Cartas

CPI da PetrobrásMais uma vez o governo usa sindicalistas para defender uma entidade - no caso, a Petrobrás - que está literalmente sob o jugo do partido governista, para abafar uma investigação. O afã de esvaziar a CPI é tão gritante que chama mais a atenção do que se fosse demonstrado desinteresse. Tal fato deixa a população intrigada com o que pode vir à tona, mas o que realmente preocupa é o que conseguirão empurrar para debaixo do tapete. Diante desse teatro todo, cabe um questionamento: o que existirá de tão interessante nessa empresa, que até o maior mandatário da Nação já se candidatou a ser seu presidente?CARLOS FERNANDO BRAGAcafebraga@yahoo.com.brSão PauloRenan, o indestrutívelÉ de estarrecer o papel do senador Renan Calheiros na atual conjuntura nacional. Sabe-se que tal senhor já teve de renunciar (para não ser afastado) à presidência do Senado. Muitas coisas irregulares pesam sobre essa pessoa, como é do conhecimento de todos os políticos brasileiros e dos que sabem como tudo isso funciona. Não é que Renan, novamente, passou a ocupar uma posição de liderança (creio que nem ele esperava) e está no comando da equipe governista na CPI da Petrobrás? Isso é incrível, um sujeito com um "currículo" como o dele comandar uma coisa tão séria. Dá para confiar nessa gente?CARLOS ED. BARROS RODRIGUEScarlosedleiloes@terra.com.brSão PauloViolência no futebolMais uma dantesca cena de violência faz parte de uma disputa importante do futebol em São Paulo, infelizmente. Também, até o horário da partida já contribui para isso. Quem pode ir ao estádio e chegar a sua casa de madrugada? Só mesmo quem não tem o que fazer no dia seguinte, pessoas desocupadas, muitas delas irresponsáveis e baderneiras. E o pior é que alguns inocentes também acabam sendo vítimas dessa selvageria. Até quando vamos assistir a esses tristes acontecimentos, que maculam a boa índole de um povo que tem como principal entretenimento assistir ao seu esporte favorito?LUIZ ANTÔNIO DA SILVAlastucchi@yahoo.com.brRibeirão PretoLamentáveis as cenas de guerra entre torcedores de Corinthians e Vasco nas cercanias do Pacaembu, com trágico saldo de um morto, vários feridos e o incêndio do ônibus dos vascaínos, revelando a barbárie existente no País. Futebol é esporte e alegria, não guerra e selvageria. Não é possível que uma ínfima minoria de criminosos continue a frequentar os estádios e a ameaçar a imensa maioria dos pacíficos e verdadeiros torcedores que amam o futebol.RENATO KHAIRrenatokhair@uol.com.brSão PauloDe fato, foi lamentável a entrada e a saída da torcida do Vasco no Estádio do Pacaembu, quarta-feira, mesmo escoltada pela polícia. Os vândalos destruíram veículos nas cercanias do estádio. Se a polícia não consegue mais controlar a barbárie, está na hora de proibir a entrada das torcidas adversárias e adotar a prática de uma torcida só para os jogos importantes.VICTOR GERMANO PEREIRAvictorgermano@uol.com.brSão PauloÉ vergonhoso que torcedores de um time de futebol, organizados ou não, causem tanta barbárie contra a sociedade, num espetáculo de ignorância e desatino mental, em pleno século 21. Simplesmente a aplicação do rigor da lei a tais massas não inibe o vandalismo, dada a ausência de percepção da vida de que fazem parte. Seria, talvez, uma solução, além do rigor da lei, o time que os desordeiros veneram também ser punido com perda de pontos no campeonato em andamento. Essa seria a punição na linguagem que eles poderiam entender.EDENILSON MEIRAmerojudas@uol.com.brItapetiningaSe não se coibir com rigor essa violência, o que nos espera na Copa do Mundo de 2014...?EUGÊNIA M. F. ROCHA NUNESDiademaPrioridade tortaGovernar é definir prioridades. O Brasil vai sediar a Copa de 2014 e os governantes estão garantindo fartura de verbas para preparar as cidades que receberão os jogos. Com essa prioridade torta, até pelo menos 2014 os recursos destinados à saúde e à educação vão ser mais insuficientes ainda. Também, o que se iria querer deste governo? Pobre futuro.WILSON SCARPELLIwiscar@estadao.com.brSão PauloDoença de ChagasParabéns ao professor Charles Mady pelo didático e esclarecedor artigo sobre a doença de Chagas (30/5, A2). Além da história e da informação sobre o tema, deixou claro o descaso dos governantes em assuntos sociais, ou de saúde pública, como o abordado.ALEXANDER GEORGE RAZOOKrazook@iz.sp.gov.brRibeirão PretoBandido, político e família a gente conhece na hora da partilha"Dionysio Vecchiattidio.vecchiatti@terra.com.brSão PauloPrecatóriosIncrível o governador José Serra e seu fiel escudeiro Gilberto Kassab ficarem surpresos e revoltados com o rebaixamento do Estado por uma agência de avaliação de riscos. O que esperam? Que submeter uma decisão judicial contra a Fazenda Pública ao crivo do próprio devedor, que livremente estabelecerá se, quando, quanto e como pagará, não traga insegurança a quem mantiver alguma relação com ele? Ora, usar a Constituição federal para transformar uma ordem judicial em mero palpite ou sugestão, embora possa parecer uma genial sacada da nossa esperta classe política, pode, sim, pôr em risco o grau de confiança nas instituições brasileiras.CLODOMIRO VERGUEIRO PORTO FILHOclodomiro.porto@terra.com.brSão PauloSer e parecerAbordando as atitudes e a personalidade do titular do Ministério do Meio Ambiente, o editorial Um estorvo para o meio ambiente (4/6, A3) acertou em cheio! Principalmente ao ligar o chefe e o comandado na questão do "barateamento de coisas sérias" em seus pronunciamentos perante a mídia e, consequentemente, perante o grande público. A conclusão óbvia é que realmente são o que parecem. De maneira diametralmente oposta, o querido professor Paulo Nogueira-Neto, contando com uma estrutura mínima, quase nada se comparada à máquina a serviço desse Ministério, conseguiu manter acesa a chama ambientalista no governo federal na antiga Secretaria Especial do Meio Ambiente. Na realidade, o professor contava com algo que hoje em dia parece estar em triste escassez: conhecimento do problema, visão de futuro e respeitabilidade pessoal. Parece pouco, mas é muito.CARLOS CELSO DO AMARAL E SILVAcarcelso@gmail.comSão PauloNa briga entre o "sinistro" do Meio Ambiente e seus colegas do (des)governo Lula, quem perde é causa ambiental. Ao contrário de governar, o nosso "presiMente" prefere tratar de coisas sérias com frases rasteiras de efeito e com certeza ficará tudo por isso mesmo, porque o que o chefe do Executivo gosta mesmo é de fazer campanha, desfrutar o poder e viajar pelo mundo, deixando sua "meninada fazendo algazarra" com coisa séria. O que restará deste pobre Brasil das terras garridas, dos campos de flores e dos bosques cheios de vida?LEILA E. LEITÃOItanhaémPAC maquiadoA maquiagem é o melhor e mais eficaz artifício para uma mulher. Portanto, não é de estranhar que a "mãe do PAC" faça uso dela!ROSSANA BAHARLIArbah44@yahoo.com.brSão PauloCorrigir desviosO desmanche da GM e as palavras de Paulo Skaf (3/6, B2) deixam uma clara lição: a necessidade de analisar e corrigir desvios já!GUILLERMO SÁNCHEZ ESTRELLAguillermoestrella@yahoo.com.brSão PauloFÓRUM DOS LEITORESENDEREÇOAvenida Eng. Caetano Álvares, 55, 6.º andar, CEP 02598-900FAX:(11) 3856 2920E-MAIL:forum@grupoestado.com.br

, O Estadao de S.Paulo

05 de junho de 2009 | 00h00

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