Cartas - 02/02/2011

NOVA LEGISLATURA

, O Estado de S.Paulo

02 Fevereiro 2011 | 00h00

Fichas-sujas

Meu país está de luto! Mais uma vez é vítima dos "quadrilheiros" da política brasileira. A grande maioria dos parlamentares que tomaram posse ontem, assim como os presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado, têm um único objetivo: lesar a Pátria. E nós, contribuintes e eleitores, nada fazemos, apenas votamos e damos nosso suado dinheiro para as orgias dessa matula.

CLAUDIO D. SPILLA

Claudio.Spilla@CSpilla.org

São Caetano do Sul

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Bloco na rua

A partir de agora, cinco blocos tomarão conta da quadra da Câmara dos Deputados. Uma miscelânea que certamente pôs em dúvida até o cidadão que se diz apolítico. Mandaram a convergência ideológica para o espaço e adotaram a política. Ensaiaram os blocos de um jeito e os colocaram na rua de outro. Certamente na próxima eleição vão cair para o segundo grupo. Foi lindo ver os velhos coronéis da política disputando o apoio do Tiririca, do Romário, do Popó e dos demais noviços que ajudaram em sua reeleição. Um Congresso à moda do povo, que o Tribunal Superior Eleitoral aprovou. Pobre Brasil.

LEÔNIDAS MARQUES

leo_vr@terra.com.br

Volta Redonda (RJ)

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Agora vai

Deu na mídia que o novo deputado federal Tiririca está pleiteando uma vaga na Comissão de Educação da Câmara. Se bobear, logo, logo, ele estará na Academia Brasileira de Letras.

HENRIQUE MASSARELI

hermassa@uol.com.br

São Paulo

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Incoerências

Não menosprezando a capacidade intelectual do deputado Tiririca, mas se ele vier a fazer parte da Comissão da Educação e Cultura da Câmara o Brasil realmente terá chegado ao caos.

ARNALDO LUIZ DE OLIVEIRA FILHO

arluolf@hotmail.com

Itapeva

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Sarney, o retorno

Acompanhando os movimentos populares já ocorridos na Europa e agora no Egito, constata-se que as populações despertam para a força que têm para coibir ou corrigir despotismos e corrupção dos governantes. Aqui, neste nosso Brasil, o Senado foi caracterizado como o mais corrupto da história política brasileira, suas diretorias faziam e desfaziam ao arrepio da lei, do regimento interno e da transparência, com uma verdadeira quadrilha lá instalada, cometendo toda sorte de malversações, já bem divulgadas. Decepcionante e frustrante foi a reeleição desse que foi o corifeu de todo o ocorrido durante sua gestão no Senado. Esperava ingenuamente que, diante dos exemplos internacionais, poderia até haver um movimento popular, mesmo que pequeno, para impedir a posse de José Sarney.

JOSÉ ÁVILA DA ROCHA

peseguranca@yahoo.com.br

São Paulo

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Indiferença

Egito, Tunísia... E nós? Até quando vamos ficar indiferentes às irresponsabilidades de nossos políticos na gestão da res publica?

CELIA MENDES DI MARTINO

cmendes_18@hotmail.com

São Paulo

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Basta!

O povo está anestesiado. O Brasil parou. Sarney foi eleito com 70 votos para o quarto mandato como presidente do Senado. É inacreditável. Não existe uma liderança capaz de se opor às diretrizes da política de conchavos e negociatas. A maioria dos políticos tem o rabo preso em alguma falcatrua. Todos se escondem. A filosofia é a do "quem não é visto não é lembrado". Sarney diz que passou toda a sua vida no Congresso Nacional. Estendeu seu feudo do Maranhão até o Amapá. No Egito, o povo acordou e está tentando mudar a sua história. Vamo-nos levantar do berço esplêndido em que estamos adormecidos e dar um basta nesta nossa triste história política. Não se trata de tirar um partido do poder. O que precisamos é colocar a vergonha e a moralidade em todos os Poderes da República.

WILSON GORDON PARKER

wgparker@oi.com.br

Nova Friburgo (RJ)

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Sacrifício

O senador José Sarney diz que foi para o sacrifício. Quem, na verdade, está sendo sacrificado é o povo, tendo-o como presidente do Senado mais uma vez.

VANDER LINJARDI

vanderlinjardi@hotmail.com

Goiânia

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Serviço relevante

Prezado sr. José Sarney, acredite, o Brasil dispensa o seu sacrifício pessoal! Contudo, se deseja realmente praticar tal sacrifício, eis a chance: renuncie e saia definitivamente da política nacional. Aí, sim, estará prestando um relevante serviço à Nação.

DAVID NETO

drdavidneto@uol.com.br

São Paulo

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Crueldade

Srs. senadores, sejam humanos! Libertem o sr. Sarney desse sacrifício de presidir o Senado. Onde já se viu uma crueldade dessas?

ADEMAR MONTEIRO DE MORAES

ammoraes57@hotmail.com

São Paulo

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OLIMPÍADA

Escolha acertada

Após oito anos de crítica feroz, hoje nos permitimos concordar e cumprimentar a presidente da República pela feliz e acertada escolha do cidadão Henrique Meirelles para assumir a Autoridade Pública Olímpica, que terá a incumbência de coordenar os investimentos para os jogos de 2016. Além de ser uma pessoa íntegra, vamos ter a quem cobrar os claros investimentos do consórcio, da ordem de R$ 30 bilhões. Sabem a quem antes estaria entregue o galinheiro? À raposada do COI, do COB e do Ministério dos Esportes, que até hoje não apresentou as contas finais dos Jogos Pan-Americanos. Onde estão os restos das galinhas daquele galinheiro?

LUIZ CARLOS CUNHA

luiz.cunha@terra.com.br

São Paulo

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BANCO PANAMERICANO

Silvio Santos vem aí...

O Baú está salvo, quem vai agora pagar o rombo? Será que estou incluído nessa?

CARLOS ALBERTO DUARTE

carlosalberto@ibg.com.br

São Paulo

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"Duas das (principais) razões de sermos um país do Terceiro Mundo: os políticos que elegemos e os que eles elegem para presidi-los"

JOSÉ EDUARDO VICTOR / JAÚ, SOBRE SARNEY PRESIDENTE DO SENADO PELA QUARTA VEZ

je.victor@estadao.com.br

"Tomaram posse ontem um chutador de bola, um ex-BBB, um palhaço e Sarney. E viva o Brasil!"

RUBENS TARCISIO DA LUZ STELMACHUK / CURITIBA, SOBRE A NOVA LEGISLATURA

rtls@bol.com.br

"Quando Silvio Santos entrar num negócio e perder, um camelo passará pelo buraco de uma agulha"

FRANCISCO ZARDETTO / SÃO PAULO, SOBRE O PANAMERICANO

fzardetto@uol.com.br

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TEMA DO DIA

Proer privado resgata banco de Silvio Santos

Panamericano é vendido ao BTG Pactual por R$ 450 mi; o sistema financeiro arca com R$ 3,5 bi

"Alguém sabe dizer o que aconteceu com os fraudadores do banco? Para onde foram os R$ 4 bilhões?"

MILTON MIYATAKE

"Pelo que entendi, o Proer ficou com o prejuízo. Mas não entendi ainda a troco de que."

AURÉLIO GUERREIRO

"Silvio Santos é o maior empresário do País. Simplesmente tomou uma rasteira de um familiar, foi um desfalque."

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Cartas enviadas ao fórum dos leitores, selecionadas para o estadão.com.br

 

Eleição

 

José Sarney foi reeleito para a presidência do Senado. Que zebra!

 

 

James F. Sunderland Cook sunderland2008@gmail.com

São Paulo

 

 

 

 

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O PODEROSO CHEFÃO!

 

 

Como não tem ninguém "melhor" para presidir o Senado, foi eleito pela quarta vez o senador José Sarney, por maioria absoluta. Por essa eleição, imagina-se que tudo aquilo de que tomamos conhecimento pela mídia não devia ser verdade, há controvérsias! Mas os demais senadores que lá estão sabem, com certeza, que a "mamata" continua. Falar a respeito dessa "autoridade", descendentes, amigos e aliados é falar do que é secreto, deixa pra lá! Só falta mesmo imortalizar o poderoso "chefão" do País! Sabe tudo...

 

 

M. Teresa Amaral mteresa0409@estadao.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

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PESADELO

 

 

Mais um mito foi destruído, aquele que diz que um raio não cai duas vezes no

mesmo lugar: Sarney é novamente presidente do Senado. O pesadelo se repete.

Parabéns, PT. Depois de tantas tragédias no Brasil, mais essa!

 

 

José Milton Galindo galindo52@hotmail.com

Eldorado

 

 

 

 

 

 

 

 

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REFÉNS DA PLUTOCRACIA

 

 

 

Desde a onda Jânio Quadros, em 1960, com resultado de 6 por 1 nas eleições gerais, que se "fabricou" um certo "coronel" do Maranhão, que nem o nome Ribamar usa. É o Zé Sarney - o déspota que tem o Congresso nas mãos há anos e, assim, faz de reféns os governos. É o representante-mor da plutocracia!

 

 

LUIZ FERNANDO D'ÁVILA lfd_avila@hotmail.com

Rio de Janeiro

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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HOMEM DE CORAGEM

 

 

Se José Sarney foi o único candidato à presidência do Senado, deve-se à coragem de assumir a importância de um cargo que exije experiência e voz austera para comandar tal esfera legislativa. Não vejo hoje na Casa dos senadores um político de bagagem sustentável e de costas largas que possua esse perfil. Uns podem dizer que o senador já foi testado e reprovado. Mas convenhamos, se Sarney não foi condenado pela Justiça em decorrência de fatos passados, quem sou eu para julgá-lo?

 

 

Paulo Cesar de Almeida fabricioharket@yahoo.com.br

São Carlos

 

 

 

 

 

 

 

 

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O amor é lindo

 

 

"Só o amor pela vida pública me afasta de meu bem-estar pessoal", discursa Sarney.

É! O poder e a fortuna que o clã Sarney conquistou com a política desmentem todo esse amor que o senador alega sentir.

 

 

Maria Eloiza Rocha Saez m.eloiza@gmail.com

Curitiba

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Até quando?

 

 

 

Sr. José Sarney, vivesse o senhor em outro país, certamente seu esforço não seria para fazer a melhor administração que já fez, mesmo porque se o seu melhor é o que fez em seu tempo de presidente, com inflação de 80% ao mês, compulsórios, Planos Cruzados e outros que tais, e sim para sobreviver, não no Senado, mas em outra instalação federal, como as localizadas em Catanduvas, Mossoró e Campo Grande.

 

 

Luiz Nusbaum lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

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O dono do Brasil

 

 

Ontem a tevê mostrou o Sarney, reeleito, como sempre, saindo do Senado e à sua volta um bando de puxa-sacos lambendo-o como se fossem cachorros de estimação - com o perdão dos caninos pela comparação, não merecem isso. Esperar o que do Brasil, onde quem manda é o Sarney e sua cria? Basta ele ameaçar abrir dossiês para a cambada sair borrando a cueca, a começar pelo ex-presidente Burla, como aconteceu há algum tempo.

 

 

Laércio Zanini arsene@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

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Consumou-se a farsa

 

 

O Senado Federal, ontem, na sua primeira sessão legislativa do ano para a eleição da Mesa que irá dirigir os trabalhos nos próximos dois anos, principalmente do seu presidente, praticou uma farsa, um simulacro, um arremedo eleitoral, para enganar os eleitores que ainda acreditam naquela Casa Legislativa. A reeleição do presidente Sarney já era coisa armada, só que não havia um outro senador concorrente, um trouxa, para caracterizar uma eleição e evitar que ele fosse eleito por aclamação. Arranjaram então um senador fedelho, eleito nas últimas eleições pelo mesmo Estado que elegeu o candidato Sarney, o Amapá, que ainda parece que está trocando de voz, tão jovem que é, para concorrer ao cargo de presidente do Senado e do Congresso Nacional, um ilustre desconhecido sem nenhuma projeção política e cultural. Meu Deus do céu, isto parece uma brincadeira de mau gosto, isto é um acinte aos eleitores honestos e patriotas do Brasil, que estão sendo ludibriados por políticos desavergonhados que estão maculando a nossa mais alta Casa Legislativa. Dos 81 senadores que compõem o Senado, só três merecem nossos louvores pela honestidade: dois que votaram em branco e um cujo voto foi anulado. Não os conheço. Pobre democracia brasileira!

 

 

Antonio Brandileone abrandileone@uol.com.br

Assis

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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O SUPER-HOMEM DO CONGRESSO

 

 

 

Sarney, apesar de todo chamuscado, resistiu a chuvas e trovoadas e mais uma vez ocupará cargo à altura do poder que detém. Não importam os atos desonestos, as derrapadas morais, o conhecimento público de sua ausência de decoro parlamentar. Encarar a sociedade brasileira e seus próprios filhos, sob o manto da Justiça, é tarefa fácil para aqueles que deixaram o brio ignorado em algum lugar de sua alma insensível e mesquinha. E, descaradamente, sem nenhum medo de ser feliz!

 

 

 

Myrian Macedo myrian.macedo@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Jekyll and Hyde

 

 

A reeleição de Sarney confirma a "síndrome de Tiririca": após as eleições, os eleitores se transformam em palhaços.

 

 

A. Fernandes standyball@hotmail.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

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LÁ E CÁ

 

 

Hosni Mubarak, 30 anos no poder, Egito.

José Sarney, 511 anos no poder, Brasil.

 

 

André Gomes de Assis mareserenitatis@hotmail.com.br

Ouro Fino (MG)

 

 

 

 

 

 

 

 

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NOSSO MUBARAK

 

 

O Egito cansou-se do eterno Mubarak, que nada fez pelos mais pobres e por seu país.

Já o nosso Sarney Mubarak do Maranhão continua...

 

 

Valdir Pricoli cambuci@yahoo.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

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VOTO SECRETO

 

 

 

É triste e frustrante vermos José Sarney (PMDB-AP) ser reeleito presidente do Senado Federal pela quarta vez, com 70 dos 81 votos. Mesmo depois de todos os escândalos envolvendo Sarney e sua família, nada mudou e ele segue intocável e aferrado ao poder. A votação no Senado não deveria ser secreta. Gostaria de saber, por exemplo, em quem os senadores paulistas Eduardo e Marta Suplicy votaram. Que país é este?

 

 

Renato Khair renatokhair@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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LUTO

 

 

 

Meus pêsames ao povo brasileiro pela eleição de José Sarney. Chega a ser um escárnio depois de tantos escândalos envolvendo o senador e sua família.

Enquanto o povo do Egito se revolta contra a ditadura indo às ruas e demonstrando sua satisfação, nós somos cordeirinhos de uma ditadura do tipo cartel, onde os políticos corruptos se defendem e fingem que cuidam de nossos interesses, quando, na realidade, só estão interessados no poder e dinheiro.

Para mim, muitos não passam de membros de quadrilhas legalizadas e amparadas pela lei.

 

 

 

Marcus Coltro marcuscoltro@hotmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

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ESGOTO DA POLÍTICA

 

 

 

Lamentável, execrável que o Senado da República, antes uma Casa honrada que abrigou Rui Barbosa e tantas grandes e ilustres figuras honradas e admiradas, tenha se transformado nesse balcão de negócios escusos entre o PT e o PMDB ao reelegerem o senador José Sarney para mais um período como presidente. Sarney é uma figura nefasta, pequena e nociva da política nacional, comandando com mão de ferro uma das piores oligarquias deste país, transformando-se no senhor da vida e da morte dos míseros habitantes da capitania hereditária do Maranhão. É um contumaz praticante da política de troca-troca de cargos e outros interesses nada republicanos. Essa triste aliança, esse casamento incestuoso entre PT e PMDB transformou esta República num grande leilão de cargos no alto escalão governamental. Uma sujeira, uma imundície vil que infelicita o País. O PT, antes um partido que defendia, propugnava pela ética e moralidade na coisa pública, aprendeu rapidamente com seu irmão siamês, o PMDB, as práticas nefastas e imorais. Sarney é parte desse jogo sujo patrocinado por Michel Temer, segundo Ciro Gomes, "um chefe de quadrilha". O PT está até promovendo a volta triunfal de Delúbio Soares, o "agente-mor" do mensalão. Afinal, Dirceu, Genoino, Palocci estão aí na berlinda, por que Delúbio não voltar? É uma vergonha inominável! PT e PMDB se transformaram naquilo que de pior existe e se nivelaram aos profundosos esgotos da política brasileira!

 

 

 

IRANILSON ALVES DA SILVA iranilson.iranilson@bol.com.br

Araçatuba

 

 

 

 

 

 

 

 

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MUDANÇAS

 

 

 

Depois de milhares de eleitores terem ido às urnas sonhando com mudanças, José Sarney é, pela quarta vez, presidente do Senado... Isso é que é renovação!

 

 

 

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Praia Grande

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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SÓ DEUS...

 

 

 

Mais um mandato de presidente, Sarney será considerado "móveis e utensílios do Senado Federal"! Aquele que ninguém ousa tirar porque, se sair, a casa cai. Aliás, ele o representa muito bem, porque o Senado dos últimos oito anos é sua cara. Um monte de maracutaias e favorecidos, onde cada um sabe o podre do outro e por isso mesmo é melhor não mudar. Sarney só sairá de lá com a persistência de Deus, porque, se depender da vontade dos senadores, não sai. Para haver uma mudança nos moldes éticos e morais que nós, contribuintes, exigimos, só Deus chamando dois terços do atual Senado, porque o que aí está é de assustar. E com a ignorância do povo muito bem preservada, no voto, veremos apenas a continuação do que é hoje. Só Deus dando uma mãozinha!

 

 

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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PODRES

 

 

 

 

Sarney perpetua-se no cargo não por méritos, mas por saber de todos os podres de seus pares. Ali Babá é Ali Babá. Acorda, Brasil!!!

 

 

Angelo Maglio www.rancholarimoveis.com.br

Cotia

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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SOBERANO SACRIFICADO

 

 

 

O soberano Sarney (PMDB) disse que vai para o sacrifício em seu quarto mandato na presidência do Senado. Esse "cidadão" é irônico, ainda tira uma com a nossa cara! Sacrifício mesmo é conviver com esse homem no poder durante todos estes anos! A democracia neste país precisa de análises profundas, afinal, parece que vivemos no sistema da monarquia! O Senado representa o reinado, onde os mesmos são eleitos para duradouros oito anos! Os senadores, quando afastados, cassados ou licenciados eles mesmos indicam quem vai substituí-los. Isso não é monarquia? No Egito o povo precisou de 30 anos para pedir mudanças, nós vamos esperar por mais quantos anos?

 

 

 

Alex Tanner alextanner.sss@hotmail.com

Sumaré

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Grande ‘sacrifício’

 

 

 

 

Tenho pena de Sarney ter de fazer o "sacrifício", como afirmou, para cumprir um novo mandato na presidência do Senado. É mesmo muito sacrificado trabalhar só alguns dias por ano, ganhando modestos proventos que sustentariam uma empresa, ter casa, transporte, além de mordomias, viagens e passaportes de graça e ainda poder nomear parentes e funcionários, honestos e desonestos, à vontade. Além disso, o coitado é ainda dono de parte do Maranhão, o que inclui patrimônio público. Pobre Sarney!

 

 

Fabio Figueiredo fafig3@terra.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

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Quousque tandem?

 

 

 

Ao saber que o senador Sarney disse que faria o sacrifício de se candidatar a presidente do Senado outra vez, não pude deixar de rir.

Será que esse senhor não sabe que pode enganar alguns dos seus eleitores, mas que neste país ainda existem pessoas inteligentes, apesar de tanta lambança que se vê?

Ou será que ele pensa que não sabemos que, ao continuar nesse tão importante cargo, que deveria ser ocupado por algum senador que ainda fosse confiável (será que há?), ele pode manipular as tantas acusações e processos contra ele e sua família?

Até quando?

 

 

 

Maria Tereza Murray terezamurray@hotmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

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REFORMA POLÍTICA JÁ

 

 

Sarney, como sempre, desmente a ele mesmo. Havia dito que não seria candidato e acaba de ser eleito de novo para a presidência do Congresso. Ele sempre repete: fazer o sacrifício! Viver à custa do erário realmente é um sacrifício para os contribuintes. Ele é o presidente que manda pagar horas extras a funcionários que não trabalham nas férias legislativas. É a volta de tudo aquilo que já conhecemos... Quando será que a Nação deixará de ver essa cara? Precisamos de uma reforma política avançada. Que proíba esse tipo de reeleição. Precisamos de uma reforma que exija concurso público para cargos dessa magnitude, de concurso para o STF. Precisamos de diploma de segundo grau para vereadores. Diploma de terceiro grau para deputados, senadores e presidente da República. Precisamos fazer a reforma política. Nosso país precisa dessa reforma para se firmar como Nação isenta de políticos corruptos, salafrários, juízes que se vendem, políticos analfabetos que nada poderão fazer por não entenderem nada do que fazem. A Nação não pode continuar atrasada politicamente no conceito das nações desenvolvidas socioculturalmente, nosso povo está nas mãos de políticos oportunistas e desagregadores, uma vez que nada fazem para a cultura brasileira. Veja, não há vagas nas escolas públicas em vários Estados brasileiros!

 

 

 

Alberto Nunes albertonunes77@hotmail.com

Itapevi

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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O PODER CEGA

 

 

 

Creio que o sr. José Sarney deve estar passando por um processo de confusão mental, ao afirmar que a sua permanência na presidência do Senado é um sacrifício pessoal. Ora, se uma enquete for feita Brasil afora sobre se Sarney "fica ou sai", é certo que a opção pela sua saída será esmagadora. Realmente, o poder acaba cegando as pessoas.

 

 

 

Ademar Monteiro de Moraes ammoraes57@hotmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Nem para síndico

 

 

 

99% de brasileiros não querem Sarney nem para ser síndico de cemitério, caso haja essa função no Brasil.

 

 

 

Valdir Sayeg valdirsayeg@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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A EQUIPE

 

 

 

Frase de presidente quase vitalício do Senado, José Sarney, em seu quarto discurso de posse: "É meu estilo administrar em equipe". Eu conheço bem sua equipe, senador, ela dispensa comentários. Para os que não sabem, seguem alguns nomes do tão decantado time: Renan Calheiros, Fernando Collor de Mello, Jader Barbalho, Romero Jucá, Agaciel Maia, João Carlos Zoghbi, etc...

 

 

Humberto de Luna Freire Filho hlffilho@gmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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INCOMPLETA

 

 

 

O senador Sarney não terminou a frase quando disse que o Brasil "vive novos tempos". Tinha de emendar: "e velhos vícios".

 

 

JOSÉ PIACSEK NETO bubapiacsek@yahoo.com.br

Avanhandava

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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BENEFÍCIO PÚBLICO

 

 

 

Senador Sarney, eu sei que o senhor fica apavorado de medo de ficar fora do poder. Sua consciência deve estar tão pesada que se apega a tudo, possível e até impossível, para ter respaldo e proteção do poder. A única força, além do PT, que lhe resta para lhe dar um amparo contra a ira em que está aquele povo que outrora confiava no senhor e hoje só torce para vê-lo longe desse poder que, infelizmente, esconde suas mazelas, sofrimento dos maranhenses e amapenses. Todos os que defendem a democracia jamais esquecerão sua censura de 551 dias ao Estadão, que continua batendo firme o pé contra sua atitude e não aceita acordo espúrio para terminar. Faça seu último ato de benefício público, pegue o seu boné, ponha-o na cabeça, vá e não olhe para trás. E tenha certeza que o povo aprovará sua atitude.

 

 

 

Benone Augusto de Paiva benonepaiva@yahoo.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Comemorem...

 

 

 

A retomada dos trabalhos do Congresso envergonha até o catador de lixo nas ruas, é o retrato da miséria brasileira. De terno, o Tiririca ri pelo bolso cheio; o Sarney, pela manutenção da família, do Estado e do reino que preserva; o petismo, pela mão gorda que enfia aqui e acolá, com gordura e lucro. Os pobres coitados que vão trabalhar até maio para pagar a conta dos assacadores bem vestidos suam, sofrem e se privam para encher os bolsos desses inomináveis neoladinos, a flor preta e suja da escória que se deixou vingar, proliferar e manter com leis e atos de avexar uma criança.

Quando é que este país dará um passo em direção à maioridade?

Até quando aguentará o escárnio, o assalto e a humilhação? Pergunta difícil de responder ao ver o Tiririca de terno, com checão no bolso a rir da plateia - nós - e ainda fotografado em close e direito para a página de jornal.

Este país não só nunca foi serio, como sempre foi de circo, de piada e de mau gosto.

É a cara do "sucesso" do PT.

 

 

 

 

Ronaldo Parisi rparisi@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

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MARMELADA

 

 

 

Quem acredita que este será o ultimo período de Sarney como presidente do Senado? Ele só largará a mamata no dia em que morrer. Ele não cumpriu nenhuma das metas após os escândalos do Senado. Continuou a mesma marmelada de sempre.

 

 

 

CIRO BONDESAN DOS SANTOS cirobond@hotmail.com

São José dos Campos

 

 

 

 

 

 

 

 

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DELENDA LULLA

 

 

 

A recondução do político maranhense exilado no Amapá para ocupar a presidência do Senado mostra que as moscas continuam as mesmas, fazendo-nos crer que a censura ao Estadão irá perdurar.

Por outro lado, essa demonstração de força, certamente alavancada por "pastas rosa", contém os ímpetos situacionistas, tendo levado a presidente Dilma a fazer declarações que contrariam a sua natureza: a Vale é uma empresa privada...

 

 

 

Caio Augusto Bastos Lucchesi cblucchesi@yahoo.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

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FICANTE GAGUEJANTE

 

 

 

Sou telespectador da TV Senado e durante todo o ano legislativo percebo que o Senado "é presidido" pelo decano da política brasileira José Sarney, porém sempre que as sessões são abertas nem sempre é ele que as está presidindo. Vimos nesta última legislatura o senador Mão Santa ou outro membro da Mesa com tal função. Em muitas ocasiões surgiu ele, Sarney, em passos lentos, e quando ia ler, mostrava um pouco de dificuldade tanto de vista como de leitura, com aspecto gaguejante. Que poder tem esse homem que não sai da careira principal? Por que será que não muda esse estado de coisas? Quando a gente pensa que algo vai mudar em nossa política, eis que Sarney é quem está na berlinda, ficante, é lógico. Ele que saiu da presidência do PDS, viu cair-lhe no colo a Presidência da República e tomou posse com os olhos do dia anterior, até hoje manda e desmanda na política brasileira. Não chega ele ser o dono do Maranhão? Cuidado, brasileiros e brasileiras!

 

 

 

Mario Lopomo mlopomo@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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APARÊNCIAS

 

 

 

Num ato falho provocado pelo uso do cachimbo (aquele que deixa a boca torta), o senador Sarney, neste 31/1, declarou candidamente sobre o caso dos atos secretos: "Nós procuramos corrigir tudo aquilo que possa parecer errado". Quer dizer, ele procurou ou procura corrigir só o que possa parecer errado. O que estiver errado, mas não parecer, vai ficando assim mesmo, desde que seja bom pra ele.

Definitivamente, e para desgraça nossa, esse homem é o Lulla de amanhã, ou seja, um salafrário consumado duas décadas mais velho.

 

 

 

José Benedito Napoleone Silveira nenosilveira@aim.com

Campinas

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Senado parado

 

 

 

A ausência das reformas solenemente prometidas pelo presidente José Sarney após o escândalo administrativo de 2009 no Senado Federal (excesso de diretorias, atos "secretos", nomeações irregulares, nepotismo, etc.), revela que os caciques da política nacional, sabedores de que tudo aqui termina ou em samba ou em pizza, apostam maquiavelicamente no paulatino esfriamento dos fatos repulsivos trazidos à tona, certos de que estes serão sempre sucedidos pelo escândalo da hora, e convictos de que, com o passar do tempo, seu fiel aliado, o cidadão médio - em geral despolitizado e muito desinformado -, já de nada se lembrará. O resultado das últimas eleições é a maior prova dessa assertiva, já que os partidos que protagonizaram aquele episódio (dentre outros) se deram bem nas urnas. A memória é, talvez, a mais falível das faculdades humanas e não é por acaso que o Lulla, na linha estalinista de reescrever a História, já anda espalhando por aí que o mensalão "nunca existiu". Os incomuns Lulla e Sir Ney sabem exatamente onde pisam.

 

 

 

Silvio Natal silvionatal49@yahoo.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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AMIGO DA ONÇA

 

 

 

 

Aécio Neves disse vai liderar a oposição. A única oposição que Aécio sabe fazer com o apoio de todos os mineiros é contra o governo e o povo de São Paulo. Portanto, nós, paulistas, devemos boicotar, desde já, a caminhada de Aécio Neves rumo ao Planalto.

 

 

 

José Francisco Peres França josefranciscof@uol.com.br

Espírito Santo do Pinhal

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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HOMENAGEM A ULYSSES

 

 

 

Novos congressistas tomaram posse e entre eles não estava Ulysses, o Guimarães,

que num dia de Nossa Senhora se fez ao mar e nunca retornou. Diz a minha lenda

que hoje ele vaga na líquida planície aos caprichos de Possêidon, mas há de voltar

um dia e, quando desembarcar na sua Ítaca/Brasília, punirá os que agora ultrajam

a sua indefesa Penélope-constituída, com uma bela, trágica e épica carnificina.

Mas vê se volta logo, Ulysses, que a minha lenda está incompleta e alguém tem de

pôr ordem naquela pocilga, porque, tirando um ou outro congressista que preste,

aquilo virou um clube de parasitas. Ah, que falta faz um Ulysses em Brasília!

 

 

 

 

Stanislaw Cordeiro ratles2@hotmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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É hoje ou nunca, Timão

 

 

 

 

Agora não adianta ficar pensando em Liedson, ele fica para depois. O que tá pegando mesmo é o jogo de hoje à noite contra o Tolima, na Colômbia, pela Pré-Libertadores, vale muito mais que uma vaga para a fase de grupos do torneio Sul-Americano. Estou de pleno acordo com o que disse o ex-presidente e corintiano de carteirinha Luiz Inácio Lula da Silva, no último domingo, em São Bernardo, ao ser entrevistado, "que o Corinthians não repita o fiasco que foi no Pacaembu", quando empatou em 2 x 2 com esse mesmo Tolima de hoje, num joguinho apático e sem motivação contundente por parte dos jogadores do Timão. Nós, corintianos, não somos otários para sermos levados só na conversa, queremos um time aguerrido e muitos títulos pela frente, principalmente a Libertadores, que se tornou caso de chacota entre nossos adversários. O que está em jogo na partida de hoje é o ano corintiano, o futuro de diversos jogadores e a permanência do técnico Tite e da fiel torcida durante a temporada de 2011. Ficar fora do torneio que é o grande sonho dos corintianos antes mesmo da participação efetiva do time do Parque São Jorge na competição seria uma vergonha no currículo de todos os jogadores, da comissão técnica, sem contar a direção do clube. O Corinthians precisa muito mais se quiser brigar pelo titulo da Libertadores. Mas não se consegue fazer omelete sem ovos. Força, Timão! Ibagué vai tremer na noite de hoje...

 

 

 

TURÍBIO LIBERATTO www.turibioliberatto.nafoto.net

São Caetano do Sul

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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PORTO DE SANTOS, 119 ANOS

 

 

 

No papel de um dos empregados mais antigos (47 anos) do quadro de carreira da Cia. Docas do Estado de São Paulo (Codesp), administradora do Porto de Santos, poderíamos fazer registros sobre o marco de 28 de janeiro de 1808; do vigor de brasileiros que lograram esse porto organizado; dos anos do regime autoritário (1964), quando iniciamos nossa carreira nessa empresa e testemunhamos as primeiras deformações

desse modelo; da singular dedicação, competência e retidão do primeiro presidente da Codesp (1980); da mensagem do último presidente da Cia.

Docas de Santos pelos cem anos do porto - "O porto gera riqueza para o Brasil graças aos que o construíram e aos que nele trabalham" (MACHADO, C. G. P., 5 fev. 1992) -; do marco de 1993 que melhorou e modernizou o sistema portuário; da valorosa participação de Santos na corrente de comércio internacional em relação ao sistema portuário brasileiro (32% em 2010, US$ 95,8/US$ 300,1, aliceweb, em bilhões de (US$ FOB); das comunidades locais, regionais, empresariais, tecnologias,imprensa e do capital humano que contribuem para um Brasil melhor através do Porto de Santos. Mas não nos podemos calar: a relevante atividade portuária de Santos, iniciada com Américo Vespúcio, em 1502 (PAUL, C., 2004), passa por Brás Cubas (1541/5), demora, mas chega com muito orgulho para nós, portuários, aos 119 anos do porto organizado (1892-2011), com o dever de melhorar o atendimento para a sociedade brasileira.

 

 

 

Aluisio de Souza Moreira asmoreira@portodesantos.com.br

Santos

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Agradecimento

 

 

 

Amigos, moro em Teresópolis, região atingida pelas chuvas do dia 12.

Ouço diariamente, há mais de 11 dias, a passagem dos helicópteros sobre meu prédio,

saindo da base ou voltando, e me emociono ao pensar nesses pilotos

incansáveis que tanto têm feito pelas vítimas. Apesar do cenário terrível

que observam a todo instante, do perigo de pousar e decolar em terrenos

inseguros, eles ainda precisam de sangue frio para pilotar, muitas vezes sob

chuva ou ao sabor das ventanias. Escrevo simplesmente para agradecer e transmitir meu abraço e votos de boa saúde e boa sorte!

 

 

 

Marinilda Carvalho, jornalista aposentada imprensaecomunicacao@hotmail.com

Teresópolis (RJ)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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