Cartas

Pizzaria SenadoVejam só quem defende Sarney: os "impolutos" Collor e Renan! Meus Deus, a que ponto chegamos! O País precisa urgentemente tomar uma posição contra esses senhores, que se autodenominam representantes do povo brasileiro. Nomeações de parentes, pseudoparentes, amigos, participantes de conchavos, assalto aos cofres públicos são as mais frequentes atividades da maioria dos parlamentares em todos os níveis e demais políticos, que se fartam das benesses por eles mesmos criadas, sem o menor pudor, pois se escondem atrás das cortinas da impunidade. Esse senhor que está presidente e seus asseclasse encaixam perfeitamente nessa classificação. Que país é este? Até o Judiciário está refém dessa gente! Estão impedindo que nosso jornal denuncie as falcatruas. Falta-nos coragem? É ilusão pensar que trocando alguns deles nas próximas eleições a situação vai mudar. Precisamos passar este país a limpo. Reaja, Brasil!CLAUDIO DALCENO SPILLAClaudio.Spilla@Cspilla.orgSão Caetano do SulGente do naipe de Renan e Collor não pode, definitivamente, ter o cargo que tem. São o símbolo da aberração política. Absurdo!JOSÉ PIACSEK NETObubapiacsek@yahoo.com.brAvanhandavaPartido da tropa de choqueÉ constrangedor e triste ver o PMDB, que já fez história no passado, sob a égide do dr. Ulysses Guimarães, lutando pela volta da democracia e contra a ditadura militar, ser hoje um partido composto por uma tropa de choque, com políticos fisiológicos, sem compromisso com a democracia, interessados só em cargos oferecidos por este governo, com a marca da corrupção. Como ficam os seus eleitores, que nas próximas eleições deixarão de ser, presenciando essa resistência à renúncia do presidente do Senado, marca do que é mais retrógrado no cenário político brasileiro e dando apoio incondicional ao presidente da República, que nunca tem compromisso com a palavra dita? Creio que todos estão indignados.JOSÉ WILSON DE LIMA COSTAjwlcosta@bol.com.brSão PauloA renúncia de SarneyJosé Sarney deve renunciar não somente como presidente do Senado, mas também ao seu mandato de se-nador, que não soube honrar. O fato de alguns de seus pares, inclusive o presidente Lula, insistirem em lhe atribuir um passado glorioso não passa de balela. Sarney nunca fez nada pelo Brasil, sempre se preocupou apenas em beneficiar os seus familiares e amigos. Nós não precisamos de políticos dessa estirpe. Eles envergonham o nosso país.ADOLFO ZATZdolfizatz@terra.com.brSão PauloNó em pingos d?águaA tentativa de acabar com a liberdade de imprensa, e principalmente de silenciar o Estado, é, a meu ver, o princípio da catástrofe que está por vir caso a atual política continue. Não podemos deixar o monstro dobrar o seu tamanho, para não ficar indomável. Não se iludam quando o presidente vem a público dizer: "Não votei no Sarney para ser presidente do Senado..." Tudo isso é estratégia para sair da mira do povo, pois a sua cavalaria está alinhada, pronta para atacar, como está atacando, por intermédio desse desembargador que impôs a censura prévia ao Estadão. O povo precisa se organizar e gritar pela liberdade.VICENTE MUNIZ BARRETOdabmunizbarreto@hotmail.comCruzeiroA defesa incondicional que Lula tem feito do futuro defenestrado senador Sarney nos faz crer que há mais coisas entre o presidente apedeuta e o presidente imortal do que sonha a nossa vã filosofia.VICTOR GERMANO PEREIRAvictorgermano@uol.com.brSão PauloDelenda censura!Só espero que o presidente do Superior Tribunal de Justiça, a quem será dirigido o recurso do Estadão contra a barbaridade da censura, não tenha sido convidado para a ceia dos cardeais prodigalizada aos convivas do casamento da filha do Agaciel Maia.MOISÉS JOSÉ OLIVEIRAmoisesjo@uol.com.brSuzanoQuem presta não vota em candidato de partido que abriga quem censura a imprensa.MOACYR CASTROjequitis@uol.com.brRibeirão PretoSolidariedadeExterno minha integral solidariedade ao Estado, absurdamente submetido a descabido ato de censura. É como se fantasmas do passado voltassem a assombrar todos os que sentiram o peso da ditadura. O bom senso indica que esse episódio será rapidamente superado e dele o jornal sairá ainda mais fortalecido. Creio que o que estará em jogo é muito mais que esta questão em si, mas a consistência de nossa democracia. E se por ela um dia lutamos, por ela sempre lutaremos. Por essa razão, essa não é unicamente uma causa do Estadão. É de todos nós.ROMEU CHAP CHAP, presidente do Conselho Consultivo do Secovi-SPSão PauloA Associação Paranaense de Imprensa (API), tendo em vista a ocorrência de censura prévia contra o Estado, manifesta a sua rejeição à decisão adotada monocraticamente por um magistrado do egrégio Tribunal de Justiça do Distrito Federal. Com a sua tradição representativa de 75 anos, esta entidade considera que o procedimento liminar - sobre confrontar a Constituição brasileira, que em seu artigo 5.º veda expressamente qualquer cerceamento prévio à liberdade de expressão - seguramente não deve refletir o pensamento majoritário daquele colegiado da magistratura regional brasiliense. Isso porque, no Brasil de hoje, pretender controlar a atividade da imprensa é ato contrário ao espírito dos tempos, de construção do desenvolvimento num ambiente de democracia, conforme definiram os legisladores constituintes de 1988 e referendou, recentemente, o Supremo Tribunal Federal, ao revogar a legislação de raiz autoritária que restringia a atividade jornalística. Solidária ao corpo de profissionais e dirigentes desse tradicional jornal, a API reforça a sua expectativa de que os órgãos do Poder Judiciário, com serenidade e espírito de justiça, façam cessar o constrangimento imposto, por ilegal, inconstitucional e antidemocrático.RAFAEL DE LALA, presidente, pela diretoriardelala@pr.gov.brCuritibaGlória efêmeraHá pessoas que, para gozar os seus três dias de (in)glória, vendem até a alma ao diabo. Alguém se lembrará do nome daquele desembargador algum dia?FLÁVIA DE CASTRO LIMAlgcastrolima@uol.com.brSão João da Boa Vista Cada dia mais me convenço de que decisões judiciais devem ser da competência exclusiva de juízes de carreira. O quinto constitucional, ainda que com louváveis exceções, tem possibilitado a posse de lamentáveis figuras nos tribunais superiores.DÉCIO CELIDONIO decioml@uol.com.brAtibaia?Democracia totalitária?Percuciente o artigo do professor Denis Rosenfield, como sempre. Chávez, Correa, Morales, Ortega, Castro, Kadafi, etc., são os verdadeiros democratas, para este nosso infeliz governo. Penso ser urgentíssimo um forte movimento de repulsa aos desmandos dos nossos governantes. A mordaça ao Estadão é apenas o começo!ENRIQUE THIERS DE CARVALHO ALVITEfranca.gerodetti@terra.com.brUbatubaEspero que Lula não tenha coragem de fazer no País o que Chávez está fazendo na Venezuela. Mas tenho certeza que gostaria.MARCOS ANTONIO SCUCUGLIAsasocram@ig.com.brSanto AndréSermãoDiante a censura imposta ao Estado, seria muito bom o jornal publicar o Sermão do Bom Ladrão, do padre Antônio Vieira, que explica os diferentes modos de furtar.FÁBIO FRANÇAffranca@uol.com.brSão Paulo

, O Estadao de S.Paulo

04 de agosto de 2009 | 00h00

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