Cartas

Só alegriaQuando candidato à Presidência, Lula fazia questão de dizer que era o "Lulinha paz e amor". Ao menos para os países vizinhos ele continua mantendo esse slogan. Que o diga o bispo Lugo.VIRGÍLIO MELHADO PASSONI mmpassoni@gmail.coOsasco Diante da atual política externa brasileira, percebemos que o País não precisa de inimigos para corroer a sua estrutura, bastam os atos do "nosso" presidente, como visto em relação ao Paraguai, à Bolívia e outros. É hora de dar um basta. Isso me faz lembrar a célebre frase de Monteiro Lobato: "Ou o Brasil acaba com a saúva, ou a saúva acaba com o Brasil."NEIVA PITTA KADOTA npkadota@terra.com.brSão PauloEspero que desta feita o Congresso Nacional não seja, mais uma vez, subserviente ao "patrão" e desonere os brasileiros de mais essa conta, outro fruto da cartilha do famigerado Foro de São Paulo.MARCOS JOSÉ DE FREITAS E SILVA marcosjfreitas@uol.com.brSão PauloPonte da AmizadeAlém de Itaipu, Lula fechou acordo com Lugo regularizando a atividade de sacoleiro. A cota por pessoa, R$ 20 mil/mês e a taxação, 25%. Apesar de ter sido publicada no Diário Oficial da União em janeiro, só agora a lei foi regulamentada, aproveitando o pacote. Vai dar para passar até carro.IZABEL AVALLONE izabelavallone@yahoo.com.brSão PauloSaco de bondadesEmbora não seja letrado, o presidente Lula é muito esperto e inteligente. Esse saco de bondades que está concedendo a representantes de países vizinhos, indiferentemente de ser isso bom ou não para o Brasil, tem um único objetivo: o apoio nas eleições de 2010. De que forma isso virá não sabemos, mas acreditem: todos se unirão em prol de quem ele escolher para substituí-lo.ANIBAL V. FILLIP aniverofil@uol.com.brSantosSuspeição do STFInacreditável o que vem acontecendo com alguns integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF). Noticiou-se recentemente que estaria havendo um intenso lobby do Ministério da Fazenda e do Banco Central junto aos ministros do STF e que estes já admitem nos bastidores que estariam "sensibilizados" com o argumento do governo, contrário ao pagamento das indenizações a poupadores decorrentes dos planos econômicos - Bresser, Verão, Collor - dos anos 80 e 90. Comentou-se que o governo teria escalado um time de primeira grandeza para tentar fazer valer o seu argumento, que o ministro Guido Mantega teria estado pessoalmente com os ministros do STF e que se fez acompanhar, na ocasião, pelo presidente do Banco Central e pelo advogado-geral da União. Ressalte-se que neste caso há o interesse dos bancos, que se fazem representar pela Confederação Nacional do Sistema Financeiro (Consif). Do outro lado da contenda, singelos cidadãos brasileiros que foram mais uma vez lesados em seu direito de propriedade e que não sabem fazer lobby. Ora, é princípio comezinho em Direito que, uma vez iniciada a ação judicial, ambas as partes têm de ser tratadas de forma absolutamente igual pela Justiça. É o princípio da isonomia. Essa garantia está na Constituição federal (artigo 5.º, caput): "Todos são iguais perante a lei." Assim sendo, o STF, por meio de seus integrantes, tem de dar um tratamento de igualdade a todas as partes no processo. O equilíbrio de forças oferecido a ambas tem de ser absoluto, sob pena de suspeição. Em assim vislumbrado, deverão os membros do STF ser afastados desse julgamento, de forma a se restabelecer a isonomia, o equilíbrio de forças no processo e a isenção, fazendo-se dessa maneira a tão almejada e esperada justiça.LUIZ HENRIQUE FREIRE CESAR PESTANA, advogadocpestanadv@aasp.org.brSão PauloLeão seletivoAcho perfeitamente natural e justo que o fisco fique de olho nos sinais exteriores de riqueza de Romário. Afinal, mesmo sendo o herói do tetra, ele também é um cidadão comum como todos nós e está afeito a essas investigações. Só gostaria de saber por que razão os mesmos - e impressionantes! - sinais exteriores de riqueza dos políticos nacionais não são alvo de tais cuidados. Seriam todos eles cidadãos incomuns?DOCA RAMOS MELLO ddramosmello@uol.com.brSão Sebastião?Viva o Gordo?Quem se lembra do Múcio, personagem do Jô Soares, entende o que nosso ministro quer dizer quando defende a tese do chefe sobre Sarney. Não adianta alas do PT mudarem de opinião depois de tanta evidência, o Múcio estará lá para concordar com o chefe.CARLOS ALBERTO DUARTE carlosalberto@ibg.com.brSão Paulo''Do PT de antanho não resta nem a memória, a sombra de Lulla encobriu indelevelmente sua história"Leila E. LeitãoItanhaémLula no PMDBSe Lula, claramente, não dá mais valor à bandeira da ética petista e prefere desautorizar os senadores de seu partido para continuar dando apoio a José Sarney, seria mais lógico desfiliar-se do PT e se juntar a Romero Jucá, Jader Barbalho e Renan Calheiros no PMDB. Parece serem esses os seus mais íntimos companheiros e conselheiros de agora.ENI MARIA MARTIN DE CARVALHO enimartin@uol.com.brBotucatuNepotismo A declaração do advogado-geral da União, Antonio Dias Toffoli, de que, "do ponto de vista legal", o presidente do Senado, José Sarney, não praticou nepotismo ao negociar a contratação de Henrique Dias Bernardes, namorado de sua neta Maria Beatriz, pois "não há uma relação de vínculo, de casamento, mas de namoro entre eles", fez-me lembrar aquele caso do fulano que, pegando em flagrante a esposa traindo-o no sofá da sala, joga o sofá no meio da rua, toca fogo e dá o caso por encerrado. Are Baba!JOSÉ CARLOS ALVES jcalves2@gmail.comSão PauloQuantos namorados e ex-namorados temos o privilégio de sustentar nesse covil de políticos?ELAINE NAVARRO elainenavarro.pa@hotmail.comSão PauloSergio ViottiFaleceu, aos 82 anos, nosso estimado Sergio Viotti. Ator, diretor, produtor, também foi o idealizador e fundador da Rádio Cultura FM, conforme ouvi na própria emissora, num programa em sua homenagem. Dizia ele, no programa de abertura, que estava inaugurada uma nova emissora que conteria em sua programação concertos, música brasileira e programas especiais. Merece ser lembrado e homenageado. Esse, sim, tem biografia.CARLOS E. DE BARROS RODRIGUES carlosedleiloes@terra.com.brSão PauloEsclarecimentoEm relação à carta do leitor sr. José Caetano (Plágio, 27/7), informamos que a atual política de valorização do servidor público estadual beneficia igualmente ativos, inativos e pensionistas e abrange todas as categorias do funcionalismo paulista. Desde 2007 a Assembleia Legislativa já aprovou 55 projetos de lei de iniciativa do Executivo que resultaram na reestruturação de carreiras, absorção de 41 das 50 gratificações existentes e em aumentos salariais, entre vários outros benefícios. Tais medidas, que também visam a garantir aposentadorias e pensões integrais com isonomia e paridade com os servidores da ativa, representaram um crescimento real de 15% da despesa líquida do Poder Executivo com pessoal entre janeiro de 2007 e abril de 2009.MARCELO DAVID PAWEL, assessor de Imprensa da Secretaria de Estado de Gestão Pública mpawel@sp.gov.brSão Paulo

, O Estadao de S.Paulo

29 de julho de 2009 | 00h00

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.