Cartas - 07/03/2011

GILBERTO KASSAB

, O Estado de S.Paulo

07 Março 2011 | 00h00

De volta ao trabalho

Pelo visto o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, já resolveu sua vida política. É iminente a criação por ele do Partido da Democracia Brasileira (PDB). Vamos ver se agora sobra um pouco mais de tempo para cuidar da cidade que comanda e que nunca esteve tão suja e maltratada. Ou será esse um mero detalhe?

MARCELO GUTERMAN

margutbr@gmail.com

São Paulo

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Prioridade

Em vez de se preocupar com o novo partido, Kassab deveria se ocupar dos problemas da cidade que o elegeu.

PAULO R. DE CARVALHO JR.

paulorcc@uol.com.br

São Paulo

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Cidade limpa?

Enquanto o prefeito da "cidade limpa" se preocupa com assuntos partidários, São Paulo nunca antes na história deste país esteve tão suja e abandonada.

ANTONIO H. DE MIRANDA JUNIOR

henriqmj@yahoo.com.br

São Paulo

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IPTU

Nas alturas

Em 2009 o valor do meu IPTU era de R$ 1.399,10; em 2010, R$ 1.818,83; e neste ano, R$ 2.267,30. Fazendo as contas, de 2009 para 2010 ele subiu 30% e, de 2010 para 2011, 24,66%. Neste mesmo período não recebi nenhum reajuste salarial que comportasse essa conta. Para honrar meus compromissos, terei de rever o orçamento e diminuir gastos com saúde e lazer. Só me resta lembrar de jamais votar no senhor Gilberto Kassab e em quem ele apoiar.

WILSON ROBERTO MOREIRA

wilsonrmoreira@globo.com

São Paulo

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Mais atenção

As preocupações de Kassab: aumentar o IPTU (60%!), permitir a verticalização desenfreada de bairros como o Morumbi e o Campo Belo e seu futuro político. Será que, num novo partido, com a péssima administração que fez, terá alguma chance? São Paulo merece mais atenção.

MARIA BEATRIZ DI STEFANO

ubia@uol.com.br

São Paulo

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EFEITO PDB

Janela da infidelidade

Janela da infidelidade partidária é licença para que políticos ajam em seu único benefício, e não para resolver a crise de representatividade do País.

FILIPE RIBEIRO DE CARVALHO

filipe_rcarvalho@hotmail.com

São Paulo

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Às claras

É preciso fortalecer os partidos políticos por meio de clara definição de programas, com fidelidade partidária rígida e sem as coligações em eleições proporcionais. Só assim construiremos uma verdadeira democracia.

PAULO EDUARDO VIEIRA ROSATO

rosatop@uol.com.br

São Paulo

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FROTA DE SP

7 milhões de veículos

A frota paulistana chegará a 7 milhões de veículos ainda neste mês, enquanto o número de motos na cidade aumentou 136% nos últimos 11 anos. Para piorar a situação nas vias da cidade, os motoristas continuam dirigindo sem saber o que são fluxo de trânsito, educação no trânsito e os sinais de trânsito. Os congestionamentos monstruosos são resultado disso também, mas a culpa é sempre do prefeito da cidade - e o da vez é Gilberto Kassab...

TIAGO VINÍCIUS MATOS

matostv@hotmail.com

São Paulo

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INFLAÇÃO

Voltou forte

O crescimento de 12% na venda de veículos novos em fevereiro deste ano, na comparação com janeiro, mostra que a inflação - um câncer em metástase - voltou forte. O financiamento nesse período estava curto e não havia mais o incentivo do IPI reduzido. Além disso, após alguns anos, os saques da poupança superaram os depósitos, o que parece sinalizar que as pessoas estejam comprando mais à vista, temendo uma alta exagerada dos preços.

OLYMPIO F. A. CINTRA NETTO

ofacnt@yahoo.com.br

São Paulo

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SELIC

Efeitos adversos

Ao artigo Soluções milagrosas, de Amir Khair (21/2, B2), pode-se acrescentar que a alta taxa de juros pode motivar a tendência inflacionária. As empresas preferem produzir à plena capacidade antes de financiar o crescimento da produção com capital de giro. O resultado é um desequilíbrio entre oferta e demanda, maior ainda diante de um crescimento da economia acima do esperado.

PABLO L. MAINZER

plmainzer@hotmail.com

São Paulo

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ETANOL

Oferta e procura

O álcool combustível sobe mais do que foguete da Nasa. A justificativa para a alta das últimas semanas é a entressafra, menor produção aliada à gigantesca procura em razão do sucesso dos carros flex. Os preços das carnes dispararam no final do ano, por causa das festividades, mas até hoje não voltaram ao normal. Se o Brasil é o maior produtor de álcool e de carne do mundo, por que pagamos tão caro? A lei da oferta e da procura é injusta com os brasileiros. Cadê o governo do povo?

ALEX TANNER

alextanner.sss@hotmail.com

São Paulo

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Ninguém me tira da cabeça que por trás da subida drástica dos preços do etanol está a mão grande do governo, regulando o setor via Petrobrás. Parece que a lei da oferta e da procura não é coisa para ser levada a sério neste país...

JOSÉ B. NAPOLEONE SILVEIRA

nenosilveira@aim.com

Campinas

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COPA 2014

28 meses

Os governos estaduais e federal têm uma pesada tarefa a ser cumprida com urgência: a reforma ou construção de 12 estádios de futebol - chamados agora de "arenas" - para a Copa do Mundo de Futebol de 2014. Segundo regra da Fifa, precisam estar prontos um ano antes da abertura do Mundial. Isso será impossível. Faltam só 28 meses. Os custos estão orçados em R$ 5.476 milhões. São 5 bilhões e meio de reais! De onde sairá tal quantia?

ROLDÃO SIMAS FILHO

rsimas@aos2.com.br

Brasília

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TEMA DO DIA

Silvio Santos agora enfrenta os bancos

Grupo tem mais dificuldades para fazer empréstimos hoje do que antes da crise do Panamericano

Será que o caso Panamericano foi apenas uma amostra do que pode vir em breve no mercado financeiro brasileiro?"

AGUSTO PALME

"Sabe-se lá por quais instâncias ele conseguiu a injeção de 4 bi, do tal Fundo Garantidor."

FERNANDO BANIN

"Bancos financiavam o desencaixe do Panamericano há pelo menos dez anos."

SÉRGIO BRUNO SANTOS

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Cartas enviadas ao fórum dos leitores, selecionadas para o estadão.com.br

Simples demais

Se o governo não consegue diminuir os gastos com o custeio estratosférico nem com as fraudes endêmicas, que cancele de uma vez por todas a compra dos caças a jato e do totalmente dispensável trem bala. Será que o "comprometimento comissional" do governo anterior é tão grande, que não dá mais para cancelar, só postergar?

Victor Germano Pereira victorgermano@uol.com.br

São Paulo

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7ª economia mundial?

Com o crescimento econômico dos últimos anos, o Brasil se tornou a 7a economia mundial. É uma boa notícia, mas muito melhor seria se o Brasil se tornasse o 7o país do mundo em termos de I´ndice de Desenvolvimento Humano (IDH). Não se admite que o Brasil seja a 7a economia mundial, mas ostente o vergonhoso 75o lugar no IDH. Queremos viver em um país onde todos tenham acesso á educação, saúde, cultura, igualdade de oportunidades e no qual as pessoas possam viver em paz, com dignidade e respeito. Não adianta termos a 7a economia mundial se mantivermos enorme desigualdade social, violência, corrupção, baixa renda per capita, impunidade e milhões de brasileiros vivendo abaixo da linha da pobreza.

Renato Khair renatokhair@uol.com.br

São Paulo

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Cortes

O ministro "mãos de tesoura" insiste em chamar o " corte" de "consolidação fiscal". Questão de gosto. Não deixa de ser questão, de mau gosto dessa vez, quantificar as economias possíveis a partir da redução de falcatruas - chamemo-las assim - praticadas em diversos órgãos. Se conhecidas, por que esperamos essa consolidação redentora para efetuá-los? Esse corte "consolidante" nasceu de cima para baixo, não foi o resultado de análise dos ministérios, que não sabem ainda como irão realizá-los, e sim um ukasse, com precisão na casa de milhares de reais. Existe isso? Só em planilhas Excel. Dizer que o Ministério da Educação, por exemplo, sofrerá um corte de R$ 3 bilhões faz sentido, goste-se ou não. Dizer que o corte será de R$ 3.101.894mil (Valor 1/3 A3) mostra apenas um solene desprezo pelos algarismos significativos. Espera-se do parlamentar Tiririca um posicionamento firme nesse sentido. Falta explicitar se os conceitos foram bem assimilados. Cortar uma despesa cujo desembolso ocorrerá em 2012, evitando o critério "caixa" não é a mesma coisa que deixar de gastar em 2011. Como se não bastasse ter de administrar restos a pagar! Deixar de pagar em 2011 e empurrar(com a barriga ou caneta) para 2012 é sinônimo de jeitinho redentor, não de honestidade intelectual. Ministrar uma dose de realismo no Orçamento, desinchando receitas propositalmente infladas, para efetuar cortes nas famosas emendas clientelistas, a rigor significa apenas " não tirar mais de onde não tem", "não aumentar conscientemente o buraco", o que para um purista poderia ser diferente de" gastar menos", embora as planilhas não sejam sensíveis a esses pormenores Finalmente, cortar gastos com viagens, diárias, viaturas, reformas de gabinetes etc. é uma postura salutar mas seu efeito corre o risco de se dar atrás da vírgula. Enfim, que isso não sirva de pretexto para criar uma CSS (contribuição sem sentido)a fim de, "esgotadas as alternativas" vitaminar as finanças. Já bastam as "inovações" introduzidas com injeções no BNDES sem efeito líquido mas com consequências sólidas.

Alexandru Solomon asolo@alexandru.com.br

São Paulo

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O repuxo da marolinha

O Brasil está enfrentando o repuxo da marolinha. O incentivo ao consumo em alta escala, os incentivos fiscais, o aumento abusivo dos gastos públicos para garantir a sucessão, como tudo na economia, tiveram um preço, consistente nas nuvens negras que despontam no horizonte - inflação e aumento da dívida das famílias brasileiras, que se valeram fartamente do crédito fácil disponibilizado pelos empréstimos consignados. Na hora do pagamento da conta, só se conhece a solução ortodoxa do aumento da taxa de juros, que deverão perdurar por todo o ano em patamares elevados, de entremeio com os protestos dos que imaginavam desfrutar do milagre brasileiro do governo Lula, em especial as Centrais Sindicais.

Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

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Alta dos Juros

Herança maldita foi o que Lula deixou para os brasileiros após oito anos de desgoverno.

Maria Carmen Del Bel Tunes Goulart carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

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Aposto e ganho!

Sr. Guido Mantega, por que não apenas reduzir, mas acabar com as fraudes no seguro-desemprego para ajudar a atingir a meta de cortes de gastos do governo? Quer dizer que cada vez que o governo precisar cortar gastos vai se lembrar de que há fraudes em nossas instituições, ou seja, não as combatem normalmente? E que tal ter esta mesma atitude como meta de governo, constantemente, para acabar com os sabidos cambalachos em todos os setores públicos, atitude, diga-se, que deve ser o ponto de partida de qualquer governante? Tipo assim, uma moralização geral básica, sabe? Quero dizer, a volta da ética, da honestidade, entende? Converse com D. Dilma, com os senadores e deputados, o que será que eles pensam dessa minha ideia? Eu penso, aposto e ganho, que, se assim agirem, vai sobrar tanto dinheiro, mas tanto dinheiro, que é possível até que vocês consigam um pouco mais de aumento. Mas, antes de se concederem mais aumentos, organizem as contas públicas, invistam em educação, saúde, saneamento, segurança, lembrem-se do povo, viu? Afinal, a ideia foi minha, né? Povo!

Myrian Macedo myrian.macedo@uol.com.br

São Paulo

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Banespa x Nossa Caixa

Foi-se o Banespa, com o Sr. Orestes Quércia ainda em vida, com sua famosa frase ( quebrei o Banespa mais elegi o Sr. Fleury ), foi-se a Nossa Caixa por 6 bilhões junto com a derrota do Sr. Serra, com irrestrito apoio do ex-candidado ao Senado. Com a venda do Banco Panamericano por 4 Bilhões, com certeza o dono do Baú ( Silvio Santos ), teria vendido a Nossa Caixa Estadual para a Caixa Econômica Federal, pela bagatela de 40 Bilhões. Esta fazendo muita falta ao PSDB, o saudoso Governador Mario Covas, que aprovaria o Salário Mínimo de R$ 560,00 e aconselharia que o valor de R$ de 600,00 fizesse parte do novo Programa do (PDB) Partido da Democracia Brasileira do Sr. Gilberto Kassabe.

Kauan Xavier de Melo kauanmelo@hotmail.com

Ribeirão do Sul

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A impunidade é valiosa

A formação da comissão da reforma política da Câmara Federal, tem tudo para ser uma forma verdadeira comissão na essência da palavra,pois temos fazendo parte da mesma Paulo Salim Maluf,Valdemar da Costa Neto,Eduardo Azeredo entre outros,esses verdadeiros baluartes em comissão.Sem falar em João Paulo Cunha presidente da CCJ,José Genoino indicado pelo PT paulista para ministro do tribunal de Contas da União e só falta o José Dirceu ser indicado ministro do Supremo Tribunal Federal,por tudo isto,vemos a cada dia este país ir se transformando em uma republiqueta de bananas.Por tudo isto vemos que a impunidade é valiosa no Brasil.

Walter Francisco Barros walterfbarros@yahoo.com.br

Araçatuba

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Dilúvio

Depois dessa de o deputado João Paulo Cunha (PT-SP), réu do mensalão, ser nomeado presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, só o dilúvio!

Conrado de Paulo conrado.paulo@uol.com.br

Bragança Paulista

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O eleitor precisa mudar

Os nomes de alguns parlamentares que foram indicados para participarem de uma comissão que vai elaborar uma proposta de reforma política está motivando muitas críticas. É por sinal, um comportamento muito comum, em se tratando da avaliação popular em relação à classe política. Mas é preciso ir além, ou seja, quem dita o comportamento de um político é o seu Partido. Que precisa ouvir a comunidade. E isto não acontece com todas as agremiações politicas. E mais, a participação dos vários segmentos sociais é muito pequena, quando deveria ser exatamente o contrário. E sem participação o que acontece é a formatação de projetos, de leis, de decretos muitas vezes sem nenhum debate, sem nenhuma participação popular. Ou então, leva em consideração o interesse corporativo. O cidadão, o eleitor precisa mudar seu comportamento. Assim todos os encaminhamentos nos legislativos serão diferentes. E não apenas se discutirá ou se fará criticas aos integrantes de quem integra comissões no Congresso Nacional.

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

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Ontem e hoje

O novo presidente da CCJ é acusado de lavagem de dinheiro, corrupção passiva e peculato. E é do PT, aquele partido que em passado não tão distante defendia ardorosamente a postura ética na política.

Odilon Otávio dos Santos

Marília

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Os quatro Bs

No Brasil o valor da palavra não está no seu significado, e nem tão pouco no que ela sugere, mas na importância de quem a profere... Sendo assim, reconheço, antecipadamente, a minha insignificância, mas não me silêncio diante de tamanho disparate... Sou um anão apontando o dedo para gigantes, sozinho, mas feliz com a minha consciência, mesmo que vc me ache um bobo idealista e desatinado... Na minha casa o lixo que aliena e entorpece não entra... Eu explico. O brasileiro sabe reclamar, mas quando é chamado para exercer sua Cidadania, protesta e prefere o ''big brother''. As ligações para o ultimo paredão desta esbórnia "autorizada", pasmem, superaram 70 milhões. Imagine, mais de 1/3 dos cidadãos do País dignaram-se a usar o telefone para votar em um reality show. Um fenômeno que tem explicação e justifica a tese de que cada povo tem o governo que merece... Nada contra os que se beneficiam disso, pois democracia em País sub desenvolvido é isso aí, liberdade total, co-responsabilidade zero. O dinheiro é o fim, mesmo que os meios signifiquem condenar milhões de desinformados a viver na infantilidade perpétua... Só tem um pequeno detalhe: quem define as eleições neste mesmo País, são os mesmos ''cidadãos'' que definem o ''big brother'' e reclamam do voto obrigatório. Para o primeiro tema estão todos se lixando, nem lembram mais em quem votou na última eleição, já para o segundo, estão todos entorpecidos, como se a realidade realmente existente e substancial resumisse nisso... Considerando que o modelo democrático brasileiro permite a ''qualquer um'' o que não deveria ser tarefa para ''qualquer um'', e qualquer um que tenha dinheiro ou fama pode entrar na política, resta-nos concluir, usando a lógica, que pouca coisa vai mudar com a reforma política anunciada, que parece estar sendo preparada não para selecionar os realmente vocacionados, mas para atender aos caprichos de partidos e seus líderes, garantindo a estes a permanência. Quem poderia fazer uso do voto como juiz da democracia (o povo) quer saber mesmo é de eleger, não o melhor político, mas o ''big brother". Detalhe, a troco de nada, pagando inclusive, sem que o voto seja obrigatório, por livre e espontânea vontade. Com efeito, dói ouvir o silêncio da Academia, do Judiciário, do MP e especialmente dos ''sábios do mercado'', incluindo os intelectuais, que parecem indiferentes aos efeitos desse lixo cultural na formação dos nossos jovens... Sexo, intrigas, promiscuidade e imoralidades, é o que assistimos e aplaudimos em nome da liberdade. É o fim do mundo que se aproxima, só pode...

José Aparecido Ribeiro jaribeirobh@gmail.com

Belo Horizonte

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Reforma e participação

Além de a reforma política estar nas mãos do que há de pior na Câmara, tudo o que está sendo pensado é contra o eleitor. O tal voto em lista é uma aberração, pois não perderemos o poder de escolher nossos candidatos. O tal ''distritão'', proposto por Michel Temer, infestaria a Câmara com Tiriricas e ''Brothers'', pois contempla os mais votados em cada estado. Bastaria colocar algumas celebridades como candidatos e pronto! Romário, Popó e Tiririca são só uma pequena amostra do que se transformaria a Câmara. Não se fala, na discussão, no voto facultativo, anseio de todos os brasileiros. Não se fala no fim dos programas eleitorais gratuitos, que de ''gratuitos'' nada têm. A sociedade precisa encontrar uma maneira de não se deixar alijar das decisões que figuras como o réu do Mensalão no STF, João Paulo Cunha, o mais que conhecido Paulo |Maluf, o também mensaleiro Valdemar Costa Neto e o ''cuequeiro'' José Guimarães, querem tomar por nós.

Maria Cristina Rocha Azevedo crisrochazevedo@hotmail.com

Florianópolis

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Hipocrisia e/ou demagogia

Paulinho da farsa, digo, força, nas eleições presidenciais pulou de palanque, chegando a referir-se a José Serra como "esse sujeito" e afirmando "nós não podemos deixar esse José Serra ganhar as eleições" para apoiar Dilma e como fartamente comentado à época, "retribuindo" sua absolvição pelo Conselho de Ética da Câmara das acusações de desvio de verbas do BNDES. Agora se refere ao PT grosseiramente, dizendo estar de saco cheio deles. Vamos ver até quando vai durar esta valentia.

Luiz Nusbaum lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

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Família Roriz

Gostaria de saber quem está faltando, da família Roriz, para ser pega com a boca na botija. Ou a família é muito grande?

Antonio Milton Moraes amiltonm@gmail.com

Santos

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Nada de cachê

É de causar, no mínimo, espanto! R$ 200.000,00 por uma palestra onde se repetiu tudo que foi dito nos palanques de três campanhas eleitorais (inclusive a última em que elegeu sua sucessora), ignorando o legado - para ele ''herança maldita'' - dos dois mandatos anteriores ao dele, e recebendo aplausos e grana dos empresários da LG. ''Eu tive uma atitude...(sic) .'' Eu, que passei a vida toda... (sic)'' Isto me parece uma demonstração de extrema carência de todos os afagos e bajulações recebidas durante seu governo, e que parece, vai conseguir receber dos empresários. Segue o jornal em seu relato: ''De acordo com Lula, é preciso trabalhar para que o povo brasileiro ''continue sendo governado por gente que pensa em todos, e não apenas em uma parte'' (OESP 03.03.11). Palavras continuam a ser ditas por ele, sem respaldo em ações ou atitudes que as corroborem. As BRs todas carecendo de asfalto, o porto de Paranaguá sem condições de escoar a produção ''recorde'' de nossas safras; aeroportos sem merecer a mínima atenção em necessidades básicas de segurança; as fronteiras permitindo que toda e qualquer droga, bem como armas sofisticadas cheguem às nossas cidades, sem falarmos da Saúde e da Educação... Fica a pergunta: ele, o Lulla, se inclui entre os que pensam em todos? Então, arruma para todos os brasileiros, pelo menos, o mesmo passaporte que a família dele usa sem, ''que te incomode'', já que não se consegue o aumento de 63% para os brasileiros que pagam impostos. O Lula da palestra quer parecer ''o cara'', mas suas respostas aos jornalistas deixam-nos dúvidas, ou melhor, a certeza de que não o seja. Para que cessem as discussões sobre o ''grande governante'', que tal aceitar o desafio do Fernando Henrique para um debate sobre suas gestões, dificuldades e acertos? Mas sem exigir cachê de ninguém. Só por ter convicções e provas de seus dois ótimos mandatos. Com um pé ainda no Planalto, empresário para sustentar palestra é que não vai faltar.

José Jorge Ribeiro da Silva jjribeiros@yahoo.com.br

Campinas

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Prefeitos e o carnaval

Em 2004, a ex-prefeita petista da cidade de São Paulo perdeu a eleição para a dupla Serra-Kassab e se mandou para um tours pela Europa com o ex-marido argentino. São Paulo submergiu mais de uma vez no período, inclusive os túneis recém-inaugurados às pressas pela hoje senadora Marta Suplicy. Li que vereadores petistas pensam imputar ao prefeito Gilberto Kassab a mesma pecha porque ele viaja no Carnaval para a França e porque é época de chuvas. Eles esqueceram a máxima de um dos seus companheiros: uma coisa é uma coisa; outra coisa é outra coisa.

Macmiller José Ribeiro macmilleribeiro@gmail.com

São Paulo

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Aeroporto de Guarulhos

Há 26 anos decidiu-se por construir o aeroporto internacional de São Paulo no Município de Guarulhos, posteriormente batizado por aeroporto André Franco Montoro. Neste período, dois quais 16 anos sob a batuta do PSDB e dos quais quase 6 anos sob a regência de Geraldo Alckmin, nada se fez em termos de transporte rápido de massa interligando a Capital de São Paulo ao município vizinho. Na quinta-feira minha filha gastou no trajeto Morumbi - Guarulhos 4 horas para percorrer aproximadamente 40 km partindo às 15:00 horas e chegando ao aeroporto às 19:00 horas e perdendo o vôo. Qual a prioridade? A construção de um estádio? Falta juízo ou vergonha na cara?

Angelo Antonio Maglio angelo@rancholarimoveis.com.br

Cotia

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Bom senso

Se tivéssemos coragem, bom senso e fôssemos realistas e sérios deveríamos abrir mão da copa 2014, enquanto é tempo, para evitar um fiasco maior, pois o país não está preparado para sediá-la. Basta ver o andamento das obras, a situação da segurança, aeroportos, transito, hospedagem, etc, etc.

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

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Inspeção veicular

No último dia 10/01 publiquei, neste Fórum, carta onde menciono que se bem conheço as relações da administração pública com as empresas concessionárias de serviços públicos, o ''''recurso administrativo'''' interposto, no início do mês, pela empresa responsável pela inspeção veicular no Estado de São Paulo, contra o congelamento da tarifa, determinado pela Secretaria do Verde e Meio Ambiente, parece coisa previamente combinada. No dia 4/03 é publicada a decisão judicial em favor da concessionária. Pergunto: não parece mesmo coisa combinada entre o poder concedente e a concessionária para dar a impressão que a coisa é mesmo feita em favor do meio ambiente? A forma como se iniciou essa inspeção, ou seja, apenas nos veículos novos, causa dúvidas ao cidadão quanto à probidade desses contratos ou no mínimo nos causa má impressão.

Orivaldo Tenorio de Vasconcelos prof.tenorio@uol.com.br

Monte Alto

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