Cartas - 04/03/2012

GOVERNO DILMA

O Estado de S.Paulo

04 Março 2012 | 03h07

Crise na caserna

Primeiro foram os presidentes dos Clubes Militares que publicaram um manifesto contra a presidente Dilma Rousseff e duas ministras do governo que vêm pregando a revogação da Lei da Anistia. Em seguida, após esse manifesto ter sido retirado por pressão de Dilma, veio um novo, assinado por militares, reafirmando as críticas do inicial. Depois, um grupo de mulheres representando a União Nacional das Esposas de Militares das Forças Armadas tentou subir a rampa do Palácio do Planalto pedindo respeito aos presidentes dos Clubes Militares. Com tantos problemas realmente importantes para serem cuidados pelo governo, duas ministras incendiárias acabam de acordar um gigante que estava adormecido há algum tempo e iniciaram um confronto cujo desfecho ninguém tem condições de prever - e que poderá não ser um final feliz para Dilma.

RONALDO GOMES FERRAZ

ronferraz@globo.com

Rio de Janeiro

 

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Reprimenda a militares

A presidente Dilma decidiu aplicar uma "repreensão" aos 98 militares da reserva que assinaram o novo manifesto. Mas, ao ler a Lei 7.524, de 17 de julho de 1986 (ainda em vigor), no meu entender, em nada esses militares contrariaram o que manda a lei: não incitaram à indisciplina e tampouco agrediram a hierarquia. Eles apenas manifestaram seus pensamentos e opiniões, da mesma forma que as ministras Maria do Rosário (Direitos Humanos) e Eleonora Menicucci (Mulheres) manifestaram as delas. Diferenças de pensamento e opinião fazem parte da democracia.

RUBENS STOCK

rsstock@uol.com.br

São Paulo

 

 

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Estamos em março...

Depois do imbróglio criado pela presidente Dilma, não se entende por que ela resolveu punir os militares que assinaram o manifesto Alerta à Nação - Eles que venham, por aqui não passarão. E agora, dona Dilma? Quem foi que mandou e/ou permitiu às suas ministras pregarem a revogação da Lei da Anistia? Pior é que os militares não reconhecem a autoridade do ministro da Defesa, Celso Amorim. E o número de adeptos do Alerta não para de crescer, entre militares e também civis. Ah, se arrependimento matasse... Só lembrando: estamos em março. Mera coincidência?

LUIZ DIAS

lfd.silva@bol.com.br

São Paulo

 

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É bom pensar!

Dilma agiu nos termos de sua condição legal diante das críticas a ela dirigidas por militares. Mas seria mais correto e tranquilo se a presidente, antes de repreender homens que têm sob sua responsabilidade a segurança nacional, cuidam da paz no Haiti, morrem em incêndio da malcuidada base na Antártida e vigiam as nossas fronteiras, orientasse as suas ministras a, antes de qualquer manifestação, pensarem. Não sou favorável a nenhuma medida que cerceie a liberdade. Quer no presente, quer no passado. Sou favorável, entretanto, a deixar o passado como História e que se cuide do presente, com a segurança falível, a educação cambaleante, as moradias inexistentes e a saúde abandonada. Caso isso não comovesse as sras. ministras, que, ao menos, zelassem pelas obrigações de suas pastas.

LÍGIA MARIA VENTURELLI

vtcolombo@hotmail.com

São Paulo

 

 

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Rebelião na base aliada

Nos últimos nove anos o PT vem implantando, paulatina e vigorosamente, a política da "democracia de partido único" e só agora o PMDB despertou da letargia em que viveu nesse período e começou a passar por um laivo de consciência para perceber que o outro partido "pretende se tornar hegemônico"? É muita cara de pau! Sempre se fez de morto e abocanha ministérios com avidez.

OLÍMPIO A. BICALHO

olímpio@lpnet.com.br

Botucatu

 

 

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Poste sem luz

Base se rebela e leva Dilma a se aconselhar com Lula (2/3, A1). Confirmado: o Brasil realmente elegeu um poste, e sem luz própria. Precisou sair de Brasília às pressas para se ligar na tomada do "sapo energético", largando, por esquecimento ou de propósito, hasteado o Pavilhão Nacional, que só deve estar hasteado quando o presidente está em palácio.

L. A. B. MORAES

labmoraes@uol.com.br

Santos

 

 

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Desorientada

Dilma veio a São Paulo ver o papa, quero dizer, visitar o ex-presidente Lula. Com a entrada de José Serra na disputa pela Prefeitura, a presidenta ficou mais perdida que cego em tiroteio. Porém, com as preciosas orientações do seu líder-mentor, esta semana já estará tudo resolvido...

JOSÉ MARQUES

seuqram.esoj@bol.com.br

São Paulo

 

 

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Repeteco

Dona Dilma indo pedir conselho ao "seu" Lula? Só no Brasil! De novo a raposa tomando conta do galinheiro. Tome tento, dona Dilma, antes que a casa caia.

CELIA H. GUERCIO RODRIGUES

celitar@hotmail.com

Avaré

 

 

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Tsunami monetário

Ao que parece, pela manifestação da nossa presidente, os gurus petistas estão, finalmente, percebendo que vivemos numa aldeia global. Como muito bem explicou Carlos Alberto Sardenberg, EUA e Europa emitiram cerca de US$ 5 trilhões e os ofereceram ao mercado a juros perto de zero. Dessa maneira, a indústria, o comércio e os consumidores se animaram a produzir e consumir, e os resultados começam a aparecer. As sobras desse dinheiro barato passaram a buscar as boas ofertas do mercado, no qual se destacam os papéis emitidos pelo Brasil, que para serem bem aceitos oferecem juros sem paralelo. Apesar de o País arrecadar impostos da ordem de 40% do PIB, esse valor não é suficiente para cobrir os gastos absurdos da máquina governamental, daí a necessidade de emitir tais títulos, com remuneração atrativa. Assim, não adianta culpar o mundo por nossas mazelas, basta gastar menos e melhor para não haver necessidade de recorrer ao mercado oferecendo juros absurdos. Em tempo: não seria uma oportunidade de, aproveitando a valorização da nossa moeda, fazer um upgrade em nossas indústrias e nos processos produtivos, de modo a tornar os nossos produtos mais competitivos e exportáveis?

LUIZ ANTONIO ALVES DE SOUZA

zam@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

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"Que moral pode ter uma presidente que a qualquer dor de barriga recorre ao antecessor?"

LAERT PINTO BARBOSA / SÃO PAULO, SOBRE A REBELIÃO DA BASE ALIADA

laert_barbosa@ig.com.br

"Havia necessidade, mesmo, de consultar Lula a respeito da ‘rebelião’ da base aliada? Afinal, ele

é ex-presidente. Ou não?"

MARIA DO CARMO ZAFFALON LEME CARDOSO / BAURU, IDEM

mdokrmo@hotmail.com

 

 

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VOCÊ NO ESTADÃO.COM.BR

TEMA DO DIA

Dilma faz apelo por coalizão com a base

TOTAL DE COMENTÁRIOS NO PORTAL: 416

Presidente chorou no discurso de posse do novo ministro da Pesca e falou em ‘fardo’ de governar

"Preocupante e muito assustador uma presidente no exercício do poder ter de pedir socorro a um ex-presidente."

LETICIA MAYNARD

"Que coalizão que nada! Trata-se de um bando de deputados e senadores mercenários que se vendem em troca de voto."

PEDRO SACOLA

"Lamentável que a base do governo, o próprio governo e a oposição não estejam discutindo as reformas necessárias."

CHICO REIS

 

 

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Cartas selecionadas para o fórum dos leitores do portal estadao.com.br

 

FICHA LIMPA EM SÃO PAULO

Merecem efusivos cumprimentos os deputados deste Estado de São Paulo, ao aprovarem a exigência de ficha limpa para a ocupação de cargos de confiança. A moda pegou e, sem dúvida, o País inteiro irá pautar-se por essa norma, de tal sorte que ganhando bastante saiu a população deste país, cansadíssima de conviver com corruptos dominando e gerindo a coisa pública. Eis que, então, a data de 16 de fevereiro de 2012, dia da histórica decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), na aprovação da Ficha Limpa, passará a ser comemorada como efeméride nacional, tal a sua importância para a dignidade e decência na política e na administração pública.

José Carlos de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

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ENXUGANDO GELO

É com grande alarde que se noticia a sanção da "lei da ficha limpa" para o Estado de São Paulo, de autoria do deputado estadual Orlando Morando. Sem dúvida, o discurso moralista adotado por boa parte da grande mídia e ecoado por setores da sociedade organizada tenta dar o tom do debate político, em prejuízo de outras análises estratégicas ou até mesmo científicas que com mais propriedade e sem vícios de origem poderiam trazer ao cidadão comum um quadro mais nítido da realidade. A referida lei estadual nasce com um vício de origem, ou seja, vem na esteira da recente "constitucionalização" da lei federal homóloga no STF, esta sim representativa do preenchimento de uma eventual lacuna formal dos princípios da carta maior, que não foi, pelas mentes dos supremos magistrados, suficientemente clara quanto à abrangência dos princípios da moralidade, impessoalidade, finalidade e eficiência que devem ser exercidos pelos detentores de funções públicas. Na sua propositura, o ilustre deputado simplesmente estapeia todo o aparato jurídico-institucional existente no que tange à natureza e abrangência de um robusto conjunto de leis e princípios magnos já existentes, que regem a administração pública não de hoje, mas desde 1988. Tenta ele, subliminarmente, dizer à sociedade que tais princípios e leis como o estatuto do servidor público, a lei da improbidade administrativa, leis e códigos de conduta de servidores públicos nas três esferas de governo, entre outros, seriam insuficientes para balizar a conduta dos respectivos ocupantes desses cargos e funções, ou insuficientes em termos de possível enquadramento de mal feitos. Ao avalizar o projeto, tanto a Assembléia Legislativa como o governador do Estado estarão por sua vez estapeando a inteligência do cidadão comum, tentando mostrar à sociedade um serviço que em absoluto nada vale, e que tem poucas chances de produzir alguma consequência. Se todo o aparato existente não consegue dar conta da sempre alegada situação escabrosa da moralidade pública, já resta provado no nascedouro que um novo instrumento não tem chance de vingar. No âmago da questão, o projeto e sua aprovação são mesmo uma confissão de culpa e incompetência de um governo de quase duas décadas que confundiu moralização da administração pública com dilapidação do patrimônio público. Na esteira do adágio popular que reza que nem tudo é o que parece, esta lamentável iniciativa que pretende ser vendida à sociedade como princípio moralizante é na realidade uma obra pífia que só contribui para a desmoralização das instituições republicanas que levamos tanto tempo a conquistar. Mais contribuiria o ilustre deputado se fosse capaz de um verdadeiro debate ideológico, provocador e transformador para a sociedade. Mas, infelizmente, parece ser capaz apenas de promover o enxugamento de gelo.

Nelson Nisenbaum nelsongn@gmail.com

São Paulo

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FICHAS SUJAS

Temos inúmeras cidades por esse Brasil afora que não têm população do tamanho de políticos e candidatos que integram o cadastro da Justiça Eleitoral de contas rejeitadas, que somam 21 mil pessoas, "os tais ficha suja", e estão por ora fora das disputas. Afirmamos ser por ora, pois aqui no Brasil mediante o comportamento de nossa Justiça arcaica, com certeza acharão um meio para driblar e reverter tal situação.

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

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A HORA DO CONGRESSO

Embora ainda muito distante do ideal, foi iniciado o combate a corrupção no Executivo e Judiciário. Ainda é imensa a resistência interna. Há um esforço intenso para a proteção de corruptos. Agora chegou a vez do Congresso. O esforço não deve restringir-se apenas ao combate ao "esquema" Sarney cuja forca deletéria atinge o Executivo e o Judiciário. Também devera moralizar a direção da Câmara que não investiga ilícitos de correligionários e aliados. O combate à corrupção deve incluir principalmente as emendas de parlamentares que se prestam a grandes desvios de recursos. Aí reside enorme corrupção. Chegou a hora.

Fabio Figueiredo fafig3@terra.com.br

São Paulo

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JUSTIÇA

Se nesse tsunami de corrupção que assola o Brasil, se, de 1988 até hoje, o Supremo Tribunal Federal só condenou cinco políticos - sem que nenhum deles começou cumprir a sua pena -, como poderíamos acreditar na Justiça brasileira? Exemplo maiúsculo dessa lambança toda é o caso do deputado federal Jáder Barbalho (PMDB-PA), acusado de fraude na extinta SUDAM, cujo processo se arrasta há 15 anos.

Conrado de Paulo conrado.paulo@uol.com.br

Bragança Paulista

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ELEIÇÕES MUNICIPAIS - SÃO PAULO

Como políticos e cabos eleitorais de políticos não têm o menor escrúpulo. Acho uma aberração aparecerem pessoas defendendo outras candidaturas do PSDB que não a do José Serra. Quem tem força e poder para ganhar a eleição do PT em São Paulo é só o José Serra. Qualquer um outro a cidade de São Paulo cairá nas mãos dos petistas. O PT já petizou o Brasil inteiro. Temos visto nomeações de pessoas totalmente incapazes para ocupar postos para os quais não estão preparadas e cuja credencial é ser filiado ao PT. O mal do PSDB foi achar que os dirigentes municipais estivessem preocupado com o partido. Na verdade estavam e estão preocupados com os interesses pessoais e esta minha cidade é um exemplo disto. Não há um só cidade neste Estado que o PSDB não tenha elegido algum prefeito, exceto São José do Rio Preto, pois aqui os pseudodirigentes do PSDB, só pensam neles mesmo e só aceitam filiações de pretendentes a serem candidatos a vereador. Por isso que o partido se enfraquece a cada ano que passa aqui, e se sujeita a ser coadjuvante de outros, porque isto interessa aos dirigentes locais. Isso é uma vergonha ocorrer no PSDB. Urge que o Diretório nacional e estadual analisem o que estou aqui afirmando. Por favor, senhores tucanos, parem com essa briga interna e lancem logo o José Serra antes que seja tarde Dr. Alckmin. Parem de presepadas, essa capital do Estado não pode ser sacrificada. Se o PT ganhar ai, vai petezar o Estado todo. Seria a falência do Brasil dentro de poucos anos.

Osvaldo Pereira Stechi stecchipereiraosvaldo@yahoo.com.br

São José do Rio Preto

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PREFEITURA

A mãe do PAC (Programa de Aceleração da Corrupção) diz que não está preocupada com as eleições em São Paulo, mas foi só o Serra entrar na disputa, ela vai nomear outro corrupto para o Ministério dos Transportes, vai dar um ministério para o PDT a fim de fazer o falso sindicalista desistir de ser candidato e apoiar o melhor ministro da educação de todos os tempos (para o "cara' que é analfabeto não resta dúvida, pois o home fala "nois vai pega o peixe ou 7+4 é = 9) agora ela veio se encontrar com o pai dos corruptos para ver o que fazer em seus ministérios para ajudar o seu candidato...

Delcio da Silva delcio796@terra.com.br

Taubaté

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VERMELHO

Com a pré-candidatura de José Serra, o PT está vermelho de raiva.

Cícero Sonsim c-sonsim@bol.com.br

Nova Londrina (PR)

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DESMATAMENTO

Com Serra, PSDB corta o crescimento de Haddad.

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

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PROMESSA OCA

Serra promete se eleito cumprir o mandato. Esta promessa já foi feita anteriormente por duas vezes. Este homem é confiável? E nós; somos idiotas?

Ulysses Fernandes Nunes Junior

twitter: @Ulyssesfn

São Paulo

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DA SÉRIE 'PERGUNTAR NÃO OFENDE'

O Sr. José Serra, em 2004, assinou uma declaração registrada em cartório dizendo que cumpriria o mandato até o fim e não renunciaria ao cargo para disputar outro cargo eletivo. Renunciou e candidatou-se a presidente. Vem cá, o paulistano ainda acredita em quem não tem palavra? Homem que tem palavra não precisa assinar declaração e registrar. Basta a palavra, ou não é homem.

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

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NOS TRILHOS OUTRA VEZ

As prévias do PSDB não passam de jogo de cena. Serra também derrotar os fraquíssimos concorrentes de outros partidos não será uma façanha. Nos debates, caso o verdadeiro eleitor paulistano não queira fazer voto de gozação e pense, seriamente, na situação de sua importante cidade, que se expurgue alienígenas e circenses da disputa. Vamos mostrar ao país porque somos a locomotiva trabalhadora e não o bondinho do parquinho.

Flavio Marcus Juliano opegapulhas@terra.com.br

São Paulo

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CASUÍSMO POLÍTICO

Minha desilusão da atividade política vem exatamente desse sentimento que hoje move os "tucanos" paulistanos, que na ânsia de manter o poder na capital de São Paulo, partem para o tudo ou nada, esquecendo-se de qualquer tipo de compromisso com a honra e a decência, ao apelar para a candidatura de Zé Serra para o pleito de 2012, encarando essa opção com o mesmo cinismo com que os católicos, sob o falacioso argumento de era necessário resgatar a "Terra Santa" das mãos dos muçulmanos, permitiram as barbaridades cometidas pelas Cruzadas, acobertados pelo cretino princípio de que "os fins justificam os meios". Enquanto a política continuar sendo essa atividade sem limites de ética e dignidade, na qual toda e qualquer "armação" é válida, desde de que sirva como instrumento de vitória, estamos fadados a conviver com práticas que só servem para afastar da atividade político-partidária aqueles cidadãos nos quais ainda sobrevive algum resquício de "vergonha na cara". Se ganhar a eleição a qualquer custo passar a ser o balizador das atitudes, corremos o risco que, se passar a enfrentar qualquer tipo de risco em seu projeto de poder, alguns "sabichões" petistas já devem estar lamentando o fato de não poderem mandar, por questões de domicílio eleitoral, o ex-presidente Lulla para a disputa, antecipando para 2012, o embate previsto para 2014. Diante desse quadro de total insanidade, começo a pensar que talvez estivesse certo um antigo adversário da política pernambucana, que durante os "anos de chumbo", ao ser acusado de tomar atitudes indignas para vencer uma determinada eleição, cunhou a frase que entrou para o rol das mais cretinas da política brasileira: "tratando-se de eleição, feio é perder...".

Júlio Ferreira julioferreira.net@gmail.com

Recife

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ATÉ O FIM?

Senhores, parece que não vai haver disputa eleitoral, e, sim, um acordo no Lupanário Nacional. Estes senhores políticos usam o mesmo esquema de prostitutas e bandidos, me ajuda aqui que eu te ajudo acolá! Alguns são respeitáveis avôs, será que perderam toda a vergonha ou a política deste país virou um meretrício declarado, somente escondido por bonitos subterfúgios verbais! O senhor José Serra já começou mentindo, disse que vai cumprir o mandato inteiro, como vários outros políticos também prometeram. Dona Marta, a que relaxa e goza, mendigou votos para o Senado e queria largar o emprego antes da hora, querendo a boquinha da Prefeitura de São Paulo, o chefe deu-lhe um puxão de orelha, mas o ato dela foi muito feio. Mendigou votos para o Senado e não quer cumprir o mandato, coisa feia para mulheres educadas em francês.

Mauricio Villela mauricio@dialdata.com.br

São Paulo

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JOSÉ SERRA

Como disse FHC, a vida é dinâmica. Que bom que o próprio Serra acreditou em subir a Serra. Quando subir, poderá avistar o mar.

Alice Arruda Câmara de Paula alicearruda@gmail.com

São Paulo

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LINGUAGEM FUTEBOLÍSTICA

Talvez o Serra tenha dado um lençol no Lulla e no PT com essa história de saio-não-saio (a candidato da capital). Já o Haddad que não apitava, agora ficou mudo!

Flávio Cesar Pigari flavio.pigari@gmail.com

Jales

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TRAIÇÃO

Serra e Kassab traem Alckmin nas últimas eleições municipais 2008. Serra e Kassab traem Alckmin após eleições para governador em 2010 criando o PSD e se aproximando do PT. Alckmin trai seus aliados do PSDB em 2008 E o DEM, seu aliado em 2010 em benefício de Serra e Kassab. Dá para explicar?

Marcelo Almeida malmeida.persona@gmail.com

São Paulo

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DIFERENÇA ESSENCIAL

Existe uma enorme e importantíssima diferença entre os dois principais candidatos à Prefeitura de São Paulo. Haddad, candidato do PT, é um nome imposto por Lula, inclusive a seu partido. Serra, candidato tucano, foi chamado a participar por seus eleitores e correligionários. Todos os prognósticos de analistas políticos e adivinhos têm que levar em conta este nada desprezível "detalhe".

M. Cristina Rocha Azevedo crisrochazevedo@hotmail.com

Florianópolis

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BAGRE ENSABOADO

O prefeito Gilberto Kassab não da ponto sem nó. Foi só José Serra confirmar sua candidatura para concorrer a prefeitura de São Paulo,Kassab anunciou seu apoio a Serra. Se por ventura a candidatura de José Serra não decolar (o que será impossível) Kassab mudaria de barco.

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

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FORÇAS

O deputado Jilmar Tatto, do PT, argumenta que em virtude da "rearticulação das forças conservadoras" - sic, em São Paulo vai procurar o PMDB para unir forças. Seria o PMDB do Sarney, Renan, Barbalho entre outros ou refere-se a algum outro PMDB?

Luiz Nusbaum lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

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LÍNGUA DE FOGO

O sr. Jilmar (sem) Tatto chama São Paulo de "centro das forças atrasadas, retrógradas, de direita". Ele tem 100% de razão. Adiantadas, desenvolvidas, exemplos para a saúde e industrialização da nação são algumas das prefeituras "modelo" do PT. Quem não conhece a excelência educacional de Feijó, no Acre; a qualidade das indústrias de Anádia (AL); as riquezas geradas por Urucurituba (AM); a quantidade de livrarias e editoras de Banzaê (BA); a pureza da política limpa e sem vícios de Brasília (DF); a qualidade e a altíssima remuneração dos Professores Universitários de Brejo (MA); a grande contribuição à cultura emanada de Jacundá no Pará e por aí vai. Sr. Tatto: proponho-lhe que vá lamber sabão e deixe nossa capital em Paz. São Paulo é orgulho da nação, berço das grandes Universidades, dos melhores hospitais, das melhores orquestras e teatros, centro cultural ímpar, nascedouro das grandes transformações industriais, culturais, políticas, tecnológicas etc. E o bom D'us vem nos protegendo há muitos anos de asnos que lançam suas línguas de fogo sobre nossas cabeças. Tomara que quem votou em seu nome leia meu desabafo e o Sr. também seja "expurgado" da política e precise voltar a trabalhar como nós, de São Paulo, que pagamos seus salários e ouvimos seus desaforos!

Marcos L. Susskind msusskind@hotmail.com

São Paulo

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SAMBA NA APURAÇÃO

Sugestões a José Serra, virtual vencedor para prefeito da capital em 2012: desista, pois Lula pode "convocar" a "Gaviões" para a apuração!

Paulo de Souza Cavalcanti paulo_souza_cavalcanti@ig.com.br

São Paulo

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PÉROLAS DE MERCADANTE

Para Mercadante, novo ministro da Educação o "MEC não tem culpa de o Brasil ser tão grande", fazendo alusão aos problemas enfrentados pelo Enem na distribuição de provas classificatórias. Ora ministro o que sugerir então? Separar o Brasil? Porque existe um Brasil que funciona e outro que não. Além de ficar menor, o Brasil que funciona se livraria daqueles velhos e caquéticos políticos cuja "ineficiência" do Enem convém e muito. Povo sem educação é povo que não pensa e exige nada. Essa é a maneira "aloprada" que os petistas têm para desculpar suas incompetências. Gestão ministro. Gestão eficiente funciona grande ou pequeno! Essas são as benditas perolas ditas por Mercadante em tom de seriedade que São Paulo está careca de ouvir.

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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O TAMANHO DO MERCADANTE

O governo petista tem uma peculiaridade - falar besteira sem que seja contestado. Quer dizer que, agora, na mentalidade "progressista" do novo ministro da educação, Aloysio Mercadante, o Brasil é muito grande para se controlar o Enem e o ensino. Asnice igual só a "explicação" de Lula do porque o mundo é redondo. O que o ministro não especifica mas generaliza é, quais as regiões de difícil alcance pois, aí seria o caso de consertado o errado pelo ministro anterior. Mas isto não é medida para ser adotada por polivalentes curiosos mas por especialistas no assunto. E o que nos causa espécie é o ex-ministro Haddad - hoje postulante à prefeitura paulistana (pobre São Paulo) - não ter chegado à tal conclusão apesar dos anos que só fez turismo no cargo. Se eu adivinhasse que iriam sair tantas "pérolas" da total ignorância petista, teria anotado todas para publicá-las em livro - seria sucesso garantido, pelo menos nas sessões de humor das livrarias.

João Roberto Gullino jrgullino@oi.com.br

Petrópolis (RJ)

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ACADEMIA DE MALANDROS

A Universidade Paulista (Unip), através de sua reitoria e dirigentes, turbinando notas no Enade inscrevendo para esse exame apenas seus alunos mais brilhantes e por consequência melhorando em muito seu desempenho comparativo, dá exemplo de uma verdadeira academia, mas de dirigentes malandros (apenas seus mentores e jamais seus alunos). Iludem a todos, e principalmente aos jovens que lá se matriculam na esperança de frequentarem e se formarem em uma escola de excelência, através da mais pura propaganda enganosa. O MEC, seguramente, enquadrará esses dirigentes escolares que não têm a mínima compaixão dessa juventude que luta bravamente por um ideal e a duras penas pagam suas caríssimas mensalidades escolares.

José Piacsek Neto bubapiacsek@yahoo.com.br

Avanhandava

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CLUBES MILITARES

O governo está "dando uma corda" inédita a manifestação dos Clubes Militares, entidades de direito privado dirigidas por pessoal que não mais exerce cargos públicos. Continuando no confronto, o governo pode amargar centenas de processos contra si, por danos morais, além dos crimes de abuso de autoridade e constrangimento ilegal , para quem coagir militares inativos. Comandantes militares regionais ou locais, respondem em varas federais comuns e não tem o foro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) dos três Comandantes das Forças. Além da Constituição, lei específica ampara os inativos. Somente em países subdesenvolvidos um governo pode se preocupar com pronunciamento de clubes militares. Alguém já ouviu tal ocorrência num Estados Unidos ou Inglaterra?

Heitor Vianna P. Filho bob@intnet.com.br

Araruama (RJ)

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CASERNA ENQUADRADA

O direito à livre expressão, um dos alicerces de sustentação de um Estado Democrático, foi utilizado pelo Clube Naval, Militar e de Aeronáutica quando, em 16/2/2012, em manifesto, expressaram o seu desconforto em relação às declarações das ministras Eleonora Menicucci e Maria do Rosário, em relação às Forças Armadas. Da presidente da República, que silenciara no caso das ministras, usou de suas prerrogativas de Comandante Supremo das Forças Armadas, enquadrou os clubes militares mandando uma sinalização ao Comandante do Exército, e esse, mais rápido que um ataque de artilharia, mandou que o manifesto fosse retirado. Os Clubes Militares estão amordaçados. Os civis, algemados. A Comissão da Verdade, pela sua composição, parece querer um acerto de contas,uma desforra. Sábias e contundentes são as palavras do general Leônidas Pires Alves: ''Quem começa a guerra, não pode lamentar a morte''.

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

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BRINCAR COM FOGO

Essa de mandar aplicar uma reprimenda em Oficiais Militares, porque estão fazendo manifestos, não é uma boa, especialmente porque esse ministro Amorim também não é lá aceito pelos homens de farda. Dona Dilma que tome cuidados e não "brinque com fogo".

Ademar Monteiro de Moraes ammoraes57@hotmail.com

São Paulo

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LIBERDADE

Num País democrático como pretende o Brasil a presidente pode até ser chefe das Forças Armadas, porém isso não lhe dá o direito de tentar colocar mordaça nos militares. Liberdade de expressão é o lema, doa a quem doer.

Leila E. Leitão

São Paulo

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NA ATIVA

É revigorante saber que ao menos 150 velhinhos, ativos, não se deixaram emascular depois da aposentadoria enquanto ex-militares hoje na reserva!

Paulo Boccato pofboccato@yahoo.com.br

São Carlos

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COMISSÃO DA VERDADE. VERDADE?

Desde que o governo petista decidiu criar um grupo para "esclarecer" a historia do Brasil recente, mais precisamente entre 1964 e 1985 portanto no regime militar, desprezando o enunciado da ideia inicial que previa, também, a analise desde o período do ditador Getulio Vargas, tenho lido opiniões de jornalistas que desprezando o bom senso e humildade, traços comuns reservados aos grandes, tratam os leitores deste jornal como se idiotas fossem. Estaria faltando à verdade ou somente ignorando, por conveniência, a lei sancionada pelo ex-presidente Jose Sarney sob nº 7.524 de 17.julho.1986 (vide neste jornal hoje pag.A10) que textualmente diz que os militares da reserva podem se manifestar politicamente e não estão sujeitos a reprimendas governamentais, portanto e por serem manifestações via clubes militares, "estas associações civis, não subordinadas a quem quer que seja, a não ser a sua diretoria". Para que possamos ouvir o contraditório a respeito do assunto, sugiro acessarem http://www.youtube.com/watch?v=j_JYHRPnkHY e assistam a entrevista do sr. Percival Puggina concedida a Editorial J Entrevista. Quem deseja democracia, uma grande oportunidade histórica se oferece.

Adilson Mencarini adilsonmencarini@uol.com.br

Guarulhos

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SALÁRIOS NAS FORÇAS ARMADAS

Tamanha indignação nos entristecem de corpo e alma ao saber que dois graduados da nossa Marinha de Guerra, um suboficial e um primeiro sargento, se imolaram num gesto heroico para salvar de um incêndio uma Base Naval no gélido continente Antártico. As homenagens e as medalhas militares não vão reparar perdas tão sentidas, sabendo-se que os mortos vão deixar para as suas viúvas uma mísera pensão, menos da metade do que ganha um ascensorista de elevador do Senado. Eis a questão. Reivindicar um direito não é crime. Não somos litigantes desonestos, queremos apenas o que a inflação nos tomou. Só não temos quem advogue por nós. Se não houver pressão da base, a cúpula permanecerá estática, somente uma ação provoca reação, vamos lutar por nossos direitos. Os Militares da Marinha, Exército e Aeronáutica (ativos, inativos, pensionistas e dependentes) reivindicam o mesmo direito de aumento no salário uma vez que a União, ao pagar mais aos Policiais Militares do Distrito Federal, não observou o que preceitua o art.144, § 6°, da CF/88, consubstanciado pelo art. 24 do Decreto 667/69, que ela preservou. A Constituição federal não pode ser usurpada por quem quer que seja! Observe-se, que os valores pagos aos militares das Forças Armadas constituem parâmetros aos Estados, por força da Constituição, por coerência, devem também balizar o numerário pago pela União aos policiais militares do Distrito Federal. Além disso, muito embora inexista hierarquia administrativa entre a Polícia Militar dos Estados e as Forças Armadas, a Constituição de 1988, em seu art. 144, § 6° manteve o que preconiza o Dec. 667/69, isto é, prega a relação de subordinação das Polícias Militares e Corpos de Bombeiros ao Exército, que são forças auxiliares e reserva deste. A tropa dos quartéis não espera que um governo que não gosta de militares os remunere bem; quer apenas que os seus direitos salariais sejam respeitados e reajustados como sói acontecer todos os anos - salário mínimo - com a tropa assalariada do operariado. Recursos orçamentários existem. Falta apenas acabar com o justiçamento da classe militar. A contrarrevolução de 64 vai completar meio século, já pertence à história. Atualmente, os militares das Forças Armadas estão com uma defasagem salarial de 135% apenas em relação ao custo de vida e a inflação brasileira. Exercer uma profissão de risco "Morrer pela Pátria" já é uma situação que exige muita renúncia no campo espiritual, filosófico e material. Morrer pela Pátria ganhando um salário aviltante não é heroísmo, é um ato temerário! No futuro, somente os desiludidos da vida e/ou os beócios poderão fazê-lo. Tomara que não haja nada, mas no caso de uma situação tão indesejada, quem segurará o gigante? Os ingredientes são parecidos aos de 64, corrupção extrema em todos os níveis, seja de ministros, governadores, políticos, juízes e outros. Motins, greves, balbúrdias de todo tipo e desobediência às leis, como o que acabamos de ver na Bahia, Rio de Janeiro, Ceará, Piauí, Pará e outros lugares e, mais, os péssimos salários para a Segurança Pública e para as Forças Armadas são rastilhos de pólvora para convulsões sociais perigosas.

José Batista Pinheiro, coronel reformado batistapinheiro30@yahoo.com.br

Fortaleza

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HERÓIS. MORTOS. E NÓS?

Vi na televisão o embarque e a chegada dos corpos dos dois militares que morreram tentando apagar o fogo em nossa base na Antártida, e de nossa presidente chamando-os de heróis. Lembrei-me de Lourenço Diaféria, que em setembro de 1977 escreveu sobre a morte do sargento Sílvio Hollenbach, que pulou em um poço de ariranhas no zoo de Brasília e salvou um menino de 13 anos. Como escreveu Diaféria, aquele militar, e agora estes dois, são apenas pessoas que não podiam permanecer insensíveis frente ao que ocorria. Passados 35 anos, e como escreveu Carlos Guilherme Mota, estamos numa época "desidratada de utopias". Na falta de visões e de horizontes amplos, em que a mediocridade dos que elegemos parece ser a regra, esses atos heróicos, embora muito tristes, confortam-nos por vermos concidadãos comprometidos com outros. É irônico que o representante máximo do governo, presente na chegada dos corpos da Antártida tenha sido aquele que Mota disse "estiolar-se à sombra da Presidência, sem lançar uma singela idéia para um novo projeto de nação". Nada pessoal, por ser um dentre tantos outros em Brasília. Lembremo-nos.

Jorge Eduardo Leal Medeiros jlealmed@uol.com.br

São Paulo

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MAL COMPARANDO...

Na semana passada o Brasil rendeu homenagens a dois verdadeiros heróis nacionais, que pagaram com a própria vida o cumprimento de seu dever. Além da bandeira nacional a recobrir seus caixões, foram promovidos à segundo-tenente passando seus dependentes a receber o soldo correspondente e informa-se que deverão ser indenizados com um valor de R$ 500 mil, a ser aprovados pelo Congresso. Com toda certeza, receberão bem menos, mas muito menos que muitos "perseguidos políticos" indenizados pela Comissão de Anistia.

Luiz Nusbaum lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

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INCÊNDIO NA BASE COMANDANTE FERRAZ

A verba exígua destinada ao Programa Antártico pode ser explicada pela dificuldade dos políticos em aprontarem suas costumeiras "mutretas", já que a natureza das atividades e o envolvimento de militares não permite grandes pirotecnias com o dinheiro. Todavia, mesmo assim, vislumbra-se alguma possibilidade de gasto inútil: por que se necessitaria de um gerador movido a etanol? Não existe disponibilidade do combustível nas áreas próximas (Patagônia chilena e argentina). Além disso o etanol é mais volátil e está mais sujeito à problemas de congelamento do que o diesel, normalmente utilizado nesses equipamentos. Então parece que o gasto foi somente para alguém se vangloriar de que éramos o primeiro país a gerar energia a partir de bicombustível no Polo Sul. O restante do mundo deve ter tremido de emoção.

Nestor Rodrigues Pereira Filho rodrigues-nestor@ig.com.br

São Paulo

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DIPLOMACIA E ARMAS

Maria do Rosário, embaixadora brasileira junto a ONU, que se diz ser dos direitos humanos, ao responder se o Brasil era a favor de armar os revoltosos para lutarem de igual para igual contra as forças do ditador Bashar Assad, disse (27/2): "O Brasil se posiciona contra a entrega de armas a quem quer que seja", resumiu, assim, a embaixadora brasileira na ONU. Sabe-se que na Síria está ocorrendo um derramamento de sangue, entre insurgentes e o regime ditatorial de Assad. E o comentário da embaixadora tem muito simbolismo, para nós, brasileiros. Em bom português, eles dificultarão o acesso às armas por parte da população brasileira de bem; porém, deixando-as com os criminosos. Isso se refere ao aparelhamento do Estado nas mãos inaptas do PT, senão o mais, um dos mais corruptos partidos que se tem em vista, dominando os acovardados e perniciosos liberais (PSDB, DEM, PSD), e não restando forças conservadoras para impedir que se semeie aqui uma versão chinesa dos trópicos. Se o Brasil quer ser um personagem relevante no cenário mundial, não é agindo de forma covarde que entrará para a história. Este é um espaço só para povos guerreiros. Tem medo de quem a nossa política externa? Do Irã? China, Rússia? É um quadro rabiscado, como um navio à deriva, algo sem uma linha estratégica de ação. E o que podemos esperar de uma presidenta que diz que até o Brasil fere os direitos humanos? Ao mesmo tempo em que eles desarmam o povo, também castigam as forças armadas com orçamentos medíocres, que impedem que o Brasil faça frente a uma agressão de forma rápida e eficaz. Nós somos no momento um país pacifico e desarmado. E ainda com uma elite corrupta no poder que deprava os miseráveis ao invés de dignificá-los. A quem recorrer? Contamos apenas com o exército, ou fatia dele, representando um grupo armado, organizado e disciplinado. Abram os olhos. Se você tem mais do que duas ervilhas na cabeça, sabe que o Brasil se encontra num momento insustentável. Você não está gostando disso, por isso se rebela, mata, rouba e se torna um viciado para que eles ganhem votos. Que democracia mais suja e imoral. O comentário da embaixadora Maria do Rosário reflete bem os planos de poder petista. Desarmar o povo, enfraquecer o exército e implantar uma ditadura de partido único, e se o regime for de mentalidade única, dará na mesma, basta ver o vil partido PSD. Isso precisa ser revertido. Parafraseando Júlio César, "a sorte está lançada".

Luiz Fabiano Alves Rosa www.politicaemilitarismo.blogspot.com

Curitiba

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SONHO

Não é estranho a ministra Maria do Rosário do governo Dilma (PT) defender a Síria, bem como as outras "ditaduras" Cuba, Venezuela, Equador, pois este é o sonho de consumo dos petistas e simpatizantes no governo federal.

Tania Tavares taniatma@hotmail.com

São Paulo

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BRASIL E SÍRIA

Não bastasse a fraternal amizade do governo do PT pelas ditaduras do Irã e Cuba, agora segue o apoio ao regime sírio que em menos de um ano dizimou quase 8.000 pessoas. Para os petistas as ditaduras de esquerda são iguais a James Bond: têm permissão para matar.

Leão Machado Neto lneto@uol.com.br

São Paulo

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ANOS 40

Como a ministra Maria do Rosário (que da missa não deve saber um terço) defende o genocídio cometido pelo governo sírio, é de se acreditar que, vivesse ela nos anos 40, estaria defendendo Adolf Hitler. Ora, minha senhora, s'imbora oceis dois!

Moacyr Castro jequitis@uol.com.br

Ribeirão Preto

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DESCRENTES

A explicação para a atitude da ministra petista Maria do Rosário é a seguinte: O PT não acredita em nada que a imprensa brasileira e internacional publicam.

Maria Lucia Fittipaldi Rocha marialuciafittipaldi@terra.com.br

São Paulo

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NA SÍRIA...

Homs...cídio continua, e o Brasil continua na mesma.

Ivan Bertazzo bertazzo@nusa.com.br

São Paulo

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PREVIDÊNCIA DOS SERVIDORES

A Câmara dos Deputados aprovou projeto do governo que cria o Fundo Complementar de Aposentadoria dos Servidores Públicos (Funpresp), acabando com o sistema de hoje de aposentadoria integral e limitando-a, aos preços de 2012, a R$ 3,9 mil por mês, teto do INSS. A matéria agora vai ao Senado. Mas a regra a ser instituída só vale para os que ingressarem no Serviço Público a partir da publicação da nova lei. Surpreende. Pois vai se tornar a única lei aprovada no mundo, com antecedência de 30 anos, para as funcionárias e de 35 para os funcionários. Qual o motivo , então de tanta pressa e empenho em aprovar hoje o que só vai gerar efeitos concretos em 2042 e 2047?

Francisco Pedro do Coutto pedrocoutto7@yahoo.com.br

Rio de Janeiro

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CORPORATIVISMO NO SENADO

O projeto do Fundo de Pensão dos Servidores Públicos Federais, aprovado pela Câmara dos Deputados foi enviado ao Senado Federal , e só espero que não haja alteração na alíquota já elevada de 8,5%, na contribuição do governo. Tudo é possível, pois no Senado Federal o corporativismo é tal, que uma alteração da alíquota da União para 100 %, não pode ser descartada.

Edgard Gobbi edgardgobbi@gmail.com

Campinas

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NOVA APOSENTADORIA

Demagogicamente a Câmara dos Deputados concluiu a votação do projeto de lei que cria um teto para a aposentadoria dos novos servidores federais, chamado de fundo de previdência complementar. O projeto segue para o Senado, que deve começar analisar o texto ainda neste mês. Segundo o projeto, o novo servidor federal deverá contribuir com 11% do salário até o teto do INSS, que é de R$3.916,20. E o governo ficará responsável por outra parte do pagamento das contribuições, 8,5%. Aqueles que quiser uma aposentadoria melhor, terá que fazer contribuições à previdência privada. Tudo isto estaria maravilhoso se todos nós fossemos realmente iguais perante as nossas leis. Porém, fica omissamente faltando a inclusão nesta lei todos os funcionários dos Três Poderes.

Benone Augusto de Paiva benonepaiva@yahoo.com.br

São Paulo

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A MINHA PARTE EM DINHEIRO

O velho não precisa de carinho. Precisa de dignidade. Nada de chamarmos o cidadão acima de 65 nos de idoso, ancião ou ridículos epítetos,"terceira idade", ou, pior ainda, "melhor idade". De imediato, perguntaríamos, melhor idade para que? Vamos chamá-lo de velho, da mesma forma que o chamaríamos de jovem se tivesse algo em torno de 20, 30 anos ou um pouco mais. Desde já, fica claro não haver aqui nenhum tipo de desrespeito. Dias atrás, comentamos o problema do transporte público, não só nas grandes cidades, como também em centros menores. O ir e vir dos velhos é notório, acima do normal, afetando claramente a capacidade de tais sistemas. Os poderes públicos dão a benesse como uma dádiva especial. Igualmente às cotas de medicamentos de uso contínuo, clubes de lazer, onde dançam os que nunca dançaram; praticam esportes, muitos daqueles que não têm certeza se a bola é redonda. Causa espanto se um velho volta à universidade. E jovens monitores tratam os velhos como débeis mentais ou enfermos terminais. Sem medo de errar e sem recorrer a estatísticas do IBGE, a população brasileira tem cerca de, pelo menos, 1/3 acima de 65 anos. Em números absolutos, algo em torno de 70 milhões de velhos. Todos os ditos benefícios custam dinheiro, e muito. A maioria das vezes uma grande farra de recursos. Muitos de nós aí estamos também incluídos, gostaríamos de ter a nossa parte em dinheiro, gerir os próprios recursos. O grande pagador disso tudo é o Estado, no sentido mais amplo da palavra. Subsidia o transporte público, os clubes de lazer e tantas outras benesses que saem do FPMC (Fundo de Participação dos Municípios), de recursos da Previdência Social, entre outras. Uma ideia louca, mas revolucionária, sem se acabar com todos os benefícios indiretos, transformando-os em uma nova alíquota de pagamento nos proventos,salários e pensões. Um cálculo atuarial do fator previdenciário. Subindo os valores dos benefícios dos velhos em algo que suportasse tais despesas adicionais. Os tais precatórios alimentares (diferenças salariais) poderiam ser liberados sem delongas,tirando muito velho do subemprego aviltante, principalmente dos que vivem de INSS e não de Fundo de Pensão. O velho poderia usar seu dinheiro extra como quisesse, e como já disse um engraçado da literatura tupiniquim, "até investir em cavalo ligeiro e mulheres fogosas". Em um medicamento "levanta defunto",em um bom vinho de uma safra especial. Este é um assunto dos mais sérios. Não é para brincadeira. Coisa para os ditos entendidos, como o deputado Arnaldo Faria de Sá, Guido Mantega, Conceição Tavares, se estiver na lide, Armínio Fraga, Zélia Cardoso, e tantos outros que o necrológio não tenha já anunciado a triste hora...

Almir Garcia aladgr@msn.com

Itanhaém

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REAJUSTE DO PREÇO DA GASOLINA

Segundo consta, no currículo da nossa Presidente Dilma, ela é ótima administradora e para tanto colocou na presidência da Petrobras a Sra. Foster, que apesar de sua competência está batendo na tecla errada, iniciando seu discurso a favor do aumento da gasolina. Será que já não passou da hora de se rever a carga tributária sobre a gasolina e principalmente sobre o álcool combustível, que é o bicombustível aprovado internacionalmente e que está correndo o serio risco de nosso País desistir de sua produção? Até quando o povo irá suportar estas distorções e incompetência administrativa?

João Gilberto Fogaça jg.fogaca@uol.com.br

São Paulo

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CONTRATO COM A PETROBRÁS

A nova presidente da Petrobrás, Maria das Graças Foster, afirmou que vai acompanhar de perto todos os contratos das empresas com a Petrobrás. Será que a empresa do marido (dela presidente) que já ganhou dezenas contratos com valor total de mais de R$ 600 milhões também está entre as empresas que a presidente vai acompanhar?

Paulo Rodrigues de Moura paulorodriguesmoura@hotmail.com

São Paulo

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MAIS UMA CICLISTA MORTA NA PAULISTA

É inaceitável o atropelamento e morte de mais uma ciclista na Av. Paulista. Desta vez, a vítima da barbárie no trânsito foi uma bióloga de 33 anos. Os ciclistas fazem um grande favor para a cidade, pois tiram carros das ruas, não poluem e praticam um esporte saudável e ecológico. Nos países civilizados, os ciclistas são respeitados, há ciclovias e proteção. Em São Paulo, ao contrário, os ciclistas são desrespeitados e correm sérios riscos de vida. Até quando?

Renato Khair renatokhair@uol.com.br

São Paulo

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POBRE MOÇA

Ela discutia com um outro motorista quando caiu e morreu. Vítima de si mesma. Era uma cicloativista, como a jovem morta no mesmo lugar em 2009. Responsável, pois, por estimular outros imbecis ou imprudentes a arriscarem-se no meio dos ônibus e caminhões. Até mesmo à noite e sem faróis na bicicleta. Vítima, também, ou principalmente, da vileza e da demagogia das autoridades e da mídia.

Eduardo Sergio Carvalho da Silva interguga@yahoo.com.br

São Paulo

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