Cartas - 01/06/2010

FROTA DA LIBERDADE

, O Estado de S.Paulo

01 Junho 2010 | 00h00

Sem limites

Até quando Israel continuará a praticar terrorismo de Estado e crimes contra a humanidade, com o respaldo do Congresso e do governo americanos, reféns do poderoso lobby judaico nos EUA? Urge que o resto do mundo dê um basta nessa insana atitude, sob pena de estimular o Estado judeu a praticar atos cada vez mais desumanos.

WILSON HADDAD

wilson.haddad@uol.com.br

São Paulo

As naus dos insensatos

Em comum com o livro e o filme A Nau dos Insensatos, o mesmo preconceito contra os judeus. Mas estas não eram naus de salvação e seus passageiros sabiam muito bem para onde estavam indo: o confronto desejado, pretenso martírio. Os mantimentos, mero detalhe; o povo de Gaza, massa de manobra sem acesso aos restaurantes de luxo abertos apenas para os da Nomenklatura do Hamas. Inacreditável que o ministro do país que perpetrou o holocausto armênio venha com a história de terrorismo de Estado. Inacreditável ainda que uma sobrevivente se preste a isso, sabendo-se a opinião de seus colegas de viagem sobre o holocausto. Resta torcer para que um dia venham as naus dos sensatos...

ISRAEL BLAJBERG

iblaj@hotmail.com

Rio de Janeiro

Ataques

Só há uma palavra para designar os covardes ataques do governo israelense aos civis ativistas que iam prestar ajuda ao já combalido povo palestino: assassinato.

JUDSON CLAYTON MACIEL

judson@judsonline.com

Rio de Janeiro

Ajuda humanitária?!

Depois de inúmeras ações de assistência verdadeiramente humanitárias de Israel a vítimas de terremotos e tragédias no mundo inteiro e, mais recentemente, da demonstração única de socorro ao Haiti, é de suspeitar se realmente a ajuda que estaria chegando a Gaza nessa flotilha turca era somente "humanitária". Quem acredita que apenas mantimentos e remédios eram a carga pode continuar a escrever cartas ao Papai Noel e a esperar por ovos do coelhinho da Páscoa. E a acreditar que o programa iraniano de enriquecimento de urânio seja pacífico. Está na hora de acordar!

LEANDRO SPETT

spett@hotmail.com

São Paulo

Sanções

A agressão de Israel ao comboio que levava ajuda a moradores da Faixa de Gaza mostra que os membros desse governo seguem os ditames belicistas dos EUA. E não se diga que foi um acidente, que foi cometido um erro de avaliação. Fica a pergunta a quem apoia os países que tentam impor sanções ao Irã, até criticando Brasil e Turquia: serão aplicadas sanções a Israel ou logo o assunto vai cair no esquecimento? Vamos ver se será coerente o comportamento desses segmentos.

URIEL VILLAS BOAS

urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

Israel e o mundo

Infelizmente, mais vidas foram perdidas num conflito que parece não ter fim. Mais uma vez seremos testemunhas de uma guerra de informações. Mais uma vez o mundo se voltará contra uma pequena nação, o Estado de Israel, que aprendeu a se defender depois de tantos ataques e por vezes pode parecer excessiva na força empregada, mas vive em constante ameaça de ser varrida do mapa e é vítima da incompreensão, do ódio e da hipocrisia mundiais, a ponto de ditadores carniceiros ousarem falar em atos desumanos. Se o mundo não mudar a maneira unilateral de acompanhar a situação do Oriente Médio, esta tragédia não terá fim.

LUIZ NUSBAUM

lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

Direitos humanos

O ataque israelense à Frota da Liberdade, massacrando civis inocentes, não pode ficar sem resposta do nosso governo. Não é possível continuar a manter relações com um regime - fascista e genocida - que sistematicamente desrespeita os direitos humanos.

ARSONVAL MAZZUCCO MUNIZ

arsonval.muniz@superig.com.br

São Paulo

Paz e terror

A ativista brasileira Iara Lee, de origem coreana, que estava na flotilha internacional a caminho de Gaza, tão preocupada com a paz mundial, deveria protestar contra Kim Jong-il. No paralelo 38, as Coreias estão em guerra desde 1950. Mas no Mediterrâneo é diferente, tem um glamour especial. Israel agiu certo ao impedir a flotilha internacional de chegar à Faixa de Gaza. Esses ativistas defensores do grupo terrorista Hamas, com essa palhaçada, só contribuem para o retrocesso do já combalido processo de paz entre israelenses e palestinos.

JOSÉ FRANCISCO PERES FRANÇA

josefranciscof@uol.com.br

Espírito Santo do Pinhal

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TRABALHO E EDUCAÇÃO

Qualificação x aprovação

Sobre os editoriais Falta pessoal com qualificação e Aprovação automática (29/5, A3), alguma dúvida quanto à relação entre ambas?

FANDE MAMUD JÚNIOR

fande.mamud@yahoo.com.br

Ourinhos

Massificação

É fácil traçar um paralelo entre os dois editoriais para ver que a democratização do ensino se confundiu com a sua massificação. A aprovação automática é a solução do burocrata, travestido de educador, que pensa apenas nos números, e não na qualidade da formação. Em vez de dar o bom a poucos, passamos a dar o ruim a todos. A solução passará por uma forte valorização do professor e pela quebra de paradigmas, como o da absorção de pessoal qualificado pelas indústrias, uma vez que mestres e doutores muito bem formados por nossas universidades públicas estão fora desse mercado.

ADILSON ROBERTO GONÇALVES

priadi@uol.com.br

Lorena

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ECONOMIA

Voo de galinha

O governo federal anuncia com ênfase que o PIB deste ano deve chegar a 12,35% e continuará crescendo nos próximos. Não consigo entender como será possível, de vez que não há investimentos consistentes em infraestrutura.

MARCOS ANTONIO SCUCUGLIA

sasocram@ig.com.br

Santo André

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"O presidente tem razões que a razão desconhece!"

JOÃO U. STEINBERG / SÃO PAULO, SOBRE O GOVERNO LULA

justeinberg@terra.com.br

"A política é a arte de disfarçar como interesse geral o interesse particular (Thiaudière)"

VIDAL DOS SANTOS / SÃO PAULO, SOBRE O USO DO BOLSA-FAMÍLIA E DO PAC PARA ELEGER DILMA

vidal.santos@yahoo.com.br

"Já que o assunto é nome de filmes, se José Serra é "O Exterminador do Futuro", Marco Aurélio Garcia com certeza é "Hellraiser"..."

FRIEDERICH VON BRAUN / ARAPOTI (PR), SOBRE O TRÁFICO BOLIVIANO

friederichvonbraun@gmail.com

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TEMA DO DIA

Israel ataca 6 navios de ajuda humanitária

Comboio levava suprimentos para Gaza. Netanyahu afirma que seus soldados apenas se defenderam

"Se foi em legítima defesa, eles deveriam filmar suas ações militares para provar isto e reverter essa má imagem."

RITCHARD MITCHELS

"Quase ninguém condena os ataques de terroristas palestinos como condena os ataques de Israel."

GENA KUPPERHEIMER

"Não se pode levar ajuda humanitária a Gaza porque fere a soberania israelense? Isso é terrorismo puro!"

MANOEL TEIXEIRA

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Cartas enviadas ao Fórum dos Leitores, selecionadas para o Estadão.com.br

Tragédia na flotilha

Uma tragédia o que ocorreu em alto-mar. Parece-me que a meta dos organizadores era o enfrentamento e a criação de ''mártires''. Quando a flotilha ainda se organizava, Israel deixou claríssimo que não permitiria a passagem em direção a Gaza. A partir das 23 horas de domingo, alto-falantes potentes informavam que eles não poderiam seguir para Gaza, devendo aportar em Ashdod. Repetiram, inúmeras vezes, que a carga seria examinada e, caso fosse apenas suprimento humanitário, seria entregue em Gaza, sob supervisão dos viajantes na flotilha. Um dos barcos negou-se - exatamente aquele da IHH, organização ligada ao Hamas, à Irmandade Muçulmana e, segundo se crê, também ligada a ramos da Al-Qaeda. Às 4 horas (após cinco horas de advertências contínuas) os primeiros 15 membros da Brigada Naval desceram na balsa Marmara sem armas e foram atacados a barras de ferro, bastões e facas - sendo dois deles jogados do convés (um para o piso inferior, outro a um barco salva-vidas. Desceram então mais membros da Brigada Naval, agora armados e com autorização para abrir fogo em defesa dos companheiros.

Se a meta era enviar a ajuda a Gaza, qual o problema que fosse por terra? Parece-me só interessava o confronto, se possível com vítimas - para levantar mais uma vez o mundo contra Israel. Conseguiram, mas não me parece que este seja o melhor caminho para o entendimento nem para um a paz, cada vez mais distante...

Marcos L. Susskind chegadedrogas@gmail.com

São Paulo

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Crise no Oriente Médio

O comboio sob bandeira da ONU atacado por Israel não tinha apenas inocentes. Carregava semeadores do ódio também, dispostos a unir-se ao HAMAS e entrar no Estado judeu. Mas vidas inocentes também foram perdidas e isso é lamentável. Israel está certo em cercar-se de dúvidas quanto a seus vizinhos hostis; mas também precisa ponderar suas atitudes precipitadas a fim de evitar a morte de inocentes - como era o caso de alguns.

Sérgio Eckermann Passos sepassos@yahoo.com.br

Porto Feliz

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Ataque covarde

O ataque de Israel a uma fronta humanitária que se dirigia à Faixa de Gaza escancara a natureza belicista e atentatória aos mais elementares direitos humanos do atual governo israelense. Em 1967, o simples presença de forças da Síria, do Egito e da Jordânia nas fronteiras de Israel e a expulsão das forças de paz da ONU foram suficientes para que tais atos fossem considerados por Israel como um ''casus belli'', que foi pretextado para o início da Guerra dos Seias Dias, na verdade destinada à ampliação de seu território e que rendeu as trágicas disputas territoriais que se verificam até os nossos dias. O torpe ataque caracterizou crime covarde de genocídio e de lesa-humanidade, restando, agora, saber como agirão os confrades de Israel, como os EUA e as potências da Europa que a ele se alinham e sustentam suas condutas execráveis.

Amadeu Roberto Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

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Ação humanitária?

Ação humanitária? Desde quando uma ação humanitária submete crianças e civis inocentes a riscos já previstos por todas as partes? São ativistas os que estavam nas embarcações turcas e, portanto, já conheciam os perigos. Como, então, explicar estarem submetendo crianças e civis a uma situação dessas? Não parece ser isso uma incoerência que merece, no mínimo, ser avaliada? Se houve violência por parte dos israelenses, o que dizer, então, sobre esse tipo de violência que consiste em usar crianças e civis como escudos humanos, já que numa primeira versão disseram estar nessas embarcações? O que se espera, pois, do governo brasileiro é que faça uma avaliação isenta, sem sair acusando esta ou aquela parte, irresponsavelmente, para que não se incentive novamente o ódio contra judeus e faça renascer no mundo a lembrança daquele pesadelo chamado holocausto. Neste momento, o que se espera de um governante é equilíbrio e desejo genuíno da solução de tão graves conflitos, sem necessidade de protagonismos.

ELIANA FRANÇA LEME efleme@terra.com.br

São Paulo

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Tudo tem limites

Da mesma forma que repudiamos essa iniciativa isolada de Lula de negociar um acordo nuclear com o Irã, desprezando a intermediação da ONU, é verdade também que esta entidade precisa ser implacável e punir Israel, depois desse ataque deplorável contra frota de ajuda humanitária a Gaza, em que pelo menos dez pessoas morreram.

Sabemos que nessa região ninguém é santo. E os EUA e a ONU têm fraquejado quando o assunto é Israel, que também tem usina nuclear e não dá satisfação a ninguém. Por quê?!

Talvez não seja somente o setor financeiro que necessita de uma ampla reforma para selar de vez os abusos de mercado. Mas também uma real reforma das forças políticas internacionais, que contemple eliminar abusos como a invasão do Iraque, esta violência em Gaza, etc.

Caso contrário, e com as economias dos países desenvolvidos indo pelo espaço da ineficiência, coisas piores podem acontecer...

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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Terrorismo de Estado

Não há palavras para descrever o covarde ataque praticado por Israel a um comboio internacional de barcos de ajuda humanitária, matando dezenas de pessoas. O que se vê é a prática de terrorismo de Estado, o massacre de inocentes, desumanidade, crueldade e flagrante violação aos direitos humanos por parte de Israel. A comunidade internacional precisa dar uma basta a tantas iniquidades e à barbárie praticada por Israel contra o povo palestino e contra a paz mundial. Enquanto isso, os EUA se calam e lavam as mãos, numa omissão vergonhosa e altamente comprometedora para Barack Obama.

Renato Khair renatokhair@uol.com.br

São Paulo

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Israel e o povo palestino

Depois do ataque de Israel à flotilha de ajuda humanitária ao povo palestino em águas internacionais, alguém ainda tem dúvida de que este país boicota e pressiona tal povo, tornando sua vida infernal,para que desista de suas terras? Israel aproveita-se da dúvida que há em relação à sua posse de armas nucleares para dissuadir uma guerra franca, mas aproveita também para massacrar e torturar o povo palestino e invadir os países adjacentes quando bem entender. E depois não querem que existam homens-bomba ou artefatos nucleares em plagas como o Irã. Francamente, tudo o que fazem é radicalizar para que os radicais do outro lado ganhem força. Os EUA? Ou são avalistas de tais ações ou são reféns do Estado judeu, quem vai saber? Foi terrível o Holocausto, mas, por favor, não me venham mais com essa cantilena enquanto fizerem o que fazem aos palestinos.

José Eduardo Zambon Elias zambonelias@estadao.com.br

Marília

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FAROESTE

Um velho dito popular nos diz: "Quando não se pode com o inimigo, junte-se a ele". É o jogo de cintura dos EUA, sabendo que não pode mais dominar o mundo com o seu poderio bélico em detrimento dos países pequenos, porém riquíssimos em ouro preto e recursos naturais.

A velha águia tinha que reter o seu voo de mergulho para alcançar a presa e sabe, como as demais nações que se encontram fortemente armadas com a técnica nuclear, que a, qualquer ameaça por parte de seus conglomerados que se julgam dominadores dos arsenais atômicos, a recíproca será verdadeira.

Que se cuidem com a Coreia do Norte! Essa malandragem de afundar navios e pôr a culpa num país adversário não funciona mais.

Na época do "Far West" (nos filmes de banguebangue), cada cowboy possuía uma arma, mas poucos se atreveriam enfrentar quem fosse rápido no gatilho. E é assim com o arsenal atômico, alguns se armando, porém acionar o botão para a própria destruição, teria que se pensar muito antes de tomar uma atitude bestial.

Ricardo Câmara ricardo.camara@bol.com.br

Fortaleza

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VERDADEIROS TERRORISTAS

O mundo se depara mais uma vez com uma atitude covarde e sanguinária contra os palestinos.

O governo psicopata e terrorista de Israel mata os palestinos por prazer.

Eles querem ver o povo palestino sofrendo cada vez mais - aliás, isso ocorre há mais de 60 anos.

E ainda o Zé banana do Obama apenas lamenta as mortes... Fim do mundo.

Roberto Tadeu Gorios

São Paulo

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Por que Israel não pratica a paz?

De legítima vítima, em face do horror do Holocausto comandado por Hitler, Israel passa, por ação planejada, à condição de agente da barbárie incontrolada contra civis. Chocante e inadmissível postura bélica contra desarmados bem-intencionados que se propõem a levar, pessoalmente, ajuda ao "atual campo de concentração de Gaza". A opinião pública deve mesmo se manifestar com ojeriza por mais esta ação de desproporcional violência, que mata de novo inocentes, sob a complacência das Nações Unidas. Mais grave ainda que opor um soldado de última geração, blindado com armamentos químicos, contra um garoto descalço que arremessa pedras é atacar uma embarcação carregada de ajuda pessoal e material, provocando mais mortes de inocentes. É inaceitável. Israel será culpado se sofrer retaliações na mesma proporção da violência de sua agressão.

Ronaldo Parisi rparisi@uol.com.br

São Paulo

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Israel e frota humanitária

A lenda do cavalo de Tróia nos lembra que o homem sempre usou de artificíos manhosos para enganar seus inimigos.

Vacinados por centenas de séculos de perseguição e preconceito, os israelenses não acreditam mais na boa vontade e na mansidão de cordeirinhos, mesmo que eles existam, e por isso não viram com tranquilidade a passagem, por águas internacionais, de um frota humanitária turca em direção à Faixa de Gaza. Ao se aproximarem e

serem recebidos com tiros, qual deveria ser a reação? Por isso prefiro aguardar o resultado das investigações antes de sair condenando o ataque israelense contra os navios turcos de aparente ajuda humanitária. Além do que a ''comunidade internacional'', que imediatamente saiu jogando pedras em Israel, se resume a países que já são declaradamente favoráveis à causa palestina, como Turquia, Libano, Espanha, França, Irã, Paquistão - o que me parece uma comunidade um pouco restrita demais para falar em nome do mundo.

A paz no Oriente Médio só virá quando houver intermediação de países que não pendam parcialmente para um dos lados, mas que tentem encontrar propostas conciliadoras e aceitavéis por ambas as partes. Como até hoje nenhum dos lados arredou pé de suas posições... foi criado um impasse histórico de impossível solução.

Mara Montezuma Assaf montezuma.fassa@gmail.com

São Paulo

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Faixa de Gaza

Um dos lugares mais miseráveis do mundo está sendo vítima de um holocausto. Até quando o povo de Israel vai aceitar essa violação dos direitos humanos?

Ernesto Teixeira Nascimento etn29@hotmail.com

Santos

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Colômbia

Como confiar em pesquisas? Na Colômbia, os dois candidatos mais indicados para a Presidência estavam empatados e após as eleições o que se viu foi uma diferença brutal entre eles. Considerada uma das democracias mais estáveis da América Latina, os colombianos mostraram que são independentes, sabem o que querem, apesar das pesquisas. Bom o brasileiro abrir os olhos, pois estratégias para enganar o eleitor não faltarão na briga pelo poder.

Izabel Avallone izabelavallone@yahoo.com.br

São Paulo

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Viva a Colômbia!

A Colômbia mostrou que está do lado da legalidade e ainda por cima desmascarou os institutos de pesquisa, que cismam em tentar dirigir o resultado das eleições. Empate?! Os colombianos não compraram esse peixe. A votação no candidato de Uribe foi mais que o dobro da do seu oponente, de esquerda bananeira. Entregar o país a eles seria o mesmo que entregá-lo nas mãos das Farc. Viva a Colômbia!

M. Cristina da Rocha Azevedo crisrochazevedo@hotmail.com

Florianópolis

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O GRANDE NEGOCIADOR

Por formação profissional, o nosso presidente se considera, sobretudo, antes de tudo e pela primeira vez no País, um extraordinário negociador. Os contratempos no Irã, que o deixaram de início cabisbaixo, e os insucessos em Honduras não desanimaram este Marco Polo do século 21. Se as grandes potências, agora, quando não censuram (vide os comentários da secretária Hillary), ignoram-no, na pouco significativa companhia dos bolivarianos e do ''premier'' russo, pior para elas, mesmo se perdida no horizonte a cadeira permanente no Conselho de Segurança da ONU. Sem dúvida, há muito trabalho pela frente para a arbitragem lulista: a paz entre as duas Coreias. Por que não?

Jairo P. Gusman jairogusman@gmail.com

São Paulo

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Discórdia diplomática?

Tenho lido muitas cartas neste espaço de brasileiros criticando Lula pela atuação em tentar apaziguar as sanções contra o Irã. Não sou advogado do Lula e nem pretendo ser. A meu ver, está faltando informação ou é estupidez dos leitores ao criticá-lo. Semana passada, a ''Folha'' publicou uma carta com assinatura de Barack Obama endereçada ao Lula pedindo exatamente o que o Itamaraty fez no Irã, juntamente com a Turquia. Posteriormente, num artigo publicado no ''Estadão'' (27/5, A2), de autoria do sociólogo Demétrio Magnoli, comentando o que foi exposto por outro jornal, na visão do sociólogo. Pois bem, após feitas essas duas análises, tanto pela ''Folha'' quanto pelo ''Nosso homem em Teerã'', tira-se a seguinte conclusão: Obama escreveu, mas não valeu?

Neste jogo de xadrez diplomático quem está demonstrando incompetência em negociar com Ahmadinejad são os EUA e, a qualquer preço, querem impor sua ótica política, usando seus funcionários da Casa Branca de terceiro ou quarto escalão para atacar o acordo Brasil-Turquia-Irã. Quem tomou conhecimento da carta de Obama para o Lula percebeu que Barack Obama possui duas caras.

Eugenio de Araujo Silva eugenio-araujo@uol.com.br

São José dos Campos

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OPERAÇÃO BOI BARRICA

Você sabe o que é Operação Boi Barrica?

Quem com isto enrica?

Sei não, sei não, ai que dor no coração!

Há censura ao "Estadão"

Sei não, sei não.

Estamos na escuridão

Falta informação

Há censura ao "Estadão"

Ah! Se eu fosse bravo.

Mostraria minha bravura

Cortaria a assinatura

Há censura ao "Estadão"

Chega de cala-boca

Mostremos à nação louca

O fato que não sai da toca

Há censura ao "Estadão"

Gente o melhor detergente

Para limpar esta gente, indecente.

É a informação urgente

Há censura ao "Estadão"

Não saio daqui antes

De repetir como antes

Ouvidos moucos aos loucos

Há censura ao "Estadão"

Eu que com a razão atino

Não aceito este destino

Grito como um doido de faro fino

Há censura ao "Estadão"

EDUARDO GONSALES DE ÁVILA eduardogavila@ig.com.br

Barretos

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Censura

Não está na hora de começar a organizar uma manifestação para o primeiro aniversário da censura no Estadão?

Lucita Doria lucitaasd@gmail.com

São Paulo

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PALPITE FELIZ

Não podia ser mais feliz e oportuna a lembrança do leitor sr. ALBERTO SALZSTEIN (31/5), sugerindo para vice de Serra o nome do senador JOSÉ AGRIPINO MAIA (RN). No Senado Federal, quer na tribuna, quer no pedido de ordem, no plenário, sua voz é um grito, um clamor, um reclamo patriótico contra as malversações, dilapidações de dinheiro público e outras falcatruas de qualquer Poder da República. Já foi um honesto e transparente governador de Estado e é também um autêntico aglutinador do eleitorado do Nordeste, que virá dar um reforço inestimável à campanha presidencial de Serra, onde ele está mais necessitado de apoio político. Através da TV Senado acompanho o trabalho deste tenaz parlamentar, que dificilmente falta às sessões, tanto no plenário da Casa como nas comissões legislativas. Talvez o recuo injusto de Aécio Neves em aceitar o convite para vice na chapa tucana seja um mal que veio para o bem da campanha de Serra! Deus escreve certo por linhas tortas!

Antonio Brandileone abrandileone@uol.com.br

Assis

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Desfalque

Na decisão do campeonato, o PSDB entra com 10; Aécio joga contra.

A. Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

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Não olhar o umbigo, e sim o Brasil

Sou bisneto do presidente Prudente de Moraes, um homem que tinha o Brasil sempre em primeiro lugar. Gostaria por que o sr. Aécio, sabedor da importância e do peso da indicação de seu nome na chapa do sr.José Serra, para que tenhamos mais segurança de sermos eleitos, vem pondo o umbigo na frente do País. Aceite, sr. Aécio, pois é muito importante para nós esta vitória, deixando para trás todas as corrupções e os desmandos do atual governo. ACEITE!

Luiz Alberto de Paula Souza alp.souza@terra

São Paulo

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A fábula do escorpião e do sapo

Era uma vez um escorpião que precisava ir viver do outro lado do rio. Mas ele não sabia nadar e precisava atravessar de uma margem para a outra. Então resolve pedir carona nas costas de um sapo. Vai lá conversar com ele para expor seu pleito. O sapo o ouve atentamente e diz:

- Senhor escorpião (PSDB-paulista), não posso dar-lhe carona em minhas costas porque durante a travessia o senhor vai me ferroar.

O escorpião replica imediatamente:

- Senhor sapo (PSDB-mineiro), eu jamais o ferroaria na travessia, pois, ao fazê-lo, o senhor afundaria e eu morreria afogado.

Diante dessa, o sapo acatou o arrazoado do escorpião, reviu sua opinião e resolveu dar a carona! Porém, em dado momento da travessia, o sapo sentir penetrar profundamente o agulhão em sua carne. E, já se debatendo, ainda teve tempo de perplexamente perguntar ao escorpião:

- Mas por quê?

E, antes da submersão, ouviu a seguinte resposta:

- É algo acima de mim, fora de meu controle, é de minha natureza!

Nilson Otávio de Oliveira - noo@uol.com.br

São Paulo

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Reformas

Perfeita a leitura de Gaudêncio Torquato sobre os resultados do debate entre os principais pré-candidatos à Presidência da República ("Reforma do Estado? Viva!", 30/5, A2). Como sempre, o jornalista é um analista fiel do dito e dos fatos, o que é fantástico para quem está entusiasmado na busca de algo interessante para ler sobre o desgastante assunto: posição dos pré-candidatos. De uma forma subliminar fica o pensamento sobre as reformas:

No Ministério da Saúde, na Prefeitura e no Governo do Estado de São Paulo, Serra disse, fez e teve enormes resultados positivos para a população;

Idem, em Minas, Aécio.

Marina não conseguiu fazer muito de concreto quando era do sistema do governo federal, saiu e isso é uma demonstração de quem quer, precisa e pode fazer reformas: determinação e coerência.

Dilma, por que não fez quando estava, acha que poderá fazer se for presidente?

Agostinho Turbian presidente@fenadvb.org.br

São Paulo

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A opção de Aécio Neves

Não vejo razão para criticarem o ex-governador Aécio Neves (PDSB) por ter optado por disputar uma cadeira no Senado e não ser candidato a vice na chapa de José Serra

(PSDB). Senão, vejamos:

1) Ele seria o vice de Serra; qual participação no governo?

É sabido que vice-presidente não manda nada. Apenas atua na ausência do presidente.

2) Se Serra não ganha da Dilma, o que Aécio vai fazer? Vai ficar quatro anos longe da mídia.

3) A eleição de Aécio é ''barbada''. Não tem jeito de perder. Será o futuro senador da

República por Minas Gerais. E ficará sempre na mídia.

Na verdade, o que o PSDB deveria fazer? Serra disputar a reeleição para governador, Alckmin candidato a senador e Aécio candidato a presidente. O partido teria uma chance enorme de emplacar os três. Mas as vaidades...

Olympio F. A. Cintra Netto ofacnt@yahoo.com.br

São Paulo

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Bairrismo

Li na edição do Estadão de 30/5 a reportagem que nos conta que a maioria dos membros do PSDB de Minas Gerais encarou com euforia e alívio a notícia da desistência de Aécio Neves de ser o vice de Serra.

Em minha opinião, isso demonstra um grande bairrismo dos mineiros, pois esta decisão enfraquece a candidatura do PSDB à Presidência do Brasil. Reconhecemos que Aécio ajudará na campanha para a Presidência, mas achamos que a sua candidatura a vice daria muito mais possibilidades de vitória ao PSDB.

Com isso, creio que a retirada de Aécio, por conseqüência, enfraquece a candidatura de seu partido.

André Parise andre_lorenzo@hotmail.com

São Paulo

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Serra e seus vices

Só há dois vices viáveis para José Serra: Kátia Abreu (DEM-TO), que além de ser mulher puxa o Centro-Oeste e o Sul do Brasil com a bandeira da agricultura, ou Tasso Jereissati (PSDB-CE), que leva consigo o Nordeste, por ser um nome extremamente conhecido não só no Ceará, mas como em toda região. O resto é invenção de moda.

Frederico d''Avila f.davila@fdaagropower.com.br

Buri

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O povo lhe fará justiça

Aécio Neves, saia de casa, ande pelas ruas, converse com o povo, vá à boca maldita, tome um café, ouça, procure um centro espírita, converse com seu avô e pense. Pense no Maranhão, pense em Minas, pense em São Paulo, é tudo Brasil, e depois decida. Decida com tranqüilidade e tenha a certeza de que, qualquer que for a sua decisão, o povo lhe fará justiça.

José Carlos Degaspare degaspare@uol.com.br

São Paulo

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Mineiramente II

Não só concordo, como quero parabenizar o leitor sr. Alberto Caruso pelo que escreveu no Fórum de domingo. E fazendo uso de suas palavras, quero acrescentar: os mineiros não só negaram o apoio, como traíram a todos nós, paulistas, atacando-nos por aquele flanco.

Arnaldo Luiz de Oliveira Filho arluolf@hotmail.com

Itapeva

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Carro elétrico

Foi auspicioso ler no Estadão de 29/5 (B8) que o sr. Miguel Jorge, ministro do Desenvolvimento, evitou uma decisão precipitada em favor do incentivo governamental do carro elétrico. O ministro lembrou que o Brasil produz carros a álcool faz 30 anos. Acrescento que o país que joga seu passado, mesmo recente, ao esquecimento, por um modismo, perde os alicerces para construir seu futuro.

Há países que criam tecnologia faz muitas décadas. Um paradigma são os EUA. Mas não esqueçamos que a riqueza americana começou pela agricultura. É ainda hoje é o principal produtor agrícola do mundo, com possibilidade de ser superado pelo Brasil. É bom anotar: tecnologia dá conforto, falta de alimentos mata.

Um país emergente não pode ser competitivo em todas as áreas. Brasil é pioneiro em agroindústria, álcool, carros à álcool, carros flex., prospecção de petróleo. Há muitos mercados para nossas capacidades e vão durar por muitos anos.

Devemos investir pesado em tecnologia do carro elétrico? Mas durante anos países com alta tecnologia já trabalham nesse projeto. E por que não em carros movidos a celas de combustível, ou com hidrogênio? Ou usando energia solar? Ou possibilidade que ainda nem vislumbramos?

Investimentos de grande porte (Tesouro, BNDES) devem ser para áreas em que somo fortes e competitivos: petróleo, incluindo criação de novas industrias relacionadas. Centrais hidroelétricas, se não o país para. Agroindústria, exportação de álcool e carros flex. Construção de obras de engenharia de grande porte.

Como pesquisador e acadêmico desde 1960, certamente acredito que a pesquisa do carro elétrico deve ser apoiada pelos órgãos apropriados como CNPq, FAPES, até FINEP se houver uma contrapartida empresarial de peso. Mas não deve ser prioridade do país.

Incidentemente, dias atrás, no mesmo jornal, o Ministro de Planejamento Estratégico publicou artigo apostando na energia nuclear para o Brasil. Coisa curiosa, sendo que não parece levar em conta as preferências do Presidente que o nomeou e sendo que nenhum país ainda resolveu o problema dos resíduos das centrais nucleares.

Milan Trsic, professor titular aposentado do Instituto de Química de São Carlos - Universidade de São Paulo cra61@iqsc.usp.br

São Carlos

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Yo, Pad

Li na edição do dia 31/05/10 no Caderno 2 a coluna de Lúcia Guimarães titulado ''Yo, Pad'', a qual afirmava o desinteresse em primeiras edições de gadgets eletrônicos, apesar de ter encomendado o ''raio do tablete'', mais conhecido por iPad. Lúcia Guimarães comenta sobre a recente engajação de Steve Jobs numa agressiva troca de e-mails com o blogueiro Ryan Tate, que reclamou descontente com o comercial de TV do iPad dizendo: ''Revolução é sobre liberdade''. Para a surpresa do blogueiro, Jobs respondeu, porém de forma inesperada por ser um executivo lendário: ''Sim, liberdade de programas que furtam seus dados pessoais, liberdade da pornografia''. Uau, Steve Jobs zela pela virtude dos viciados em seus produtos, argumenta a colunista.

Concordo plenamente com Lúcia quanto a seus argumentos sobre Jobs depois de tal inesperado fato, ainda mais de alguém como ele, que dirige a companhia de tecnologia mais valorizada no mundo, o CEO de uma empresa que as filas para ver Mona Lisa foram superadas pelas filas para comprar seu produto, o iPad. Como uma pessoa como Jobs se manifesta de forma tão ''livre'' para com alguém que possa se unir fazendo parte dos seus milhões de consumidores?

Porém, acho que a colunista quando afirma que: ''Steve Jobs zela pela virtude dos viciados em seus produtos'', se dirige de uma forma um tanto rude quanto aos usuários dos produtos da Apple, os quais são muitos.

Espero que o jornal tome mais cuidado quando se dirigir às pessoas em colunas e notícias, pois muitas delas compram ou assinam O Estado de S. Paulo e podem se sentir ofendidas quanto à maneira que o jornal se manifesta para com essas pessoas.

Thomas Chehin Nunes thomasnunes95@hotmail.com

São Paulo

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XERETA!

O ''cara'' fez uma ilação sobre o desastre ecológico ocorrido no golfo do México, com a plataforma da BP, dizendo que se fosse em nosso país, estariamos sendo massacrados pela comunidade internacional, que com certeza nos ajudariam a controlar e resolver o grave problema, ao invés de nos criticarem. Pede também o desbloqueio Israelense à Gaza. Seria o mesmo de marcar um encontro do Barack Obama com o Osama Bin Laden, para por fim ao terrorismo mundial, que este último é especialista. O ''cara'' foi eleito para resolver os nossos inúmeros problemas, que após quase oito anos de (des)governo, continuam piores do que antes. Critica a tudo e a todos, mas não aceita críticas, se acha perfeito e pacificador, sem sê-lo, pior é ser palpiteiro e xereta!

Luiz Dias lfd.silva@uol.com.br

São Paulo

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Palpiteiro

"Brasileiro tem mania de ser técnico, diz Lula". Caro presidente, faça-nos um favor: não nos julgue, fale por você.

Wallace Andrade wallace12000@yahoo.com.br

Mairiporã

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Arbitragem

Que o brasileiro tem memória curta todo mundo Sab. Após o jogo em que o Corinthians desrespeitou o ''Estatuto da Criança e do Adolescente'' dando umas boas 4 palmadas na ''molecada'' do Santos, os jogadores Léo e Marquinhos tripudiaram contra a arbitragem. Eles se esqueceram, porém, de dizer que o mesmo árbitro, com a colaboração da bandeirinha, anulou um gol legítimo do Santo André na final do Campeonato Paulista, que daria o título ao time do ABC.

José Luiz Gut zelgut@gmail.com

São Paulo

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CAI, CAI

Infelizmente os juízes de futebol brasileiros, por convicção própria, instruídos pela Comissão de Arbitragem da CBF ou influenciados pela imprensa esportiva, têm mantido critérios equivocados na marcação de penalidades máximas a favor do Santos F.C. Com a desculpa de que jogadores leves, mas extremamente habilidosos, se jogam, propositadamente e com muita frequência, ao gramado, a maioria deles têm deixado de apitar faltas, dentro e fora da área, generalizado critério tendencioso que favorece, exclusivamente, o jogo violento dos adversários.

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

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Ajuda

Estranha esta vida. Escolheram o desbocado e inexpressivo presidente corintiano para chefiar a delegação brasileira na África do Sul. E pensar que já tivemos Paulo Machado de Carvalho na mesma função. De lá da África, fica falando bobagens e atacando o Morumbi, mostrando todo o seu desequilíbrio e inveja. Com relação ao time, nos seus últimos jogos, Fluminense e Santos tiveram gols legítimos anulados por suposto ''impedimento''. Será que a CBF vai dar uma mãozona pro time da marginal sem número no ano do seu "centernada"?

Renato Camargo natuscamargo@yahoo.com.br

São Paulo

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Corinthians

Já está montado o esquema para o Corinthians comemorar seu centenário. Quem viver verá.

Pedro Alcântara pedro-alcantara1950@bol.com.br

São Paulo

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Só firula

Será que depois do jogo entre Santos e Corinthians, aqueles que que eram favoráveis a que o técnico Dunga levasse o Neymar para a Copa do Mundo não mudaram de ideia?

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Praia Grande

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Copa do Mundo

A Copa do Mundo mal começou e já se veem pelas ruas milhares de torcedores patriotas vestindo a camisa do Brasil. Também quero ver a vitória do Brasil, mas gostaria imensamente de ver brasileiros patriotas lutando por melhor educação, mais saúde, mais segurança, podendo viajar pelas estradas deste país com segurança., ver nossas cidades bem cuidadas, nossos rios despoluídos. Hoje, ver o sorriso dos torcedores por vitórias brasileiras é também ver nossos políticos rindo, aumentando impostos, desviando mais. Torcedor feliz se esquece dos mensalões, dos aloprados, dos escândalos e mais escândalos e da impunidade, muita impunidade. Vide o que fizeram com o Projeto Ficha Limpa. Torcedor, não seja bobo, torça pela vitória da seleção brasileira, mas não se deixe ser enganado. Torça também por um Brasil melhor para seus filhos, pois, afinal, só os jogadores e cartolas da seleção ganharão se o Brasil for campeão. Orgulho de ser campeão? Não paga minhas contas...

Vera Oguma vera.oguma@uol.com.br

São Paulo

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PIADA?

"Parreira, inspiração de Dunga" (30/5, A1). Parece que a imprensa embarcou na comparação que o "treinador" faz entre a seleção de 94 e a atual. Primeiro, a seleção de 94 não tinha tantos brucutus no meio campo, deve agradecer ao Roberto Baggio pelo pênalti perdido e tinha Romário para carregar a seleção nas costas. E a atual?

MARCOS JOSÉ DE FREITAS E SILVA marcosjfreitas@uol.com.br

Praia Grande

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