Cartas - 14/08/2010

CAMPANHA ELEITORAL

, O Estado de S.Paulo

14 de agosto de 2010 | 00h00

"Nossas elites"

Muito oportuno o artigo Nossas elites, de Leôncio Martins Rodrigues (12/8, A2). A única verdade estabelecida a respeito das elites é a de que onde existe poder existe elite. E quem está no poder é a elite sindical, justamente a que estigmatizou o termo como sinônimo de classe rica e reacionária. No dia em que um presidente de sindicato voltar a ser trabalhador, o que nunca vi acontecer, então vou acreditar que fazer parte da elite seja apenas um privilégio de classe, um sinônimo de imobilidade social.

ROBERTO CASTRO

roberto458@gmail.com

São Paulo

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Senhores feudais

O artigo de Leôncio Martins Rodrigues não citou a principal categoria que integra as nossas elites. Além da classe política, dos neófitos intelectuais de esquerda, dos sindicalistas e os militantes do PT, a mais aquinhoada de todas é a do funcionalismo público: nada se compara às suas benesses, asseguradas por leis corporativistas! São os novos monarcas que se apropriaram das instituições, transformaram a nossa República num feudo e os cidadãos comuns em servos pagadores de impostos!

EUGÊNIO JOSÉ ALATI

eugeniojosealati@yahoo.com.br

Campinas

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"Zelite" generosa

O noticiário dá conta de que a "zelite" tão mal falada pelo presidente Lula contribui na proporção de quatro por um para a campanha governista. Isso demonstra, cabalmente, o ardil presidencial criando um inimigo imaginário que lhe facultou cometer todo tipo de arbitrariedade e sair impune, contando, é claro, com o beneplácito de uma oposição chinfrim, que não soube jamais exercer seu papel na planície. E aponta a fórmula da governabilidade dos futuros governos: manipulação política, generosidade com os "rentistas", aparelhamento do Estado, juros camaradas para setores estratégicos e assistencialismo populista às massas ignaras. E la nave và.

NELSON G. AFFONSECA JUNIOR

nelsonaffonseca@uol.com.br

Cordeirópolis

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O Grande Timoneiro

O nosso Grande Timoneiro nada de braçadas na popularidade emanada de um povo inebriado por sua simpatia, aplaudindo todos os seus atos, as patacoadas, os pronunciamentos especiosos e oportunistas. Vai do simples e resoluto "não sei de nada" ao "li, assinei, mas não concordo", sem nenhum pudor. Como resultado da política desse (des)governo, temos o aumento desenfreado dos gastos públicos desprovidos de interesse para o País, o inchaço da máquina administrativa sem resultados para a população e a inevitável degeneração da economia. E nem se fale da política externa. A presciência está em que "ninguém engana todos por muito tempo": os que hoje louvam amanhã serão os que mais vão sentir os reflexos do indecoroso populismo. E, assim, calmamente a nau vai a pique.

FERNANDO BRAGA

cafebraga@yahoo.com.br

São Paulo

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Desmandos

Há um ditado que diz que quem cala consente. Eu não consinto e por isso não me calo. Revoltou-me ler no Estadão o editorial A "fábrica de dossiês" do PT(10/8, A3). O que existe dentro dessa organização é inadmissível. Para o PT, o errado é certo... O lastimável é o governo abrigar sob suas asas um grupelho do mal a serviço de seus objetivos, quais sejam, a continuação de seus desmandos. O MST, seu braço armado, fez uma Marcha a Brasília com grande êxito, na qual mostrou infraestrutura e apoio logístico, uma verdadeira marcha para o combate. Agora surge a denúncia desse braço partidário a serviço da sua candidata. É necessário que se quebre esse braço, a bem da democracia. Por muito menos, em 1964... Faz-se necessário um debate entre essa esquerda maligna e um iluminado intelectual não contaminado para nos mostrar os verdadeiros motivos de esse grupo ter recorrido à luta armada. Se a escolhida do chefe vencer, teremos olhos em todas as paredes de nossos aposentos. Anotem isso, homens de bem!

VICENTE BARRETO

dabmunizbarreto@hotmail.com

Cruzeiro

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DIPLOMACIA

Lula e o Irã

A diplomacia de imposição da Carta da ONU está defasada no tempo. Os membros do Conselho de Segurança foram os maiores fornecedores de tecnologia nuclear. As inspeções parecem viagens de turismo, como foram no Iraque. Os aiatolás não pararão enquanto viverem com vizinhos cujo potencial de fogo é mortal, inclusive com armamento nuclear. Não misturemos com o tema Sakineh, que só "chocou" a comunidade internacional após a oferta do presidente Lula de recebê-la no Brasil. Antes disso, nem ONGs nem a própria ONU fizeram nada. Apedrejar ou enforcar é sadismo contra uma viúva "adúltera ou assassina" e pena branda para acabar com a política dos aiatolás!

JÜRGEN DETLEV VAGELER

vatra_ind@yahoo.com.br

Campinas

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DIREITO AUTORAL

Novo projeto

Bastante oportuna a manifestação da Academia Brasileira de Letras sobre a proposta de nova lei dos direitos autorais (12/8). Sem dúvida, os escritores precisam se mobilizar em torno desse novo projeto do Ministério da Cultura. Precisamos acordar para essa discussão. Sabemos e reconhecemos que os editores vivem do seu trabalho, os livreiros, também, e levam 90%. Para os autores sobram 10%, uma remuneração que nos coloca no patamar dos amadores. A criação literária merece mais. Essa tentativa de modificar a legislação precisa ser discutida pelos autores também.

ALPHEU TERSARIOL

São Paulo

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CORREIO DO BRASIL

Calamidade

Oportuníssima a crônica Estado de calamidade postal, de Nelson Motta (13/8, A13), abordando a situação calamitosa a que submeteram o Correio do Brasil. Uma das poucas estatais com reputação positiva, ela vem sofrendo um processo destrutivo patrocinado pelo governo do PT. Que também "aparelhou" a empresa com a nomeação de pelegos, sindicalistas e incompetentes. Aliás, é especialidade da companheirada petista destruir o que está organizado e funcionando, pois, para esse pessoal, quanto pior, melhor.

ADEMAR MONTEIRO DE MORAES

ammoraes57@hotmail.com

São Paulo

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"Se os aliados agem assim, como agirão os inimigos políticos de José Serra?"

MARIA DO CARMO ZAFFALON LEME CARDOSO / BAURU, SOBRE O "FOGO AMIGO" CONTRA O TUCANO

mdokrmo@hotmail.com

"Pau-mandado de Lula para o Brasil"

JOSÉ EDUARDO VICTOR / JAÚ, SOBRE A CANDIDATURA DE DILMA ROUSSEFF À PRESIDÊNCIA je.victor@estadao.com.br

"Já se passaram dois meses do afastamento e ainda aguardamos conhecer a

sua versão para os motivos"

ROBERT HALLER / SÃO PAULO, SOBRE TUMA JÚNIOR

robelisa@click21.com.br

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TEMA DO DIA

Irã revê pena de morte por apedrejamento

Para evitar pressão internacional como no caso de Sakineh, Teerã altera penas por adultério

"O Irã diz que vai mudar a forma de executar seus "criminosos". Aí todo mundo fica feliz. A mulher vai ser morta delicadamente, por enforcamento. "Parabéns" ao mundo civilizado..."

VITÓRIO FELIPE MASSONI

"Não creio que os aiatolás mudem isso. Tem algo mais aí. O Irã busca é tirar o foco da imprensa para sua corrida nuclear."

ALFREDO JUNIOR

"Já é alguma coisa. A pressão internacional deve continuar."

JOSÉ MARIA DOS SANTOS

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Cartas enviadas ao Fórum dos Leitores, selecionadas para o estadão.com.br

PSICOPATO

Pato Donald está sendo processado por assédio sexual na Flórida. O personagem é acusado de bolinar uma turista americana no parque da Disney.

Sei, não... Isso está me cheirando a intriga do Gansolino...

Quack!

Stanislaw Cordeiro ratles2@hotmail.com

São Paulo

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SEXTA-FEIRA 13 DE AGOSTO

Dora Kramer, Nelson Motta e Ignácio de Loyola Brandão deram a tônica ao Estadão nesta sexta 13.

Parabéns aos três.

Neuza Maria Coelho Sabbatini neuza.sabbatini@gmail.com.br

Cotia

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DEBATE DA BANDEIRANTES

O debate da Bandeirantes demonstrou com extrema nitidez a infinita distância que separa Geraldo Alckmin dos demais candidatos ao governo de São Paulo, principalmente, daqueles que, por não possuírem nenhum tipo de proposta, deixaram claro sua incapacidade para assumir o cargo majoritário do Estado. Tais candidatos se prestaram, unicamente, a atacar e agredir o líder nas pesquisas. Esse tipo de postura populista e coronelista pode dar certo e até convencer parte importante da população brasileira dependente, inculta, ignorante e despolitizada, como, efetivamente, vem acontecendo. Mas em São Paulo, felizmente, o eleitor é bem mais diferenciado. Portanto, o "buraco por aqui é mais embaixo".

David Neto drdavidneto@drdavidneto.com.br

São Paulo

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CANDIDATOS A GOVERNADOR

Concordo inteiramente com Alckimin sobre a atuação de Mercadante em relação ao Estado do qual ele é representante: nula. Seguindo cegamente as orientações do seu partido, o único ponto positivo que vejo nele é o de ainda não ter posado com a cueca sobre a calça, a

exemplo de seu dileto colega de partido no Senado.

Nestor Rodrigues Pereira Filho rodrigues-nestor@ig.com.br

São Paulo

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TRANSFORMAÇÃO

Mercadante, quando oposição, era um ferrenho petista e, por seus pronunciamentos à época, alardeava que somente o PT poderia ser a grande via que iria nortear as grandes transformações no País. Hoje, postulando o governo de São Paulo, seus princípios são outros, apoia-se até em candidato do PP de Paulo Maluf para atacar seu adversário Geraldo Alckmin, do PSDB. Sabemos que para os políticos o objetivo máximo é a conquista do poder. Mas será que é preciso que se desvinculem de todos os princípios éticos para a materialização desse objetivo? A conquista do poder a qualquer custo, os fins justificando os meios dão credibilidade e honorabilidade a uma candidatura? Para as pessoas de bem, seguramente não.

Francisco Zardetto fzardetto@uol.com.br

São Paulo

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DEBATE 2

Governo de São Paulo: governança de andanças, pois não completam o tempo necessário.

Fartura de candidatos: seis, na rede de maré alta dos eleitores, próximos de escolher seu peixe.

Cinco, em uníssono, se voltam contra aquele que deixou seu cargo em 2006.

Índices de popularidade apregoados esvoaçam no ar, qual pássaros aflitos à procura da liberdade do verde.

Entre as vozes alternativas, uma ecoa no silêncio da sala; a frase singular, a retirada dos caminhões das marginais para navegarem pelos rios Tietê e Tamanduateí. Como?!, pergunta o telespectador a si mesmo. E a poluição, ela já fez suas malas e foi embora?

Diante do silêncio da resposta de um diálogo mudo, suspira profundamente e muda de canal...

Cacilda Amaral Melo cacilda09@uol.com.br

São Paulo

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MOSQUETEIROS UNIDOS

''Um por todos e todos por um'', lema dos leais mosqueteiros, foi invertido e aplicado durante o debate dos candidatos ao governo de São Paulo.

Ficou valendo o ''cada um por si e todos contra um'', lema adotado pelo grupo de mosqueteiros formado pelos candidatos Mercadante, Russomano, Búfalo e Skaf. No caso o candidato alvo de todos, Geraldo Alckmin, saiu altaneiro da armadilha adrede preparada, mostrando por que está disparado na frente nesta campanha. Competência contra lero-lero e dados mentirosos é fácil de ser demonstrada. Tirou de letra.

Parabens, Alckmin, realmente não tem ninguém de sua estatura para concorrer consigo em São Paulo.

Mara Montezuma Assaf montezuma.fassa@gmail.com

São Paulo

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''PÓ DE TRAQUE''

Assisti ao debate na Band dos candidatos a governador de São Paulo. Mercadante é realmente um desastre, como Dilma. Alckmin colocou-o no chinelo, reduziu-o a ''pó de traque''. Na plateia, o governador Alberto Goldman comentava com Andrea Matarazzo sobre os dados imprecisos e mentirosos que Mercadante citava. Alckmin realmente mostrou que é o mais capaz para ocupar novamente esse cargo. Maluf, presente ao debate, elogiou Serra sobre a troca do trem bala por 400 km de metrô e ainda se dirigiu a Goldman dizendo que um dia passará pelo Palácio dos Bandeirantes para tomar um cafezinho. Os bastidores foram agitados também. Mercadante, um pau-mandado sem iniciativa, tomou realmente muita cacetada, pois não sabe que Alckmin tem uma memória fantástica e conhece o Estado como ninguém. Sabemos disso, pois estivemos algumas vezes com ele em palestras e no debate. Alckmin, o cargo será seu, no primeiro turno, e sei que novamente fará um ótimo governo.

Carlos E. B. Rodrigues ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

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ASTRONAUTA

No debate ficou comprovado que o candidato Aloizio Mercadante não entende e não sabe nada do Estado de São Paulo, pelo qual foi representante no Senado. Trabalha e fala no "chutômetro". O governador Geraldo Alckmin deu um banho de dados, conhecimentos e detalhes.

Seria mais interessante o sr. Mercadante sair para a iniciativa privada, pois como político foi para o "espaço".

Celso de Carvalho Mello celsosaopauloadv@uol.com.br

São Paulo

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TROCO DO CANDIDATO

No debate da Band os postulantes ao governo de São Paulo tentaram um verdadeiro apedrejamento, por falta de projetos e ideias, no concorrente Geraldo Alckmin.

O decadente Mercadante, questionando o ex-governador sobre pedágios e segurança, é, no mínimo, ridículo, já que o Lula em oito anos construiu apenas três presídios, contra dezenas do PSDB. E dos pedágios, a concessão realizada pelo PT é um engodo, porque exigiram um preço bem baixo para a BR-116 e a Fernão Dias e os vencedores do leilão não arrecadam nem para cortar o mato que cerca a estrada. Ou seja, o barato sai caro para o usuário...

Da mesma forma, Paulo Skaf, homem que dirigiu a Fiesp e durante sua gestão ficou de cócoras para o governo Lula, por não defender a indústria de São Paulo, agora também critica os preços dos pedágios das ótimas estradas do Estado, em que os caminhões de sua empresa trafegam com segurança e baixa manutenção.

Dos outros candidatos orquestrados contra Alckmin, também só bazofias...

Mas o lado bom deste debate foi perceber o representante do PSDB, diferentemente da campanha de 2006, seguro, dominando as questões e, com moral de quem privilegia a ética e o respeito ao erário, deu o troco, encurralando o governo federal para o corner da vergonha, dando as bordoadas políticas merecidas.

Na realidade, o que se viu no programa foi o da presença de muitos papagaios não inteligentes a serviço do Planalto. São Paulo não merece essa desfeita!

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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QUE RETROSPECTO?

Que debate! Mesmo tendo três do ''contra'', o único que demonstrou conhecer, e muito bem, os problemas do Estado de São Paulo foi o sr. Alckmin, disparado na frente. Os demais faziam o papel de adversários já desclassificados e sem nenhuma chance. O pior ''destaque'' foi o sr. Mercadante, especialista em atacar com a ''arma'' que o seu partido sempre se utiliza, a enganação, a mentira, a mitomania. Como sempre, parecem saber de tudo para difamar os outros, mas quando são lembradas as suas omissões, falcatruas, maracutaias, aí se valem de todos os subterfúgios e alegam que ''não sabem de nada'', afirmando ser uma perseguição política ou qualquer outra evasiva. Pena que grande parte do sofrido, humilde e pobre povo brasileiro não consegue alcançar as inverdades que diz e o que seus companheiros dizem. Quer queiram ou não, o Estado de São Paulo continua sendo a grande locomotiva do País e, como está bem, todo o País também vai bem, independentemente dos desmandos, da corrupção e dos escândalos de toda espécie que cotidianamente somos levados a conhecer. Sem isso o País teria avançado muito mais, em todos os sentidos. O sr. Mercadante já aprendeu com o seu ''chefe'' as metáforas futebolísticas, mas, pelo visto, nem sabe jogar, vai ter de se contentar e ficar no ''banco'' por quatro anos, pois o mandato de senador expira este ano, sem ter feito quase nada pelo Estado que o elegeu. É o fim do ''bem-bom''... Que retrospecto!

Luiz Dias lfd.silva@uol.com.br

São Paulo

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CIVILIZADO, MAS...

No final do debate dos candidatos para governador do Estado de São Paulo na TV Bandeirantes, o jornalista Boris Casoy disse que foi um debate civilizado. Pelo menos revólveres e espingardas não havia. O resto...

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Praia Grande

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UM CONTRA CEM

Da maneira como os demais candidatos se comportaram em relação a Geraldo Alckmin, o mediador mais indicado para o debate seria o Roberto Justus...

Angelo Antonio Maglio Angelo@rancholarimoveis.com.br

Cotia

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AQUI NÃO, VIOLÃO

Infinitamente melhor que o debate dos presidenciáveis. E ali estava difícil: como combater os 20 anos de PSDB? O Mercadante tentou, com o jeito petista dono da verdade de ser. Os outros falando um monte de asneiras e obviedades. Agora quem mora em São Paulo e não tem ''paixões'' doentes por partido jamais terá coragem de mudar o que está bom, mesmo com todos os problemas que temos no Estado, se compararmos com os lugares governados pelo PT, e mesmo outros, estamos centenas de vezes melhor em todas as áreas. O PSDB melhora a cada ano e mesmo o maior argumento que o PT usou, o da segurança, dizendo que o PCC atacou por incompetência do governo, na verdade foi muito ao contrário. Foi de raiva porque São Paulo é o Estado que combate o crime de fato. Veja a Bahia, está lamentável o crime por lá desde que o PT virou governo. Lá não tem ataques de crime organizado porque estão deitando e rolando, com a população largada. Enfim, o Alckmin está praticamente eleito no primeiro turno, só louco para mudar isso. E a conversa de que o governo federal, com o PT, é responsável pela vida no Brasil, pura balela. O presidente Lula governou muito bem, sim, mas só ele e Deus sabem que precisou cortar com todo o PT para governar e se aliou praticamente a todos os partidos. E seguiu a política econômica que começava a entrar nos trilhos, de FHC. Não estou tirando mérito do presidente Lula, muito pelo contrário, ele foi um gênio ao se livrar do PT, que só o levaria a desastres na sua gestão. Resta saber se Dilma terá a mesma força para governar sem ser dirigida pelos petistas, mas esse é um problema do Brasil. Só sei que em São Paulo, não, violão. Agradecemos, mas deixe como está.

Roberto Moreira Da Silva rrobertoms@hotmail.com

Cotia

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NO RIO

Assim como no debate entre os candidatos ao governo de São Paulo, onde os demais se uniram contra o favorito, o debate da Band com os candidatos ao governo do Rio de Janeiro mostrou que Sergio Cabral foi o alvo escolhido para ser atacado por todos.

Por liderar as pesquisas e ter a máquina governamental a seu favor, Cabral não poderia esperar nada diferente, tanto que quase deixou de comparecer ao debate.

O governador usou a tática, muito usada por Paulo Maluf, de responder às perguntas mais contundentes com respostas que nada tinham a ver com o que lhe fora perguntado.

Ficaram sem resposta algumas perguntas importantes. Mas isso não é importante, pois o povo não assiste a debates.

Ronaldo Gomes Ferraz ronferraz@globo.com

Rio de Janeiro

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É PRECISO RENOVAR

Depois de assistir o debate entre candidatos ao governo de São Paulo refleti, com tristeza, sobre a pouca confiabilidade nas muitas promessas feitas e a inutilidade das críticas lançadas pelos pretendentes. E que debates semelhantes foram realizados nas mais importantes capitais com igual irrelevância. Como mudar isso? Cheguei a três ideias (quixotescas para nossa realidade, mas...) que deveriam ser motivo de estudo e guardadas para, um dia, quem sabe, serem implantadas em nossas instituições públicas. Primeiro, seria necessário acabar com a estabilidade e adotar o regime de FGTS, como no setor privado. Segundo, deveria ser obrigatório que toda e qualquer contratação, de determinado nível para cima, usasse critérios exclusivamente de mérito, e não políticos, com apresentação de currículo padronizado para todos e disponibilizado de modo transparente. E, finalmente, o mais importante: deixar conscientizado a todos que desejam assumir cargos públicos que estão dando sua cota de sacrifício pelo bem da cidade, do Estado ou da Nação, e não obtendo passaporte para o enriquecimento e a impunidade. Somente com a adoção destas medidas é que poderemos ter governos que nos engrandeçam, nos deem orgulho e que tenham valor correspondente ao muito que pagamos de impostos. O resto fica nas promessas impossíveis de serem cumpridas, nas críticas e na certeza de que pagaremos impostos e taxas, cada vez maiores, para serem desperdiçados nos ralos da incompetência e da corrupção. E enquanto não adotarmos tais critérios, temos de aguentar as encenações políticas de nosso Brasil e sua capenga democracia!

Silvano Corrêa scorrea@uol.com.br

São Paulo

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FUNDO DO POVO

Caro leitor sr. Viviano Ferrantini ("O Grande Pai", 13/8), concordo com o senhor e confesso que tenho muito medo da candidata do PT. Se não acordarmos a tempo e não pensarmos em quem eleger para nos governar, já que o PT é um ''desgoverno'', com regalias para os de fora e com controle dos de ''dentro'', estaremos no fundo do poço! E o pior é que esses caras não querem lagar o poder. Chegaremos de mansinho a ser sabe Deus o quê?

Matilde Romano mati.paula@yahoo.com.br

São Paulo

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ENLATADA

O enlatamento em conserva a que submeteram a sra Dilma está mais para o Tutty Vasques do que para cientista político.

Francisco José Sidoti fransidoti@terra.com.br

São Paulo

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"DÚVIDA CRUEL"

Leio, gostosa e diariamente, os comentários jocosos do jornalista Tutty Vasques, em suas manifestações em ''Tutty Humor'' que o Estadão nos presenteia no caderno Cidades. Dentre as de ontem (C6), destaco a titulada "Dúvida cruel", que está deixando o povo confuso, neste incluído o leitor sr. Ronaldo Ferraz, quando pergunta a si mesmo: "O Plínio de Arruda Sampaio e o Zé Bonitinho são a mesma pessoa?" Falta uma coisa para serem a mesma pessoa: os óculos do Zé, que o candidato Plínio não usa. No mais, se houver semelhança será mera coincidência!

Antonio Brandileone abrandileone@uol.com.br

Assis

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MEGARRESERVA DE GÁS

Perguntar não ofende! Mas será que essa megarreserva de gás encontrada no Maranhão pelo empresário Eike Batista tem a ver com aquele terreno da família Sarney que está enrolado até o pescoço no processo chamado Boi Barrica, de Fernando Sarney?

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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EIKE BATISTA

Essa descoberta de gás natural feita por Eike batista é tão suspeita quanto o seu enriquecimento. Com absoluta certeza, isso cheira a mutreta o PT com fins eleitoreiros.

Paulo Francisco Siqueira dos Santos paulosiqueirasantos@hotmail.com

Santa Rita do Passa Quatro

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LEANDRO

Temo pela vida do menino corajoso Leandro dos Santos, que ousou mostrar a realidade de sua vida e aspirações para o tênis (''esporte de elites''), diante de Lula e Cabral. Ganhou notoriedade e deve ter cavado seu destino nada promissor. Depois da morte bastante estranha do escritor Yves Hublet, aquele que ousou dar uma bengalada na cabeça do chefão Dirceu, e dos prefeitos do PT e de várias testemunhas desses casos, nada mais é impossível. Se cuida, garoto Leandro, nem tudo é permitido nesta nova ''democracia'' em que vivemos.

Leila E. Leitão

São Paulo

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A MÁQUINA

Em 2006, bastou Lula inventar que Alckmin privatizaria o Banco do Brasil para derrotá-lo. Serra já mostrou que é diferente, e Lula está preparando a PeTralhadora do governo para usar contra ele. Salve-se quem puder...

Gilberto Dib gilberto@dib.com.br

São Paulo

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''PUNIÇÃO'' PARA CRIME SEXUAL

Aquele caso de violência sexual no sul do País, dos garotos que embriagaram e estupraram uma menina, terminou como sempre quando estão envolvido nomes VIPs, punindo os violentadores com ''serviços comunitários''. Se verdadeiros todos os lances do noticiário quando do caso, tal crime seria motivo para internação num local como uma Febem, onde certamente passariam o mesmo que a menina. Em alguns lugares do mundo a família da menina daria um corretivo exemplar, o cemitério. Quando vi uma promotora dando entrevista sobre o caso, considerando-o como que uma simples ''travessura'' infantil, pensei, se fosse ela ou uma filha no lugar da menina, se teria a mesma opinião.

Laércio Zanini arsene@uol.com.br

São Paulo

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UM PREGADOR NO DESERTO

Não mais como um cometa, mas sim como um peregrino, passou nesta semana pelo Brasil sir Nicholas Stern, pai do Relatório Stern, que mostra a todos os governantes da Terra as consequências das mudanças climáticas, que agora ficam mais violentas, quer pela escassez de água, quer pelas terríveis inundações. E o que é pior, somente nesta semana elas produziram mais de 25 milhões de pessoas excluídas dos seus lares pelos efeitos do clima, caso das inundações na Ásia e dos incêndios na Rússia e na União Europeia. No Brasil, mais de 15 mil focos de incêndio para pastagens e lavouras. A natureza não se regenera.

Em São Paulo, lorde Stern repetiu o que havia dito em 2008, que os governantes deveriam fazer um fundo global de 1% de seus PIBs e canalizá-lo para a prevenção das mudanças climáticas. Porém ninguém lhe deu ouvidos, nem mesmo atenção, e o que vemos agora é que são gastos anualmente 20% do PIB mundial para o reparo nas tragédias que se abatem sobre todos os países, e com isso o prejuízo de bilhões de dólares - e a população de menor poder aquisitivo é que acaba pagando a conta.

Esse é o mundo hoje, pela inação dos governantes, que se preocupam somente com o crescimento da economia insustentável, pela degradação da natureza e da vida, pela desertificação. Esse é o legado que deixaremos para esta e as gerações futuras.

Com tristeza,

Jose Pedro Naisser

Curitiba

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"MUDOU O JORNALISMO, NÃO O SEMI-ÁRIDO"

O artigo do ambientalista Washington Novaes (13/8, A2) mostra a questão de um país onde não há leis, ou onde as leis são ''ora, leis...''. E com os avanços do capitalismo ''feudal'', entramos no ''samba do crioulo doido''!

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

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CAÇA DE JAVALIS

Pessoas, vulgo ''seres humanos'', estão sendo mortas, e já faz muito tempo, tanto em Minas Gerais e no interior de São Paulo, assim como em Santa Catarina, por ataques cada vez mais comuns de javalis selvagens, que também destroem criações e plantações. E o Ibama, em sua sanha ecorradical, simplesmente não permite o abate desses animais!

Quando um ser humano vale menos que um porco para esses ambientalistas do governo Lula, é porque existe algo de muito errado nessa legislação ambiental histérica e despregada da realidade, que um dia ainda fará as populações passarem fome por conta do alto custo da comida ou da sistemática não permissão da caça em nenhum circunstância, por estranhos critérios devidamente travestidos de ''legislação ambiental''.

Paulo Boccato pofboccato@yahoo.com.br

São Carlos

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ESTRANGEIROS EXPULSOS

Lamentável a decisão do Ministério da Justiça de expulsar do País 32 estrangeiros - em sua maioria, sul-americanos e africanos - condenados pela prática de tráfico de drogas e que já cumpriram devidamente as suas penas. Ora, por que a expulsão? Por acaso eles representam uma ameaça à segurança nacional? Tais pessoas já foram condenadas e punidas nos termos da lei e deveriam ter o direito de permanecer no Brasil, caso assim desejem. O Brasil deveria pautar-se por respeito aos direitos humanos, tolerância e ressocialização, e não estigmatizar as pessoas, como fez nesse caso.

Renato Khair, renatokhair@uol.com.br

São Paulo

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AGOSTO DE 1945

Há 65 anos, meu filho tinha 2 anos e meio e meu marido ainda não o havia conhecido, porque estava num hospital militar inglês na Birmânia, como médico do British Medical Corp. Meu pai era capitão de um navio que fora bombardeado. Mas nesse dia 13 de agosto de 65 anos atrás, eu tive a certeza, pela primeira vez, de que meu filho iria conhecer o pai e avô dele

Helga Szmuk helgasz@uol.com.br

Florianópolis

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ELETRÔNICOS LOTAM AS OFICINAS À ESPERA DE REPARO

''Os produtos fabricados na Zona Franca de Manaus recebem isenção de impostos como IPI, ICMS e imposto de importação, mas as peças de reposição são tributadas integralmente.'' Parabéns aos criadores (e mantenedores) da Zona Franca (porém nada risonha) de Manaus por mais este prejuízo para o Brasil. Que tal mandarmos todo o lixo eletrônico para a casa do senador Miranda?

Ronaldo José Neves de Carvalho rone@roneadm.com.br

São Paulo

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