Cartas - 16/04/2011

ADMINISTRAÇÃO KASSAB

, O Estado de S.Paulo

16 Abril 2011 | 00h00

Dois pesos e duas medidas

Todo tipo de multa em São Paulo poderá render "nome sujo". Querem pôr o contribuinte contra a parede com execuções e cobranças judiciais, além do "nome sujo". Mas, e os milhões em precatórios não pagos pela Prefeitura e pelo governo do Estado, ficam por isso mesmo? Ou poderão ser compensados? Com a palavra os mentores da ideia.

MARCO ANTONIO R. NUNES

nunesmarcelao1@ig.com.br

Pindamonhangaba

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Contrapartida

De fato, a propósito da inserção do nome de devedores de multas e impostos na Serasa, é o caso de perguntar ao prefeito Gilberto Kassab: a quantas andam os pagamentos dos precatórios da Prefeitura? Estão em dia?

PAULO CÉSAR PIERONI

pcpieroni@hotmail.com

Campinas

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Tentativa de golpe

O Kassab quer impor aos cidadãos paulistanos uma ditadura, com a ameaça de sujar o nome de quem não pagar as multas de trânsito. Em primeiro lugar, isso é ilegal. Se quiser fazer alguma coisa com o trânsito, mexa na velocidade máxima e ponha São Paulo inteira andando a 60 km/h, no máximo. Caso seja interesse pelo ser humano, o que não é, o legal mesmo é multar? Apenas para o sr. prefeito ficar sabendo: para legalizar uma ideia arbitrária dessas ele tem de, no mínimo, oferecer um retorno equivalente. Por exemplo, a Prefeitura pagar todo e qualquer conserto de veículos que tenham pneus, rodas, amortecedores danificados por causa dos infinitos buracos e indenizar os motoristas que perderem compromissos porque o trânsito estava lento - afinal, a Prefeitura é responsável pelo bom andamento do tráfego na cidade. Assim, nesses termos de retorno equivalente, poderá ser aprovada a tal lei. Linha dura só a favor de um lado não existe.

ROBERTO MOREIRA DA SILVA

rrobertoms@uol.com.br

Cotia

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DEVERES DO ESTADO

Faça o que eu mando, e só

Temos inúmeras coisas que não funcionam, até leis que não "pegam". A complexidade existe, mas o básico é que o Estado impõe obrigações à sociedade, principalmente ao "cidadão comum", mas não se obriga a nada. São vários exemplos, mas cito apenas um: o Código de Trânsito Brasileiro regulamenta a forma e a conduta de todos os condutores de veículos (corretamente), mas nada existe que obrigue o Estado a manter ruas e rodovias em condições normais de tráfego, daí a porcaria das nossas pistas. Ampliando a observação para saúde, educação, segurança, saneamento básico, portos, aeroportos, tributos e qualidade dos combustíveis, encontramos obrigações do cidadão e nada do Estado. Estamos muito longe de o Brasil ser uma nação.

SÉRGIO BARBOSA

sergiobarbosa@megasinal.com.br

Batatais

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DESARMAMENTO

Vida inteligente

Dois dias após a tragédia de Realengo, um atirador matou 6 pessoas e feriu 17 num shopping center situado em pequena cidade próxima de Amsterdã. Como existe vida inteligente na Holanda, nenhum político, autoridade ou membro da realeza veio a público para deflagrar campanha pelo desarmamento dos cidadãos.

FLÁVIO JOSÉ R. DE AGUIAR

rsd100936@terra.com.br

Resende (RJ)

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ESCLARECIMENTOS

TCE e educação

Sobre o editorial O controle das verbas do Fundeb (12/4, A3), esclarecemos que desde bem antes da reforma educacional de 1996 o Tribunal de Contas do Estado (TCE) dedica grande esforço à fiscalização dos recursos vinculados à educação, basta ver os resultados publicados na imprensa oficial e em nossa página eletrônica. Antes de punir, o TCE orienta os que militam na administração financeira do Estado e dos municípios, por meio de cartilhas ou de encontros regionais, que já passam de 500. O TCE também exige maior intervenção do controle social, visto que em todos municípios e no Estado os conselheiros do Fundeb devem assinar as folhas de pagamento da educação, atestando que os servidores militaram de fato nesse estratégico setor de atuação governamental, o que, se bem cumprido, garantiria a boa aplicação dos recursos. Mesmo assim, na última apreciação anual 160 prefeitos paulistas tiveram as contas rejeitadas por falta de aplicação de 25% na educação básica ou não utilização integral dos 100% do Fundeb, incluídos 60% na valorização do magistério, no próprio ano da arrecadação, ou, ainda, desvio dos remanescentes financeiros do extinto Fundef. A maioria desses casos foi objeto de comunicação ao Ministério Público. Como item obrigatório da prestação de contas, em que todas as prefeituras mostram aplicação dos pisos educacionais, essa rejeição tem que ver com as glosas feitas por nossa auditoria, que todo ano visita cada um dos 644 municípios do Estado. A isso se acresça que, mensalmente, o TCE alerta, por via eletrônica, os municípios que não vêm atendendo à despesa obrigatória do ensino.

JOÃO PRADO PACHECO, Assessoria de Imprensa do TCE

imprensatce@tce.sp.gov.br

São Paulo

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Ponto de equilíbrio

Excelente o editorial Os investimentos em hotéis (13/4, A3), que apresenta expressivos números do novo parque hoteleiro brasileiro, com base em excepcional trabalho da HotelInvest. Concordamos que, além da linha de crédito do BNDES mencionada no editorial, o setor não pode prescindir de novas fontes de recursos para a construção de hotéis e, nesse sentido, temos mantido tratativas com outros agentes financeiros para identificar outras ferramentas financeiras. Há centenas de cidades do País com setor hoteleiro precário, mas que podem abrigar hotéis de padrões econômico e midscale. Outras carecem de renovação do seu parque hoteleiro, mas reúnem condições de atender à demanda proveniente de eventos como Copa e Olimpíada. Alguns destinos de lazer, embora tenham "perdido" temporariamente seus hóspedes estrangeiros por causa da crise internacional, "ganharam" os brasileiros que subiram de posição social. E o resultado mostra-se favorável. O mercado hoteleiro brasileiro está em busca de seu ponto de equilíbrio, sob este novo e promissor panorama, esperando um crescimento constante por muitos anos.

CAIO CALFAT, coordenador do Núcleo Hoteleiro e Imobiliário-Turístico do Secovi-SP

aspress@secovi.com.br

São Paulo

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TEMA DO DIA

Número de homicídios cai 41% em São Paulo

Cidade teve 220 mortes no 1º trimestre; 156 a menos que em 2010, no mesmo período

"Com certeza estes números não traduzem a realidade de São Paulo."

WANDERLEY LINCOLN

"Ótima notícia! Significa que nossa administração está melhorando, e não simplesmente os crimes diminuindo."

MARIA FABIANA SANTOS

"Questiono se a polícia de São Paulo não está contabilizando separadamente homicídios de latrocínios."

MARCELO DE CASTRO BASTISTA

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Cartas enviadas ao fórum dos leitores, selecionadas para o estadão.com.br

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Detectores de metal

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Mais uma lei para beneficiários desconhecidos. Desconhecidos ? Quantas escolas, públicas e privadas existem no País? Devem ser milhares e milhares. Cada uma com seu detector, talvez com dois, três ou mais. Perguntas: Quem vai produzir?Quem vai pagar? Quem vai intermediar a compra? Isso tudo para na primeira semana de uso serem desativados porque um aluno fez disparar a geringonça porque tinha um apontador de lápis de metal, ou a menina tinha uma tiara no cabelo e, é claro, assim não dá. Mas, aí as compras já foram feitas, as faturas e as comissões foram pagas e, nós continuamos pagando pela sem vergonhice ou ingenuidade de nossos representantes.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Osmar Valentim oval1@uol.com.br

 

Vargem Grande Paulista

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Crime no Rio de Janeiro

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Tenho uma experiência profissional um pouco diferente do convencional, pois fui Tenente da Policia Militar do Estado de São Paulo, fiz medicina ainda trabalhando na PM e hoje sou médico com especialização pela Associação Brasileira de Psiquiatria, e atuo como psiquiatra no interior de Minas Gerais. Minhas profissões de ex-policial militar e de psiquiatra me fazem ter uma visão de extrema indignação com o crime bárbaro recente, no qual um rapaz de 23 anos matou 12 crianças indefesas numa escola do Rio de Janeiro.  Minha indignação como ex-policial é de como o caso vem tendo seu foco desviado para duas vertentes: a da segurança nas escolas e para a questão do desarmamento. Como um segurança ou professores armados, como se faz num estado americano, poderiam ter impedido aquela chacina? O rapaz teria dado um tiro na testa do segurança ou do professor antes que eles reagissem, ou teria entrado do mesmo jeito já que ele era ex-aluno da escola. Da mesma maneira, colocar detectores de metal tornaria absolutamente impossível controlar a entrada dos alunos, haja vista a infinidade de materiais metálicos que os alunos levam a escola, o que faria com que os alunos tivessem que chegar horas antes da aula, além de submetê-los ao estresse de terem suas bolsas revistadas diariamente. As escolas que tentaram isso, já abandonaram essa est ratégia. Além disso, aquela escola tinha bons recursos de segurança como câmeras de vídeo e porteiro. As escolas já são verdadeiros fortes. Lembro-me da decepção que tive ao visitar, muitos anos depois, a escola pública onde estudei em Barretos, e ver todas as janelas com grades, e o muro semelhante ao de uma penitenciaria. Não queremos nossos filhos em escolas jaulas, mas queremos ter um policiamento escolar suficiente para que nossos filhos estudem em escolas livres. Quanto a aproveitar esse momento para se voltar a falar em proibição da venda de armas no Brasil, isso é, no mínimo, uma hipocrisia. O senhor Sarney quer ser outro herói desta historia além do Sargento Alves, aliás, justamente promovido pela sua bravura. Há que haver um controle da entrada de armas ilegais no Brasil, isso sim. Fui recentemente a Foz de Iguaçu e pude ver o quanto é fácil trazer uma arma passando durante o dia por aquela fronteira, imaginem em locais sem nenhum controle. Em qual loja aquele rapaz comprou suas armas com numeração raspada? Em meus 14 anos de policia militar, não me lembro de um assalto cometido com arma legal. Alguém conhece onde ficam as tantas lojas de armamento no Brasil, para justificar um novo referendo? Não sou a favor de se armar a população e acho que tem gente demais armado legalmente, mas sem dúvida nenhuma, não foi a venda legal de armas que causou aquele crime. Por outro lado, como médico psiquiatra, minha indignação com as noticias divulgadas estão relacionadas ao rapaz que cometeu o crime. Não estou aqui como advogado do rapaz, e nem para ser o único que o apóia, já que nem seus familiares apareceram para identificar seu corpo (e dizem que cachorro morto ninguém chuta...). Mas não posso aceitar a qualificação que o senhor governador do Estado do Rio de Janeiro deu ao rapaz chamando-o de “animal” e de “monstro”. O rapaz em questão é um doente. O rapaz, que, aliás, tem nome e chama-se Wellington, é portador de Esquizofrenia, uma doença que acomete 1% da população, mas que infelizmente tem sido tratada com descaso, ou melhor, quase não tem sido tratada nesse país. Podem acreditar , se o Wellington estivesse recebendo um tratamento médico adequado, muito provavelmente ele não teria praticado aquele crime hediondo. O crime foi cometido inserido num ápice de delírio que vinha se estruturando em sua mente há algum tempo. Acontece que um indivíduo delirando tem certeza absoluta de uma verdade a qual é impossível de ser realidade. Diante disso, como podemos esperar que ele se submeta a um tratamento voluntariamente? Daí a necessidade de ser revisto, isso sim, com urgência, o fechamento de leitos em hospitais psiquiátricos, bem como sejam revistas as proibições das internações involuntárias. Muitos perceberam o comportamento diferente do Wellington. Se alguém tivesse tido a coragem de denunciar a suspeita do seu estado de loucura e se o Estado tivesse mecanismos de promover a internação involuntária do rapaz, essa barbárie teria sido evitada. Ainda no calor dessa discussão, nessa semana, um doente mental atacou e esfaqueou, sem nenhum motivo aparente, duas pessoas que estavam sentados e esperando um ?nibus, a tarde, em plena Avenida Paulista, comprovadamente a área mais policiada do nosso país. Só alguém em estado de loucura faria aquilo, naquela hora. E algumas pessoas insistem em falar em fechar as vagas em hospitais psiquiátricos. Se no CTI infantil de algum hospital estão morrendo crianças por infecção, a melhor conduta é a de fechar todas as CTIs infantis do Brasil? É verdade que o histórico dos hospitais psiquiátricos nos remetem a locais de abusos e torturas. Contudo, a solução não é fechá-los. Os hospitais psiquiátricos têm que ser humanizados e não fechados. Para piorar, nas poucas vagas que restam, os hospitais recebem um pagamento tão irrisório do SUS, ou mesmo dos convênios, que não conseguem dar o tratamento digno que os pacientes merecem. Pergunte a uma mãe que tem o filho esquizofrênico, de difícil controle, o que ela acha da dificuldade que ela sempre tem em en contrar uma vaga para seu filho, enquanto ele a agride. Os doentes mentais não são os vilões dessa historia, eles são as vitimas. Vítimas por não terem acesso a tratamentos adequados. Vítimas pelo fechamento dos leitos de hospitais psiquiátricos. Voltando ao caso do Wellington, ele foi abandonado três vezes em sua vida: a primeira por uma mãe esquizofrênica e suicida, a segunda pela família que o adotou e a terceira por nós, membros dessa sociedade que não lhe deu o direito de um tratamento. Se quisermos usar esse fato chocante para renovarmos as questões a serem discutidas e modificadas, nós precisamos discutir não o enjaulamento das escolas, mas um policiamento escolar eficiente e a contratação imediata de Psicólogos, com formação especializada, para o desenvolvimento de programas anti-bulling e acompanhamento das vitimas desse mal que atinge todas as escolas.  Discutir não o desarmamento. Qual o sentido de se gastar milhões de reais num plebiscito, que já foi referendado, num país onde o número de armas ilegais supera e muito as armas autorizadas? Então, o governo tem dinheiro para isso? Porque não usar essa dinheirama num movimento nacional de identificação e tratamento adequado dos doentes mentai s, ou num grande programa para se acabar com o bulling nas escolas? A questão policial a ser tratada dever ser a do controle da entrada de armas ilegais no país, numa grande frente com as Forças Armadas e as policias de todas as esferas. A omissão quanto a entrada dessas armas ilegais está entre as causas da morte daquelas crianças no Rio de Janeiro. Também é urgente o aperfeiçoamento de uma Policia Virtual, que descubra, via internet, o planejamento de novos crimes como aquele. Finalmente, temos que reabrir a discussão da política anti-manicomial, e ao invés de se acabar com os leitos psiquiátricos, deveria ser dado maior acesso a um tratamento humanizado e às vezes em regime de internação em hospitais especializados aos doentes mentais. O governo e a sociedade precisam assumir sua parcela de culpa naquela chacina e tomar medidas que realmente venham a impedir que ela se repita.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Carlos Eduardo Gonçalves Reche carlosreche@uol.com.br

 

Belo Horizonte

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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A dor como espetáculo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Muito oportuno o artigo de Nelson Motta sobre evasão de privacidade.  Também fecho os olhos para não assistir a dor alheia. Já são tantas as noticias de dor, assaltos e corrupção  dos nossos políticos.  É ridicula a desculpa do Desembargador Dacio Vieira, ele quer enganar quem ? É demais...

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Esther F. Angrisani estherangrisani@terra.com.br

 

São Paulo

 

 

 

 

 

 

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Bodes e jabutis

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O governo do PT, para nos distrair, colocou o bode do desarmamento na sala. Colocar bodes na sala tornou-se prática tão batida nos últimos anos, que não faz mais efeito. Depois de ver o bicho ali, pela enézima vez, a sociedade já se deu conta de que ele não vai parar ali sozinho, bem como aquele jabuti não vive subindo em cima do poste com suas próprias pernas. Desta vez, os brasileiros não levaram nem dois dias para tira-lo da sala, eles mesmos. O governo que volte então a nos explicar o aumento dos preços da gasolina, dos produtos no supermercado e na farmácia, o dólar derretido, os hospitais em colapso, a gastança no cartão de crédito corporativo e por aí afora.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Maria Cristina Rocha Azevedo crisrochazevedo@hotmail.com

Florianópolis

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Plebiscito

 

 

 

 

 

 

 

 

Aproveitando o custo de mais de R$ 250 milhões para outro plebiscito do desarmamento civil, que faz a pergunta se o comércio de armas de fogo deve ser proíbido no Brasil - estúpido e sem razão já que apenas 3,5% da população tem armas legalmente adquiridas -, sugiro, então, que se faça mais uma pergunta: Você é a favor da extinção do Senado Federal? Seria uma boa (excelente!) oportunidade para sairmos do sistema de parlamento bicameralismo para unicameralismo. O Brasil vai economizar uma fortuna sob todos os aspectos, podem crer!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

José Eduardo Victor je.victor@estadao.com.br

 

Jaú

 

 

 

 

 

 

 

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Falta trancafiar bandido

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Ou está faltando ciências exatas ao Ministro José Eduardo Cardozo, ou ele nos julga burros. Em várias entrevistas que tem dado para justificar seu destrambelhado "desarmamento", mostrou gráfico, fez contas e deu datas, só esqueceu-se de subtrair a queda de 62% dos homicídios no Estado de São Paulo e acrescentar o aumento assustador no Norte e Nordeste. Como uma coisa matou a outra, deu a impressão que quando se fala em desarmamento os índices caem. Já no nosso gráfico, com tudo dentro, vimos que durante os oito anos do governo Lulla aumentaram assustadoramente os crimes no Brasil!  Engraçado que ele fala em tudo, menos nas penitenciárias federais prometidas que jamais saíram do papel. Fora concordar que o que faz cair a criminalidade é "cadeia nos bandidos"! Retirá-los da sociedade. Trancafiar! Por que fica tão difícil ao desgoverno petista entender ou "aceitar" isso?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

 

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

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Dúvida duvidosa

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Por certo que todos já esqueceram que, quando houve o plebiscito anterior sobre armas, os jornais noticiaram que José Dirceu estava frequentando um curso de tiro ao alvo. Será que ele se aprimorou ou desistiu? Mas o cômico neste destempero de nossas autoridades, querendo acabar com as armas na posse de cidadãos de bem e permitir que os bandidos sejam os únicos a possuí-las, é saber se os inúmeros  seguranças individuais de políticos e empresários abrirão mão de ter uma arma ou haverá exceção? É patético querer acabar com armas no país, como pretender acabar com o tráfico de drogas nas mãos de bandidos ou acabar com a prostituição nas mãos dos cáftens de uma sociedade. – Brasil, país da utopia!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

João Roberto Gullino jrgullino@oi.com.br

 

Petrópolis (RJ)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Considerações sobre o estatuto do desarmamento

 

 

 

 

 

 

A LEI No 10.826, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2003 (A qual dispõe sobre registro, posse e comercialização de armas de fogo e munição, sobre o Sistema Nacional de Armas – Sinarm, define crimes e dá outras providências) tem  servido de modelo para outros países. Se estivesse sendo devidamente aplicada, a tragédia na escola do Realengo não deveria ter acontecido.

Se não vejamos: Registro de armas de fogo (Art. 3o É obrigatório o registro de arma de fogo no órgão competente.) A arma do assassino não estava registrada. Aquisição de arma de fogo

 

(Art. 4o Para adquirir arma de fogo de uso permitido o interessado deverá, além de declarar a efetiva necessidade, atender aos seguintes requisitos: I – comprovação de idoneidade, com a apresentação de certidões de antecedentes criminais fornecidas pela Justiça Federal, Estadual, Militar e Eleitoral e de não estar respondendo a inquérito policial ou a processo criminal; I - comprovação de idoneidade, com a apresentação de certidões negativas de antecedentes criminais fornecidas pela Justiça Federal, Estadual, Militar e Eleitoral e de não estar respondendo a inquérito policial ou a processo criminal, que poderão ser fornecidas por meios eletrônicos; (Redação dada pela Lei nº 11.706, de 2008) II – apresentação de documento comprobatório de ocupação lícita e de residência certa; III – comprovação de capacidade técnica e de aptidão psicológica para o manuseio de arma de fogo, atestadas na forma disposta no regulamento desta Lei. § 1o O Sinarm expedirá autorização de compra de arma de fogo após atendidos os requisitos anteriormente estabelecidos, em nome do requerente e para a arma indicada, sendo intransferível esta autorização.) O assassino não estava habilitado a comprar legalmente arma de fogo e comprou-a no mercado paralelo. Porte de arma (Art. 6o É proibido o porte de arma de fogo em todo o território nacional, salvo para os casos previstos em legislação própria e para: I – os integrantes das Forças Armadas; II – os integrantes de órgãos referidos nos incisos do caput do art. 144 da Constituição Federal; III – os integrantes das guardas municipais das capitais dos Estados e dos Municípios com mais de 500.000 (quinhentos mil) habitantes, nas condições estabelecidas no regulamento desta Lei; IV - os integrantes das guardas municipais dos Municípios com mais de 50.000 (cinqüenta mil) e menos de 500.000 (quinhentos mil) habitantes, quando em serviço; (Redação dada pela Lei nº 10.867, de 2004)) O assassino não poderia estar portando arma de fogo. Portanto, se houvesse fiscalização constante do cumprimento da lei vigente não estaríamos hoje lamentando o massacre de tantas crianças inocentes. Consequentemente cabe às autoridades a responsabilidade pela tragédia. Não há portanto nenhuma necessidade de proibir a venda legal de armas e munições em nosso país.

Se nova lei nesse sentido for aprovada será também descumprida por foras da lei e trará enorme intensificação do tráfico de armas. pois tudo que é proíbido é traficado.

 

 

 

 

 

 

 

 

Flávio José Rodrigues de Aguiar rsd100936@terra.com.br

Resende (RJ)

 

 

 

 

 

 

 

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Impulsividade política, até quando?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O massacre no Realengo, foi um episdio terrvel na histria carioca e brasileira. Entretanto, mais uma vez nossos polticos, ao invs de aprofundar suas anlises sobre a raiz do problema, preferem procurar medidas de cunho apenasimediatoe impulsivas com o intuito de parecer solucionar o problema. O caso no Realengo foi um conjunto de falhas no sistema educacional e social brasileiro. Aumentar as seguranas na escola, selecionar profissionais capacitados para acompanhar alunosvtimasde discriminao no mbito acadmico e combater o trfico de armas ; essas sim so medidas que pensam a longo prazo. Outra campanha de desarmamento, alm de desnecessria no trar resultados. O Brasil votou "no" ao desarmamento uma vez,puerilachar que ele no votar de novo, pois os cidados sabem que as armas que matam pessoas diariamente no Brasil, na sua maioria, vem do trfico de armas, no dos civis que , infelizmente, precisam de outras maneiras deproteo. Alis, se esses civis precisam dessas armas, porque o governo no cumpre sua obrigao com o povo. O trfico de armas algo que apenas ser resolvido com uma novaspolticasde segurana nacional. A poltica brasileira no pensa no futuro, nas consequncias e nos desdobramentos de certas decises. Nesse episdio lamentvel, o povo no quer que o governo aja impulsivamente, mas sim que ele mostre uma soluo. De preferncia, uma que perdure e mude essa imagem de imprudncia da poltica brasileira.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Norma Maria Pereira Machado norminhampm@gmail.com

 

Guarulhos

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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O que se deve saber

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Gostaria de  sugerir aos senhores distintos   parlamentares  que torraram R$ 1 milhão com um ponto que ninguém vái usar,  que façam um plebiscito  perguntado à sociedade brasileira se uma determinada família do Estado do Maranhão, que  locupletou-se  a vida toda, deveria deixar a cena política de uma vez por todas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Antonio Roberto Vianna Santos antoniocaulauro@hotmail.com

 

Tramandai (RS)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Oportunismo e oportunidade

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Demagógica, descabida e oportunista a proposta de plebiscito sobre a proibição da venda de armas. Se é para aproveitar o impacto emocional, por que não propor um plebiscito sobre a construção e manutenção de usinas nucleares (supondo-se um plebiscito  necessário para que se tenha noção da grande ameaça)?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Oswaldo Corrêa Louzada Filho anaeoswaldo@uol.com.br

 

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Democracia pura?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O que o leitor Domingos Perocco(13.4) propõe é justamente a concretização da Democracia Pura, pois não somente estes, mas todos os assuntos devem ser decididos pelos cidadãos. A diferença está em que o regime da democracia pura prevê a realização das decisões pelo sistema do SHP, que elimina as atitudes emocionais e demagógicas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

José Ramos de Vasconcelos Neto prof.vasconcelos@terra.com.br)

 

São Paulo

 

 

 

 

 

 

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Cobrando do governo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Cumprimentos ao Dr. Demétrio Magnolli pelo excelente artigo "Três Josés no funeral de Laryssa", escancarando toda a demagogia e oportunismo desses vampiros. A questão desarmamento para o atual governo e seus apoiadores é puramente ideológica. Nenhum comunista pode conviver com a população honesta armada por medo de ser apeado do poder. Liberticidas temem o povo. Os argumentos utilizados por eles não passam de cortina de fumaça para esconder seus objetivos que constam claramente no PNDH-3. Esse tipo de gente encontra culpa em tudo e como bem escreveu, rejeita o conceito de responsabilidade dos indivíduos sobre seus próprios atos. Por favor, encaminhem meus cumprimentos ao jornalista Fernando Gabeira pelo ótimo artigo "Armar ou desarmar é só uma questão" que aborda com clareza os reais temas a serem discutidos e ao Nelson Motta pelo excelente artigo "A dor como espetáculo", por atacar o sensacionalismo macabro da mídia bem como pelos demais artigos que tem escrito. Não poderia deixar de cumprimentar o Estadão pelo editoral "Plebiscito oportunista", no qual se redime do posicionamento politicamente correto em favor do desarmamento civil. Precisamos desarmar e prender bandidos, combater o contrabando de armas e tráfico de drogas e não desarmar cidadãos honestos. É isso que devemos cobrar do governo. Importante notar que, pela repercussão do caso, a polícia descobriu rápida e facilmente a origem das armas ilegais. Se agissem assim em todos os casos, o comércio ilegal de armas seria bastante reduzido, inibindo esse tipo de crime, e ai sim estaria promovendo o desarmamento que todos desejamos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

José Luiz de Sanctis jldesanctis@uol.com.br

 

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Demagogia no plebiscito

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Parabéns ao Jornal O Estado pela oportuna, esclarecedora e sintética NOTA (Notas informações A/3, 15/04/11) que desmascara o oportunismo político do Senador José Sarney e dos líderes dos partidos governistas diante da calamidade na Escola de Realengo. No momento em que a Presidente esforça-se para equilibrar as despesas, vem esses demagogos propugnar por um desnecessário repeteco de Plebiscito com uma despesa aproximada  de mais de R$ 200 milhões. O foco da questão está na “proibição total e absoluta da venda de armas de fogo e munição no País “. Ora, uma coisa é LIMITAR o exercício de um Direito, outra coisa bem diferente é SUPRIMIR  este Direito totalmente. É uma insanidade mental desarmar as vítimas para estimular os assassinos pela retirada do elemento dissuasão

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

José Ávila da Rocha  peseguranca@yahoo.com.br

 

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Só falta coerência

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Idêntico cenário de anos atrás se repete: todo cidadão brasileiro que tiver uma arma em casa terá que entregá-la às autoridades competentes. Vimos que não resolveu o problema, pois na época foram destruídas várias toneladas, e com certeza já se acumularam outras tantas. O Ministério Público tem que atacar o mal pela raiz, solicitando a criação de  leis mais rígidas para aqueles que comercializam armas, é fácil, basta copiar o modelo de países altamente desenvolvidos, que  parte do problema será solucionado. Outro fato que temos que levar em consideração é que , se não houver um policiamento ostensivo, eficiente, qualificado, bem remunerado, significa que ao desarmarem a população, estarão armando cada vez mais os bandidos! Senhor Sarney, não é necessário promover um plebiscito, referendo e outras “baboseiras” para esse probleminha, basta ser mais coerente com os fatos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Flávio Jorge Prócida Flavio.Procida@BR.nestle.com

 

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Menos uma liberdade...

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Mesmo diante da imensa dor pela tragédia ocorrida no RJ, não podemos nos curvar à mais uma tentativa dos velhacos de Brasília em reduzir ainda mais as liberdade individuais. Que tal um plebiscito para banir os políticos corruptos, cuja roubalheira condena milhares de crianças à morte, seja pela falta de escolas, hospitais e serviços de qualidade ?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 Ricardo Salles salles@endireitabrasil.com.br

 

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Desarmamento

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Trazer à tona, novamente, esta questão, demonstra, no mínimo, a leviandade e hipocrisia com que o legislador e as autoridades tratam a segurança pública no Brasil, sobretudo quanto à presença de armas de fogo na sociedade. Proibir, quando é possível uma regulamentação e controle, ainda que rígidos, por parte do Estado, é um retrocesso. O acesso lícito às armas pela população civil, no Brasil, é alvo de uma das legislações mais duras, cujo controle é feito minuciosamente pela autoridade pública. Porém, em contrapartida, existem armas ilícitas no país aos montes – inclusive algumas que nem o exército possui - reforçando os arsenais de bandidos e organizações criminosas pelo território nacional. Destarte, somente o cidadão de bem, se preocuparia em atender a todos os requisitos legais para obter uma arma, efetuando seu devido registro, pagando impostos e efetuando testes psicológicos. Que dirá obter porte de arma, algo ainda mais difícil e restrito. Portanto, não resta dúvida, que para roubar, matar, extorquir mediante seqüestro etc., os criminosos vão recorrer ao mercado clandestino, livre e de muito mais fácil acesso que o pequeno e limitado, mercado lícito. Ora, por que o legislador, ao invés de tentar coibir o tráfico e a criminalidade, tenta reprimir o cidadão de bem, retirando-lhe o direito de adquirir uma arma em uma loja, seja qual for o motivo (coleção, desporto, defesa etc.), e equiparando-o a um meliante da pior espécie, que busca, na ilicitude,  desafiar o patrimônio, a liberdade e a vida das pessoas? Desarmar populações civis sempre foi atitude corriqueira na cartilha de governos desumanos e autoritários. Hitler, Stalin, Mao-Tsé-Tung, Pol Pot, compõem o rol de déspotas que se utilizaram desta prática, como forma de opressão e dominação sócio-política sobre seus subjugados, isto é, o povo. Por que o Brasil, um Estado Social e Democrático de Direito, deveria associar sua imagem à governos conduzidos por pessoas do mais baixo caráter, cuja restrição de direitos civis e cujo desrespeito aos direitos humanos sempre foram elementos norteadores de suas condutas? Notório que a esmagadora maioria dos crimes que ocorrem no Brasil, são cometidos mediante uso de arma de fogo obtida no “mercado negro”, seja ela proveniente do exterior ou não. Isto reforça a ideia de que, o legislador, ao retomar a proposta de desarmamento, visa coibir aquele cidadão que, dentro da lei, quer comprar sua arma de fogo. Não resta dúvida de que o “matador do Realengo” não adquiriu sua arma em qualquer loja, sequer possuía porte e tampouco participou de qualquer teste psicológico – e se o tivesse feito, certamente não seria autorizado a tê-la –, tornando a sociedade, mais uma vez, refém do tráfico de armas e da hipocrisia do legislador, que propõe cercear um direito concedido a um cidadão de bem, mas por outro lado, não traz qualquer medida ou solução para as armas ilícitas presentes aos montes na Federação, objetos da grande maioria dos crimes cometidos.

 

Mesmo a menor parcela dos crimes no Brasil, aqueles mediante armas de fogo lícitas, são em sua maioria, praticados por autoridades, sejam elas policiais, promotores, juízes etc., que possuem e continuarão possuindo porte de arma, qualquer que seja o resultado de um futuro plebiscito ou referendo. Tal medida proposta pelo Senado atingiria, somente, a parte mínima da mínima dos ilícitos penais cometidos na República, dando a entender que o legislador prefere dar atenção aos menores problemas possíveis e deixar com que os grandes se resolvam sozinhos. Isto leva a crer que, enquanto, na mídia, trata-se insistentemente de questões já resolvidas por referendo, como esta, fatos muito mais importantes, como o tráfico e comércio de armas ilícitas, ou a falta de aparelhamento das polícias e exército para um combate mais rígido à criminalidade, são deixadas ao léu pelas autoridades públicas. Mesmo as formas de participação popular direta, pilares norteadores da democracia, como plebiscitos, referendos e consulta pública, são deixadas de lado pelo Parlamento, ignorando-se o interesse do povo em decidir o melhor para o país. Desde a promulgação da atual Carta Magna, em 1988, só houve um plebiscito (forma de governo) e um referendo (desarmamento!), atingindo-se a incrível média de um a cada 11 anos. Agora, insiste o legislador em discutir, por plebiscito ou referendo, o que fora discutido em outro referendo. O curioso é que, não obstante a escassíssima utilização das formas de consulta popular, o legislador pretende empregá-las duas vezes para o mesmo assunto, fazendo parecer com que o povo brasileiro pudesse ter decidido equivocadamente na primeira vez. Portanto, não só a extinção de um direito, mas reacender a ideia de desarmamento hoje, no Brasil, ao promover outro referendo ou plebiscito, é, conforme bem colocado nas palavras do Presidente da OAB, Dr. Ophir Cavalcante, “um desrespeito à vontade popular manifestada em referendo realizado em 2005”. Não há dúvida que, por ora, a referida questão está superada, e que esta atitude de “bater na tecla”, por parte do Senado, não deixa de ser uma inegável afronta à soberania popular, que encerrou, há apenas cinco anos, o presente debate.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Victor Targino de Araujo vtaraujo@hotmail.com

 

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Mudança de foco

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A dor causada pelo atirador de Realengo também é minha, mas para quê tanta exposição do assunto? A midia, mexendo, remexendo a vida dessa pessoa doente, não amenizará em nada o sofrimento das famílias. Por que empoderar o mórbido, que pode servir de gatilho para outras taras? Enalteçam quem, arriscando a vida, salvou muitas outras!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Jeny Soutto Mayor jsmayor@estadao.com.br

 

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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A comoção e o oportunismo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O oportunistunismo do senador José Sarney, tirando uma casquinha na comoção nacional, devido a tragédia do colégio em Realengo, reacendeu o nefasto projeto do desarmamento e pleita um novo referendo popular. Sob o curtissimo ponto de vista, entende que a proibição do comércio de armas legais resolverá o problema da violência no Brasil. Quando a cerne do problemas e bem maior que isto. Pessoas de bem, assim como eu me incluo, não têem arma em casa, nem pretendem  comprar quaisquer tipo de arma. Pessoas do bem, respeitáveis, inteligentes, zelam pela vida. Bandidos não adquirem armas por via legais, razão pela qual sou contra o desarmamento, em especial nos moldes que propõem. Têem que se estabelecer normas legais e fiscalizar as nossas fronteiras, nossas instituições fraudulentas, muitas destas armas sao fornecidas por quem de direito, teria que coibir e combater. São compradas com a forma que abastece o crime e drogas pesadas, tais como: a maconha, a cocaína e o crack que entram em toneladas no Brasil ilegalmente. Obviamente, que o problema da violência em nosso país não restringe somente na arma legal, bemo como as drogas, mas sim em série de circunstâncias, inclusive, as leis frouxas, que beneficia bandidos, inclua-se os políticos na mesma proporção. Tem haver reforma duras nas leis penais, reformas políticas, combate a corrupção, cadeia para igualmente para bandidos pobres e ricos, fim da prisão especiel, todos os criminosos serão iguais e terão o mesmo tipo de tratamento prisional, inclusive políticos, juízes, advogados etc.... Fim do apadrinhamento, nepotismo e das benesses e favorecimentos. Queremos um país igualitário, justo, com homens honrados, cívicos de decentes.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Raimundo Felix da Silva rfelixdasilva@yahoo.com.br

 

Niterói (RJ)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Não aprenderam

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Que partidinho esse PSDB, perdeu a eleição por incompetência e ainda  não aprendeu. No momento, pega carona nas críticas da Fifa à CBF por motivos pessoais dos seus presidentes, direcionando as críticas através de propaganda paga ao governo brasileiro,  para  que as obras necessárias  à realização da Copa do Mundo estejam prontas a tempo,  mas esquecem ou omitem que o Estado de São Paulo governado por eles é praticamente o único que não fez nada. No final das contas tudo ficará bem e novamente ficarão com a cara de pau e perdendo novamente outra eleição. E para não ficar atrás do seu partido, o FHC anda falando um monte de asnice. Coitados.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Nivaldo Muniz nivaldo_muniz@hotmail.com

 

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Culpa do câncer político

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Sinceramente, não sei por que estão preocupados com as obras para a Copa, pois elas serão entregues no tempo preciso. O que está acontecendo é que se isso acontecer dentro do cronograma não haverá jeito de se contratar empreiteiras sem licitação, na base da urgência urgentíssima. Dentro do cronograma poucos ganham muito, mas fora do prazo muitos ganham muitíssimo mais. É uma teoria, mas diante de tudo o que já ocorreu e ocorre nesta terra corroída pelo câncer político, não há como não duvidar.

 

Em tempo, acabei de ver no Jornal da Band um Boechat revoltado com um frigorífico recém inaugurado em Manaus, que por não ter capacidade suficiente de estoque será devolvido. Custo do mesmo? DEZOITO MILHÕES DE REAIS! Imaginem com as obras para a Copa, sem esquecer que depois virão os Jogos Olimpícos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Alberto Souza Daneu adaneu@gmail.com

 

Osasco

 

 

 

 

 

 

 

 

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Copa

 

 

 

 

 

 

 

 

Ouvimos por algum tempo que as obras dos estádios para a copa e as olimpíadas nao usaria dinheiro público. Aí vejo em um canal de TV que as obras do maracana no Rio de Janeiro, ficará bem mais caro do que antes e vai para o tribunal de contas para analise. Que coisa! Olha, é melhor as autoridades da Fifa transferir tanto a copa quanto as olímpiadas para outro país competente. Se é que nesta altura vai dar tempo. De qualquer modo fica uma sugestao. Repete com a África do Sul, os estádios estao novinhos e nao vao servir para nada mesmo. Tanto la como ca após a copa ficam os estádios caríssimos, jogados as traças. Principalmente aqui que o futebol perde popularidade. A televisao com um canal que investe tudo e mais um pouco para desvasiar os estádios e mostrando os jogos as dez horas da noite e apostando na audiencia.Portanto após a copa os elefantes brancos vao ficar vazios podem apostar. Entao elefante por elefante fica melhor na Africa do Sul. Abra os olhos Presidente Dilma.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Isael Coleone isael.coleone@itelefonica.com.br

 

Indaiatuba

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Ainda há salvação

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Nove aeroportos não ficarão prontos para a Copa do Mundo. Será o maior vexame do futebol brasileiro depois do Maracanã de 1950. O Ipea sugere a convocação da iniciativa privada, o que poderia se dar  como "ersats" do famigerado trem-bala. Nas circunstâncias dadas, somente um néscio não vê o despropósito da postura equivocada e irredutível do governo em face de nossos problemas de infraestrutura.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

 

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

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Omissão da ANS

 

 

 

 

 

 

 

 

Com um certo atraso a ANS acordou para o absurdo dos convênios  que vinham premiando  médicos  que solicitavam poucos exames aos conveniados. Um abuso dos convênios, omissão da ANS e uma falta de consideração aos segurados que pagam preços exorbitantes para serviços de quinta categoria. Aproveitando que  os abusos estão sendo expostos, a ANS e o CRM também deveriam fiscalizar uma prática entre médicos e laboratórios, pois dependendo do remédio que prescrevem ganham televisores, lap tops e viagens. Francamente, médicos que se prestam a esse serviço nem para veterinários servem.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Izabel Avallone izabelavallone@yahoo.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

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Multas de trânsito

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A Prefeitura de São Paulo vai começar a protestar os débitos de multas de trânsito , levando o nome do motorista ao cadastro de inadimplentes. Certamente muitos vão criticar Kassab por isso, mas o que há de errado nesta medida? Nada mesmo! Ele só está tentando fazer com que motoristas faltosos paguem suas multas. Eu pago as minhas, mas parece que tem gente que acumula centenas de pontos na carteira impunemente. Vamos pregar cidadania de verdade...ou só de boca prá fora, criticando indevidamente o prefeito por simplesmente tentar fazer cumprir a lei? Pense nisso...

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Mara Montezuma Assaf montezuma.fassa@gmail.com

 

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

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Transporte público e crescimento econômico

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Os congestionamentos nas ruas de São Paulo são tão importantes na vida da cidade que merecem até uma rádio que informa de minuto a minuto os pontos de estrangulamento, os acidentes, o carro quebrado, a falta de gasolina e o assunto está na pauta das inúmeras outras rádios da capital que incluem na sua programação diária informações do trânsito transmitidas pelos próprios ouvintes reféns dos congestionamentos. A cidade atingiu a marca dos 7 milhões de veículos, fruto em parte do crescimento econômico do país mas principalmente porque a opção do automóvel ainda é mais vantajosa do que o transporte público disponível na cidade. Não há nenhuma novidade nestes fatos para o cidadão paulistano e para os especialistas em transporte e mobilidade urbana. Ocorre que, os erros do passado permanecem como prática nas soluções para estes problemas. Quem cuida do sistema viário, se preocupa preferencialmente com fluxo dos automóveis e quem projeta linhas de metrô busca ao atendimento de uma demanda já saturada, correndo atrás do prejuízo. São Paulo parou de crescer, no centro e na periferia ou cresce a taxas muito pequenas e às vezes até negativa, e começou a envelhecer no bom sentido do que isto possa significar, então mais do que nunca é necessário e possível projetar para o futuro. E o futuro é logo ali. 2012 com a revisão do Plano Diretor da cidade e 2014 com a copa do mundo, um evento internacional, onde os olhos do mundo estarão voltados para o Brasil e para a maior metrópole da América Latina. O automóvel só sairá das ruas com um investimento de peso no transporte público, para isso é preciso radicalizar. É preciso diminuir o espaço do automóvel com novas linhas de transportes sobre trilhos nos principais eixos viários de ligação da cidade, com ciclovias segregadas e mais linhas de metrô. As intervenções cirúrgicas na infra-estrutura viária de São Paulo sempre seguiram a lógica do automóvel e deixaram o pedestre em segundo plano, agora é a hora de um pacto entre os três níveis de governo no sentido de integrar os projetos, unificar a visão da cidade que queremos no futuro e mais imediatamente para a copa de 2014. Por isso algumas ações devem ser concentradas dentro de um único plano com ação conjunta dos diferentes órgãos envolvidos nos projetos de infraestrutura. Podemos elencar algumas delas sempre pensando que a estrutura viária deve servir às grandes linhas de transporte de grande capacidade. A expansão das linhas do metrô deve se orientar como fator de indução de desenvolvimento e não apenas para atender demanda existente. Neste sentido a ligação da Estação de Itaquera com o Aeroporto de Cumbica e a ligação de Congonhas com a Estação da Luz são linhas prioritárias. Os corredores de ônibus devem ter prioridade no sistema viário. As ciclovias segregadas devem fazer parte de uma intervenção cirúrgica na cidade de maneira radical em detrimento do automóvel nas grandes avenidas. Criar um anel metropolitano do metrô ligando as ferrovias na zona leste da capital ao Aeroporto de Cumbica e à Estação do Metrô Tucuruvi. Levar o transporte de alta capacidade para áreas densamente ocupadas onde certamente causará um impacto positivo na geração de empregos e desenvolvimento local. Requalificar o espaço do pedestre reconstruindo as calçadas e melhorando o espaço de grandes aglomerados como terminais de ônibus e praças públicas.  E finalmente, os projetos estratégicos para o desenvolvimento da cidade não podem ser encarados como posse de uma gestão temporária, há que se criar uma nova visão de estado onde as grandes questões urbanas tenham continuidade técnica e administrativa e sejam cumulativas nas soluções dos problemas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Rosana Miranda, arquiteta, professora doutora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP rosanamiranda@usp.br

 

 

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Viabilidade social

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

As grandes obras, quando têm viabilidade social, quase sempre são vantajosas. Em certos casos mesmo com viabilidade econômica problemática. Cito os casos típicos de Brasília e Itaipu. Praticamente todo o Brasil foi beneficiado com estas obras, apesar dos gastos com ambas. O trem-bala socialmente medíocre, considerando-se os 193 milhes de brasileiros. Atender apenas a elite de empresários bem-sucedidos do Rio de Janeiro, São Paulo e Campinas. Por outro lado, os R$ 34 bilhões a serem aplicados na obra dificilmente virão da iniciativa privada, pela precariedade da viabilidade econômica. Melhor seria terminar os metrôs das cidades. Caso esta obra seja realmente aprovada, o que no acredito, isto, sim, será um grande negócio para as empreiteiras.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Mario Borgonovi marionegro.borgonovi@gmail.com

 

 

 

 

 

 

Rio de Janeiro

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Trem-bala (de prata)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Assisti esta semana, durante sessão do Senado, às fartas e robustas alegações dos senadores da oposição, por ocasião da votação da medida provisória que dava cores tétricas, mas verdadeiras, do megalomaníaco trem-bala, uma obra faraônica, que tal qual as pirtâmides, servirá a poucos, muito abastados, em detrimento das reais e prioritárias necessidades do povo.Os senadores demonstraram que tecnicamente a obra é desaconselhável. Seu custo/benefício, por certo, não foi bem avaliado. Calcula-se que serão gastos R$50 bilhões, custo muito superior ao estimado para a Hidrelétrica de Belo Monte. Essa bala de prata não dará cabo da vampiresca situação de abandono em que se encontram o quarteto  da vergonha nacional: saúde,educação, redes de transportes e segurança.Com uma maioria que se pr evalece do direito da força, esse elefante branco,poderia ser batizado de ''Projeto Quasímodo''. O trem-bala, pelo custo projetado e pelo benefício que não trará para o povo trabalhador é o mesmo colocar persianas numa palafita.

 

 

 

 

 

 

 

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

 

 

 

 

 

 

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Trens-bala

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Em sucessivos desgovernos nos deparamos com tantos trens-balas, tantos desatinos megalomaníacos, tantas inversões de prioridades que nos indigna. Entre eles, e a um custo elevadíssimo visto que são R$ 34 bilhões e mais um aporte de R$ 5 bilhões para “compensar”, caso a demanda prevista não se concretize, isto é, nem convicção se tem da sua real utilização, o nosso submisso Congresso aprovou mais uma MP que autoriza o BNDES liberar recursos para a instalação de um trem-bala. O projeto se dará com o esteio do BNDES – R$ 20 bilhões – à empresa ou ao consórcio que se responsabilizará pela construção. Espera-se que pelo menos não seja também a fundo perdido. Atentemos mais que o projeto privilegia apenas uma região em detrimento das demais - as mais necessitadas do país, visto que é para uma linha de 510 km ligando Campinas (SP) ao Rio de Janeiro (RJ), passando por São Paulo, que se será percorrida em cerca de 1h30min, e a um custo de R$ 200, por pessoa – equivalente ou mais caro que a passagem de avião. O fato é de uma insensibilidade incomensurável não pela obra em si, mas porque se deixa em segundo plano obras (estradas, ferrovias, hidrovias, habitação etc.), de maior urgência, relevância e imprescindíveis ao desenvolvimento do país, como também o setor de serviços (saúde, educação etc.) que se encontra em deprimente estado de abandono. Imperdoável!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

J. Hildeberto Jamacaru de Aquino hildebertoaquino@yahoo.com.br

 

 

 

 

 

Russas (CE)

 

 

 

 

 

 

 

 

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Trem sem bala na agulha

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O governo vai fazer o trem balela, mesmo sem  ter bala na agulha, não sabendo quanto vai custar nem quando vai ficar pronto. Por que não faz uma concorrência entre possiveis interessados que custeariam – sem aportes do Planalto/BNDEs – e explorariam o trem; se não houver interessados é por que é inviável. E aí ficaria uma dúvida nos contribuintes : a insistência é porque vai haver por foras e/ou sobre-preços no trem doido ? O mesmo raciocínio se aplica a Belo Monhe

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Mário A. Dente dente28@gmail.com

 

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Agora vai!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Com uma ajuda de R$ 20 bilhões o trem-bala vai a todo vapor agora?

 

 

 

 

 

 

 

 

Cícero Sonsim c-sonsim@bol.com.br

Nova Londrina (PR)

 

 

 

 

 

 

 

 

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Transporte ferroviário

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Quem já viu esse Brasil servido pelo transporte ferroviário, mesmo que razoável, transportava economicamente as cargas e passageiros para os principais locais do país. Algumas, com bom serviço prestado. O ferroviário, fluvial e marítimo são os transportes mais econômicos conhecidos no mundo. Porque um país como o Brasil com extensão continental em vez de aperfeiçoar esses tipos de transporte vem deixando deteriorar de tal maneira que vários dos trechos que existiam estão inoperantes? O Brasil precisa de economia e eficiência para desenvolver e não satisfazer a vontade do cartel petrolífero enriquecendo os empresários do petróleo que só sabem esnobar riqueza ao mundo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Benone Augusto de Paiva benonepaiva@yahoo.com.br

 

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Sugestão

 

 

 

 

 

 

 

 

Se fosse possível gostaria de dar uma sugestão para nossos governantes,eu diria por que ao invez de gastar R$20 bilhões com o trem-bala,por que não construir uma malha ferroviária com trens comum,  com velocidade de 120 Kh. Gastaria R$ 5 bilhões em uma linha que ligaria São Paulo (SP) Campinas (SP) Presidente Prudente (SP) Campo  Grande (MS) Cuiba- MT,Porto Velho (RO)Com mais R$ 5 bilhões Faria a Linha 2 que ligaria, São Paulo (SP)  Sorocaba (SP)  Bauru (SP) Araçatuba (SP) Itumbiara (MG)  Brasília (DF) A linha 3 R$ 5 bilhõess,ligaria São Paulo(SP)  Araraquara (SP) Rio Claro (SP) São José do Rio Preto (SP)  Fernandópolís (SP Ilha Solteira (SP) e Trez Lagoas MS, Mais R$ 5 bilhões construiria a linha 4 que ligaria São Paulo(SP)  Ribeirão Preto (SP) Uberaba (MG) Uberlândia (MG) Catalão (GO) Rio Verde (GO) Jatai (GO) e Barra do Garça (MS) Linha 5 São Paulo (SP) Avaré (SP) Ourinhos (SP) Londrina (PR) Maringá (PR) Paranavai (SP) e Nova Anrdadina (MS) Alem do transporte de passageiros,essa malha ferroviária escoaria 87 % da produção agrícola produzida no Brasil. O trem-bala que estão querendo construir ,irá ligar Campinas (SP) São Paulo (SP) e Rio de Janeiro,como 99 % desse trecho é montanhoso,irá consumir R$ 20 bilhões,as quatro linha de trem "comum" cobriria uma malha de aproximadamente oito  mil kilometros e como 78 % seria em planície com os R$ 20 bilhões do trem bala o Brasil ficaria com uma malha ferroviária que iria fazer com que seja gastos  dinheiros com rodovias principalmente com carga pesada que destroem todo o asfalto.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Virgìlio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

 

Jandaia do Sul (PR)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Trem-bala, quem quer?

 

 

 

 

 

 

 

 

O projeto do trem-bala pretende empréstimos do BNDES da ordem R$ 20 bilhões. Este projeto atenderá menos de 2% dos usuários de serviços de transporte urbano nas grandes capitais. Os mesmos recursos poderiam ser utilizados para financiar novas rotas de Metro com muito mais utilidade para toda a população. O governo pretende criar mais uma estatal para controlar este empreendimento. Mais cargos e mais despesas. Quem quer o trem-bala ? Onde estão nossos deputados e senadores que não impedem este absurdo?

 

 

 

 

 

 

 

 

Carlos Avila c.avila@modusoperantis.com.br

 

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

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Atestado de incompetência

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Graças à incompetência do nosso setor sucroalcooleiro o consumo de gasolina está em franca expansão, prevendo-se portanto um sensível agravamento da poluição durante o próximo inverno. Num passado bem recente os responsáveis pelo setor ,vociveravam sua intenção de inundar o mundo com etanol de cana, e zombavam dos americanos ,que insistiam na produção de etanol a partir do milho. Segundo esses "experts", a produção americana era muito mais cara e não conseguiria competir com a brasileira. Bastou alguns desarranjos climáticos e um aumento na procura do açucar, para passarmos a importar álcool anidro... americano. O argumento de que o etanol americano é subsidiado não cola, pois os subsidios resultam do trabalho dos lobistas que representam a industria alcooleira de lá. Aqui também existem lobistas - por que não conseguem um resultado semelhante? Portanto, antes de conquistar o mercado mundial, nossos usineiros e plantadores de cana têm que dar conta do nosso mercado interno, produzindo etanol suficiente durante o ano todo, pois a safra de cana não ocorre numa mesma época em todo o território nacional.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Nestor Rodrigues Pereira Filho rodrigues-nestor@ig.com.br

 

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Combustíveis, qual a verdade?

 

 

 

 

 

 

 

 

No suplemento de Economia do Estado de São Paulo do dia 9 de abril aparece o artigo na página B3 intitulado. "Para analistas, alta da gasolina é inevitável". Esta posição foi também confirmada em diversas oportunidades pelo próprio presidente da Petrobrás. Segundo se afirma no mencionado artigo, o preço da gasolina no Brasil é 25% mais barata do que nos Estados Unidos. Porém, no suplemento econômico do mesmo Estado de São Paulo do dia 12 de abril é informado que o preço médio da gasolina nos Estados Unidos atualmente e após repasse das sucessivas altas do barril de petróleo é de US$ 3,77 por galão no varejo, equivalente a aproximadamente US$ 1,00/litro, ou seja, a R$ 1,60/litro, é dizer, 25% mais barata que no Brasil, e até mais barata do que o etanol. Por sua vez, no artigo "Punir ou incentivar o etanol?" do Srº Marcos Sawaya Jank publicado pelo Estado de São Paulo no dia 13 de abril, se indica uma série de medidas para aumentar a lucratividade do álcool, que não entendo porque não foram já implementadas, ou então sugere a forma mais "fácil", e´esperar o anunciado aumento do preço da gasolina que por si mesmo justificaria um aumento do etanol. Em resumo e como sempre, a solução ficaria por conta do bolso de todos os brasileiros que diariamente encostam o seu veículo numa bomba de combustível.

 

 

 

 

 

 

 

Eduardo Andaluz  mm.andaluz@gmail.com

 

Jundiaí

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Alguém tem dúvida?

 

 

 

 

 

 

 

 

O ministro da fazenda nega de pés juntos. O presidente da Petrobrás afirma que sim. Com quem está a verdade? Só sei que a gasolina vai aumentar e nós vamos pagar, mais uma vez, a conta da incompetência e insensibilidade.

 

 

 

 

 

 

 

 

Luiz Nusbaum lnusbaum@uol.com.br

 

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Política econômica

 

 

 

 

 

 

 

Enquanto o mercado já aposta numa inflação de 6% alto para 2011, o ministro Guido Mantega mantém sua postura de pretensa infalibilidade na condução da política econômica do governo. Ressalte-se que os fundamentos sólidos que ainda estão por aí, Mantega não participou da implantação de nenhum deles, ou seja, até aqui ele não tem servido nem como executivo público da área de manutenção.

 

 

 

 

 

 

 

Francisco José Sidoti fransidoti@terra.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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A inflação e os ovos de Páscoa

 

 

 

 

 

 

 

 

O ministro da Fazenda afirma que a inflação aumentou um "pouco" e está por volta de 6,2%. Como explicar o reajuste superior a 100% dos ovos de Páscoa? Será que houve algum engano ou é isso mesmo? Pode?

 

Como explicar? Não comprar ou pagar o "olho da cara"? É ruim...

 

 

 

 

 

 

 

M. Teresa Amaral mteresa0409@estadao.com.br

 

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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