Cartas

DIPLOMACIA

, O Estado de S.Paulo

27 Abril 2010 | 00h00

Entrevista do chanceler

A propósito da entrevista do ministro Celso Amorim (O Estado de S. Paulo, 25/4, A22), informo que não fui tesoureiro de nenhuma campanha do PSDB, como erroneamente afirma o chanceler. O presidente do Comitê Financeiro das duas bem-sucedidas campanhas à Presidência de Fernando Henrique Cardoso foi o professor Luiz Carlos Bresser Pereira. Colaborei, no plano das ideias e do debate público, na primeira campanha presidencial de FHC como membro do PSDB e com a liberdade de quem não integra a carreira diplomática, que é uma carreira de Estado. Dei meu endosso à sua segunda campanha, porém, com o decoro exigido pela minha condição na época, de embaixador, chefe da delegação do Brasil em Genebra. Tive o mesmo decoro, como chanceler, ao endossar, em 2002, a candidatura presidencial de José Serra. Observo que Roberto Campos, como diplomata, foi ministro sem filiação partidária e só assumiu a política partidária quando se afastou do Itamaraty e disputou cargos eleitorais para o Congresso Nacional. Araújo Castro, Gibson Barboza, Azeredo da Silveira, Saraiva Guerreiro, Luiz Felipe Lampreia foram diplomatas que exerceram o cargo de ministro das Relações Exteriores sem filiação partidária. Como é natural na vida política e na composição de ministérios, Olavo Setúbal e Roberto de Abreu Sodré, que não eram, como eu, diplomatas, tinham filiação partidária.

CELSO LAFER

c_lafer@uol.com.br

São Paulo

Reveladora a entrevista do ministro Celso Amorim. Ele se comporta mais como um advogado das barbaridades ditas pelo "chefe" do que propriamente como um formulador de política externa. Não consegui saber dele, por exemplo, se concorda ou discorda das afirmações de Lula a respeito de diversas questões de nossa diplomacia. O ministro é menos um executor de política externa do que um porta-voz oficial de um grupo cingido por uma visão retrógrada sobre a nova ordem mundial. As eleições presidenciais nos darão a oportunidade de retomar uma tradição que já nos premiou, em vez de um insípido Celso Amorim (e por que não Samuel Pinheiro Guimarães e Marco Aurélio Garcia?), com José Bonifácio, Joaquim Nabuco, Quintino Bocaiuva, Oswaldo Aranha, Otávio Mangabeira, José Maria da Silva Paranhos Junior (barão do Rio Branco), Afonso Arinos, San Tiago Dantas, Evandro Lins e Silva, Olavo Setúbal, Abreu Sodré, Vinícius de Morais, Fernando Henrique Cardoso, Luiz Felipe Lampreia e o outro Celso, o Lafer.

FERNANDO CESAR GASPARINI

phernando.g@bol.com.br

Mogi Mirim

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PROPAGANDA

Tricaidecofobia

A fina ironia do jornalista Mauro Chaves em A Propaganda Subliminar (24/4, A2) deveria calar fundo na cachola de políticos que enxergam crimes em qualquer palavra ou número que não os agradem. E por que não proibir o número 13 nas casas de apostas lotéricas? Ele se refere ao número de conhecido partido e poderia provocar nos eleitores um surto de tricaidecofobia (Laudelino Freire, 1957), "temor mórbido ao número 13", com graves consequências nas próximas eleições!

VIVIANO FERRANTINI

engferrantini@ig.com.br

São Paulo

Nada subliminar

Fiquei abismado com o artigo do sr. Mauro Chaves. Reli o nome do autor para ver se não era o sr. Marco Aurélio Garcia, tamanha a parcialidade na argumentação. Pela lógica do sr. Chaves, deveríamos suprimir o número 45 de nossa vida. Declarar a opção por melhores antecedentes na vida pública também seria condenável, em vez de um exemplo a ser seguido pelos eleitores. Deveríamos erguer loas ao ETA e ao IRA, já que criticar a atividade de guerrilha e violência na atividade política passa a ser preconceito. Na mesma lógica, a TV Bandeirantes (canal 13) deveria mudar de canal, o sr. Zagallo estaria proibido de declarar sua superstição e eliminaríamos a camisa 13 dos times de futebol. Não sou um cego ignorante que não crê nas mensagens subliminares, mas o sr. Chaves exagerou na defesa de sua candidata. Aliás, a única coisa coerente em seu artigo: ele não foi nem um pouco subliminar.

GILBERTO NATALINO SACCARO

gsaccaro@uol.com.br

São José dos Campos

Ao tentar impingir a outros as suas preferências eleitorais, Mauro Chaves deixou patente a dele, sem entrelinhas. Usou um argumento ridículo para tentar associar o clipe da TV Globo à candidatura tucana. Mesmo que ele tenha sido, talvez, produzido com o intuito de ajudar José Serra, é inegável que a emissora está completando em 2010 seus 45 anos. Do contrário, pelo raciocínio do jornalista, imagino que Brasília comemorou no dia 21 os seus 53 anos, e que ele comemora bem antes o seu aniversário, pois seus pais devem ter planejado seu nascimento ou, no mínimo, que se compute o tempo de gestação. Querer desqualificar uma campanha publicitária alterando os critérios de contagem de tempo é surreal. O jornalista também escorregou ao atribuir ao novo ministro do Tribunal Superior Eleitoral um "método aleivoso" quando declarou que escolherá o candidato com o "melhor antecedente". O autor traiu-se, pois, ao tentar decifrar o voto do ministro, claramente deixou transparecer os "maus antecedentes" da candidata adversária. E caprichou na finalização: atribuiu falta de isenção ao Ministério Público, pois exibe o seu preconceito contra o "aparelhamento" da máquina pública. Caro jornalista, não é preconceito, é conceito. Ou não é público e notório que os "companheiros sindicalizados" estão aquartelados nas empresas governamentais? Desculpe-me, mas o artigo fará sucesso ao ser reproduzido no blog da "estrelinha".

LUIZ A. GAZOTTO

lgazotto@gmail.com

São Paulo

Humor de qualidade

Piada não é para ser explicada. É para ser entendida ou não. Se explicada, perde a graça. Humor é uma categoria literária, um gênero infelizmente pouco estudado e considerado. E, como qualquer gênero, se manifesta desde as mais grosseiras formas até as mais sofisticadas. Uma das mais sofisticadas, sem dúvida, é o humor subliminar, o que à primeira vista nem parece humor. Faz-se uma paródia do tom sério e, subliminarmente, está a galhofa, a gozação, a brincadeira, o lúdico. Justamente agora, quando conhecido bando de aloprados se insurge contra a citação, o uso de um determinado número na mídia, vem bem a calhar o refinado texto do sempre refinado articulista Mauro Chaves. É humor subliminar da melhor qualidade.

LUIZ ÂNGELO PINTO

São Paulo

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""Greta Garbo, quem diria, acabou no Irajá." Pior foi Norma Bengell, que acabou em Dilma Rousseff"

RUBENS R. LEITE / SÃO PAULO, SOBRE A FOTO DE NORMA NO SITE OFICIAL DA PRÉ-CANDIDATA

rureleite@ul.com.br

"O presidente Lula cansou de tanta campanha?"

LUIGI VERCESI / BOTUCATU, SOBRE A FALTA DE LULA NO LANÇAMENTO DA PRÉ-CANDIDATURA DE MARTA E DE MERCADANTE, EM SÃO PAULO

luver44@terra.com.br

"Na prática, Ciro Gomes é o Roberto Jefferson da vez"

FRANCISCO JOSÉ SIDOTI / SÃO PAULO, SOBRE AS CRÍTICAS DE CIRO AO PRESIDENTE LULA

fransidoti@terra.com.br

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TEMA DO DIA

Brasil apoia atividade nuclear pacífica do Irã

Chanceler Celso Amorim visita o país sob pressão internacional; Teerã elogia mediação brasileira

"Só elogio não basta! Que tal seguir o Brasil, assinar o Tratado de Não-Proliferação e permitir inspeções?"

JONATHAN PORTO

"O Brasil não apoia o armamentismo e sim a evolução pacífica da tecnologia nuclear, sem submissão ao "clube atômico"."

GIANPIERO ZULIANI

"Qual é a do Amorim? Se é conquistar assento permanente no Conselho de Segurança da ONU, está dando um tiro no pé."

ALBERTO MARTINEZ

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Cartas enviadas ao Fórum dos Leitores, selecionadas para o Estadão.com.br

O IRREVOGÁVEL

Depois de longos anos como Senador por São Paulo sem quase ser notado, Mercadante o irrevogável,pretende ser Governador do Estado, pois, acha que SP merece mais.Que pena que somente agora acordou para aquilo que deixou de fazer pelos cidadãos que nele depositaram seu voto confiante.Que vexame!

Leila E. Leitão

São Paulo

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GOVERNAR SP?

O pré-candidato ao governo de SP, Aloizio Mercadante (PT) teve dois mandatos como deputado federal (1990 e 1998) e foi eleito senador em 2002 até a presente data. Como os petistas gostam de fazer comparações é de se perguntar há quantos anos Mercadante está responsável por contribuir com a política de São Paulo? Nesse período quais os projetos que o deputado/senador fez que deixaram sua marca na memória dos paulistanos? A não ser o imbróglio do irrevogável e o dossiê dos aloprados, nada mais que relembre a atuação do parlamentar. Será com essa imagem que o senador pretende eleger-se governador por São Paulo? Ficar na defensiva fazendo acusações é fácil, mas com a chegada da internet basta um click para se ter em tempo real o feedback de qualquer parlamentar. Em tempos de eleição convém ao eleitor pesquisar o que os parlamentares que foram eleitos por São Paulo fizeram pelo Estado sem se deixar impressionar por discursos demagógicos.

Izabel Avallone izabelavallone@yahoo.com.br

São Paulo

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MUITO PRESTÍGIO

E o Presidente Lula não compareceu ao lançamento da pré candidatura do Senador Aloísio Mercadante ao governo de São Paulo.Prestígio é prestígio e não se discute.

José Piacsek Neto bubapiacsek@yahoo.com.br

Avanhandava

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NENHUMA NOVIDADE

Na festa do lançamento das caricaturas digo candidaturas do PT em SP, Mercadante para governador e a ''relaxa e goza'' para senadora, na ocasião a ''coroa'' com discurso ''fluente'', como sempre atacou os três anos de governo do Sr. Serra, dizendo não ter praparado o Estado para o futuro, como os PeTralhas preparam os seus futuros, dai nenhuma novidade!

M. Teresa Amaral mteresa0409@estadao.com.br

São Paulo

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SÃO PAULO MERECE MAIS

O Senador-candidato Mercadante, aquele que se esgoelava nas rádios e televisões contra o Plano Real, o mesmo cuja equipe, hoje conhecida como ''aloprados'', foi pega com uma mala repleta de dólares para comprar o dossiê contra os tucanos,aquele que, líder do governo no senado, ao ver o que seus comandados estavam aprontando para livrar a cara do Sarney, renunciou irrevogavelmente a liderança e após uma boa conversa com o chefe, prontamente revogou a irrevogabilidade, este Senhor acha que São Paulo merece mais.

Concordo, São Paulo merece mais -mais respeito,- Senador.

Rubens R.Leite rureleite@uol.com.br

São Paulo

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OS NOVOS TALENTOS

Dilma Roussef revela: ''Poucas vezes São Paulo vai ver uma chapa tão qualificada''. O padrão de excelência dos candidatos petistas é tão extraordinário que a primeira opção foi importar um político do Ceará.

Helena Rodarte Costa Valente helenacv@uol.com.br

Rio de Janeiro

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O CARISMA NÃO VEIO...

Marta Suplicy e Aloísio Mercadante reuniram-se neste sábado, no sindicato dos bancários em São Paulo, para lançar as suas candidaturas ao Senado e ao Governo do Estado respectivamente. Ao som do jingle em ritmo sertanejo da campanha de Dilma Rousseff à presidência e sem a presença de Lula, o "cabra valente", os candidatos Marta, Dilma e Aloísio deram show de "sem jeitice" e de falta de carisma...

Victor Germano Pereira victorgermano@uol.com.br

São Paulo

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O ENIGMÁTICO PT

Lançamento das pré-candidaturas de Aloizio "irrevogável" Mercadante e Marta "relaxa e goza" Suplicy. Dilma "Magda/Ofélia" Roussef em mais um palanque eleitoral. José "consiglieri" Dirceu, escondidinho no palanque, cara fechada, enquanto todos vibravam sorrindo. Lula, talvez tentando se livrar da lambuzada de maionese, não foi, apesar das promessas. O presidente nacional do PT, José Eduardo Dutra, também não foi. Estava no encontro da UNE onde declarou, acredite se quiser: ''A UNE deve manter uma postura plural e não apoiar este ou aquele candidato''. O que isto significa? Só o tempo dirá.

Luiz Nusbaum lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

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REALIZAR É QUE SÃO ELAS

Para o sr. Aloizio Mercadante criticar o governo de São Paulo pelas enchentes é fácil. Como seu eleitor para o Senado, pergunto o que fez até agora? Principalmente pelos aposentados. Agora está se candidatando ao governo de São Paulo. Se o sr. estivesse no lugar do governo, teria feito alguma coisa? Falar é fácil, realizar é que são elas.

Sergio L.P.de Mello slpmello@ig.com.br

São Paulo

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ELA NÃO MENTE

O tal blog da Dilma apossou-se da imagem de Norma Bengel em uma fotografia, e publicou-a como sendo de Dilma. Depois, disseram que lamentavam, porque a troca causou ''mal entendidos''. Dilma vive provocando-os. Seja, em ''banco de dados'' (que não é um dossiê), em ''blackouts''(que não é apagão), ao seu currículo acadêmico ou à critica aos exilados, parece que a sina de Dilma é sempre ser ''mal interpretada''. Não é que ela minta; os outros é que não a entendem.

M.Cristina da Rocha Azevedo crisrochazevedo@hotmail.com

Florianópolis

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CONFUSÃO

Sobre a foto da Norma Bengell colocada como se fosse da Dillma protestando contra a Ditadura Militar e para não ter que toda hora ficar desmentindo "equívocos", não seria melhor ser verdadeira? Todos nós entendemos que à época suas atividades eram mais estratégicas, internas a frente da guerrilha e não ficaria bem, principalmente para a população feminina que não a aprova, mostrar fotos da Dillma empunhando armas. Mas mentir que deu as caras para protestar em praça pública foi demais né? Coisa de gente que mente, mente e mente. E se colar, colou!!

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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DILMA BENGELL

O rebuliço acerca da foto da atriz Norma Bengell numa passeata durante a ditadura militar, identificada como Dilma Rousseff no site oficial da candidata do PT à presidência, não se justifica. Pois qual o problema existe no fato de uma ex-guerrilheira que na clandestinidade já se passou por "Estela", "Luiza", "Patricia" e "Wanda", se passar agora por "Norma" ?

Túllio Marco Soares Carvalho

Belo Horizonte

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NÃO CONCORDO

O lamento (sic) do blog oficial da sra Dilma é tão falso, como o currículo dela, como o dossiê que ela não sabia sobre FHC e d. Ruth, como o encontro com d. Lina Vieira, dito que não houve e etc e tal. Será que ela não vê o que fazem ao seu redor e com o seu nome? No mínimo ela teria que dizer não concordo com isso, não sou eu, mas como os petistas e adeptos aceitam estes falcetes, ficam todos quietos, inclusive ela. Já imaginaram as outras inverdades que devem existir e que não sabemos? E é esta sra que quer nos governar. Pode? O Brasil pode mais,sem mentiras a nos desdenhar!

Tania Tavares taniatma@hotmail.com

São Paulo

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DE POSTES E POSTOS

Uma velha tirada jocosa diz que um governante, muito querido pelos seus eleitores, consegue eleger um poste para substituí-lo, que o representará em novo mandato, nas ocasiões em que não é possível a sua reeleição. Criou-se essa prática entre os políticos, e que não se pode de qualificar como honesta. Ao contrário do que podem pensar alguns incautos, não se trata de apenas uma jogada para driblar a legislação, mas uma perigosa tomada do Poder por um líder carismático, travestido de democrata. E nos últimos anos temos assistido a tal prática não só em nosso país como em vários outros pelo mundo afora, inclusive com as esposas "substituindo" o marido impossibilitado de concorrer à reeleição. Mas também é fato comprovado que, via de regra, a criatura se volta contra o criador. O exemplo mais rece nte neste contesto foi a eleição do ex-prefeito Pitta de São Paulo, considerado poste pelo seu próprio criador, o ex-prefeito Paulo Maluf e de quem se tornou inimigo irreconciliável após ser eleito. Outra característica desses políticos é a que uma vez no cargo, passada a fase inicial são reconhecidos como péssimos administradores. E nessas eleições parece-me que teremos uma verdadeira chuva de uma espécie de poste em todo o país, pois além da ex-chefe da Casa Civil, que pretende substituir o presidente Lula, vários correligionários seus se lançam a candidatos aos cargos de governadores de Estado, contando com a transferência de voto do presidente. É o que se infere das declarações do senador Mercadante, que pretende agora concorrer ao cargo de governador do nosso Estado. E já vai criticando os administradores do PSDB, em vários setores da Administração Pública, como se ele na qualidade de senador por São Paulo, não tenha nada a ver com as mazel as que aponta. Esquece que seu partido ocupou a Prefeitura de São Paulo por duas vezes e não acredito que possa tecer muitas loas a respeito delas. Também é difícil de acreditar que o senador, depois de seu desempenho no Senado, principalmente no deplorável episódio do "salvamento" do senador Renan Calheiros, possa realmente vir a ser um governador a altura do nosso Estado e de suas necessidades. Também no caso, seu maior triunfo é ser amigo do rei, ainda que tal atributo não seja garantia de sucesso e está ai o deputado Ciro Gomes como o exemplo mais recente.

Gilberto Pacini benetazzos@bol.com.br

São Paulo

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MUDOU O DISCURSO

No teatrinho de marionetes comandado por Lula alguns fios romperam-se, Ciro Gomes foi ao chão. Levantou-se e gritou: "Serra é mais preparado, mas legítimo, mais capaz". Teria acordado com o tombo?

Eni Maria Martin de Carvalho enimartin@uol.com.br

Botucatu

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ESTOU MUDO

O deputado Ciro Gomes fez um elogio ao nosso PTsidente quando disse que "Lula está navegando na manteiga". Em resposta, Lula diz "estou mudo". Tomara que assim permaneça até o final de seu mandato para que não continuemos a ouvir as bobagens e as infâmias que costuma proferir quando passa alguns dias em nosso país.

Antonio Bôer toboer@uol.com.br

Americana

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NOVA CLASSE MÉDIA

Sobre o artigo do jornalista Gaudêncio Torquato (O olho da nova classe média, 25/4, A2), preciso, assertivo e de uma clareza e esclarecimento jamais lido, dito e comentado pelos maiores interessados: os candidato. Que tal argui-los a respeito no editorial deste jornal? Gaudencio fez a sua parte, mas isso não pode ficar só no esclarecimento, é preciso ir mais fundo.

Agostinho Turbian presidente da Federação Nacional das Associações dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil presidente@fenadvb.org.br

São Paulo

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