não devem estacionar nas calçadas e já se comprometeram a não fazê-lo. 6) Aproveito para esclarecer uma informação incorreta no Estado de 22/5 (C1): a manutenção da Paulista não será cobrada. 7) A parceria com a Paulista Viva não foi rompida. A Prefeitura apenas impediu a possibilidade de exploração comercial de uma via pública por uma associação privada e que a ONG tomasse decisões unilaterais numa das mais importantes avenidas da cidade.ANDREA MATARAZZO, secretário das Subprefeiturasamatarazzo@prefeitura.sp.gov.brSão Paulo

, O Estadao de S.Paulo

29 de maio de 2009 | 00h00

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