Cartas

O gato subiu no telhadoO "cara", sentindo o chão tremer, trata de tirar seu time de campo. Que o digam outros companheiros. Não fui eu, não votei, não sei e não vi, dane-se!J. PERIN GARCIAjperin@uol.com.brSanto AndréDNA dos ?cumpanheiros?Até 27 de julho Lulla estava 100% com Sarney. Afinal, ele "não havia matado ninguém". Convém lembrar que os critérios variam muito de acordo com as circunstâncias: quando alguém mandou matar o colega petista Celso Daniel, fingiram que não era com eles. Agora que não dá mais para sustentar Sarney diante da opinião pública, Lulla de repente nada tem que ver com o dito cujo. Cuidado, eleitores, este é apenas um recuo tático, pois o DNA dos dois presidentes não mente: é o mesmo!DIETRICH QUASTdquast@uol.com.brValinhosFora do tempoO "cara" pensa que seu protegido Sarney ainda é senador pelo Maranhão! Acorde, Branca de Neve, o Estado é o Amapá.TEIXEIRA MARQUESduquevinte@uol.com.brSão PauloO nosso presidente nem sabe que Sarney foi eleito pelo Amapá e, portanto, o povo do Maranhão não tem culpa por sua eleição. Por mais essa distorção política o Maranhão tem quatro representantes no Senado. E o pobre povo brasileiro é que paga a conta.CESAR BERTOGNAbertogna@uol.com.brSão PauloMais umaLula prometeu à presidente chilena mudar a Copa América de Futebol de 2015, que será realizada no Brasil, para o Chile. 2015? Menos, Lula, menos.MAURÍCIO LIMAmapeli@uol.com.brSão PauloCielo e FrançaEsportistas como Felipe França e César Cielo honram e choram diante da Bandeira Nacional e nossos políticos a enxovalham descaradamente! Quando aprenderão a ter vergonha?RUTH HAYASHI YAMAMOTOruthyamamoto@yahoo.com.brSão PauloParabéns aos medalhistas. É de encher de orgulho, tomo emprestado deles, ver dois homens chorando pelo que conquistaram. Na base de muito treino, suor, distância de amigos e familiares e outras provações. Ao vê-los chorar em público ao receberem as medalhas, chorei junto. Há brasileiros de quem nos podemos orgulhar. E não venha o boquirroto do Lula fazer graça em cima de conquistas honestas.ANTONIO FERNANDO FERREIRArdseg@sili.com.brSão PauloO vão livre do MaspLi na edição de ontem (Caderno2) a matéria sobre a bilheteria do Museu de Arte de São Paulo. Gostaria de salientar que pior do que a bilheteria no vão livre são as cadeiras do restaurante do Masp, que castigam o projeto de Lina Bo Bardi. Além de desconfortáveis, elas são perigosas. Já vi pessoas caírem enquanto almoçavam. Não há encostos e temos de comer com as jaquetas no colo, pois não há lugar para pendurá-las. Vale também a queixa para as cadeiras do teatro do Sesc Pompeia. Os espetáculos são belíssimos, mas a dor nas costas, inevitável no fim das apresentações, não compensa!MILU GONÇALVESnmcuritiba@hotmail.comSão PauloDe acordo com matéria publicada ontem no Caderno2, não acho que a bilheteria do Masp seja um problema para quem visita o museu. Problema grave são os usuários de drogas que circulam pelo vão livre, amedrontando a todos. Há uma cabine de polícia, mas eles nada fazem. A quem recorrer? Aliás, a cabine faz parte do projeto da arquiteta Lina Bo Bardi?NILTON OLIVEIRAnilconsult@hotmail.comSão PauloLei da paternidadeNão custa perguntar: se a recusa ao exame de DNA já configura paternidade, como ficam os casos em que há mais de um "candidato" e todos se recusam a fazer o exame?JOÃO ATHAYDE DE OLIVEIRA NETOjathayde@globo.comSão PauloEsgoto no TietêA Superintendência do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (Saae) de Guarulhos esclarece que o editorial Proteção ao Tietê (26/7, A3) comete erro grave de informação ao destacar que a cidade "se recusa" a tratar o esgoto despejado no Rio Tietê. Desde janeiro de 2008 o Saae do município executa obras do Programa de Tratamento de Esgoto de Guarulhos, investindo recursos próprios e do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do governo federal. Até o momento foram feitos 121,6 km de redes coletoras e 1,7 km de coletor-tronco. O total projetado é de 287,8 km, entre redes coletoras, coletores-tronco e interceptores. Serão construídas ainda cinco estações de tratamento de esgoto (ETEs). As obras em execução são para implantação de sistemas próprios de tratamento de esgoto (ETEs Várzea do Palácio, São João, Cabuçu e Fortaleza) e para utilizar a ETE São Miguel, pertencente ao sistema metropolitano e operada pela Sabesp. Guarulhos vai poder tratar até 500 litros de esgoto por segundo na ETE São Miguel; o contrato de prestação de serviço foi assinado em 15 de dezembro de 2008. Para tratar os esgotos na ETE São Miguel Guarulhos está executando as obras necessárias. As obras dos sistemas próprios em execução darão atendimento às regiões de Cabuçu, Fortaleza, Várzea do Palácio e São João. Já a ETE São Miguel dará atendimento às regiões de Pimentas e Cumbica. Este ano serão iniciadas obras de outro sistema próprio, ETE Bonsucesso, que dará atendimento a essa região. Guarulhos investirá no sistema de esgotamento sanitário, com foco no tratamento de esgoto, recursos do PAC e, considerando as contrapartidas do município, R$ 249,3 milhões já estão destinados. Estão sendo pleiteados mais recursos para acompanhar o crescimento vegetativo e dar atendimento a outros pontos da cidade. Todos os projetos de Guarulhos para tratamento dos esgotos coletados foram executados com base no Plano Diretor do Sistema de Esgotamento Sanitário (PDSE). Estudo concebido pelo Saae entre 2003 e 2004, o PDSE avaliou alternativas e indicou os recursos necessários para a coleta, o afastamento e tratamento dos esgotos gerados em Guarulhos. O estudo considera o crescimento urbano até 2028. É importante esclarecer ainda que Guarulhos não pode ser responsabilizada pela poluição do Tietê, já que outros municípios da região metropolitana, incluindo a capital, contribuem para a poluição do rio, pois não tratam 100% de seus esgotos. O cenário mostra que, mesmo que Guarulhos tratasse hoje 100% dos esgotos produzidos, o Tietê continuaria poluído. Ou seja, para reverter o quadro à situação ideal (poluição zero) é necessário que todos os municípios da região metropolitana que pertencem à Bacia Hidrográfica do Alto Tietê tratem seus esgotos. Se Guarulhos tratasse 100% dos esgotos que produz, o índice de tratamento na Bacia Hidrográfica do Alto Tietê subiria de 47% para 51%, um acréscimo de 4%.JOÃO ROBERTO ROCHA MORAES, superintendente do Saaemiriannunes@saaeguarulhos.sp.gov.brGuarulhosN. da R. - O jornal não comete grave erro de informação ao afirmar que, "no caso de Guarulhos, a prefeitura local se manteve em pé de guerra durante anos com o governo estadual e a Prefeitura de São Paulo, recusando-se a tratar seus dejetos". O governo local só começou a tratar da questão quando a Prefeitura de São Paulo acionou o Ministério Público Estadual para exigir do município o cumprimento dos compromissos decorrentes do Projeto Tietê. O acordo com os promotores só foi fechado em 2006, quando Guarulhos se comprometeu a tratar todo o esgoto da cidade até 2030. Até então o segundo maior município paulista despejava mil litros de esgoto in natura por segundo no Tietê, na altura do Parque Ecológico.

, O Estadao de S.Paulo

01 de agosto de 2009 | 00h00

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