Cartas - 20/03/2011

OBAMA NO BRASIL

, O Estado de S.Paulo

20 Março 2011 | 00h00

Visita histórica

Um presidente norte-americano - Barack Obama - vir até nós antes que um presidente brasileiro no exercício do cargo - no caso, Dilma Rousseff - tenha ido até lá é historicamente emblemático. Prova que, por mais que os pessimistas neguem, o Brasil tem hoje sua importância geopolítica reconhecida no concerto das nações. Espero que saibamos negociar com altivez os grandes desafios macroeconômicos que estão em pauta com a ilustre visita.

JOSÉ DE ANCHIETA N. DE ALMEIDA

josedalmeida@globo.com

Rio de Janeiro

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Nas brumas da História

Após o - como de hábito - culto e abalizado artigo de Fernando Gabeira sobre a visita de Barack Obama ao Brasil (18/3, A2), o presidente norte-americano, dotado de não inferiores talentos, deveria responder com reciprocidade, é dizer, suspender a proibição de ingresso do jornalista no território de seu país, em razão de um sequestro cuja memória já está diluída nas brumas da História.

AMADEU R. GARRIDO DE PAULA

amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

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Iguais?!

Não existe a mínima possibilidade de Obama tratar o Brasil "como igual", como exige o chanceler Antônio Patriota, pois desigualdades gritantes entre os dois países tornam a presunção do ministro inalcançável, a começar pelo desrespeito que os próprios políticos brasileiros têm pelos princípios básicos da democracia e outras barbáries mais.

PAULO DE SOUZA CAVALCANTI

paulo_souza_cavalcanti@ig.com.br

Ribeirão Preto

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Política externa

Onde estão os brilhantes assessores da Presidência da República para assuntos internacionais que, no passado recente, tão bem conduziram a aproximação com nações amigas e de alto interesse para o Brasil, como ditaduras africanas, China, que está acabando com a nossa indústria, Coreia do Norte, Líbia, Irã, Venezuela, Bolívia, Argentina, países livres e democráticos? Sem contar a tão bem conduzida política com Honduras... Por que eles não aconselham urgentemente a nossa presidente, que deve estar completamente desorientada ao tratar de aproximação com um país como os EUA?

CLAUDIO O. BRANDILEONE

cbrandileone8424@globo.com

Rio de Janeiro

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LÍBIA

Contaminação

O voto do Brasil na ONU, abstendo-se enquanto a civilização ocidental tenta eliminar um tirano, deixa patente que o "ranço" do sr. Top Top Garcia segue contaminando nossa política externa.

CAIO AUGUSTO BASTOS LUCCHESI

cblucchesi@yahoo.com.br

São Paulo

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Independência e altruísmo

Congratulamos a presidente Dilma por sua independência dos "todo-poderosos" EUA e grandes aliados, abstendo-se na votação da resolução da ONU que autorizou a intervenção no Estado líbio. Ficamos surpresos com a iniciativa, que demonstrou, além de independência, o seu altruísmo. E na ocasião em que o presidente Obama visita o Brasil...

HEITOR VIANNA P. FILHO

bob@intnet.com.br

Araruama (RJ)

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Conselho de Segurança

Se for para o Brasil ficar em dúvida e se abster de votar contra um ditador sanguinário que está cometendo o maior genocídio que a Líbia já conheceu, é melhor que fique fora do Conselho de Segurança (CS) da ONU.

EDVALDO ANGELO MILANO

e_milano@msn.com

Limeira

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Por que essa ânsia, a sofreguidão, o furor, a ideia fixa? Nosso ex-presidente e seu chanceler Celso Amorim foram humilhados por meio mundo e se humilharam diante da outra metade. Faz alguns meses que o Brasil ocupa uma vaga rotativa no CS da ONU e, seguindo orientação da nossa nova presidente e do ministro Patriota, em todas as votações de que participou se obstou!

ROBERTO ARANHA

rcao@globo.com

São Paulo

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Incoerências

A determinação da ONU de que os EUA não invadissem o Iraque em 2003 não foi levada a sério e tropas americanas ainda ocupam o país. Como agora o presidente Obama, Nobel da Paz, pode querer ditar regras a Kadafi, seguindo nova determinação da ONU? São as incoerências de países que pensam apenas nos seus interesses econômicos, desrespeitando regras que deveriam ser seguidas por todos os integrantes da ONU, não só por alguns. A ONU deixa a desejar mais uma vez. São mais ameaças à paz no mundo.

URIEL VILLAS BOAS

urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

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Petróleo e direitos humanos

Ao que tudo indica, são incompatíveis na maioria dos países produtores, estimulados por grandes compradores que são também fabricantes de material bélico. Assim, uma parte dos proventos do ouro negro se torna instrumento de domínio e opressão e outra parte vai para o bolso dos donos do poder. Pouquíssimo em benefício do povo. Daí as revoltas dos que querem eleger democraticamente seus governantes. Há que ter isso em mente quando ouvirmos os próximos pronunciamentos de países compradores de petróleo fabricantes de armas. Poderiam eles ser mais ponderados na produção e venda desse material?

GUNTER WOLFGANG POLLACK

gunterwp@uol.com.br

São Paulo

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Dura realidade

Não sei o que espera os líbios, vítimas de um louco chamado Kadafi, que não foi barrado lá atrás na História, já no atentado de Lockerbie, quando derrubou um avião saído de Londres para Nova York, matando 270 pessoas. Potências da Europa, EUA e também a ONU nada fizeram além de impor sanções econômicas, permitindo, por interesses próprios, que o louco se fortalecesse. Até o ex-presidente Lula o colocou na posição de "irmão". Hoje Kadafi está aí massacrando seu próprio povo. Meu querido pai dizia, repetindo o filósofo inglês Thomas Hobbes: "O homem é o lobo do homem". A lei do mais forte prevalece? Para mim, o que prevalece é a lei do mais crápula. E de crápulas a História sempre vai falar.

MYRIAN MACEDO

myrian.macedo@uol.com.br

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TEMA DO DIA

Pelo segundo ano, cai rendimento no Saresp

Alunos do ensino médio da rede estadual de SP tiveram piores notas em português e matemática

"Sou professor do Estado de São Paulo e fico triste de fazer parte deste cenário tão degradante."

DOMINGOS DE SOUZA RAMOS

"O nível educacional caiu no Brasil todo."

VAGNER RICCIARDI

"É preciso o Saresp para ver que a educação em SP vai mal? É um absurdo o Estado pagar para professores fazerem serviços burocráticos e deixarem as salas de aula sem educadores."

ROSELI CORREA

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Cartas enviadas ao fórum dos leitores, selecionadas para o estadão.com.br

Inspeção veicular e radares

Será que o espírito da coisa, ou seja, a implantação da inspeção veicular assim como a recém denunciada implantação de radares, de forma disseminada, não é só pra encher os bolsos dos envolvidos no processo, ou seja, concedentes e consessionados? Penso que sim!

Orivaldo Tenorio de Vasconcelos prof.tenorio@uol.com.br

Monte Alto

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Divisórias nos bancos

Quando ocorrem assaltos em condomínios, a policia logo diz que os funcionários do prédio deveriam estar melhor preparados. Agora um deputado apresenta e o governador promulga uma lei que obriga os bancos a instalar divisórias nos caixas. Não seria mais interessante o deputado e o governador fazerem algo para que a policia seja minimamente eficiente, ao invés de determinar providencias dos cidadãos?

José Carlos Castaldo jcastaldo@uol.com.br

São Paulo

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Ocaso da Justiça

Diariamente são estampados na imprensa, ''pequenos deslizes'' de representantes de nosso judiciário.Pensávamos que já tivéssemos visto tudo, pelo jeito ainda veremos muito mais. Sabíamos que certos representantes de nossa justiça, apresentam comportamentos nada recomendáveis, mas não supúnhamos que esse câncer tivesse se alastrado para todos os órgãos do judiciário do país. Agora juízes se acusam por fraudes, admitidas por eles, em empréstimos na Fundação Habitacional do Exército . Entre 2000 e 2009, a Ajufer (Associação dos Juízes Federais da 1ª Região), assinou 810 contratos com a fundação, em 700 houve fraudes de quase R$ 21 milhões. Incrível, juízes em fraudes, responsáveis por saques de cheques da associação na boca do caixa e depositados em outras contas bancárias, para dificultar o rastreamento do dinheiro desviado. Esses crimes só foram descobertos por acaso, quando um oficial do Exército reconheceu o nome de uma parente entre os beneficiários. Aí indagamos, onde estavam os auditores e suas auditorias de fachada, incapazes de encontrar fraudes tão berrantes ? O juiz Moacir Ferreira Ramos, ex-presidente de entidade,eximiu-se de qualquer responsabilidade, ao afirmar que ''não há nada que o desabone'', porque não recebeu cópia do relatório da sindicância. Ainda teve a desfaçatez de dizer que a pediu por escrito. É isso aí, sabia, pediu relatório, mas ninguém mandou, deu dois atestados de incompetência, soube mas não agiu, pediu mas não manda em coisa alguma. No outro Supremo, o STJ, houve um primor de parecer , da ministra Thereza de Assis Moura, um absurdo que pode anular investigações da PF na operação Castelo de Areia. Ela afirmou que não se pode aceitar denúncia anônima '' em medida de grande vulto''. Pelo visto, se fosse de pequeno vulto, aí sim poderia. Realmente não tem nada que os desabone. É mais um caso da justiça ou é ocaso da justiça brasileira, por ter muito que a desabone.

João Henrique Rieder rieder@uol.com.br

São Paulo

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Delegacias de SP

Lamentável a decisão do Governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alkmin (PSDB) de fechar centenas de Delegacias de Polícia nas cidades paulistas com menos de 10 mil habitantes. Trata-se de um retrocesso e de um grave erro em termos de política de segurança pública. Precisamos de mais delegacias e policiais e não da sua redução. Os cidadãos das pequenas cidades estarão cada vez mais desprotegidos e inseguros diante do aumento da violências e com o fechamento da delegacia local. Ao invés de investir em segurança pública, ocupar novos espaços e proteger a população, o que se vê em São Paulo é o caminho oposto, com omissão e privatização da questão da segurança, que é função do Estado e não de particulares. Em termos de segurança, educação e saúde públicas, o Estado de São Paulo entrou em processo de franca decadência nessas últimas duas décadas de domínio do PSDB. Pobres paulistas''.

Renato Khair renatokhair@uol.com.br

São Paulo

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Maioridade penal

O menor infrator(?) segue - em escala geométrica - traficando, assaltando, estuprando e assassinando. Entretanto, parte minoritária da sociedade e o legislativo, insistem em manter uma posição paternalista, leniente e de certa forma irresponsável, afagando e protegendo esses criminosos de altíssima periculosidade, ignorando e criando forte resistência quanto a discutir em alto nível o tema redução da maioridade penal. Quando o povo na sua maioria, irá se manifestar?

David Neto drdavidneto@uol.com.br

São Paulo

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Justiça só para criminosos?

Sou bandido, matei, roubei, sequestrei, judiei, estuprei, trafiquei, assaltei bancos, joalherias, tenho vários metros de ficha criminal. Finalmente sou preso e condenado, mas tenho ao meu lado os ''direitos humanos'', bons advogados contratados com o dinheiro que roubei, consigo reduzir minha pena, saio para passear no dia das mães, natal e volto se quiser. Vou ao STJ e me presenteiam com o liberdade. Vivo no Brasil governado por políticos ''fichas sujas'' que roubam, são corruptos, compram votos e se reelegem, vão ao STJ e são presenteados com a absolvição. Eu, cidadão comum, honesto, trabalhador, ficha limpa, não valho nada, pois não tenho emprego pra trabalhar, casa pra morar, comida pra comer, roupa pra vestir,carro pra passear... Só me resta parabenizar a esperteza dos ''lulas'' e ''tiriricas'' da vida e perguntar a quem possa me responder: para que serve estudar e trabalhar no Brasil?

José Alberto de Paiva alpai12@yahoo.com.br

São Paulo

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O nome é outro

O editorial de 17/3 ''O rabo que abana o cachorro'' diz bem da inversão de valores que acomete o Brasil quando o assunto é política fundiária. O Incra, órgão do Ministério de Desenvolvimento Agrário, tem funcionários e recursos em número muito superior àqueles a disposição do ministro titular da Pasta a que se subordina, coisa que só faz sentido no mundo petista. A Reforma Agrária - secular bandeira das esquerdas - deveria consistir na distribuição de terras e recursos agrícolas de modo a assentar agricultores sem terra e, ao mesmo tempo, desenvolver a agricultura e promover justiça social. Criado em 1970 - logo, há 41 anos ! - com o propósito de implementá-la, até hoje estamos esperando, pacientemente, que o Incra a faça sair do papel. Sejamos honestos: como é possível alguém falar seriamente em ''reforma'' (de qualquer coisa) por 41 anos (!) e tudo continuar igual, senão pior que antes ? O vocábulo ''reforma'' pressupõe disposição de mudar algo que esteja insatisfatório num período razoável. ''Reforma'' implica, em certa medida, ideia de ruptura com padrões antigos, apontando no sentido de rápida quebra de paradigma e extraordinário progresso em relação ao modelo anterior, supostamente obsoleto. O que, neste sentido, ocorreu nestes longos 41 anos ? Digo tranquilamente: nada ! Em pleno Sec. XXI, continuam os pequenos agricultores - boa parte analfabetos - trabalhando na lavoura com enxadas e foices, precários instrumentos do Brasil colônia. Logo, o nome disso não é ''reforma'', é embuste ! E não é por falta de verba pública que as coisas seguem nesse sonolento vai-da-valsa, porque dinheiro tem e até de sobra. Terra então, é o que menos falta: diga-se, a propósito, que as atuais (!) áreas de assentamentos do Incra - todas agricultáveis - são maiores que a superfície do Chile - país de 17 milhões de habitantes onde há deserto, áreas gélidas ao sul e a Cordilheira dos Andes ! Em 41 anos o programa de assentamentos do Incra não conseguiu fixar sequer 1 milhão de famílias, que, reunidas, constituem-se, talvez, no maior latifúndio improdutivo do mundo ! Se forem aplicar os tais índices de produtividade que querem impingir aos fazendeiros aos assentamentos existentes, veriam resultados pífios, já que pouco mais de 5% têm alguma autonomia, conseguindo extrair da terra o seu sustento sem ajuda dos programas sociais. a grande maioria dos assentados vive de adjutórios tipo bolsa família, aposentadoria rural, pensões, seguro-desemprego e quejandos - nada a ver com ''produção'' ou ''produtividade'' no meio rural. Para manter - e ampliar - esse retumbante fracasso a que dão (indevidamente) o nome de ''reforma'' agrária, o Ministério do Desenvolvimento Agrário recebe, anualmente, R$6,3 bilhões retirados dos bolsos dos contribuintes, dos quais repassa R$4,3 bilhões ao Incra, aquele tal rabo que abana o cachorro ! Não há praga na lavoura que custe mais ao bolso do contribuinte.

Silvio Natal silvionatal49@yahoo.com.br

São Paulo

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Obras do Maracanã

O Estádio do Maracanã já foi palco de diversas obras de reforma a cada mega

evento esportivo, milhões são gastos visando melhorias no estádio. Agora em

mais outra temporada de obras, onde assistimos mais desperdício do dinheiro

público: as cadeiras que foram compradas para o PAM estão empilhadas e

segundo dizem serão doadas (fazer doação com o dinheiro alheio é simples,

não é?) e já falam de aumento do orçamento para R$1.1 Bilhão, e a exemplo do

Engenhão (além de outras obras públicas como a Cidade da Música) esse valor

ainda irá aumentar até o final da reforma, sem que ninguém seja

responsabilizado. Ora, já foram gastos no estádio do Maracanã dinheiro

suficiente para construir pelo menos dois estádios novos. Em quanto isso

falta verbas para construção/reforma/aparelhamento de hospitais e escolas. A

festa maior a ser comemorada nos próximos mega eventos (Copa do Mundo e

Olimpíadas), pelos administradores públicos será a sangria realizada nos

cofres públicos.

Paulo Sérgio Mathias Henrique paulo.mathias@gmail.com

Rio de Janeiro

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A decisão da presidenta

Todos sabemos, de uma forma ou de outra, que o fato do Brasil sediar a próxima Copa do Mundo será bom para nosso País. Será mesmo? Sabemos também, pela imprensa, que o cronograma das obras necessárias, exigidas pela FIFA, sofre atrasos e dificuldades financeiras. Temos nossa dúvidas pessoais sobre a possibilidade de parte de o dinheiro envolvido ser desviado para interesses particulares ou, simplesmente falando, corrupção ou enriquecimento ilícito de alguns, os mesmos de sempre. Sabemos também que o poder desses grandes grupos envolvidos na próxima Copa é muito grande junto à imprensa e ao Governo. Mas a Senhora é imune à isso. E é aí que sua participação se torna fundamental para nos ouvir: alguém com poder e coragem suficiente para não ser arrastada por essa maré futebolística e anunciar ao Brasil que ainda não é nosso momento de sediar uma Copa, que usaremos esses recursos na solução dos nossos problemas internos. Apenas isso, reavaliamos o foco do Governo tendo em vista conjuntura mundial e, principalmente, o que podemos fazer por um número maior de brasileiros. Tome essa decisão e será lembrada bem depois dessa efêmera Copa do Mundo ou alguém se lembra dos responsáveis da Copa na África? Sabe-se sim, dos problemas das estruturas abandonadas, das dívidas contraídas e do abandono de várias construções. Talvez a Senhora possa desagradar alguns mas não, com certeza, a maioria dos cidadãos desse nosso Brasil, que esperam por novas melhorias sociais em suas vidas e acreditaram em suas propostas. Querem um Governo que funcione e resolva as coisas e não apenas patrocine espetáculos.Tome essa decisão Presidenta pois a Copa dura um curto período mas nosso País e seus cidadãos , são para sempre.

José Andersen jose_andersen@via-rs.net

Porto Alegre

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Reeleição

Então a comissão especial da reforma política do Senado é contra a reeleição nos cargos executivos (Presidente, Governadores e Prefeitos) e querem aumentar o mandato em um ano passando para cinco, vai ser assim para os cargos legislativos (Senador, Deputado Federal e Estadual e Vereadores)? Na minha opinião tem que ser igual, ou seja, se acabar a reeleição, que seja para todos os cargos políticos, se mantiver a reeleição todos devem se desincompatibilizar do cargo para disputar novo mandato, voltar a ter 02 senadores ao invés de 03 (já era assim antes do militarismo), o voto deve ser distrital e NÃO obrigatório, (Senador Aécio Neves, vocês sendo políticos corretos, com moral e ética, com certeza não teremos setores desestimulados e não vai ter dispersão muito grande dos votos), chega de coeficiente político, que sejam eleitos os candidatos com maior número de votos, sendo assim, com certeza vamos melhorar a democracia nesse país. É esperar pra ver em que mais eles irão se beneficiar sem consultar o povo, pois só fazem plebiscito quando interessa a eles.

Jankiel Brez pebrez@hotmail.com

Santos

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Jaqueline Roriz

Comprovando que a deputada Jaqueline Roriz, filha do ex-governador Joaquim Roriz, afastado por corrupção, a única coisa que os brasileiros poderão esperar, seria não somente a punição, mas a exigência de devolução de todo o dinheiro público apossado de maneira extorsiva. Vejo nos noticiários de jornais o demagógico empenho do PSOL querendo punição rigorosa para essa deputada, o mesmo empenho que notamos também do PT. Porém, eles sentam em cima dos seus rabos e não faz o mesmo com os mensaleiros petistas, os 40 ladrões indiciados pelo STF que até hoje estão esbanjando criatividades de corrupções, ocupando cargos públicos e sem a punição que estão exigindo dos seus adversários. Porque o Poder Judiciário vem empurrando com a barriga o julgamento dos mensaleiros petistas? Será que estão esperando cair no esquecimento?

Benone Augusto de Paiva benonepaiva@yahoo.com.br

São Paulo

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Verdades sejam ditas

Não há motivo para se duvidar das declarações do ex-governador José Roberto Arruda, à Revista Veja. Afinal de contas, o governo Lula e o PT banalizaram a corrupção no Brasil, de uma forma tão abrangente, que ela encontrou morada em todos os partidos e foi abraçada por quase todos os políticos do nosso País.

Francisco Ribeiro Mendes mendes.brasilia@gmail.com

Brasília

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Denúncias

Por que será que só agora, José Roberto Arruda, ex-governador de Brasília (DF) resolveu botar a boca no trombone fazendo graves denuncias contra vários parlamentares do PSDB, DEM e PT ? Se ele tivesse coragem de denunciá-los quando estava preso, quem sabe, diminuiria sua ''pena''.

Virgìlio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Praia Grande

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Trapalhadas do Minc

Aos poucos, todos os artistas que participaram da campanha pró-Dilma em 2010 vão ganhando regalias às custas do Governo Federal. A primeira foi Anna de Hollanda, irmã do compositor e cantor carioca Chico Buarque. Mesmo com pouca experiência no executivo, teve ótimas indicações de um notório cabo eleitoral petista e logo assumiu o Ministério da Cultura. A beneficiada da vez foi a cantora baiana Maria Bethânia, conhecida por sua aversão declarada ao meu Estado: Pernambuco. Recebeu do Ministério da Cultura nada mais nada menos que 1,3 milhões de reais para criar um blog. Sim, uma página na internet. Difícil imaginar que num país em desenvolvimento, carente de recursos em inúmeras áreas e enfrentando tantas dificuldades, haja lambanças desse tipo com o dinheiro público.

Thiago C. Andrade thiagocandrade@gmail.com

Recife

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Ainda o blog

O cineasta Jorge Furtado, entre outros membros da classe artística, resolveu atacar, em artigo, uma tal ''elite branca paulista'', por conta dos protestos contra o financiamento com dinheiro público de um blog de Maria Bethânia. Diz ele que os artistas não são financiados pelo MinC e que tem que se humilhar pedindo dinheiro, para a tal elite branca que ele tanto despreza. O que ele não conta é que o dinheiro que eles conseguem arrancar da iniciativa privada, é abatido dos impostos a pagar por estas empresas. O estado abre mão destes valores em impostos. Em resumo, tais empreendimentos são pagos com dinheiro público! O dinheiro que financia shows e projetos de artistas consagrados, falta para consertar estradas, equipar hospitais, construir escolas. Os contribuintes têm todo o direito de reclamar. Brancos, paulistas, negros, nordestinos, não temos razão nenhuma para contribuir para a fortuna pessoal dos medalhões da classe artística brasileira.

Maria Cristina Rocha Azevedo crisrochazevedo@hotmail.com

Florianópolis

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O que pensa dona Canô?

Seria questionável a utilidade do blog de Maria Bethânia, fosse ele idealizado para difusão do ponto de vista cultural da cantora. Agora se sabendo que vai receber R$ 50 mil por mês pela direção artística do blog, torna-se lamentável e vergonhoso seu pedido e indecorosa, pela atitude protecionista, a aprovação do Ministério da Cultura.

Luiz Nusbaum lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

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Blog de Bethânia

O povo não entendeu que Blog é uma espécie nova de animal que possui anti-corpos contra todos os tipos de câncer, AIDS, depressão e outras doenças. A Bethânia leu a respeito e quer criar um Blog, por isso pediu captação de recursos.

Sérgio Teixeira dos Santos sergiots10@uol.com.br

Sorocaba

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Maria Bethânia

Quando um governo se dá ao luxo de disponibilizar a bagatela de R$1,3 milhão a título de captação para a criação de um blog a uma cantora de MPB (nesse caso, uma grande cantora, pois trata-se de Maria Bethânia), é sinal de que há uma deturpação completa de conceitos a respeito do papel do Estado no País. Todos nós pagaremos a conta - sim, a verba será pública - para a criação de uma polpuda fonte de receitas privada. Parece que Maria Bethânia goza de grande prestígio no Ministério da Cultura, hein! É ou não é o fim do mundo?

Henrique Brigatte hbrigatte@yahoo.com.br

Pindamonhangaba

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Ação beneficente

A exemplo do G7, vou vender minhas moedas de iene para ajudar os meus irmãos japoneses!

Sergio S. de Oliveira marisanatali@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

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Aprendizado

Uma das qualidades que o brasileiro não deve perder é a sua conhecida solidariedade. Povo bão !, como diz o mineiro. Mas não se pode deixar o egoísmo e soberba tomarem conta. Somos seres sociais e solidários por natureza, dependentes uns dos outros a vida inteira. A roupa que vestimos, o sapato que calçamos, o alimento que consumimos, o dentista que cuida dos nossos dentes, o médico que cuida da nossa saúde, são apenas alguns exemplos da nossa indigência perante a sociedade. Não podemos sequer dizer para alguém: ema, ema, ema, cada um com seus problemas! Porque uma alma que se eleva, eleva o mundo, e uma alma que se rebaixa, rebaixa o mundo. Estamos agora assistindo a tragédia do povo japonês, povo instruído, cultura milenar, segunda potência mundial, em estado de extrema carência, dependendo do apoio e da benevolência do mundo. É preciso ajudar e aprender.

Luiz Antonio da Silva lastucchi@yahoo.com.br

Ribeirão Preto

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A solidariedade do imperador do Japão

Em discurso histórico para as Redes de Televisões do Japão o Imperador do Japão Akihito expressa condolências as vitimas da tragédia que se abateu sobre o Pais do Sol Nascente e pede esperança aos que ficaram. Foi a primeira vez no seu reinado que o discurso foi feito, anteriormente seu Pai o Imperador Hiroito usou o Radio em que anunciava a aceitação da rendição militar incondicional imposta pelos aliados para o Fim da Segunda Guerra Mundial. Como vimos na historia recente do Japão, os pronunciamentos são sempre pela Dor, da Guerra e das Tragédias que abalaram uma das Nações mais ricas do mundo, porem essa riqueza hoje não pode ajudar em nada porque seu Povo atingido pela tragédia esta carente por água, energia, alimentos e local para abrigar os milhares de japoneses que vagam pelas ruas das cidades destruídas pela tragédia. O que poucos viram, o que poucos falaram foi de que a mesma água que varreu do mapa as cidades pela força da Tsunamis e que milhares de pessoas sofreram com a tragédia, agora é o liquido e o combustível principal do oceano necessário para o resfriamento dos reatores afetados pelas explosões nas usinas Nucleares de Fukushima, somente assim poderão evitar a tragédia maior que foram as Bombas de Hiroshima e Nagazaki utilizadas na Segunda Grande Guerra que terminou em 1945. Iremos conclamar o Imperador do Japão e todos os Governantes do mundo, ONU, Unesco, agora para nos unirmos pelo Amor a Vida, ao Meio Ambiente a Água, a Educação para a Sustentabilidade para que o mundo tenha um novo caminho com energias Cósmicas e de Consciência Planetária, onde nas Cidades receberão a Energia Solar e Eólicas produzidas pelos ventos e a luz da própria Natureza. Em nosso projeto O Despertar da Consciência, iremos Educar os 6,8 Bilhões de Seres Humanos para a Paz, Saúde, Tecnologia e Sustentabilidade, com isso poderemos ter o Equilíbrio Planetário e um convívio Harmônico com a Natureza e a Vida no combalido Earth Planet. Juntem-se a nos pela grande causa.

JOSE PEDRO NAISSER JPNAISSER@HOTMAIL.COM

Curitiba

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Piada de mau gosto

Enquanto o mundo inteiro está consternado com a tragédia que abalou e está ceifando centenas de vidas dos nossos irmãos japoneses, um pálido advogado Presidente da OAB/Acre aparece divulgando seu perfil no Twitter, uma frase de mau gosto. ''No Japão, como é que sabem quem está desaparecido? São todos iguais. Rsrsrsrsrs.''. Quero registrar a minha repulsa contra essa piada irresponsável e desrespeitosa com os Direitos Humanos. Faço minhas as palavras do nobre deputado Moisés Diniz, ao afirmar que ''o problema da advocacia não é o diploma, é o caráter''. São esses caras que insistem em impor goela abaixo o caça-níqueis, pernicioso, abusivo e inconstitucional Exame da OAB, verdadeiro mecanismo de exclusão social, afrontando a Constituição o Estado de Direito e os Direitos Humanos. Abocanham R$ 66 milhões por ano, tosquiando com altas taxas milhares de bacharéis em direito (advogados), gerando fome, desemprego e doenças psicossociais, sem dar nada em contrapartida, e sem prestar contas ao TCU. Que os ministros do Egrégio STF mirem-se na celeridade, no exemplo humanitário e moralizador do Tribunal Constitucional de Portugal, que declarou inconstitucional o Exame de Ordem. Egrégio STF a maior Corte de Justiça do nosso país, guardião da Constituição por expressa delegação do poder constituinte, não pode se curvar aos interesses escusos dos mercenários da OAB, deverá cumprir com zelo, dedicação, pertinácia e denodo e com absoluta independência moral, os elevados objetivos norteadores de sua criação, tem que dar um basta nesse leviatã, (OAB) julgando urgentemente o Recurso Extraordinário (RE) 603583, que visa extirpar esse câncer (Exame da OAB), do nosso ordenamento jurídico, em respeito à Constituição Federal ao Estado de Direito e aos Direitos Humanos.

Vasco Vasconcelos vasco.vasconcelos@brturbo.com.br

Brasília

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Povo feliz

Foi terrível a tragédia, que ocorreu no Japão. Morreu muita gente! Graças a Deus! Que no Brasil não há nada disso. O povo brasileiro é feliz.

Paulo Dias Neme profpauloneme@terra.com.br

São Paulo

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Japão

A catástrofe que atingiu o Japão com o tsunami, e atinge agora com perigo de explosão das usinas nucleares, segundo informações veiculadas pela mídia, dará um prejuízo material de mais de US$ 100 Bi, - dinheiro equivalente ao que pagamos de juros pela nossa dívida, por ano. É claro que esse valor poderá aumentar, pelo risco que correm, ''em nome do progresso'', das usinas propagarem radioatividade por vários países circunvizinhos afora o Japão, atingindo indiretamente milhares de pessoas. Já, comparando com as mortes da catástrofe do Haiti, somente com o terremoto morreram 200 mil pessoas; - fosse acompanhado de um tsunami, não sobraria ninguém pra contar a história. No Japão que tem uma população 10 vezes maior, o número de mortes não chegará a 10% daquela tragédia. A diferença está na cultura e consequentemente no poder econômico. Se não pagássemos tanto em juros, e se não fôssemos tão corruptos, poderíamos investir mais em nós mesmos, pra que quando chegar a nossa vez, não acontecer o que aconteceu com o Haiti. E não é agourar, com a depredação do planeta, pelo ser humano, ''em nome do progresso'', a vez chegará para todos.

Cesar Maluf malufcesar@googlemail.com

São Paulo

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Apocalipse

Noé anunciou durante cento e vinte anos a vinda do dilúvio aos seus contemporâneos, sendo alvo de chacota pelo povo da época. Inundações, tsunamis, terremotos, guerras, entre outros sinais, apontam para o apocalipse. Queiram ou não os céticos são um convite à reflexão sobre as profecias do Livro que tem milênios de existência, imutável eu todo o seu conteúdo.

Caiuby Luciano Gomes caiubylgomes@yahoo.com.br

Botucatu

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Desastre em Fukushima

É interessante notar, que quando acontecem acidentes em usinas nucleares, são divulgadas muito poucas imagens em close ou próximas dos acidentes, apesar de toda a tecnologia atual.

Pedro Choma Neto pedroneto@brturbo.com.br

Irati (PR)

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Admirável povo japonês

O terremoto e o tsunami fenderam a terra ameaçando quebrar a dignidade, o equilíbrio, a calma dos japoneses. A tragédia tirou a vida de milheiros de pessoas e colocou a dura prova a força de caráter deste admirável povo que, entretanto unido vive em silencio um novo cotidiano feito de penúria, dor e poucas certezas, um povo que no seu dia a dia feito de precariedade está sabendo manter a ordem e a dignidade, educados como é ao respeito da lei e do próximo, controlando a dor, o medo a tristeza, emoções estigmatizadas por um altíssimo sentido do dever. Os meninos não choram, homens e mulheres voltam silenciosamente ao que sobrou de suas casas tentando recolher os restos de toda uma vida. De longe olhamos emocionados seus rostos cansados, mas não derrotados, marcados pela fadiga, mas ainda altivos que não negam o medo, o drama, a angustia, mas as domam e procuram transformá-la em energia e capacidade para enfrentar o presente e repensar o futuro. Na impossibilidade de ajudar quero expressar minha solidariedade, meu carinho e minha admiração para este grande povo.

Franco Magrini framagr@ig.com.br

Cachoeira Paulista

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Tsunami eterno

Nipo-brasileiros criticam à toa o ministro mentecapto Carlos Lupi, sobre a frase ''O Brasil vai acabar .......''. O Brasil acabou com Lula na Presidência. O mensalão é o tsunami eterno da sociedade brasileira .

José Francisco Peres França josefranciscof@uol.com.br

Espírito Santo do Pinhal

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Tragédia Nuclear do Japão

Trago a minha estranheza com o silêncio da grande mídia a respeito da tragédia do Japão. A principal pergunta ninguém faz e nem o melhores ''experts'' em energia nuclear tocam no assunto. Então temos o seguinte cenário: um país limitado territorialmente, com áreas disponíveis para a agricultura bem escassas, tendo muitas montanhas e vulcões. Ora, com o problema natural dos vulcões e com os comprovados e constantes tremores de terra e, infelizmente, com os graves e fortes terremotos seguidos de tsunamis, esse país não poderia optar pela energia nuclear! Alguém tem que ser responsabilizado. O Tribunal Internacional de Haia existe para julgar crimes contra a humanidade'' Na medida em que o perigo de irradiação nuclear atinge, além da população japonesa, as populações dos países vizinhos a Tragédia Nuclear PRECISA ser investigada por um Tribunal qualificado. Ou não é assim?

Armando Moraes Delmanto adelmanto@hotmail.com

Botucatu

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Quanto pior, melhor

Imoral e insensível a declaração do Ministro do Trabalho Carlos Lupi : ''o Brasil poderá ganhar mais do que ter prejuízo com a tragédia que ocorreu no Japão'', a refletir toda uma conduta petista durante toda sua história. Enquanto estavam fora do poder, sempre foram adeptos do quanto pior melhor... até que chegaram ao poder! Agora parecem avaliar o quanto lucrará o Brasil ''de Lula/Dilma'' com a desgraça de uma Nação amiga... Pelo amor de Deus, não existe um filtro que nos proteja destes boquirrotos do governo e que nos envergonham perante as nações do mundo? Nós, brasileiros, estamos tendo nossa imagem enquanto povo destroçada internacionalmente!

Mara Montezuma Assaf montezuma.fassa@gmail.com

São Paulo

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O problema nuclear

A sociedade humana é como o indivíduo, pouca atenção às doenças endêmicas e desespero nas doenças crônicas. Move-se mundos quando descobre o câncer terminal, mas nenhuma atenção à medidas profiláticas de prevenção! Quantas pessoas morrem por hora no Mundo com acidentes automobilísticos? E isso é sequer notícia de jornais? Entretanto, desastres localizados em usina nucleares, até mesmo por imoralidade política, comove o mundo em demagogias baratas. As usinas estavam em lugares errados, E os automóveis por acaso também não estão? O homem de hoje pode viver sem automóveis (assassinos) ou energia elétrica? E olha que pode, é só copiar como vivem as abelhas, as formigas, os cupins etc., sociedades altamente urbanas e com tecnológicas que fazem nossa ciência ser ainda um jardim da infância!

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

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O abandono dos brasileiros

Enquanto o mundo, estarrecido, observa os abalos sísmicos que vitimaram seriamente o Japão, dois meses e meio se passaram da tragédia ocorrida na região serrana do Rio de Janeiro, provocada pelo excesso de chuvas e a população ainda se encontra abandonada, abrigada

coletivamente em galpões, subnutrida, sem meios de comunicação, famílias inteiras desaparecidas, casas sob ameaça de ruir, etc. O mesmo se pode dizer das outras localidades castigadas ou pelas chuvas ou até pela seca, em diversos pontos do país. Não é possível entender como o exército brasileiro presta auxílio continuo no Haiti, enquanto nossa população passa por sérias necessidades. Muito menos se compreende como um governo que se apresenta como socialista, cujo lema é ?tudo pelo social?, trate os necessitados com tanto descaso e esquecimento enquanto o leão devora o bolso das classes produtoras.

Trata-se de deboche, cinismo ou contrassenso, tanto mais que se assistiu, recentemente, à doação de altas somas a outros países ditos necessitados, ao uso da máquina pública para se eleger a candidata oficial a presidente, além do aumento abusivo de seu salário, dos

deputados e senadores, e de se ter multiplicado para 39 o número dos ministérios. Fica a pergunta: - O que seria deste país se não fosse ''tudo pelo social''?

Maria Cecília Naclério Homem mcecilianh@gmail.com

São Paulo

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Nação digna

Enfrentando a catástrofe impiedosa, ergue-se a nação japonesa armada de dignidade, união e coragem. O silêncio de sua dor faz-se ouvir mais do que se fossem altos brados. A luta da grande família formada pelos filhos deste povo sensibiliza e ensina ao mundo como combater a adversidade e reconstruir a partir dos destroços. Juntamente com a destruição, o tremor em terra e mar libertou a poderosa energia do que o Japão tem de melhor.

Jorge Alberto Nurkin jorge.nurkin@gmail.com

São Paulo

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Catástrofe

É incrível a diferença quando acontece um acidente ou catástrofe em países democráticos como está acontecendo no Japão. Além de ser divulgado ao mundo, com a imprensa internacional cumprindo seu papel, aceitam sem pestanejar ajuda externa. Quando um acidente natural ou não, acontece em países comunistas ou pseudo-democracias, escondem enquanto pode e não aceitam ajuda externa. Aconteceu isso em Chernobyl e aconteceu recentemente no Brasil quando o governo brasileiro recusou ajuda externa na catástrofe na região serrana do Rio de Janeiro. Quantas vidas poderiam ter sido salvas se nosso mambembe sistema democrático não fosse tão auto-suficiente e aceitasse ajuda externa cujos profissionais têm experiência em salvar vidas? Ao negar ajuda o Governo deixou exposta sua fragilidade e incompetência, fora o ridículo deste orgulho besta.

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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Superação

Fala-se que se o recente terremoto acontecido no Japão tivesse ocorrido em qualquer outro pais do planeta, as perdas humanas seriam infinitamente maiores. Se o epicentro fosse na costa do Brasil, por exemplo, estaríamos lamentando a morte de milhões de brasileiros. O povo japonês que se acostumou com as grandes catástrofes naturais durante toda a sua existência, aprendeu a se precaver e a se proteger fisicamente dessas ocorrências através do desenvolvimento tecnológico, que minimiza muito as suas perdas materiais e humanas e muito mais importante do que isso, desenvolveu uma grande espiritualidade, que o ajuda a superar como nenhum outro povo no mundo, esses momentos de enorme sofrimento.

Victor Germano Pereira

victorgermano@uol.com.br

São Paulo

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Um bom teste

O Presidente Sarkozy deveria aproveitar a resolução da ONU para mostrar a eficiência de seus Rafales atuando na zona de exclusão aérea sobre a Líbia, autorizada há pouco pela Organização das Nações Unidas (ONU). O Brasil agradeceria e Muammar Khadafi também.

Humberto de Luna Freire Filho hlffilho@gmail.com

São Paulo

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Não justifica

O fato do ditador da Líbia, Muamar Kadafi, estar no poder há anos, não justifica uma invasão àquele país. Se for por este raciocínio, vão faltar tropas para efetuar invasões. Se as forças leais ao ditador estão recuperando as cidades perdidas e se as forças rebeldes não estão mais conseguindo manter as cidades conquistadas, não tem armas para manter uma luta igual, não é com invasão que a questão será resolvida. A invasão é um ato arbitrário. A questão do povo não querer mais o ditador e sua família no poder, que seja resolvida no âmbito do povo líbio. Quando muito, e mesmo assim não seria correto, poderia se armar os rebeldes para que lutassem de igual para igual, pois, ao que parece, a luta vai descambar para uma desigualdade sem dimensões. As tropas líbias com armamentos e os rebeldes com pedaços de pau e pedras. Vendo este cenário é que os EUA falam em invadir com o apoio da França. A Alemanha já falou que não vai entrar numa guerra. E está certa, eles tem o país deles para cuidar. Deixem o povo líbio resolver a questão. Será difícil? Sim, será, mas não é a invasão que vai resolver o problema. A questão é que com o fim da chamada guerra fria, a Rússia perdeu força e terrenos no cenário internacional. Se diminuiu, e com isso os EUA cresceram neste aspecto a acham que mandam ou querem ser a palmatória do mundo. Esta é a questão.

Panayotis Poulis ppoulis@ig.com.br

Rio de Janeiro

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Intervenção militar na Líbia

As decisões mundiais de alta relevância, como a intervenção militar na Líbia, sempre são adrede preparadas, como, aliás, não poderia ser de outro modo. As abstenções - Os BRICs e a Alemanha - não impediram a tomada da resolução e, como medida cautelar a ser eventualmente utilizada no futuro, mantiveram aberta uma porta para eventuais negociações. Negociações que, contudo, tornar-se-ão impossíveis, se a loucura expressa por Kadafi for posta em prática.

Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

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Apoio a Kadafi

Será que a presidente Dilma não sabia o que estava fazendo quando participou da luta armada contra a ditadura militar no Brasil ou não sabe o que esta fazendo agora ao apoiar a ditadura militar do psicopata e assassino confesso Muamar Kadafi da Líbia? Exatamente o quê a diplomacia brasileira quer provar com esse apoio? Essa posição certamente não reflete a opinião da maioria da população brasileira que tem forte vocação democrática.

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

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Abstenção de novo

Mais uma abstenção do Brasil. no Conselho de Segurança da ONU. A primeira, derrotada pela maioria, se contrapôs à decidida censura ao desrespeito dos direitos humanos no Irã. Hoje (17/3), sem pelo menos a coragem de apoiar o ''irmão e companheiros!'' Kadafi, abstém-se nosso país quando o Conselho aprova medidas que procurarão impedir mais bombardeiros do tirano líbio contra seus próprios cidadãos. Realmente, diversamente do que declarou na Índia, nenhuma palavra dirá o presidente Obama, na sua chegada sábado, quanto à nossa cada vez mais distante pretensão de uma cadeira permanente no Conselho de Segurança. Enfim, sem ser prolixa, a sucessora segue os passos de seu mestre e a nossa política externa toma o caminho de Cuba no carnaval.

Jairo P. Gusman jairogusman@gmail.com

São Paulo

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