Cartas

Totalitarismo Parece que democracia não é coisa bem aceita no Senado, já que ninguém se pode manifestar contra o que ocorre de errado lá dentro. A polícia da Casa não só não permite manifestações, como deteve manifestantes. E o PT não votará contra Sarney no Conselho de Ética (?). Sem dúvida, grandes demonstrações de totalitarismo.FRANCISCO XAVIER FERNANDEZfcoxav@gmail.comSão PauloAcordão, mais do mesmoCooptando - como sempre, facilmente - a inodora e insípida "oposição", o Executivo finaliza a pizza do senado (minúscula). Vamos ver se o PV virá a nos apresentar uma opção digna, na pessoa da Senadora (maiúscula) Marina Silva. Ficará mais difícil nos servirem, outra vez, mais do mesmo.NELSON CARVALHOnscarv@gmail.comSão PauloEm 2010 estarão em disputa 54 vagas para renovação do Senado Federal. Quantas "comadres" serão eleitas? Depende só de nós, eleitores.VALTER GALIvgali@concili.com.brSão PauloCom a absolvição do Sir Ney estão todos derrotados no Senado. O senador Sérgio Guerra tem razão, ninguém mais se elege.JOSÉ LUIZ TEDESCOwpalha@terra.com.brPresidente EpitácioNovelasNas novelas da televisão, depois de muito sofrimento dos mocinhos, a justiça prevalece e o vilão é castigado. Nas novelas do Senado, o vilão age da maneira que acha oportuna para os seus interesses, colocando-se acima da moral, da ética, da Justiça comum e no final é absolvido. Urge mudar o autor desse roteiro.FRANCO MAGRINIframagr@ig.com.brCachoeira PaulistaPoluição políticaO ar em Brasília está irrespirável. E não é culpa da baixa umidade do ar.JOSÉ MARIA BOTURAzezobotura@yahoo.com.brItirapinaCandidatura da oposiçãoTendo em vista os suspeitíssimos acontecimentos na política brasileira desde 2001, está mais do que na hora de ser lançada a candidatura de real, legítima, patriótica e vigorosa oposição. A atual classe política não merece o respeito do povo. As liberdades democráticas e a soberania estão ameaçadas.JOÃO ALFREDO CASTELO BRANCOSão PauloExcelente opçãoAinda nem confirmada a saída da senadora Marina Silva do PT para aportar no PV e as pesquisas publicadas no Estadão já dão o tom de como será a eleição. O estrago está feito, em todas as direções. E por enquanto é só ameaço. Quando ela estiver em campanha é que veremos o tamanho da encrenca em que se meteram os demais candidatos. Que os "gênios" do PT não tenham a infeliz ideia de retirar-lhe o mandato, aliás, um favor que fariam a ela, pois ganharia ares de vítima nacional. Quem queria uma mulher candidata, mas não estava satisfeito com Dilma, terá agora uma excelente opção.ODAIR PICCIOLLIpedraseartes@suednet.com.brExtrema (MG)O beijo de JudasQue a já pré-candidata à sucessão presidencial não deixe que se lhe infle o ego com falsos afagos de quem, desesperadamente, começa a perder a pose. O desespero de perder a "boca" após oito anos começa pela exigência de fidelidade partidária, de insinuar que seu sucesso é fruto do apoio da militância e outras fantasias. Se ela sonha em ser apenas uma marionete controlada e programada pelos bastidores, o povo nem sequer tomará conhecimento das suas propostas, pois o que mais o povo deseja é romper com tudo isso que está aí.FLAVIO MARCUS JULIANOopegapulhas@terra.com.brSão PauloBucci sabe das coisasEsclarecedor e inteligente o artigo de Eugênio Bucci A comunicação em conferência (13/8, A2). De fato, para os veículos ligados aos governos, a democratização da informação não se aplica a eles mesmos. Acrescento um dado complementar ao texto de Bucci: a "média aritmética entre as duas distorções", a "deles" e a "nossa", para existir depende de audiências equilibradas entre emissoras públicas e privadas. O que não é o caso, como mostra o melancólico desempenho da TV Brasil, o maior custo por espectador atingido, dentre todas as TVs do País.ROBERTO MUYLAERTbobmuy@uol.com.brSão PauloO caro jornalista e professor da USP Eugênio Bucci deve estar querendo dizer que através dos meios de comunicação, principalmente públicos, continuamos como sempre fomos, meras ditaduras, que agora é a "socialista do pudê". Pena que não se possam dizer as coisas às claras, porque, afinal, ditadura é ditadura!ARIOVALDO BATISTAarioba06@hotmail.comSão Bernardo do CampoBoi Gordo e MadoffNas comparações feitas no Estadão (13/8) entre os esquemas de pirâmide de Paulo Roberto de Andrade (Fazendas Reunidas Boi Gordo) e Bernard Madoff, não foi mencionado um importante fator, sem o qual esses esquemas nunca teriam funcionado: a voracidade e ingenuidade dos investidores. No caso Madoff, prometeu-se um rendimento de dois pontos acima do mercado e no caso Andrade, 42% em 18 meses - rendimentos impossíveis de manter em longo prazo.DENIS J. MCCARTHYdenis@demon.com.brSão PauloPolítica energéticaParabéns ao Estadão pela percuciente reportagem de Andrea Vialli (10/8, B7) e pelo editorial de 12/8 (A3) sobre as pequenas centrais hidrelétricas (PCHs). Saliento, contudo, que faltou um dado estratégico: existem 2.008 projetos parados na Aneel, a maior parte de PCHs, pois estão aprovando, no máximo, quatro por ano (sic), por falta de pessoal qualificado para análise dos projetos apresentados. Nesse ritmo teremos de esperar 502 anos para esgotar a atual carteira de projetos, sem contar os novos entrantes. Isso significa quase duas Itaipus, como salienta Andrea Vialli, ou seja, um imobilizado de mais de R$ 100 bilhões e capacidade de gerar mais de 60 mil empregos, se contarmos somente os fabricantes de turbinas para as PCHs. Qual a solução? Colocar um executivo para agilizar a aprovação dos projetos e realizar um mutirão com técnicos de outras áreas da Aneel, do Ministério e das empresas do sistema Eletrobrás para desafogar o portfólio. Será que o presidente, o ministro, os líderes do Congresso e as elites dirigentes estão sabendo disso? De qualquer modo, parabéns, por começar a levantar esse crucial tema. WILLIAM CARVALHO, ex-membro do Gabinete Civil da Presidência da Repúblicawilliamcarvalho@terra.com.brBrasíliaPesquisador científicoParabéns ao colega do Instituto Butantan que, corajosamente, manifestou sua indignação pelo descaso com a carreira de pesquisador científico (Patentes e ciências, 13/8). Trata-se nada mais, nada menos do que o descumprimento do Decreto-Lei 727/93, solenemente ignorado pelos governos de São Paulo, que preferem entupir o Judiciário com ações injustas e que têm como única finalidade jogar o "problema" para o governador seguinte. Como se cumprir a lei fosse um problema!FREDERICO LEINZfleinz@terra.com.brSão PauloFórmula 1Ê, ô! Ê, ô! O Schumacher amarelou!!!TANAY JIM BACELLARtanay.jim@gmail.comSão Caetano do Sul

, O Estadao de S.Paulo

15 de agosto de 2009 | 00h00

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