Cartas - 05/01/2011

GOVERNO DILMA

, O Estado de S.Paulo

05 Janeiro 2011 | 00h00

Segundo escalão

Para resolver a briga PT-PMDB na disputa de cargos do Executivo basta à "presidenta" Dilma Rousseff relembrar os imortais ensinamentos de Montesquieu sobre a divisão dos três Poderes: um Poder não deve influir no outro. Que o segundo escalão seja escolhido pelo próprio Executivo, resultando em total independência para cobrar resultados.

AUGUSTO HIROMU EMORI

hiromuemori@gmail.com

Campinas

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Encurralado

Em discurso, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, falou em dar prioridade ao combate ao crime organizado. O assassinato de Celso Daniel, os dossiês, os escândalos da Casa Civil e o mensalão estarão incluídos? Se o ministro adotar a atitude que teve nas CPIs da Câmara, vamos ter um ano bem movimentado.

HELENA RODARTE C. VALENTE

helenacv@uol.com.br

Rio de Janeiro

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Desvio de conduta

Só vou acreditar no governo Dilma se ela não admitir desvio de conduta na sua equipe. Novais e Ideli não deveriam nem ter começado, pois já escorregaram no incorreto, e pairam dúvidas sobre o Padilha, que tem caso não esclarecido naquelas ONGs. Foi incrível ver Erenice (sorridente) na posse, caso muito emblemático para quem quer ser transparente. A corrupção já devorou muito dinheiro nos últimos oito anos. Está na hora de um basta.

ADEMAR MONTEIRO DE MORAES

ammoraes57@hotmail.com

São Paulo

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Mãos estendidas

Mãos estendidas não devem ser confundidas com o clientelismo da famigerada bolsa-esmola, o verdadeiro feudo eleitoral da presidente e de seu mentor, razão do propalado êxito da aprovação nas pesquisas. A simples presença de Erenice Guerra, em destaque na cerimônia de posse de Dilma, já dita as normas a serem seguidas pelo atual governo, cujo lema deveria ser "libera geral".

JOSÉ G. OLIVEIRA

mandarino-oliveira@uol.com.br

Praia Grande

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PÓS-LULA

Esquema de poder

A posse da primeira mulher no cargo maior do Brasil ainda vai motivar muitas discussões. Ela tem muitas responsabilidades e uma delas, por certo, tem que ver com a capacidade de manter os avanços conquistados por seu antecessor, que proporcionaram sua saída do cargo com a maior aprovação popular da história política brasileira. E, por sinal, leva muitos de seus adversários a fazer alusões à influência que ele exercerá sobre a "presidenta" Dilma. Esta questão não foi cogitada em relação a quem transmitiu o cargo ao presidente Lula. É que a situação foi muito diferente, com sua baixa aprovação popular. E ele foi deixado de lado até por seus correligionários, fato comprovado na última eleição, em que não foi convocado a participar. A situação atual é bem diferente e, por certo, o ex-presidente que recentemente deixou o cargo vai fazer parte do esquema não necessariamente do governo, mas de encaminhamentos na área política, integrante que é do esquema de poder. Esta questão tem de ser entendida e não pode ser manipulada, o que não vai impedir discussões e debates.

URIEL VILLAS BOAS

urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

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Debate

Lula, atilado politicamente, desde o primeiro dia do seu primeiro mandato, utilizando a máquina governamental, vem denegrindo a imagem de Fernando Henrique Cardoso, intelectual, erudito, estadista e professor no Brasil e no exterior, para quem perdeu duas eleições seguidas no primeiro turno. Durante a campanha eleitoral de Dilma, FHC propôs a Lula um debate público a fim de discutir a tal "herança maldita" deixada por ambos. Esperemos que Lula aceite e não saia pela tangente, como no caso de Cesare Battisti.

LUIZ BIANCHI

luizbianchi@uol.com.br

São Paulo

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ANIVERSÁRIO DO "ESTADO"

Efusivos cumprimentos pelo transcurso de mais um aniversário do Estadão, Jornal da Tarde e Rádio Eldorado. O grupo tem-se caracterizado pelo jornalismo responsável, corajoso e equilibrado, com os princípios éticos que norteiam a instituição sobre competente direção profissional.

RUY MARTINS ALTENFELDER SILVA, presidente do Conselho de Administração do Ciee e da Academia Paulista de Letras Jurídicas

shirley@cieesp.org.br

São Paulo

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Meus mais sinceros cumprimentos pela passagem de mais um aniversário do Estadão, JT e Rádio Eldorado. O grupo tem dado provas de enorme vitalidade que se refletem no dia a dia das publicações. Jornalismo bem feito é soma das redações com os princípios éticos que norteiam a empresa, sob uma direção profissional competente. É isso que o Grupo Estado mostra todos os dias na qualidade de seus produtos.

ANTONIO PENTEADO MENDONÇA, presidente da Academia Paulista de Letras (APL)

antonio@penteadomendonca.com.br

São Paulo

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Congratulo-me com esse gigante da imprensa democrática, O Estado de S. Paulo, que dá lições de ética e altivez, tão necessárias em outros setores da vida pública e da vida privada brasileiras. Continuem a orgulhar o povo paulista com seu destemor e combatividade. Sem imprensa livre não há democracia.

JOSÉ RENATO NALINI, secretário-geral da APL

jose-nalini@uol.com.br

São Paulo

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A Usiminas felicita o Estado por seu 136.º aniversário de fundação. Ao longo de todos esses anos, o Estadão construiu sólida reputação, oferecendo diariamente não apenas um amplo espectro de informações, mas também elevada qualidade editorial e valiosa prestação de serviços aos brasileiros. Esses três pilares, além de sustentarem a forte credibilidade de um dos veículos mais tradicionais da imprensa brasileira, contribuem decisivamente para a consolidação dos valores da cidadania entre seus leitores. Certos de que essa trajetória de sucesso continuará sendo longa, cumprimentamos o Estadão pelo brilhante exercício de um jornalismo ético, responsável e democrático.

MARIA LÍGIA C. REIS DUTRA, diretora de Comunicação Corporativa

mligia.dutra@usiminas.com

Belo Horizonte

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"Dilma que se cuide: Marcela Temer 2014!"

FLORISVALDO CARDOZO BOMFIM / IGARAPAVA, SOBRE A SUCESSÃO

floriscbomfim@bol.com.br

"Cinco dias se passaram e eu ainda não acredito. Belisquem-me, por favor..."

JOSÉ EDUARDO VICTOR / JAÚ, SOBRE A SAÍDA DE LULA DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA

je.victor@estadao.com.br

"Aves da mesma plumagem voam juntas. Um é digno do outro. Lamentável!"

JOSÉ ROBERTO MARFORIO / SÃO PAULO, SOBRE A RAZÃO DE NÃO EXTRADITAR CESARE BATTISTI

bobmarforio@gmail.com

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TEMA DO DIA

Chávez incitou Bolívia a tomar Petrobrás

WikiLeaks revela que presidente venezuelano teria interferido em favor de Morales contra o Brasil

"A entrega de bandeja da Petrobrás foi um escândalo."

LUCIANA HONORATO

"Provavelmente Chávez influenciou, sim. Mas o mais incrível é que nosso país não fez nada para retomar."

MARIO CARLOS DE FREITAS

"O governo brasileiro soube lidar muito bem com a questão da Bolívia, visando a um objetivo maior e mais importante que é manter a integração entre os países latino-americanos."

MARCIO VIANA

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Cartas enviadas ao fórum dos leitores, selecionadas para o estadão.com.br

 

 

 

 

 

 

 

VALORES DÚBIOS

 

Nesta semana, o Twitter foi usado para pregar hostilidade e preconceito contra a "presidenta" Dilma Rousseff, governo e situação querem agora que sejam punidos os responsáveis pela propagação das mensagem difamatórias.

O uso dos meios de comunicação para a propagação da violência é a maior mostra da incompetência humana, que fez uso de um fruto da inteligência e a torna inútil. Os propagadores dessas mensagem certamente são pessoas de caráter chulo, abdicaram da boa índole, totalmente desorientados de um comportamento ético e humano.

As questões políticas ultrapassam as barreiras da humanidade quando partidários esquecem que por trás das bandeiras ideológicas existem pessoas que merecem ser respeitados. Antes mesmo de ser "presidenta", Dilma Rousseff merece ser respeitada por ser uma cidadã, pois todos merecem respeito.

Porém discordo da decisão do presidente Lula quanto à permanência no Brasil de Cesare Battisti, que é um criminoso. Se os que desrespeitaram Dilma devem ser punidos, Battisti também deve responder pelos seus atos, ou teremos distinção de valores pela parte interessada. Espero que nossa "presidenta" Dilma, que tem em suas mãos a decisão sobre Batistti e de outros casos, faça vale o que é coerente

Wesley Machado Fucciolo weslleymachado@hotmail.com

Bauru

 

 

 

 

 

 

 

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OS ABACAXIS QUE LULA DEIXOU

Sim, o sr. ex-presidente deixou vários abacaxis para a dona Dilma. Tirando as reformas que poderiam dar ao País um caminhar mais seguro nos anos vindouros, deixou esse abacaxi que é o caso Battisti. O homem foi acusado, processado, condenado em seu país e, em que pesem a várias maluquices de seu primeiro-ministro, a Itália merece o devido respeito. O tal Battisti, processado por vários crimes de morte (quatro no total), teve toda a oportunidade para se defender, mas preferiu fugir e não aceitar as consequências de seus atos. Agora temos um problema diplomático, culpa não só do sr. Lula, como também do STF, que ao julgar a extradição deveria tê-lo mandado logo embora. Falhou o Supremo, pois estava na cara que o sr. Lula negaria a extradição, como negou. O Supremo, ao dizer que o presidente teria a última palavra, inviabilizou a extradição e fugiu às suas responsabilidades, como fugiu o sr. Lula, que ao não permitir a extradição deixou o imbróglio nas mãos de Dilma, que vai amargar as queixas, com razão, do governo italiano. O sr. Lula deixou as tarefas que lhe competiam como presidente para outros, fugiu para o seu apartamento e vai dizer que o problema é do Supremo e da Dilma. Porca miséria, como diriam os italianos, nosso presidente deixou a Dilma em situação difícil e constrangedora. Agora é relaxar e gozar, como diria a Marta, e esperar que o Supremo resolva de uma vez por todas esse abacaxi que o Lula (o "cara") deixou. Espero que esse episódio sirva de lição para a nova presidente e que ela não fuja de suas responsabilidades. Oxalá que o governo dela seja mais pragmático e não se meta em confusões.

Antonio Alberto antonioalberto1@hotmail.com

São Paulo

 

 

 

 

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PROTESTO

 

 

Parabéns aos italianos pelo protesto. E vergonha pelas decisões do Brasil.

Cícero Sonsim c-sonsim@bol.com.br

Nova Londrina (PR)

 

 

 

 

 

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OGGETTO: BATTISTI

 

 

Aconselho ao Osama bin Laden pedir asilo político no Brasil. Se for capturado pelos americanos, corre o perigo de ser processado e condenado à pena capital.

Bruno Fucci bsfucci@yahoo.com

São Bernardo do Campo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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A FALTA DE RAZÕES NO CASO BATTISTI

 

 

 

O tratado bilateral de extradição estipulado entre Itália e Brasil em 17 de outubro de 1989, em seu artigo 3.º diz claramente: a extradição pode ser negada somente quando a parte exigida possui sérias razões para crer que a pessoa solicitada será submetida a atos persecutórios ou discriminatórios por motivos de raça, religião, sexo, nacionalidade, língua ou de opiniões políticas ou de condições pessoais ou sociais, ou que a situação da dita pessoa corra o risco de ser agravada por um dos elementos citados. A norma implica um juízo que aceite e demonstre a probabilidade, e não a possibilidade de persecução. O novo ministro das Relações Exteriores, sem encontrar melhores justificativas, reafirma orgulhosamente que se trata de uma decisão soberana, assim como foram soberanas todas as decisões tomadas por Hitler.

 

 

 

 

 

Franco Magrini framagr@ig.com.br

Cachoeira Paulista

 

 

 

 

 

 

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SALSEIRO DIPLOMÁTICO

Uma vez feito este salseiro diplomático de não extraditar o italiano "criminoso e condenado" na Itália, pelo Lula, não vejo por que, o governo brasileiro deva continuar mantendo-o preso, ou seja, agora só falta liberá-lo e lhe oferecer proteção 24 horas por dia, até quando ele queira ou achar outro país para lhe ofereça as mesmas vantagens e mordomias que aqui tem. Como não se conhece nenhum outro que tenha brechas e falhas na Justiça como o nosso, acredita-se que ele não saia mais daqui.

 

 

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

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ALVARÁ DE SOLTURA

 

 

Se o STF conceder o alvará de soltura A Cesare Battisti, não vai faltar mais nada, só precisará confirmar onde vai morar, se em São Bernardo do Campo, Porto Alegre ou em lugar incerto e não sabido (foragido). Com certeza já deve saber que em nosso país bandidos e assassinos gozam de diversas regalias. Dentre elas, o salário-reclusão - será que foi pago? E até indenizações, afinal, ninguém é de ferro!

 

 

Luiz Dias lfd.silva@uol.com.br

São Paulo

 

 

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SUPOSIÇÃO LIBERTADORA

Para justificar a libertação do italiano Cesare Battisti, a AGU baseou-se na "suposição" de que o condenado pela Justiça italiana poderia vir a sofrer um agravamento de sua situação no cumprimento da pena.... Todavia, não esclareceu em que, como, de que forma seria esse "suposto" agravamento. Diante desse fato, peço ao digníssimo titular da AGU, ou a quem de direito, que esclareça à Nação quais seriam os possíveis e eventuais atos concretos de "agravamento de sua situação".

 

 

José Carlos Costa policaio@gmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

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E OS LADRÕES DE GALINHA...

Centenas de milhares de presos pobres no Brasil, praticantes de delitos menores, amontoam-se em masmorras fétidas que são verdadeiras "faculdades do crime", enquanto já poderiam estar soltos se não fossem desprezados pelo poder público, que despreza também a Constituição federal ao ser indolente na criação e manutenção das Defensorias Públicas, que são instituições essenciais à função jurisdicional do Estado, principalmente na salvaguarda dos direitos desses encarcerados.

Pois bem, o terrorista italiano Cesare Battisti, que foi condenado à prisão perpétua na Itália sob a acusação de ter cometido quatro assassinatos e atualmente se encontra preso no Brasil, foi privilegiado com uma negativa de extradição que lhe permitirá dentro em breve viver liberto em terras brasileiras.

Essa aberração jurídica - perpetrada sorrateiramente pelo ex-presidente Lula - é mais uma afronta aos presos brasileiros que já poderiam estar soltos se dispusessem de um número adequado de defensores públicos.

Ao terrorista estrangeiro assassino, tudo. Aos "ladrões de galinha" nacionais, nada.

 

 

 

 

 

Túllio Marco Soares Carvalho tulliocarvalho.advocacia@gmail.com

Belo Horizonte

 

 

 

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EXTRADIÇÃO POLÊMICA

O último ato do então presidente da República Luíz Inácio Lula da Silva, e um dos mais polêmicos, sem sombra de dúvidas, foi a decisão de manter em solo brasileiro o italiano Cesare Battisti.

Notável parecer encomendado por Lula à Advocacia-Geral da União, para justificar a manutenção do "ex-terrorista", teve sua tese jurídica baseada no tratado de extradição assinado em Roma em 1989 pelos dois países.

O artigo III do tratado embasou a permanência e, diz que: Casos de Recusa da Extradição. A Extradição não será concedida: e) se o fato pelo qual é pedida for considerado, pela parte requerida, crime político.

Animal político experiente, Lula pôs em xeque as relações entre os dois países por um marginal, alegando que as explosões e mortes cometidas por Battisti foram políticas.

Sanções comerciais e políticas estão sendo articuladas pela Itália, com grandes perdas para os brasileiros.

O que motivou Lula a se indispor com toda uma nação por causa de um terrorista?

Só o tempo vai dizer.

Saberemos em breve o que será reservado para nós por essa decisão equivocada de nosso popular ex-presidente.

 

 

 

Fausto Alves faustobentoribeiro@yahoo.com.br

Rio de Janeiro

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SOBERANIA

 

 

Se a Itália usar A sua soberania e cassar a cidadania italiana dos (Lula) da Silva, "eles" devolvem o Battisti?

 

 

 

Tania Tavares taniatma@hotmail.com

São Paulo

 

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ASILO AO CELERADO

A sra. Marisa Letícia, salvo engano, é cidadã italiana, na plenitude de seus direitos. Como terá ela recebido a decisão de seu marido, que vilipendiou aquela nação, sob argumentos inaceitáveis por quem tenha um mínimo de bom senso?

Eduardo Menezes Serra Netto decimoserranetto@uol.com.br

São Paulo

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‘LULA ABRIGA O CRIMINOSO’

O parecer jurídico da AGU sobre o caso Batistti encomendado pelo Lula para justificar uma decisão já tomada, com bem disse o Estadão em seu editorial de 3/1 (A3)e, é uma afronta à inteligência dos brasileiros.

Mestre em se safar dos malfeitos de seu governo através de blagues e sofismas, neste caso, acuado pela ambígua decisão do STF, Lula se valeu de um oportunismo de última hora, indigno de uma nação soberana.

É patente que não é uma decisão de uma nação, mas de um grupo de ex-extremistas capitaneados pelo Tarso Genro, que se valeu de uma característica do ex-sindicalista Lula de se solidarizar com os seus "cumpanheiros" mesmo que seja por uma causa ilícita.

Somente um ingênuo desinformado e incapaz de discernir sobre esta questão poderia acreditar que se trata de decisão de uma nação.

Os integrantes do governo se apressaram em propalar a soberania brasileira para justificar a sua infeliz decisão.

Soberania se faz com decisões firmes, mas coerentes.

Pelo menos, estes mesmos que se solidarizaram com o criminoso e ao mesmo tempo entregaram atletas do bem a governos do mal, no caso dos cubanos, não conseguiram calar a imprensa, e ainda podemos protestar.

 

 

 

 

Manoel Sebastião de Araujo Pedrosa link.pedrosa@uol.com.br

São Paulo

 

 

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SERVIÇO COMPLETO

Se Lula ficasse mais algum tempo no poder, possivelmente, após a soltura de Cesare Battisti, daria um jeitinho de arrumar um empreguinho para S. Exa. - o transgressor italiano - em algum Ministério ou estatal. Assim o serviço estaria completo...

 

 

 

David Neto drdavidneto@uol.com.br

São Paulo

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FALTA DE TATO

Depois de afirmar que antes do término de seu mandato resolveria alguns "abacaxis" pendentes para não deixá-los à sua sucessora, em assombrosa falta de tato o agora ex-presidente Lula se recusou a extraditar o criminoso Cesare Battisti, causando um incidente diplomático com a Itália totalmente desnecessário. Esse fato veio coroar negativamente a já péssima imagem do País no quesito relações exteriores. Qual o custo-benefício dessa insólita atitude? Uma incógnita, com certeza! Espero que isso mude com a nova presidente.

 

 

 

 

 

Jayme Sarmento Correa jayme.correa@yahoo.com

São Paulo

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SUGESTÃO AOS ITALIANOS

Para que os italianos pudessem entender melhor que motivos levaram Lula a manter no Brasil Cesare Battisti, em especial as quatro famílias que tiveram seus entes assassinados na Itália pelo queridinho do agora ex-presidente, seria recomendável que o Ministério das Relações Exteriores da Itália trouxesse as famílias das vítimas e as mandasse direto para São Bernardo, onde receberiam as devidas explicações sobre a inacreditável decisão. Quem sabe Lula tenha uma boa explicação para dar às famílias que justifique os crimes cometidos pelo serial killer italiano que tanto defendeu? Nada como colocar frente as frente as partes interessadas.

Peter Cazale pcazale@uol.com.br

São Paulo

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ESQUIZOFRENIA

Isso mesmo, Lula, Dilma, PT e agora o novo/velho (é tudo igual) ministro da Justiça, Eduardo Cardozo, continuem a desafiar o sentimento e o orgulho do povo italiano em relação a Cesare Battisti, a Justiça e a estragar a linda história que temos de amor e amizade com aquela nação amiga, justo agora que a Itália comemora seus 150 anos de unificação!

Vocês conseguiram a façanha de juntar por lá esquerda, centro e direita, quem gosta e quem não gosta de política, e ainda por cima sujar a imagem do Brasil no exterior, hoje tida como nação-refúgio para criminosos do mundo todo.

Agora, aguentem!

Errar é humano, insistir no erro é mesmo coisa de petistas ideologicamente esquizofrênicos...

Paulo Boccato pofboccato@yaoo.com.br

São Paulo

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SUPLICY E BATTISTI

Sempre abominei aqueles filmes onde o bandido fugia para o Brasil. Eram ficção, mas desmereciam o meu, nosso país, tratando-o como coiteiro. Desde o caso daquele inglês que viveu até quase seus últimos dias por aqui, a ficção se tornou realidade e agora, mais do que nunca, estamos totalmente desacreditados como país sério, tendo em vista que ao apagar das luzes de seu desgoverno o cidadão italiano Luiz Inácio da Silva deu guarida a mais um criminoso. Não é surpresa para quem confraterniza com os piores ditadores do planeta e ainda faz pouco caso das vítimas desses governos.

O que causa espécie é vermos um senador da República (desta feita na Folha de S.Paulo), descendente da nobreza italiana, defender, ferrenhamente - chegando a passar reprimenda ao primeiro-ministro italiano -, ao recomendar leitura, com atenção, do parecer das sumidades da Advocacia-Geral da União, para compreender e respeitar a correta decisão do ex-presidente.

Está mais do que claro que existem mais mistérios no âmago dessa República sindicalista do que possamos imaginar!

Ou tudo aquilo que está disponível nos sites italianos, inclusive entrevista do filho de uma das vítimas que presenciou, ainda menino, o assassinato de seu pai, é ficção?!

 

 

 

Aparecida Dileide Gaziolla rubishara@uol.com.br

São Bernardo do Campo

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CANETA E VOTO

 

 

É justa a revolta contra a não extradição do Cesare Battisti. Faço coro com os protestos. Um deles falava de abrigarmos assassino no País. É apenas mais um, e no governo tem até piores, que cometem o mesmo crime, só com a caneta, assinando medidas provisórias ou decretos. O Congresso também está cheio, cuja arma não é de fogo, é o voto, com efeito mais devastador.

 

 

 

Panayotis Poulis ppoulis@ig.com.br

Rio de Janeiro

 

 

 

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RANÇO

 

Foi um gesto covarde negar a extradição do assassino condenado Battisti no último dia de mandato. Covarde e inexplicável, com cheiro de "ranço" da esquerda retrógrada, que não evoluiu com o passar das décadas. Será lembrado pela Itália e pela colônia italiana.

 

 

 

 

 

Ricardo M Guerrini irgguerrini@uol.com.br

São Paulo

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BANDIDOS UNIDOS

 

 

 

 

Venham todos para Brasil.

Mordomias como a dos outros 600 que emporcalham Brasília.

Bandidos unidos jamais serão vencidos.

A não ser à bala.

José Luiz Tedesco wpalharini@uol.com.br

Presidente Epitácio

 

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DEPORTAÇÕES DESIGUAIS AOS DESIGUAIS

 

 

 

Battisti, ora! É apenas um (julgado) assassino foragido. Boxeadores cubanos? Ora! Discordavam de Fidel, amigo do peito do "cara". Ainda há tempo para uma atitude do novo governo, de quem o povo brasileiro tanto espera.

 

 

 

Flávia de Castro Lima lgcastrolima@uol.com.br

São João da Boa Vista

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CHAVE DE CHUMBO

 

Ao bom e fiel estilo sem caráter que sempre pautou a conduta do Lula quando o assunto é delicado, deixou para decidir sobre a extradição do criminoso comum Battisti na 25.ª hora do seu (des)governo, certamente sob a expectativa de que a mídia, voltada para a cobertura da posse da dona Dilma, deixasse o assunto no esquecimento. Mais uma vez subestimou o senso comum do cidadão brasileiro, talvez pensando só naqueles que votam no PT.

Na verdade, agiu covardemente, pois deixou o "pepino" para a dona Dilma resolver. Não teve coragem de enfrentar a Itália, ou agiu de extrema má-fé, pois sabia que o novo ministro da Justiça era a favor da anistia para o criminoso, e aí o problema volta ao SFT, ou finalmente "virou as costas" para a situação e seja o que "Deus quiser". Aquilo que já era mancha na sua biografia como o governo mais corrupto que o pobre Brasil já teve acabou sendo mais borrado com essa... Acorda, Brasil, 2014 já está aí!

 

 

 

 

Carlos Benedito Pereira da Silva advcpereira@hotmail.com

Rio Claro

 

 

 

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SENTIDO OPOSTO

 

 

Eis uma oportunidade para Dilma demonstrar que veio para fazer política diferente da de seu tutor. Os 13% dos descontentes com o governo Lulla admirá-la-ão se Cesare Battisti, em suas mãos, tiver o destino que merece: cumprir prisão perpétua na Itália. Que assim seja. Que todas as suas ações e decisões sejam no sentido oposto ao das muitas equivocadas, demagógicas, antiéticas e egocêntricas de seu antecessor, para o amadurecimento da consciência coletiva de nosso povo e inserção do Brasil no Primeiro Mundo.

 

 

Carlos Leonel Imenes climenes@ig.com.br

São Paulo

 

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RESÍDUOS FILOSÓFICOS

Não conceder a extradição desse criminoso condenado por quatro assassinatos na Itália, sob a alegada suspeita de ele poder sofrer uma persecução política nesse país, é uma afronta a uma nação comprovadamente democrática e à sua legítima Justiça! Mais ainda, considerando a decisão do STF autorizando sua extradição! O contraste de ter deportado os atletas cubanos evidencia uma vez mais os resíduos filosóficos de Lula. Assim com seus abraços amistosos com os governantes de Cuba, Irã e Venezuela, equivalente a um beijo a Kim Jong-II, de Coreia do Norte.

 

 

Pablo L. Mainzer plmainzer@hotmail.com

São Paulo

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O QUE NÃO SE DIZ SOBRE O CASO BATTISTI

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de posse de informações verdadeiras sobre o caso, deu a palavra final do Brasil a respeito da pretensão do governo Berlusconi de obter a cabeça do escritor e perseguido político Cesare Battisti para exibi-la como um troféu da mais retrógrada e intolerante direita europeia sobre os ideais de 1968. O pedido de extradição está definitivamente negado. O erro do presidente Lula foi manter por quatro anos no cárcere o nosso único preso político, para imensa vergonha de quantos juram nunca mais deixar que o País incida nos abusos de 1964-1985. A escritora, jornalista e antropóloga francesa Fred Vargas dispõe no seu blog apresentação documentada e animada em Power Point de todos os passos fraudulentos dados pela Justiça italiana no julgamento de Battisti, inclusive procurações falsas para advogados que Battisti jamais constituiu. A Itália nunca julgou de forma democrática os grupos da ultraesquerda: torturas e distorções jurídicas estão fartamente documentadas, inclusive em sucessivos relatórios da Anistia Internacional. Há provas de que o serviço secreto italiano inclusive tramou o assassinato de Battisti no Brasil.

Apóllo natali apollo.natali2@gmail.com

São Paulo

 

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LIXÃO

Com a decisão tomada para Battisti nos tornamos depósito de mais esse tipo de sucata também.

Miguel Pellicciari emepe01@uol.com.br

Jundiaí

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PARA QUE SERVE?

 

 

O leitor sr. Claudemir de Grecci confessa, no Fórum dos Leitores, não entender a decisão de Lula referente ao assassino italiano Cesare Battisti, já que, pergunta, de que serve esse homem para nós? Na verdade, caro leitor, para nós a sua permanência no Brasil foi o último desserviço e afronta que Lula acintosamente nos prestou, pois Cesare Battisti só serve mesmo como troféu da esquerda nacional e internacional a ser esfregado na cara daqueles que tanto labutaram pela sua justa extradição. Serve também para pontuar a questão de que, daqui para a frente, teremos de engolir o sapo da impunidade de muitos criminosos neste Brasil ufanista e quimérico do PT.

 

 

 

Mara Montezuma Assaf montezuma.fassa@gmail.com

São Paulo

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O IMBRÓGLIO CRIADO PELO MINISTRO DA JUSTIÇA

 

 

 

No mérito, somos plenamente favoráveis à extradição de Battisti, assim como a jamais conceder asilo político a terroristas, que têm uma concepção funesta da vida social e, por isso mesmo, não se podem valer de um de seus mais importantes institutos, que formam a argamassa humanitária do direito das gentes. Não se trata de saber se os crimes praticados por Battisti foram comuns ou políticos. Admita-se que foram políticos. Ainda assim, o asilo concedido por Tarso Genro foi injurídico, porquanto os tratados internacionais referentes ao tema, e especificamente o Brasil-Itália, excepcionam expressamente do benefício os atos terroristas.

A lógica terrorista é canhestra e desumana. O atentado terrorista não é produto de irreflexão ou de momentos cegos que obnubilam temporariamente a razão. Seu princípio motivador consiste em que "todos são culpados pelo que aí está" e, portanto, todo ato que abale essa platitude fraudulenta de uma paz fictícia da "vida burguesa" é válido. Na sociedade de classes injusta e perversa não há paz, mas uma guerra surda, e o terror traz à superfície esse estado de coisas, que é o real. Transformar a sociedade segundo as leis democráticas é uma utopia. Portanto, lancemos bombas e não nos preocupemos com a morte de ninguém, ainda que inocentes. "Ninguém é inocente", bradou Ravachol ao bombardear o Café de La Paix, em Paris, esmigalhando os fregueses. O mesmo deve ter pensado o insano que explodiu o Teatro Liceo, de Barcelona, durante uma ópera.

E se o terror gera a contrapartida da violência estatal, tanto melhor. O sistema fica nu. Sua violência disfarçada é posta em evidência e a hipocrisia se desfaz. Daí por que esses atos nefandos são praticados mais contra as democracias do que contra as ditaduras. Vide o ETA, que recrudesceu seus ataques depois do regime franquista.

Ora, como reagirem as democracias a esses seres ensandecidos? Exercitando o mesmo raciocínio, empregando a violência e desprezando as leis, é dizer, fazendo o jogo por eles desejado? Evidentemente que não. A legítima repressão deve ser exercida rigorosamente nos quadrantes da lei, para que o valor que reverenciamos prevaleça sobre o desvalor abraçado por esses grupelhos, felizmente, minoritários.

Aí é que surge o imbróglio. Bem ou mal (mal, a nosso ver), o Ministro da Justiça de Lula concedeu asilo político a Battisti. Esse ato é discricionário. É exclusivo do Poder Executivo, e essa regra procedimental não pode ser desprezada. É indene ao controle do Poder Judiciário. Se assim não for, o asilado de hoje poderá ser o extraditado de amanhã. Nesse aspecto, o voto do ministro Peluso foi vencido no STF, em que pese o esforço incurial feito pelo ministro para contornar o princípio. E é por isso que o Supremo não decidiu, mas remeteu o problema ao presidente da República, considerado a única autoridade competente para dar a última palavra em matéria de asilo político, cuja concessão prejudica o processo extradicional. E o fez em questão de ordem, preclusa. Assim, não vemos como possa o Supremo, num tateio estranho ao Direito Processual, voltar a decidir o que já foi decidido, sem arranhar nosso sistema legal.

É absolutamente compreensível a indignação generalizada. Os advogados, promotores e juízes estão mais acostumados a sublimar a indignação, inafastável do espírito quando uma norma de processo prepondera sobre a de direito material. Todavia não há outro caminho, por mais que este seja espinhoso. E só há um responsável por esse pesadelo jurídico. Chama-se Tarso Genro.

 

 

 

 

Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

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MISTÉRIO

 

 

 

 

É um mistério por que nosso ex-n.º 1, no último dia do seu mandato, criou um problema internacional para o Brasil , e não somente com a Itália, mas com todo o mundo civilizado, mostrando que não respeita, sob alegações ridículas, tratados internacionais.

Não foi suficiente o desgasto com o tácito apoio ao regime do Irã nos seus desrespeitos aos direitos humanos, o apoio a regimes como os de Cuba, Venezuela, Bolívia (que deu um pé na b... do Brasil no episódio Petrobrás, sem resposta à altura).

Que Tarso Genro emita parecer mentecapto é compreensível, mas Lula estar queimando os eventuais desejos de ter um papel no cenário internacional é menos compreensível, além de prejudicar o Brasil. Não extraditando um criminoso somente perde. A troco de quê?

 

 

 

 

Jacques Pennewaert jacques.pennewaert@terra.com.br

São Paulo

 

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DESPOLÍTICA EXTERNA

 

 

 

Com todos os lapsos da política externa, durante os oito anos de desgoverno do ex-Lulla, nada como terminar como governou: com mais uma prepotência...

 

 

 

Carlos Roberto Gomes Fernandes crgfernandes@uol.com.br

Ourinhos

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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INDEPENDÊNCIA DO JUDICIÁRIO

 

 

 

Felizmente, a maioria do povo brasileiro repudiou a iniciativa do ex-presidente Lula de, covardemente, não extraditar o criminoso Cesare Batistti, passando por cima da intenção do Supremo Tribunal Federal, que, diga-se de passagem, foi temerária, ao condicionar a extradição à vontade do chefe da Nação, pondo fim à independência do Judiciário.

Quero registrar a indignação da maioria dos brasileiros, que repudia a forma generosa como são tratados terroristas, baderneiros, sanguessugas, mensaleiros, etc., em detrimento daqueles que trabalham e acabam bancando essa farra cometida pela corja que foi detentora do poder nos últimos oito anos.

Espero que o Supremo Tribunal Federal possa corrigir essa distorção, para restabelecer a independência do Judiciário e não fique a impressão de que esse Poder fundamental para a democracia esteja sendo manipulado pelo Poder Executivo.

 

 

 

 

 

 

Orlando Beretta

Votuporanga

 

 

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ATO COVARDE

 

 

 

Em ato que envergonha a todos nós, brasileiros, o ex-presidente Lula, no último instante, indultou o sr. Battisti. Independentemente de ser esse ato uma afronta, que nos coloca como o paraíso de marginais, o pior foi a forma como foi feito, procurando fugir da repercussão, no fim do mandato e na passagem do ano, como se procurasse ocultar-se nas sombras. Típico dos covardes.

 

 

 

 

 

Mauricio Nobre Mendes e Vania Nobre Mendes mauricionobre@dimem.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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FUNDAMENTOS

 

 

 

Battisti foi julgado e condenado pela Justiça italiana, mas o Lula acreditou que a Justiça brasileira sabe mais... O que ele nunca soube, nem se interessou em saber, é que a base de todo o Direito no Brasil é o Direito Romano!

 

 

 

Gilberto Dib

São Paulo

 

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DESRESPEITO ÀS LEIS

 

Não ficaria nada surpreso se o primeiro-ministro Silvio Burlesconi (desculpem o trocadilho) mandasse cancelar a cidadania italiana da dona Marisa Letícia e de seus filhos pelo desaforo de Lula manter aqui um criminoso condenado pela Itália, com status de refugiado político. Por um pedido de asilo mal executado (abandono de delegação), o homem do "nunca antes neste país" mandou dois boxeadores cubanos de volta para casa, presos. Realmente, aplicando vários pesos e inúmeras medidas, inclusive as provisórias, nunca antes neste país se viu tanto desrespeito às leis por um homem só.

 

 

Geert J. Prange prange@sul.com.br

Paranaguá (PR)

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TRISTE DESPEDIDA

A Advocacia-Geral da União (AGU) disse a Luiz Inácio Lula da Silva que a extradição do ex-ativista Cesare Battisti, condenado por quatro assassinatos, colocaria sua vida em risco, como se a Itália fosse uma ditadura, um país sem lei. O pior é que ele acreditou. Porém esse mesmo cuidado ele não demonstrou quando seu ministro da Justiça mandou prender os atletas cubanos, que não haviam cometido nenhum crime, e sumariamente os entregou à ditadura suja dirigida por seu ídolo, Fidel Castro, há 50 anos. Está se tornando vergonhoso para o cidadão, em viagem ao exterior, declarar que é brasileiro.

Humberto de Luna Freire Filho hlffilho@gmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

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BATTISTI x APOSENTADO

Num passado um pouco distante, durante o regime militar, que tantos insistem em classificar de ditadura, requeri minha aposentaria ao INSS. Passado o tempo, veio a dita democracia e de aposentado fui transformado em indigente do INSS - recebo todos os meses uma esmola. Nesse imbróglio criado por Lula com Cesari Battisti, tive oportunidade de ver nos jornais seu apartamento, isto é, sua cela com todas as mordomias. Assim, só por curiosidade para poder entender, gostaria de saber quanto custa ao governo, por mês, esse marginal italiano. É só para entender e fazer uma comparação com o quanto eu custo ao governo, já que sou possuidor de um atestado de bons antecedentes emitido pela Polícia Federal.

João Roberto Gullino jrgullino@oi.com.br

Petrópolis (RJ)

 

 

 

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QUE MEDO!

 

 

 

É assustadora a adoração que os membros do governo Dilma têm por Lula da Silva. Gilberto de Carvalho diz que morreria por ele, Miriam Belchior fala que "ele continuará nos guiando". Longe de comover, falas assim, vindas de quem vêm - dois envolvidos na morte de Celso Daniel - são de meter medo.

Maria Cristina Rocha Azevedo crisrochazevedo@hotmail.com

Florianópolis

 

 

 

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PASSIONE

 

Não sei por quê, mas quando vi a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, chorando a morte de seu ex-marido Celso Daniel, eu me lembrei da Clara da novela Passione chorando a morte do Totó!

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

 

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LÁGRIMAS DE CROCODILO

 

 

Muito comoventes as lágrimas da sra. Miriam Belchior ao lembrar Celso Daniel. Só que a turma de Santo André ajudou, e muito, a ocultar os verdadeiros fatos sobre sua morte.

Em troca foram beneficiados pela cúpula nacional do PT. Desde a posse de Lulla em 2003, ela, Gilberto Carvalho e outros sempre foram galgados a altos cargos no primeiro e segundo escalões. Uma razoável recompensa em troca do silêncio.

Moyses Cheid Junior jr.cheid@gmail.com

São Bernardo do Campo

 

 

 

 

 

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IRMÃO CAMARADA

 

Na CPI dos Bingos, em 2005, Gilberto Carvalho iniciou seu depoimento atacando violentamente os "falsos" laços de amizade que uniam a família Daniel. Bruno, o irmão caçula de Celso Daniel, com simplicidade, destruiu a estratégia montada e, no final da sessão no Senado, a arrogância inicial transformou-se em pânico quando o senador Álvaro Dias leu trechos dos diálogos entre Sérgio Sombra e o ministro de Lula. E qual foi a reação do presidente da República? "Gilbertinho, vamos tomar uma cachacinha para esquecer essas coisas e vamos tocar a vida pra frente."

 

 

 

 

Helena Rodarte Costa Valente helenacv@uol.com.br

Rio de Janeiro

 

 

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COMISSÃO DA VERDADE

 

 

 

Nem bem começa um novo governo, já vem ministro (ministra) voltar ao mesmo tema: vítimas da ditadura militar. Não vejo nada de mais na criação de tal Comissão da Verdade, desde que possa mostrar realmente todas as verdades.

Crimes praticados por torturadores militares, mas também pelos terroristas da época. Excessos dos órgãos de repressão, mas também os atentados criminosos praticados pelos chamados "grupos de esquerda", alguns destes últimos treinados em Cuba, em Angola, na Argélia ou por militares

desertores. Aproveitando a mesma comissão, não custa nada avançar no tempo e mostrar as verdades nos casos da morte de Celso Daniel, mensalão, caso Erenice, aloprados, etc. Espera-se ainda que não queiram mudar a História, reescrevendo as biografias de alguns, tornando-os heróis ou mártires.

Ah, e o mais importante! Antes de tudo, a comissão deve fazer com que todos os beneficiários da bolsa-ditadura devolvam os quase R$ 5 bilhões recebidos até agora, mostrando que os "perseguidos de ontem" não se deixaram vender. Por que todos os brasileiros devem pagar a conta?

 

 

 

 

Éllis A. Oliveira elliscnh@estadao.com.br

Cunha

 

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MARIA DO ROSÁRIO

 

 

 

A senhora não pode esquecer, na Comissão da Verdade, dos seguintes fatos: bomba no Aeroporto de Guararapes em 25 de julho de 1966, onde morreram duas pessoas, uma perdeu quatro dedos e outra, uma perna, e mais 12 pessoas feridas; também os assaltantes de bancos onde foram roubados US$ 3,8 milhões; quem fez mais de 40 atentados a bomba, sequestrou oito aviões, quadro diplomatas. Também deve falar quem matou as seguintes pessoas: Mario Kosel Filho e Alberto Mendes Junior. Podem contar quem matou, quem soltou bombas e quem roubou? A história conta 1.341 pessoas torturadas, o Tribunal de Haia devia ver em Cuba mais de 10 mil presos políticos ou na antiga Iugoslávia, nas guerras de independência, quantas mortes. Pode me responder qual democracia iriam instalar aqui? A nossa atual ou a de Cuba.

 

Roberto Tavares robertocps45@hotmail.com

São Paulo

 

 

 

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CASTIGO

Comissão da Verdade: penitência verdadeira é ouvir a ladainha da Maria do Rosário!

 

 

A. Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

 

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DISTORÇÃO DA VERDADE

 

A recém-empossada na Secretaria dos Direitos Humanos, Maria do Rosário, precisa começar seu trabalho submetendo seu discurso de posse à Comissão da Verdade.

Sua afirmação de que os guerrilheiros arriscaram a vida em favor da democracia é uma clamorosa distorção da verdade. Nenhum guerrilheiro lutou pela democracia. Seu sonho na época, e para muitos ainda hoje, era com outra ditadura, como a que existe em Cuba, no Irã, e outras.

Comissão da Verdade? Que verdade? Quem é o dono da verdade?

Sem dúvida, mais uma escolha equivocada da "presidenta" Dilma.

 

 

 

Celso Battesini Ramalho leticialivros@hotmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

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DIREITOS HUMANOS

A nova ministra dos Direitos Humanos dizer que "no Brasil de hoje, no Estado brasileiro, não há qualquer instituição contra a democracia" -- discordo completamente... Uma vez que temos no STF a principal instituição que não respeita a nossa Constituição, retirando-nos o direito à informação ao proibir o Estadão de publicar informações sobre a Operação Boi Barrica, que a Polícia Federal investiga, (ou investigava), relativas a irregularidades que Fernandinho Sarney praticava, mas, como é filho de José Sarney, presidente do Senado e amigo de um desembargador em Brasília, conseguiu essa proeza. A Nação quer ser informada! Afinal, os ministros do STF, talvez por incompetência, por não serem concursados, mas indicados por apadrinhamento, estão interpretando muito mal a nossa Constituição, favorecendo corruptos e ameaçando a democracia brasileira.

 

 

 

Alberto Nunes albertonunes77@hotmail.com

Itapevi

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HUMANOS DIREITOS

 

 

 

Esperamos que, na Comissão da Verdade que a Ministra Maria do Rosário quer implantar no plano dos direitos humanos, esteja incluído o reconhecimento dos humanos direitos.

 

 

 

Elaine Navarro elainenavarro.pa@hotmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

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REVANCHISMO TEIMOSO

 

 

 

A recém-empossada ministra dos Direitos Humanos, em seu discurso de posse no estreante novo governo da República, acabou disparando o primeiro petardo do revanchismo teimoso contra os militares remanescentes dos extintos governos militares, quase todos morando na Casa de Deus e uns poucos sobreviventes na faixa dos 85. A jovem sra. ministra quer dar vida à sinistra Comissão da Verdade.

A medida, além de irresponsável, e juntamente com a recente decisão da Corte Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA) obrigando a nossa Justiça a acionar as nossas Forças Armadas para localizar os despojos dos subversivos mortos na campanha do Araguaia e punir os militares responsáveis pelas suas mortes, fere os princípios legais da soberania nacional brasileira.

O Supremo Tribunal Federal já se manifestou sobre a matéria, considerando a Lei da Anistia (n.º 6683/79), promulgada pelo governo João Figueiredo, legal e justa para os dois lados da questão, os sublevados e as forças legalistas.

Vamos levantar alguns aspectos de procedimentos de campanha dos militares referentes à defesa interna. O princípio basilar dos militares das Forças Armadas é a hierarquia e a disciplina, quando eles juram "cumprir as ordens dos superiores (...) e defender a Pátria com o sacrifício da própria vida". Nada é feito aleatoriamente. Nesse cumprimento de ordens, um combatente que vai para a guerra só pensa em defender e morrer pela Pátria. Até a família é relegada a segundo plano. Quando o militar morre em combate, não se culpa ninguém. A família recebe a pensão militar, que é dinheiro descontado do próprio soldo do falecido para um fundo administrado pelo governo. É assim que a coisa funciona. Os combates do Araguaia foram guerra de defesa interna, até que se prove o contrário.

 

 

 

 

José Batista Pinheiro batistapinheiro30@yahoo.com.br

Fortaleza

 

 

 

 

 

 

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TORTURA E PUNIÇÃO

A respeito do artigo do sr. Paulo Sotero (3/1, A2), suas razões são compreensíveis. Acho, porém, que foi esquecido o principal. Nas atuais condições, em nome da Justiça, quaisquer punições que venham a ser impostas devem atingir todos, TODOS, sem exceção, aqueles que cometeram atrocidades, por todas as formas de tortura - físicas, mentais, morais, etc. -, porque qualquer punição unilateral - como transparece na recomendação da OEA - acarretaria um futuro julgamento dos juízes.

 

 

 

 

Paulo Braun paulobraun01@gmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

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HORA DE UNIÃO

 

 

 

Ex-terroristas instalados no novo governo querem, a todo custo, implantar a Comissão da Verdade, passados tantos anos da anistia "ampla e irrestrita". Agora é hora de união de todos os brasileiros de bem, sendo inconcebível um retrocesso no processo que permitiu a redemocratização do País. Para o Brasil não é salutar nenhum tipo de revanchismo. Lembrem-se os afoitos idealizadores do PNDH-3 que atos terroristas cometidos contras nossas Forças Armadas durante o regime militar, como o brutal assassinato do soldado Mário Kozel Filho, deverão também ser alvo de minuciosa investigação, cujo resultado, levado ao conhecimento público, comprometerá de forma indelével altas autoridades constituídas. A verdade tem dois lados. Ao Brasil interessa a paz, para que revanchismos não constituam obstáculos no caminho do desenvolvimento de nossa Pátria.

 

Roberto Twiascho, rtwiaschor@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

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