CARTAS

"ESTADÃO" RENOVADO

, O Estadao de S.Paulo

17 Março 2010 | 00h00

Compromisso com a notícia

Parabéns pela nova cara. Um jornal mais clean, mais moderno, mais arrojado. E o conteúdo segue, como sempre, aprofundado, comprometido com a notícia. Adorei também o novo site do jornal e o caderno de decoração. A parte de televisão do Caderno2 ficou muito boa. Adoro notas sobre programas, emissoras, bastidores... Parabéns a todos.

JULIANO MAKIMOTO

makimotoju@ig.com.br

São Paulo

Mesmo sob o manto negro da censura, o Estado não perde a sua identidade com o leitor. O novo formato do jornal está elegante, vibrante, muscular e ousado. Essa é a forma de o Grupo Estado prestigiar e presentear o leitor e o Brasil. Parabéns.

RICARDO TRAD FILHO

trjc@bol.com.br

Campo Grande

Com o novo projeto gráfico, o Estadão se consolida como o melhor jornal do País. Um jornal moderno e que arrisca toda uma mudança em tempos de crise econômica é para ser elevado ao título de maior jornal do Brasil. Para mim, assinante e leitor assíduo, o Estadão é, acima de tudo, uma das minhas principais fontes de lazer. Obrigado a toda a equipe.

MARCELO BRUNELLI

marcelo.brunelli@philips.com

Itatiba

Sou assinante do Estadão há várias décadas, por isso acompanhei todas as mudanças ocorridas. Mas desta vez foi demais! Parabéns a todos, do mais importante ao mais humilde, por essa renovação. Uma vez Estadão, sempre Estadão. E ponto final!

MAYR CUNHA

mayr.cunha@hotmail.com

São Paulo

Parabéns ao Grupo Estado pelo novo design gráfico, principalmente da web page. Ficou muito bom. Há alguns anos essa já é a minha home page e agora está ainda mais bonita.

VINICIUS P. NASCIMENTO

vpaganini@iwserver.com.br

São Paulo

Parabéns pelo novo formato. Adorei!

ANTONIO STOCK

astock104@gmail.com

são Paulo

SETALIAÇÕES NA OMC

Vitória?

Após o absurdo destaque da mídia nacional à "pronta ação" de nossas "autoridades" diplomáticas, uma vez definida a decisão da OMC, basta um pouco de reflexão para concluir que a "vitória brasileira", em resumo, significou aumento do preço de certos produtos para o consumidor nacional. Isto é, ou pagará mais pelo que consome, ou terá de abrir mão desse consumo. Brilhante desempenho, totalmente compatível com nossa ridícula e ultrajante política externa, que adula ditadores e bajula países que são exemplo cabal de violação de direitos humanos. O pior é que tudo leva a crer que tal política será mantida se nosso presidente conseguir eleger sua sucessora. Quanto à retaliação, por que nosso governo não pagou aos EUA na mesma moeda, diminuindo impostos locais de certos produtos brasileiros, tornando-os mais vendáveis no mercado americano?

MEIER STRENGEROWSKI

mauro@opeco.com.br

São Paulo

H1N1

Esqueceram de mim

A vacinação contra a influenza H1N1 "esqueceu" as pessoas de 40 a 59 anos! Ou, então, querem que nós, importante classe de trabalhadores, morramos...

MÁRIO AUGUSTO GODOY

mario.ag@ig.com.br

São Paulo

PREFEITURA

Pé na lama

No artigo Jornalismo - fraquezas que comprometem (8/3, A2), o professor Carlos Alberto Di Franco critica o jornalismo dominado pela fofoca e pelo declaratório. Nesse jornalismo, escreveu, "sobra suposição sem fundamento e documentação" e falta informação de qualidade. Infelizmente, ao citar o prefeito Gilberto Kassab, o professor fez o que critica. Sem tomar o cuidado de checar a informação, cometeu uma "suposição sem fundamento" ao afirmar que "Kassab foge da imprensa nos momentos em que uma liderança verdadeira exigiria o pé na lama, e não declarações no conforto de seu gabinete". Se tivesse perguntado aos próprios repórteres do Estado que cobrem a cidade, saberia que o prefeito atende a imprensa quase todos os dias, em eventos por toda a cidade. Jamais se recusa a falar com qualquer jornalista. Para exemplificar, nos 365 dias de 2009 o prefeito foi 444 vezes às ruas de São Paulo participar de eventos administrativos. Não ficou no gabinete. E se, com a referência à lama, o professor pensava nas enchentes do Jardim Pantanal, poderia ter perguntado aos mesmos repórteres ou aos moradores do local quantas vezes Kassab esteve lá, tomando providências para reduzir os danos às famílias.

SÉRGIO RONDINO, assessoria de Imprensa da Prefeitura

srondino@prefeitura.sp.gov.br

São Paulo

UNIVERSIDADES FEDERAIS

Ociosidade

Será que o fato de as novas universidades estarem ociosas no início das suas atividades justificaria sua não-criação (A ociosidade nas federais, 13/3, A3)? Será que a USP, nossa maior universidade pública, preencheu suas vagas em 1934, quando foi criada? A criação de uma universidade pública neste país deve ser sempre recebida como uma dádiva, independentemente de quem está no poder, pois em nosso país só podemos garantir um ensino superior de qualidade quando todos os requisitos exigidos pela meritocracia sejam cumpridos. Isso só é conseguido na universidade pública e em raras universidades privadas. Fiquem tranquilos, não só a excelente UFABC, como também todas as demais universidades federais criadas recentemente, estarão repletas em futuro próximo.

JOSÉ ROBERTO CARDOSO, diretor da Escola Politécnica da USP

jose.cardoso@poli.usp.br

São Paulo

N. da R. - O editorial criticou as autoridades educacionais por terem investido mais no ensino superior do que no ensino médio. Com isso, o crescimento da oferta de vagas nas universidades federais acabou sendo feito ao ritmo do crescimento do número de concluintes do ensino médio, que, por falta de reformas, apresenta altas taxas de evasão.

VOCÊ NO ESTADÃO.COM.BR

TOTAL DE COMENTÁRIOS NO PORTAL: 2.242

Para AGU, Dilma pode ir com Lula a eventos públicos até junho sem configurar campanha antecipada

TEMA DO DIA

Como separar função pública de ato eleitoral

"O mais correto seria impedir esses eventos de cunho eleitoreiro já desde o dia 1º de janeiro do ano das eleições."

EUGÊNIO SANTOS

"Vamos ver se os tucanos param de dizer que é campanha antecipada. Dilma pode participar dos eventos e fim de papo."

RENATA RODRIGUES

"Se não pudesse, ela iria do mesmo jeito, como tem feito. Leis não alcançam Lula. TSE, PF, TCU, STF não ousam tocá-lo."

CRIS AZEVEDO

Encontrou algum erro? Entre em contato

publicidade

publicidade

publicidade

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.