Cartas - 01/07/2011

PÃO DE AÇÚCAR

, O Estado de S.Paulo

01 Julho 2011 | 00h00

Pimentel no olho dos outros...

O ministro Fernando Pimentel defendeu o apoio do BNDES ao Pão de Açúcar: "Como ele (o setor financeiro privado) não faz isso, o BNDES tem de atuar". Não cabe ao setor financeiro privado adquirir ações de uma empresa, como o BNDES pretende - por determinação do Banco Central, bancos privados tiveram de se desfazer de participações acionárias. Mas supondo que não houvesse esse obstáculo, restam dois outros fatores impeditivos. Em primeiro lugar, a dificuldade de financiamentos a longo prazo, por não haver liquidez para papéis bancários de prazo compatível. Em segundo, o setor privado não dispõe das generosas "injeções" de recursos do Tesouro - financiadas pelo contribuinte. Quanto à potencial "invasão" dos produtos brasileiros, pela porta assim aberta, nas prateleiras dos hipermercados mundo afora, até o momento a parceria com o Casino não produziu efeitos de monta. Um assento, hipotético, no Conselho de Administração da matriz do Carrefour produzirá? Emitir ruídos é fácil.

ALEXANDRU SOLOMON

alex191243@gmail.com

São Paulo

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Dinheiro público, sim

Quando é que o BNDES e o BNDESPar foram privatizados, para o governo ficar dizendo que o empréstimo de R$ 4,5 bilhões ao Pão de Açúcar não é dinheiro público? É dinheiro público, sim! Qual a origem dos recursos do BNDES? Parem com isso. Respeitem os ouvidos do povo. Acham que todos são cegos?

PANAYOTIS POULIS

ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

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Acham-nos tolos!

Pão de Açúcar e Carrefour: onde está a lógica do investimento público de R$ 4,5 bilhões para concentrar a venda de arroz e feijão? Que falta de seriedade com o nosso dinheiro, presidente!

HONYLDO R. PEREIRA PINTO

honyldo@temfoto.com.br

Ribeirão Preto

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Felicidade

Com tantos bilhões assim, vale o slogan: "O Pão de Açúcar é lugar de gente feliz". Que o diga o sr. Abílio Diniz...

JOSÉ EDUARDO ZAMBON ELIAS

zambonelias@estadao.com.br

Marília

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Pot de Sucre

Dom Paulo Evaristo Arns salvou o sr. Abílio Diniz dos sequestradores, em 1989. Agora, para o segundo salvamento, foi convocada a presidente Dilma Rousseff. Será o bondinho da alegria, só que esqueceram de combinar com o Casino.

JOSÉ FRANCISCO PERES FRANÇA

josefranciscof@uol.com.br

Espírito Santo do Pinhal

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Fusão bem-vinda

É natural que um ministro do PT aprove a fusão do Pão de Açúcar com o Carrefour sob as bênçãos do BNDES. Quanto maiores os oligopólios, maiores as contribuições de campanha para o partido. E no fim quem paga tudo é o povo, quer na forma de impostos, quer na forma de preços. E há gente que ainda acha que esse partido tem DNA socialista...

HERMÍNIO SILVA JÚNIOR

hsilvajr@terra.com.br

São Paulo

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PT

Vladimir Palmeira

Mais um dos fundadores do PT se retira por não concordar com os "rumos" depreciativos que o partido está tomando. Vladimir Palmeira não aguentou a decepção na volta triunfante do "tesoureiro" Delúbio Soares às hostes dos petistas. Pelo andar da carruagem, só sobrarão os aloprados no "Partido dos Trabalhadores". A conferir.

LEILA E. LEITÃO

São Paulo

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CENSURA

700 dias!

Não consigo acreditar que após mais de 25 anos do fim da ditadura o jornal O Estado de S. Paulo esteja há 700 dias sob censura. O Supremo Tribunal Federal julga que a marcha pela liberalização da maconha não pode ser proibida por causa da liberdade de expressão. Mas o Estadão, sim, pode ser censurado?! Este caso mostra como a nossa Justiça é cega.

ROBERTO SARAIVA ROMERA

robertosaraivabr@gmail.com

São Bernardo do Campo

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ESCLARECIMENTO

Dia do Orgulho Hetero

Em que pese o respeito que tenho pelo Estado e pelo jornalista, a reportagem Dia do Orgulho Hetero paralisa 27 projetos para São Paulo (23/6) não corresponde em sua totalidade à verdade dos fatos. Primeiro: o projeto x-tudo não foi votado a pedido do líder do governo por não ter acordo. Segundo: em 22/6 havia três sessões convocadas para votar 26 projetos dos vereadores. A discussão do Dia do Hetero só obstruiu uma sessão. As outras duas sessões convocadas para aquele dia para votar os projetos não foram realizadas por falta de quórum. Com relação ao Dia do Orgulho Hetero, só apresentei esse projeto para protestar contra os excessos de projetos em relação aos gays, como o Dia do Orgulho Gay, Dia da Lésbica e tantos outros apresentados nas Câmaras Municipais, nas Assembleias Legislativas e na Câmara dos Deputados. Meu objetivo é mostrar que estamos caminhando para a heterofobia. É só ver a reação dos gays contra mim na imprensa, na internet e no Twitter para me dar razão. Dou minhas opiniões sem agredir a figura humana dos gays, porém quem não concorda com eles é agredido verbalmente e muitas vezes ameaçado. Infelizmente, a sociedade está ficando acuada. Daqui a pouco, nem a imprensa poderá falar dos excessos dos gays para não ser acusada de homofóbica. De um tempo para cá, parece que o maior problema é a questão das relações entre pessoas do mesmo sexo. No meu caso, sou considerado inimigo dos gays por discordar do fato de que só eles podem fazer ato na Avenida Paulista, por ter criticado a Prefeitura e o governo de São Paulo pela distribuição de gel e camisinhas na parada do ano passado, por discordar do convênio feito pela Prefeitura com o casarão gay e por criticar os excessos cometidos por eles em público. Continuo respeitando o livre-arbítrio, mas não abro mão das minhas convicções, sempre expostas com responsabilidade, como fiz ao escrever alguns artigos, com os títulos Não sou homofóbico, A ditadura gay, A lei da mordaça, Ser gay é um direito, não um privilégio, publicados em jornais e também no site www.carlosapolinario.com.br.

CARLOS APOLINÁRIO, vereador

joaquim.gil@ig.com.br

São Paulo

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"Não seria mais barato aplicar o princípio de Simonsen (melhor pagar só propinas e honorários

e engavetar o projeto)?"

ALBERTO FUTURO / SÃO PAULO, SOBRE O BNDES NA FUSÃO PÃO DE AÇÚCAR-CARREFOUR

carlos_futuro@viscondeitaborai.com.br

"O BNDES apoia o PAC (Pão de Açúcar Carrefour) acelerando a eliminação de saudável concorrência

no setor varejista"

EDSON FUNABASHI / SÃO PAULO, IDEM

edson@acteon.com.br

"Parece-nos que a fusão está virando uma grande confusão"

JULIO BRANDÃO / MARÍLIA, IDEM

julio@brandaoramos.adv.br

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TEMA DO DIA

Fifa adia anúncio da abertura da Copa 2014

Divulgação, que seria em julho, passou para outubro por causa dos atrasos nas obras no Brasil

"Espero que não seja em SP. Chega de jogar dinheiro fora."

ADRIANA SILVEIRA GOTTARDI

"Vergonha é ter Copa e Olimpíada no Brasil com tantos problemas em hospitais e escolas. Todos sabem para o bolso de quem vai a grana pública e ninguém faz nada."

LEONISIO DA SILVA BARROSO

"Aconteceu o que todos esperavam deste governo federal: obras atrasadas e superfaturadas!"

EDSON REIS

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Cartas enviadas ao fórum dos leitores, selecionadas para o estadão.com.br

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

FUSÃO CARREFOUR-PÃO DE AÇÚCAR

 

Com tantas rodovias abandonadas pelo País, com tantos hospitais a serem construídos, com a segurança pública padecendo de falta de investimentos, com presídios sucateados - onde presos vivem amontoados -, num país onde, em alguns lugares, as escolas são de lata, ouvir dizer que o BNDES vai brindar uma rede de hipermercados com bilhões de reais é uma afronta à nossa sociedade, principalmente aos nossos aposentados, para muitos dos quais a miséria que ganham é insuficiente até para comprar medicamentos.

 

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Su (PR)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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TRUSTE

 

 

A atitude do BNDES em querer bancar com R$ 4,5 bilhões a tal fusão do Pão de Açúcar e Carrefour, que sem a menor sombra de dúvidas a operação beneficiará somente às partes envolvidas, tornando-os ainda mais fortes e dominantes do mercado. Porém e evidente que a única intenção é a de eliminar a competição e concorrência existente entre ambos que só beneficia a população. Objetivo acreditamos ser de pouco interesse do atual governo, pois se considerarmos que são os dois grupos que predominam a área, tendo um a "faca" e o outro o "queijo" nas mãos. Por que não juntá-los e dar-lhes poder total, "truste" ? A declaração do Conselho Administrativo de Defesa Econômica, o Cade, que manifestou-se dizendo que: " é difícil avaliar agora o impacto do negócio". Concluímos que o mesmo perdeu uma grande chance de se abster a qualquer tipo de comentário ridículo.

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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INTENÇÕES

 

 

Sempre atrás de uma boa intenção, existe a real intenção. A fusão é entre o Pão de Açúcar e o Carrefour, estando no meio o Cassini, que já aumentou sua participação. Só que, quem solta o dinheiro é o BNDES, que, sendo uma fusão, não tem nada com isso? Compartilho com a Sra. Maria Cristina Rocha Azevedo, de Florianópolis, aqui no Fórum, que a real intenção poderá ser a estatização da distribuição de nossos produtos, a la Venezuela e Cuba. O dinheiro do caixa (que o povo brasileiro conquistou, com o seu sofrimento e esforço nos anos 80 e 90, para a estabilização da economia e crescimento dos empregos), que é nosso, vai para os amigos em dificuldades do rei. O País fica com o elefante branco e o povo com as dificuldades e a inflação, que virão certamente, inclusive também com as obras da Copa e Olimpíada. Não queremos voltar, já tínhamos vencido as dificuldades da economia, as mesmas, que os portugueses,gregos e franceses não querem encarar atualmente. Não à estatização. Nós brasileiros não merecemos isto, pela disposição de fazer esforço que tivemos em duas décadas.

 

Nelson Pereira Bizerra nepebizerra@hotmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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FUSÕES

 

Conforme noticiado pelos jornais, houve desvios de grande monta no Carrefour Brasil, enquanto sua nêmesis, o Pão de Açúcar, vendia parte considerável de sua posição acionária para manter posição de mercado. Agora vem o BNDES para socorrê-los, financiando a fusão de ambos. Numa metáfora lulesca (cacófato intencional), com o exagero característico, seria como "punir" Al Capone associando-o a Dillinger.

 

Leonardo Giannini leogann930@terra.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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BELA DUPLA

 

O seu Abílio Diniz já foi até sequestrado, teve tempo para pensar na vida e parece que não aprendeu nada; continua sendo um trator a passar em cima de tudo e de todos, agora em cima de nós, compradores de supermercados. Carrefour, que quando chegou ao Brasil a primeira coisa que fez foi proibir os empacotadores, tirando o ganha pão (gorjetas) de muitos arrimos de família. Passei a comprar em outros lugares. Que o BNDES fique fora disso e subsidie quem realmente precisa.

 

Cecília Centurion ceciliacenturion@globo.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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DINIZ X CASINO

 

Como afirma Celso Ming, "resumo da opera" do imbróglio: rasteira. Pergunte aos irmãos do citado o que lhes foi dado.

 

Jose Roberto Palma palmapai@ig.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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CON-FUSÃO

O supermercado Pão de Açúcar-Casino-Carrefour e BNDES (este com a quantia de R$ 4,5 bilhões, dinheiro público), numa confusão de varejo,se uniram para explorar o comércio varejista do infeliz povo brasileiro. Agora, uma instituição oficial do governo (BNDES) fazer parte, como sócia, de empresas particulares estrangeiras que vendem no varejo artigos que vão de bananas a mercadorias importadas é o maior absurdo do planeta. Isso não existe em nenhum governo no mundo. O Sr. Abílio Diniz, para manter sua empresa, é capaz de tudo. Nos seus estabelecimentos, os importados (Casino) têm preferência na exibição em suas bancas. Estão logo na entrada. O nosso Pão de Açúcar que enfeita a cidade maravilhosa, graças a Deus, não está em suas antipatrióticas mãos, se não...

 

 

Antonio Brandileone abrandileone@uol.com.br

Assis

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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OFENSA

 

Um ministro de Estado do Brasil sair em defesa de um empresário biliardário para lhe "arranjar" um empréstimo de juros abaixo dos de mercado, via BNDES, é no mínimo uma ofensa a brasileiros medianamente informados. Seria bom que o ministro Fernando Pimentel, o "arranjador" do negócio, deixasse esse recurso a favor do povo brasileiro e o Sr. Abílio Diniz, o interessado na "moleza", vendesse uma parte de seu patrimônio e comprasse o que lhe bem aprouvesse ou que vá ao mercado e contraia empréstimos a preço de mercado. Ou por acaso o Pão de Açúcar vende produtos abaixo do preço de mercado? O ministro sai desgastado e o empresário, mais rico ainda. Isso não é justo. O ministro vai tomar puxão de orelha de sua amiga de juventude. Com certeza vai.

José Piacsek Neto bubapiacsek@yahoo.com.br

Avanhandava

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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INDECÊNCIA

 

Honestidade, decência e caráter viraram no Brasil motivo de risos. Quantas ações nefastas estão impunes? Que me lembre no momento: mensalão do lula, dinheiro na cueca, dossiê dos aloprados, roubos de verbas pra merenda escolar, liberdade do Batistti, atos secretos no senado, dinheiro do BNDES aos chegados do poder, doação de dinheiro público pra construção de estádio privado sem contar as inúmeras denúncias de improbidade no congresso(senado e câmara e até no judiciário). A tudo isso se agrega a deplorável situação dos hospitais públicos, creches e escolas, rodovias, portos aeroportos e a gritante atuação do ministério da educação. Brasil, você não merece isso.

Ademar Monteiro de Moraes ammoraes57@hotmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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PICARETAGEM

 

Mas que belíssimo "picareta" de quarta categoria está se mostrando aquele que é chamado de empresário brasileiro de 1ª linha (e do Comitê de Gestão do governo federal)! Já temos a crescente antipatia da Itália devido aos absurdos do Lula; se agora as instituições (contratos celebrados) não forem respeitadas no Brasil devido a esse tipo de comportamento "empresarial competitivo" medonhamente antiético, será nosso país relegado a paiseco, quem sabe até conseguem mais um enguiço, desta vez "apenas" com a França...

 

Antonio Carlos de Souza Queiroz Cardoso acardoso@acardoso.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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PURA CONVERSA

 

É sintomático o caso em que o BNDES banca a fusão do supermercado Pão de Açúcar, de Abílio Diniz, fugindo totalmente de suas melhores e necessárias características, um banco de fomento, porém não podemos esquecer outra recente fusão, da Perdigão e da Sadia, de Luiz Fernando Furlan, este estava dentro do governo, e ademais não tem explicações, pois qualquer um sabe que o Pão de Açúcar nunca foi um supermercado de pobre, e sim de classes A e B, logo, qualquer explicação nesse sentido é pura conversa.

Marcos Barbosa micabarbosa@gmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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BOLSA-EMPRESÁRIO

Depois de consolidar o Bolsa-Família, o maior plano populista de cooptação das massas, os governos do PT agora vêm desenvolvendo com maestria a cooptação do empresariado rico deste País. Para, com benesses exorbitantes com o dinheiro público a juros subsidiados, ir criando de cima para baixo nas camadas intermediárias da população, as chamadas classes médias. a ilusão de que tudo está às mil maravilhas. E assim, paulatinamente, vai impondo um projeto de governo indefinido, com um plano que poderíamos chamar de autêntico Bolsa-Empresário. Esse processo de conquista das classes empresariais com dinheiro público, e das oposições políticas lideradas pelo PSDB, pode ser notado até pelo simples afago da presidente Dilma no aniversário dos 80 anos de FHC. Os empréstimos a empresários ricos, principalmente para fusões e aquisições em setores consolidados, como sabemos, não representam fomento para criação de novos empregos. Muito pelo contrário, investimento público nesses setores da economia levam quase sempre à redução de empregos, porque tais processos exigem reestruturação geral na busca rápida de ganhos de escala e aumento dos lucros para o novo negócio. Porque alcaçam concentração econômica que acaba eliminando a concorrência e o mercado fica livre para imporem condições rígidas de preços, tanto à fornecedores como aos consumidores, os maiores prejudicados. Ninguém é contra a tais processos de aquisições e fusões, até porque são inevitáveis na economia globalizada. Mas que se façam com dinheiro dos bancos privados daqui e de fora, porque o dinheiro público deve ser gasto prioritariamente nos projetos de infraestrutura do País, saneamento básico, saúde , educação e combate à violência que está ficando insuportável no Brasil; tudo em estado de extrema carência.

 

 

Rubens Muniz Ferraz rferraz4@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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CASSINO

 

Senhores, façam suas apostas. Quem teria sido o "consultor" que abriu os cofres do BNDES para o Sr. Abílio Diniz (Pão de Açúcar): Luiz Gushiken, José Dirceu ou Antonio Palocci?

 

Erico L. S. Pereira erico_ooo@yahoo.com.br

Valparaíso

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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ELEGÂNCIA NOS NEGÓCIOS

 

Naturalmente, esse título mais parece um oximoro, numa sociedade na qual prevalecem surradas tautologias como "Negócios são negócios". Mas, como dizem os conterrâneos de Sarkozy: "À la guerre comme à la guerre"- na guerra como na guerra. Não se trata de invocar ética nem de fazer um discurso contra esse 'homo homini lupus'- o homem é o lobo do homem, bordão popularizado por Hobbes. Em 1745, na batalha de Fontenoy, o exército francês enfrentou uma forte coligação, compreendendo ingleses e austríacos entre outros. Reza a lenda que , no momento do confronto, o conde de Anteroche saudou o inimigo e gritou "Messieurs les Anglais, tirez les premiers"-senhores ingleses, atirem primeiro. Mesmo sem convite da rede Casino, os adversários atiraram primeiro. Os fatos que aí estão induzem a uma reflexão. O grupo CBD-(Pão de Açúcar) idealizou uma fusão com a filial brasileira do grupo francês Carrefour. Até aí, tudo é festa - maior sinergia, capacidade de negociar melhor com os fornecedores, racionalização, o diabo a quatro enfim. Há algumas objeções. A decisão dessa fusão partiu do executivo-mor do grupo, sem consultar seu parceiro, o grupo Casino. Ficou para trás a época em que Abílio Diniz ironizava o Carrefour dizendo: Nossos franceses são melhores que os deles. Hoje ele dribla os então melhores para se associar aos então ruinzinhos. Claro, num distante 1999 o grupo Casino ingressou no capital da CBD, num momento financeiramente delicado. Não o fez por nobreza, fê-lo movido por interesse comercial, assim como mais tarde firmou-se um acordo, pelo qual em 2012, poderia assumir o controle do grupo. Visto sob esse prisma o gesto do controlador do CBD poderia ser qualificado de deselegante - chutar a tábua de salvação de outrora não fere nenhum padrão da atual ética dos negócios, mas não é um primor de fidalguia. Pessoas jurídicas não possuem sentimentos. Nada mais natural. Não vale a pena verter lágrimas e condoer-nos por causa do sofrimento do grupo Casino que , a prevalecer a hipótese da realização da fusão, ganhará um prêmio de consolação, na forma de um possível assento no conselho de administração do seu rival francês. Essa fusão não resultará necessariamente em melhores preços para os consumidores, já que o gigante assim gerado poderá ou não pensar nos clientes, num mercado no qual será o principal player. Quem serão os sofredores? Em primeiro lugar os empregados demitidos, pois isso faz parte do jogo da racionalização - eliminação de estruturas redundantes etc. Em segundo lugar - talvez- os consumidores, já que as margens de lucro aumentarão, mas quem pode jurar que os clientes serão beneficiados. Em terceiro lugar, os fornecedores, sobretudo os pequenos, que já vem sofrendo sob o rolo compressor das máquinas que pretendem se fundir, com as exigências de bônus, bonificações, presentes de aniversário, descontos para inauguração de lojas, taxas para ocupação de pontas de gôndolas etc. Falar em rolo compressor é apenas um inocente eufemismo. Oficialmente falar-se-á em maior capacidade de negociação. Lindo de morrer! O mais interessante é que essa operação juntando duas organizações saudáveis e lucrativas necessita de um aporte da ordem de dois bilhões de euros, para, quem sabe, facilitar a internacionalização do grupo. A nova empresa se tornaria acionista importante do Carrefour, a segunda maior empresa de varejo do mundo. Novamente, o BNDES está pronto para financiar gigantes. O contubérnio CBD BNDES não surgiu hoje. A compra da 'baleia' Eletroradiobrás pelo 'elefante' Jumbo contou com o apoio do então BNDE. Para que abandonar a tradição? Com o Tesouro emitindo dívida a taxas vizinhas da Selic, injetando recursos no BNDES que os repassa a empresas de invejável musculatura a taxas vizinhas da TJLP sobra uma pergunta: Para quê? Precisamos subsidiar empresas que caminham perfeitamente sobre as próprias pernas? Caberá ao CADE dar a palavra final. Quanto à elegância, ela foi parar nas urtigas!

 

 

Alexandru Solomon alex101243@gmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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O BNDES E O PT

 

Imaginemos a conduta do PT diante dessa meganegociata do BNDES, Carrefour e Pão de Açúcar no governo de Fernando Henrique Cardoso. As ruas e praças tomadas por bandeiras vermelhas, os slogans de abaixo o imperialismo, o capitalismo econômico-financeiro, a traição ao proletariado, viva a revolução socialista, fora o neoliberalismo e FHC. O mundo gira, a caravana passa e os cães se aquietam quando a ela se integram.

 

Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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EXORBITÂNCIAS DO BNDES

 

O que acontece com o BNDES? Como pode o maior banco de desenvolvimento do mundo mais uma vez estar mais preocupado com o desenvolvimento das grandes empresas e dos "megas" conglomerados, emprestando dinheiro subsidiado do povo brasileiro - consta que a 8% ao ano -, para que haja maior concentração de renda neste país tão desigual? E como fica o pessoal do andar de baixo que tem de pagar juros escorchantes para os bancos e cartões de créditos que crescem a taxas acima do dobro das taxas de crescimento dos maiores bancos mundiais? Não seria mais justo e rentável o BNDES criar um sistema de microcrédito para que a imensa massa de pequenos investidores, no nível empresarial e no nível da pessoa física, tivesse mais poder de compra e com isto pudesse gerar desenvolvimento melhor e mais justo? Meu Deus!

 

Luiz Antonio da Silva lastucchi@yahoo.com.br

Ribeirão Preto

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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O PATO PAGANDO O PATO

Aqueles que sobrecarregam a mochila à custa do erário, mesmo sabendo que ela não será levada na viagem derradeira, põe em risco uma série de regras e até os princípios da moral e do bom senso. Na escala do servilismo interesseiro e irresponsável, crê-se que o poder executivo seja quem dita regras mas, verdadeiramente, elas lhe são impostas pelo capital irracional e por aqueles aos quais se chama erroneamente de empresariado. Sim, erroneamente, porque não é empreendedor verdadeiro aquele cujo destempero econômico ou ganância desmedida vivem à sombra e na fartura compartilhada dos tetos da rês pública. A imoralidade institucional é regra, a impunidade é real e a estrutura carcomida periga ruir. Nesse estado de coisas, se elas continuarem nesse pé e antes da derrocada total, mais uma vez o que se vai ver será o pato pagando o pato, como resultado de um poder executivo ventríloquo e ambidestro, seguindo o script dos donos do circo. Agora, a escolha da assessoria jurídica se deu pela própria essência da questão ou em função do trânsito livre em madrugadas de chinelões e robes?

Carlos Delphim Nogueira da Gama Neto carlosgama@croniquetas.com.br

Santos

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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NOSSOS DEMOCRATAS...

 

"Que maravilha é viver numa democracia... Será que na China é assim?", disse o ministro Fernando Pimentel sobre a "transparência" do processo de fusão do Pão de Açúcar com o Carrefour.Mas o preço do nosso trem-bala,bem mais caro que o chinês, prova que nem uma ditadura comunista consegue superar os nossos corruptos democratas...

 

José Eduardo Zambon Elias zambonelias@estadao.com.br

Marília

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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DÚVIDA

Eu gostaria de saber, e como cidadã brasileira creio ter este direito, quais as funções que o marqueteiro João Santana exerce junto ao governo federal, já que parece tão próximo à presidente Dilma a ponto de ser invocado pelo prefeito de Campinas, Dr. Hélio, para fazer lobby por um empresa chinesa com interesses no Brasil. Da mesma forma seria muito pedir que fosse esclarecida a fonte de seus honorários, se são pagos com dinheiro público ou pelo partido que está no poder e tanto utiliza seus serviços? Torço muito para que seja a segunda opção; ficaria muito mais aliviada em saber que recursos públicos são usados para o povo e pelo povo.

Eliana França Leme efleme@terra.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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PT COM PT DÁ PETRALHA!

 

Grampo pega marqueteiro da presidente Dillma em conversa com o prefeito de Campinas acusado de corrupção? Por isso "o cara" vociferou, berrou ao lado do Zé do mensalão, defendendo o prefeito. Está chegando perto! PT com PT dá petralha!

 

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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LOBBY, LOBBY, LOBBY

 

O Brasil está de pernas abertas para os estrangeiros. Com tanto potencial interno (mão de obra, em suma), há políticos que ainda buscam se valer de empresas chinesas, por exemplo, para tirar uma lasquinha e garantir mais um mês de viagens, vinho da melhor qualidade, comida de primeira e muito mais que a imaginação permitir. O prefeito de Campinas mais uma vez volta a figurar no noticiário nacional. Sua ligação com a elevada cúpula do PT passou da fala para a ação: lobby com o marqueteiro de Dilma para a Huawei aportar no país. Definitivamente, o governo que ainda não atuou em favor da população engatinha... engatinha para o buraco. Incentivar o ingresso de companhias do exterior é importante, mas abaixar até o chão e mostrar o orifício é outra história.

 

Luiz Felipe T. Erdei luizferdei@gmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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PIRATARIA CAMPINEIRA

 

O Ministério Público de Campinas determinou que a prefeitura casse todas as autorizações concedidas aos informais que comercializam produtos piratas. A decisão do MP é justa! Todos nós sabemos que quase todos os produtos dos camelódromos têm procedência da China. Os CDs e DVDs originais são caros e devido às facilidades de reprodução o comércio é gigante, ou seja, praticamente tudo é pirata. Os produtos vendidos pelos camelôs não pagam impostos e também não geram empregos para as indústrias do país. Além do que atrapalha e muito algumas lojas e a circulação de pedestres e veículos. Diante dos fatos a medida atrasada só vem fazer justiça social! Não sou contra os camelôs, mas que eles vendam produtos legalizados pagando impostos como todo trabalhador e comerciante. A decisão do MP de Campinas deve ser seguida em todo o Brasil, se não a China via nos engolir.

 

Alex Tanner alextanner.sss@hotmail.com

Sumaré

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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PAÍS RICO É PAÍS SEM PETISTAS

 

O slogan publicitário do governo federal "País rico é país sem miséria" que inclui um projeto para erradicar a pobreza extrema no país, deveria mudar para "País rico é país sem analfabetos", aí quem sabe fosse mais fácil eliminar essa chaga nacional que a propaganda oficial teima em esconder. O único problema para o governo seria que se fôssemos um país sem analfabetos, sem dúvida o PT e o PMDB não teriam futuro.

Sandro Ferreira sandroferreira94@hotmail.com

Ponta Grossa (PR)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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QUEM SUSTENTA A IMPUNIDADE

A permissividade e a promiscuidade existente com a manutenção de benefícios e de fóruns especiais para os que detêm mandatos e determinados cargos, nas várias esferas do Poder Legislativo, Judiciário e Executivo, talvez explique como sobrevivem a corrupção e a impunidade no Brasil. Afinal, nem todos são tão iguais perante algumas realidades e situações que possam contrapor-se ao Art. 5º da nossa já dilacerada e rota Constituição federal. Talvez isso explique a crise política e institucional que surpreendeu Campinas e outros municípios no Estado de São Paulo. O mapa da geografia da fome e da miséria no Brasil guarda misteriosas relações com os fatos que alimentaram a corrupção, sustentaram a degradação da moral e dos costumes, afrontando a ética, contaminando os governos e o Estado brasileiro.

Sinésio Müzel de Moura sinesiomdemoura@hotmail.com

Campinas

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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PETRÓLEO DO BRASIL?

Esta semana a Petrobrás divulgou que foi descoberto na região de Campos, Rio de Janeiro, uma grande e nova bacia de petróleo. Mas, para surpresa, apenas 1/3 deste petróleo será da Petrobrás, pois os outros 2/3 pertencem a duas empresas estrangeiras! Ou seja, o discurso pré-eleitoral do PT sobre a Petrobrás e o petróleo brasileiro, acusando o PSDB de querer privatizar a Petrobrás, foi um discurso eleitoreiro, mentiroso e usado para iludir grande parte do eleitorado brasileiro que é desinformado e despreparado. Mais uma vez o PT mostra sua imensa diferença entre discurso e ação! Mais uma vez o povo brasileiro é iludido e enganado. Mas uma pergunta fica no ar: quando os políticos serão cobrados por seus discursos e promessa de campanha?

 

Carlos Roberto Barreto Barsotti cbarsotti@hotmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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INFORMAÇÃO MALSUCEDIDA

A Petrobrás divulgou nota informando nova e "grande" descoberta de petróleo na Bacia de Campos, mas esta informação não alterou em nada as negociações de suas ações na Bolsa de Valores, pois os investidores não são idiotas e nem acreditam em Papai Noel e eles já sabem que PeTrobrás = PT = incomPeTência. A informação do Pão de Açúcar do Abílio Diniz fez muito mais sucesso no mercado financeiro.

Maria Carmen Del Bel Tunes Goulart carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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NOVOS HERÓIS

Alguém ainda tem dúvidas de que o Brasil é paraíso de bandidos? Cesare Battisti virou ídolo da Justiça brasileira, cidadão brasileiro em tempo recorde e vai escolher o emprego que melhor lhe convier. Os hackers, que recentemente atacaram sites do governo, despertaram uma inesperada e inusitada paixão no temporariamente irreversível ministro da Ciência e Tecnologia. Este até já ofereceu emprego aos novos heróis. Acredito que seja para quebrar o sigilo bancário, fiscal e telefônico do que restou da oposição. Enfim, confeccionar dossiês é complicado, é caro, no mínimo R$1,7 mi por evento, e ainda necessita de gente capaz. Os aloprados do PT logo vão presos.

Humberto de Luna Freire Filho hlffilho@gmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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ENGANO

 

O ministro Mercad(ej)ante está ligeiramente enganado. Hackers não são necessários para dar transparência a nada. Hackers são contratados para espionar e para selar possíveis vazamentos de informação, quando sob efeito de ataques de hackers. Transparência tem a ver com honestidade e senso de respeito ao eleitor, em qualquer página da Internet. Basta usar o Google ou os sites oficiais do governo para transmitir todas a s informações, que então teremos transparência. Hackers sob orientação Petista? Para proporcionar transparência onde? Eu hein? Não nasci ontem.

 

José Jorge Ribeiro da Silva jjribeiros@yahoo.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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AS GENIALIDADES POLÍTICAS

 

Cientistas costumam ser meio que "aloprados", com invencionices e teorias oriundas de ideias às vezes geniais, às vezes fatídicas. O que diríamos então de um ministro de Ciência e Tecnologia com mestrado

conquistado sem esforço intelectual?

 

Carlos Leonel Imenes climenes@ig.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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CULPA DO QUÉRCIA?

 

Com relação ao editorial A 'missão heroica' dos aloprados (30/6, A3), perguntar não ofende: e se fizer o próprio Quércia contar tudo, numa "sessão espírita"? Lembro que espíritos não mentem. Ou mentem?

 

Luiz Roberto Turatti turatti.lr@gmail.com

Araras

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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A FINESSE DE UMA SENADORA

 

Marta Suplicy nasceu dentro da elite de dinheiro paulista mas em matéria de civilidade, mal e mal tem uma camada de verniz que frequentemente craquela nos seus arroubos verbais. Aquele "relaxa e goza" foi extremamente irônico com o desconforto dos usuários de aeroportos diante daquele tremendo caos aéreo. Mas hoje, presidindo o senado, verbalizar "ai, meu Deus do céu, que saco, isso não termina nunca" enquanto o líder do PSDB discursava, é no mínimo, uma grosseria típica de outras "esferas"...não de uma senadora da República representando o Estado mais desenvolvido da Nação. Para mim, dupla vergonha : é mulher e é paulista...

Mara Montezuma Assaf montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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CHATICE

 

A senadora (?) Marta, sempre divulga sua ingênua e sonhadora intenção de se candidatar à Prefeitura de São Paulo ou ao governo paulista. Ai, meu Deus, que saco, isso não acaba mais!

 

Flavio Marcus Juliano opegapulhas@terra.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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MAL REPRESENTADOS

 

Um senador, presidindo sessão no Senado Federal deve cumprir o ritual da decência e não descer ao palavrório do vulgar. Falta de decoro é o mínimo que se deve atribuir a Marta Suplicy ao se lamentar pelo pronunciamento do líder da oposição: "Ai, meu Deus do céu, que saco". "Não acaba isso?". Que vergonha pra São Paulo ter essa representação.

 

Leila E. Leitão

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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MARTA, A DÉSPOTA

 

"Ai, meu Deus do céu, que saco". "Não acaba isso?" Assim pronunciou-se Marta Suplicy, presidindo a sessão do senado, durante o discurso do líder do PSDB. Senadora, que feio. Relaxa e goza.

 

Luiz Nusbaum lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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CONDUTA POLÍTICA

 

Após se tornarem públicas suas relações pessoais com os empresários Fernando Cavendisch e Eike Batista, assim como os contratos com a Delta Construções, sendo que dos 18 firmados, 13 foram realizados sem licitações, o governador Sérgio Cabral (PMDB-RJ) resolveu quebrar o silêncio com a entrevista à Rádio CBN (29/06/2011), tentando seduzir a imprensa ao debate para uma suposta criação de um "Código de Conduta Público". Talvez caiba ao eleitorado daquele Estado ser mais prudente com o aparente discurso de generoso concedido pelo governador, que na mesma entrevista citou como "ilação desrespeitosa" a matéria publicada pela Folha de São Paulo no mesmo dia (29/06/2011), sobre seu relacionamento com à Michelin, que na sequência conseguiu supostos favorecimentos daquele governo. Além disto, cabe também ao eleitor perceber que tais citações do peemebedista mais assinalam o perfil de um sujeito pouco seguro, que ao invés de tentar se "passar por bondoso", deveria é demonstrar mais aptidões nas suas condutas, evitando-se assim, a bola de neve que despenca sobre a imagem da sua gestão aparentemente desarticulada e enfraquecida.

 

Pierre Magalhães pierre.magalhaes@ibest.com.br

São Bernardo do Campo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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A SERVENTIA DO CÓDIGO

 

Cabral propõe criar código de conduta. Nossos políticos não sabem a diferença entre moral, ético e legal. Infelizmente, não vai ser um, dois ou mil códigos de conduta que vão ensinar isso a eles.

 

Carmine Maglio Neto carminemaglio@yahoo.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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GOVERNO DO RIO

E o governador (de fato) do Estado do Rio de Janeiro não é o Sérgio Cabral (Filho) de Sérgio Cabral. O governador (de fato) do Estado do Rio de Janeiro é o Eike Batista (filho) de Eliezer Batista!

Ney José Pereira neyjosepereira@yahoo.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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CRISE NA EUROPA

 

Grécia em polvorosa, Portugal desesperado, Espanha, assim como Grécia e Portugal, numa decadência administrativa e política real e visível ao mundo. Por que será que somente estes três países socialistas estão tão arrasados economicamente? Será que já gastaram todo o dinheiro dos outros?

 

Benone Augusto de Paiva benonepaiva@yahoo.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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TRAGICÔMICO

 

A situação na Grécia está mesmo estranha. No país que inventou o teatro, os revoltosos de plantão carecem de autenticidade para representar em público. A maquiagem e a encenação da "vítima" na foto de capa do Estadão de quarta-feira estão mais para comédia que para tragédia!

Hermínio Silva Júnior hsilvajr@terra.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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PROTESTOS NA GRÉCIA

 

O povo grego faz muito bem em ir ás ruas e protestar contra as medidas recessivas votadas pelo Parlamento grego e impostas pelo FMI á Grécia. Não foi o povo grego quem criou essa grave crise econ?mica pela qual passa o país, mas sim, os banqueiros internacionais e o capitalismo predatório que condena diversos países ao desemprego, estagnação e crise. A Grécia deveria seguir o exemplo da Islândia, dar um 'calote' na dívida criada pelos banqueiros e políticos desonestos, gananciosos e oportunistas, e renegociá-la em outros termos. Assim como a Grécia, Portugal, Espanha, Itália e Irlanda também estão sofrendo com os graves erros cometidos por políticos e banqueiros ao seguirem a cartilha neoliberal do FMI, que só produz mais crise, desemprego e falta de perspectivas. A Grécia deveria abandonar o euro como moeda e voltar a andar pelas próprias pernas.

 

Renato Khair renatokhair@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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REVOLUÇÃO FRANCESA

O rigoroso inverno de 1788-1789 no hemisfério norte foi de um frio intenso nunca visto. As colheitas no verão de 1788 haviam sido prejudicadas pelas condições climáticas e a inquietação social aumentava na França. Não havia como se esquecer da tempestade de granizo que atingira todo o país em 13 de julho de 1788. A agitação social começara a provocar rebeliões e cenas de pilhagem. Os efeitos da erupção do vulcão Laki da Islândia, ocorrida em 8 de junho de 1783 e que durara oito meses até 7 de fevereiro de 1784, haviam chegado à França. A lava e os gases tóxicos provocaram uma devastação na agricultura e a morte de um quarto da população da Islândia. Os efeitos da erupção atingiram a Noruega, a Holanda, a Grã-Bretanha, a Espanha, a França e as regiões que formaram posteriormente a Alemanha e a Itália. Do outro lado do Mar Mediterrâneo, a população do Egito sofreu com a fome. Do outro lado do Oceano Atlântico, um nevoeiro chegou aos Estados Unidos. Os padrões de clima sofreram efeitos de dois a quatro anos após a erupção causando consequências econômicas e sociais e um profundo impacto político. A Monarquia Absolutista na França tinha um orçamento constantemente deficitário que era resultado dos gastos militares na guerra de independência dos Estados Unidos (1776-1783) contra a Inglaterra e também por causa da manutenção da ostentação do clero e da nobreza que controlavam as terras. O ministro das finanças tentara solucionar a crise com sucessivos empréstimos, mas quando não conseguiu mais renová-los, viu-se diante da necessidade de reformas: os privilegiados deveriam pagar impostos. A medida foi tentada, mas rejeitada várias vezes enquanto se agravava a crise econômica. A substituição do ministro das finanças tampouco ajudou na aprovação de medidas necessárias como a instituição do imposto territorial. Após a queda de dois ministros das finanças, o rei Luís XVI convocou os Estados Gerais, fato que não ocorria desde 1614, para deliberar sobre despesas e impostos. Na primeira sessão, enquanto o clero e a nobreza desfilavam ostentando sua riqueza, o Terceiro Estado parecia vestir luto. Após seguidos desentendimentos com o clero e a nobreza, os representantes do Terceiro Estado se declararam em Assembleia Nacional, soberana em matéria de impostos. Luís XVI hostilizou o Terceiro Estado e os conflitos levaram a Assembleia Nacional a declarar-se em Assembleia Constituinte. A reação do rei Luís XVI foi de enviar tropas para Versalhes e Paris. Havia boatos de dissolução da Assembleia. O povo de Paris levantou-se em defesa da Assembleia. Em 13 de julho de 1789, um comitê permanente reuniu 12000 homens como uma milícia em defesa de Paris. No dia seguinte, a agitação social elevou-se e houve a invasão do Invalidés, local onde ficavam fuzis e canhões. Em seguida, a população dirigiu-se até a Bastilha. A Queda da Bastilha marcou o início da Revolução Francesa. A tentativa de manutenção de privilégios pela elite, uma crise econômica que afetava duramente a população e os efeitos da mudança climática formaram um conjunto de fatores que propiciaram a queda do Antigo Regime. Pessoas de diferentes regiões encontraram-se e trocaram experiências e perceberam que seus problemas eram os mesmos em todas as regiões. A tomada de consciência da sociedade civil forçou mudanças tanto políticas como econômicas com o objetivo de atingir uma sociedade mais justa e igualitária na busca dos ideais do lema da Revolução Francesa: Liberdade, Igualdade e Fraternidade.

 

 

Luiz Roberto Da Costa Jr. lrcostajr@uol.com.br

Campinas

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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FOGO DE PALHA

 

Vimos pela TV cenas do combate ao contrabando na fronteira com o Paraguai, onde é utilizado um helicóptero. Embora louvável a iniciativa da Polícia Federal, temos que torcer para que não se trate de um novo "fogo de palha", ou seja de repente falta verba para combustível, manutenção, e as coisas voltam a ser como antes. Já vimos esse filme - lembram do combate ao tráfico nas fronteiras amazônicas? Contaríamos com radares eficientes, e a FAB poderia até abater aeronaves suspeitas.

Acontece que os preços das drogas nunca estiveram tão baixos; então isso sinaliza que as fronteiras estão abertas ao tráfico. A FAB deve estar sofrendo com falta de verbas, equipamentos e coordenação com os demais órgãos responsáveis, ou será que o pessoal de Brasília tem medo de "magoar" Evo, FARC & companhia?

Nestor Rodrigues Pereira Filho rodriguepereirafilho.nestor@gmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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NINGUÉM É INSUBSTITUÍVEL

 

Se Hugo Chávez continuar prolongando suas férias em Cuba, poderá descobrir ao voltar, que o país vive melhor sem ele.

Peter Cazale pcazale@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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NÃO AO ITAQUERÃO

Sou corintiano até a medula tanto é que nem para a seleção eu torço mas, isso não me impede de ser totalmente contra a prefeitura paulistana dar uma "mãozona" ao meu Corinthians para sair essa porcaria de Itaquerão ou Lulão como muitos bajuladores ignorantes preferem. Se meu time quiser um estádio novo, essa diretoria de incompetentes que não sabe como usar o enorme potencial de sua torcida, que se vire com empresários mais inteligentes e preparados que saibam investir em algo que no futuro renderá dividendos na exploração de shows e outros eventos . Por isso, estou com todos aqueles que são contrários a esse absurdo, assim como tantos outros no país como essa malfadada copa do mundo e olimpíada, onde a politicanalha "nadará de braçada" nesse mar de verbas que o erário patrocinará.

Laércio Zanini arsene@uol.com.br

Garça

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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TREM-BALA MADE IN CHINA

 

Ao constatar que o trecho de 1318 km entre Pequim e Xangai, foi locado praticamente ao nível do mar, sem ter que vencer desníveis consideráveis, passo a não considerar como "milagre chinês" a sua construção em 39 meses a um custo de US$ 33 bilhões. Milagre seria construir o nosso trem bala, entre a cidade de Campinas e a cidade do Rio de Janeiro, vencendo o desnível da Serra das Araras, em menos tempo, a um custo igual ao do chinês que despendeu US$ 25 milhões por quilômetro.

 

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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GERALDO ALCKMIN

 

Esse é o governador que, em campanha, disse que ia rever os contratos de pedágios, inclusive os vários pontos muito próximos uns dos outros. Pois bem, o senhor Geraldo Alckmin não só nada reviu, pelo contrário, aumentou os valores, arredondando para cima, ou seja de R$ 20,05 para R$ 20,10. Arredondasse para R$ 20,00! Bela lorota, senhor governador, pois sabemos que a CCR, de Curitiba, é a empresa que administra todos os postos de pedágios e, com vários nomes diferentes, faz também a inspeção veicular em São Paulo! Vá enganar lá longe ou quer nos fazer de idiotas? Não percebe que a taxa de pedágio influencia todos os preços de todas as mercadorias e serviços? Disso principalmente as pessoas mais desavisadas não se dão conta!

 

Maria de Mello nina.7mello@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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UM PROJETO NADA TRANSPARENTE

 

Com a matéria publicada no caderno Metrópole na segunda-feira, ficou mais evidente que projeto do Trecho Norte do Rodoanel é prejudicial para a nossa cidade, pois alguns pontos levantados pela reportagem comprovam que o trajeto aprovado deixa muitas dúvidas. A escolha da data da reunião do Consema, apesar de obedecer ao seu regimento, em pleno feriadão de Corpus Christi é evidente que foi acertada para dificultar, senão tornar inviável, uma análise dos oposicionistas para um estudo imenso e complexo, como disse o ambientalista Carlos Bucuhy. Mas existem fatores mais graves ainda em minha opinião. A Dersa não obedeceu à distância mínima de 20 km do Marco Zero, alegando matreiramente que fez seu cálculo pela média do trecho, o que evidentemente é um absurdo, para dizer o mínimo, e explica o grande número de desapropriações. A provou também uma alça de acesso na Avenida Inajar de Souza, que é na verdade a principal via da Subprefeitura da Freguesia do Ó e não é preciso ser nenhum especialista para concluir que a referida avenida não vai suportar o tráfego dos caminhões, congestionando ainda mais o trânsito na região, a exemplo do que ocorre com a Avenida Bandeirantes e a Avenida Salim Farah Maluf. A Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente apresentou uma versão resumida do parecer técnico de seus técnicos. Como a reportagem destacou, a sua construção é claro que vai aumentar a mancha urbana, ao contrário do que a DERSA vem apregoando e realmente o Trecho Oeste, já entregue à população comprova o fato. Eis em linhas gerais as implicações nefastas dessa obra, além de provocar um desmatamento absurdo na Serra da Cantareira, a última reserva significativa da Mata Atlântica em nossa cidade. O que os nossos governantes estão esquecendo na análise desse projeto é que os moradores de São Paulo terão a sua condição de vida mais prejudicada do que já está, em benefício de um transporte rodoviário, que, diga-se de passagem, não é a melhor escolha para o transporte de cargas e passageiros em um país continental como o nosso. Atualmente 4.000 paulistanos morrem por ano devido à poluição do trânsito e o que precisamos é recuperar a área verde da cidade simplesmente para termos um ar mais saudável e diminuir os custos governamentais com a Saúde. Enfim trata-se de um projeto que está longe de ser transparente.

 

Gilberto Pacini benetazzos@bol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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CET

 

Proponho ao CREA-SP que solicite à prefeitura de São Paulo que retire o nome Engenharia do CET - Companhia de Engenharia de Tráfego - ficando apenas Companhia de Tráfego. A empresa não apresenta característica de engenharia a saber: bom senso, sincronismo, fluxo, criatividade, melhorias, segurança, inovação e outros. Eu, engenheiro, me sinto ofendido pelo trabalho de engenharia desta empresa. Onde estão os engenheiros do CET? Quantos são e o que fazem? É função do CREA a fiscalização e avaliação deste trabalho? CREA-SP - Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Estado de São Paulo.

 

Carlos Roberto da Silva Calderon crscalderon@hotmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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FLANELINHAS

 

 

É estarrecedora a constatação de que São Paulo encontra-se dominada pelos chamados "flanelinhas". Os arredores de todos os eventos musicais, culturais ou esportivos estão sempre "apropriados" por estes indivíduos que, de forma extorsiva, cobram taxa de 50 a 100 reais (como no último jogo do Santos com o Penarol) para que se "permita" estacionar na rua (não em estacionamento fechado, com manobrista e seguro). Tudo isto sob o olhar complacente das autoridades policiais, que se fazem de cegas. Corre-se o risco de a situação tornar-se tão grave que, a exemplo dos traficantes do Complexo do Alemão no Rio de Janeiro, o controle das ruas só possa ser retomado a custa de forças do Exército, o que seria no mínimo patético. Como cidadãos que pagamos nossos impostos, exigimos da Prefeitura uma solução que seja rápida e definitiva para este descalabro.

 

Dalmer Faria Freire dalmerfreire@gmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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TAÇA DAS BOLINHAS

 

 

Agora é definitivo, a taça das bolinhas pertence ao S.P.F.C., quantas "bolinhas"? Será que incluíram as cinco recebidas do timão no último domingo e as duas do Botafogo de quarta-feira? Mais as 99 bolinhas do Ceni, é "bolinha" para ninguém botar defeito, ou querem mais? Essa taça vai perpetuar a goleada inesquecível que o timão presenteou ao Tricolor...Futebol é assim mesmo!

Luiz Dias lfd.silva@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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