Cartas - 17/06/2010

ELEIÇÃO 2010

, O Estado de S.Paulo

17 Junho 2010 | 00h00

Lula de novo

Lula assumiu de vez: vai continuar governando o País caso Dilma seja eleita. Assim ficou explícito quando de sua declaração de que apenas haveria mudança de nome na cédula. Em outras palavras, Dilma estaria apenas guardando lugar na fila para que Lula possa estar no comando por mais quatro anos e depois voltar a disputar a eleição, usando, então, seu próprio nome. Alguma coisa parecida com Hugo Chávez seria apenas coincidência?

ODAIR PICCIOLLI

pedraseartes@suednet.com.br

Extrema (MG)

Ficção

Recomendo aos menos afeitos à política que apreciem as ponderações de Rolf Kuntz (O ectoplasma e o poder, 16/6, B7) e entenderão a fraude maquiavélica preparada por Lula visando à sua própria eleição em 2010. Ele é o real candidato, pois Dilma é somente uma ficção para enganar o despreparado eleitor. Há que temer o terceiro mandato, pois se esperam novas tentativas de controle dos meios de comunicação, o autoritarismo será incrementado e o peleguismo vai recrudescer ainda mais. Deus nos livre!

CELSO A. MONTEIRO DE BARROS

ccmontesbar@hotmail.com

São Paulo

Excelente o artigo de Rolf Kuntz, que mostra a verdadeira face do atual presidente da República e quais os seus reais objetivos. Se liga, Brasil, o "cara" não quer sair do trono.

LUIZ ANTONIO LOPES

luizaolopes@ig.com.br

São Paulo

Nota máxima para Rolf Kuntz. A oposição deveria ler e incorporar em sua campanha.

LUIGI VERCESI

luver44@terra.com.br

Botucatu

Garupa

Esta é muito boa: "Quem vai na garupa não guia, não breca, não acelera, não conduz..." (Do ex-governador Geraldo Alckmin na convenção do PSDB.)

JAYME PIRES

jp.pires@superig.com.br

São Paulo

À Maradona

Excelente o editorial O criador e a criatura. Lula quer o terceiro mandato e o disputará com o pseudônimo de Dilma. Foi o que ele deu a entender na convenção do PT que indicou Dilma, no discurso que proferiu. O que não dá para entender é que insistem em comparar o governo atual com o de FHC. Parece a disputa de Maradona com Pelé, uma discussão comparativa digna de imbecis. No entanto, todos da ala lulista querem preservar Dilma de debates, pois sabem que nestes ela certamente naufragará. Já até lhe pediram que não responda às provocações de José Serra...

CARLOS E. DE BARROS RODRIGUES

cebr2403@gmail.com

São Paulo

Jogos

A principal partida que o Brasil vai jogar este ano será em outubro, quando estará em jogo o futuro da nossa democracia. Então, nada de deixar para o segundo tempo nem fazer gol contra, pois nós podemos e merecemos mais!

TANIA TAVARES

taniatma@hotmail.com

São Paulo

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COPA DO MUNDO

"Coisa de pobre"

Glenn Beck é, de fato, a personificação da estupidez formada pelo conservadorismo sem nexo ainda existente dentro de alguns republicanos. Além de semear o ódio contra Barack Obama por meio das acusações de comunismo em suas políticas, ainda mostrou que nunca sequer estudou História ou Geografia. Chamou o futebol de "coisa de pobre" (16/6, A13). Ora, Glenn, até onde eu sei, Alemanha, França e Inglaterra - campeãs mundiais - são países de Primeiro Mundo. A Inglaterra, por sinal, descende do antigo Império Britânico - o maior e mais influente império que já existiu no planeta. Se futebol fosse apenas "coisa de pobre", certamente essas três nações não apreciariam tanto esse esporte. Cresça, Glenn, e pare de falar idiotices.

SÉRGIO ECKERMANN PASSOS

sepassos@yahoo.com.br

Porto Feliz

Jabulani e vuvuzela

Duas coisas a respeito da Copa do Mundo. Uma, o insuportável barulho das vuvuzelas, que só atrapalha - e espero que a CBF proíba o seu uso em nossos campeonatos. A outra é que descobri o porquê da reclamação que os jogadores fazem da Jabulani: a bola é redonda demais.

LAÉRCIO ZANINI

arsene@uol.com.br

Garça

O choro de Jong Tae-Se

Ele chorou ao ouvir o Hino da Coreia do Norte, no jogo contra a seleção do Brasil, não por patriotismo, mas por saber que terá de voltar para aquele inferno, dirigido pelo Kim Jong-il, logo depois da Copa.

SERGIO S. DE OLIVEIRA

ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

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POLÍTICA EXTERNA

Emergentes

O chanceler Celso Amorim pleiteia que os "emergentes" sejam ouvidos (14/6, A16). Ouvidos quem sabe possam ser, mas tomar iniciativas por conta própria que envolvem e até contrariam outros países é outra história! Afinal, no frigir dos ovos, quem tem de pagar a conta são as grandes potências. Ou nossos governantes, como de costume, não desconfiam disso?

JOÃO U. STEINBERG

justeinberg@terra.com.br

São Paulo

Antes que as "caras novas" emergentes queiram sentar "nas" mesas de negociações, será necessário que o atoleiro seja saneado e o cheiro das botas se dissipe.

LEONARDO GIANNINI

leogann930@terra.com.br

São Paulo

Restrição ao bidê

FHC abaixava a cabeça para Menem. Lula, que não pode ficar por baixo, começou abaixando para Nestor Kirchner e continuou com Cristina Kirchner. Só tomamos bordoada. E agora, até o bidê brasileiro é proibido pela Argentina! Do jeito que as coisas vão, o melhor mesmo é deixarmos nossa indignação de lado e partirmos para a galhofa.

F. G. SALGADO CESAR

fgscesar@hotmail.com

Guarujá

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"Será que alguns jogadores da seleção ainda acham

que a bola não obedece?"

CLÁUDIO MOSCHELLA / SÃO PAULO, SOBRE O GOL MARCADO PELO MAICON

arquiteto@claudiomoschella.net

"Para Lula, o processo eleitoreiro tem prioridade sobre as contas do governo"

ROBERTO TWIASCHOR / SÃO PAULO, SOBRE A APROVAÇÃO DO REAJUSTE PARA OS APOSENTADOS

rtwiaschor@uol.com.br

"O "Estadão" revelou o caso Tuma Júnior, mas ainda está sob censura, e já há 321 dias. Qual a lógica disso?"

ARCANGELO SFORCIN FILHO / SÃO PAULO, SOBRE DENÚNCIAS E LIBERDADE DE IMPRENSA

arcangelosforcin@gmail.com

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TEMA DO DIA

Morumbi é excluído de vez da Copa de 2014

Em nota oficial, CBF afirma que São Paulo não ofereceu garantias financeiras ao projeto de reforma

"Ricardo Teixeira tirou a Copa de São Paulo e vai conseguir tirar a Copa do Mundo do Brasil."

LEVI NETO

"A verdade é que esse projeto do Morumbi era uma vergonha. São Paulo tem que construir um estádio novo."

RODRIGO SOUZA

"Lá vão o meu e o seu dinheiro financiarem a construção de um estádio superfaturado em São Paulo."

SIDNEY PORTO

''Cartas enviadas ao Fórum dos Leitores, selecionadas para o Estadão.com.br''

"O ÚLTIMO CAÇADOR DE NAZISTAS"

Nós, da família Cukurs, exigimos retratação em relação ao mencionado no último dia 12/6:

''Outro que para cá veio foi Herberts Cukurs (pronuncia-se Tsucus), famoso aviador da Letônia que serviu, voluntariamente, no Comando Arajs, uma das mais eficientes unidades de extermínio de judeus, ciganos e deficientes mentais. Cukurs pilotava um hidroavião na Represa de Guarapiranga - conta-se que o fazia com a mesma jaqueta de couro que vestia durante os massacres na Letônia. Por um ano, recebeu proteção do Departamento de Ordem Política e Social (Dops). Foi morto pelo Mossad no Uruguai.''

Não queremos tirar o ''ganha-pão'' do Zuroff, seguidor de Wiesenthal, caçando gente agora com mais de 100 anos, porém o Mossad é réu confesso do assassinato de um inocente e um jornal sério como o Estadão vem trazer à tona um assunto repetitivo, sem fundamento e conhecido por todas as pessoas esclarecidas.

Os historiadores já deixaram claro que não existem provas contra Herberts Cukurs e na Letônia, país de origem, há ampla documentação sobre o assunto.

Existem filmes a serem lançados e livros sendo escritos, o mais recente, da historiadora e jornalista Baiba Saberte.

Por favor, deem uma olhadinha em www.herbertscukurs.com.

Nossa família vem sofrendo injustiças e agressões ao longo dos anos por parte de algumas pessoas que não se atualizam e continuam tocando na mesma tecla. Temos sobrinhos, filhos, netos que carregam o nome Cukurs, com orgulho, pois não temos do que nos envergonhar. NUNCA, em tempo algum, escondemos nosso nome, muito menos meu avô Herberts Cukurs, que sempre foi um homem público, aviador, escritor, engenheiro, jornalista honrado e trabalhador.

Temos certeza que a justiça será feita, se não a dos homens, a de Deus!

Werena Cukurs

São Paulo

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Estimada senhora Werena, gostaria de agradecer o e-mail ao jornal e esclarecer, antes de tudo, que em nenhum momento o objetivo da reportagem foi "envergonhar", como diz a senhora, os que carregam o nome Cukurs. A matéria não sugere, absolutamente, que a responsabilidade pelos supostos crimes cometidos por Herbert Cukurs deva recair sobre sua família.

Contudo não faremos nenhum tipo de retratação porque, na avaliação do repórter e dos editores responsáveis, não há nenhum equívoco para ser retratado.

A matéria "O último caçador de nazistas", publicada no caderno Aliás, tinha por objetivo traçar um perfil de Efraim Zuroff, historiador do Holocausto e coordenador do Centro Wiesenthal. Como a senhora reconhece, ele lista Herbert Cukurs como um dos criminosos nazistas que encontraram refúgio no Brasil.

E Zuroff não está sozinho. O prestigiado centro britânico de documentação do Holocausto The Wiener Library, por exemplo, acusa Herbert Cukurs de ter cometido vários crimes em guetos na região do Báltico, assim como nos campos de concentração de Buchenwald e Riga. Segundo a ONG Dethcamps.org, Herbert Cukurs participou diretamente na deportação e em massacres no gueto de Riga. Em depoimento ao instituto israelense Yad Vashem, outra renomada instituição internacional que estuda o Holocausto, o sobrevivente letão Isaac Kram narra o seguinte episódio:

''In March 1942 when I was living in Ludza Street in the Jewish quarter in Riga, I suddenly saw hundreds of people savagely chased and beaten by Nazi soldiers led by Herbert Cukurs. I was standing close by to him when an old woman, who had been dumped into a truck, began shouting at the top of her voice, beseeching Cukurs to let her be put in another truck where she had spotted her daughter.

Cukurs replied by killing the woman with a single shot fired with his big revolver. A few minutes later he shot and killed a small child, just because he annoyed him standing the street and crying for his mother.'' (FONTE: www.holocaustresearchproject.org)

Sobre a vinda ao Brasil, o historiador brasileiro Erick Zen afirma que dois letões sobreviventes do Holocausto (Frida Schmukovits e Josef Gavrowski) aqui reconheceram Herbert Cukurs e notificaram a polícia de São Paulo. A historiadora da USP Maria Luiza Tucci Carneiro, uma das principais especialistas no estudo da 2ª Guerra no Brasil, também lista Herbert Cukurs como um dos criminosos nazistas que encontraram abrigo em território brasileiro. É essa também a versão dos historiadores Anton Kuenzle e Gad Shimron, que pesquisaram especificamente a história de Herbert Cukurs.

A senhora menciona a jornalista letã Baiba Saberte, que afirma "não haver provas" contra Herbert Cukurs. Amplamente contestada, a opinião de Baiba - acusada de revisionismo histórico e negação do Holocausto - é nitidamente marginal na área da historiografia do genocídio cometido por nazistas e seus colaboradores.

Pelos motivos supramencionados, discordamos da avaliação da senhora de que as informações publicadas acerca de Herbert Cukurs sejam "sem fundamento". Tampouco acreditamos que se trate de um assunto desinteressante para o leitor por supostamente ser "repetitivo" e "conhecido por todas as pessoas esclarecidas", como argumenta a senhora.

Novamente, esclareço que o repórter em nenhum momento acusa, difama ou calunia a família Cukurs. Apenas aborda um fato histórico, conforme relatado pelo principal personagem do texto, o historiador e "caçador de nazistas" Efraim Zuroff.

Fico à disposição para esclarecimentos. E agradeço, mais uma vez, a mensagem.

Roberto Simon, repórter do jornal O Estado de S. Paulo

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Comitê da Copa de 2014 confirma exclusão do Morumbi

Os que ''tenham sido'' não prevalece para ''os que forem''.

Eduardo Henry Moreira henrymoreira@terra.com.br

São Paulo

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LAMENTÁVEL CONDUTA

Vergonhosa a decisão da CBF de vetar, agora oficialmente, o Estádio do Morumbi para a Copa do Mundo do Brasil, de 2014. É mais um capítulo de uma novela que se desenrola há mais de ano. Há fortes interesses econômicos envolvidos e certos grupos pretendem que o Morumbi seja vetado para que seja construído um novo estádio em Pirituba, na zona leste da capital paulista. Com isso São Paulo fica provisoriamente sem estádio para a Copa de 2014 e corre-se o sério risco de desperdiçarmos centenas de milhões de reais na construção de um novo estádio, quando seria muito mais fácil, barato e racional reformar o Morumbi, o Pacaembu ou até mesmo o Palestra Itália. Lamentável a conduta da cúpula da CBF.

Renato Khair renatokhair@uol.com.br

São Paulo

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MORUMBI FORA DA COPA 2014

Tramaram, tramaram e finalmente conseguiram. Se já deu certo no Rio, por que não aplicar o mesmo golpe aqui? Novo estádio superfaturado com verbas federais (como o Engenhão)... Depois da Copa, também será ''alugado'' a um clube alvi-negro. No Rio, ao Botafogo. Em São Paulo....Vergonha!

Fernando M. Barretto fmbar@terra.com.br

São Paulo

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EXCLUSÃO DO MORUMBI

Parabéns ao sr. Juvenal Juvêncio, que não se curvou a projetos milionários que certamente arruinariam as contas do clube (pois, financeiramente falidos, outros clubes já amargaram Segunda Divisão). Não se iluda, torcedor, o São Paulo sempre foi e sempre será perseguido e prejudicado pela CBF (Sandro Hiroshi, Jobson ''cheiradão'', etc.). Perde você, paulistano corintiano ou palmeirense, que terá de se deslocar para Pirituba (se o trânsito fluir bem...).

Construir um ''galinhão'' em Pirituba, não tenho dúvidas, ficará muito mais caro que R$ 630 milhões.

Fabio Diogo fabiolmdiogo@hotmail.com

São Paulo

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DÁ PARA ENTENDER?

O Morumbi foi excluído da Copa por falta de garantias financeiras!

O governo vai financiar todos os outros estádios, menos o Morumbi.

Isso é coisa do Ricardo Teixeira e do André Sánchez, que são antissão-paulinos.

Vão fazer outro estádio em São Paulo quando temos um quase pronto.

Vergonha! Não dá para ficar quieto.

Ricardo Nobrega cnc.eng@terra.com.br

São Paulo

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ELEFANTE BRANCO

Assim como tiraram a Olimpíada de São Paulo, de maneira sórdida e desrespeitosa, maquiando o orçamento e gastando dez vezes mais, acabaram por excluir o Morumbi como estádio para sediar jogos da famigerada Copa de 2014. Com o claro intuito de se apropriar e se beneficiar do superorçamento das obras de um futuro estádio, o qual será, indubitavelmente, um elefante branco. Atrás dessa decisão prevaleceram interesses escusos, que os verdadeiros paulistas não

deverão ignorar. Os governos estadual e municipal já declararam que não será colocado dinheiro público nesse empreendimento, mas a aproximação do federal com um clube sem estádio não deixará escapar a oportunidade de aparecer. Quem viver verá. É de lamentar o desperdício de tempo e dinheiro do clube do Morumbi num projeto que já nasceu morto.

João Ernesto Varallo jevarallo@hotmail.com

São Paulo

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OUTRAS PRIORIDADES

Como o SPFC não adotou o projeto completo da Fifa, que custaria em torno de R$ 630 milhões, e sim um plano mais simples, com custo total de R$ 265 milhões, a Fifa excluiu o Morumbi da Copa de 2014.

É inadmissível que a Fifa e a CBF queiram impor à cidade de São Paulo um projeto de quase meio bilhão de reais acima do que o São Paulo Futebol Clube considera necessário para reformar seu estádio particular.

Certamente a população desta cidade, deste Estado e do país tem outras prioridades que não um estádio de luxo para um torneio de futebol. Por mais internacional que seja e por mais renda de turismo que gere. Tal como moradias, escolas e hospitais.

A CBF e a Fifa que vão jogar bola em outro lugar! E o governo federal que endivide outro Estado. Nós, paulistas, já pagamos uma conta muito alta de impostos estaduais e municipais.

José F. Souza Jr. frnc2@hotmail.com

São Paulo

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CURINGÃO 2014

Lula é corintiano e não gosta de São Paulo. Menos ainda da elite da Oscar Freire e do São Paulo Futebol Clube, proprietário do invejado Estádio do Morumbi, aquele que reduziu os ingressos aos corintianos em 10%, como recomendam a lei e a segurança pública. A Fifa atende aos planos corintianos, que são os de Lula, para vetar o Morumbi e viabilizar o Curingão para 2014. Pode ser esta a "garfada" final da gestão petista e corintiana, vingando-se do rival rico e elitizado e enxergando no fim do túnel ou numa periferia qualquer a chance única de conseguir um estádio próprio. Ao tricolor resta investir os milhões que iriam para a Copa em reforçar seu elenco e colocar novas estrelas da Libertadores e do Mundial em seu glorioso uniforme.

Mas, antes, esperar o resultado das eleições, elas podem ainda mudar este panorama maquiavélico de manipulação que se arrasta há meses, para tentar disfarçar o golpe.

Ronaldo Parisi rparisi@uol.com.br

São Paulo

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DINHEIRO DO POVO

O Morumbi foi excluído da Copa de 2014, Lula, fará de tudo, com o dinheiro do governo, para construir uma arena para o Corinthians.

José Francisco Peres França josefranciscof@uol.com.br

Espírito Santo do Pinhal

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MELHOR DESISTIR

O Morumbi foi vetado definitivamente. Falam na construção de um novo estádio. Brincadeira tem hora. A arena do Atlético Paranaense, assim como o Beira-Rio e o Mineirão, já apresenta problemas, sem contar que na maioria das cidades nada ainda saiu do papel. Eu acho que o Brasil deveria ter a humildade de desistir da Copa de 2014.

Ariovaldo J. Geraissate ari.bebidas@terra.com.br

São Paulo

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VACA LEITEIRA

Não sou fánatico por futebol, até porque, em minha visão, a vida tem outras prioridades além de disso. Agora, excluir o Estádio do Morumbi da Copa do Mundo é uma questão política. A construção de um estádio novo para a Copa do Mundo será a vaca leiteira em que muitos irão mamar!

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Praia Grande

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PRO BREJO

Quando eu soube que o presidente do Corinthians, Andrés Sánchez, amigo pessoal

de Ricardo Teixeira, seria o chefe da delegação do Brasil na Copa de 2010, eu disse: "O Morumbi foi para o brejo.'' E não deu outra coisa.

Olympio F.A. Cintra Netto ofacnt@yahoo.com.br

São Paulo

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SÓ FICARAM OS PÚBLICOS

Com a divulgação pela CBF de que os estádios particulares não vão participar da Copa (falta de garantia pelo ALTO CUSTO), sobraram apenas os estádios públicos. Era exatamente isso que todos (ELES) queriam, farra do dinheiro público, quem vai pagar a conta é a população e nada vai acontecer.

Vergonha, torneio de um mês, conta para muitos anos.

Marcelo de Moura mdemoura@globo.com

São Paulo

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ARENA PALMEIRAS

A Prefeitura, para aprovar a ampliação do Estádio Palestra Itália, fez, com muita razão, exigências para a melhoria do sistema viário da região. Entretanto, as mesmas providências não estaria aplicando nas obras de ampliação do Estádio do Morumbi. Muito pelo contrário, não há notícias de que haverá obras para melhorar e ampliar os acessos ao estádio do São Paulo. E pior: vê-se que os projetos apresentados preveem a ocupação de praças públicas para a construção de estacionamentos e outros fins, diferentemente do compromisso do Palmeiras de revitalização da Praça Francisco Matarazzo e reconfiguração geométrica da Praça Marrey Junior. Parecem ser tratamentos bastante diferenciados. Note-se que, no caso do Morumbi, não se conhece nenhuma iniciativa para que o clube seja obrigado a ceder qualquer espaço para o alargamento da Av. Giovanni Gronchi ou da Av. Jules Rimet, a qual, aliás, é utilizada para estacionamento de veículos dos seus freqüentadores, dificultando o cada vez mais caótico trânsito da região. Pobres moradores, se o projeto de ampliação do Morumbi ainda vier a ser aprovado na forma como foi proposto originalmente.

Luiz Carlos G. Pannunzio giotto.pan@gmail.com

São Paulo

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AEROPORTOS

Nossos aeroportos há anos, estão jogados às traças. Independentemente de Copa do Mundo e Olimpíada, os passageiros já enfrentam verdadeiro caos a cada viagem. Nem é preciso grandes estudos para constatar que o governo federal não tem mostrado a menor capacidade de oferecer serviços e estrutura de qualidade nos aeroportos. Basta transitar por eles.

Por força de trabalho, viajo regularmente pelo Brasil e ao exterior. É de uma claridade solar a precariedade e ineficiência dos nossos principais aeroportos: instalações apertadas e lúgubres; ambientes visualmente opressivos e sem graça; filas por toda parte; atrasos nos pousos e decolagens por conta do excesso de tráfego; estacionamentos insuficientes. Só o governo federal não vê não isso.

Já passou da hora de tirar a gestão desse importante setor das mãos incompetentes da Infraero e delegá-la a quem tenha competência no assunto. Os usuários e contribuintes agradecem.

Paulo Ribeiro de Carvalho Jr. paulorcc@uol.com.br

São Paulo

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OS RICOS AMERICANOS E O FUTEBOL

Os falcões da direita norte-americana consagraram o óbvio ao dizer que o futebol é o esporte das massas ignaras e que a Copa do Mundo não tem nenhuma importância para eles. O futebol sempre foi o esporte das multidões. Pobres são essas elites que nunca penetraram no encanto da bola jogada com os pés. Com efeito, é mais fácil um camelo passar pelo buraco da agulha do que um rico entrar no reino dos céus.

Amadeu Roberto Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

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BRASIL RIDÍCULO

O Dunga deve treinar escondido para não ter que mostrar quão patética está a seleção ''dele''. Nojenta atuação.

Leandro Spett spett@hotmail.com

São Paulo

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BRASIL CORRE RISCO

O Brasil, após os 2 x 1 vergonhosos contra os amadores norte-coreanos, corre o risco de cair fora da Copa já na primeira fase. Basta empatar com Portugal e Costa do Marfim e essas duas seleções ganharem da Coreia do Norte com vantagem de mais de um gol.

Laércio Zanini arsene@uol.com.br

Garça

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A COISA TÁ FEIA

É, se a nossa seleção continuar com esta cara de Dunga, não chegaremos longe neste Mundial.

Rejeitado dos Anzóis Pereira umrejeitado@gmail.com

São Paulo

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CANÁRIOS DA TERRA

Existe somente no Brasil uma raça de canários maviosos chamada canários da terra, cuja cor amarelinha foi adotada para ser a cor do uniforme do selecionado brasileiro, que por isso, é chamado de seleção canarinho. Em recente publicação (15/10, A2), o Estadão publicou em ''Sinais Particulares'' uma formação de 11 de canarinhos amarelinhos, representando nosso selecionado, dispostos em posição de início do jogo. Para mim, essa publicação foi como que uma ordem, mandando pra frente os canarinhos, para que cantem o hino brasileiro da vitória ''Salve a seleção...''. Mas a nossa primeira vitória, por 2 x 1, contra a fraca Coreia do Norte, também foi uma demonstração da nossa fraqueza. As aves canoras, quando estão trocando de penas, não cantam, e os nossos "canarinhos" estão trocando o quê? O nosso valor desportivo de pentacampeão mundial de futebol pelo negativismo de um passado heroico? Com a palavra o emburrado Dunga.

Antonio Brandileone abrandileone@uol.com.br

Assis

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SELEÇÃO

Na seleção tartaruga faltou Ganso veloz.

Roberto Twiaschor rtwiaschor@uol.com.br

São Paulo

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ZEBRA

O Dunga escondeu tanto a seleção brasileira que esqueceu até de colocá-la em campo para jogar com a Coreia do Norte. Estávamos tão curiosos para ver as feras lapidadas pelo treinador Dunga! Por ironia do destino, vimos em campo somente a valente e heroica seleção norte-coreana, que quase pregou uma peça no Brasil...

Benone Augusto de Paiva benonepaiva@yahoo.com.br

São Paulo

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O NEGÓCIO É VENCER

Entendo muito pouco de futebol, mas é lamentável o que os cronistas esportivos estão fazendo com o Dunga e com a seleção brasileira. O que vale no futebol não é a VITÓRIA? O Brasil ganhou, como ganharam a Holanda, a Alemanha, a Argentina, que nas pesquisas, juntamente com a Itália (que empatou) e a Espanha (que perdeu), são ou seriam as seleções mais cotadas para ganhar a Copa 2010. Ganharam também Coreia do Sul, Japão, Gana, Eslovênia, Chile, Suíça, Uruguai, sem estarem cotadas. O futebol em nosso país é mais importante do que os inúmeros problemas internos que temos, por isso VOTAMOS MAL, só precisamos ser bons no futebol. Então vale o dito popular, o que interessa mesmo é ''futebol e cerveja''? Para todas as seleções o objetivo é ganhar, mas só uma será campeã, o Brasil é penta. Vamos continuar torcendo para a seleção brasileira.

M. Teresa Amaral mteresa0409@estadao.com.br

São Paulo

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O ponto G

A seleção brasileira, única vitoriosa na primeira rodada, entre as quatro do Grupo G, continua sendo criticada pelos técnicos de escrivaninha e ''especialistas'' no assunto. Visionários, apontam a Fúria como a potência da Copa, que na hora H engasgou com a vuvuzela. Em vez de perguntas sem fundamento ao Dunga, por que não perguntam: ''Isto é real, Madrid?''

Flavio Marcus Juliano opegapulhas@terra.com.br

São Paulo

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ESTÃO RECLAMANDO DE QUÊ?

Essa é a seleção do Dunga, com seu covarde antifutebol, totalmente diferente do nosso verdadeiro e tradicional! O resultado da primeira partida e o gol da Coréia do Norte foram vergonhosos.

Laert Pinto Barbosa laert_barbosa@ig.com.br

São Paulo

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PURA SORTE

Atualmente, quando o futebol deixou de ser prioritariamente encarado como esporte e passou a ser ''um grande negócio'', chega ser enojante acompanhar as transmissões dos jogos da seleção brasileira, pelas televisões e/ou rádios espalhadas por esse Brasil afora. Os locutores e comentaristas, a maioria dos quais incluída nas folhas de pagamento dos clubes, federações, empresários de jogadores ou mesmo dos grandes patrocinadores das transmissões, deixam de simplesmente narrar e/ou analisar o que está ocorrendo em campo para cinicamente tentar passar para os telespectadores e/ou ouvintes as ''versões'' que lhes foram ''encomendadas'', na maioria das vezes discrepantes em relação às imagens vistas na tela. Vejamos o caso do jogo Brasil-Coreia do Norte, quando a seleção brasileira marcou seu primeiro gol de forma fortuita, num lance no qual o lateral direito, como último recurso, para ver o que acontecia, deu um ''bombão'' para dentro da área. Nossos ''doutos'' comentaristas desmancharam-se em elogios à ''capacidade técnica'' do autor do gol, insistindo na tese de que ele havia visto o goleiro sair e ''colocado'' a bola no pequeno ângulo que tinha. Mentira! O lance foi fortuito. Na verdade, nosso jogador, como é mais comum do que se pensa, fez o gol por pura sorte, a exemplo do que acontece nos chamados ''gols olímpicos''. Ou será que alguém vai acreditar que ao fazer um gol olímpico o jogador, ao invés de aproveitar escanteio para fazer um bom cruzamento, friamente opta por tentar mandar a bola diretamente para o fundo das redes?

Júlio Ferreira : julioferreira.net@gmail.com

Recife

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DITADOR AGRADECIDO

O indolente futebol apresentado pela seleção brasileira diante da fraca seleção da Coreia do Norte, pela Copa do Mundo sediada na esfuziante África, até pareceu mais um agrado de uma instituição brasileira ao ditador coreano Kim Jong-il, que já havia sido agradado anteriormente pelo governo Lula com a contestada e desnecessária abertura da Embaixada do Brasil em Pyongyang, capital de um país cuja paupérrima população é subjugada por um regime comunista totalitário, sinistro, policialesco, sanguinário e inclemente.

Kim Jong-il, o déspota de baixa estatura moral e física, que certamente comemorou o pífio resultado da partida como se a Coreia do Norte tivesse vencido, se já estava muito agradecido ao governo Lula, agora está também muito agradecido à seleção brasileira.

Túllio Marco Soares Carvalho

Belo Horizonte

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REDES SEM BALANÇAR

Nesta primeira rodada da Copa da África do Sul, 32 seleções fizeram míseros 25 gols em 16 jogos.

O Santos Futebol Clube, neste primeiro semestre, em somente três partidas disputadas fez os mesmos 25 gols, contra Bragantino, Ituano e Naviraiense. E estas equipes citadas são iguais ou até melhores que uma Suíça, Austrália, Honduras, Coreia do Norte, Nova Zelândia, etc.

Por estes números percebemos que, as seleções foram muito mal convocadas, ou o futebol está em plena decadência!

A Fifa que abra o olho, porque, a continuar assim, os patrocinadores vão dar uma banana para esta competição, que movimenta bilhões de dólares, mas vem decepcionando...

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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QUEREMOS GOLS!

Logo no final Copa do Mundo 2006 o presidente da Fifa, Joseph Blatter, compartilhou a sua preocupação com a falta de gols. Ele disse que mudanças eram necessárias, para não continuar frustrando os bilhões de torcedores. Pudera, a média dos 64 jogos da Copa foi de só 2,296 gols por partida. Imagine agora o tamanho de sua frustração, idem da maioria dos bilhões na audiência na TV, com os resultados dos jogos iniciais da Copa 2010, com pouquíssimos gols.

Temos problemas e oportunidades maiores no Brasil! Quantas vezes fomos ao Pacaembu, Morumbi, Maracanã e outros estádios brasileiros, engolindo um modesto 0 x 0? Espetáculos deprimentes para quem procura emoção! Como agravante, pouco ou nenhum entretenimento antes do início dos jogos e tampouco nos intervalos. Tudo dando a impressão de que os dirigentes do futebol simplesmente ignoram os torcedores. A regra no. 1 no mundo dos esportes diz: "Se os dirigentes não se interessam pelos seus torcedores, estes serões atraídos para outras modalidades de esporte".

Compartilho reflexões, tendo em vista a ascensão do futebol espetáculo e considerando as exigências mais agudas dos torcedores brasileiros.

A altura e largura do gol de 1900 até a presente data, é de 2,44 metros e 7,32 metros, respectivamente, ambos permanecendo inalterados. No início de 1900 os recordes mundiais de salto de altura e de distância eram 1,97 metros, e 7,61 metros, respectivamente. Em 2010 são de 2,45 metros e 8,95 metros, respectivamente. A estatura média do homem brasileiro adulto de 21 anos, em 1900 era de menos de 1,60 metros, e em 2010, é de 1,73 metros. E a estatura dos goleiros (estimativa) era de 1,65 metros em 1900 e 1,90 metros em 2006.

A estatura média do time italiano campeão da Copa 2006 foi de 1,83 metros, bem superior à estatura média dos homens de 1902, quando foi instituído o tamanho do gol, ora vigente. A estatura média do nossa atual seleção é de 1,826m (1,816 m em 2006). Enquanto crescemos em tamanho e capacidade atlética de 1902 a 2010, a dimensão do gol, em termos relativos, diminuiu. A tabela acima evidencia os fatos.

Tudo isto mostra que é imprescindível uma remodelação no futebol. O torcedor quer menos circo na política e mais espetáculo no campo. Quem vai a um estádio ou assiste ao jogo pela televisão quer entretenimento. O que isto significa? Muitos gols! Nenhum gol é o mesmo que conviver sem resultados. Não há gloria sem resultados e sem gols. O bom espetáculo esportivo é aquele que deixa o torcedor exausto de tanto aplaudir, sorrir e "participar" das jogadas.

Aqui vão algumas idéias para promover o futebol-espetáculo, para times profissionais, atendendo o pleito do Presidente da FIFA e as exigências dos nossos torcedores:

1. Aumentar a baliza do gol em um metro de largura e meio metro de altura, para os times profissionais. Em 110 anos, a área do gol ficou pequena, o que dificulta muito a marcação de gols. Para equipes amadoras e femininas, poder-se-ia manter a configuração atual.

2. No final de jogo empatado, determinar automaticamente a prorrogação, até que surja o gol de desempate.

3. Instalar telões em todos os grandes estádios brasileiros, para fazer "replays" de gols, charges de humorismo e propaganda simpática.

4. Aplicar a norma de impedimento só quando o lance ocorrer na grande área. Isto obrigaria os jogadores a correr mais e ocupar todo o campo.

5. Flexibilizar o preço dos ingressos para os grandes jogos. Importante é ter sempre estádios lotados.

6. Privilegiar lugar nos estádios para torcedores que venham acompanhados ou com a família, e para aqueles que compram ingressos para toda a temporada de seus times. Oferecer conforto e segurança para os torcedores, como é feito no resto do mundo.

7. Proporcionar entretenimento mais inteligente ao torcedor de estádio e que fica em casa. Por que não trazer para os estádios cantores, dançarinos e dançarinas, aparelhos para medir vaias e aplausos ("vaiômetro" ou "aplausômetro") para medir o pulso do jogo e ocasionalmente a popularidade de certos políticos, uso de palhaços, cômicos, organizadores de ondas "high tech"? O que se pede é mais imaginação, criatividade e mais espetáculo.

Certamente, novas sugestões poderiam ser aqui acrescentadas com vistas à elevação do nível de nosso futebol. É preciso que cada um apresente a sua. É preciso que estejamos unidos: dirigentes e torcedores. Queremos gols!

Charles B. Holland, Diretor da ANEFAC, conselheiro de empresas, ex-presidente de clube socioesportivo e de associação profissional, neto de tricampeão paulista de futebol charles@holland.com.br

São Paulo

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PELADA

A Fifa marcou o evento, as seleções se classificaram, mas esqueceram de convidar o futebol. Onde está o futebol? Pelada no Aterro do Flamengo tem mais emoção.

Panayotis Poulis ppoulis@yahoo.com.br

Rio de Janeiro

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BALIZA

Do jeito que a Copa está, sugiro, para próxima, que a Fifa aumente a distância entre as traves para podermos assistir a mais gols.

Renato Beraldo renato@yunesparticipacao.com.br

São Paulo

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COPA 2010

Do jeito que a Copa esta, sugiro ,para próxima copa, que a FIFA aumente a distância entre as traves para podermos assistir a mais gols.

Renato Beraldo

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DIVERSÃO

Após a estreia das 32 seleções, fica a sensação de que a espera do prazer é melhor do que o próprio.

Guto Pacheco daniguto@uol.com.br

São Paulo

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OBSERVANDO ATENTAMENTE

Na minha opinião, o gol do Chile foi contra, marcado por defensor de Honduras.

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

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NATURALIZADO ALEMÃO

A mídia noticiou que na seleção de futebol alemã joga um brasileiro naturalizado alemão. Cabe ressaltar que, ao contrário dos Estados Unidos, a Alemanha só concede naturalização a estrangeiros que tenham ascendentes alemães. O citado jogador não tem ascendência alemã. Portanto, seu status deve ser outro, para jogar pela seleção alemã.

Heitor Vianna P. Filho bob@intnet.com.br

Araruama (RJ)

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OVERDOSE

Quando alguém fala muito, geralmente não tem nada a dizer (Fidel Castro e outros). Os repórteres na África do Sul estão nos dando uma overdose de informações inúteis. Einstein descreveu o mundo com quatro letras.

Helga Szmuk helgasz@uol.com.br

Florianópolis

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FUTEBOL IMITA A POLÍTICA

Sou corintiano, porém, como brasileiro, fico imaginando se a seleção tivesse jogado com o trio Robinho, Ganso e Neymar. Ou outros em boas condições físicas. Sem dúvida, não teríamos ficado tão apreensivos e o placar seria diferente diante da frágil equipe da Coreia do Norte. Mas, infelizmente, sabemos que o futebol no Brasil imita a política, quem elege os políticos não é a classe que mais paga impostos, e sim aqueles que se vendem pelo Bolsa-Família. Por sua vez, no futebol, não é a comissão técnica que escala o time, e sim os patrocinadores ou outras entidades ocultas, como tantas nesse nosso país, gigante pela própria natureza e pequeno no respeito às coisas do bem.

Segundo Edmund Burke, ''tudo o que é necessário para o triunfo do mal é que

os homens de bem nada façam''.

Minha contribuição talvez seja esta mensagem e o que nos resta é torcer ...

Waldir Cassapula waldir.cassapula@uol.com.br

São Paulo

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FÉRIAS

Para os jogadores esse futebolzinho tem lá sua vantagem: suas férias serão prolongadas, voltarão logo pra casa.

Maradona: suas comparações com nossos jogadores são iguais às que o Lula faz com Fernando Henrique. São inócuas e não levam a nada.

João Menon joaomenon@terra.com.br

São Paulo

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PAÍS CRIANÇA

Pelo que se sabe, somente o Brasil e Papua Nova Guiné param em dias de jogos da seleção de seus países. Com exceção destes dois, o resto do mundo leva a vida normalmente, trabalhando e estudando, durante a Copa. É constrangedor ver um país que quer ser grande comportar-se de forma tão infantil e inconsequente.

M. Cristina da Rocha Azevedo crisrochazevedo@hotmail.com

Florianópolis

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PRIMA-DONA

Sr. Prima-Donna, digo, Maradona, Pelé, ''aquele moreno'' que o mundo todo ama e louva com justeza como o maior jogador de todos os tempos, não precisa ''voltar ao museu'', afinal, imortal ele já é, com ou sem exposição!

Mas que um certo ''alguém'' precisa urgentemente voltar a uma certa clínica de reabilitação para análise diária com o psiquiatra... oh, se precisa!

Convenhamos, a inveja não é mesmo uma (censurado)...

Paulo Boccato pofboccato@yahoo.com.br

São Carlos

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