Cartas

O Brasil é do PMDBA sujeira do Senado que aparece diariamente na mídia está fazendo muito mal ao público. Ler, ouvir ou ver notícias daquele lugar está causando náuseas, revolta e depressão à maioria da população. Depois de ouvir o líder do PT, senador Aloizio Mercadante, e tomar conhecimento das palavras de Lula, tenho certeza de que o mais ingênuo dos brasileiros descobriu que o País é refém dos oportunistas do PMDB. Renan Calheiros e José Sarney são os donos do Brasil. Fazem e desfazem. Aos poucos, o cidadão sente que não existe nenhuma possibilidade de reverter a situação. A oposição tem medo. Pisa em ovos. Faltam ideias, atitude e coragem. Eles esperam para ver no que tudo isso vai dar. Pensam que o eleitor não percebe a omissão. Em 2010 deverão sentir na carne o preço da covardia.WILSON GORDON PARKER wgparker@oi.com.brNova Friburgo (RJ)De lobos e carneirosO presidente Lula comanda um partido cujos políticos e seguidores não têm vontade própria e, subservientes, aceitam tudo o que o chefe manda. Quem discordar que se retire. Veja-se a escolha da inexperiente e inexpressiva Dilma Rousseff como candidata à sua sucessão. Houve quem no PT não aprovasse essa escolha bizarra? Por esse motivo, ao decidir apoiar Sarney na presidência do Senado, Lula confunde rebanho de carneiros com alcateia. Eleito senador pelo Amapá, Estado com menos de 340 mil eleitores, o velho cacique maranhense, muito próximo da aposentadoria, tem muito menos lobos em sua alcateia do que Lula pensa. Todos sabem que o PMDB é formado por muitos caciques, cada um tratando de seus interesses e de seus seguidores. Nunca houve unanimidade para nada dentro desse partido, a não ser por corporativismo. Apoios estão vinculados às conveniências das muitas alcateias. Acreditar que manter Sarney na presidência do Senado garante o apoio do PMDB à candidatura de Dilma é ignorar os meandros mais rasteiros da política.FLÁVIO DE AGUIAR flavio.daguiar@gmail.comResende (RJ)O protegidoO sr. José Sarney deve ser um cara boníssimo ou saber muito... Apoio do sr. Lula ele já ganhou e agora o ilustre presidente do STF também já o protege, expressando com toda a autoridade que crises políticas no Brasil são passageiras. É a voz da sabedoria, pois ninguém é punido por nada nesta terra de Vera Cruz.ADEMAR MONTEIRO DE MORAES ammoraes57@hotmail.comSão Paulo Poderosos de todos os Poderes têm postura de estadista, fala mansa, polida e educada. Alguns até são ''imortais''. Mas, no fundo, não passam de uns Sarneys.JOSÉ EDUARDO ZAMBON ELIAS zambonelias@estadao.com.brMaríliaEm algum lugar do passadoAnalisando todo o grotesco episódio do Senado e a humilhação a que nos submetem os políticos, lembro-me de uma história que se bifurcou em algum lugar do tempo. Em 1977 fui preso em Barretos, quando ainda estudante de Engenharia, pelo então governador biônico Paulo Maluf e pelo sr. Erasmo Dias. Na época tentávamos dar apoio ao Sindicato dos Metalúrgicos do ABC e seus líderes presos - hoje no PT e no poder, infelizmente! De lá para cá, e com 51 anos, tudo o que sei é que tento ser um homem justo, honesto e com princípios e ideais que nunca morreram dentro de mim. Tento olhar para a minha filha e educá-la dentro dos princípios em que meu velho pai me educou. Tento acreditar que teremos um país para chamar de Pátria e do qual nos orgulharemos. Ainda tenho a mesma "vergonha na cara" que meus ídolos políticos daquela época já não têm. Em que ponto da história eles se perderam não sei dizer, sei que vou morrer com meus princípios de honestidade e valores herdados de uma educação que não existe mais. Quanta vergonha sinto de tê-los apoiado, todos, sem exceção. Que canalha se tornaram! O que estamos construindo está longe de ser o que podemos chamar de país.ARMANDO FAVORETTO JUNIOR malhamania@dglnet.com.brSão José do Rio PardoComemoração realPlano Real (FHC), 15 anos. Parabéns! Sem ele o sr. marolinha não teria os 84% de aprovação (sic).TANIA TAVARES taniatma@hotmail.comSão PauloBolsa-FamíliaLula tem, a qualquer momento, verba para aumentar o valor do Bolsa-Família. Mas para os aposentados, como eu, que trabalhei 49 anos e contribuí, ininterruptamente, durante todo aquele tempo para a Previdência Social, não há reajuste para recompor o poder de compra. A aposentadoria que recebo é inferior a 50% do que tenho direito, assim como os demais aposentados! O ilustre presidente não tem dinheiro para sanar essa injustiça, mas para a sua "companheirada"... ARMINDO TEIXEIRA DE MAGALHÃES estebangr@uol.com.brSão PauloSobre a matéria Lula quer reajuste do Bolsa-Família (2/7), o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) esclarece que o programa atende à população pobre, com renda per capita de até R$ 137, em todos os municípios, portanto, é incorreta a afirmação de que "o Bolsa-Família beneficia especialmente o eleitorado tradicional do presidente nos grotões". Os critérios de atendimento são definidos em lei e valem para todas as regiões, independentemente do partido político na prefeitura. O maior volume de beneficiários encontra-se na Região Nordeste, que detém os mais altos índices de pobreza. Esses dados mostram, segundo o Banco Mundial, que o programa é bem focalizado e está chegando a quem dele precisa. O cadastro é feito pelas prefeituras, mas a concessão de benefícios é feita pelo MDS por meio de um sistema eletrônico, o que impede indicações pessoais ou políticas. ÂNGELA CARRATO, coordenadora de Comunicação Social do MDSjoao.mendes@mds.gov.brBrasília''Até quando a política de relações internacionais do governo Lulla vai favorecer a indústria chinesa, por acreditar em promessas argentinas?"Frederico Ricardo Hrdlicka frh@techmaster.ind.brCotiaMais 1.500 prédiosA quem interessam esses 1.500 novos prédios em locais já tão adensados? Aos atuais moradores desses bairros é que não.RICARDO HENRIQUE CARDIM cardim@usp.brAssociação dos Amigos das Árvores de São PauloSão PauloO estudo da Secretaria de Transportes sobre as regiões da cidade que ainda podem ser pioradas é digno do Prêmio Ignóbil, com louvor. Parabéns, Kassab!MÁRCIO CAMARGO FERREIRA DA SILVA marcio@auratropical.com.brSão PauloPedágiosCom referência à carta Mais pedágios (2/7), do leitor sr. Artur Bernardes Junior, esclarecemos que o "aumento" em 2002 nas praças de pedágio do Sistema Anchieta-Imigrantes (SAI) não foi uma compensação pela construção da pista descendente da Imigrantes, prevista no contrato da Ecovias. O que houve foi uma reclassificação do tipo de pista da Imigrantes. Nas concessões rodoviárias de São Paulo são cobrados três valores de tarifa por quilômetro que variam de acordo com o tipo de rodovia: pista simples, pista dupla e sistema. Com a construção da pista descendente da Imigrantes, esta passou a configurar, com a Anchieta, um sistema rodoviário e a cobrar a tarifa quilométrica relativa a sistema. Quanto às obras, todas as que estavam previstas no edital de concessão do SAI estão sendo executadas. O viaduto citado pelo leitor não consta do edital de concessão. Ao todo, o Programa de Concessões Rodoviárias do governo do Estado já viabilizou R$ 1,6 bilhão em obras no SAI. São ampliações como a construção de nove viadutos, 15 passarelas, uma ponte, sete dispositivos de acesso e/ou retorno, nove quilômetros de faixas adicionais e a construção da pista descendente da Imigrantes. RAFAELA PIRES imprensa@artesp.sp.gov.brassessora de Imprensa da ArtespSão PauloFÓRUM DOS LEITORESENDEREÇOAvenida Eng. Caetano Álvares, 55, 6.º andar, CEP 02598-900FAX:(11) 3856 2920E-MAIL:forum@grupoestado.com.br

, O Estadao de S.Paulo

06 de julho de 2009 | 00h00

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