Cartas - 16/10/2010

FHC X LULA

, O Estado de S.Paulo

16 Outubro 2010 | 00h00

Desafio

Fernando Henrique Cardoso faz desafio a Lulla para um debate “cara a cara”, depois do segundo turno (15/10, A16). Vamos fazer como os ingleses e abrir as apostas: Lulla vai aceitar? Apenas uma sugestão: caso o debate se realize, que seja em ambiente neutro, e não no Instituto Fernando Henrique Cardoso, como foi proposto pelo ex-presidente, talvez numa emissora de TV, para que possamos assistir.

 

ALVARO SALVI

alvarosalvi@hotmail.com

Santo André

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IMPERDÍVEL

Congratulo-me com o nosso ex-presidente Fernando Henrique Cardoso por desafiar Lula para um debate “cara a cara”, só espero que seja ao vivo e em cores. Será, sem dúvida, um debate histórico e imperdível. E agora, Lula, vai encarar ou vai amarelar?

 

MIRIAN TERESA PEREIRA

mimiteresa@ig.com.br

São Caetano do Sul

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A MARRETA

O PT e Lula usaram e abusaram da arbitrariedade analítica para destroçar os governos anteriores (de Itamar Franco e Fernando Henrique), sem nunca admitir que sem a estabilização da moeda e outras medidas de seriedade governamental sua governança seria um fiasco nunca antes presenciado em nossa História. Finalmente, o cavalheiro Fernando Henrique Cardoso se apartou de seus maneirismos diplomáticos e adotou a filosofia do martelo, que significa a marreta que destroça os ídolos ocos, na acepção de Nietzsche. O erro do sociólogo foi não haver enfrentado antes o metalúrgico combativo, porém embalado por pretensões megalomaníacas, cuja tática consiste em pisotear adversários de valor e, ao mesmo tempo, aliar-se à escória da política nacional.

 

AMADEU R. GARRIDO DE PAULA

amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

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ALMA LAVADA

Há oito anos escutamos o presidente vociferar diariamente na mídia todo tipo de ofensa e autopromoção, desafiar a lei, defender sua “quadrilha” e, principalmente, agredir verbalmente o ex-presidente Fernando Henrique, que sempre ouviu tudo e se manteve calado. Ontem, sua nota publicada na mídia finalmente lavou a nossa alma. Como sempre senhor da sabedoria, mandou o seu recado sem blasfêmias, frases chulas e medíocres. Disse o que todos os brasileiros que não recebem a esmola da miséria para emburrecer esperavam ouvir. Que saudade!

 

M. HELENA M. BORGES MARTINS

m.helena.martins@uol.com.br

São Paulo

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AMERICANIZAÇÃO

Tea Party

 

Lula, por incrível que pareça, americanizou o Brasil. Senão, vejamos: em seu governo foram introduzidas coisas que eram tipicamente americanas, como as diferenças raciais, cotas de todos os tipos, lobistas de todos os naipes, manipulações estatísticas, pesquisas mentirosas, marketing político de fazer inveja aos gringos e agora, para azar dele, até direita religiosa já temos. Só falta a turma do Tea Party!

 

LUIZ HENRIQUE PENCHIARI JR.

luiz.penchiari@bericap.com

Vinhedo

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SEGUNDO TURNO

Mais mentiras

 

São Paulo é o Estado que mais reduziu o número de assassinatos no Brasil e o de menor número de mortos por 100 mil habitantes, não o que o PT está divulgando. Governo realizador? A ONG Contas Abertas esclarece que foram desembolsados só 17,3% para investimentos, descontados os restos a pagar. Liberdade de imprensa e de expressão? A plataforma eleitoral do PT instituiu o inverso no texto do PNDH-3. Vão divulgar 13 compromissos de governo da candidata para amenizar a raivosa ofensiva de Lula contra a imprensa. Agem sem ética para seguir com o aparelhamento das estatais, sob o controle de apaniguados do PT, sem a competência técnica necessária, e a pilhagem de políticos - e tudo isso com o beneplácito do (des)governo. Onde estão a dignidade, o brio, a ética e o amor à Pátria?

 

M. ANTONIETA VIDIGAL MILANESI

milanesiriopreto@yahoo.com.br

São José do Rio Preto

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PSDB

Se os governos Covas, Alckmin e Serra foram tão ruins como diz a propaganda do PT, como explicar a expressiva votação em Serra e Alckmin em São Paulo?

 

MARIA AMÉLIA STORTI FARIA

masfaria@hotmail.com

São Paulo

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EIS O PERIGO

 

Não são paranoia os “boatos” veiculados por internautas atribuídos ao PT, a Lula e Dilma. O bispo da Diocese Metropolitana da Paraíba divulgou manifesto chamando a atenção dos religiosos para o famigerado PNDH-3, assinado à revelia pela companheira de armas de Dirceu - e do qual, após a repercussão, Lula voltou atrás e Dilma disse ter assinado sem ler. Ora, para quem se diz preparadíssima para ser presidente, isso é incompetência. O bispo relata cronologicamente a tramitação da problemática sobre o aborto, inserida nesse decreto marxista, que por enquanto está em banho-maria. Porém Frank-lin Martins esteve em Bruxelas convidando entidades estrangeiras para um seminário internacional sobre Marco Regulatório da Radiodifusão, Comunicação Social e Telecomunicação (8/10, A20), que fundamentará um projeto a ser enviado ao presidente da República - se for Dilma, será sancionado sem contestação do Congresso, dada a absoluta maioria obtida nas urnas. Eis o perigo! Se isso for avante, perderemos a liberdade de expressão, a imprensa será amordaçada, como está o Estadão censurado há quase 500 dias, ficando camuflados os escândalos e as falcatruas.

 

VICENTE MUNIZ BARRETO

dabmunizbarreto@hotmail.com

Cruzeiro

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CAÇAS PARA A AERONÁUTICA

 

A compra de jatos para a FAB não vem sendo tratada com clareza e correção. O governo teme sua influência nas eleições e a adia para após o segundo turno. Ninguém do governo fala sobre ela, que, aparentemente, será feita com a França de Sarkozy e a preço bem acima do que pagaram outros países. É uma compra de bilhões sendo decidida exclusivamente pelo Executivo (Casa Civil?) sem consulta a nossos representantes no Congresso ou ao TCU. Não é atitude republicana. A carga vai cair sobre os impostos que pagamos e no próximo governo.

 

WILSON SCARPELLI

wiscar@estadao.com.br

Cotia

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Marina, venda logo seu peixe, senão vai acabar perdendo o freguês”

ARY NISENBAUM / SÃO PAULO, SOBRE A DEFINIÇÃO DE APOIO

DO PV NO SEGUNDO TURNO

aryn@uol.com.br

 

“Já que perguntar não ofende... Sra. Dilma, com todo o respeito, se está tão confiante na vitória, qual o motivo de tanta ‘apelação’ no horário político?”

LUZIA A. F. TRABBOLD / SÃO PAULO, SOBRE A CAMPANHA DO PT luziatrabbold@hotmail.com

 

“O MST está em retiro eleitoral?”

MOHAMED ABDALLA KILSAN / SÃO PAULO, IDEM

kilsanabdalla@terra.com.br

 

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TEMA DO DIA

Dilma se compromete a não defender aborto

Carta divulgada nessa sexta pela petista teria objetivo de deter uma ‘sórdida’ campanha contra ela

“Dilma em nenhum momento disse que não sancionará lei aprovada no Congresso, no qual seu governo teria maioria.”

CRISTOVAN KOMPLETT

“Serra assinou em cartório que não deixaria o cargo de prefeito! E os tucanos dizem que a Dilma é quem mente.”

JÚLIO LOPES

“Não acredito! Ela fala em sórdida calúnia. Que calúnia, se foi ela mesma que disse em entrevista ser a favor do aborto?!”

OSTERVALDO GALDINO DA SILVA

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Cartas enviadas ao fórum dos leitores, selecionadas para o estadão.com.br

DIA DO PROFESSOR

 

Profissional

Responsável e fiel.

Ora criando, ora inovando.

Felizes são aqueles que o tiveram,

Enquanto muitos ainda nem o conhecem.

Somos agradecidos pelo seu trabalho e amor

Somos também agradecidos pela sua dedicação.

Ousemos por isso mostrar-nos sempre agradecidos,

Reconhecendo o seu trabalho, dedicação e sabedoria!

 

Domingos Savio Giacomeli giacomeli@oi.net.br

Vitória

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LULLA E O DIA DO PROFESSOR

 

Neste 15 de outubro, Dia do Professor, em respeito a todos os professores, rechaço o argumento cínico e irresponsável do atual presidente da República, que insiste em se jactar de sua falta de escolaridade. Tenho entre amigos e pessoas da família professores que relatam o exemplo negativo de Lulla exercido sobre os estudantes, nestes oito anos: não estudou e virou presidente. Ocorre que, para a esmagadora maioria da população, a única forma decente de conseguir sustentar-se de forma digna é pelo estudo, que leva a um melhor emprego. O atual presidente da República deveria atentar para o exemplo de Marina Silva, que, analfabeta até os 16 anos, estudou para ter outras possibilidades de vida e ajudar os seus conterrâneos. Precisamos acabar com a hipocrizia de admitir que, em nome da igualdade, para certos cargos sejam admitidas pessoas sem o mínimo preparo. É necessário, sim, que aquele(a) que venha a ocupar o cargo mais importante do País tenha a instrução necessári a para poder, por si, buscar entender as questões sobre as quais terá de decidir. Lulla depende do que dizem para ele, pois não foi habituado a buscar o conhecimento por si mesmo. Portanto, é prisioneiro de uma terrível servidão: depender dos outros para "exercer" a mais alta magistratura do País.

A todos(as) os(as) professores(as), as minhas homenagens.

 

Ana Lúcia Amaral anamaral@uol.com.br

São Paulo

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DEBATE POLÍTICO

 

 

Estou duvidando que o Estadão divulgue esse desabafo, por fazer parte da imprensa "marrom", partidária de um dos candidatos.

 

O candidato Serra, falta com a verdade há muito tempo! Massacrou os professores de São Paulo e divulgou na imprensa que ganhariamos bonus de até R$ 15.000,00 e altos salários. Mas, na prática, taxou-nos de incompetentes em propaganda massiva paga pelos cofres públicos, massacrou a todos nós no seu jeito PSDB de governar e apoiou, verdadeiramente, as grandes empresas e as terceirizações.

 

Após a criação de sua central de boatos e difamações, condenando a pessoa da Dilma, sem quaisquer julgamento ou possibilidade de defesa, sua nova arma junto com a grande imprensa, é dizer que as pesquisas estão apontando o empate técnico ao invés de divulgar os números e só então informar as margens de erros e as possibilidades de empate técnico.

 

Leia e subscreva o manifesto divulgado no site: http://www.viomundo.com.br/politica/se-n...

 

Vamos juntos, defender, apoiar e votar em Dilma, em 31.10.2010!

 

Antonio Fernandes dos Santos prof.antonio54@gmail.com

São Paulo

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MANIFESTO DE PROFESSORES APOIA SERRA

 

Mais de 230 professores de todos os níveis de ensino lançaram um manifesto de apoio a José Serra. O que eles dizem: “A candidatura de José Serra representa compromisso daqueles que desejam fortalecer a educação pública de qualidade no país, valorizando o mérito e as parcerias com a sociedade civil, com foco nos problemas mais urgentes e importantes de uma agenda de aceleração do desenvolvimento sustentado brasileiro e redução das desigualdades. A história de compromisso que Serra possui com uma educação pública de qualidade é o maior testemunho que pode dar à sociedade brasileira de que fará um governo sério e ético, priorizando uma política educacional voltada aos que mais precisam, unindo o país em torno de uma agenda transparente em favor das crianças e jovens do Brasil para que possam ter uma vida melhor que a de seus pais.”

 

Fraterno Maria Nunes fraternomarianunes@gmail.com

Campo Mourão (PR)

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A CORRIDA PRESIDENCIAL

 

Perderam a grande oportunidade os dois candidatos a presidente da República de lembrar que o dia 15/10 é o Dia do Professor. Esses verdadeiros heróis nacionais dão sempre o melhor de si na milenar arte de capacitar as crianças e prepará-las para a longa estrada da vida. Poderiam ter feito um comunicado a respeito pelo Twitter e pelo Facebook, ja que as empresas de tecnologia dos candidatos foram contratadas a peso de ouro.

 

O mais trágico é que os dois candidatos centralizaram seus debates no casamento gay, no aborto e na religião,  um é favor, o outro é contra, esqueceram dos planos de governo para saúde, meio ambiente, segurança. O Rio de Janeiro vive uma guerra civil declarada entre crime organizado e governantes desorganizados. Pobres de nós, os brasileiros, 52 milhões de beneficiários da Bolsa-Família votam com o estômago e as Regiões Sul e Sudeste votam com a ética e coração. Descobriu-e agora que, dos 20% da candidata Marina Silva, 19% dos votos foram dos evangélicos, dos verdes enrustidos só 1%. Pobreza na sustentabilidade também.

 

Esse é o Brasil hoje, que dia 31 decide o nosso futuro.

 

Jose Pedro Naisser jpnaisser@brturbo.com.br

Curitiba

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MÃE NA ESCOLA

 

É inaceitável a decisão do juiz de Direito de Fernandópolis (SP) de que uma empregada doméstica de 36 anos passe a assistir às aulas de sua filha de 14 anos na escola desta, ao lado dela. A mãe da menina teve de deixar o seu emprego por isso. Decisões desse tipo revelam autoritarismo e falta de respeito pelos direitos dos cidadãos e dos adolescentes, desconhecimento do mundo real e uma equivocada interpretação dos princípios do ECA. É uma infeliz tentativa de “judicializar a vida”, como se todos os problemas pudessem ser resolvidos através da Justiça.

 

Renato Khair, defensor público renatokhair@uol.com.br

São Paulo

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F H C  x  LULA

 

Como eleitor frustrado e irritado, considero muito oportuno o “discurso inflamado” do sr. Fernando Henrique Cardoso, citado no Estadão de ontem.

Na realidade, o grande mérito do Lula, certamente assessorado pelo seu então inteligente ministro  da  Fazenda, sr.  Antônio Palocci, e pelo muito competente presidente do Banco Central, sr. Henrique Meirelles, foi o de manter os pilares econômicos  implantados durante o governo FHC (Plano Real, câmbio flutuante e outros), contrariando as posições até então defendidas pelos economistas “aloprados” do PT e pelo próprio Lula.

Vimos, então, assistindo, de um lado, ao Lula vangloriando-se dos resultados colhidos pela economia brasileira, como se fossem frutos exclusivos do seu governo, e, de outro, a um PSDB tímido e meio envergonhado de seus próprios feitos!

Assim, estamos diante de uma campanha eleitoral muito demagógica, por parte do PT, e de um PSDB  contribuindo muito pouco para esclarecer os eleitores menos informados.

Gostaria de  ressaltar  essa posição com o exemplo da questão privatização x estatização, que vem sendo apresentada pelo PT como uma bandeira ideológica contra a privatização - apesar de o governo Lula ter com frequência  se beneficiado dela -, enquanto o PSDB pouco vem ajudando os eleitores menos esclarecidos a darem um voto consciente. Na realidade, esta pendência deveria ser tratada  como uma questão de custo x benefício, analisada e decidida caso a caso, em prol  da sociedade brasileira!

Vamos gastar os parcos recursos disponíveis para construir e manter estradas ou privatizá-las, priorizando, por exemplo, a melhoria da educação ou do atendimento médico, sem esquecermos que a maioria das estradas federais está em péssimas condições de uso?

Que tal compararmos as contribuições para a sociedade, em termos de número de empregados ou da receita auferida pelo governo, por conta de impostos ou dividendos, de empresas como a CSN ou a Vale, antes e depois de suas privatizações?

Deveríamos lembrar às dezenas de milhões de possuidores de telefones - fixos ou celulares - que antes da privatização dos sistemas telefônicos muito poucos teriam condições de pagar o equivalente a alguns milhares de dólares por uma linha?

 

Deixo, então, meu  modesto apelo ao PSDB:  ACORDE!

 

Christian Moth Nielsen  cnielsen@uol.com.br                                                                                

São Paulo

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TARDA, MAS NÃO FALHA

 

Durante oito anos o presidente Lula não desceu do palanque eleitoral, palanque privilegiado, diga-se, pois havia toda a máquina federal a apoiá-lo. Falou o que quis, afrontou a muitos, tripudiou, em especial, o seu antecessor FHC, a quem nunca reconheceu méritos, muito pelo contrário, baseando-se exclusivamente em mentiras conscientes.  Agora, às vésperas de deixar o cargo de principal militante de si mesmo, recebe um convite-desafio. Encontrar-se com seu desafeto para um debate democrático e estabelecer de vez a verdade dos fatos. Como diria seu inimigo de outrora e atual camarada: terá aquilo roxo ou vai, aí, sim, tergiversar e sair de fininho pela porta dos fundos da História?

 

Luiz Nusbaum lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

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DEMOROU

 

Demorou. mas FHC desafiou nesta quinta-feira o presidente Luiz Inácio Lula da Silva para uma conversa "cara a cara", quando o petista "puser o pijama". Só não sei por que esperar mais tempo. Se essa conversa se fosse agora, daria mais Ibope do que o resgate dos mineiros chilenos.

 

Victor Germano Pereira victorgermano@uol.com.br

São Paulo

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REPTO

 

Ou Lulla responde a FHC com a grandeza de um homem, ou se esconde no silêncio insignificante de um molusco.

 

A. Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

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FHC, ENFIM

 

Até que enfim o PSDB deixou de lado a ideia fixa do seu tresloucado marqueteiro e “tirou” FHC do armário. Ninguém entendia a estratégia adotada no primeiro turno de vincular o candidato tucano ao presidente Lula, ao mesmo tempo que o presidente responsável pelo Plano Real era relegado ao ostracismo. O plano implantado no governo Itamar Franco, tendo Fernando Henrique Cardoso como Ministro da Fazenda, tirou o País do buraco em que foi colocado pelas administrações anteriores. Somente quem conviveu com a inflação mensal de quase 47% sabe da importância que o plano teve em nossa vida. Antes da sua implantação, quando recebíamos os nossos salários, corríamos para os supermercados, pois no dia seguinte, com a mesma quantia, compraríamos menos. Fazíamos a “compra para o mês todo” para perdermos menos da inflação. E quem não tinha automóvel nem conseguia uma carona, arcava mensalmente com grande prejuízo. O PAC não passa de uma falácia com a única função de  fazer propaganda, enquanto o Plano Real foi grandioso. E sem recordar agora essa história e a importância de FHC para nos livrar daquela situação o PSDB deixou a situação a cavalo para o primeiro turno. Assim a candidata da situação, pura invenção do presidente Lula, sem nenhum histórico compatível com o cargo que ora postula, só não se elegeu por obra e arte da senadora Marina Silva. Mas agora FHC deveria enfrentar o presidente, que se arvora em salvador da Pátria e o pai da economia nacional, antes das eleições, e não depois. Seria importante para que Lula explique aos eleitores por que foi contra o Plano Real. Recentemente Lula, sobre sua oposição ao Plano Real, declarou: “Quando a gente é de oposição, pode fazer bravata porque não vai ter de executar nada mesmo. Agora, quando você é governo, tem de fazer, e aí não cabe a bravata.” E a bravata de agora é pretensão de eleger Dilma Rousseff para substituí-lo e guardar o lugar para 2014. Por tudo isso é que deve ficar claro para uma população ainda é iludida com o palavreado do líder do PT que a atual administração só pôde fazer o que conseguiu fazer direito graças ao legado deixado pelo PSDB e seus aliados. E poderia ter feito muito mais se não tivesse sido prejudicada pelos aloprados e ignaros que a corroem. Parafraseando o presidente Lula, nunca antes neste país se assistiu a tantos escândalos de corrupção no governo federal. Se o ex-presidente e o atual se confrontarem publicamente no sentido de esclarecer as diferenças entre as duas administrações, ficará evidente que FHC fez uma administração visando o futuro do país a médio e a longo prazo, enquanto a atual procura resultados a curto prazo, objetivando essencialmente a permanência no poder.

 

Gilberto Pacini benetazzos@bol.com.br

São Paulo

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FHC DEVE RESPONDER NO HORÁRIO POLÍTICO

 

Como vereador do PSDB de Osasco, penso que FHC deve responder no horário político do PT, via TSE, pois somente no debate da Band foi citado 77 vezes. Além disso, foi injuriado e vilipendiado incontáveis vezes.

 

Jair Assaf jairassaf@gmail.com

Osasco

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RECORDAR É VIVER

 

A inflação acumulada do ano de 1993 foi de 2.780,6% (30% ao mês).

A taxa de inflação que em junho de 1994 estava ao redor de 50% ao mês baixou para em torno de 1,7% ao mês nos primeiros seis meses de 1995, início do governo FHC, consequência do Plano Real, feito por ele.

A inflação acumulada durante o governo FHC-Serra (1995-2002) somou 100,6%, isto é, em oito anos foi simplesmente o dobro da mensal de 1994 (50%) e 28 vezes menor que a acumulada de 1993.

A inflação de 2003 até 2009 (sete primeiros anos do atual governo) foi de cerca de 45% (pouco menos da metade da inflação de todo governo anterior, graças ao que FHC deixou semeado para o governo seguinte colher).

FHC enfrentou pelo menos três graves crises econômicas internacionais durante seus oito anos de governo. Lulla enfrentou somente uma, em 2008.

Perguntar não ofende: qual dupla é a mais competente, FHC-Serra ou Lulla-Dillma?

PeTezada, para com isso de querer comparar, só rindo de vocês!

 

José Luiz de Andrade Figueira jlafigueira@hotmail.com

São Paulo

 

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LULA, O REI

 

Lula diz que não quer bater boca com FHC, mas as coisas têm de ser esclarecidas e ele, assumir que o governo dele deu certo por tudo o que o FHC plantou. Chega de se esconder e dar uma de santo do pau oco, algo que o PT nunca foi. Vamos, sim, debater e pôr a cara para bater, e não usar o seu cargo para criticar a tudo e a todos da oposição, quando o seu partido está cheio de aloprados e cuequeiros.

 

Antonio Jose Gomes Marques

São Paulo

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ERA NOCIVA?!

 

O presidente da Petrobrás disse que a era FHC foi nociva para a empresa. É? Mas foi na época dele que a Petrobrás deixou de cumprir por quatro anos seguidos as metas de produção, como está acontecendo agora pelo quarto ano consecutivo? Foi na época dele que encheram aquilo de sindicalistas parasitas?

 

Panayotis Poulis ppoulis@ig.com.br

Rio de Janeiro

 

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PETROBRÁS

 

Para o presidente da Petrobrás, sr. Sergio Gabrielli, o presidente FHC queria desmontar a Petrobrás. Entretanto, as ratazanas do PT invadiram o cofre da Petrobrás e roubaram como nunca.

 

Paulo Francisco Siqueira dos Santos paulosiqueirasantos@hotmail.com

Santa Rita do Passa Quatro - SP

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BOATOS DE CAMPANHA

 

Como é que o Serra vai vender a Petrobrás, se o PT acaba de comprá-la?

 

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas - MG

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SCRIPT ALHEIO

 

Como sempre, o PT envia um pau-mandado para comentar sobre a - imaginária - privatização da PeTrobrás. Desta vez o escalado foi o Sérgio Gabrielli, que por ocasião do governo FHC não sabia nem se o PT ganharia a eleição. Ele é totalmente ignorante sobre o assunto e fica lendo script dos outros.

 

João Menon joaomenon42@gmail.com

São Paulo

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 É A PRIVATIZAÇÃO

 

Há muito sou leitor diário da sua coluna do sr. Celso Ming. Mais uma vez, BRILHANTE o que escreveu em 13/10 (B2)) a respeito das privatizações do governo FHC e tão criticadas pelos medíocres do PT. Muito oportuna, corajosa e cheia de razões ao mencionar as "mandracarias" da "maior capitalização do mundo", onde de caixa efetivo só entraram menos de 35%. Ninguém, à exceção do sr. Ming, teve a coragem de falar e escrever abertamente a respeito dessa nova maneira de enganar a população e prejudicar os minoritários da Petrobrás. PARABÉNS, Celso Ming presta um serviço fora do comum ao meu querido país. Pena que poucos tenham a oportunidade de poder ler os seus artigos. Pena que a "oposição" não alardeie com mais clareza o que ele aborda.

 

Heitor Portugal Procopio de Araujo heitor.portugal@uol.com.br

São Paulo

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CABIDÕES

 

Que autoridade moral a Dilma Rousseff tem para criticar as (tardias e bem-vindas) privatizações feitas no governo FHC? Sob o governo Lula e "como nunca antes neste país" nossas estatais serviram tanto de cabides de empregos para "cumpanheros" e apaniguados incompetentes e malandros. Basta ver o caso da Petrobrás, cujo valor de mercado não para de despencar ladeira abaixo, e o dos Correios, cuja gestão virou sinônimo de malandragem.

 

Paulo Ribeiro de Carvalho Jr. paulorcc@uol.com.br

São Paulo

 

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AINDA OS APAGÕES

 

 

De fato, houve um grande apagão elétrico na era do estadista FHC.

Agora, na era Luladilma foram vários os já conhecidos: da vergonha na cara, da honestidade, da moradidade pública, da ética,

da mentira, da simulação, da hipocrisia, da arrogância e só Deus saber quantos mais.

 

José Luiz Tedesco tedescoporto@hotmail.com

Presidente Epitácio

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GUERRA SANTA

 

De acordo com a mentalidade petista, parece que o pensamento da ex-ministra da Igualdade Racial Matilde Ribeiro que dizia "não é racismo quando um negro se insurge contra um branco", também se aplica às classes sociais quando sua campanha apela para destacar a divisão entre ricos e pobres durante o governo FHC. O que os petistas querem é provocar uma guerra, mas já estão indo à igreja para pedir misericórdia.

 

Ricardo A. Rocha rochaerocha@uol.com.br

Belo Horizonte

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ENTREVISTA PRECIPITADA

 

 

O escritor peruano Mario Vargas Llosa disse que ao ser comunicado sobre o Prêmio Nobel se sentiu "como um zumbi". Acho que houve pressa do Estadão para realizar a entrevista ontem publicada, não dando o tempo suficiente para que ele voltasse ao seu estado natural. Esse estado de "zumbi" poderia justificar a convicção de Llosa ao dizer que há no Brasil um desenvolvimento que impressiona o mundo, que o presidente brasileiro "teve uma evolução notável" na política interna e que só peca na política internacional. Uma outra possibilidade é que o novo Nobel da Literatura esteja recebendo informações diretamente da Secretaria de Comunicação Social do governo, através de Franklin Martins, e o Estadão, para não contrariá-lo, não o informou de que está sob censura há 442 dias. O que, na minha opinião, ele deveria saber, já que é um dos colaboradores.

 

        

Humberto de Luna Freire Filho hlffilho@gmail.com

São Paulo

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PERSONA NON GRATA

 

 

Em sua passagem pelo País, Vargas Llosa classificou a administração de Lula como "esquizofrênica".  É de admirar que o laureado não tenha sido expulso como "persona non grata", visto que em Cuba, Venezuela, Bolívia e Irã, países onde Lula é tido como estadista, essa providência teria sido rápida e  automática.

 

 

James F. Sunderland Cook sunderland2008@gmail.com

São Paulo

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ESQUIZOFRENIA

 

Muito apropriada a colocação do escritor Vargas Llosa sobre a "esquizofrenia" do governo Lula. Nós por aqui já percebemos isso há tempo. O presidente não mexeu nas reformas iniciadas no governo FHC, pois foi graças a elas que houve crescimento econômico e fortalecimento da classe média. Agora, para o mundo externo, Lula pratica a ideologia velha e ultrapassada que divide o mundo entre esquerda e direita, pobres e ricos, opressores e oprimidos, e coloca-se ao lado dos "coitadinhos" Irã, Venezuela e Bolívia. Na verdade, é "esquizofrenia" pensada, pois assim Lula satisfaz seus companheiros de partido "linha dura". Que é o que sua eventual sucessora fará, continuando assim a nos fazer passar vergonha perante o mundo.

 

 

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

 

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DESCOMPASSO

 

O "cara" é importante mesmo, até o Prêmio Nobel de Literatura de 2010, o escritor peruano Mario Vargas Llosa, comentou que o "cara" tem postura esquizofrênica e que as suas atitudes "democráticas" não condizem com a política externa.

 

M. Teresa Amaral mteresa0409@gmail.com

São Paulo

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LULA E O PRÊMIO NOBEL 

 

 

Dos Prêmios Nobel já concedidos nesta temporada, o mais chorado foi o da Paz, que não veio para o presidente Burla.  Não premiaram o homem que acabou com o conflito entre as Coreias, Colômbia x Farc, Chávez x Obama, palestinos versus judeus, Irã x Israel! Como pode tamanha injustiça?

 

Laércio Zanini arsene@uol.com.br

Garça

 

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CUIDE DO SEU QUE NÓS CUIDAMOS DO NOSSO

 

Llosa não receberia o Prêmio Nobel de Literatura se não tivesse competência para tal, mas fazer comentários a respeito de um presidente que não é de sua pátria e em terras alheias à sua, aí já é demais. Cuide do dele que nós cuidamos do nosso. Cada um com seu cada qual, ou não?

 

José Piacsek Neto bubapiacsek@yahoo.com.br

Avanhandava

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QUE FIM DERAM?

 

Dilma levou Julio Lancelotti para falar em seu comício. Ninguém esqueceu ainda das histórias escabrosas envolvendo o padre, em São Paulo. Aliás, que fim deram às investigações sobre os atos do padre?

 

 

 

M. Cristina da Rocha Azevedo crisrochazevedo@hotmail.com

Florianópolis

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 INVASÃO DE "TORCEDORES"

 

Ridícula a manifestação de alguns torcedores corintianos, se assim podem ser chamados, na tarde de ontem.

Como querem que o time, que não está jogando bem devido aos desfalques que tem e à falta e um comandante, jogue bem com a pressão e ameaçando jogadores?

Criticam jogadores que seguem a cartilha corintiana, que pede raça e entrega, como o lateral-direito Alessandro, e renegam o passado glorioso do time.

Esses mesmos torcedores criticavam o trabalho do técnico da seleção Mano Menezes, mas não tinham força para derrubá-lo, por conta da sua enorme capacidade e de seu bom trabalho.

Queria ainda salientar que o comportamento desses deliquentes não representa toda a gama de torcedores corintianos, que sabem o quanto já sofreram por esse time (muito mais do que estamos sofrendo agora).

O time é bom, sofre com problemas internos, e chega gente que só quer atrapalhar mais.

Chega de "torcedores" que só querem arrumar confusão e deixam o amor pelo time de lado, quem faz isso não é torcedor do todo-poderoso, mais parece torcer pelo time da Barra Funda, que veste verde.

 

Nome: Bruno Malteze Zuffo brumalteze@hotmail.com

São Paulo

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CORINTIANOS ESTÃO IMITANDO O PT

 

Que é isso, camaradas? Ir cobrar melhor jogo, dar força, até pressionar os jogadores de seu time é normal. Mas achar que a partir de agora nunca mais é permitido perder, e nunca mais ninguém pode ganhar, hallooo, é futebol, um ganha, outro perde, o Brasil já tem que aturar o PT, que se acha o inventor da roda, e quem não é petista é "capitão do mato", "inimigo do povo" e rico. E eles, que são tudo isso, veem nos adversários espelho, e inimigos. Não é um bom caminho para nós, brasileiros. Tampouco para um time como o Corinthians, famoso por suas farras, vitórias, carnaval, ter gente de toda classe, categoria, cor, religião, nem nos piores pesadelos, virar um time fascista. Não se espelhem muito no presidente do Brasil, o Corinthians é infinitamente maior que um presidente, que o dia de hoje. Tem passado e deve ter futuro, jamais seguir o caminho dos times europeus carregados de ódios, racismo, brigas fatais. No Brasil, não. Chamo a torcida a tomar posse desta situação e execrar alguns pequenos ditadores.

 

Roberto Moreira Da Silva rrobertoms@hotmail.com

Cotia

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GALO, SEMPRE DIFERENÇADO

 

Diego Sousa, do Galo mineiro, fez uma falta contra o Fluzão. Expulso, levou dois jogos de suspensão. Agora um tribunal formado de paulistas e cariocas exige novo julgamento, acham pouco. Meses atrás, no Maracanã, o lateral esquerdo do Mengão, Juan, time de todos, chutou covardemente a cabeça de um adversário caído ao chão, e voluntariamente, que é o mais gritante, e este jogador  tomou apenas um jogo por esse mesmo tribunal e nenhum outro  pediu novo julgamento. É uma perseguição implacável ao time mineiro, primeiro campeão brasileiro, daí esse tratamento sempre hostil. Sem falarmos dos títulos roubados de nosso time ao longo da história, inesquecíveis até. Cabe aos profissionais (temos?) dirigentes de nosso time botarem a boca no trombone.

 

Julio Jose de Melo julinho1952@hotmail.com

Sete Lagoas  - MG

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MARIA RITA KEHL

 

CENSURA ESTADÃO

 

Srs

Sinceramente não entendo a postura incoerente do Estadão.

Na edição de hoje, informa que está sob censura há 438 dias do Tribunal de Justiça do Distrito Federal.

Este jornal está proibido de divulgar informação a respeito da Operação Boi Barrica, pela qual a Polícia Federal investigou a atuação do empresário Fernando Sarney.

No entanto, este jornal efetua uma censura fèrrea  aos seus leitores, como no meu caso, não divulgando nunca,nenhuma das mensagens enviadas a este jornal, embora sendo escritas de forma educada e dentro dos padrões estabelecidos.

O motivo, creio eu, seja que o conteúdo destas, são de discordância da linha editorial.

Como uma das evidências da censura deste jornal foi o que ocorreu com a Maria Rita Kehl, excelente articulista que em um dos seus artigos elogiou  algumas ações positivas do Governo Lula e foi sumariamente retirada do seu papel de  articulista.

Imagino a "saia justa" dos jornalistas ,funcionários desta empresa, sob censura diária interna e externa; deve ser desmotivante.

Acho que a questão da censura é um assunto sério e deve mesmo ser combatido; por este motivo estou enviando esta mensagem.

Por ser um jornal conservador e contra mudanças que melhorem a grande parcela pobre do país, é compreensível o seu apoio à    candidatura Serra.

Se fizesse o contrário, seria outra incoerência, por ser um jornal comprometido apenas com uma minoria, tal qual, a proposta do Serra.

Atenciosamente

 

José Antonio dos Santos

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DEMISSÃO MARIA RITA KEHL

 

Prezados Senhores

Apesar de discordar do conteúdo do artigo de Maria Rita Kehl, me espanta ver esse jornal demiti-la  por ter opinião diversa de sua  linha editorial.

Me parece absolutamente hipócrita se arvorar no papel de defensor das liberdades individuais e ao mesmo tempo não aceitá-las.

Onde foi parar o jornal que aprendi a respeitar ao longo dos meus 60 anos ?

Atenciosamente

 

José Maria Monteiro Ribeiro

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PARABÉNS ESTADÃO

 

O Estado de S.Paulo, fez muito bem em demitir Maria Rita Kehl, seu artigo foi típico da imprensa marrom.O jornal tem preservar a credibilidade e qualidade, portanto, é ridículo falar em censura.

 

José Francisco Peres França

Espírito Santo do Pinhal - SP

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Nós, abaixo assinados e leitores do Estado de São Paulo, repudiamos a demissão da colunista Maria Rita Kehl, com quem nos solidarizamos. Se - eventualmente - as opiniões da colunista não coincidem inteiramente com as do jornal, lembramos que essa é a função e o que se espera de colunistas: que tragam sua visão pessoal dos fatos enriquecida pelo saber especialista de cada um. As opiniões do jornal nós as conhecemos por seus editoriais, não é necessário e é contraproducente que os colunistas tenham e expressem as mesmas opiniões.

O jornal perde em diversidade, profundidade, e - no caso - até em leveza, além de trazer grande decepção para seus leitores.

 

Assinam:

Leandro Carlos Esteves

Donizete Galvão

Leusa Regina de Araújo

Reynaldo Damazio

Ruy Proença

Tarso de Melo

Heitor Ferraz

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Após a avalanche de críticas ao jornal pela demissão de Maria Rita Kehl, li o polêmico artigo e parabenizo o Estado pelas três decisões tomadas até agora: 1) declarar a preferência pelo Serra, 2) encerrar o contrato com a articulista, e 3) publicar as críticas recebidas. O artigo tem cunho obviamente político e não psicológico e reflete a visão derrotista tipicamente brasileira de que o pobre só deixará de ser pobre se for "ajudado" por Deus ou pelo governo, nunca por vontade e esforço próprios e um genuíno interesse pela educação. É esse o estigma que sempre favoreceu o coronelismo e a dependência das populações nos estados menos desenvolvidos do País e que agora é reforçado pela evidente natureza de caridade, e não de renda, oferecida pelo Bolsa-Família.

 

Gilberto Dib

São Paulo - SP

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NEM CARA NEM COROA

 

Entendo a revolta dos leitores com o "Estadão" no caso de Maria Rita Kehl pois em 05/02/2010, pois antes de iniciar  sua coluna ela afirmou:"A psicanálise é uma profissão à qual me dedico com paixão, mas acho que, se aceitei o convite para escrever nesse espaço, foi para tentar outra coisa. Só vou tocar em temas com os quais lido na profissão quando não tiver assunto, mesmo", brinca. http://www.estadao.com.br/noticias/arteelazer,maria-rita-kehl-estreia-como-cronista-no-caderno-2,506508,0.htm

Logo, não se justifica a nota da redação de ontem :O projeto original, no caderno C2+música,é ter aos sábados um espaço para a psicanálise, mas não era esse o enfoque que Maria Rita Kehl vinha dando à coluna.  Por outro lado, estes mesmos leitores esquecem-se que caso ela escrevesse em outros orgãos de imprensa que apoiam o PT a favor de Serra, dificilmente não teria sofrido represália. É preciso entender que uma crítica de leitor, que sempre foi acolhida pelo jornal, é diferente de um cronista que é pago para escrever sobre sua especialidade, embora pela frase acima ela já se dispusesse, a nem sempre, fazê-lo. Portanto, nem cara nem coroa

 

Roberto Castro

São Paulo - SP

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ESTADÃO e Estadinho

 

A ser de fato verdade o ""affair"" Maria Rita Kehl versus Estadão, esse jornal acaba se tornando ""estadinho"".Não é o que se espera!

 

José Piacsek Neto

Avanhandava - SP

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DEMISSÃO MARIA RITA KEHL

 

Prezados Senhores

Apesar de discordar do conteúdo do artigo de Maria Rita Kehl, me espanta ver esse jornal demiti-la por ter opinião diversa de sua linha editorial.

Me parece absolutamente hipcrita se arvorar no papel de defensor das liberdades individuais e ao mesmo tempo no aceita-las.

Onde foi parar o jornal que aprendi a respeitar ao longo dos meus 60 anos ?

Atenciosamente

 

Jos Maria Monteiro Ribeiro

São Paulo - SP

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Diante de tanta indignação dos leitores, inclusive a minha, pela demissão da jornalista Maria Rita, basta ver a quantidade de cartas publicadas no Estadão on-line, gostaria que o jornal publicasse uma nota sobre o assunto, para que todos possamos ficar esclarecidos sobre o fato.

O clamor com essa dispensa foi muito grande, e justifica essa atitude que estou sugerindo.

 

Carlos E. Barros Rodrigues

São Paulo - SP

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DEMISSÃO FUNCIONAL!

 

Que confusão estão fazendo a respeito da demissão da sra. Maria Rita Kehl, afinal pelo que se sabe qualquer empregador não satisfeito com o empregado tem todo o direito em demiti-lo, e a recíproca também é verdadeira. É uma relação de emprego ou prestação de serviço. Se a linha editorial do jornal não estava sendo cumprida ou respeitada, só restou a demissão, mas daí comparar à "censura", desculpem-nos é uma utopia. Onde está a "censura" ou a violação à legislação do trabalho?

 

Luiz Dias lfd.silva@uol.com.br

São Paulo

 

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RECLAMAÇÃO

 

Boa tarde,

 

Aqui fala um estudante de jornalismo. Um jovem que busca ícones para se inspirar e um dia tornar-se tanto quanto seu ídolo. É um absurdo o que foi feito com a Maria Rita Kehl. Um absurdo. Tudo bem, vocês são uma empresa privada. Tudo bem, vocês não a censuraram. Mas, convenhamos, se o jornal é tão a favor do José Serra assim, teria notado que, ao demiti-la, seria apenas mais um ponto a favor da Dilma. Chega de politicagem. Queremos jornalismo. Admirava o Estadão, hoje já não sei. O diário perdeu a imparcialidade que tanto se prega na faculdade. Eu não sou assinante do jornal, pelo contrário, sou ex-assinante. A Folha acabou de me ganhar. Chega de publicar o que os acionistas querem. Publiquem o que o povo quer.

 

Abraços,

 

Raphael Gomes

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CENSURA

 

Atenção Estadão!

Censurar opiniões é grave num Estado de Direito! Mais grave ainda é, um jornal que se diz democrático, censurar informações políticas de colaboradores (Maria Rita Kehl), que visam esclarecer a sociedade brasileira.

Em breve nosso país terá a "Lei dos Meios de Comunicação".

A VERDADE e a DEMOCRACIA hão de vencer! 

 

Calminho Calmo

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COMENTÁRIO

 

Informo comentário sobre caso Estado/Maria Rita Khel, em

http://wwwideiasubalterna.blogspot.com/

Atenciosamente,

 

Edgard Pereira Reis

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DEMISSÃO DA JORNALISTA MARIA RITA KEHL

 

Venho aqui protestar contra a demissão da Jornalista Maria Rita Kehl.

Sou do interior do estado do RJ e li o texto dois pesos da jornalista.

Reflete exatamente a minha revolta ao receber textos repletos de desinformação e sempre sem assinatura.

Mas a revolta agora é ainda maior ao saber de sua demissão. É ISSO QUE VCS QUEREM QUANDO FALAM EM LIBERDADE DE IMPRENSA???

É a liberdade da elite... a nossa elite que sempre foi extremamente egoísta e manipuladora.

Impressionante a falta de respeito de vocês com a população. A demissão da jornalista pra mim mostra o quanto temos que pesar o que eh escrito neste jornal... que pra mim hoje eh apenas um instrumento de propaganda da elite e não de liberdade de expressão/imprensa.

Espero que vão a falência pois disso não precisamos neste pais. Ou poderiam mudar de nome: tribuna do PSDB, que tal?

 

Patricia de Faria Ashton

Rio de Janeiro - RJ

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DOIS PESOS

 

Aos Srs. Editores,

Acho louvável que tenham explicitado (ao contrário de outros grandes jornais) o apoio ao candidato oposicionista nestas eleições, como bem disse sua EX-colunista. Mas daí para DEMITIR vergonhosamente alguém possuidor de opinião diversa da sua....

Não seria este um caso semelhante ao que noticiam em suas colunas todos os dias, contando a quanto tempo estão sob censura no caso José Sarney?

A colunista escreve um artigo defendendo o DIREITO dos mais humildes de votar e não ter seus votos desqualificados, fala dos benefícios de políticas sociais implantadas pela situação e, repentinamente, é demitida (leia-se, impedida de exprimir sua opinião publicamente através desta empresa). Ela tinha o direito de se expressar, é claro! Contanto que fosse de acordo com as SUAS ideologias, os SEUS padrões...

Um jornal tem a FUNÇÃO SOCIAL de INFORMAR...e, diz a lenda, informar todos os fatos...Se não isso, que seja ao menos coerente com o que prega!!

Não vejo isso acontecendo com o Estadão...

Fica meu protesto,

 

Guilherme Nakata

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Bom… resumindo… Acreditava no Estadão. Sou leitor do Jornal a anos e diferente da Veja, da Globo e de outros jornais tendenciosos, acreditava no compromisso com a verdade deste Jornal. A verdade acima de tudo.

Me enganei... ou melhor me enganaram...

Perdeu-se uma grande colunista, perdeu-se um leitor e fã do Jornal. Perdeu a liberdade...

 

Rodrigo dos Santos Ferreira

Osasco - SP

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MARIA RITA DEMITIDA?!

 

Prezados editores,

Sou assinante do Estadão há não sei quantas décadas (05477484), porque tenho grande afinidade com seus ideais liberais. Outro dia li uma matéria extremamente corajosa, com a qual concordo, escrita pela psicanalista Maria Rita Khel: Dois Pesos. Agora recebo outra notícia preocupante: que ela foi demitida do jornal por causa desse artigo.

Não acredito que seja verdade: não acredito que o Estadão pratique a mesma intolerância e censura que condena! Por favor, reflitam no estrago que esse fato - se verídico - vai causar e o desfaçam!

Um abraço

 

Maria Helena Zockun

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DEMISSÃO

 

Boa tarde,é com muita surpresa que vejo que vocês do Estadão demitem a colunista Maria Rita  Kehl, por  esternar sua ideais.

É este mesmo jornal que vem falar de censura,pelo governo,mandando embora alguém que tem opinião,como se só o dono deste famigerado jornal pode ter lado explicito(Serra).(PSDB, Dem,e outras mazelas políticas)

Sou a contra a censura,mais lendo este tipo de noticiário,me faz pensar melhor,se é mesmo que estas Oligarquias merecem respeito.

 

 

Luiz Claudio Silva

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UM LEITOR A MENOS

 

Prezados Editores,

Escrevo para lhes dizer que em função dos conteúdos manifestados ontem na coluna de Arnaldo Jabor, deixo permanentemente de comprar e ler este Jornal. Me entristece a decisão, ainda que seja "apenas um leitor", mas ontem me senti bastante agredido com o tom assumido por aquele colunista, já  conhecido por sua maneira particular de usar a prosa para criticar Lula e o PT ao longo dos últimos anos.

Achei muito maduro da parte do Jornal a declaração de apoio a Serra e um posicionamento claro nesta direção, dando à sociedade brasileira, a cada leitor, um filtro mais equilibrado e justo para compreender as inclinações das matérias e dos editoriais. Contudo, já assustado com a demissão de Maria Rita Kehl, ontem fiquei realmente entristecido em ver veículo que tanto apego tem aos valores republicanos brasileiros, fazer suas páginas servirem a tamanho ódio do colunista contra Lula e o PT. Pior ainda é saber que aquele conjunto de conteúdos vociferados por Jabor vivem dentro dele, que faz da coluna um tipo de projeção de seus ódios a Lula, Dilma e o PT.

Não sei que destino terão as eleições em 2010, mas espero apenas que as cisões acirradas nesta campanha não deixem seqüelas cada vez mais agudar nas relações entre as diferentes classes, credos e crenças da sociedade brasileira. Jabor tem pregado um ódio que incita violência, desprezo, preconceito e erradicação do diferente, o que pode até vender mais jornais nestes dias de tanto interesse eleitoral, mas que a longo prazo são um caminho de empobrecimento do veículo e de diminuição de sua contribuição para o processo democrático.

Atenciosamente,

 

Rogério Silva

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PROTESTO

 

Gostaria de protestar contra o Jornal Estado de São Paulo,primeiro contra a tomada de posição política em favor do partido PSDB, segundo, contra a censura, intolerância e demissão da colunista Maria Rita Kehl.

São atitudes como essas que levam ao descrédito os meio de comunicação.

Que também aparentemente não se importam em perder um leitor e defensor como eu, que acompanho esse jornal há pelo menos trinta anos.

 

Lamentável atitude.

 

Vinicius Galvão de França

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RECLAMAÇÃO

 

Prezados Editores,

Escrevo para lhes dizer que em função dos conteúdos manifestados ontem na coluna de Arnaldo Jabor, deixo permanentemente de comprar e ler este Jornal. Me entristece a decisão, ainda que seja "apenas um leitor", mas ontem me senti bastante agredido com o tom assumido por aquele colunista, já  conhecido por sua maneira particular de usar a prosa para criticar Lula e o PT ao longo dos últimos anos.

Achei muito maduro da parte do Jornal a declaração de apoio a Serra e um posicionamento claro nesta direção, dando à sociedade brasileira, a cada leitor, um filtro mais equilibrado e justo para compreender as inclinações das matérias e dos editoriais. Contudo, já assustado com a demissão de Maria Rita Kehl, ontem fiquei realmente entristecido em ver veículo que tanto apego tem aos valores republicanos brasileiros, fazer suas páginas servirem a tamanho ódio do colunista contra Lula e o PT. Pior ainda é saber que aquele conjunto de conteúdos vociferados por Jabor vivem dentro dele, que faz da coluna um tipo de projeção de seus ódios a Lula, Dilma e o PT.

Não sei que destino terão as eleições em 2010, mas espero apenas que as cisões acirradas nesta campanha não deixem seqüelas cada vez mais agudar nas relações entre as diferentes classes, credos e crenças da sociedade brasileira. Jabor tem pregado um ódio que incita violência, desprezo, preconceito e erradicação do diferente, o que pode até vender mais jornais nestes dias de tanto interesse eleitoral, mas que a longo prazo são um caminho de empobrecimento do veículo e de diminuição de sua contribuição para o processo democrático.

Atenciosamente,

 

Rogério Silva

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LIBERDADE DE IMPRENSA

 

Descobri quem é contra liberdade de imprensa. Maria Rita que o diga.

 

Almir Tronco

 

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Que me desculpe o Estadão, mas faltou jogo de cintura no caso da demissão de Maria Rita Kehl.Se foi contratada para falar de branco,mas falava de preto,poderia até ser demitida ,mas não bem logo após ter escrito um artigo simpático à rival do candidato do Jornal  e em plena época de eleição.Dessa maneira,pareceu realmente ser uma demissão por posição ideológica contrária à linha editorial do Jornal.Acredito  numa "mancada" desse tipo , não de uma postura antidemocrática do Jornal.

 

 

José Eduardo Zambon Elias

Marília - SP

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N. da R. - O projeto original, no caderno C2+música,é ter aos sábados um espaço para a psicanálise, mas não era esse o enfoque que Maria Rita Kehl vinha dando à coluna.  Iniciou-se com a autora, portanto, uma discussão em torno de novos rumos para a coluna, incluindo até a possibilidade de ela deixar de escrever.  O vazamento dessas tratativas pela internet precipitou a decisão.  A imputação de que houve "censura" é absurda.  Todas as colunas recebidas foram integralmente publicadas.

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