Cartas - 20/04/2011

SEGURANÇA PÚBLICA

, O Estado de S.Paulo

20 Abril 2011 | 00h00

Polícia Federal

As últimas notícias na área econômica mostram que há certo desnorteamento no setor das finanças do País. O corte na verba da PF, afetando a fiscalização de nossas fronteiras, que já vinha sendo deficiente, ainda mais agravada pelo desaparelhamento imposto às Forças Armadas, só contribuirá para favorecer o contrabando de armas e o tráfico de drogas. A sucessão de cortes é consequência de uma política mentirosa praticada na gestão Lula, claramente com objetivos eleitorais e que a presidente Dilma certamente não desconhecia. Adicione-se uma boa dose de incompetência e persistência no erro, pois não faltam verbas para setores que envolvam propaganda governamental.

PAULO BRAUN

paulobraun01@gmail.com

São Paulo

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Agradecimento

Meus agradecimentos pelo editorial Os problemas da Polícia Civil (16/4, A3), enfatizando os aviltantes salários pagos aos delegados de polícia pelos últimos governos de São Paulo. Só valorizando esses profissionais do Direito é que obteremos, entre outros fatores, uma sociedade mais segura.

DENIS ALMEIDA CHIURATTO, delegado de polícia

darthdeach@gmail.com

São Paulo

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Debandada

Parabéns pelo editorial acerca da debandada de delegados da Polícia Civil paulista em razão dos ínfimos vencimentos. Acrescento que os operacionais - investigadores e escrivães -, valorosos profissionais, também sentem o descaso e procuram outros concursos ou o setor privado para sua mantença. O governo precisa urgentemente rever sua posição quanto à política salarial da Polícia Civil, sob pena de redescobrir o gosto amargo de um greve geral.

MAURO LUÍS TRUZZI OTERO, delegado de polícia

mlto1dp@@gmail.com

São José do Rio Preto

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Alta prioridade

Com satisfação dou parabéns ao sr. Carlos Alberto Di Franco pelo excelente artigo Polícia - boas e más e notícias (18/4, A2), sobre o trabalho do secretário de Segurança Pública do Estado, Antônio Ferreira Pinto, na polícia paulista, com apoio total do governador Geraldo Alckmin. Reconhecemos que o problema da segurança pública é enorme, tal como foi brilhantemente apontado no artigo. E concordo que a melhoria dos salários das polícias é um fator de alta prioridade para que a estratégia de melhoria da atual administração seja próspera e não dê subsídios para retaliações.

RICARDO LERNER, vice-presidente da Fiesp

rlerner@fiesp.org.br

São Paulo

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COPA 2014

Precatórios

O ex-governador José Serra (PSDB) foi o maior incentivador da PEC do Calote, que acabou gerando a Emenda Constitucional 62, prejudicando milhares de credores de precatórios. Agora, o governador Geraldo Alckmin, do mesmo partido, anuncia obras para favorecer um estádio de futebol, cujo valor, a ser desembolsado pelo Executivo estadual, é de R$ 345 milhões. Conclusão: a Copa do Mundo é mais importante do que as decisões judiciais transitadas em julgado, o que leva a crer que o Poder Judiciário está mesmo desprestigiado.

GILDA MERCIA L. DOS SANTOS

gilda.mercia@uol.com.br

São Paulo

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Burrocracia

O profético editorial Ameaça de vexame (18/4, A3) disseca a crise administrativa que põe nossos aeroportos como peças arqueológicas, anacrônicas. A péssima qualidade da burocracia federal é evidenciada pelo prazo surrealista de 36 meses que leva o Ibama para emitir a licença de instalação, necessária para o início de uma obra. Uma pergunta aos ventos da Nação se faz necessária: por que a engrenagem estatal, que freia a modernização da infraestrutura do País, não é discutida pelas instituições políticas? Apenas setores da imprensa e da iniciativa privada vêm a público alardear essa situação de horror, desleixo, irresponsabilidade. A leniência dos burocratas cobrará alto preço da Nação, certamente!

RENATO CONSOLMAGNO

consolmagno@terra.com.br

Belo Horizonte

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TV BRASIL

Contratação

Em nome da objetividade com que O Estado de S. Paulo trata as informações, solicito a publicação dos seguintes esclarecimentos em relação à matéria TV Brasil contrata blogueiro por R$ 660 mil sem licitação (15/4). Tenho 40 anos de carreira jornalística. Faço parte da história do jornalismo econômico brasileiro, ao lado de colegas como Biondi, Joelmir, Ming, Rocha, Mirian e outros. Ajudei a criar o jornalismo voltado para o consumidor, aí mesmo, no Jornal da Tarde, nas seções Seu Dinheiro e Jornal do Carro. Introduzi o jornalismo eletrônico no País. Quem acompanha meu blog sabe que tenho posição crítica em relação a muitos pontos da mídia e também a pontos centrais da política econômica - em especial as políticas de juros e de câmbio. Quem acompanha meus comentários pela TV Brasil sabe que tenho feito críticas sistemáticas à timidez da Fazenda e do Banco Central em tratar da questão do câmbio. Uma TV se faz com conteúdo e com cast - nomes conhecidos pelo público. É isso que levou a Record a contratar Heródoto Barbeiro, o SBT a contratar Marília Gabriela, a Globo News a contratar colunistas de outros jornais. E levou a nova Rede Eldorado a anunciar como estrelas comentaristas renomados do próprio Estadão. Se a essência de uma emissora é o conteúdo produzido e o grau de conhecimento público de seus jornalistas, como tratar como desperdício de dinheiro público minha contratação pela EBC? Pela própria natureza do trabalho, não existe licitação para contratar jornalistas ou artistas. Não é previsto na Lei de Licitações nem no uso do bom senso. Pela direção de conteúdo, pesquisas, manutenção de uma equipe para transbordar as discussões para a internet e apresentação do programa semanal, receberei R$ 35 mil (R$ 20 mil referem-se a comentários para o jornal da rede, Repórter Brasil). Para efeito de comparação, a TV Cultura contratou grandes personagens, para tarefas mais restritas, por R$ 150 mil mensais. Louvo o acompanhamento que o Estadão faz dos gastos do governo. Mas sugiro cautela para não transformar qualquer gasto em ato criminoso.

LUIS NASSIF

luis.nassif@gmail.com

São Paulo

N. da R. - O jornalista receberá R$ 660 mil, por 12 meses, de uma emissora pública que tem audiência próxima de zero.

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"Vamos, sim, passar muita vergonha, ou gastar o dobro do orçado. Organização é com os ingleses: um ano antes da Olimpíada de 2012 já está tudo pronto!"

ARIOVALDO J. GERAISSATE / SÃO PAULO, SOBRE A COPA 2014

ari.bebidas@terra.com.br

"O governo promete bônus às empresas que apressarem as obras. Ou será uma forma inovadora de superfaturamento?

VAGNER RICCIARDI / SÃO PAULO, IDEM

vbricci@estadao.com.br

"E pelo jeito que vai, o projeto do trem-bala está mais para bala de festim"

MOHAMED ABDALLA KILSAN / SÃO PAULO, IDEM

kilsanabdalla@terra.com.br

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TEMA DO DIA

MP propõe que bullying vire crime

Se a prática for violenta, reiterada e cometida por adolescente, autor poderá ir para a Fundação Casa

"Meu Deus, quanta sandice! Essa turma acha que criar leis vai resolver o problema. Se é que existe problema."

ELIESER SILVA

"O bullying está também nas empresas, clubes e associações, não só nas escolas. Ou seja, está na nossa sociedade."

RUBENS OLIVEIRA

"Mandar um adolescente para a Fundação Casa deveria ser crime. Não há bullying que mereça uma pena tão terrível."

RUBENS BELFORT

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Cartas enviadas ao fórum dos leitores, selecionadas para o estadão.com.br

 

 

 

 

 

 

 

 

 

CUBA LIVRE

 

Raúl Castro, irmão de Fidel - ambos donos da ilha da fantasia chamada Cuba -, um dos poucos ditadores comunistas ainda vivos sobre a face da Terra, declarou que "não permitir o retorno do capitalismo" é sua "última tarefa". Permitir a prisão de presos políticos é a tarefa do dia-a-dia do comunismo cubano. Outro ditador, o fanfarrão Hugo Chávez, atual capataz da Venezuela, disse: "socialismo é a única via para a salvação da humanidade". Desde que ele permaneça no poder até morrer, o socialismo de certo irá salvar os seus bolsos e suas gabolices. E assim caminha a desumanidade...

 

Roberto Stavale bobstal@dglnet.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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FIDEL E SUA CRENÇA

 

Fidel Castro constata melancolicamente a falsidade de sua crença política em face da inevitabilidade de mudanças completamente contrárias a seus fundamentos básicos. Renuncia e, como todo ortodoxo equivocado, jamais admitiria a incorreção do modelo teórico de sociedade (marxismo-leninismo) que adotou e impôs à força à sociedade por mais de cinquenta anos; atribui o insucesso à incapacidade de sua geração (sempre glorificada) de implantá-lo. A utopia, insiste, correrá agora por conta da juventude.

 

Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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POLÍCIA CIVIL

 

 

Gostaria de cumprimentá-los e agradecê-los pelo editorial sobre as péssimas condições da Polícia Civil e do salário dos delegados (Os problemas da Polícia Civil, 16/4, A3). Refletiu de fato alguns dos maiores problemas enfrentados por estes guardiões da sociedade, os delegados de polícia e seus agentes. Lamentavelmente em um país que se torna um dos mais importantes do mundo, como estava predestinado a ser, é um absurdo que as autoridades policiais estejam padecendo com seus péssimos salários e a tanto tempo, sem forças para cuidarem de si próprios. Em verdade percebe-se que a criminalidade se acentua, haja vista os noticiários diários que estamos testemunhando com violências nunca antes vistas . Sim, estamos na transição planetária e urge fortalecer os delegados e sua autoestima e isso se faz com salários dignos, como fez e faz a Polícia Federal e todas as polícias do Primeiro Mundo. Que o governador seja sábio o suficiente para fortalecer a si próprio, fortalecendo e protegendo sua população através do fortalecimento e da proteção de sua Polícia Civil e seus nobres delegados de polícia, os guardiões que suportarão de frente as dores do parto da nova sociedade, em prol de São Paulo e de todo o Brasil.

Antonio Rennó antoniorenno7@yahoo.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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MELHORES DIAS

 

 

A opinião do jornal sobre os problemas da Polícia Civil, além de oportuna (em razão da eventual greve que se avizinha), é correta em apontar para uma das principais causas das patologias que acometem a honrosa instituição. A saber, a remuneração do Delegado de Polícia. Com efeito, a par da difícil missão constitucional conferida (funções de polícia judiciária e apuração das infrações penais - art. 144, § 4º, CRFB), o Delegado de Polícia se depara ao final do mês com a baixa remuneração, o que retira do profissional a tranquilidade necessária ao cumprimento a contento de seu elevado mister, com prejuízo, ao final e ao cabo, à própria população, usuária do serviço segurança pública. Contudo, o espaço do jornal destinado à Polícia Civil demonstra a magnitude da instituição, o que nos deixa a esperança de que, em breve, melhores dias virão, com seu resgate e definitivo fortalecimento.

 

Ricardo Glória, delegado de Polícia rgloria@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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PROBLEMAS DA POLÍCIA

 

Sou delegado de Polícia há 20 anos e fiquei feliz em ver um jornal como "O Estado de S. Paulo" manifestar sua opinião a respeito dos problemas da Polícia Civil. Cumprimento a iniciativa e espero poder continuar vendo o jornal, de maneira isenta, expor suas opiniões.

 

Silas José dos Santos silasdelpolassist@terra.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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DEVER CUMPRIDO

 

Gostaria de parabenizar a feliz opinião, exarada em vosso periódico no último dia 16/04/11, quanto à real situação dos delegados de polícia do Estado de São Paulo. A imprensa não pode trabalhar com outra matéria, senão a verdade, a mais pura verdade dos fatos, seja ela favorável ou não a quem quer que seja, pois esse é indubitavelmente um princípio dos estados organizados, onde o que importa é o bem comum, através de um Estado Democrático de Direito e de fato!

Fui investigador de polícia por 10 anos e, desde 2004, sou delegado de polícia, já contando portanto com 07 anos na carreira e 17 anos na instituição, o que me oferece plenas condições de me alinhar com todas as opiniões da sociedade civil organizada, por uma Polícia Civil que promova o combate à corrupção de forma transparente e com vigor, mas que, de uma vez por todas, não suporta mais viver com os salários aviltantes que são pagos às carreiras, infelizmente há décadas. Mas há uma luz ao final do túnel, pois a imprensa tem percebido que algo de concreto precisa ser resolvido a curtíssimo prazo pelo governo do Estado, infelizmente, alguns canais de mídia, mas são poucos, insistem em apresentar números que não condizem com a realidade, pois o salário médio do delegado de polícia em São Paulo não está em R$ 9.000,00 como alguns falam e até o governador, talvez mal informado pela assessoria, também divulgou. O piso é mesmo um dos piores do País - detalhe: já figurou como o pior durante muito tempo e, só a título de ilustração, com todo o meu tempo na instituição, não recebo mais que R$ 5.300,00 líquidos! Acredito muito na força de nossa carreira, pois muitos colegas são mesmo abnegados, com extremo profissionalismo e amor à causa policial, todos os dias se entregando ao serviço, numa atividade que, hoje, aproxima-se de um verdadeiro sacerdócio, sem nenhum exagero, pois o volume de trabalho é simplesmente insuportável, mas continuamos a luta, sempre com o mesmo sentimento: dever mais do que cumprido, porém sem o reconhecimento devido! Muito obrigado por tudo o que vocês escreveram, na edição de 16/04/11, em favor da nossa instituição!

José Leandro Moreira Falkine jlmfalkine@ig.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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ESPERANÇA

 

Meus cumprimentos a esse veículo de comunicação pelo editorial a respeito do caos instalado em nossa Instituição (Policia Civil do Estado de São Paulo). Com isso, estamos começando a sentir a esperança de que a verdade e o bom senso ajudarão a resgatar nossa dignidade como profissionais da segurança pública.

Parabéns!

 

Julio Ricardo de Oliveira jromarpr08@gmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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POLÍCIA CIVIL

 

Li a matéria retratando a situação da Polícia Civil de São Paulo e confesso ter ficado contente pois pela primeira vez a imprensa olha a situação sob o foco que realmente deve ser visto, ou seja, pelo foco da necessidade urgente de mudanças, sob pena da segurança pública tornar-se um caos em razão da visão política e protecionista (proteção do secretário). Como se não bastassem os salários serem os menores do Brasil (é mentira que ele seja em média R$ 8.600,00 como o outro jornal publicou), pois a grande maioria dos delegados de são de 3ª classe. Além do salário baixo que desestimula o profissional, estamos ficando sem gente, pois a cada dia um policial é aposentado e sua vaga não vem sendo reposta. Temos cidades do interior que não tem investigador de polícia, não tem delegado de polícia e não tem escrivão de polícia. Como se pode fazer segurança sem funcionários? Existem dois concursos em andamento (um de escrivão e outro de investigador), desde o ano de 2009 e ainda não terminou nem a última fase do concurso. Como um concurso pode demorar dois anos, com a carência de funcionários que temos? Isso o secretário de segurança não vê? Como pode dizer que é uma pessoa eficiente se não vê o óbvio? O interior não recebe funcionários há mais de cinco anos e a polícia está ficando velha, com pessoal acima dos 45 anos, sem motivação, estressado, sem a mínima vontade de trabalhar e quando perde a paciência, que já é pouca, acaba na corregedoria, sem qualquer dó! A imprensa precisa urgentemente olhar para a Polícia Civil com olhos de administrador e não político, senão quando acordarem já vai ser tarde e a criminalidade terá avançados anos na frente da polícia. Não adianta privilegiar a Polícia Militar como vem fazendo o atual secretário (aliás ex-oficial da PM) pois as polícias são diferentes e cada uma exerce uma parcela da segurança pública. A Polícia Militar não está contendo o crime, pois quer fazer a função da Polícia Civil e esta não está recebendo a atenção necessária por seu governante. Queremos um bom salário, não há dúvidas, mas acima de tudo, queremos uma polícia moderna, equipada, com pessoal suficiente para atender a população com dignidade e eficiência e isso não vem sendo atendido pelo governo. Queremos também uma corregedoria forte, mas que respeite o Estado Democrático de Direito e não demita pelo simples número na estatística. Senhor editor, veja o número de servidores que estão sendo readmitido por decisão judicial e o senhor verá que ele sobe na mesma proporção que outros são demitidos. Por favor, ajude a salvar a Polícia Civil pelo próprio bem da sociedade.

 

Sidney Juarez Alonso, delegado de polícia s.jalonso@ig.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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FALTA RESPEITO

 

Como leitora e cidadã parabenizo este jornal pela reportagem em foco "Os problemas da Polícia Civil" que divulga os baixos salários da polícia e principalmente dos delegados do Estado de São Paulo. É fato lamentável e desta forma causando o abandono de funções aqueles que partem para outros Estados que mais valorizam a categoria. Sou funcionária pública estadual aposentada mais precisamente professora e mãe de um Delegado. Sei e participei de sua luta e esforço estudando horas seguidas dia a após dia e passando por várias provas seletivas inclusive a prova oral diante de uma Banca Examinadora do qual orgulhosamente fiz questão de assistir. Novamente agradeço a todos que elaboraram a matéria e ao Jornal que deu espaço para a valorização da categoria que precisa ser mais respeitada.

 

Edna Antonia Leite de Camargo ealcamargo@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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DESIGUAIS

 

Quero externar meus cumprimentos ao conceituado jornal, em razão da matéria publicada nesta data, sobre os parcos salários recebidos pelos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo. Há muito tempo a carreira que faço parte vem sendo tratada de forma desigual pelo patrão governo. Além do mencionado na matéria, para saberem como realmente está a situação da Polícia Judiciária de SP contatem com o Sindicato dos Delegados de São Paulo, na pessoa de seu presidente, e terão uma noção como se encontra a mesma, ai terão umas quatro folhas dedicadas a isso. Para se ter uma ideia pagam através de gratificação ao invés de subsídios como determina a Constituição Federal( acho que é o único Estado que paga dessa forma) e ao se aposentar perdemos um terço do salário, por isso a nossa Polícia Judiciária está velha, não há a renovação natural para o exercício do cargo.

Mauro Dias mdiascor@gmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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SOFRIMENTO NA PC

 

Tomei conhecimento da matéria publicada nesse conceituado jornal de amplitude nacional e internacional e, gostei do que foi divulgado, pois reflete a verdade do que está sofrendo a policia civil e mormente, os delegados de polícia, pois com um estado mais rico, mais desenvolvido e, o mais ínfimo salário da federação. Estados mais pobres remuneram bem melhor esse profissional do direito. E os delegados aposentados pior ainda. Dessa forma, sem sofre na verdade é a sociedade paulista e, não queremos isso.

 

Antonio Edison Francelin delegado de policia aposentado

francelin@ig.com.br

São Carlos

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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REALIDADE

 

Agradeço o texto publicado e que mostra a realidade da polícia civil paulista e em especial da classe dos delegados. Apenas me permito corrigir um erro comum na mídia e sempre cometido ardilosamente pelo governo estadual, de que o salário inicial do delegado paulista é R$ 5.800, quando é pouco mais de R$ 4 mil, a diferença trata-se de gratificações que o servidor perde ao se aposentar ou entrar em licença para tratamento de saúde. Nem o salário médio é de R$ 8.600, outra mentira apregoada pelo governo para tentar iludir a população sobre a vergonha do que paga o policial. Fui, na década de 70, repórter eventual na Sucursal de Santos desse importante jornal e tive matérias políticas importantes publicadas, era secretário de redação o conceituado Oliveiros Ferreira. Desculpem se me alonguei, o principal desta mensagem é agradecer a publicação de matéria mostrando a realidade da polícia civil paulista, que tem um dos piores salários do país.

Antonio Claudio Soares Bonsegno delegado de polícia aposentado acsbonsegno@gmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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IMPARCIAIS

 

Parabéns ao jornal pela isenção e imparcialidade ,em retratar a complexa e dificil situação institucional e salarial, que vive a polícia civil do Estado de São Paulo.

Fernando Cesar de Souza ferr_c@hotmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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ABANDONO DE CARREIRA

 

Quero agradecer ao "Estadão" pelo excelente editorial em que expõe as mazelas da Polícia Civil do Estado. Sou Delegado de Polícia da última turma e tenho visto vários de meus colegas, embora vocacionados, abandonando a carreira para assumir cargos em outras carreiras jurídicas, ou em Estados que remuneram a carreira a altura de sua importância. Enquanto isso o Governo do Estado ignora a questão e segue com a sua política de militarização da segurança pública.

 

Edson Carlos Tavares edson_tavares@globomail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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POLÍCIA CIVIL

 

Quero, na condição de Delegado de Polícia do Estado de SP, agradecer a forma como o editorial relativo à Policia Civil e em especial a minha carreira, foi publicada, ou seja, de forma responsável e imparcial. É muito salutar a participação da Imprensa nesta questão, principalmente quando se trata do Jornal "O Estado de São Paulo", pois, na maioria das vezes, o governo acaba maquiando, não só os índices, mas também a questão de segurança pública como um todo. Sou Delegado de Polícia, com muito orgulho, tenho condições até de exercer outras funções, ou arrumar um outro emprego, mas faço o que faço, com amor. Entrei na carreira no ano de 1994, já fui promovido por duas vezes, tenho adicionais por tempo de serviço, afinal são mais de 15 anos, e meu salário líquido não chega a 5 mil reais líquidos. Trabalho na DISE - Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes de São José do Rio Preto, e a referida unidade é referência no quesito combate efetivo ao tráfico de drogas. Mais uma vez: muito obrigado e estou a inteira disposição deste respeitado periódico.

André Ayruth Balura andre-ab@hotmail.com

São José do Rio Preto

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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PROBLEMAS NA POLÍCIA

 

Cumprimento o editorial desse jornal, tendo como objeto os problemas da Polícia Civil, exaurido com clareza, descortino e sobretudo com imparcialidade.

 

Geraldo Ortega geraldoortega@gmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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CARREIRA NA PC

 

Como delegado de Polícia do Estado de SP, agradeço ao editorial sobre a Policia Civil, que tratou também sobre minha carreira. Como delegado de Polícia digo: muito obrigado!

 

Jorge José Kachan jjkachan@gmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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PROBLEMAS NA POLÍCIA

 

Gostaria de parabenizar e agradecer ao jornal Estado de São Paulo pela matéria referente a Polícia Civil de São Paulo, precisamos do apoio de vocês da Imprensa e da população. Cada vez o número de funcionários e delegados é reduzido, a falta de recursos humanos é principalmente para outras carreiras que oferecem salários muito mais atrativos. Ano passado perdemos vários escrivães excelentes para o Poder Judiciário, aprovados em um concurso de escreventes judiciário. Nossa desvalorização salarial é tão grande que sequer podemos atualizar nossos estudos e nossos livros, sem comprometer o orçamento familiar, inclusive até para nossas necessidades normais está difícil, manter um plano de saúde, tenho uma filha que estuda em escola particular graças a ajuda dos meus pais, é vergonhosa a situação de quem é honesto, e vive somente com o salário.

Sou Delegada de Polícia há mais de 10 anos, e meu salário é menor que qualquer outro cargo federal, que sequer exige o curso superior completo, tenho especialização em Gestão em Segurança Pública e Direitos Humanos, mas isso nunca foi acrescentado no meu salário, trabalho em no plantão policial, o que dificulta conseguir dar aulas em cursos superiores, meu salário líquido mensal é de R$ 3.600,00 ( - R$ 1.200,000 de um empréstimo consignado feito para pagar dívidas), não sou corrupta, nem jamais serei, pela educação que meus pais me deram e pela minha índole, e infelizmente o Governo do Estado de São Paulo não reconhece isso, em termos salariais e estruturais. Tenho 03 quinquênios, dou meu sangue para a Instituição, e infelizmente nossa situação está cada vez pior.

Estamos cada vez mais desvalorizados, desmotivados, fatos esses totalmente incompatíveis com o que é exigido de nós, das nossas atribuições e responsabilidades, fora que somos expostos diariamente a violência e sequer temos condições nos proteger e as nossas famílias.

Gostaria muito que continuassem a olhar com carinho para a nossa situação e mostrar para a população essa situação degradante.

 

Darly Maria Miola Kluppel darlykluppel@gmail.com

Sorocaba

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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SERIEDADE

 

Gostaria de parabenizá-los pelo editorial que foi colocada sobre a Polícia Civil e principalmente pelo profissionalismo e imparcialidade exposta.Estou certa que só através de meios de comunicação sérios como o Estadão a sociedade saberá o que está acontecendo na segurança pública e o descaso que tem sofrido a Polícia Civil.

 

Marly Amaral marly_amaral@ig.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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PROBLEMAS RESOLVIDOS

 

Foi com muita satisfação (mas não com menor sofrimento) que mais uma vez li sobre a crítica situação que minha Classe de Delegado de Polícia e toda minha Família Policial Civil Bandeirante vem enfrentando atualmente, agora por um respeitado meio de comunicação, de grande circulação, de reconhecida ética jornalística. Tenho visto alguns outros jornais dispensado interesse pelo tema, divulgando respeitosa e verdadeiramente sobre nossa sofrida situação, a qual não se resume unicamente à questão salarial, sendo porém esta a principal, mas também quanto aos aspectos de reconhecimento funcional, estabilidade e segurança para o exercício do mister, não-ingerência política, dentre outros. Com certeza o artigo publicado por este Jornal centenário, o interesse pelos nossos problemas poderão acender e, quiçá, nossas aspirações ascender. De todos os modos, deixo neste modesto ato meu sinal de efetiva e grata satisfação e real agradecimento pela matéria publicada.

 

Francisco José Morgado Lanfredi majurenho@uol.com.br

Cubatão

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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LIBERDADE DE EXPRESSÃO

 

Gostaria de consignar meus agradecimentos a esse conceituado periódico pelo editorial sobre os problemas enfrentados a Polícia Civil de São Paulo, publicada com editorial reflete a linha de pensamento de um dos jornais mais importante do Brasil. Essa liberdade de expressão e compromisso com a verdade é o que se espera de um jornal com linha editorial séria.

Parabéns.

Ricardo Luiz de Paula Martines sherifxerife@gmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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É PRECISO REPETIR

 

Através do presente parabenizo a redação desse conceituado jornal pelo editorial, cujo teor se reporta a difícil situação que os delegados de polícia atravessam ao longo desses 16 anos neste estado de São Paulo... Desde já agradecemos a direção do jornal e esperamos que matérias esclarecedoras sobre a policia civil sejam reiteradas. falamos em nome de todos os 35.000 policiais civis. Muito obrigado.

Helio Edson de Souza Junior drhelioedson@hotmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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FINANÇAS MUNICIPAIS

 

Propostas transformadas em leis para melhorar a vida dos cidadãos servidores das cidades estão gerando gastos com custeios para as prefeitura em um ritmo alucinante. Segundo a Confederação nacional dos Municípios (CNM), as cifras dos novos encargos ameaça inviabilizar as administrações, tornando quase impossível o cumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal. A despesa anual está prevista em R$75,3 bilhões, ante uma receita prevista de R$53 bilhões do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). A choradeira dos prefeitos de 5.564 municípios no Brasil é geral. Mas convenhamos, se houver austeridade dos administradores públicos municipais no combate às despesas descartáveis e até combate à corrupção, esses recursos aparecerão magicamente.

 

Benone Augusto de Paiva benonepaiva@yahoo.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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DURA LEX SED LEX

 

Com a nova Legislação que estabelece valores do salário mínimo para os próximos dois anos, 667 dos 5.564 municípios caminham desolados para o precipício da falência, da bancarrota total. Somente esse ano, com o reajuste do salário mínimo de R$5l0 para R$545, esses municípios não terão como sobreviver, e apelarão para o não cumprimento da Lei, o que se configura como crime administrativo.Depois da ''redentora'' Constituição de 1988, desencadeou-se, para atender interesses políticos pouco segredados, uma avalanche de emancipações, com a criação de dezenas de municípios sem a mínima estrutura de auto sustentação, passando a depender de verbas estaduais e federais para garantir ,pelo menos, a monumental folha de pagamento do não menos monumental cabide de empregos em que se transformaram esses guetos políticos.E a administração da cidade ? Vai mal, obrigado.

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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TAXAÇÃO SOBRE VEÍCULOS A GASOLINA

 

Li, no caderno Autos do Estadão que o Governo estuda criar mais um imposto para taxar os veículos a gasolina. Esta é a solução que o governo do PT dá para resolver um problema que ele mesmo criou. Depois de levar o preço dos combustíveis, especialmente, o álcool, a níveis estratosféricos, aparece um grupo de "intelectuais", liderados por um tal de Aloizio Mercadante, com a desculpa de angariar recursos setoriais para financiar pesquisa e desenvolvimento. Esta é a segunda vez que o Brasil joga fora todo um trabalho de desenvolvimento em relação a biocombustíveis, a primeira, no início dos anos 90 quando eu dava risada quando via aquela fila interminável de veículos para abastecer o seu carro a álcool e eu, tranquilamente, ia direto para a bomba de gasolina para abastecer o meu Fusca 1982, e a segunda, agora que, resultado de mais uma trapalhada do governo LULA, não conseguimos abastecer o nosso veículo "flex" com álcool, que agora atende sob a pomposa alcunha de ETANOL. O Governo LULA só fez perder toda e qualquer sorte de alternativas desenvolvidas em nosso País no que diz respeito a biocombustíveis, especialmente no episódio do Gás Natural boliviano em que entregou uma refinaria de graça para o Evo Morales fazer o que quiser. Voltamos, assim a abastecer o nosso carro com gasolina. Esse é o jeito PT de governar!!!

Ricardo A. Rocha rochaerocha@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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GASOLINA E AS TAXAS

 

"Governo quer taxar carros a gasolina " ( Destaque da semana - Caderno Autos - 17/04/20110) . Entendi direito???. O Governo pretende criar um imposto para veículos a gasolina a fim de incentivar o uso do etanol???. Se sem taxar ( ainda mais esta mistura de baixíssima qualidade denominada impropriamente de gasolina) o preço do etanol já se equipara , imagine a farra que os nossos patrióticos usineiros farão com mais esta excrescência governamental. Pois é Tiririca ... por pior que esteja , político brasileiro sempre consegue deixar ainda pior.

Renato Otto Ortlepp renatotto@hotmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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INFLAÇÃO MUDOU DE NOME

 

O presidente do Banco Central, sr. Alexandre Tombini, disse sobre a inflação que "estamos no meio do processo de um aperto monetário". O ministro da fazenda, sr. Guido Mantega disse que "não podemos usar uma bomba contra a inflação que sobe e do outro lado um desajuste do câmbio". Ambos estavam em Washington quando fizeram tais declarações, entenderam? Não? Melhor explicando: "o negócio está feio", mais um resquício do ex-presidente, que "herança"? Mas como o "negócio" é continuar enganando o povão (eleitor), já estão anunciando o valor do novo salário mínimo para 2.012, só faltam oito meses, que deverá ser de R$616,34, pronto, a solução da inflação já está dada, querem mais? Para um bom entendedor...A inflação mudou de nome!

M. Teresa Amaral mteresa0409@estadao.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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ECONOMISTAS PRÓ-GOVERNO

 

Eu como economista fico envergonhado com a atitude de alguns renomados colegas que por mais espaço, poder ou o que quer que seja resolvem mudar de opinião e passam a defender teorias super exóticas do governo. Não é por que alguns economistas dizem que inflação é "coisa do passado" que o mercado se convencerá ou a história absolverá um governo leniente com a inflação.

 

Roberto Saraiva Romera robertosaraivabr@gmail.com

São Bernardo do Campo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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PRESIDENTE DA CASA DA MOEDA

 

Melhor prender Denucci Presidente da Casa da Moeda que é ligado ao PTB. Se um Presidente da Casa da Moeda, faz transações 20 vezes acima de seu rendimento o que nos passa pela cabeça? Ou fabricou moeda a mais ou não incinerou notas recolhidas e é melhor a Receita Federal passar a bola para a PF investigar porque deve ter comparsas. Indicado de partido com certeza não ganha sózinho. Apenas aplicar multa não vale, tem de mofar na cadeia.

 

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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DESCONFIANÇA

 

Será que não podemos confiar nem mesmo no presidente da Casa da Moeda, o Denucci? Se ele faz aplicações incompatíveis com sua renda, como explicar que conviva com aquela dinheirama sem tirar proveito? Pobre Brasil cheio gaipilhas de plantão.

 

Leila E. Leitão

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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AEROPORTOS DO PAÍS

 

Em 2009 foram mais de 100 voos, em 2010 mais de 140 voos e em 2011 devo superar os 150 voos (infelizmente). Conheço a grande maioria dos aeroportos do Brasil (incluindo o distante Juazeiro do Norte!) e todos, todos!, sem exceção estão lotados, com problemas nas áreas de embarque, desembarque, bagagens, filas enormes de Raio X, guerra para comprar um simples cafezinho ou pegar um táxi e por ai vai. Revoltante, obviamente, estão os aeroportos de Congonhas, Santos Dumont, e os vergonhosos Galeão, Guarulhos e o aeroporto de Brasília. Para cada um dos aeroportos que passei, posso enviar para a revista fotos revoltantes e histórias tristes/engraçadas que meu público no Facebook se diverte. Chegada em Guarulhos de voo internacional, que parou na pista por falta de "finger" e com fila monstruosas para passar na Receita Federal, enquanto ex-Político passa na frente de todos nós... Clara visão de desperdício de R$ público com 3 tipos diferentes de saboneteira nos banheiros no aeroporto Santos Dumont (já repararam?), Ponte Aérea (nesta sexta 15/04) com saída prevista as 8:10min mas que saiu apenas às 10hs, com a seguinte frase do próprio funcionário da Cia Aérea: se a senhora acha ruim voar de Gol, não sabe a tragédia que é trabalhar na empresa... Já ouvi do próprio piloto: a senhora não imagina o medo que nós sentimos com a falta de confiança que temos nos controladores de voo no Brasil (após 5 tentativas canceladas de decolagem em Brasília por erro da torre pois não tínhamos liberação de pouso em SP...). Diversos casos que provam a tragédia e o descaso que vivemos hoje! Quem diz que não passaremos um vexame nos eventos Copa do Mundo e Olimpíadas é por que simplesmente está atrás de uma mesa dando declaração ou fazendo análises sem ter a experiência que infelizmente eu tenho.

 

Ana Paula Ribeiro Tozzi ana.tozzi@gmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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OPÇÃO

 

Cara presidenta Dilma, que tal se ao invés de priorizar a copa do mundo,priorizar o atendimento do SUS que nesses últimos 8 anos está simplesmente uma vergonha.O pobre não tem como pagar plano médico e muito menos hospitais que nossos políticos usam.

 

Jean Pierre jeanvera123@yahoo.com.br

Assis

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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COOPERATIVA DA MACONHA

O líder do PT na Câmara, deputado Paulo Teixeira (SP), concedeu entrevista a um site de maconheiros, denominado HEMPADÃO ( HEMP - maconha em inglês), onde condenou o consumo de produtos do McDonald's e defendeu o plantio da maconha e a formação de uma cooperativa de usuários. Diante desse fato quero fazer uma constatação e uma previsão. A constatação: o eleitorado que elegeu essa cavalgadura deputado merece um feixe de capim. A previsão: após regressar da viagem à China, a dona Dilma irá criar o Ministério da droga. Já tem titular.

Humberto de Luna Freire Filho hlffilho@gmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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COOPERATIVA?

 

Prezado deputado, tomando conhecimento de suas opiniões a respeito do uso de maconha, cujo uso e apologia são legalmente proibidos, causou-me estranheza a sua defesa quanto ao plantio e uso da erva. Sendo o senhor, além de deputado, um cidadão com formação em direito, deveria tomar conhecimento dos males causados pelo uso desse entorpecente, antes de apregoar o seu uso. Parece-me que o senhor disserta sobre um assunto que absolutamente desconhece. Sugiro ao senhor participar de apenas uma reunião de Narcóticos Anônimos ou Naranom, para entender os enormes males que atingem as famílias e aos usuários desta droga.

O senhor, paulista como é, poderia visitar a chamada Cracolândia, no centro da capital, para ter uma ideia de tal sofrimento e, quem sabe, compreender melhor a realidade sobre a maconha. Noventa por cento dos jovens que frequentam aquela área tiveram como porta de entrada a droga apregoada por sua excelência. E hoje o consumo de drogas virou um problema de saúde pública, do qual nem prefeitura e nem o governo do Estado de São Paulo consegue oferecer qualquer solução satisfatória. Por favor, senhor deputado, utilize suas armas e prerrogativas de representante público do estado de São Paulo para defender a juventude de nossa cidade e não para fazer apologia de drogas ilegais. Se o senhor não estivesse deputado neste momento, talvez fosse processado pelo ministério público, diante de tais alegações.

 

Eduardo Manoel Vergueiro eduvergueiro38@hotmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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DEMONIZADOS

 

Parabenizo o deputado federal Paulo Teixeira (PT/SP) pela sua corajosa proposta da criação de cooperativas para o plantio e distribuição de maconha no país. Sem dúvida, deve haver a regulamentação do plantio de maconha, bem como a legalização de das hoje consideradas 'drogas ilícitas', como cocaína, heroína, etc. A questão das drogas é de saúde pública e não de polícia. Deve-se aplicar a política pública de redução de danos no lugar da repressão. É preciso investir em educação e prevenção. Quem ganha bilhões de reais com a proibição das drogas são os traficantes, a 'banda podre' da polícia, advogados, etc, num sistema viciado e falido, que só gera mais crime, violência, corrupção e coloca nas prisões milhares de pessoas que não passam de meros usuários ou pequenos passadores de entorpecentes. Auto-lesão não é crime. Adultos devem ter o direito de consumirem o que bem entenderem e responderem por seus atos. É uma grande hipocrisia que o álcool, o tabaco e remédios de todos os tipos sejam vendidos livremente em bares, bancas e farmácias - como deve ser - enquanto outras substâncias entorpecentes são demonizadas e criminalizadas de forma draconiana, irracional e preconceituosa.

 

Remato Khair renatokhair@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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VIOLÊNCIA E DESARMAMENTO

 

Em 2005 gastamos R$ 250 milhões com o primeiro plebiscito do desarmamento. Em vez de jogarmos pela janela outro tanto, deveríamos aplicar esse dinheiro com o aparelhamento da segurança de nossas fronteiras. Até que enfim alguém mostra preocupação nesse sentido. O ministro da justiça José Eduardo Cardozo Alves resolveu criar um gabinete integrado das polícias militar, estadual e federal com as forças armadas, começando pelo Paraná, estado fronteiriço com o Paraguai, que é a principal porta de entrada do contrabando de armas. Quanto à Amaz?nia, conforme declarou o deputado Aldo Rebelo, a situação já pode ser considerada quase que de colonização estrangeira. Segundo ele, existem aldeias em que os indígenas falam inglês, chinês, francês, e outras línguas, menos o português. Afinal, nossas forças armadas contam com mais de 220 mil homens, prontos para mostrar serviço. Chega de demagogia de políticos profissionais esclerosados! Abaixo esse outro plebiscito inútil !

 

Conrado de Paulo conrado.paulo@uol.com.br

Bragança Paulista

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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ARMAS

 

Não é o comércio de armas de fogo que deve ser proibido no Brasil. O que deve ser proibido são a miséria e a ignorância que são as únicas causadoras da violência à qual lamentavelmente estamos nos acostumando a conviver.

 

Victor Germano Pereira victorgermano@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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FERNANDO HENRIQUE E O POVÃO

 

Fernando Henrique está corretíssimo na sua propositura. A questão é que muitos somente lêem o título e por desleixo, ignorância ou má fé tiram conclusões precipitadas o que, obviamente, não propicia a uma análise mais profunda na intimidade do texto. Gaudêncio Torquato no seu mais recente artigo explica brilhantemente. Só não entenderá quem não quiser.

David neto drdavidneto@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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FHC X LULA

 

Estão nitidamente desde já induzindo os brasileiros a um forçado FHC X Lula, de proposito para nos manter cativos a estes dois estilos diferentes, um populesco, com cara de latino, povão, futebol, o famoso " bofe" outro elegante, bem mais palatável , fácil de ouvir, e também popular, não é pernóstico, nem chato, alias nada chato, ao contrario do Lula, que para quem não gosta de " frase feita" e lugar comum, coitado, independente do que a Dilma esta fazendo, só de estarmos vivendo uma época calma, sem as grosserias e destemperos do ex presidente, já estamos em paz, mas tudo isto a parte, gostarei de ver, o povo rejeitar esta dupla pddb e pt, que na verdade são muito diferentes a quem agrada, porém identicos no dirigir o Brasil esmagando a sociedade com impostos que superam a indecência de qualquer socialismo, e muito condescendentes com o crime e a corrupção, e muito lamento ver o povo já falando, : "O Lula é o melhor, e outros: Não o FHC é muito melhor" quando na verdade, o que o Brasil precisa é de um novo tipo de governo, ou um governante competente, mais administrador, que fuja da linha sindical, e de intelectos, ou de um novo sistema de governo, parlamentarismo, republicano na pior das hipóteses, ou melhor ainda, monárquico, e acabar de vez a duvida entre o Conde Drácula, ou Nosferatu. " Qual vai chupara todo seu sangue".

 

Roberto Moreira da Silva rrobertoms@uol.com.br

Cotia

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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