Cartas - 06/07/2010

INFRAESTRUTURA

, O Estado de S.Paulo

06 Julho 2010 | 00h00

Salve-se quem puder

O setor produtivo está assombrado com os problemas de logística e infraestrutura do País. Eles são de toda ordem: no céu (setor de carga aérea é ruim), no mar (modernização e adequação dos portos não foi feita) e na terra (faltam ferrovias e boas rodovias). Na próxima safra será um salve-se quem puder jamais visto.

KLAUS BENVENUTO klausbenvenuto@gmail.com

Santo André

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Devemos manter o técnico?

Depois de oito anos de má gestão pública, não foi construída nenhuma hidrelétrica, nenhum porto, nenhum aeroporto, nenhuma rodovia ou ferrovia de grandes proporções, apesar de pagarmos os maiores impostos do mundo! Ao contrário, continuamos vítimas da dengue, da insegurança, do tráfico e assistimos ao maior espetáculo de corrupção, protagonizado pelos 40 mensaleiros do PT denunciados no STF. Devemos manter o técnico?

EUGÊNIO JOSÉ ALATI eugeniojosealati@yahoo.com.br

Campinas

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CAMPANHA ELEITORAL

Violação da lei eleitoral

A subprocuradora-geral da República, Sandra Cureau, declara que "não dá pra fazer milagre" (4/7, A14). É claro que dá. É só cobrar as violações em gordas fatias do horário gratuito ou pago. Dinheiro nunca foi problema para nossos sábios candidatos e governantes. E nunca será. Multa em dinheiro é garantia de impunidade.

EDUARDO ANHAIA LEITE edoardocampos@hotmail.com

São Paulo

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Dedo na ferida

O sr. José Serra e o comando de sua campanha deveriam tomar coragem e enfatizar que, não fosse o empreguismo, a incompetência e a falta de empenho nas reformas básicas, o governo que aí está, aproveitando o dinheirão que entrou no Tesouro, poderia ter feito muito mais, inclusive e principalmente, no social. Foram oito anos de blablablá para encobrir inércia e bobagens. Pôr o dedo na ferida é indispensável.

ANDRÉ C. FROHNKNECHT anchar.fro@hotmail.com

São Paulo

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PRECATÓRIOS

Execração pública

A propósito do editorial O CNJ e os precatórios (5/7, A3), é vergonhoso que o Estado anuncie constantes aumentos na arrecadação, e mesmo após a edição da PEC do Calote - essa vergonhosa emenda constitucional que vai contra todo o bom senso jurídico, além de ser imoral -, deixe de pagar os precatórios. Tenho um referente a 1999 (há mais de dez anos!) que está na fila e não anda, visto que este ano o Estado ainda não efetuou pagamentos. Onde está a Justiça? Ora, Justiça no Brasil é só para quem é rico, para os pobres, a imensa maioria da população, ela não existe e, se existir, é totalmente cega. A falta de providências do STF, do sr. governador do Estado e do sr. procurador-geral é vergonhosa e passível de execração pública.

JOSÉ RENATO NASCIMENTO jrns@estadao.com.br

São Paulo

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REVOLUÇÃO DE 32

Combate aéreo

Muito positiva a matéria A guerra de São Paulo pela democracia (4/7, C5), que mostra o valor e a participação paulista na História de nosso país, na qual é dada também uma informação histórica, para os adeptos da dialética estatística: a realização do primeiro combate aéreo nacional nos céus de Cruzeiro (SP), cidade onde me orgulho muito de ter nascido.

ANTONIO C. PEREIRA DA SILVA aclaudiops@uol.com.br

São Paulo

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9 de Julho

Até na bandeira São Paulo é o único Estado que leva o Brasil.

MIGUEL POLITI miguel.politi@uol.com.br

São Paulo

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Túnel e avenida

Ao brilhante texto de José de Souza Martins sobre o Túnel 9 de Julho (5/7, C6) adicionem-se duas idiossincrasias importantes da história da Avenida 9 de Julho: 1) O vale por onde hoje "corre" a avenida separava as duas partes da Avenida Paulista e foi preenchido pelos barões do café para permitir que se deslocassem para visitas aos colegas do "outro lado" com maior rapidez e facilidade; 2) e por mais estranho que pareça, foi inaugurada por ninguém menos que Getúlio Vargas...

ANTONIO CARLOS N. SCHNITZLEIN tonyschnitzlein@hotmail.com

São Paulo

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Desfile

O que se quer reduzindo o tempo do já pequeno desfile comemorativo do 9 de Julho? O que incomoda nesse desfile, que apenas procura manter vivo um pedaço da História de São Paulo? Em 9 de julho, principalmente hoje em dia, não se celebram ideologias, lutas de classe e coisas que tais, mas o sangue de paulistas e brasileiros derramado por ideais defendidos por São Paulo (além da Constituição, honra, coragem, verdade, qualidades cada vez mais distantes neste país de malandros). Tem toda a razão o leitor sr. Penna Trindade (29/6), diretor da Sociedade de Veteranos de 32 - MMDC.

SEVERINO J. DA SILVA silva.pretti@gmail.com

Rio de Janeiro

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INOVAÇÃO

Lei do Bem

Muito apropriado o editorial sobre a importância do estímulo à inovação (4/7, A3). A Lei do Bem tem papel fundamental no incentivo à inovação e a Unicamp, como líder na atuação pela inovação nas empresas, demonstra que não se podem atingir os objetivos almejados pelo País sem forte participação acadêmica. Em países com resultados positivos, como a Coreia do Sul, essa integração foi fundamental e este é um aspecto a ser muito aprimorado no Brasil, com políticas públicas e metas claras e objetivas.

PEDRO PAULO A. FUNARI, presidente da Câmara de Acompanhamento da Inova Unicamp

ppfunari@uol.com.br

Campinas

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COPA 2014

Ricardo Teixeira

Se o sr. Ricardo Teixeira, presidente da CBF, quer "sepultar" a geração atual de jogadores e quer um time mais jovem para 2014, deveria começar por ele mesmo "sepultando-se" imediatamente, para gáudio de todos os torcedores brasileiros.

CARLOS BURGI carlos.burgi@terra.com.br

São Paulo

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"Agora já sei a origem do nome Ficha Limpa: é porque a Justiça se encarrega de limpar a ficha suja dos políticos e os habilita a se candidatarem nas próximas eleições"

TOSHIO ICIZUCA / PIRACICABA, SOBRE AS LIMINARES

toshioicizuca@terra.com.br

"Se o ficha-suja é eleito e depois cassado, os votos são anulados ou

ficam para a legenda?"

JOSÉ VICENTE DIAS LEME / BARRETOS, IDEM radiobarretos@barretos.com.br

"Hexa uma vez..."

J. S. DECOL / SÃO PAULO, AINDA SOBRE A ELIMINAÇÃO DO BRASIL NA COPA DO MUNDO

decoljs@globo.com

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TEMA DO DIA

Ricardo Teixeira quer seleção rejuvenescida

Presidente da CBF fala em blindar novo treinador contra pressão por resultados no curto prazo

"Quero só ver a blindagem para o novo técnico. Se a seleção for mal, a CBF vai jogar a culpa no treinador e irá despedi-lo."

RAFAEL OETTINGER

"Bonito no papel. Quero ver montarem uma equipe jovem que resista à pressão; grupo integrado e técnico que o comande."

GERMANO BERALDO

"Medida essencial: renovar a cúpula da CBF. O resto será consequência. É preciso dar fim à monarquia no futebol brasileiro."

MARCOS ROSSI

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Cartas enviadas ao Fórum dos Leitores, selecionadas para o Estadão.com.br

DUNGA TEM RAZÃO

Em carta endereçada a CBF, Dunga, falando de seu ''excelente'' trabalho, continua com sua arrogância e diz que ele e seu assistente (Jorginho) corrigiram os erros do passado. Mas vejo isso por outro lado: como os dois agora são passado, na verdade, esta é a única vez que ele está correto (sic)....

LORENZO M.MARTINEZ lorenzo.martinez@uol.com.br

São Paulo

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O culpado

Ricardo Teixeira, esse é o nome do personagem culpado por tudo que o aconteceu na África do Sul. Ele "inventou" o Dunga, que nunca foi técnico de clube nenhum e começou sendo o técnico da seleção brasileira!

Tem muita coisa para ser esclarecida, mas tudo passa... e o Teixeira fica.

Quem vai ter coragem de cutucar esse vespeiro?

Marcos Pougy marcoslaly@gmail.com

São Paulo

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Forças ocultas

Despediram todos os responsáveis pela seleção brasileira, do técnico aos preparadores físicos. E o chefão, não? Há tempos que Ricardo Teixeira, o "poderoso chefão", deveria ter pendurado as chuteiras! Quais as forças ocultas que seguram esse senhor no cargo durante tantos anos e tantas Copas do Mundo? Só o "demo" para responder a essa!

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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Sobrenatural

Nos comentários sobre esta Copa, repleta de lances imprevistos, nenhum cronista se lembrou de que algumas vezes entrou em campo o personagem futebolístico de Nelson Rodrigues ''Sobrenatural de Almeida'', aquele responsável pelos gols ''espíritas''.

Flávio José Rodrigues de Aguiar rsd100936@terra.com.br

Resende (RJ)

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A mão

Dunga, em recente comercial de bebida alcoólica (cerveja) alusivo à Copa do Mundo, além de declarar que "no campo tem que ser guerreiro", declarou, também, que "no pé a gente é bom, mas na África a mão também vai fazer a diferença. É a mão que traz o coração para o jogo, que faz o orgulho bater forte".

Só faltou o agora demitido técnico declarar, no irresponsável comercial, que constituiu um péssimo exemplo para a juventude brasileira, que cada vez mais cedo padece dos terríveis problemas do alcoolismo, que "é a mão que também assina uma vergonhosa e merecida carta de demissão".

Túllio Marco Soares Carvalho http://www.tulhadotullio.blogspot.com/

Belo Horizonte

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Desembarque

Quando Dunga desembarcou no Aeroporto Salgado Filho em Porto Alegre, foi recebido com aplausos. Talvez porque quem o aguardava já soubesse que ele estava demitido da seleção...

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Praia Grande

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Inversão de valores

Nós, brasileiros, muitas das vezes idolatramos quem não merece e crucificamos nossos poucos heróis. É desumano e inglório querer atribuir unicamente ao atleta Felipe Melo toda a responsabilidade pelo fracasso na África do Sul. Nossos jogadores são os verdadeiros heróis. Heróis por terem chegado aonde chegaram. Todos sabemos que o grosso desses jovens veio das periferias, dos morros, dos grotões. Sofreram, passaram fome e necessidades. A história de cada um retrata bem a história do povo brasileiro. Perdemos. Alguém tem de perder ou ganhar. Houve erros e acertos. Felipe Melo talvez tivesse metido desonrosamente a mão na bola e evitado aquele gol, hoje seria um herói. Ele não é culpado. Errou como acertou minutos antes naquele memorável gol de Robinho. Temos de analisar no todo e não ficar buscando um culpado. Todos estavam lá imbuídos de fazer o melhor. Mas é chegada a hora de entendermos que o futebol já não é um privilégio do Brasil. Cobrar explicações deste ou daquele jogar é chover no molhado. Explicar o quê? É duro afirmar isto, mas devíamos aprender com nossos vizinhos do Sul, que mesmo a sua seleção tendo perdido de forma humilhante, receberam os jogadores com carinho, amor e patriotismo. Um belo exemplo que precisamos aprender. Nunca é demais lembrar que no dia anterior à derrota Dunga tinha o apoio de 69% de entrevistados no País. Todos confiavam nele, e depois?

IRANILSON ALVES DA SILVA iranilson.iranilson@bol.com.br

Araçatuba

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A culpa é do Dunga

Discordo de que a culpa pela desclassificação do Brasil na Copa da África do Sul seja do Felipe Melo. Em minha opinião, a culpa é do Dunga. Quem fez a convocação e escalou o time foi ele. Quem levou o Felipe Melo, o Kléberson, o Josué, o Julio Batista e deixou de fora o Paulo Henrique Ganso, o Neymar e o Ernanes foi ele. Quando da convocação, manifestei-me no Fórum e disse que o nosso time iria apresentar um futebol burocrático, sem criatividade, na retranca. E não deu outra. E disse ainda que torceria contra, o que realmente fiz com tristeza. Torci contra o Ricardo Teixeira, o Dunga, o Andrés Sánchez (e o esquema para construir o Piritubão) e esse monte de jogadores que estão abaixo da mediocridade. Além do desequilíbrio emocional. Poderíamos aproveitar a vergonha dessa Copa e pedir desculpas ao mundo. E sugerir que a de 2014 seja em outro país e usarmos esses bilhões para tantas outras áreas mais importantes, como segurança, saneamento, saúde e educação.

Silvio Schaefer excess@netpoint.com.br

São Paulo

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DOUTRINA DUNGA

Depois de ouvir entrevistas desconexas e inteligíveis dos jogadores da seleção, desclassificados ainda nas quartas de final da Copa, só me resta a desconfiança de que tenham sido vítimas de lavagem cerebral.

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas MG

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Festival de Publicidade de Cannes

Se a Copa do Mundo de Futebol distribuísse tantos Leões como o Festival de Cannes, o Felipe Melo ganharia três Leões de Ouro.

É a verdadeira farra do boi: você me dá três e eu te dou quatro...

Carlos Cesar Rios ccrios@uol.com.br

São Paulo

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Politicagem

Falar agora de Dunga é perda de tempo, afinal, já o engolimos quatro anos, chega!

Sugestão: fazer um plebiscito para saber quem o povo brasileiro deseja como técnico para a próxima seleção.

O presidente do Corinthians já foi escolhido chefe da delegação brasileira, correm rumores de que a CBF escolheria Mano Menezes como próximo técnico.

Esse é mais um dos grandes problemas do País, em vez de se colocarem pessoas competentes em suas áreas, esses cargos de responsabilidade são entregues a ''companheiros'' completamente desqualificados para exercer tais funções.

Essa situação pode causar outro grande estrago para o País, mas na busca de angariar votos pode ser um grande sucesso para o grupo de amigos que atualmente toma conta deste Brasil!

Maria N. N. Barreto cbarsotti@hotmail.com

São Paulo

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Novo técnico

Brasil 2014, o técnico tem de ser Joel Santana. Experiente, democrático, simpático, não faz treino fechado, não é retranqueiro, escuta o povo, é adepto do futebol arte.

É a cara do Brasil.

Luiz Henrique Penchiari luiz.penchiari@bericap.com

Vinhedo

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Já era Dunga

Terminou a era Dunga no comando da seleção! Em quase quatro anos ele foi um vitorioso, vencendo torneios e amistosos importantes e classificando o Brasil com méritos em primeiro lugar nas eliminatórias para a Copa da África. Porém a mesma seleção não foi convincente na Copa. Sem brilho, apagada, nervosa, não impôs respeito ou "medo" aos adversários. Mas, mesmo assim, estava triunfando! Se não fosse a falha grotesca do goleiro Julio Cesar em sua desastrada saída do gol (foi horrível), a historia seria outra (o gol contra só aconteceu por falha do goleiro). Na minha seleção 15 jogadores não seriam convocados. Por isso é que existe técnico, a palavra seleção nada mais é do que escolha, opção, preferência pessoal. Diante dos fatos, eu torci pela seleção do Dunga que se tornou a "nossa"!

Alex Tanner alextanner.sss@hotmail.com

Sumaré

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A verdadeira Copa

Como disse um anúncio veiculado no Estadão, faltam 49 meses para o hexa. E acrescento: só 37 meses para a Copa das Confederações. Só para lembrar, não temos, ainda, nenhum equipamento em condições de atender ao caderno de encargos da Fifa. Por mais absurdo que possa parecer, a Copa no Brasil, um país continental, tem um único dono, o sr. Ricardo Teixeira, que decide tudo ao seu bel-prazer. A sociedade civil tem de ficar muito atenta, pois o velho filme passará de novo, ou seja, o da chantagem sobre a falta de tempo, que vai levar o governo a liberar obras sem licitação, para não passar vergonha, a um preço absurdo, fora de toda a realidade sensata. De uma coisa, porém, tenho a certeza: enquanto a África do Sul mostrou aos turistas do mundo inteiro seus parques com búfalos, leões zebras e outros, o Brasil vai mostrar uma manada nunca vista de enormes elefantes brancos.

Maurício Lima mapeli@uol.com.br

São Paulo

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2014

E os efefantes brancos da África do Sul virão para o Brasil?

Oscar Rolim Júnior rolimadvogado@ibest.com.br

Itapeva

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Futebol é coisa séria

O engajamento popular nesta Copa do Mundo, as demonstrações de patriotismo em todo o País e, finalmente, a tristeza estampada nas expressões de pessoas de todas as idades com a eliminação da seleção brasileira do torneio levam diretamente à conclusão de que o futebol em nossa terra é coisa muito séria.

E por esta razão, façamos uma reflexão: será que por tudo o que acabamos de ver, ouvir e viver o futebol brasileiro não merece ser dirigido por gente mais confiável e competente do que personagens como Ricardo Teixeira e Marco Polo Del Nero, por exemplo?

Edmilson G.Narchi egnarchi@terra.com.br

São Paulo

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A indiferença e a derrota

Nos pequenos detalhes é que se constrói uma vitória e muito provavelmente se abre caminho para uma derrota.

Foi o que ocorreu com o sr. Dunga ao visitar o presidente Lula antes da viagem à África.

Comportanto-se de forma indiferente ao cumprimentar o presidente do Brasil, com as mãos no bolso, Dunga mostrou seu desrespeito pela figura do presidente e, de tabela, por todos os brasileiros.

Parece pouca coisa, mas evidencia que faltou não apenas uma boa dose tática e técnica ao sr. Dunga. Faltou-lhe principalmente respeito para com a Nação.

Mauro da Mata Bianco bianconet@uol.com.br

São Paulo

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Vuvuzela

Apesar de magoar toda uma nação, a Providência optou pelo mal menor, poupando-nos da abdução dos louros de uma eventual vitória pelas hostes situacionistas, evitando assim num período eleitoral o previsível desfile no Eixo Monumental de Brasília, comandado pelo "nosso guia", no carro abre-alas, tocando uma vuvuzela, após ter sido noticiado que o Dunga seria parente próximo da mãe do

PAC.

caio augusto bastos Lucchesi cblucchesi@yahoo.com.br

São Paulo

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Aplausos para Dunga em Porto Alegre?

Como é bom ter uma grande família!

José Carlos Alves jc_alves@uol.com.br

São Paulo

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Frangueiro

Duvido que Júlio Cesar, goleiro que tomou um frango, esteja ''destruído''.

Com o salário que recebe e com as marias-chuteiras lhe dando beijos na face, está ''arrasado''...

E o regente da palhaçada ainda tem a cara de pau de afirmar que continua no comando.

Tanay Jim Bacellar tanay.jim@gmail.com

São Caetano do Sul

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QUE TAL MUDAR O LEMA DA BANDEIRA DO BRASIL?

Um dos grandes problemas dos brasileiros é que possuímos um desvio de personalidade, sabe-se lá herdado de qual ramo da formação do nosso povo, que nos faz aceitar passivamente as nossas desgraças, desde que tenhamos a percepção de que não somos os únicos desgraçados. Enquanto outros povos procuram utilizar as vitórias alheias aproveitando-as como exemplo e motivação na busca de suas próprias vitórias, o brasileiro médio prefere rir das desgraças alheias, usando-as como bálsamo para aplacar suas próprias desgraças. Os exemplos são muitos e o mais recente deles é a idiota onda de alegria que tomou conta de uma legião de brasileiros entristecidos com a eliminação do Brasil da Copa do Mundo da África do Sul, que no dia seguinte, graças à eliminação da Argentina, conseguiram esquecer seu sofrimento, substituindo-o por uma doentia alegria na comemoração pela eliminação argentina, como se o fracasso de Maradona, Messi & Cia. pudesse apagar o papelão feito por ''Dunga e seus dengosinhos''. Sei, não, mas enquanto os brasileiros não aprenderem a expurgar seus males por conta própria, continuarem sendo esse povinho mequetrefe que aceita os erros dos outros como desculpa para seus próprios erros, continuaremos sendo um país regido pela cínica máxima criada pelo humorista Chico Anysio: ''SOU, MAS QUEM NÃO É?''.

Júlio Ferreira julioferreira.net@gmail.com

Recife

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TRISTEZA COMPENSADA

Depois da grande tristeza que tivemos na sexta-feira com a desclassificação da nossa seleção, embora esporte seja assim mesmo, uns ganham, outros perdem e um só será campeão, o melhor é que no dia seguinte assistimos à goleada sofrida pela seleção RIVAL comandada pelo técnico ''MELHOR DOS MELHORES'', é claro que na sua própria opinião. O arrogante, o petulante, o orgulhoso, o expert Maradona nos deu uma grande ALEGRIA, levou de goleada e o craque Messi não fez nenhum gol na Copa. Sorte que ninguém vai ver o Diego nu, com a mão no bolso. Nada contra ''los hermanos'', mas tivemos a nossa tristeza compensada.

M. Teresa Amaral mteresa0409@estadao.com.br

São Paulo

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Pé-frio

Lula diz que vai torcer pelo Uruguai, pois foi o único país do Mercosul que restou na disputa da Copa. É uma pena, o time vinha tão bem...

Victor Germano Pereira victorgermano@uol.com.br

São Paulo

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AS PRAGAS DO BRASIL

São três. Uma delas já apareceu. O Brasil foi desclassificado na Copa do Mundo. A outra já está no poder há quase oito anos. E a próxima a atingir o nosso país está por vir em outubro deste ano. Acordem, PSDB, PTB, PPS e DEM.

Carlos Alberto Ramos Soares de Queiroz soares.queiroz@terra.com.br

São Paulo

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CBF demite Dunga & Cia.

Numa partida sempre há um vencedor e um perdedor, o que não necessariamente quer dizer que o perdedor seja culpado. O vencedor foi melhor, por isso ganhou o jogo. É facil demitir o técnico e a assessoria dele como se eles fossem incompetentes. Quem, a meu ver, deveria ser demitido é o sr. Ricardo Teixeira, presidente da CBF. Basta de incompetência, maracutaias e favoritismos na CBF. Precisamos de sangue novo para começar do zero com novos idéias, novos valores e, sobretudo, garra, para garantirmos a vitória em 2014.

Károly J.Gombert gombert@terra.com.br

Vinhedo

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Torcedor-símbolo

Não vamos esquecer que a seleção era (sabe-se lá por quê) chefiada pelo

Andrés Sánchez, conhecido por suas memoráveis derrotas no comando do

Corinthians, cujo torcedor-símbolo é o Lula. Haja pé-frio.

Stanislaw Cordeiro ratles2@hotmail.com

São Paulo

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Diferença

A diferença entre o Brasil e a Argentina é de apenas um dia.

Luís Sérgio de Campos Vilarinho vilasfamily@uol.com.br

São Paulo

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Paulo Machado de Carvalho

A CBF demitiu toda a comissão técnica da seleção. Ora, quem deveria deixar o cargo é o sr. Ricardo Teixeira, um incapaz que está mamando nas tetas do futebol brasileiro há muito tempo, mas é um inútil. Nomear o sr. Andrés Sánchez como chefe da delegação, só na cabeça dele. Lembro-me do verdadeiro chefe, Paulo Machado de Carvalho, que sempre ficava com todos, atendia a todos, e ganhou duas Copas seguidas. Esse, sim, foi uma pessoa que sabia, entendia e gostava de futebol e trabalhou para isso sem interesses pouco recomendáveis. A presidência da CBF não é um cargo do tipo ''capitania hereditária''. Caia fora, Teixeira, seu tempo já passou, sua nulidade foi comprovada, deixe o cargo para alguém que realmente seja competente, ame o futebol brasileiro e não o use em proveito próprio.

CARLOS EDUARDO DE BARROS RODRIGUES ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

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FALTOU UMA "BRANCA DE NEVE"

Não há duvidas que a humilhação sofrida pelos nossos "hermanos" serviu para amenizar um pouco a enorme tristeza que tomou conta de 190 milhões de brasileiros após a inesperada derrota para a confiante Laranja Mecânica. Entretanto, tenho certeza que continuamos nos perguntando por que logo contra a Holanda, depois de um primeiro tempo tão maravilhoso, em que o futebol mágico que só o Brasil sabe jogar finalmente apareceu. Foi muito triste!

É natural que após uma derrota nós, brasileiros, tenhamos o hábito de logo apontar o dedo para um ou mais culpados, ao invés de pararmos um pouco para refletir o que de fato faltou e o que deveríamos ter feito melhor para que pudéssemos alcançar nosso objetivo.

Entendo, como torcedor, fanático por futebol e orgulhoso de ser brasileiro cada vez que a seleção entra em campo, que nos faltou uma "Branca de Neve".

Digo isso porque, entre os muitos criativos comentários que li após o jogo da última sexta-feira, um triste torcedor expressou-se dizendo que a Copa termina para nós com um Dunga, 11 Sonecas e 190 Milhões de Zangados.

Verdade! Recordo-me, porém, de que em 2002, quando tivemos sucesso com a família Scolari, um dos mais importantes elos que ajudaramu a seleção e a corrente de 175 milhões de brasileiros a trazer o penta na bagagem foi uma psicóloga que fez com o elenco o trabalho que faltou ser feito com o grupo psicologicamente derrotado na África do Sul.

A busca por um culpado pelo regresso prematuro ao Brasil não será a maneira correta de começarmos a montar o projeto para que conquistemos o hexa em 2014.

Devemos dar um crédito a quem perdeu apenas 10% dos jogos que disputou como comandante de um projeto e nos preocuparmos em buscar a Branca de Neve tão importante para equilibrar emocionalmente aqueles que em 2010 foram tachados de "11 Sonecas".

Mauritius Reisky von Dubnitz mauritiusreisky@terra.com.br

Vinhedo

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Laranjas

Por que a vitória da Holanda surpreenderia? Afinal, o Brasil sempre deixa os ''laranjas'' à vontade.

Fausto Ferraz Filho faustofefi@ig.com.br

São Paulo

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O maior destaque do Mundial 2010

Se o Mundial da Suíça (1954) foi de Puskas, o da Suécia (1958) e o primeiro do México (1970), de Pelé, o segundo do México (1986), de Maradona, o dos Estados Unidos (1994), de Romário e o da Coréia do Sul e Japão (2002), de Ronaldo Fenômeno, o da África do Sul será, sim, com absoluta justiça, o de Larissa Riquelme. Afinal, mesmo sem ter ido até lá e entrado em campo, ninguém nesta Copa brilhou mais do que ela. Gracias, Larissa, por ter-nos encantado com seu charme, beleza, alegria e simpatia.

Wilson Roberto Moreira wr.moreira@hotmail.com

São Paulo

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NOME E SOBRENOME

Como brasileiro e amante do futebol, comemorei vitórias e sofri decepções, fruto de jornadas vividas pela seleção brasileira de futebol ao longo dos últimos anos.

Escrevo algumas horas após a eliminação do Brasil da Copa do Mundo 2010.

Muito se especula sobre responsabilidades.

Nomes são citados, situações são relembradas, explicações são repetidas, mas nenhuma conclusão é consensual.

O único fato real é que a responsabilidade dos desastres deve ser sempre assumida pelo comandante.

E o comandante do desastre - o fracasso da seleção brasileira de futebol na Copa do Mundo de 2010 - chama-se Ricardo Terra Teixeira.

Personagem polêmico, empresário sem qualidades, dirigente astuto, o comandante Teixeira tem-se notabilizado pela presença na presidência da CBF, em que pesem sucessivas denúncias de negócios discutíveis e enorme rejeição por grande parte da população brasileira.

Nos últimos anos tenho assistido a uma série de atitudes arbitrárias que conduziram à entrega da seleção brasileira, para ser dirigida por homens despreparados para o exercício da função.

No momento do desastre pré-anunciado assaca-se contra jogadores e técnicos, olvidando que o único e total responsável é quem optou por suas indicações.

O povo brasileiro e seus ídolos não merecem ser iludidos por dirigentes negligentes, direcionados para busca de sucesso pessoal, orientado para o suprimento de meras vaidades e de suas necessidades financeiras.

Passou da hora a destituição de Ricardo Terra Teixeira da presidência da Confederação Brasileira de Futebol; por situação muito menor presencia-se a renúncia do dirigente do futebol francês, abrindo a possibilidade de ampla e desejada renovação no futebol daquele país.

Quero para o Brasil um futebol representativo, competitivo e comprometido com as expectativas da nação brasileira.

Não pretendo mais ser mero coadjuvante num processo emocionalmente desgastante, em que dirigentes individualizam sucessos e socializam fracassos.

Fernando A Ramos Gonçalves ott@uol.com.br

São Paulo

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Geração Elano

O primeiro sinal de que a seleção brasileira estava nivelada por baixo foi ver a tamanha preocupação com o tornozelo do Elano. Mas por que a ausência desse boleiro mais que comum era destaque? Ele nada tinha de especial. Saiu do Santos para a Europa, não se firmou no Manchester City e hoje joga no Galatasaray, da Turquia, time de baixo padrão. Apenas um boleiro médio, esforçado, de esquema, como queria o Dunga, e só apareceu bem em jogos fáceis, como contra uma Coreia do Norte e alguns outros anteriores. Não foi o único, houve outros, como o Robinho e Luis Fabiano. Se tivesse jogado contra a Holanda, não teria feito diferença. A bem da verdade, de todo o plantel que foi para a Turquia, difícil será tirar algum para a Copa de 2014, mesmo na quase certeza de ganharmos porque será aqui.

Laércio Zanini arsene@uol.com.br

Garça

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A casa caiu, chê

Confesso que não há muito o que choramingar pela eliminação do Brasil na Copa da África. O que devíamos esperar de um técnico limitado dirigindo um time mais limitado ainda? Não foi por acaso que outros técnicos e comentaristas de futebol advertiam incansavelmente que Dunga poderia arrepender-se de ter deixado Ronaldinho Gaúcho, Roberto Carlos, Hernanes, Ganso e até mesmo o garotão santista Neymar fora da Copa. Contra a Holanda o brucutu Felipe Melo deu um passe genial para Robinho fazer o gol do Brasil e, por ter sido expulso logo depois, foi crucificado. Elano não fez falta ao time brasileiro. É mais um peladeiro no meio campo dos derrotados. Futebol tem dessas coisas, gratificante mesmo foi ter visto nossos hermanos argentinos caírem de quatro diante da forte Alemanha de Lukas Podolski. Chato é ver ex-boleiros tomarem conta das telinhas como comentaristas. Ricos e famosos, tomam o lugar de profissionais da área. Enfim, Dunga fora da seleção e a Argentina voltando para casa humilhada, Deus deve ser mesmo brasileiro!

TURÍBIO LIBERATTO turibioliberatto@hotmail.com

São Caetano do Sul

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Feliz

O único brasileiro que volta contente da Copa da África é Dunga; feliz porque faturou R$ 10 milhões pelos quatro anos que atuou como técnico da seleção canarinha.

Conrado de Paulo conrado.paulo@uol.com.br

Bragança Paulista

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A COPA? ORA, A COPA...

Enfim, viu-se que, com ou sem chuteiras, a Pátria nunca esteve nesse jogo. Os comentários que inflaram as cartas aos jornais já se vão esmaecendo. Muito justas, porém, as críticas aos que queriam faturar politicamente com a vitória, que não estava onde todos esperávamos. Se não podemos dizer como o bardo que ''tudo está bem quando acaba bem'', há ângulos favoráveis nessa nem tão súbita volta da África, para quem não perdeu a lucidez. Na sua quase total maioria, a opinião dos leitores assim se reflete. Com efeito, porque não são ouvidos os que pensam e redigem e com razão desdenham as previsões e avaliações que vêm sendo feitas para as próximas eleições e desse governo que está aí. É preciso evitar que o poste se torne clone.

Jairo P. Gusman jairogusman@gmail.com

São Paulo

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Imbatível

Se somarmos aos ditadores africanos visitados por Lula os de países de regime islâmico e os latino-americanos, teremos uma seleção imbatível na Copa do Mundo de infração aos direitos humanos.

Luiz Nusbaum, lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

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Três dês de desgraças anunciadas

O primeiro, Dunga, já caiu e voltou para o Brasil.

O segundo, Diego, perdeu e está em casa chorando.

O terceiro, Dilma, ainda não caiu, mas já está começando,

pois não vai ter os votos de um Brasil hexacampeão.

O retrato de três pessoas totalmente inexperientes

para os cargos almejados.

Horácio de Mello Neto homello@uol.com.br

São Paulo

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A vida continua...

Terminada essa fase de euforia nacional, a realidade diária nos espera. Até que ponto as explosões desproporcionais do comportamento de alguns motoristas no nosso trânsito diário são relacionadas com a nossa euforia no futebol? Enquanto em grupo e dentro de um ambiente controlado socialmente, elas são permitidas, afinal estamos torcendo... Mas logo ali adiante a linha pode ser ultrapassada e rivais de jogos de futebol passam a ser '' inimigos'' que , havendo a ocasião propícia - estar em maior grupo, não haver policiamento, estar sob uso do álcool , por exemplo -, serão atacados fisicamente e machucados, com uma violência que nenhum de nós imaginaria. Explosões de fúria de quem antes era apenas um torcedor a mais, festejando seu time em grupo...

É de perguntar: raiva contida de quem ou de quê? Do seu cotidiano? Da sua vida real? Efeito do uso abusado de algo? A invisibilidade proporcionada pelo grupo? Euforia da torcida e raiva expressa com violência desproporcional, perigosamente, andam perto. Pense.

José Andersen Cavalcanti jose_andersen@via-rs.net

Porto Alegre

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Escolha do técnico

Poderia ter sido diferente o resultado dessa Copa do Mundo? É claro que sim. Pois, como se diz, tudo começa no começo. Estamos na parte crucial para os preparativos da Copa do Mundo de 2014. É só lembrar que o começo para 2010 foi em 2006, na escolha do técnico. O resto é conseqüência.

Pedro Choma Neto pedroneto@brturbo.com.br

Irati (PR)

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Arrogância

Com a derrota da Argentina na Copa, por 4 x 0, perante a Alemanha, deixamos de presenciar pela TV a arrogância do técnico Maradona. Agora só nos resta aguardar a derrota da Dilma nas eleições de outubro para acabar com a arrogância do presidente Lula.

José Wilson de Lima Costa jwlcosta@bol.com.br

São Paulo

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DUNGA E DILMA

Ricardo Teixeira escolhe Dunga. Dunga nunca foi técnico antes.

O Brasil perde a Copa, mas Ricardo Teixeira continua presidente.

Lula escolhe Dilma. Dilma nunca foi política antes.

O Brasil vai pro buraco, mas Lula continua presidente.

Daniel Dayan studio@danieldayan.com.br

São Paulo

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