Cartas - 16/05/2011

QUERCISMO

, O Estado de S.Paulo

16 Maio 2011 | 00h00

Espólio

Paulo Skaf e Gabriel Chalita trocaram o PSB pelo PMDB para correrem atrás do espólio do quercismo. Se a Justiça não agir para coibir a troca de partido, o ranço do "quebro o Estado, mas elejo meu sucessor" pode pegar ambos. Neste caso, os dois não se elegerão para mais nenhum cargo executivo, nem para síndico de prédio.

JOSÉ CARLOS CRUZ

cruz.jc02@gmail.com

Osasco

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SEGUNDO ESCALÃO

Economia

Uma das causas óbvias da rebelião de parte dos aliados do governo no processo de votação do Código Florestal é a protelação no preenchimento de cargos de segundo escalão. Possivelmente, mesmo sem o desejar, o governo pode estar acertando: tudo indica que com os cargos preenchidos não haverá melhora alguma no serviço público. Ou seja, são cargos perfeitamente dispensáveis para o bom desempenho da máquina governamental. Matemática simples: com o não preenchimento desses cargos haverá uma bela economia de recursos, que podem ser empregados em projetos prioritários.

RENATO CONSOLMAGNO

consolmagno@terra.com.br

Belo Horizonte

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DOAÇÃO AO PARAGUAI

Venezuela no Mercosul

Assisti à sessão do Senado em que se discutiu e foi aprovada lei do Executivo que concedeu ao Paraguai reajuste de 300% na tarifa de Itaipu. A obtenção desse aumento fez parte das promessas de campanha do então candidato Fernando Lugo. Não me foi possível entender a frouxa argumentação dos oradores situacionistas em favor de tal assalto aos cofres públicos e a aprovação ficou muito estranha e inexplicável. Entretanto, notícia publicada na internet (http://noticias.sapo.ao/lusa/artigo/12535784.html), de que no início deste mês o chanceler brasileiro, Antônio Patriota, deu indícios de que a aprovação do aumento da tarifa ajudaria na decisão paraguaia de aceitar a entrada da Venezuela no Mercosul parece fazer todo o sentido.

FLÁVIO J. RODRIGUES DE AGUIAR

rsd100936@terra.com.br

Resende (RJ)

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ENERGIA ELÉTRICA

Modelo absurdo

A ótima entrevista do presidente da CPFL, Wilson Ferreira Junior (13/5, B8), considerado um benchmarking entre os profissionais do setor elétrico, na qual o empresário - apesar das tarifas estratosféricas - reclama de "queda na rentabilidade", nos faz constatar que algo está muito errado nessa área. Vale lembrar que, diferentemente do que ocorreu nas telecomunicações, a privatização do setor elétrico foi precedida pela adoção de um açodado modelo estrutural que feriu a lógica e as leis da razão: eliminou compulsoriamente a possibilidade da existência de empresas de ciclo completo convivendo com as que geram, transmitem e distribuem. Tal modelo obriga empresas como a CPFL a criar artificialmente outras empresas de geração para venderem energia a elas mesmas e exige permanente e centralizada intervenção governamental na cadeia produtiva, o que torna tudo, obviamente, muito mais caro. Consequência: na razão inversa da qualidade, a tarifa brasileira, apesar da predominância hidráulica na sua origem, é uma das mais altas do universo. Reclamar da absurda carga dos impostos é racionalizar a questão. Ela já era abusivamente cara. Há que rever o modelo estrutural do setor, fortalecer suas instituições e banir os políticos inescrupulosos de seu comando. Mesmo com a resistência das pessoas com interesses contrariados, a presidente Dilma Rousseff, se quiser, tem plenas condições de promover as mudanças de que o País carece nessa importante área.

NILSON OTÁVIO DE OLIVEIRA

noo@uol.com.br

São Paulo

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SANTA CASA

Ajuda para não fechar

É fato notório que a ajuda do governo do Estado à Santa Casa da cidade de São Paulo sempre foi insuficiente. No que tange aos governos federal e municipal, teriam eles interesse em ajudar, a fim de que a nobre instituição não acabe fechando suas portas? É uma boa pergunta... Em primeiro lugar, a ajuda não renderia votos. Por outro lado, aqueles que exercem altos cargos nas esferas do governo, mais os parlamentares e suas respectivas famílias são atendidos prontamente em hospitais estrelados na capital paulista quando padecem de problemas de saúde. Lamentavelmente, esta é a realidade, o que leva a crer que o "SOS ajuda" está longe de se concretizar.

GILDA MERCIA L. DOS SANTOS

gildamercia@hotmail.com

São Paulo

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Saúde à beira do velório

Não só a Santa Casa, mas todo serviço que atende pelo SUS, em especial os hospitais-escola, estão à beira da falência. Pelo sistema, quanto maior a produtividade e a complexidade dos atendimentos, maior o prejuízo. Enquanto isso, o governo federal propõe-se a "tirar uma comissão" para avaliar "problemas de gestão", como se ele fosse um exemplo de qualidade de administração. Ora, é simples: pague o custo do atendimento e pronto, problema resolvido.

LUIZ NUSBAUM, médico

lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

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OBRAS NA DUTRA

Exemplo japonês

Obras interditam a Dutra por 90 dias em São José dos Campos. É a rodovia que liga os dois maiores PIBs do Brasil! Bem que poderíamos ser competentes como os japoneses, que em muito menos tempo reconstruíram uma estrada destruída pelo terremoto.

CARMINE MAGLIO NETO

carminemaglio@yahoo.com.br

São Paulo

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ESCLARECIMENTO

Pedágios

Com referência à carta do leitor sr. André Godoy, de Campinas (Redução do preço, 13/5), a Agência Reguladora de Transporte (Artesp) informa que os estudos de revisão dos contratos de concessão rodoviária do Estado de São Paulo estão em andamento. Em decorrência desse processo, em 16 de abril foi publicada no Diário Oficial a contratação da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) para prestação de consultoria à Artesp com vista à eventual revisão dos índices utilizados na gestão dos 18 contratos de concessão rodoviária. Tão logo estejam finalizados os estudos e as análises, os resultados serão divulgados.

EDUARDO REINA, assessor de Imprensa da Artesp

imprensa@artesp.sp.gov.br

São Paulo

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"Muitos dos que discutem o projeto não sabem a diferença entre mata e mato, é tudo jogo de cena"

OSCAR ROLIM JÚNIOR / ITAPEVA, SOBRE O CÓDIGO FLORESTAL

rolimadvogado@ibest.com.br

"Enquanto a Infraero existir não há esperança para São Paulo"

SYLVIO GAMA / RIO DE JANEIRO, SOBRE OS AEROPORTOS

sngama@gmail.com

"É só desestatizar que começa a funcionar"

VICTOR GERMANO PEREIRA / SÃO PAULO, SOBRE A INFRAERO

victorgermano@uol.com.br

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TEMA DO DIA

Governo "segura" exportação de etanol

Medida teria como objetivo evitar que o produto deixe o País por causa da oferta limitada

"Parabéns pela incompetência do governo. Ficamos felizes em ver como somos bem governados."

FABIO FIGUEIREDO

"O Brasil dessa forma mostra preocupação com nossas exportações e com nossa balança comercial."

JOÃO REIS DE OLIVEIRA

"Exportar? Só o que sobra. O resto é especulação, jogatina das bolsas, ganância."

JAVAN KENDRICK

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Cartas enviadas ao fórum dos leitores, selecionadas para o estadão.com.br

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

NOVO CÓDIGO FLORESTAL

 

Entre negociatas, pegadinhas, bate-bocas, baixarias, golpes e obstruções, o Congresso Nacional vai tentando aprovar um novo Código Florestal Brasileiro. No clima em que andam as votações, é mais provável que a reforma proposta represente um grande retrocesso na regularização das propriedades rurais do País.

 

 

Victor Germano Pereira victorgermano@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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DESINFORMAÇÃO

 

 

Pelo fato de ser engenheiro agrônomo e com alguma experiência em preservação do meio ambiente, fui estimulado a me manifestar sobre o Código Florestal, hoje em acirrado debate na Câmara dos Deputados. Faço-o por verificar a falta de conhecimento da maioria dos que estão debatendo sobre o assunto. A complexidade da terra é de tal ordem que constitui o conteúdo principal da Engenharia Florestal e de grande parte da Engenharia Agronômica. Diria, com convicção, não ser possível estabelecer código que chegue a disciplinar com clareza e justiça a aplicação, em geral, da silvicultura com dupla finalidade, de exploração florestal e preservação do meio ambiente. Seria de bom alvitre que fossem os deputados se informar a respeito do assunto com os técnicos da Embrapa.

 

Mário Borgonovi marionegrao.borgonovi@gmail.com

Rio de Janeiro

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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CAVIAR

 

O Código Florestal, com a falta de número suficiente de deputados em plenário para discuti-lo e votá-lo, foi, mais uma vez, adiado. O relatório do deputado Aldo Rebelo não vinha de encontro à vontade do governo. A situação não deu quórum.

Se aludido código for aprovado como foi enviado pelo ex-presidente Lula e como o atual governo quer, o preço de feijão ficará mais caro que o caviar da Rússia.

E os milhões de brasileiros que a presidente Dilma quer tirar da pobreza?

Ora, a pobreza!

 

 

Antonio Brandileone abrandileone@uol.com.br

Assis

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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CONFISSÃO

O deputado federal Aldo Rebelo, relator do Código Florestal, político velho de guerra, comete Iindecoro parlamentar. Sentindo-se ofendido por uma provável declaração de Marina Silva, o deputado do PCdoB afirmou que o marido dela é contrabandista de madeira da região amazônica. Mais grave ainda foi a confissão de Aldo, que diz ter protegido em 2004, como líder do governo, o esposo da ex-senadora, que era alvo de denúncia da oposição, evitando assim o seu depoimento no Congresso. Só maracutaia!

Ou seja, o deputado cara de anjo tem seus crimes também e deveria, sim, ser levado ao Conselho de Ética! Se é que dá para confiar na dignidade pública dos 513 deputados da Casa... Esses aliados do PT aprontam todas nos bastidores da nossa República...

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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ALDO REBELO

 

 

O deputado precisa ser cassado. Faltou com o decoro parlamentar, obstruindo trabalhos da Câmara, e depois, em atitude de revanche, confessou seu crime. Mas, se assim mesmo não for suficiente, que a cassação se dê por excesso de burrice. Eita, neguinho ruim de serviço.

 

Sérgio Barbosa sergiobarbosa@megasinal.com.br

Batatais

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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BATE-BOCA

 

O bate-boca entre Aldo Rebelo (PCdoB-SP) e Marina Silva (PV-AC) causou grande desconforto e muitas dúvidas do porquê ele não se ter manifestado antes sobre o que já sabia do tal contrabando de madeira envolvendo o marido dela, Fábio Vaz de Lima. No caso, toras de mogno avaliadas em R$ 7,9 milhões Já tinha isso na manga do colete para se defender, aguardando um momento oportuno para manifestação e utilização em causa própria?

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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INQUILINOS DO CÓDIGO

 

As arestas entre Aldo Rebelo e Marina Silva indicam que, além de o mato ter coelho, há ainda macacos quase caindo do galho.

 

A. Fernandes standyball@hotmail.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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MARINA SILVA

 

Até tu, Marina?

Jorge Sá de Miranda Netto jorgesamiranda@hotmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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VERDE DESBOTADO

 

 

Marina não é tão verde assim, maridão no contrabando de madeira... Até tu, Brutus?!.

 

Orlando D. Prestupa arqprestupa@hotmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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‘PRECONCEITO LINGUÍSTICO’

Quando a gente pensa que já viu tudo (e olhe que já estou nos 60), aparece uma notícia na página A21 do Estadão de 13/5 que fala de um livro lançado pelo MEC no qual o uso coloquial de expressões como "nóis vai", "os livro", etc., é defendido como correto; e quem se atrever a corrigir a pessoa que assim fala estará cometendo "preconceito linguístico". Tá certo o Lula, prá que estudar se no fim "nóis vira presidente falando assim"? Parabéns ao MEC, só faltava oficializar. Isso é que é modernidade e atualização cultural!

 

João Carlos Correa taiga.tai@hotmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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ASSASSINATO DO VERNÁCULO

Após um pesado dia de trabalho e de ter sido roubado em 37% da minha produtividade por esse governo corrupto, na noite de sexta-feira fui surpreendido pelos noticiários informando do assassinato oficial da língua portuguesa pelo Ministério da Educação. De hoje em diante, não mais ensine às crianças a falar corretamente a língua nem corrija os analfabetos. Você estará cometendo "preconceito linguístico". Mais uma expressão para compor a novilíngua. No Brasil, depois do reinado do apedeuta, tudo é válido e o que for contestado é preconceito. Pode roubar, receber diárias sem trabalhar, tudo é virtude, desde que pague o dízimo ao partido.

 

Humberto de Luna Freire Filho hlffilho@gmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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ABSURDO

Pois é, o Ministério da Educação acaba de aprovar, para uso nas escolas, o livro da Coleção Viver "Aprender - Por Uma Vida Melhor", cuja autora, Heloisa Ramos, defende a utilização da seguinte frase, como correta: "Os livro ilustrado mais interessante estão emprestado". Segundo o MEC, o livro foi aprovado porque "a escola deve propiciar aos alunos um ambiente acolhedor no qual suas variedades linguísticas sejam valorizadas e respeitadas. Dessa forma, os alunos terão segurança para expressar a sua voz". Pelo jeito, todas as críticas feitas nos últimos oito anos às concordâncias de número utilizadas pelo nosso douto presidente foram por água abaixo. E meu esforço de, durante tantos anos, estudar a língua portuguesa para utilizá-la de forma correta, também.

 

Jorge Ernesto Bulgarelli bulga@superig.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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COMO DOIS E DOIS SÃO CINCO...

E o Brasil continua descendo a ladeira. Agora inventaram que falar corretamente está errado, é antidemocrático. Cada qual deve e pode falar como bem entende, ou será tachado de elitista. Falta estender tão brilhante raciocínio à Matemática, por exemplo. Por que a soma de 2 com 3 tem de dar necessariamente 5 para ser considerada correta? Isso também é antidemocrático. Na frase tomada como exemplo, "Os livro ilustrado mais interessante estão emprestado", alega-se que o artigo masculino "os". estando no plural, já dá a ideia de que não se trata de um único livro. Pergunto: mas, e se fosse "o livros ilustrado...", como saber se trata de livros ou de um único livro? Bem dizia minha mãe, que, a despeito de haver frequentado a escola somente até o terceiro ano do Grupo Escolar, não era nada burra: "Quanto mais estuda, mais burro fica!".

Afinal, vai-se à escola para aprender o que é correto ou para reproduzir os erros dos que não tiveram tal "privilégio"?

Daqui a alguns anos, vamos ensinar que papagaio pode ser mamífero, já que há papagaios que tomam leite pela manhã; ou que eles sabem expressar-se em outros idiomas, já que miam, latem e até cacarejam. Que desserviço ao ensino! E vindo de autoridades educacionais! Francamente!

 

 

 

Adilson Lucca Sabia adilsonsabia@gmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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CANDIDATO A EMPREGO

 

O MEC virou a casa dos horrores, onde o politicamente correto ultrapassa todos os valores possíveis e imagináveis, levando ao extremo do irracional. Chegou a vez de nossa língua portuguesa. Conforme divulgado, uma das cartilhas publicadas pelo MEC, além de dar como correto, incentiva o "nóis vai, nóis fica" como característica regional que, como tal, precisa ser respeitada; E quem não aceitar esse assassinato de nossa língua-mãe será considerado "preconceituoso". Mas vale uma pergunta às "inteligências" que dirigem o politicamente correto MEC: quando um indivíduo for se candidatar a emprego, falando "nóis vai e nóis fica" e for preterido por quem fala e escreve corretamente o português vai, reclamar com quem? Queremos nomes!

 

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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O LULLÊS

 

Absurdo o nosso dinheiro sendo gasto com livros, sim, livros, que o MEC mandou editar da Coleção Viver e Aprender, onde a concordância verbal foi jogada no lixo. Estão introduzindo o lullês nas escolas de ensino fundamental, para que os alunos não sejam vítimas de preconceito linguístico? SOCORRO!!! O MEC precisa ser implodido.

 

Agnes Eckermann agneseck@yahoo.com.br

Porto Feliz

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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LIVRO LULÁTICO

 

Se no futuro nossas criança escreve as coisa desse jeito a culpa é dos professor ou dos gênio que acha que escreve do jeito que nóis fala tá certo. Pois é, não temos escolas, carteiras para as crianças, a merenda escolar parece lavagem de porco, professores com baixos salários, um Ministério da Educação que não consegue elaborar uma prova do Enem sem falhas e agora um livro sobre a língua portuguesa "flexível" distribuído em escolas públicas que ensina e incentiva a escrita de forma errada, sepultando a concordância verbal, plural e singular e o restinho de bom senso que eu achava que existia. Sra. autora do livro, não tenho palavras para elogiar e enaltecer uma obra de tamanha relevância, a revolução da língua portuguesa... Merece um Ministério!

 

Luiz Ress Erdei gzero@zipmail.com.br

Osasco

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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POÇO SEM FUNDO

Quando o Ministério da Educação não sabe a diferença entre língua viva e gramática errada, e apoia livro que defende isso, é porque, definitivamente, nosso poço não tem fundo. Dizer que "os menino pega o peixe" está correto é demais para minha cultura de Grupo Escolar dos anos 30.

 

Osmar Valentim oval1@uol.com.br

Vargem Grande Paulista

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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SOCIOLINGUÍSTICA

 

É lamentável a permissividade com a nossa língua. Agora, por orientação do MEC, permite-se o ensino do português, ou a tolerância (pouco importa ), na forma menos culta. Isso representa nivelar por baixo a educação de maneira geral, com reflexos mediatos nas universidades. Há que se indignar com essa indulgência com a ignorância, com sérios riscos para a formação dos jovens.

 

Erasmo Mendonça De Boer erasmodeboer@gmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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MEC DEFENDE ERRO

 

 

Não esquecer de criar cotas nas universidades para os semialfabetizados!

 

 

Sergio Massara smassara@gmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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ESSA HISTÓRIA DE ‘PRECONCEITO’ ESTÁ INDO LONGE DEMAIS!

 

Se você chama alguém de gordo, é preconceituoso. Se é magro demais e apelidado de "palito", é preconceito! Se você chama carinhosamente um amigo de "negão", não pode, é preconceito, pois o correto, é afrodescendente! Agora inventaram o "preconceito linguístico"! Os autores da cartilha "Por uma Vida Melhor" dizem querer aproximar os alunos da variedade da língua popular e que, ao serem avaliados e não se levando em conta os regionalismos, eles podem ser vítimas de "preconceito linguístico"! Entenderam? Se alguém entendeu, por gentileza, avise-me, pois estou estupefata ao deparar com uma notícia dessas!

Como é que alguém acostumado a escrever ou falar com a tal de "variedade da língua popular" vai fazer uma redação de um vestibular ou mesmo participar de uma entrevista de emprego? Não é mais fácil ensinar o correto, com exemplos corretos, sem envolver os regionalismos nessa fase? Afinal, trata-se de uma cartilha!

Será que, se falarmos e escrevermos corretamente, acabaremos sendo rotulados de preconceituosos e, pior, atrás das grades?

É um absurdo!

 

Lígia Bittencourt ligialbc@uol.com.br

São Bernardo do Campo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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MANDELA E LULA

 

Nelson Mandela, imbuído do profundo desejo de levar seu povo a construir um futuro melhor, estimulava os sul-africanos a valorizarem a educação, insistindo ser ela a arma mais poderosa que existe para libertar um povo. Alguém já ouviu de Lula alguma afirmação que chegasse perto disso? A única coisa que se ouve o tempo todo de sua boca, e repetida ad nauseam pela militância, é que ele nunca precisou de estudos para se eleger e governar. É... Acontece que um é estadista de verdade, importando-se mais com o povo do que consigo mesmo; já o outro, um político carismático que tratou de cuidar obsessivamente de sua popularidade. Com isso o Brasil perdeu uma grande oportunidade, pois o exemplo de um estadista leva à valorizarão de fundamentos morais e éticos a pautar a conduta dos políticos e da população, tornando todos mais desejosos do que é justo e correto. Isso nos tornaria mais desenvolvidos para além do tal poder de compra. Sem educação de qualidade e sem o exemplo de um bom líder não se chega ao tão sonhado desenvolvimento sustentado. Esperemos que Dilma corrija essa rota, pelo bem do Brasil, dando melhores exemplos de conduta pessoal e política. Torço sinceramente por isso.

 

Eliana França Leme efleme@terra.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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EDUCAÇÃO, GOVERNO E GREVE

Tenho 16 anos e durante a minha vida inteira estudei em escola pública. No ano passado comecei a cursar o ensino médio na Etec Horácio Augusto da Silveira, na Vila Maria, e realmente o ensino é muito diferenciado. Não é à toa que o Estado põe as Etecs na frente da vitrine eleitoral e o "investimento" nelas está sempre na ponta da língua do governador. Não é à toa que todo mundo quer uma Etec na sua cidade, no seu bairro e no seu currículo. E assim dá até para acreditar que o governo está investindo na educação.

Porém, são acontecimentos como os dos últimos dias que nos fazem ver a triste realidade por trás dos comerciais de campanha eleitoral: na terça-feira, 10 de maio, foi anunciada a greve eminente dos funcionários do Centro Paula Souza, lutando por melhores condições de trabalho e por um reajuste salarial que não é feito desde 2005.

Hoje um professor de Etec ou Fatec ganha menos que um da rede pública, e sem os direitos de servidor público, enquanto o Estado se vangloria de entregar prédios a torto e a direito e usa isso como isca para eleitores a cada quatro anos.

É realmente triste saber disso. Até a alegria de passar num vestibulinho perde um pouco o brilho. Mas pior ainda é perceber que esses fatos sintetizam bem o modo como é tratada a educação hoje, não só em São Paulo, mas no Brasil inteiro. Colocada sempre em segundo plano, atrás de concepções burras de sucesso sustentadas pela mídia e por um governo que considera mais importante o produto interno bruto de um país, e não o seu desenvolvimento cultural e ético.

É incrível como, num país com tantas necessidades, o professor seja tratado com tanto desrespeito, como se o seu papel na sociedade não tivesse utilidade alguma. É incrível como, num país com tantos sonhos de desenvolvimento, a educação seja tratada apenas como propaganda eleitoral. O governo não dá atenção ao fato de que o professor tem de estudar muito para fazer o que faz. Não é apenas entrar na sala e escrever alguma coisa na lousa. O professor transforma o aluno num cidadão pensante, num eleitor pensante - talvez por essa razão a educação seja menos importante aos olhos do governo.

Realmente fico triste com a greve dos professores. Não porque eu seja "amiguinho" dos professores da minha escola. Há alguns de quem eu nem gosto tanto assim, mas depois da notícia da greve finalmente tive a noção de que isso não é problema do professores, nem do governo, nem do Centro Paula Souza. É problema meu e seu, é problema do Brasil. O Brasil formado por alunos, não por "animais com direito de voto", formado por gente que faz o futuro, não pela parcela medíocre do passado que ainda está no poder.

Formado por gente que tem noção de que um país só tem crescimento e desenvolvimento se estiver fundamentado numa coisa, acima de tudo: educação.

Sem ela nós não temos chance de nada, e as ideias futuristas de Brasil documentadas por Stefan Zweig perdem todo o sentido, todo o sangue derramado durante a ditadura perde todo o valor e qualquer evolução econômica não tem nenhuma importância.

Sem educação nós não somos nada.

E parece que o governo não se ligou nisso ainda...

 

 

Lucas Paulo da Costa guni_lucas@hotmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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A VÃ APOLOGIA DOS APEDEUTAS

 

Continua causando injustificada celeuma, noticiam os jornais, um tema que já deveria há muito estar encerrado, em desfavor dos que defendem o despreparo profissional. Embora exigível maior veemência, vem reagindo a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) contra movimentos que se inconformam com o exame a que se devem submeter os diplomados em Direito que pretendam advogar. Criadas, no mínimo, centenas de faculdades em todo o País, em sua maciça maioria formam bacharéis, nunca advogados. Quem vai tratar da vida, da liberdade e do patrimônio do cidadão, este será punido se despreparado seu defensor. Foi nesse sentido que, em audiência pública na Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados, de conhecida composição, se manifestou preciso o secretário do Conselho Nacional da OAB. Esperemos que percam o ímpeto, embora num país onde a cultura e o conhecimento são pouco valorizados, os que, na bacia da almas, querem exercer um elevado ofício sem que para tanto estejam aparelhados.

 

 

Jairo P. Gusman jairogusman@gmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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FIM DO EXAME DE ORDEM

 

Congratulo-me com os deputados federais Domingos Dutra (PT-MA) e Antonio Carlos Biffi (PT-MS) pela feliz iniciativa de trem convocado a sociedade para debater, em audiência pública, o fim do pernicioso, abusivo, restritivo, nefasto, inconstitucional, cruel, caça-níqueis e concupiscente Exame de Ordem, verdadeiro mecanismo de exclusão social (bullying social). OAB abocanha R$ 66 milhões por ano extorquindo e tosquiando com altas taxas e jogando ao banimento milhares de bacharéis em Direito devidamente qualificados pelo Estado (MEC), atolados em dívidas do Fies, aptos para o exercício da advocacia, gerando fome, desemprego e doenças psicossociais. Que o STF se mire na celeridade, na honradez e no exemplo humanitário e moralizador do Tribunal Constitucional de Portugal, que declarou inconstitucional o famigerado Exame de Ordem naquele país, em respeito à Constituição, ao Estado de Direito e aos direitos humanos. Afinal, a função primordial dos direitos humanos é proteger os indivíduos das arbitrariedades, do autoritarismo, da prepotência e dos abusos de poder.

 

 

Vasco Vasconcelos vascovasconcelos891@gmail.com.br

Brasília

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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O PAÍS DA PIADA PRONTA

 

Lula foi homenageado pelo Sindicato dos Metalúrgicos do ABC com o prêmio "João Ferrador", por seus oito anos de governo. Será preciso avisar a esses pelegos puxa-sacos que o nome correto do prêmio deveria ser "Lula, Ferrador do Povo".

 

Maria Eloiza Rocha Saez m.eloiza@gmail.com

Curitiba

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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O GRANDE ILUSIONISTA

 

 

O ex-presidente lula (tudo minúsculo, pelo tamanho que ele tem) enganou e iludiu maioria do povo brasileiro (menos eu) por oito anos. Agora engana estrangeiros com as suas pseudopalestras, vociferando, um monte de mentiras e bobagens que ele fez no seu desastrado e extinto governo. A inflação está de volta. A saúde é um caos completo. As estradas federais estão em frangalhos. A corrupção grassou nos seu desgoverno. O mensalão, que ele nega, foi evidente. Os portos estão congestionados e desequipados. O desmatamento foi recorde. E tantas outras mazelas do governo do ex-presidente. Mesmo com todos esses desastres e fracassos, elle ainda ganha fortunas para enaltecer as suas mentiras! Está demorando para o povo brasileiro enxergar isso, acorda, Brasil!

 

Carlos Alberto Ramos Soares de Queiroz soares.queiroz@terra.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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NEOCAIXA 2? MARACUTAIA?

Afinal, o que está por trás das irreais e indecentes quantias pagas ao Lula por multinacionais coreanas e chinesas para que seus executivos ouçam as primárias abobrinhas do "cara"? Maracutaia entre o governo petista e essas empresas que buscam terreno no País, trocando "facilidades" pela contrapartida de "doações", do tipo caixa 2, usando o Lula como laranja?

Uma coisa é certa. Há uma dramática discrepância entre o "cachê" pago e o que o Lula tem a oferecer como know-how que possa ser aproveitado pelo management dessas empresas. Mesmo que fosse uma simples operação de relações públicas, visando o PT, partido que ocupa o poder no Brasil e do qual o "cara" é presidente de honra, os valores envolvidos são obscenos. Será que é uma nova versão de caixa 2 para o PT? uma nova modalidade de mensalão, um negócio da China, também um negócio coreano? Afinal, o que escondem a dinheirama oferecida ao Lula (PT?) e o "ouro de tolo" que é a "gororoba verbal" servida como contrapartida? Infelizmente, não temos oposição para levantar essas questões. E a imprensa demonstra um temor reverencial vergonhoso em questionar e investigar o assunto.

 

 

Alexandre de Macedo Marques ammarques@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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MENSALÃO 2

 

 

Uma nova modalidade de receber verbas sem passar pelo crivo da imprensa são estas palestras que o ex-presidente Lula está realizando, com elevados recebimentos, que aos olhos de todos não são

doação. Não é possível valores tão altos em troca de meia dúzia de frases, que, aliás, são o besteirol de sempre. Fiquem de olho, TSE e oposição!!!

 

Maria José da Fonseca fonsecamj@ig.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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SEM MISTÉRIO

Será que ninguém ainda se deu conta de que essas "palestras" são, na verdade, pura lavagem de dinheiro?

 

César Souza cansouza@terra.com.br

Curitiba

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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SOCORRO, OPOSIÇÃO

 

Senhores da oposição, façam urgente alguma coisa antes que percam seus privilégios de voar de jatinho, para cá e acolá; antes que percam a oportunidade de fazer negócios lucrativos; antes que percam o prazer de jantar em restaurantes caros; antes que percam a alegria de passeios etílicos pela zona sul carioca!

Senhores da oposição, urgentemente utilizem os mais de 40 milhões de votos capitalizados na última eleição, antes que mínguem!

Senhores da oposição, são vocês a nossa última esperança diante do quadro nunca visto antes neste país: a total falta de dignidade dos nossos políticos da situação. O descalabro é total; a desfaçatez para com o povo, também!

Socorro, senhores da oposição, antes que tenhamos mais uma "feliz, saudável e próspera" República bolivariana!

 

 

Rubens Carlos de Matos rubens_c_matos@hotmail.com

Barretos

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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SÃO IGUAIS NÃO HÁ O QUE COMPARAR

Diz o dito popular que, quando pessoas se assemelham em atos e atitudes, são farinha do mesmo saco, sempre se entendendo certo tom jocoso nessa expressão. Pois bem, essa ajeitada dada por PSDB e PT para quitação de suas dívidas de campanha prova o ditado. De nada vale FHC vir com pregações de moralidade e outros que tais se o seu partido participa de mutretas semelhantes às de seus adversários políticos. A conclusão dessas atitudes é envelhecida pelo tempo, mas é de fato a mais verdadeira: são todos iguais, apenas mudam os que governam, em certo momento situação, em outro momento oposição.

 

José Piacsek Neto bubapiacsk@yahoo.com.br

Avanhandava

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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INDEFINIÇÃO NA OPOSIÇÃO

 

O mais irritante na chamada oposição é a indefinição dos seus assim chamados líderes. Há uma mania de não se definir até ser tarde demais e depois pôr a culpa nos outros. Bornhausen tem razão: só resta FHC, que não quer mais. Se pelo menos algum deles já se declarasse interessado na Presidência para 2014, Lula passaria a ter um contraponto, e a vitória do PT já não seria tão certa.

 

Gilberto Dib www.dib.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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O SILÊNCIO DE SERRA

Quanto tempo ainda temos de esperar para que o sr. José Serra venha a público pedir desculpas aos paulistas em particular e aos brasileiros em geral por ter resgatado dos subterrâneos do Pitta-malufismo o Gilberto Kassab, um desastrado prefeito de São Paulo que agora, com o seu incolor PSD, está ajudando a desbaratar o que resta da oposição ao lulopetismo?

José Sebastião de Paiva j-paiva2@hotmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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AMBIÇÃO + FALTA DE UNIÃO

"Los hermanos sean unidos Porque ésa es la ley primera Tengan union verdadera En cualquier tiempo que sea Porque si entre ellos pelean Los devoram los de afuera"

(José Hernandez, in Marin Fierro).

Ditado argentino ignorado pelo PSDB e pelo DEM.

 

Paulo Barros dr.paulobarros25000@gmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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PSD DO KASSAB

 

Tudo indica que o PSD, partido do prefeito Gilberto Kassab, se concretize e tenha uma expressiva atuação no cenário político nacional. Porém nota-se que a cidade de São Paulo, com a constante ausência do seu administrador, está ficando suja, maltratada e com uma piora no serviço do transporte coletivo, motivos suficientes para o eleitor paulistano desperdiçar o seu voto na eleição municipal de 2012. Será que vale a pena sacrificar a cidade de São Paulo em prol de um novo partido?

José Millei elymillei@hotmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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PERGUNTAR NÃO OFENDE

Por onde andará o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab? Ele pode estar em Paris, Nova York, Londres, Roma ou até mesmo em Brasília, articulando seu novo partido político. Uma coisa é certa: na capital paulista, cuidando dos problemas da cidade, ele não está.

 

Renato Khair renatokhair@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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COMO OS OUTROS

Qual a avaliação que merece o prefeito Kassab? Aumento brutal do IPTU, mato de quase um metro em importantes avenidas, buracos em quase todas as ruas, insegurança total da população pela falta de iluminação, trânsito cada vez pior, creches insuficientes, serviço de saúde inadequado, inundações permanentes, praças abandonadas, transportes da pior espécie, escolas ruins com professores mal pagos e, a mais recente, nomeação de secretário condenado pela Justiça. E onde anda o prefeito? Anda pelo Brasil na captura de parceiros para a formação de um novo partido político, que, segundo ele próprio, não será da esquerda, nem da direita nem do centro!

O prefeito Kassab abandona a cidade, que cheira mal de tanta sujeira, esquece para que o eleitor o elegeu e sai por aí procurando solidificar sua carreira política. É mais um político como os outros, que só pensam em si próprios. Meu voto, sr. Kassab, nunca mais!

 

Milton Moreira milton.tristil@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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LOTEANDO A PREFEITURA

 

Aparentemente, o ex-governador José Serra não foi feliz quando resolveu catapultar a carreira política do prefeito de São Paulo, que já havia sido filiado a diversos partidos políticos. Com o prestígio do seu cargo resolveu fundar um novo partido, o que e apesar das afirmações em contrário de ambas as partes, configurou-se como uma variação mais do que moderna da velha prática de a criatura voltar-se contra o seu criador. E foi uma manobra tão inteligente que vem provocando intensa revoada de tucanos para o seu ninho, sem contar os velhos políticos que se vêm bandeando para a nova sigla partidária. O ex-governador calou-se quanto lhe pareceu possível, mas agora finalmente veio a público para defender a unidade do seu partido, mas nos parece que perdeu o momento apropriado para tanto. Atualmente o prefeito, que vem fazendo uma administração apenas razoável, digamos assim, viaja pelo País inteiro procurando novos adeptos para o seu novo partido, inclusive com figuras nada ilibadas do Norte e Nordeste do Brasil. E notícia publicada no caderno Metrópole de 10/5, do Estadão, nos informa que nomeou para a Secretaria de Participação e Parceria o médico Uebe Rezeck, suplente de deputado estadual pelo PMDB e protegido do vice-presidente da República. O político em questão tem contra ele seis condenações judiciais, uma delas confirmada em segunda instância, pelos motivos mais indecentes. E não bastassem tantos predicados, o novo secretário ainda declarou que está na maior Prefeitura do País em "missão provisória" e rebateu todas as acusações em entrevista concedida ao Estadão. Mas não é crível que o prefeito não tenha achado ninguém entre o funcionalismo municipal e mesmo entre os políticos da capital com currículo para comandar uma secretaria que conta com uma verba de R$ 96 milhões. É evidente a manobra do prefeito de se aproximar cada vez mais do governo federal. Ora, não podemos nem devemos mais aceitar, sem nos rebelar, que a Prefeitura de São Paulo continue sendo cabide de emprego para políticos em compasso de espera, aguardando por novos cargos em futuras eleições, o que está se tornando prática usual de todos os partidos políticos. O prefeito não pode afrontar os paulistanos com tais práticas e a sua atividade atual, viajando Brasil afora preocupado em consolidar seu novo partido, já reflete em situações absurdas na Prefeitura, como a revelação recente da criminosa prática dos desvios da destinação das doações efetuadas à Defesa Civil da cidade, para catapultar políticos como o vereador Ushitaro Kamia e o coordenador daquela unidade municipal. O trânsito caótico, os transportes públicos horrorosos, as áreas de riscos e as enchentes não parecem preocupar o prefeito mais que a consolidação da sua nova sigla. E o desprestígio que a população da cidade de São Paulo vem sofrendo por parte de políticos de todos os partidos já se percebe pelos lançamentos de pré-candidaturas a prefeito, para as próximas eleições, de políticos que não possuem nenhuma comprovada competência para assumir posto tão importante, sejam eles ex-prefeitos, ex-secretários e demais políticos, cujas passagens pela nossa Prefeitura, não justificaram a confiança neles depositada anteriormente. Deveremos ainda considerar para as próximas eleições não votarmos naqueles que mudam de partido constantemente, sempre preocupados com o seu futuro político e jamais com os interesses da sociedade paulistana.

 

 

Gilberto Pacini benetazzos@bol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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NOVO SECRETÁRIO DO KASSAB

Caro prefeito, não tinha um nome mais limpinho para o senhor escolher?

 

Guto Pacheco daniguto@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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AMIGOS DO VICE-PRESIDENTE

 

 

O irmão do secretário, Raze Rezeck, quando foi diretor do Saae de Barretos - época do prefeito Uebe Rezeck - "conseguiu" plantar 29 mil metros quadrados de grama numa área de 5 mil. Além de nota fiscal de empresa de fachada. E a reposição de material asfáltico em via de terra? E o possível superfaturamento do tapa-buracos? Grana grossa! Fatos denunciados à Justiça em 2005.

Ficará impune? Eis a pergunta. Ou o fato de serem amigos do nosso vice-presidente interfere? Precisamos "mudar nosso país", deixar um futuro melhor para os nossos filhos.

O recurso da corrupção falta na saúde, na educação!

 

Emílio Carlos dos Santos kkrodeo@hotmail.com

Barretos

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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PREDICADOS

 

Não tenho nenhum protesto, nenhum indiciamento, nunca foi instaurado nenhum inquérito contra a minha pessoa. Com esses predicativos, como devo fazer para ter algum cargo de confiança ou me tornar político?

 

Angelo Antonio Maglio www.rancholarimoveis.com.br

Cotia

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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POLÍTICA SUJA

 

Estou revoltada e indignada com a cara de pau do prefeito Gilberto Kassab em nomear políticos de outros Estados em órgãos paulistas apenas para bancar seus sonhos políticos, ele não tem o direito de gastar o dinheiro dos nossos impostos com essa política suja.

 

Eliana Oda linaoda@bol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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JARDIM DA LUZ

 

Parabéns pela matéria da página C10 do Estadão de 12 de maio, "Livro conta a história do parque mais antigo de SP". Muito oportuno o lançamento do livro "Jardim da Luz - Um Museu a Céu Aberto", de Ricardo Ohtake e Carlos Dias (Editora Senac).

Poucos sabem das histórias que fizeram do Jardim da Luz o parque mais importante de São Paulo. Quero ressaltar a iniciativa do saudoso prefeito José Carlos de Figueiredo Ferraz, que em sua excelente gestão deu ênfase ao Jardim da Luz, oferecendo à população de São Paulo uma festa belíssima, que remontava à época de 1882, quando houve a primeira quermesse na cidade, e no ano seguinte a primeira exibição de luz elétrica. Tive o prazer de participar dessa festa, com a presença marcante e inesquecível do grande prefeito Ferraz, onde conheci pessoalmente a já então famosa cantora e apresentadora de TV, Hebe Camargo.

Eny da Rocha darocha@hydra.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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IMPUNIDADE GENERALIZADA

É muito estranho que, em todo o Brasil, o Ministério Público (MP), de forma ágil, soberana, determinada e sobretudo inteligente, pega pesado contra corruptos, mandando prender, se preciso pedindo ajuda da própria Polícia Federal, independentemente de o partido do corrupto e ladrão ser do governo ou não. Investiga, denuncia, manda deter e mostra que não é chapa-branca. Há casos em que, por incrível que possa parecer, entra um político pior do que o outro, um atrás do outro, as denúncias ocorrem via imprensa, via cartório público, há provas cabais, documentos, testemunhas, e nada é feito. Como, por exemplo, ocorre na cidade histórica de Itararé, no sudoeste do Estado de São Paulo, divisa com o Paraná. Cidade de artistas de renome como o maestro Gaya, Carlos Casagrande, Luiz Antonio Solda, Elvira Pagã, Paschoal Melilo, Jorge Chuéri, Armando Merege, Silas Corrêa Leite, Rogéria Holtz, Regina Tatit e tantos outros, Itararé tem um chefe de Executivo pior do que o outro, pintando e bordando, deszelo e desmando público a bel-prazer, improbidade administrativa generalizada, incompetência suspeita, vereadores de cabresto em relação promíscua - do PSDB, PMDB, PDT, PTD, DEM, PPS, e outros partidos de aluguel -, e o Ministério Público local parece que não quer mesmo fazer nada, nunca manda prender ninguém, tudo fica por isso mesmo, com a imprensa local ficando a ver navios, pois denuncia, junta fotos de compras indevidas, ilegais, amorais, e nada feito. Até quando isso? Será que o PT local vai ter de, via presidente Dilma, acionar um comando da PF para investigar não só o atual, como os dois últimos ex-prefeitos, e também os vereadores suspeitos e ainda a estranha Justiça de araque de Itararé?

 

 

Delmiro T. Latz, jurista aposentado e professor universitário delmirot@bol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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CHICAGO TROPICAL

 

 

Entrevistado na quinta-feira 12/5, o secretário de Segurança de São Paulo, falando sobre a violência desencadeada com a explosão, em pouco mais de trinta dias, de 40 caixas eletrônicos, respondeu o que não devia: ''Esse é um crime da moda''. Pelas barbas de Matusalém, então o nosso folclore tem crime da moda? Para o sr. secretário, tem. Acontece que tanto o ''crime da moda'' como o ''demodê'' estão desfilando com arrogância na passarela da impunidade. O crime da moda chama a atenção por um detalhe reincidente: os arrombamentos das caixas são executados, todos, com dinamite. Pela quantidade de armas de fogo existentes com a população, o seu controle torna-se complicado. Mas a dinamite sempre teve das Secretarias de Segurança um controle rígido, dificultando o uso indevido, que parece estar facilitado. Sr. secretário, vamos engradear esses aprendizes de talebans.

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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TERRORISMO

 

 

 

Continuam as explosões de caixas eletrônicos em São Paulo, pondo em risco a população e gerando medo. Terrorismo, em sentido lato. E a punição, largada em nosso vetusto Código Penal, é a de furto qualificado e, se tiver sucesso o Ministério Público, segundo as peculiaridades, em concurso com formação de quadrilha e periclitação de vida. Enquanto os operadores do Direito se esfalfam na busca da justiça, os legisladores permanecem plácidos em berço esplêndido. Em outros países, o crime é considerado como contra o sistema financeiro. Já seria alguma coisa. Mas ainda é mais grave, porquanto os bens a proteger são mais amplos do que o dinheiro dos bancos. Quando nosso Parlamento será digno do nome?

 

Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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ROUBOS NO MORUMBI

 

Repito, a respeito da notícia dos roubos no Morumbi (11/5), a mesma mensagem que enviei em 28/2 sobre os assaltos na região: "Não está na hora de o governo do Estado iniciar um projeto semelhante às UPPs do Rio de Janeiro? Podem até mudar o nome do projeto (pois já é grife de outro partido), mas que implantem a presença do poder público nas favelas em São Paulo. Parece claro que uma das soluções para tentar diminuir a violência é colocar o Estado presente nessas áreas, abandonadas há anos.

Só assim não teremos manchetes com as quais o cidadão comum que paga seus impostos em dia fica tão surpreso e desanimado."

Repito a mesma mensagem porque a ideia é exatamente a mesma, desta vez não adianta "isolar" a favela, precisa entrar nela e colocar o Estado presente, pois, assim que pararem os bloqueios (o que vai ocorrer), volta tudo ao que era antes.

Não se ataca o cerne da questão. No Rio de Janeiro estão fazendo exatamente isso.

 

Elcio H Sato cornea@pobox.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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CRIMES SEM CASTIGO

 

Com o título "O Brasil tem 150 mil crimes de assassinato sem solução", agências internacionais reportaram em 11/5 que um órgão do Ministério Público para o monitoramento do trabalho das investigações policiais afirmou que mais de 150 mil casos de homicídio permanecem sem solução no sistema judicial do País. A falta de financiamento para a polícia, um sistema judiciário sobrecarregado e a ausência de sistemas integrados de informações para todos os agentes prejudicam as investigações. É o que está na reportagem e assusta pelo número de casos sem solução e, ainda, como todos sabem, a cada dia os crimes de assassinato vêm aumentando sobremaneira em todo o País. Vivemos numa época preocupante, em que os valores estão sendo descartados, impera a corrupção em todas as instituições da República, o desprezo, a incompetência e a vergonhosa falta de ética na política brasileira, na qual prefeitos corruptos desviam dinheiro público até da merenda de nossas crianças das escolas públicas, mancomunados ardilosamente com "empresários" nefastos e deploráveis. É uma tendência vertente da violação das regras que pairam sobre a sociedade brasileira, de difícil solução, como os crimes sem castigo. Cheio de vergonha,

 

 

 

 

José Eduardo Victor je.victor@estadao.com.br

Jaú

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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POPULAÇÃO PRECISA SE DEFENDER

No Brasil, mais de 45 mil assassinatos acontecem todos os anos. A maioria ligada ao tráfico e tendo as favelas como palco. Atualmente o País tem mais de 22 mil favelas e 53 milhões de cidadãos vivendo nelas, de forma precária e sob ameaças constantes de bandidos, eventualmente de catástrofes naturais. Apesar de a maior catástrofe deste País ser a política e seus oportunistas. São raras e honrosas as exceções. Infelizmente, neste cenário de favelas e pobreza a bandidagem só aumenta, destruindo lares e a vida de cidadãos de bem.

E agora vem nossos "competentes" políticos, impregnados de corrupção, cinismo, hipocrisia e omissão, com a ideia de plebiscito para proibir a venda de armas. Nossa Constituição deveria ser mudada para permitir aos cidadãos se aparelharem contra a violência, que aumenta sem trégua, diante da inércia das autoridades. O Estado deveria preparar os chefes de família dos lares brasileiros dando-lhes armas e ótimo treinamento para atirar com precisão em bandidos cada vez mais ousados. Poupando assim o trabalho da polícia, que não dá conta da demanda, como acontece nos EUA.

Com efeito, enquanto a imprensa segue cumprindo a sua missão, mostrando a realidade nua e crua, os políticos permanecem inertes, preocupados com o próprio umbigo e com a perpetuação no poder. Mal acabaram as eleições e o tema preferido deles agora é mais um plebiscito, em vez de encontrarem soluções para frear a violência, que está sem controle.

Eles adoram ver urnas, elas são a garantia da sua existência, mesmo que o caminho até elas seja através da compra do voto e da promessa que nunca é cumprida. Ao invés de propor desarmamento, nossos políticos deveriam armar os cidadãos de bem para se defenderem dos bandidos, que se aproveitam da ineficácia das leis e de uma Justiça lenta, às vezes leniente, e de um sistema prisional falido há décadas.

José Aparecido Ribeiro jaribeirobh@gmail.com

Belo Horizonte

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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JUDICIÁRIO CÚMPLICE DO LEGISLATIVO

 

Às vezes tenho a impressão de que o Brasil está sem governo... Pelo seguinte fato: a droga rola solta na Cracolândia e no País e não há programas sociais para acabar com isso. Não vemos propaganda no rádio e na televisão contra o alcoolismo, contra o fumo... As estatísticas dos assassinatos de brasileiros já ultrapassaram os 50 mil anuais, porque agora a coisa está mais incrementada, pois a bandidagem está matando o dobro ou o triplo do que matava antes, e a maioria são detentos que saíram das cadeias com ordem judicial. Pretendem desarmar o cidadão de bem, mas a bandidagem anda com fuzis, metralhadoras, automáticas e dinamite. Concluo que o Legislativo é inferior e submisso à bandidagem, porque é a instituição responsável por essa criminalidade: se faz leis brandas para bandidos, é claro que a criminalidade aumenta. Se fizesse leis austeras para bandidos, a criminalidade diminuiria. Então, o Judiciário é cúmplice do Legislativo, uma vez que acata e aplica leis que acabam por denegrir e destruir a sociedade brasileira, sem ao menos resmungar, sem ao menos pedir desculpas.

 

Alberto Nunes albertonunes77@hotmail.com

Itapevi

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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