Cartas

Lula enganou ObamaQue papelão! Lula deu uma camisa velha da seleção a Obama, pois nela constam as assinaturas de Wagner Love, Daniel Carvalho, Dida e outros que não fazem parte da seleção atual, que ganhou a Copa das Confederações. Pelo jeito, os seus assessores também não entendem nada de futebol!TOSHIO ICIZUCAtoshioicizuca@terra.com.brPiracicabaApesar da importância das reuniões do G-8 e do G-5, na Itália, o sr. Lula não se fez de rogado e procurou estar na mídia por qualquer pretexto. Desta vez apareceu nos jornais presenteando camisa autografada da seleção. Para isso ele foi lá? Isso não poderia ter sido feito pelo Dunga? Pelo menos esse entende de futebol.ANIBAL V. FILLIPaniverofil@uol.com.brSantos?Non ducor, duco?Enquanto Lula era embalado pelo som de um violinista em Paris e depois, na Itália, distribuía camisetas da seleção, José Alencar era de novo submetido a cirurgia, ficando o Brasil sem o presidente e sem o vice, que luta por sua vida. Assim a Nação vai percebendo que pode viver muito bem na ausência de comando, mostrando sua vocação patriótica de conduzir e não ser conduzida, como sugere o lema da bandeira paulista.PETER CAZALEpcazale@uol.com.brSão PauloSarney e sua fundaçãoTodo político tem sua fundação, ONG ou instituição de caridade, e é por onde escoam as propinas e corrupções. Com as denúncias a respeito da Fundação Sarney, estará o mensalão do Senado sendo pago pela Petrobrás e outras estatais? Será esse o motivo de o PT estar defendendo com unhas e dentes o presidente do Senado?BEATRIZ CAMPOSbeatriz.campos@uol.com.brSão PauloCom a revelação sobre as ligações perigosas com a Fundação Sarney, mais uma vez graças ao jornalismo do Estadão, a CPI de que realmente necessitamos não é mais a da PTbrás, mas sim uma CPI do Brasil!GILBERTO DIBgilberto@dib.com.brSão PauloA conta-gotasSe fosse atleta de judô, Sarney estaria batendo a mão no tatame, pedindo o fim da luta. O arsenal de denúncias que recaem sobre sua pessoa, que o Estadão, com competência, nos tem informado, é monumental. Essa última, de desvios de recursos da Petrobrás na Fundação Sarney, é o ápice do escárnio. Lula que se cuide, porque Sarney não vai morrer na praia sozinho, nesta luta que começou na derrota de Tião Viana para a presidência do Senado. E o troco poderá vir do PMDB, na já confirmada instalação da CPI da Petrobrás! A conta-gotas, todos os envolvidos nessa lixeira institucional vão conferir a escuridão das trevas...PAULO PANOSSIANpaulopanossian@hotmail.comSão CarlosEnganação"Como é para o bem do meu clã e felicidade geral do Senado, diga ao povo que fico" (Sarney).CARLOS PACHECO FERNANDES FILHOc-pacheco-filho@uol.com.brSão PauloSarney deveria renunciar ao cargo de senador, e não só afastar-se da presidência da Casa.LUIGI VERCESIluver44@terra.com.brBotucatuSarney agarra-se ao cargo como as cracas nos cascos dos navios. Como não sairá por si, é preciso, para o bem do Brasil, que "saiam" com ele. E como os congressistas (a grande maioria) não têm moral para tanto, é preciso que a imprensa, a nossa verdadeira representante, se encarregue da missão, como o Estadão vem fazendo com denodo.MARIA LUIZA TERRA CELIDONIOmaltece@uol.com.brAtibaiaNova ImigrantesMatéria de 9/7 (C1) relata o aparecimento de goteiras nos túneis da nova Imigrantes, oferecendo riscos aos usuários. Como um engenheiro de segurança nas estradas - de nome Newton Gawa - me disse que haviam graves erros de projeto nos túneis dessa via, pergunto se esse seria um deles.ORIVALDO TENORIO DE VASCONCELOSprof.tenorio@uol.com.brMonte AltoSolução inadequadaEssa da Ecovias de colocar telhado antigoteira nos túneis da Imigrantes foi de doer. O que está acontecendo com a cabeça dos brasileiros, afinal? Esse recurso é aplicado no exterior porque água vira gelo próximo a zero grau centígrado e, claro, representa enorme perigo para o tráfego. É bem mais perigoso uma placa dessas se soltar do que água na pista, quanto mais ao considerar a ridícula velocidade máxima permitida de 80 km por hora no trecho.BOB SHARPbobsharp@uol.com.brSão PauloCrédito-prêmio do IPICom relação à emenda sobre crédito-prêmio do IPI e à MP 460, gostaria de esclarecer: a questão do crédito-prêmio do IPI está sob análise do STF e não teve seu julgamento iniciado. Não há tendência de decisão no STF. O julgamento será possivelmente realizado ao longo do segundo semestre, caso pedidos de vistas não ocorram, o que poderá estendê-lo por anos a fio. Uma vez estabelecido, será um dos maiores acordos e encontros de contas entre União e contribuinte, em que, como em todo acordo, cada parte abre mão de direitos em prol do bem comum. Como benefício acessório, o fim do litígio reduz os custos com processos de ambas as partes. Uma das vantagens do entendimento para a União é o impacto quase nulo nas contas públicas, pois não há saída efetiva de recursos do caixa. Sendo assim, entre outros, os benefícios da transação para a União são: 1) Um saldo a favor de R$ 149,30 bilhões (estudo da FGV); 2) eliminação de um passivo potencial de mais de R$ 130 bilhões e a preservação do fluxo de caixa futuro e presente. O valor de renúncia ao crédito-prêmio de IPI pós-2003 seria de R$ 86,3 bilhões, de acordo com estudo da FGV. Entretanto, há outros estudos para referência e consulta sobre o assunto, como o de Luiz Gonzaga de Mello Belluzzo e da LCA Consultores Associados. Ressaltamos também que qualquer que seja a decisão do STF, a economia nacional será fortemente impactada. Caso a União saia vencedora, as empresas que compensaram seus créditos com base nas respectivas decisões judiciais terão sérios problemas de liquidez. Por outro lado, caso a tese dos exportadores prevaleça, a União terá seu fluxo de caixa presente e futuro fortemente impactado. Para evitar esse efeito catastrófico o encontro de contas proposto é a melhor solução, com o saldo credor das empresas sendo compensado com débitos de tributos anteriores. Está vedada a compensação com débitos futuros para preservar a capacidade de investimento da União. Caso a União saia derrotada no STF, essa limitação não vai existir. Para os exportadores, o acordo garante a regularização da situação fiscal e, com isso, melhores condições para a obtenção de financiamentos e a liberação de recursos para o capital de giro. Com isso se aumentam a atividade produtiva e, por consequência, a arrecadação. Além disso, contribui para restaurar a segurança jurídica entre Fisco e exportadores. Esse julgamento pode trazer graves repercussões fiscais para a União ou econômicas para o setor produtivo brasileiro. Não se trata mais, portanto, de saber quem tem razão, mas sim de procurar encerrar esta disputa tributária com muito equilíbrio e bom senso, especialmente neste momento de crise econômica mundial, procurando mitigar custos e riscos e preservando empresas e empregos na nossa economia. ROBERTO GIANNETTI DA FONSECA, presidente da Funcex e diretor titular da Fiespandreza.taglietti@cdn.com.brSão Paulo

, O Estadao de S.Paulo

10 de julho de 2009 | 00h00

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