Cartas - 11/08/2010

LULA X IRÃ

, O Estado de S.Paulo

11 de agosto de 2010 | 00h00

Mico internacional

O "cara" vai ao Irã e faz um agrado ao maluquete de lá. Depois, "contrariado", é obrigado a assinar o decreto de sanção da ONU e paga o maior mico internacional. É, estamos bem na fita.

Maurício Lima mapeli@uol.com.br

São Paulo

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ELEIÇÕES

Entrevista à Globo

Já não basta Lulla ter roubado todos os feitos de FHC, apenas continuando os projetos do governo anterior, vem agora dona Dillma, em entrevista à Globo, dizer que eles pegaram o Brasil numa inflação galopante? Não, dona Dillma, a inflação galopante quem pegou foi o presidente Itamar Franco, que conseguiu debelar a escalada inflacionária com o Plano Real, idealizado pelo então ministro da Fazenda, Fernando Henrique! E para avivar a memória da candidata: o PT lutou contra, lembra? Quem deixou o País com inflação galopante foram os seus amigos Sarney e Collor. História é História e não adianta querer apagá-la com palavras, hoje existe farta bibliografia para consulta. Antigamente é que governantes loucos queimavam bibliotecas para apagar a História de um povo!

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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O JUDAS DE DILMA

Mesmo após oito anos do governo Lula, quando perguntada sobre o motivo de o governo não avançar em algumas áreas, Dilma culpa o governo anterior. FHC é o Judas de Dilma, como é de seu chefe. O que se espera de José Serra é que fale continuamente sobre o Plano Real, Bolsa-Escola, Bolsa-Alimentação, Lei de Responsabilidade Fiscal, combate ao trabalho infantil, Proer, agências reguladoras, até mesmo sobre as privatizações. Foram essas realizações que, sem dúvida, possibilitaram a Lula colher os frutos que alardeia com tanta soberba.

Eni M. Martin de Carvalho enimartin@uol.com.br

Botucatu

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PREVI

As denúncias do ex-gerente executivo (2003-2007) sr. Gerardo Xavier Santiago de que dossiês contra políticos da oposição são montados na Previ pelos diretores oriundos do Sindicato dos Bancários e que esse grupo também ajudaria a arrecadar fundos para as campanhas do PT são por demais sérias para serem ignoradas. Como associado da Previ, manifesto indignação e repúdio a tal conduta e proponho a alteração do estatuto da entidade para que sindicalistas e ex-sindicalistas sejam proibidos de se candidatar à sua direção, pelo despreparo desse pessoal para o exercício da democracia. A sociedade tem de procurar defender-se contra a República sindical que está sendo instalada no País sob a tutela do PT e espera que o Ministério Público exerça seu papel, apurando e fiscalizando tais mazelas.

Adel Feres adel@terra.com.br

Goiânia

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ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

Colírio

Parabéns pelo editorial Incompetência gerencial (10/8. A3). O Brasil precisa de administradores profissionais ad"ministrando" Ministérios com bilhões de orçamento. O apoio do Estadão a essa velha tese foi um colírio nos olhos dos seus leitores.

Stephen Kanitz email@kanitz.com.br

São Paulo

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ESCLARECIMENTO

"Falanges da moralidade"

No seu artigo Falanges da moralidade (Aliás, 8/8), o jornalista Demétrio Magnoli cita o meu nome como "um dos chefes da falange da moralidade" que, do seu ponto de vista, quer tutelar a sociedade. Critica a minha opinião sobre a entrevista feita pelo Estado com Eros Grau, juiz recém-aposentado do STF. Na ocasião manifestei-me contra a posição de Eros Grau, contrária à Lei da Ficha Limpa e à transmissão pela TV das sessões do STF. Apoio, e o Instituto Ethos também apoia, a Lei da Ficha Limpa - achamos que o STF, que ao longo de todos estes anos condenou apenas um político (e demorou tanto que o crime já estava prescrito), tem grande responsabilidade na crença generalizada de que a Justiça protege os políticos (a manutenção da censura ao Estado é um exemplo) e pensamos que os atos dos funcionários públicos, como são os juízes do STF, devem ser transparentes para a sociedade, que paga seus salários. Respeito a opinião do jornalista Demétrio Magnoli, que tem um ponto de vista contrário ao meu, apesar de não entender de que maneira essas minhas posições buscam "tutelar a sociedade". Apenas acredito que deveria ser mais bem informado, até por dever de ofício, quando procura me atingir pessoalmente e ao Instituto Ethos, tentando mostrar a nossa "incoerência" ao exigir transparência de quem é pago com dinheiro público. Ao mesmo tempo ele afirma que o Instituto Ethos é parceiro da Associação Brasileira das ONGs (Abong), que ensina seus associados a acessar dinheiro público, "recebe verbas do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), mantém inúmeras parcerias com o governo federal e se beneficia de amplas isenções tributárias". Em primeiro lugar, se o Instituto Ethos se beneficia tanto de dinheiro público (o que é absolutamente falso), deveria poupar e proteger os políticos, e não se empenhar tanto em moralizar a classe política. Em segundo lugar, a parceria com a Abong nunca envolveu recursos públicos, apenas troca de conhecimentos e colaboração entre empresas e ONGs. O Instituto Ethos, gerido por conselhos e diretoria compostos por lideranças empresariais e sociais, é apoiado e financiado por suas mais de 1.300 empresas associadas. O grande número de seus apoiadores e a pulverização do financiamento garantem a total independência do Instituto Ethos. Não dependemos de nenhum governo nem de nenhuma empresa ou setor individualmente. O Instituto Ethos mantém parcerias, que não envolvem recursos públicos, com vários governos, tentando promover a responsabilidade social na gestão pública, e desenvolve inúmeros projetos - um deles, com o BID (já terminado), visava a introduzir a responsabilidade social na cadeia produtiva de várias empresas. Como entidade sem fins lucrativos, o Instituto Ethos beneficia-se de uma única isenção: o não-pagamento de Imposto de Renda sobre o lucro. Como não há lucro (não há donos nem acionistas para distribuir lucros), todos os recursos são aplicados no cumprimento da nossa missão: promover a responsabilidade social empresarial e mobilizar as empresas para que sejam parceiras na construção de uma sociedade justa e sustentável.

ODED GRAJEW, presidente do Instituto Ethos ograjew@ethos.org.br

São Paulo

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"Entre o contragosto de Lula e a desaprovação do restante do mundo, fico com a primeira opção, lamentando a birra oficial"

LUIZ NUSBAUM / SÃO PAULO, SOBRE AS SANÇÕES AO IRÃ

lnusbaum@uol.com.br

"Será que o longo afastamento do ministro não tem relação com o fato de ser ele o relator no processo do mensalão?"

RAFAEL GABARDO / CURITIBA, SOBRE JOAQUIM BARBOSA (STF)

rafael@ferreirafilho.adv.br

"Lula está certo, Haddad é um dos mais competentes de seu Ministério!"

ARIOVALDO BATISTA / SÃO BERNARDO DO CAMPO, SOBRE A AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO

arioba06@hotmail.com

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TEMA DO DIA

Entrevista de Dilma na Globo divide opiniões

Mais segura e simpática, petista falou de alianças e de avançar em vez de continuar o governo Lula

"Não gostei da entrevista. Respostas pouco "amplas" e o entrevistador parecia querer colocar a candidata numa saia-justa."

VITOR SANTOS

"Não achei a entrevista malconduzida. As perguntas foram pertinentes e plurais quanto ao interesse do eleitorado."

ANTÔNIO ARAÚJO JUNIOR

"Uma candidata a presidente que diz conhecer todo o Brasil e não sabe onde fica a Baixada Santista é inconcebível."

ELSON BURITY

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Cartas enviadas ao Fórum dos Leitores, selecionadas para o estadão.com.br

PÁ DE CAL

Mano sepulta definitivamente a era Dunga

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

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SELEÇÃO

Bastou-nos um técnico normal, com experiência, para observarmos um time leve, solto, de cabeça erguida, sem compromisso com medalhões falantes e doentes (Júlio Cesar e Kaká) encobertos pela comissão médica - devia sair por isso. A zaga jogou com leveza, sem faltas. Único senão: Daniel Alves na zaga, nervoso, mas no apoio foi bem. Os dois volantes, Ramires e Lucas, seguros, jogando com sobriedade e rápidos. O ataque esbanjou toques refinados - certamente que com o passar dos jogos outros jogadores poderão entrar, Hernane, Jucilei. O goleiro, tranquilo, sai com as mãos e perfeito, quando precisou estava lá. Portanto, a torcida brasileira deve ter visto com bons olhos a estreia do senhor Mano Menezes, que mostrou ao longo da partida mudanças táticas visíveis, provando que para determinadas funções na vida a experiência é necessária.

Julio Jose de Melo julinho1952@hotmail.com

Sete Lagoas (MG)

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CONFETE DEMAIS

Brasil e EUA provou apenas que os americanos são bons é na bolinha que se bate com porrete, a oval chutada num gol esquisito e a jogada dentro da cesta. Mesmo assim, os comentaristas do jogo elogiaram demais técnico e jogadores, alegando que o time foi montado nesta semana e jogou contra outro já formado, mas que a bem da verdade só tinha um jogador, o Donovan, porque o resto... Eles são nossos fregueses de há muito e não poderia ser esse time o melhor para facilitar a estreia na seleção do técnico e da maioria dos boleiros. No entanto, é cedo demais para jogar tanto confete, como aconteceu no programa da Globo logo após o jogo.

Laércio Zanini arsene@uol.com.br

Garça

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NEM POR 15 MINUTOS

Ou melhor: nem por um minuto, Juvêncio. Torcedor há 70 anos do SPFC, proprietário de cativas, que não perde jogo do time, afirmo com todas as letras: com V ou com W, Luxemburgo JAMAIS!!! Se não serviu quando ainda era bom técnico, por boas e indiscutíveis razões, cogitá-lo agora, decadente e no lugar que fez por merecer, lanterna do Campeonato Brasileiro, é o fim. O fim de sua gestão e da atual diretoria e da minha devoção pelo Tricolor.

Eduardo Nuno Ferreira de Sousa eduardonuno@uol.com.br

São Paulo

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XI DE AGOSTO

Velha e sempre nova Academia do Largo de São Francisco! Hoje comemoras o 183.º aniversário da tua fundação, para glória e ufania dos teus ex-alunos e dos paulistas! Como antigo aluno da turma de 1945, venho homenagear-te com o mais sincero apreço e respeito e com os mais modestos e singelos versos:

Querida academia que doutrinas o Direito,

Hoje aniversariando te tornaste mais velha e renovada criança,

Teus antigos alunos que por ti ufanam o peito

Vêm te homenagear para que sempre estejas em nossa lembrança.

''Grato animo'',

Antonio Brandileone abrandileone@uol.com.br

Assis

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MARINA SEM EXPLICAÇÃO

Entre os princípios éticos do funcionalismo público - e os ministros de Estado não são mais do que servidores qualificados do Estado, não de um governo -, a omissão concernente a um ilícito, por sentimento de solidariedade àqueles que o perpetraram, não é admissível. Marina Silva não conseguiu responder a contento à pergunta que lhe foi endereçada no Jornal Nacional. No episódio do mensalão, colegas seus, envergonhados, deixaram a administração aos prantos. Marina permaneceu. Agora, fica muito difícil explicar. Em Brasília existem maioneses que envenenam almas e intestinos.

Amadeu Roberto Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

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ALIANÇAS DA CANDIDATA

No amplo noticiário do Estadão (10/8, A4) sobre os questionamentos do Jornal Nacional, da TV Globo, à candidata Dilma Rousseff, esta se colocou, como se dizia outrora, em camisa de sete varas. Se acúmulo de experiência leva ao ponto de aceitar quem mais no passado se criticou, melhor teria ela dito que atingiu o cúmulo da leniência. Na estrada de Damasco, não se converteu a postulante, mas nega todo o seu alegado passado de lutas, justamente contra os que ora inflam seu pleito ao Palácio do Planalto. Contando com a tão divulgada popularidade de seu mentor, creio que poderia realizar uma campanha com melhores companhias. E ainda com uma oposição que se esqueceu dos mensaleiros, do insucesso da política externa e de um País, enfim, que, sem ferrovias, roda ou rola por estradas esburacadas, sem portos nem aeroportos viáveis.

Jairo P. Gusman jairogusman@gmail.com

São Paulo

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AVE, DILMA! ALELUIA, IRMÃ!

Para muitos, o lulismo e o petismo assumem ares de religião. A candidata Dilma afirmou no Jornal Nacional, quando indagada sobre as alianças estranhas com antigos "coronés" da política brasileira, que foi por "maturidade" do partido e por terem aceitado as normas do governo. Alguém me convença, por favor, de que os Sarneys, Collor, Renan, Jader, entre outros tantos fiéis, rezam conforme a "bíblia" petista.

Luiz Nusbaum lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

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O DISCURSO E A PRÁTICA

Durante entrevista ao JN a candidata Dilma Rousseff demonstrou estar treinada para ludibriar o eleitor. Usou números que não condizem com a realidade, pois disse que o governo federal destinou à Favela da Rocinha cerca de R$ 270 milhões - minutos antes o secretário de Segurança do Rio de Janeiro disse ser impossível prender um bandido numa favela sem pôr a vida em risco. Alguma coisa deve estar bastante errada e tomara que o telespectador tenha percebido a diferença entre o discurso e a prática. A candidata defendeu aliança com os velhos caciques da política, na grande maioria do PMDB, pois sabe que sem o apoio das raposas sua candidatura seria inviável. Se Dilma for eleita, quem governará o Brasil serão novamente Sarney, Renan, Jader Barbalho, Romero Jucá e Fernando Collor, além, é claro, da camarilha petista sindicalista. Já passou da hora de o eleitor dar o troco. Basta da mesmice, vamos renovar o Congresso Nacional - Câmara e Senado -, elegendo pessoas que têm projeto para o País, e não candidatos com projetos para suas necessidades familiares.

Izabel Avallone izabelavallone@yahoo.com.br

São Paulo

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VISUAL E COMPETÊNCIA

Dilma, com aquele visual com que se apresentou no JN, toda maquiada (excessivamente até), mais parecia uma peça de propaganda de cosméticos, não me convenceu! (10/8, A4).

Agrada-me mais o visual da ex-seringueira Marina Silva, mulher batalhadora, mais pé no chão, mais articulada, mais bom senso e mais cara do Brasil.

Quanto à experiência, todo mundo acha que tem. Para governar um país-continente como o nosso e relacionar-se diplomaticamente com outros países é preciso muito mais do que ''achar'' que tem experiência. Quanto a isso, recomendo a leitura do livro ''The Peter Principle", de Lawrence J. Peter & Raymond Hull, traduzido para o português sob o título ''Todo Mundo é Incompetente, Inclusive Você''. Sua teoria é a de que uma pessoa, sendo boa na função atual, não significa que

será boa numa função superior. Neste caso, atinge-se o seu nível de incompetência.

Alvaro Salvi alvarosalvi@hotmail.com

Santo André

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GATO POR LEBRE

Quando ministra, Dilma Rousseff sempre aparecia com o semblante pesado, arrogante, bafo de charuto... Agora, às vésperas das eleições, aparece toda sorridente, simpática, artificial... Não sei, não, tenho a nítida impressão de que estão querendo nos vender gato por lebre.

José Carlos Degaspare degaspare@uol.com.br

São Paulo

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MAIS UMA (IN)VERDADE

Na entrevista ao Jornal Nacional, de cobertura também nacional, Dilma afirmou que, quando o PT assumiu o governo federal, "a inflação era desenfreada" (ipsis litteris). Como não foi contestada pelo apresentador, fica a "inverdade" consagrada para todo o País.

Cléa M. Corrêa cleacorrea@uol.com.br

São Paulo

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O CAROÇO DA AZEITONA

O caroço da azeitona, para o PT, petistas e militantes, é não serem ''o pai verdadeiro do Plano Real e do controle da inflação'', marca do governo Fernando Henrique Cardoso, que proporcionou a Lulla governar em águas tranquilas.

Dilma disse ter sido o braço direito e o esquerdo de Lulla e comandante de mais de 30 ministros, para tentar desfazer a pecha de poste.

Então, vamos dar nome. Dilma é responsável por oito anos e apenas 1% de saneamento básico, deixando 100 milhões de brasileiros convivendo com esgoto a céu aberto; oito anos e 60 milhões de brasileiros sem água potável; oito anos e a educação brasileira está no 85.º lugar no ranking mundial; PAC "Minha Casa, Minha Vida", lançado em 2007 com programa de 1 milhão de casas e apenas 100 mil foram construídas; PAC dos Transportes - aeroportos, portos e rodovias no caos total; apenas 2% a mais do que foi dado pelo governo FHC no aumento do salário mínimo; saúde na UTI, com pacientes nos corredores dos hospitais; fronteiras abertas para o tráfico de armas e drogas, destruindo nossa juventude; lucro dos bancos na estratosfera; 57% de empréstimos obscuros do BNDES a duas estatais e dez empresas privadas (construtoras, empreiteiras, frigoríficos, tele, rede de supermercado, entre outras.

Por estas e outras tantas é que Dilma não é digna do voto de brasileiros trabalhadores e honestos, que vivem pela verdade e para a verdade.

Marisa Cruz marisa.s.cruz@gmail.com

São Paulo

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ENTREVISTA

Nós precisamos de um presidente competente, seguro, articulado, honesto, transparente, inteligente, culto. Como dar voto a uma candidata de sorriso falso, sem conhecimento geográfico do País, que vai governar manipulada, dependente da Presidência atual para conseguir votos e projeção, insegura e despreparada? Nem vou citar seu passado, que, como diz o ditado: "Teu passado te condena."

Márcia Rossi Soares marciarossisoares@yahoo.com.br

São Paulo

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PASSADO

Fernando Meirelles é um excelente cineasta, mas falou bobagem ao criticar Dilma Rousseff (PT) por supostamente omitir o seu passado de "guerrilheira". Ao contrário. Dilma deveria é se envergonhar das alianças espúrias do PT, do seu vice, etc., mas deve ter enorme orgulho do seu passado de luta contra a ditadura militar. Todos aqueles que se sacrificaram, foram presos, torturados, exilados e lutaram contra a ditadura militar merecem todo o nosso respeito e admiração pelo que fizeram, e Dilma não foge à regra.

Renato Khair renatokhair@uol.com.br

São Paulo

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O ENGODO SE RENOVA

Após o engessado debate dos presidenciáveis, pôde-se observar que o País está cada vez mais próximo do universo orwelliano, em que o ''Grande Irmão'' tudo controla. Ou seja, para que a verdadeira imagem da candidata do governo não fosse revelada por questões de seu indefensável passado violento como terrorista, e de fabricação de dossiês, etc., etc., as perguntas tiveram de ser moldadas pelo falso quesito ''respeito mútuo'' e as respostas, pelo tempo exíguo. Assim, a face que ficou para o povo menos esclarecido é de uma candidata ''chic'', similar a uma outra petista da elite paulistana, que lutará com todas as armas (e nisso ela tem doutorado) para ''livrar o povo da miséria''. Isso é que é saber pôr em prática as teorias de Maquiavel.

Neiva Pitta Kadota npkadota@terra.com.br

São Paulo

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DILMA/ESTELA

Agora que a poeira assentou, voltemos ao debate da candidata na Band. O Estadão publicou o que Dilma Rousseff disse: ''É confortável esquecer o passado, mas é pouco prudente.''

Autocrítica, dona Estela?

Mauro Roque lauroroque@uol.com.br

São Paulo

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DILMA E AS BAIXARIAS

A maioria dos leitores acha que nos debates televisivos para a Presidência da República os candidatos deveriam apenas expor de modo claro e objetivo seus programas de governo. Ao contrário, acho que nos debates deveriam ser abordados os temas erroneamente chamados de baixarias. Afinal, o País é uma baixaria de norte a sul e o maior medo que temos de Dilma Rousseff é exatamente esse. Será que ela vai continuar apoiada em Marco Aurélio Garcia e sua paixão por ditadores sanguinários? Será que ao lado de José Dirceu vai elaborar novo mensalão? Será que embalada por Meirelles vai continuar estimulando os bancos a arrasar a classe média? Será que vai manter o ministro Haddad e todas as marmeladas do Enem? Será que continuará prestigiando o ministro Temporão e entregando o Brasil ao Aedes aegypti? Será que continuará passando a mão na cabeça dos corruptos em nome da governabilidade? São muitos graves "serás" que só poderão ser esclarecidos em debates menos civilizados.

Geraldo Siffert Junior siffert18140@uol.com.br

Rio de Janeiro

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MODELO INSTITUCIONAL

Infere-se, depois de ouvir Dilma Rousseff sem Lula ao lado, que seu modelo institucional relacionado à presença direta do governo no processo produtivo do País é produto do que ele pensa, quando disse que o setor privado para funcionar bem necessita de concorrência firme do setor público. Segundo Lula, o Banco do Brasil tem de ser o primeiro para que o Bradesco não assuma a "liderança". E do que Dilma acrescenta ao pensar sobre a Infraero em sua abertura ao capital privado, ou quando propõe uma empresa estatal para estruturar a participação privada e a transferência tecnologia em seu projeto de trem-bala. Em suma, durante seu governo, se eleita, assistiremos ao retorno triunfal das chamadas empresas ou sociedades de economia mista que proliferaram desde que Getúlio criou Petrobrás, Eletrobrás, Volta Redonda e outras. Em nosso país, tanto no interregno democrático, mas principalmente durante a ditadura militar, o setor público, em todas as suas esferas de atuação, turbinou o crescimento do número de empresas desse tipo. Isso se deveu à liberdade dos governos municipais, estaduais e, especialmente, do governo federal de criar e financiar novas empresas e administrá-las politicamente, sem preocupação com rombos e desvios técnicos, econômicos e financeiros. Sem dúvida, inflação, corrupção, empreguismo, nepotismo e muita ineficiência e confusão em nossa economia têm suas raízes nesse modelo institucional que Dilma vai ressuscitar, para gáudio do PT (PTB?) e PMDB (PSD?) e tristeza do DEM-PP (UDN?), do PSDB (PDC?), do PSOL (PCB?) e do único partido sem raízes no passado (PV). E cosi la nave và... Para trás, obviamente! Como diriam, respectivamente, Getúlio e Geisel se fossem vivos: "Trabalhadores do Brasilllll, meia volta volver!"

Eduardo J. Daros daros@transporte.org.br

São Paulo

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POR QUE NÃO GOSTO DA DILMA

Estou no Brasil desde os anos 60 e até hoje nunca tive a preocupante sensação de estar sendo ameaçado. Vivendo no Rio de Janeiro, mesmo durante a ditadura militar, consegui equilibrar-me e viver em paz entre as forças opostas. Com o Estado da Guanabara tratava da realização de um projeto ligando o Parque da Cidade e o Alto da Boa Vista com um teleférico e acabei fazendo amizade com o governador e sua simpaticíssima esposa de origem italiana (afinal, o projeto, por motivos não muito claros, foi vetado pela Secretaria do Meio Ambiente). Do outro lado da barricada, dividi os mesmos riscos de vários resistentes, com os quais defendia bravamente a democracia tomando cerveja nos botecos de Ipanema e do Baixo Leblon. Entre altos e baixos dos diferentes governos consegui sempre viver sem medo e trabalhar em paz. Meu modo de pensar foi muitas vezes contrário ao governo do Lula, que, entretanto, abençoado por um período de prosperidade, fez funcionar a contento a economia do País. O que me preocupa é o aparelhamento do Estado, a partilha de cargos públicos, o controle dos fundos estatais, as facilidades do Tesouro ao BNDES, o poder exercido na Petrobrás, o pouco-caso prestado ao aumento das importações e ao pequeno valor agregado das exportações, cada vez mais voltadas para as commodities. São fatos que me levam a reafirmar o meu medo no futuro de um país cujas rédeas poderão ser seguradas por uma panelinha de gulosos amigos sob o comando de uma mulher que, na sua inabalável presunção, acha que poderá decidir sozinha os destinos da Nação e realizar seus ambíguos sonhos de poder. Espero que o bom senso dos brasileiros prevaleça contra qualquer tipo de confraria com conotações mafiosas.

Franco Magrini framagr@ig.com.br

Cachoeira Paulista

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ALICES DEMAGOGAS

Como o sr. Plínio de Arruda Sampaio pode falar em ruptura política enquanto desembargadores vendilhões de sentenças são aposentados com salários integrais ou funcionários públicos paralisam o Poder Judiciário? Os socialistas não passam de Alices demagogas no País das maravilhas!

Eugênio José Alati eugeniojosealati@yahoo.com.br

Campinas

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PESQUISAS

Em julho, uma pesquisa registrada no TSE apontava José Serra com 39% e Dilma Rousseff com 37% de intenções de voto. Em agosto, outra pesquisa, também registrada TSE, apontou Dilma com 42% e Serra com 32%. Uma inversão esquisita. O povo pergunta: essas pesquisas não estariam previamente programadas para colocar Dilma no mesmo patamar de aceitação do presidente Lula? Uma discrepância que nos põe em dúvidas.

Leônidas Marques leo_vr@terra.com.br

Volta Redonda (RJ)

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PÉSSIMO EXEMPLO

O Brasil é um país tropical abençoado por Deus e bonito por natureza, mas sua classe dominante só quer levar vantagem e, com regular frequência, sob forte suspeição de desonestidade, dá péssimo exemplo. Sob o teto do mandatário-mor, a transparência que deveria ser exemplar, o exagerado e abusivo uso do cartão corporativo não pode, a pretexto de segurança nacional, ser esmiuçado, daí os R$ 3,25 milhões gastos de janeiro a julho de 2010 não serem honestamente justificados. Compete ao nosso Senado banana fiscalizar as contas públicas, mas é conivente com tal descalabro e inexiste a consciência de que o mandatário é um mero servidor transitório, subalterno aos contribuintes e que tem o dever de prestar contas, de esclarecer detalhadamente, a qualquer momento, todos os gastos.

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br

Vila Velha (ES)

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FARPAS PSDB-DEM

Desde que o PFL virou DEM e colocaram Rodrigo Maia para ser presidente nacional da legenda, só se vê confusão, não só com o PSDB, mas até com membros do próprio partido.

Aqui, no Paraná, existem deputados da legenda que não suportam a figura dele, muito menos respeitam sua autoridade, por isso entendo perfeitamente a posição do candidato Serra.

O fato de terem mudado o nome do partido, na minha opinião, já foi um grande equívoco, pois perdeu toda aquela identidade original do PFL. Se a sigla PFL era símbolo de partido de direita, qual o problema? É de direita mesmo, assim como o PT é de esquerda e ponto final.

Agora, o maior dos equívocos foi substituir uma figura forte, austera e que impunha respeito, como o ex-presidente Bornhausen, por esse menino emburrado.

Tem gente no partido com muito mais envergadura para assumir a presidência da legenda, como, por exemplo, o próprio vice de Serra, deputado Índio da Costa, o deputado Caiado ou mesmo o nosso conterrâneo deputado Lupion.

Garanto que se mudarem o comando central por gente do PFL histórico e identificado com as raízes do partido a era de farpas entre DEM e PSDB estará com os dias contados.

Friederich von Braun friederichvonbraun@gmail.com

Arapoti (PR)

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VAIDADE IMPERIAL

Quando, em disputa eleitoral, uma oposição não é coesa e pragmática, as coisas ficam mais fáceis para os adversários, isso é óbvio. Os desentendimentos entre o presidente do DEM, Rodrigo Maia (RJ), e o presidenciável José Serra (PSDB-SP) somente concorrem para o favorecimento da candidata do governo, que conta com bases sólidas de apoio. Em ano eleitoral, o necessário desprendimento de rusgas e quesílias entre líderes dos partidos oposicionistas é um imperativo imprescindível para a formação de um bloco opositor eficiente. Caso contrário, quando acordarem, não adianta chorar o leite derramado, pois a vaca foi direto para o brejo.

Francisco Zardetto fzardetto@uol.com.br

São Paulo

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SERRA E DILMA

Serra, você não acha a Dilma bonitinha, carinhosa, empreendedora, inteligente e simpática?

Se não acha ainda, acho melhor ir se preparando...

Ulysses Fernandes Nunes Junior ulyssesfn@terra.com.br

São Paulo

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PLÁGIO

''Brasil: lule-o ou dilme-o.'' Pô, até a marquetinagagem ditadurática foi plagiada e reproduzida pela marquetingagem lulática!

Ney José Pereira neyjosepereira@yahoo.com.br

São Paulo

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NÃO DÁ!

''Serra descarta treino para entrevista no Jornal Nacional'', diz a manchete na edição do Estadão online de ontem. Por favor, senhores! É fato que estamos, a cada dia, mais cercados de gente medíocre e limitada, mas jamais passou pela cabeça de ninguém que conheça José Serra que ele precisasse de treinamento para dar uma simples entrevista. Há candidatos e candidatos! Não podemos partir da premissa de que todos têm o mesmo baixo nível.

M. Cristina da Rocha Azevedo crisrochazevedo@hotmail.com

Florianópolis

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ELEIÇÕES 2010

Gostaria de expressar meu profundo descontentamento com os candidatos à Presidência da República nas eleições 2010.

Após o fraco debate neste mês, fiz uma demorada pesquisa na internet para conhecer as propostas e o plano de governo dos candidatos. E, para o meu grande desprazer, descobrir que nenhum deles se preocupa em tornar públicas as suas ideias de como gerir o País nos próximos anos.

Como, então, votarei em alguém? Sem ter um conhecimento um pouco mais detalhado sobre as propostas de governo, votar será assinar um cheque em branco.

Não quero anular o meu voto, que é um instrumento de extrema importância, porém não me sinto confortável em eleger alguém para administrar o País sem que tal pessoa exponha com clareza suas intenções.

Parece que a nossa democracia ainda tem muito que crescer e somente quando houver transparência dos políticos ante o eleitorado tal crescimento ocorrerá.

Renato Dainesi dainesi@ig.com.br

São Paulo

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ATÉ QUANDO?

Até quando este país haverá de suportar expedientes tão danosos à democracia como mensalões, fabricação de dossiês contra adversários, com direito à descrição do modus operandi em revista de grande circulação por parte de alguém que obedeceu a ordens para fazê-los vários? Até quando teremos mutuários sendo lesados pela Bancoop sem dó nem piedade? Até quando haveremos de tomar conhecimento de mortes e assassinatos até hoje não esclarecidos? Até quando haveremos de constatar a manipulação da opinião pública através de parte da mídia obediente ao poder central? Até quando haveremos de testemunhar o descaso à lei por um presidente da República que se acha acima dela? Enfim, até quando acharemos ''normal'' a corrupção, a cooptação, argumentando que todos são iguais? Não... não são todos iguais e o que está acontecendo excede em muito qualquer padrão de normalidade democrática. Não devemos permitir que isto prospere, pelo bem do Brasil e das gerações vindouras.

Eliana França Leme efleme@terra.com.br

São Paulo

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NAS COSTAS DOS CIDADÃOS

A avalanche diária de notícias policiais na mídia mostra que há dois tipos de cidadãos: os que pagam ao e os que recebem do Tesouro. Comportamento aético no Executivo, Legislativo, Judiciário e também nas estatais, em fundos de pensão e sindicatos é habitual, mas sobe a jato na época das eleições. O relacionamento com as empreiteiras também é nebuloso - que o diga o TCU. O egocentrista que está na Presidência, mas não a exerce, só fazendo campanha política do poste e viajando pelo mundo, para assuntos que interessam só a ele. e não aos cidadãos/eleitores/contribuintes. E tem 80% de aprovação do povão inculto. Brasil. País de Tolos.

Mário A. Dente dente28@gmail.com

São Paulo

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LEI ANTIFUMO

Com a desculpa esfarrapada de que estamos em período eleitoral, a grande mídia não deu a menor importância para o aniversário de primeiro ano da Lei Antifumo do Estado de São Paulo porque é um feito do ex-governador José Serra. Se fosse do governo petista, teriam batido bumbo, mas como o presidente Lula é adepto do fumo... Mas saibam quantos quiserem: a Lei Antifumo tem 99% de aprovação dos paulistas.

Tiago Vinícius Matos matostv@hotmail.com

São Paulo

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DIA DOS PAIS, O REMATE

Ainda é tempo de homenagear alguns pais que se destacaram como verdadeiros ícones da paternidade em 2010.

Na categoria "toma que o filho é teu", o Prêmio Nega Maluca vai para o sr. Alencar, que nos ensina que filho, quando feito por fora, não conta e quando é feito na zona não vale.

E na categoria "meu herói, meu bandido" o Troféu Nardoni vai para o goleiro Bruno, que cogita de pedir a guarda do filho da Eliza Samudio.

(Ainda bem que a janela dele tem grade.)

Stanislaw Cordeiro ratles2@hotmail.com

São Paulo

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DECEPÇÃO

E pensar que eu defendi a tenacidade aguerrida de José Alencar na sua luta contra o câncer, por supostamente evidenciar a coragem de um humanista. Ledo engano. Pelo visto, o vice-presidente da República, que se recusa estranhamente a se submeter a um exame de DNA para esclarecer de vez a paternidade de uma suposta filha, alegando preconceituosamente que a mãe dela era uma prostituta, é tão "humano e nobre" quanto os jogadores de futebol e pagodeiros sacripantas que povoam a mídia protagonizando histórias de contestadas paternidades. Que pena que o sofrimento não tenha moldado José Alencar, transformando-o num ser humano melhor. Minha admiração foi em vão. O decepcionante vice-presidente, pelo visto, como tudo o que caracteriza o governo Lula, é um grande engodo. Para não dividir a sua riqueza, revelou disposição para cometer uma grande baixeza. Quem não deve não deveria temer!

Túllio Marco Soares Carvalho http://www.tulhadotullio.blogspot.com/

Belo Horizonte

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DEVER DE CONSCIÊNCIA

Deus, de quem tanto o senhor José Alencar fala, concedeu-lhe a graça de usar o seu muito dinheiro para prolongar a vida e ter tempo de refletir sobre dívidas em aberto. A sabedoria popular ensina-nos que "cá se faz, cá se paga", enquanto o temor a Deus nos ensina que, um dia, vamos ter de prestar contas pelos nossos atos, e essas contas terão de ser prestadas sem o muito dinheiro que cá ficará.

Aquela indefesa, rotulada pelo sr. Alencar de prostituta, que "de tão pobrezinha não podia frequentar os bailes a que ele ia", deu-lhe uma grande lição de dignidade e caráter ao, sozinha, criar, educar e dar uma profissão digna à filha, cuja paternidade o vice-presidente da República, com toda a sua fortuna, não ousa negar. Com um exame muito simples, ele dispensaria a exibição de tanta arrogância e falta de caráter.

Enquanto dezenas de bilionários norte-americanos se comprometem a doar metade das suas fortunas, o vice-presidente da República abusa da sua fortuna para tentar subtrair-se aos seus deveres elementares de consciência.

Aníbal Tomás Germano de Matos: anibalmatos@uaivip.com.br

IGARASSU (PE)

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LUGO E ALENCAR

Com essa vinda do presidente do Paraguai, Fernando Lugo, a São Paulo para tratamento no Hospital Sírio-Libanês, imagino que deverá ocorrer algum encontro dele com o vice-presidente José Alencar, que se trata no mesmo hospital.

Como retribuição ao povo brasileiro, que está custeando a sua viagem, Lugo poderia passar a Alencar a sua vasta e positiva experiência em reconhecimento de paternidade.

Ronaldo Gomes Ferraz ronferraz@globo.com

Rio de Janeiro

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VINGANÇA OU RECONHECIMENTO?

Ao assinar as sanções da ONU contra o Irã, Lula agiu mais por vingança à negativa do seu neoamigo Amahimejad em aderir à sua campanha de popularidade pessoal e libertar a iraniana Sakineh do que reconhecer tardiamente que deu um passo errado ao apoiar o Irã em sua tentativa de enriquecimento de urânio.

Quem bem conhece Lula sabe que foi por pura vingança, e com muito prazer.

Claudio Juchem cjuchem@gmail.com

São Paulo

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LEIS INTERNACIONAIS

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, declara que o ataque à frota humanitária que se dirigia à Faixa de Gaza está ''de acordo com as leis internacionais''. Pois muito bem. O bloqueio à Faixa de Gaza também está de acordo com as leis internacionais? Os assentamentos de colonos em territórios palestinos estão de acordo com as leis internacionais? As tais leis justificam o que, a olhos mais racionais, parece injustificável? Pergunto o que é mais necessário mudar: a mentalidade desse cidadão ou as leis internacionais?

Fabio Aulisio faulisio@hotmail.com

São Paulo

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CÃO DE QUALIDADE

A matéria ''SP como polo exportador de cães de raças raras'' deveria esclarecer ao leitor desprevenido que cães de qualidade são todos, do vira-lata ao papillon. O difícil de encontrar

mesmo é dono de qualidade...

Adriana Irigoyen adrianairigoyen@terra.com.br

São Paulo

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