Cartas - 12/02/2011

EGITO

, O Estado de S.Paulo

12 Fevereiro 2011 | 00h00

Mubarak renuncia

O Egito está em festa com o fim de uma ditadura que durou décadas. Agora, o importante é cuidar para que os egípcios não tenham saído de um incêndio para cair em água fervente.

BEATRIZ CAMPOS

beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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O futuro do Egito

O Egito, para quem o conhece, vive momentos de indefinição entre uma ditadura terminante e a solução final, que será sem dúvidas uma teocracia moderada, mas quase aos moldes de um Irã. Essa nem Obama consegue segurar, é esperar para ver.

ALOISIO ARRUDA DE LUCCA

aloisiodelucca@yahoo.com.br

Limeira

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SALÁRIO MÍNIMO

Merreca

Estão preocupados com a inflação e anunciando redução no Orçamento para 2011, mas por que não procuram diminuir os altíssimos salários dos parlamentares, que foram reajustados na calada da noite? A merreca do salário mínimo, com aumento proposto de apenas R$ 5, não sai da pauta de políticos, sindicatos e companhia limitada. Uma vergonha. Economizem nos gastos do governo, trabalhem mais e produzam mais.

EVA VOLTIS

evoltis@gmail.com

Campinas

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Contas tortas

R$ 5 de aumento na merreca do mínimo quebra o Brasil; mais de 60% de aumento nos salários exorbitantes dos parlamentares, não. Alguém pode explicar?

MILTON BULACH

mbulach@gmail.com

Campinas

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Factível

Salário mínimo de R$ 600 é factível e o governador Geraldo Alckmin já o instituiu em São Paulo.

RODRIGO BORGES DE C. NETTO

rodrigonetto@rudah.com.br

Brasília

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Acerto

PSDB e DEM fizeram um acordo com o governo e aceitarão um mínimo de R$ 560, no caso de o governo não conseguir aprovar os R$ 545. Onde está a oposição em defesa da população?

ANGELO TONELLI

angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

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Firmeza

Cumprimento a presidente Dilma pela firmeza, até aqui, contra a demagogia no aumento do mínimo. Fazer cortesia com o chapéu alheio nos tem limitado o crescimento, e disso deveria saber o "guri" Paulinho, entre outros "oportunistas" de plantão.

RICARDO SALLES

salles@endireitabrasil.com.br

São Paulo

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CORREIOS

Eficiência...

Deve ser piada. Em outubro mandei, de Curitiba, um documento via Sedex para minha filha que mora nos EUA. Levaram apenas 20 dias. No dia 4 de janeiro ela me mandou dois livros pelo correio aéreo. Chegaram em São Paulo e, segundo informação dos Correios de Curitiba, ainda estão lá, hoje, 12 de fevereiro. A isso o Sr. Fausto Weiler tem a caradura de chamar de eficiência.

BEATRIX NOGUEIRA

beatrixbehn@yahoo.com

Curitiba

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URBANISMO

A Nova Santa Ifigênia

O Bairro Santa Ifigênia está em perigo de destruição pela Prefeitura, em proveito dos especuladores imobiliários. Após inúmeras tentativas malsucedidas de verificar estudos, enfim consegui acesso e efetuei em 1.º/2, na Secretaria de Desenvolvimento Urbano, vistas do processo do Projeto Urbanístico da Nova Luz. Encontrei no projeto "preliminar" tabelas de valores de imóveis drasticamente subavaliadas à razão de 1/10 a 1/20 do valor do mercado dos imóveis residenciais e comerciais, respectivamente. Ora, os terrenos baratíssimos avaliados não existem na região do projeto, ou seja, só existem no relatório da Prefeitura e foram usados como premissa do projeto! Gostaria de saber quem será responsável ante o futuro concessionário que certamente assumirá, via Judiciário, responsabilidade financeira dos 9/10 a 19/20 restantes, diante desses valores equivocados assinalados no processo: será o Consórcio Concremat/Cia City/FGV/Aecom? Ou será que os representantes do Executivo e do Legislativo que aprovaram as leis serão pessoalmente responsáveis, com seus bens? Se for a Prefeitura, entendo que o prejuízo atinente a esse projeto é inaceitável para o contribuinte paulistano. Assim, considero imprescindível que cadastramento e perícias sejam feitos para cada unidade de imóvel residencial e comercial da região de forma transparente ante o Judiciário, com a participação de cada proprietário, e as tabelas de valores sejam ajustadas aos preços de mercado atuais e reais; considero imprescindível que os valores reais sejam usados como premissa corrigida do projeto e como premissa para o estudo de viabilidade econômico-financeira previamente à licitação do concessionário urbanístico - que também precisa de proteção. A única alternativa viável é a anulação das Leis Municipais 14.917 e 14.918, da concessão urbanística pelo Executivo e pelo Legislativo.

SUELY MANDELBAUM, arquiteta urbanista

suely.m@terra.com.br

São Paulo

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FALECIMENTO

Mauro Chaves

Mauro Chaves foi um dos mais sérios e brilhantes articulistas de O Estado de S. Paulo, bem como comentarista do Jornal da Gazeta da TV Gazeta. Mesmo que algumas vezes dele discordei, sempre considerei produtivo com ele conversar para avançarmos no esclarecimento de tudo o que ocorria em nosso país. Transmito à sua família, aos diretores e colaboradores do Estado meus sinceros sentimentos de pesar.

EDUARDO MATARAZZO SUPLICY

wasem@senado.gov.br

Brasília

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Calou-se uma das minhas mais queridas vozes. Minha homenagem a Mauro Chaves.

ANGELA CARACIK

angelacaracik@terra.com.br

São Paulo

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Saudades de seus textos tocantes, profundos e reflexivos. Suas realizações em vida, a fé inquebrantável na democracia e cultura serão exemplos eternos.

CELSO S. DE A. SANT"ANNA

celso@buriticomercial.com.br

São Paulo

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"Que tal um salário mensal de R$ 545, sem nenhum benefício adicional, para os congressistas? Pelo tanto que produzem, está ótimo"

DAVID NETO / SÃO PAULO, SOBRE A NEGOCIAÇÃO DO MÍNIMO

drdavidneto@uol.com.br

"Dizem que José Sarney não suporta ouvir as notícias do Egito. Teme que o povo do Maranhão faça o mesmo"

CELIA HENRIQUES GUERCIO RODRIGUES/ AVARÉ, SOBRE A RENÚNCIA DE HOSNI MUBARAK

celitar@hotmail.com

"Viva o Egito! E nós, quando ficaremos livres de Sarney?"

ANTONIO CARLOS FERREIRA RAINHO/ SÃO PAULO, IDEM

caipiramoderno@ibest.com.br

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TEMA DO DIA

Egito comemora a renúncia de Mubarak

Nobel da Paz, ElBaradei se oferece para liderar o país durante transição. Obama se diz confiante

"O perigo é um grupo radical islâmico requerer o poder."

LUIZ SANTANA

"Parabéns, egípcios. Vocês aguentaram demais e merecem viver em paz e harmonia. Vivam democraticamente e se desenvolvam juntamente com seus vizinhos milenares."

FRANCISCO KAVELSKI

"Na realidade, os militares é que têm o poder político por aquelas bandas. E não parece que vão abrir mão dele."

CELSO ARGEMIRO PEREIRA PINTO FILHO

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Cartas enviadas ao fórum dos leitores, selecionadas para o estadão.com.br

Rebeldes

O povo do Egito e a torcida do Corinthians nos ensinaram como agir para resolvermos problemas de falta de ação, comodismo e outras coisas mais...

Nelson Pereira Bizerra nepebizerra@hotmail.com

São Paulo

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Barbas de molho

Tunísia e Egito, povo aos gritos e líderes aflitos. Os protestos no Oriente Médio são claro subproduto da crise econômica de 2008. O caso egípcio é emblemático: paraíso da informalidade, 44% de seu povo sobrevive com menos de US$2 / dia e seu PIB per capita está apenas na 97ª posição no ranking. Índice de Gini e IDH apenas "médios", taxa de mortalidade infantil de 30 por 1000 nascimentos (alta), 30% do povo analfabeto e expectativa de vida de 71 anos. Convenhamos, após 30 anos dando as cartas, Hosni Mubarak não vai deixar saudades. Resta saber se o povo passará efetivamente a ter voz ativa nos rumos daquele país - o que seria inédito. Malgrado sua situação de penúria, o Egito é um país importante da região, fundador da Liga Árabe, e tem forte tradição secular, razão pela qual é improvável que fundamentalistas religiosos passem a ditar as coisas no Cairo, como fizeram os aiatolás em Teerã. Se os ventos da democracia continuarem a soprar forte na região, é bom que os demais ditadores daquele entorno ponham suas barbas de molho, aliás, junto às de tio Sam.

Silvio Natal silvionatal49@yahoo.com.br

São Paulo

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Bom senso

Prevaleceu o bom senso, na renúncia do presidente Mubarak. Antes assim, pois a se manter no cargo, as reações, dada a disposição da população, poderiam ser as piores possiveis. Que agora os opositores e governistas tenham em mente de que devem unir suas forças em prol do país e pensar no povo. A história nos tem mostrado que, geralmente, não é o que acontece. Em breve veremos reclamações contra a oposição. Sempre foi assim, mas desejamos que não seja.

Panayotis Poulis ppoulis@ig.com.br

Rio de Janeiro

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A vitória do povo egípcio

"Que Deus force os opressores para fora. Amém, amém''. A oração dos egípcios, que tomou conta da Praça Tahrir, merece ecoar em todos os cultos religiosos, aliando-se à fé a liberdade e a democracia, para reinar em todos os pontos do planeta. Ditadura é uma deturpação de governo que, maculando a essência do homem, com prisões ilegais, torturas, cerceamentos de defesa, tribunais de exceção, deportações, confinamentos e toda espécie de violência que geraram e geram a infelicidade e a morte de muitos seres humanos, é incompatível com todos os princípios religiosos; que os exemplos da Tunísia e do Egito se multipliquem. Amém.

Amadeu Garrido amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

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Sarney e Mubarak

O faraó do Egito caiu. O nosso continua presidente do Senado.

Victor Germano Pereira victorgermano@uol.com.br

São Paulo

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Exemplo

Que vitória espetacular do povo egípcio. Ficaram nas ruas protestando, lutando e morrendo até conseguir o objetivo de tirar um ditador há 30 anos no poder, que sempre foi patrocinado por israelenses e americanos. Deram um exemplo de vontade, determinação e cidadania. Tem de servir de lição para o resto do mundo, sobretudo aqui, em nosso país, onde o povo aceita de forma passiva e submissa tudo o que lhe é imposto, como achatamento salarial, desigualdade social e habitual corrupção.

Habib Saguiah Neto saguiah@mtznet.com.br

Marataízes (ES)

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Adeus, Mubarak!

Parabéns ao Egito e ao seu povo pela renúncia do ditador Mubarak, após 30 anos usurpando o poder e reprimindo o povo. É uma vitória não só do povo egípcio e que serve de exemplo para todo o mundo árabe. Israel, EUA e demais tiranos amigos de Mubarak que botem as barbas de molho agora.

Renato Khair renatokhair@uol.com.br

São Paulo

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Falta de escolas

Sobre a matéria em que mães reclamam a falta de vagas em escolas públicas, é vergonhoso percebermos que a construção de estádios mobiliza mais os políticos que a construção de lugares que vão formar os cidadãos que vão estar aqui, não só para a Copa ou para as Olimpíadas, mas para toda vida. Quantos anos são precisos para construir uma escola? demora mais que um estádio? É vergonhoso ver que politicos dobram seus salários e o salário de quem educa, há muito tempo é a mesma esmola.

Denise Martins denisedesen@uol.com.br

São Paulo

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PMDB ou PSBidê?

Está no ar a notícia que novos partidos serão formados: serão môscas novas com novo cheiro, ou o mousse será o mesmo, com velhas môscas em nova embalagem? Dora Kramer (A6-10/02) sintetizou muito bem a situação do canastrão PMDB, que se achava ator de primeira grandeza (lembrei-me do impagável Roberval Taylor), engoliu em sêco ao virar coadjuvante e está reduzido a um mero figurante (lembrei-me daquele pobre guerreiro no fim da tela no filme Spartacus). O PMDB tornou-se o DEM do PT: um conjunto vazio. Já o PSDB, sujando as fraldas em ''questiúnculas internas'', se não se reinventar através de um rigoroso banho de assento, corre o risco de ser uma triste lembrança oposicionista, dando ao PT a chance de dominar a estrebaria por mais mandatos.

Flavio Marcus Juliano opegapulhas@terra.com.br

São Paulo

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Doenças fiscais

A questão tributária é semelhante à questão legal como um todo: cria-se o problema para depois vender-se a solução (mesmo que paliativa). O editorial ''A insanidade tributária'' foi direto ao ponto do quadro atual, mas a pergunta que fica é quem o pintou? Poderíamos traçar uma correlação entre a proliferação de cursos de administração e direito, boa parte de péssima qualidade, com a ''necessidade de profissionais'' dessas áreas na sociedade. Ou seja, trata-se o organismo doente com choques também danosos. A profilaxia acaba sendo inexistente.

Adilson Roberto Gonçalves priadi@uol.com.br

Lorena

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Apagão

Após alguns dias do apagão do Nordeste, acontece o apagão de São Paulo. ''O sistema elétrico mais moderno do mundo'', segundo o competentíssimo Ministro de Minas e Energia, voltou a falhar. Enquanto esse importante sistema ficar nas mãos de Sarney, não teremos uma solução para o problema.

Celso Batesini Ramalho leticialivros@hotmail.com

São Paulo

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Manha

Não há como negar, o PT tem a manha. Nunca um governante tucano conseguiria sair impune a um apagão, quanto mais de um atentado aos concurseiros brasileiros. Fosse Serra o presidente da República, já estaria sob ameaça de impeachment. Quem não lembra dos argumentos petistas durante a campanha pelo Palácio do Planalto no ano passado? O terrorismo imperou. "Não vote em tucanos, lembre do apagão de FHC. Não vote em tucanos, eles vão acabar com os concursos públicos". Nem bem sentou na cadeira e já vemos que, na realidade, Dilma Rousseff é um reflexo no espelho do ex-presidente Fernando Henrique. A diferença é que a atual presidenta é seguida por uma grupo de pilantras maior, e mesmo assim consegue permanecer intacta, protegida pelos escudos de fiéis partidários, pessoas com mais amor para dar a uma legenda do que ao próprio país. Onde estão os brasileiros para protestar contra o congelamento dos concursos federais em 2011? E os nordestinos, quem vai cobrir os prejuízos de quase três horas na penumbra? O partidarismo é o tumor da política.

Thiago C. Andrade thiagocandrade@gmail.com

Recife

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Irresponsabilidade

Lulla iludiu quase todo mundo fazendo uma enorme gastança durante todo seu período de desgoverno e fazendo com que toda a população seguisse seu exemplo. Resultado, aumento da inflação, descontrole de preços de forma generalizada, dívida interna crescente, etc. Isto sim é o que realmente podemos chamar de Herança Maldita! Agora vem o governo Dilma com o mesmo Mantega que capitaneou todo este descalabro e realiza cortes de R$ 50 bilhões no orçamento de todos os ministérios pata tentar segurar a inflação gerada pela irrsponsabilidade da gestão Lulla e seus asseclas, incluindo Mantega. Ficam suspensas todas as contratações e realizações de concursos públicos n o país! E quem está fazendo cursos preparatórios há anos para tentar uma vaga em cargo público, como é que fica? A Bolsa de Valôres de São Paulo só tem registrado quedas homéricas em virtude da irresponsabilidade dos governos do PT e isto acaba gerando mais incertezas por parte das empresas na hora da contratação de novos funcionários tendo em vista o quadro futuro de estagflação num horizonte não muito distante graças à irresponsabilidade do populismo arrogante de Lulla e sua trupe. Caiu a máscara! Agora é tarde, Inês é morta. Acredito que, por ter partcipado de toda a tramóia engendrada por Lulla , Mantega deveria pedir demissão imediatamente para o bem do país.

Boris Becker borisbecker@uol.com.br

São Paulo

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Ruim de serviço

A mãe do PAC e atual presidente da República corre o sério risco de se tornar a Mãe da Inflação, se não adotar já a medida de demitir o ministro da Fazenda, pela suas trapalhadas, incompetência e mentiras. Poderia fazer um pacote e já mandar juntos para casa o ministro da Educação e o de Minas e Energia. Que turminha ruim de serviço.

Ademar Monteiro de Moraes ammoraes57@hotmail.com

São Paulo

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A máscara caída

Eis que caí a máscara do ex-operário e ex-presidente da República. Agora,que acumula diversas aposentadorias e mantém benefícios para si e familiares, critica aqueles que lutam por um mísero salário mínimo de quinhentos e oitenta reais. E aí companheiros? O que significa para voçes o atual discurso daquele que se elegeu a custa de tanto sacrfício e perseverança da categoria? Ou tudo não passa de uma grande cumplicidade entre o governo e os líderes sindicais. O que quebrará a previdência social serão as aposentadorias e pensões absurdas da cúpula do governo e dos parlamentares. Funcionários públicos e trabalhadores nunca poderão ser responsabilizados, pois recebem merecidamente e não tão altos valores. Os brasileiros estão perdendo a capacidade de reagir e os políticos a vergonha.

Odiléa Mignon cardosomignon@gmail.com

São Paulo

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Aniversário do PT

Nem o corte de R$ 50 bilhões do Orçamento faz o PT deixar as festanças.

Virgìlio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Praia Grande

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Herança

O Sr. Luiz Inácio Lulla da Silva visitou o Palácio do Planalto, estava trajando roupas pretas - está certamente de luto, pois, ressuscitou a inflação, que no besteirol diário dizia que combatia. O corte no Orçamento de 2011 será de R$ 50 bilhões - êta herança maldita! Sua sucessora terá trabalho triplicado para manter as aparências. Quanto a ele, que fique longe.

Celso de Carvalho Mello celsosaopauloadv@uol.com.br

São Paulo

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A coisa está preta

Imaginem o ''rombo'', que também pode ser chamado de herança ''maldita'' que o ex-presidente (criador) deixou para a ''criatura'', a atual presidente, que até o Senado suspende concurso e ''vai'' acabar com as horas extras dos ''chefes'', que agora vão ter que fazer, quase nada ou nada, só no horário normal. O Senado tem mais de 5 mil funcionários, entre concursados e terceirizados, para 81 senadores, é muito ou pouco? Só de horas extras em 2010 cresceu em 14,5% e para 2011 previa-se um crescimento de 11,7%, é muito serviço! Só o Senado tem um orçamento de R$ 3,34 bilhões com despesas do pessoal, a previsão de gastos para 2011 está estimada em R$ 2,83 bilhões, nesse valor devem estar incluidos os novos salários dos senadores? Tudo pago pelo generoso povo brasileiro, é mesmo um abuso! Haja imposto...A ''coisa'' está preta!

M. Teresa Amaral mteresa0409@estadao.com.br

São Paulo

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A casa caiu

Dilma e Lula mentiram, enganaram descaradamente o povo, o eleitor. Lula enquanto presidente era só sorrisos, rindo da desgraça dos Estados Unidos e Europa, mandando dinheiro à vontade para os seus amigos ditadores em Cuba, Venezuela, além de países africanos e apoiando a Bolívia, Colômbia e Equador. Nossas estradas estão acabadas, destruídas mas o governo do PT investe em infra-estrutura, estradas, portos e pontes em Cuba e outros países latino-americanos. Para Lula tudo era sorriso, até dinheiro estava emprestando para o FMI. No Haiti, o Brasil, vem enterrando bilhões e bilhões! Dilma enquanto candidata parecia uma fada (ou bruxa) com uma varinha de condão apresentando solução para tudo e para todos. Nos debates com Serra ela sempre se saia assim: "meu governo tem uma proposta para isto....". À todas as questões levantadas, a então candidata mentia, enganava o eleitor prometendo saídas para todos os males. Parecia um sonho numa noite de Verão. Tudo arquitetado e engendrado nos porões do Planalto para se ganhar a eleição custasse o que custasse! Dinheiro brotava do chão. Nunca ninguém saberá de fato quanto custou esta vitória mas todos nós sabemos quem está pagando a conta. Agora, menos de 50 dias depois de "abrir a caixa preta" deixada por Lula, Dilma se vê às voltas com o fantasma da escassez de dinheiro, está diante dos milhares e milhares de compromissos assumidos, PAC 1, PAC 2, os acertos feitos com governadores, com os políticos e o cobertor agora se mostra curto diante de tanta gente a ser agasalhada. Dilma escancarou as contas e deixou Lula nu em praça pública mostrando suas mentiras, falácias e engodos. Ela acaba de cortar 50 bilhões do orçamento. Fala que vai preservar o PAC, vamos ver. Deu um aumento vergonhoso para o trabalhador e suspendeu novos concursos públicos, proibindo novas nomeações e vai cortar até o cafezinho nas ante-salas de Brasília! A verdade é uma só. Lula gastou mais que podia. Gastou de forma irresponsável comprometendo as contas públicas e pondo em risco a política fiscal e monetária. Mas como Dilma é petista, claro, não dirá isso abertamente. Vai engolir o sapo barbudo, cuja digestão não será fácil. Mesmo tendo maioria no congresso, prevê-se nuvens negras no horizonte da janela presidencial, pois Sarney, Collor, Themer e até Tiririca vão apresentar a fatura à presidente. Fatura esta que o PMDB sabe pleitear e muito bem. Quem viver verá o inferno em que Dilma, graças à suas mentiras e ter confiado em Lula se meteu.

Iranilson Alves da Silva iranilson.iranilson@bol.com.br

Araçatuba

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Novo ministro do STF

Mais uma vez assistimos no senado a um espetáculo de pura bajulação, a aprovação por unanimidade do ministro Luiz Fux para fazer parte do Supremo Tribunal Federal-STF, que como todos fazem nessa ocasião preparou um belo discurso para ser aprovado pelos senadores. Pura midia. Quero ver seu comportamento quando pegar alguns pepinos envolvendo figurões de nossa política ou vida social brasileira, quando normalmente são absolvidos mas mereciam comer cana braba mesmo.

Laércio Zannini arsene@uol.com.br

São Paulo

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Uma lacuna sentida

O jornalismo amanhece mais pobre. Foi-se Mauro Chaves, um dos ícones do Estadão.

Seus artigos nos enchiam de esperanças. Mauro não tinha medo de falar o que

sentia e sabia. Vai deixar uma lacuna que dificilmente será preenchida. Adeus,

Mauro, você cumpriu sua missão, suas opiniões e seus ensinamentos continuarão a

nos guiar e seu brilho continuará nos iluminando.

Izabel Avallone izabelavallone@yahoo.com.br

São Paulo

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Pobres

Mais um bom que se vai... Perdemos mais um homem de estatura moral, sabedoria, genialidade e humor. É lugar comum dizer-se que ficamos mais pobres quando morre alguém importante, mas é assim mesmo que me sinto hoje, paupérrima. Foi grande incentivador do trabalho de nosso grupo, o Por Um Brasil Melhor, e por isso perdemos também um grande amigo. Adeus, querido Mauro, e muito obrigada por tudo!

Mara Montezuma Assaf montezuma.fassa@gmail.com

São Paulo

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Luto

A imprensa está de luto. Dignidade, lucidez e elegância eram os atributos de Mauro Chaves como pessoa e como jornalista. Feria sempre o ponto nevrálgico em suas críticas políticas e tinha ainda muito a dizer. Foi um liberal puro sangue e sua independência de espírito, sua generosidade e sua altivez deixarão saudades para sempre.

Gilberto de Mello Kujawski gmkuj@terra.com.br

São Paulo

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Órfãos

Nossa democracia fica mais pobre com o falecimento deste grande brasileiro Mauro Chaves. Nós, assíduos leitores de seus artigos no Estadão, estaremos órfãos por todos os próximos sábados.

Leila E. Leitão

São Paulo

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Mauro Chaves

Com muita tristeza tivemos notícia sobre o passamento desse grande jornalista Mauro Chaves, que abrilhantava o Espaço Aberto com suas críticas bem fundamentadas e seu humor. Estamos órfãos, pois mais um grande homem nos deixou. Nossos sentimentos à família e também à família Estadão.

Aparecida Dileide Gaziolla rubishara@uol.com.br

São Bernardo do Campo

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Grande lacuna

Estamos mais pobres com a morte de Mauro Chaves. Delicioso articulista do Estadão, ora irônico, ora sério e profundo, vai deixar grande lacuna na arte da escrita. Que tenhamos sorte, aos sábados, de encontrar quem o substitua.

José Carlos Barbério carlitobarberio@hotmail.com

São Paulo

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Falta aos 16%

O Brasil perde uma das vozes mais lúcidas e coerentes que o país democrático já conheceu. Como costumam dizer: gente boa morre cedo, os ruins morrem tarde! Uma grande força. Uma grande alma e nós que lutamos por um Brasil melhor nos sentimos órfãos hoje. A presença marcante do jornalista Mauro Chaves fará falta aos 16% que não acreditam no "cara" e na "cara"! Estamos de luto também! Espero que onde esteja Mauro Chaves continue lutando por nós. O Brasil ético e honesto precisa desta força extra.

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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Vazio

O falecimento de Mauro Chaves deixa um vazio no mundo jornalístico. Foi um crítico combatente contra a corrupção na política. Paladino e defensor da imprensa livre, em prol da depuração da democracia brasileira.

João Rochael jrochael@ibest.com.br

São Paulo

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Implicante

Como um dos muitos leitores e fãs de Mauro Chaves, quero contribuir aqui com uma última "implicância'' para seu muito apreciado rol: pessoas tão especiais como ele não deveriam morrer. Vai nos deixar um grande vazio e saudades!

Silvano Corrêa scorrea@uol.com.br

São Paulo

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Adeus a Mauro Chaves

Mauro Chaves se foi. O jornalismo brasileiro, já tão depauperado, perde um grande nome, um democrata que não bajulava, nem precisava bajular ninguém, que falava das coisas como elas são. Homens com o caráter, a lucidez e a hombridade de Mauro Chaves, infelizmente são artigo raro, nos nossos dias, neste país. Para os seus leitores, fica uma enorme saudade e a certeza de que o jornalismo brasileiro ficou menor.

Maria Cristina Rocha Azevedo crisrochazevedo@hotmail.com

Florianópolis

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Lembrança

Interessantíssima a entrevista do Engenheiro Eduardo Moraes Dantas (Metrópole, 6/2, C10) sobre sua carreira de engenheiro, realmente é uma belíssima trajetória profissional e que merece ser lembrada com muito respeito e admiração. Quero apenas, principalmente no trecho em que se refere à etapa de Brasília, lembrar a saudosa figura do engenheiro Roberto Pacheco Fernandes que tanto contribuiu para o sucesso da construção do Hotel Nacional e do Palácio do Planalto pela "Construtora Pacheco Fernandes & Dantas"; de fato Roberto Pacheco Fernandes, colega, compadre, grande amigo de Dantas desde os bancos do Mackenzie foi o sócio que indo para Brasília com sua família, duas filhas pequenas, enfrentando todas as dificuldades de uma cidade que começava a ser implantada em pleno sertão, lá permaneceu até o final das importantes edificações sob responsabilidade da já citada "Pacheco Fernandes & Dantas". Não há a menor duvida de que Roberto Pacheco contribuiu decididamente para o sucesso da empreitada com sua comprovada capacidade profissional; ajudado por sua mulher e grande companheira Maria Elvira, desenvolveu importantíssimo trabalho de Relações Publicas recebendo em sua casa engenheiros, estagiários, Embaixadores, visitas oficiais, Ministros, banqueiros, Núncio Apostólico e outras personalidades que acorriam ao Planalto para conhecer a Nova Capital do Brasil.

Beatriz Mendes Gonçalves Pimenta Camargo bpimenta@terra.com.br

São Paulo

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