Cartas - 21/05/2011

CASO PALOCCI

, O Estado de S.Paulo

21 Maio 2011 | 00h00

Ser não basta...

E agora, ministro? Se nada existe de errado, por que não divulgar as empresas que o contrataram para consultoria? Por que solicitar ao prefeito Kassab a não divulgação ou vazamento do recolhimento do ISS pela Projeto? "À mulher de César não basta ser honesta, tem de parecer honesta."

JOSÉ ROBERTO MARFORIO

bobmarforio@gmail.com

São Paulo

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Culpa da mídia...

É evidente que a nossa eminente presidenta Dilma desconhece essas atividades atribuídas ao ministro Palocci. O pior é que não se pode nem mesmo falar que é coisa da oposição. Vamos culpar a mídia mais uma vez e amém.

LUIZ ROBERTO P. P. DE MELLO

pimenta-de@ig.com.br

Atibaia

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Reserva moral?!

Permitimo-nos discordar, em parte, da assertiva do ilustre leitor sr. Luiz Antonio Alves de Souza (Fogo amigo, 20/5). Não há dúvida que, desde seu nascimento, o PT convive com fogo amigo, que muitas vezes é mais mortal que o inimigo, como se viu entre a esquerda na Guerra Civil Espanhola. Mas considerar Palocci uma reserva moral do partido é agredir a realidade ofuscante desde seus tempos de Ribeirão Preto.

AMADEU R. GARRIDO DE PAULA

amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

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SERVIÇOS LEGAIS

A abertura do mercado

Corretíssimo o Estado ao afirmar, em editorial (19/5, A3), que "o desdobramento natural da globalização" causa esse problema, que, porém, não pode ser confundido com a inevitável cooperação entre colegas de países diferentes, eis que causas há - e muitas - que têm de ser impetradas e julgadas em dois ou mais países, como, por exemplo, as indenizações por tragédias aéreas, em que os fatos e as vítimas se espalham por mais de um país. Nesses casos não se trata de "abertura do mercado", mas de simples internacionalização do Direito, como ocorre, crescentemente, nas inevitáveis influências e interpenetrações legislativas, doutrinárias e judiciais no âmbito do Direito Comparado, sem falar na crescente ocorrência de jurisdições simultâneas, do que surgiu, no Direito americano, a condição "forum non convenies", solução tão influente quão simples, que caminha para maior uniformidade mundial.

RENATO GUIMARÃES JR.

renatogjr@yahoo.com

Campinas

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ESCLARECIMENTO

Arena Fonte Nova

Com relação à matéria Obras enfrentam atrasos e aumentos pesados nos custos (Esportes, 15/5) a concessionária Fonte Nova Participações (FNP), responsável pelo projeto da Arena Fonte Nova, em Salvador, gostaria de esclarecer: 1) É equivocado comparar um contrato de Parceria Público-Privada (PPP) de concessão de uma arena, como é o caso da Fonte Nova, com um contrato de obra pública. O valor dos serviços de demolição e das obras de reconstrução dessa arena é de R$ 591 milhões. A esse valor devem ser somados os custos de juros, pré-operação, manutenção e operação, para atendimento das condições operacionais mínimas, para cálculo da contraprestação anual (remuneração paga à concessionária pelo governo do Estado da Bahia). 2) Para se ter uma ideia do impacto dos juros deve-se considerar que quem comprar um imóvel por R$ 591 mil financiado, por exemplo, pela CEF (simulação disponível em www.caixa.gov.br), ao final de 30 anos terá pago R$ 1,6 milhão, que equivale, na verdade, aos mesmos R$ 591 mil descontados a valor presente. 3) A vantagem para quem compra o bem financiado é não precisar dispor do dinheiro no ato da aquisição, podendo diluir seu pagamento em parcelas. O contrato de PPP oferece ainda outras vantagens, como manter e conservar o equipamento atualizado tecnologicamente até o fim do período de concessão, sob pena de redução do valor da contraprestação.

LINO CARDOSO, diretor de Relações Institucionais da FNP

suely@agenciadetextos.com.br

Salvador

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PETROBRÁS

Diesel limpo

Em relação ao editorial Está difícil termos diesel limpo (16/5, A3), a Petrobrás esclarece que desde 2009 fornece o diesel S-50, citado nesse texto como diesel limpo, a diversos municípios do País, incluindo as Regiões Metropolitanas de São Paulo e do Rio de Janeiro. A Petrobrás reafirma o seu compromisso de pôr à disposição do mercado o volume necessário do diesel S-50, definido pelo Plano Nacional de Abastecimento, coordenado pela Agência Nacional do Petróleo (ANP), para atendimento à nova frota de veículos com tecnologia P-7. Não é verdadeira a afirmação de que o diesel comum é responsável pela fumaça preta dos veículos. Essa fumaça não é decorrente da qualidade do diesel nem do seu teor de enxofre, e sim da falta de regulagem do motor, que deve ser corrigida pelos Programas de Inspeção e Manutenção. É importante destacar que a poluição está associada não só à qualidade dos combustíveis, mas ao desempenho dos motores, à velocidade dos veículos, à inspeção veicular, a aspectos de planejamento urbano (rodízio de veículos e construção de espaços arborizados, etc.), ao aumento e à idade da frota. Também não é verdadeira a afirmação de que "a Petrobrás alegou que não havia tempo hábil para fornecer combustível em volume suficiente". A Petrobrás jamais fez tal alegação. Em 2008 a companhia declarou, em juízo, que forneceria o diesel S-50 em janeiro de 2009 para os veículos novos da fase P-6 do Proconve. Esse compromisso vem sendo cumprido, conforme o cronograma estabelecido pelo acordo definido sob orientação do Ministério do Meio Ambiente.

LUCIO MENA PIMENTEL, gerente de Imprensa da Comunicação Institucional da Petrobrás

luciopimentel@petrobras.com.br

Rio de Janeiro

N. da R. - Os dados citados no editorial sobre os efeitos benéficos do diesel limpo na atmosfera, mesmo em motores antigos, foram retirados de relatório de janeiro de 2008 do Ministério do Desenvolvimento, objeto de matéria do Estado. Quanto à disponibilidade de diesel limpo, Frederico Kremer, representante da Petrobrás na conferência Ethos 2008, reconheceu que havia atraso na produção do S-50 e culpou a ANP por isso. Kremer disse que a Petrobrás poderia fornecer o combustível em 2009, mas em quantidade suficiente para atender apenas a 8% da frota de veículos novos, cujos motores já fossem adequados. Se assim era, seria preciso mais prazo para produzir o diesel limpo em maior volume, o que motivou o acordo com o Ministério Público Federal, como consta do noticiário da época.

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TEMA DO DIA

Consultoria de Palocci tinha 20 clientes

Pressionado, ministro da Casa Civil revela à PGR alta movimentação financeira após eleição

"Por que o caseiro teve de explicar de onde vieram os R$ 25 mil e Palocci não precisa explicar?"

LUIZ ANDRADE

"Por que tanto medo em abrir as contas, afinal, pagou todos os impostos, não?"

WILLIAM FELICIANO DOMINGUES

"Não se constrói um país sério se continuarmos a permitir indícios claros de improbidade sem uma investigação e correção."

MYRNA MELLO

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Cartas enviadas ao fórum dos leitores, selecionadas para o estadão.com.br

 

 

 

 

 

 

 

 

 

CONQUISTADOR BARATO

 

 

Gengis Kahn foi o segundo maior conquistador de todos os tempos, atrás apenas de Alexandre, o Grande . Seu provável  descendente francês  parece querer ser o terceiro maior da lista, já que gosta de conquistas grupais, muito dinheiro e poder, sonhava em liderar o seu país e faz bunga-bunga por onde passa. Mesmo sendo solto, corre o risco de perder o lugar para um italiano. Será que o empréstimo que o Brasil fez ao FMI  ajudou a pagar a insignificante fiança de US$1mi?

 

 

 

 

 

Flavio Marcus Juliano opegapulhas@terra.com.br

São Paulo

 

 

 

 

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CASO STRAUSS-KHAN

 

Sobre a noticia no Estadão de ontem de que o irmão da vítima que tem ssido seu porta voz no escândalo. Ontem a TV francesa revelou que, segundo os advogados de DSK, o homem não é seu irmão, mas seu amigo, em francês seu namorado. A foto da moça no Estado contrasta com a notícia que é recatada e usa o véu islâmico na cabeça como signo de sua religiosidade. Esperemos as verdades do fato. Só isso.

 

 

 

 

Dalva Teodorescu teosilvasp@gmail.com

São Paulo

 

 

 

 

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PONTO IMPORTANTE

 

 

Obama marca ponto importante na história com seu posicionamento sobre os levantes árabes e na questão Israel/Palestina.

 

 

 

 

Francisco José Sidoti fransidoti@gmail.com

São Paulo

 

 

 

 

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FRONTEIRAS DE 1967

 

 

 

Sim, nós também apoiamos a saída dos EUA de Guantánamo... (Sobre a posição de Obama sobre as fronteiras de 1967)

 

 

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

 

 

 

 

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OBAMA DESESPERADO

 

 

 

Pergunta para teste psicotécnico: Alguém que pede a Israel que retorne às fronteiras de 1967,  é:

a) Ingênuo

b) Está fora de suas faculdades mentais

c) pertenceu ao ministério de relações exteriores do Lula

d) está desesperado para se reeleger

 

 

 

 

Luiz Henrique Penchiari luiz_penchiari@hotmail.com

Vinhedo

 

 

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DISCURSO DE OBAMA

 

 

Obama faz discurso de estadista. Não deve ter agradado nem árabes, nem judeus. Fez o que outros presidentes americanos deveriam ter feito há muito tempo. É assim que se Lula e não ficar brincando de Clube do Bolinha, com Chávez, Fidel, Ortega. Christina etc... Se Obama agir como falou vai fazer História, como nunca antes neste planeta. Mas de maneira correta.

 

 

 

 

Ulysses Fernandes Nunes Junior Ulyssesfn@terra.com.br

São Paulo

 

 

 

 

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ACORDO DE PAZ

 

 

 

Israel, como já era previsto, recusou o acordo de paz proposto por Barack Obama. Fica claro que Israel não quer a paz com os palestinos. Os israelenses não estão dispostos a negociar e não querem ceder nada. Israel quer fazer valer a força bruta do mais forte e não quer respeitar o direito internacional ou a boa vontade entre os povos. Lamentável.

 

 

Renato Khair renatokhair@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

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MAESTRO JULIO MEDAGLIA

 

 

 

 

Os aficionados da música, ouvintes do programa Tema e Variações e os jovens artistas, entusiasmados pelas oportunidades que lhes oferece o programa Prelúdio, regozijam-se com a Fundação Padre Anchieta pela  readmissão do competente maestro Julio Medaglia à Radio Cultura e à TV Cultura. Parabéns, maestro.

 

 

 

 

 

 

RobertoTwiaschor rtwiaschor@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

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A DERRADEIRA FLOR DO LÁCIO

 

 

 

 

Quando me deparei com a notícia de que novos livros didáticos aprovados pelo MEC e pagos com dinheiro do contribuinte eram claramente alinhados com o petismo no poder eu não me surpreendi. Livro didático aprovado pelo MEC é prêmio literário para intelectual orgânico, ora essa.  Quem conhece o petismo sabe que ele não perde chance de fazer proselitismo. A mesma destapada malandragem se derrama pelos concursos públicos, pelas provas do ENEM e onde quer que surja uma brecha para a semeadura ideológica. Sabe aquele inço que nasce e se infiltra até numa trinca do piso? Pois é. Não há cargo em disputa, nomeação possível, cadeira ou cátedra vazia, título honorário, medalha, redação de jornalismo, microfone livre, espaço cultural, passeata ou procissão onde o PT não se apresente. O PT não deixa livre nem cadeira de engraxate. Faça o teste. Quando estiver frente a um auditório lotado diga assim: "Quem quer ser...". Não precisará terminar a frase. Todos os que levantarem a mão são petistas. Estão sempre prontos para ser. Seja lá o que for. Quando conseguem ser, criam um aparelho e ficam sendo. Vá ao estádio do Beira-Rio em Porto Alegre. No meio da torcida colorada, faça chuva ou faça sol, frio ou calor, haverá uma enorme faixa com a estampa do Che Guevara - aquele vampiro argentino que se dizia com sede de sangue. O que faz ali a faixa? Por que se dão ao trabalho de carregá-la e desfraldá-la num campo de futebol, ano após ano? Proselitismo. Nada escapa do aparelhamento. Estão nas Igrejas, nos sindicatos, nas universidades, nas escolas, nos cursos de preparação para o vestibular, nos cursos organizados para ingresso nas carreiras jurídicas (notadamente naqueles criados pelos órgãos de classe da magistratura e do ministério público), estão nas carreiras de Estado, nos conselhos profissionais, nas Forças Armadas, nos seminários, nos grandes jornais e nos boletins paroquiais, nos folhetos das missas e - claro, por que não? - nos livros didáticos do MEC petista. Então, essas coisas não me surpreendem. Plantou colheu. Elegeu o PT, vai ter isso aí. Tudo aparelhado. Tudo a serviço da causa. O que me surpreendeu foi o retorno a uma fase anterior ao petismo no poder. Aquela segundo a qual o bom é ruim e o péssimo é ótimo. Lembrei-me daquele período e de que já havia escrito algo a respeito. Fui atrás e encontrei o texto. Ele foi publicado em 8 de dezembro de 1997 no Correio do Povo, numa época em que o petismo, chegando ao poder, começava a usar gravata. Lá pelas tantas, eu escrevi assim, referindo-me ao que se observara no esquerdismo dos anos anteriores: "Chegou a ser moda não pentear os cabelos, tomar o menor número possível de banhos, andar mal vestido, falar com incorreção, tratar-se com curandeiros.  Quem adotasse conduta oposta e ainda por cima lesse artigos de jornal e bons livros, acabava malvisto pelos companheiros. Havia políticos que eram incorrigíveis nos seus erros gramaticais cuidadosamente cultivados porque lhes proporcionavam singular identificação com as bases. Conheci alguns cujas esposas eram sempre apresentadas como companheiras porque tal palavra expressava uma relação mais popular e portanto mais adequada do que a outra. Ter uma boa formação acadêmica atrapalhava mais do que ajudava quando o assunto envolvia imagem e popularidade. Conheci pessoas que quando precisavam ir a uma vila trocavam de carro, de roupa e de sapato." O tal livro do MEC que valoriza os erros de linguagem sinaliza, na esteira do lulismo, um retorno àqueles velhos tempos. Falar bem é ruim. Falar mal é bom. Nivele-se tudo por baixo! Na atividade rural, ser produtivo é ruim; ser improdutivo é bom. Os ministros petistas do STF que acusaram a família tradicional de ser uma família voltada para o patrimônio, ao passo que a família gay seria voltada para o amor andaram na mesma direção: família tradicional é ruim; família gay é bom. Na mesma linha, Venezuela é bom; Chile é ruim. Cuba é bom; Estados Unidos é ruim. Também na linguagem, o petismo quer endeusar Lula. O "cara" sacralizou a linguagem inculta, certo? Logo, precisamos fazer com que as escolas não corrijam quem fala como o chefe, até porque há quem se disponha a pagar R$ 200 mil (!) pelo privilégio de vê-lo atropelar o idioma... Por fim, a produção verbal de Lula, consolidador da derradeira flor do Lácio, ainda mais inculta, mas sempre bela, o habilita ao fardão da Academia Brasileira de Letras. Alô, alô, Machado de Assis, os companheiros estão querendo Lula lá!

 

 

 

 

Percival Puggina puggina@puggina.org

São Paulo

 

 

 

 

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NOSSA LÍNGUA PORTUGUESA

 

 

 

 

Querer que o brasileiro fale errado é inconstitucional e retrocesso. O artigo 13 da nossa Carta Magna reza, que o idioma oficial do Brasil é a Língua Portuguesa.

 

 

 

 

 

 

Paulo Dias Neme profpauloneme@terra.com.br

São Paulo

 

 

 

 

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‘UMA FOTO DO BRASIL’

 

 

 

 

Parabéns a Dora Kramer por tudo o que ela tem escrito em sua coluna e também pela simplicidade da redação tornando uma leitura de fácil entendimento. Com relação  publicação de ontem, parabéns também à professora Amada Gurgel pela coragem que teve de falar tão simples mas tão verdadeiramente diante de deputados expondo um sentimento que sem dúvida reflete o de todos os professores e professoras do Brasil. Só espero que tenha tocado no coração dos senhores representantes do povo potiguar.

 

 

 

 

 

 

Walter Marcon w.marcon@bol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

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A SAGA DA PROFESSORA

 

 

A origem da saga da professora Amanda Gurgel, episódio relatado por Dora Kramer, reside na corrupção que desvia verbas destinadas à educação! Com um detalhe paradoxal: não há como desviar recursos públicos sem a participação efetiva de funcionários públicos! Assim, o drama da professora cairá no esquecimento caso os funcionários honestos não se organizarem politicamente na defesa de seus princípios à semelhança de outras entidades de funcionários públicos que só se preocupam com seus interesses corporativos! Note-se, que não há sequer uma associação de funcionários públicos que combata a corrupção no seio desta categoria!

 

 

 

Eugênio José Alati, advogado eugeniojosealati@yahoo.com.br

Campinas

 

 

 

 

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PROFESSORA AMANDA GURGEL

 

 

 

 

Esse discurso deveria ecoar pelos quatro cantos do País. Uma jovem corajosa e idealista pois com sua desenvoltura poderia com certeza, ter uma remuneração decente em qualquer outra atividade que não a educação pública. Parabéns, professora Amanda!

 

 

 

 

Osnyr Bandeira Filho osnyrbf@hotmail.com

Tietê

 

 

 

 

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EDUCAÇÃO

 

 

Bonita a posição de Dora Kramer (Uma foto do Brasil, 20/5, A6) ao ceder o seu espaço a uma professora que coloca toda a verdade da nossa educação. O que é insuportável para mim, mais ainda do que o parco salário que recebemos é a posição dos políticos culpando os professores pelo estado das coisas. Espertos, a primeira coisa que fazem é pular fora. Quem levou a situação da educação como está é de única e exclusiva culpa deles que praticamente vai determinar a extinção da profissão. Vejam um exemplo, "Meus livro" ou "Meu livros" ou "Meu livros"... tudo certo. Quanta vergonha nossa! Diante de tudo isso, proponho o "Chico Bento" para ministro da educação.

 

 

 

 

 

Venancio Barbieri venanciobarbieri@uol.com.br   

São Paulo

 

 

 

 

 

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ELEIÇÃO PARA DIRETOR DE ESCOLA

 

 

 

 

 

O PT(Partido dos Trabalhadores) e ONGs estão pressionando o Congresso Nacional para tornar o cargo de Diretor de Escola eletivo.  Esta pequena mudança faz parte de um plano maior do Partido para se manter no poder eternamente e aos poucos introduzirem mudanças no sistema politico brasileiro indo nos mesmos rumos de Venezuela, Equador e Bolívia, ou seja, a implantação de uma ditadura socialista.  Vejamos alguns exemplos:  querem controlar a imprensa; querem o voto através de lista fechada dos partidos, aproveitando-se do fato de o PT ser o partido mais conhecido de todos, ou seja, determinados Petistas teriam cargos vitalícios pois sempre estariam no topo das listas e como o PT domina a máquina e é o Partido mais conhecido haveria uma eternização do mesmo no poder; alimentam ONGs, sindicatos e movimentos como o MST com dinheiro público, o que compra da fidelidade dos movimentos sociais e sindicatos, que são justamente os meios de luta popular, ou seja, o povo fica anestesiado diante dos desmandos do futuro partido único.  O PT nasceu nos braços do povo, da luta popular, tem raízes na igreja, nos movimentos sociais e sindicatos, mas vela lembrar que hoje o partido tem vida própria, como é natural de qualquer organização, e logicamente busca sua sobrevivência, e principalmente a sobrevivência no poder; compram a fidelidade e silencio e outros partidos com cargos no governo, o que inviabiliza a oposição e fecha os olhos de todos para desmandos; querem enfraquecer instituições como o Ministério Público, Justiça e os Tribunais de Contas; querem que os cargos de diretor de escola sejam eleitos, pois almejam a possibilidade de colocar camadas nestes cargos usando a capilaridade do partido nas comunidades e sindicatos.  Na verdade já pensam em fazer a cabeça das crianças e pais na tarefa de anestesiar e cegar o povo para a eternização do partido no poder. Na condição e educador comento um tema que está em discussão no momento pela sociedade e pelo Congresso Nacional: o da eleição para os cargos de diretor de escola.  Os defensores da ideia afirmam que é uma forma de colocar a escola mais próxima da comunidade, democratizar a gestão escolar e melhorar as escolas, pois supostamente os incompetentes não seriam eleitos ou reeleitos. Creio que a eleição é em muitos casos até pior e menos eficiente que a indicação para o cargo, pois onde se usa o critério de indicação a legislação prevê requisitos para o indicado. O concurso público é o melhor método, pois dá oportunidades iguais para todos e seleciona, se bem feito, os mais preparados para a função.  Dados do próprio MEC mostram que as escolas onde o diretor tem mais tempo no cargo são as que têm os melhores desempenhos nos exames nacionais.  Evidentemente método algum é perfeito, o concurso pode até selecionar pessoas incompetentes para o cargo ou sem equilíbrio emocional, mas neste caso cabe o acompanhamento das Secretarias de Educação para readaptar estas pessoas em outras funções. Nós elegemos os políticos (prefeito, vereador, deputados, etc), pois temos que escolher entre diferentes ideologias ou diferentes prioridades, por exemplo, um político pode ter uma proposta boa para saúde, outro para obras, outro assistência aos pobres, outro prioriza a educação e assim por diante, desta forma o povo deve escolher o que quer priorizar e votar naquele candidato, mas no caso de uma escola não existe o que escolher, ela simplesmente tem que ensinar.  A escola tem uma tarefa bem definida, por isso a escolha para o cargo de diretor deve levar em conta apenas requisitos técnicos e não requisitos políticos ou de simples carisma do candidato. Quanto à eleição cito os seguintes problemas:1)    Existe conflito de interesse entre os eleitores e o eleito, pois será um professor que vai chefiar os demais professores e ao mesmo tempo dependerá do voto dos mesmos.  Podem ser tomadas medidas para agradar a comunidade, mas não necessariamente melhorar a educação, tais como festas, concursos, excursões e outros sem objetos claros para melhoria do ambiente escolar ou qualidade de ensino e sim para agradar a comunidade.  No Brasil quase 90% da população considera a educação boa, mas somos praticamente os últimos colocados nas provas internacionais, ou seja, o critério de avaliação da população não corresponde a realidade; 2)    O processo pode ser politizado, como sabemos existem partidos políticos que estão mais próximos da população e mais presentes nas organizações comunitárias e sindicatos de professores, o que pode causar direcionamento ao processo, ou seja, ao invés de se basear na competência do candidato, o candidato poderia ser escolhido por sua tendência partidária.  Podemos perceber que os partidos populares também chamados partidos de esquerda são os mais interessados que o diretor de escola seja eleito; 3)    O candidato pode ser eleito simplesmente por ser carismático e não por ser competente; 4)    A troca de diretores a cada período pode causar descontinuidade pedagógica e administrativa, o que influi negativamente na qualidade de ensino.  Evidente que nas avaliações do próprio MEC quanto maior a permanência do diretor na escola, melhor a escola é avaliada; 5)    O eleito não necessariamente tem compromisso com a politica pedagógica da rede de ensino; e 6)    Havendo necessidade de punição ou substituição do Diretor, poderá haver conflito entre os órgãos dirigentes do sistema e a população local. Tanto o Governo do Estado de São Paulo, quanto à prefeitura da capital selecionam diretores por concurso público, sendo São Paulo o único estado da federação a usar o método do concurso, mas ao que tudo indica é o melhor método, pois livra as escolas de disputas internas, sendo o fator a menos de instabilidade no tão agitado convívio escolar. Sou defensor do concurso, acho que o Estado de São Paulo e a prefeitura inovaram neste sentido e creio que eventuais falhas do sistema de concurso de concurso são mais fáceis de sanar e de menor ocorrência se comparados a outras formas de provimento dos cargos.

 

 

 

Fábio Rodrigo Conceição fabio130875@gmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

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VOTOS DE PROTESTO

 

 

 

Os eleitores que votaram no “Tiririca” alegaram que eles somente optaram por escolher o comediante para protestar contra algumas atitudes relativamente inadequadas tomadas por outros "políticos";esses votos, provavelmente, foram cedidos ao ex-humorista por sua ignorância política evidente e seus modos duvidosos de se expressar verbalmente,tanto na fala,quanto na escrita;considerados por muitos como incorretos (exceto pelo MEC). Parece que a frase utilizada por “Tiririca” como slogan tem uma veridicidade altamente questionável,assim como o PBA (Programa Brasileiro de Alfabetização),estabelecido pelo Ministério da Educação. Tendo isso em mente,acredito que o ex-comediante e o Ministério da Educação devam sentir a necessidade de adotar um novo slogan: “Regredir educacionalmente: um dever de todos”.  Espero que “os leitor informado” tenham compreendido.

 

 

Vitor Meirelles Buzaglo Matarezio vitormbm1@hotmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

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QUANTO FALTA PARA A LIBERDADE?

 

 

 

 

O que mudou de 1970 para cá? As palavras, as denúncias, as constatações, os limites, a preservação da moral .  a defesa da cultura , o limite da decência ? Estas novas gerações,  nossos filhos,  criados pela liberdade e convicção do acerto desviaram a atenção do foco, passaram a crer na evolução, foram traídos, como nós , pelos petistas corruptos que assolaram nossas praias, as invadiram e nos roubaram as carteiras. Drogas, nunca jamais sonhadas, esta,  a imagem deste povinho chulo que não fala o português, não presta contas à justiça e ainda pisoteia a Constituição. Teremos de construir outras gerações para eliminar estes parasitas safados, ou, ainda há estudante, sociedade, livres pensadores capazes de arregaçar as mangas para varrer esta infindável corja para fora? Será que precisamos recorrer a estrangeiros para salvar nossa terrinha das línguas presas e os dedos gatunos?

 

 

 

 

Ronaldo Parisi rparisi@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

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EXOSFERA

 

Se o ministro Palocci, comprometido com a eleição de Rousseff, recebeu R$ 20 milhões em 2010, mal posso imaginar o faturamento do companheiro cassado que, full time, dedica-se à tarefa de consultor. 

 

 

 

 

 

Helena Rodarte Costa Valente helenacv@uol.com.br

Rio de Janeiro

 

 

 

 

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A OPOSIÇÃO APOIA PALOCCI

 

 

 

Sr. José Serra, foi por este posicionamento que o Sr. perdeu a eleição. Se aprume!

 

 

 

Paulo Barros dr.paulobarros25000@gmail.com

São Paulo

 

 

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PERDA DE MANDATO

 

 

 

O deputado Palocci poderia perder o mandato (art.55 da Constituição) se tivesse (art.54, a) firmado ou mantido contrato com pessoa jurídica de direito público, autarquia, empresa pública, sociedade de economia mista ou empresa concessionária de serviço público ou (art.54,c) patrocinado causa em que seja interessada qualquer das entidades referidas. Ele não estava na vida privada e estava submetido a limitações como deputado. Não é o mesmo caso dos ex-ministros indicados por ele como exemplo!

 

 

 

 

Aloysio Quintão Bello de Oliveira aloysiobello@uol.com.br

Belo Horizonte

 

 

 

 

 

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DINHEIRO DE CHOCADEIRA

 

 

Senhor ministro da Justiça, senhores ministros do STF, senhores defensores dos direitos humanos, todos os cidadãos brasileiros são iguais perante a lei. O cidadão Francenildo explicou a origem dos seus R$ 39 mil. Falta o ministro Palocci explicar a origem dos seus R$ 7,5 milhões.

 

 

Humberto de Luna Freire Filho hlffilho@gmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

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ANTONIO PALOCCI X EIKE BATISTA

 

 

Olho no retrovisor sr. Eike, a persistir nessa "taxa de multiplicação de patrimônio" logo, logo, o sr. Palocci será o brasileiro no topo das listas dos mais ricos.

 

 

José Celso Bustamante Coura jcelsobc@yahoo.com

São José dos Campos

 

 

 

 

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PERGUNTA

 

 

Se em quatro anos o ministro Palocci aumentou em 20 vezes o seu patrimônio, coisa que brasileiro nenhum consegue fazer com trabalho honesto, e o governo declara não haver nada de errado, pergunto: Quanto que os "clientes" ganharam com as informações e serviços prestados pelo Sr. Palocci? Esse dinheiro ganho pelos clientes saíram do cofre público? Com a palavra, os defensores do povo brasileiro.

 

 

 

José Carlos Costa policaio@gmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

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PALOCCI E A HERANÇA MALDITA

 

 

Em entrevista a uma rádio de São Paulo, o ex-ministro Bresser Pereira, perguntado sobre o caso Palocci, disse que quando se sai do governo se recebe uma enxurrada de propostas, não propriamente de trabalho, mas de loby, com o propósito de fornecer à empresacontratante informação privilegiada e influência que lhe possibilite obter vantagens em negociações que dependam de decisões do governo. O importante é saber recusá-las com firmeza. Ao que parece, o ministro Palocci não soube recusar esse tipo de proposta. Talvez isso aponte para a prática de tráfico de influência pós-exercício de cargo público de primeiro escalão, já que suas relações com o governo continuaram sendo muito estreitas, e explique o aumento astronômico de seu patrimônio. Ilegal? Talvez não. Imoral? Com certeza, sim. O enorme talento político e a enorme competência como gestor público do ministro Palocci lamentavelmente se esgarçam em consequência de casos que são típicos de homens públicos menores, como o da coleta de lixo de Ribeirão Preto, o da violação do sigilo bancário do caseiro Francenildo e o atualmente em pauta. Se algo assim ocorresse em países como Japão, Estados Unidos e outros mais adiantados do que o nosso, talvez levasse a desfechos trágicos, para escapar à vergonha pública. E no Brasil? Apenas tapinhas nas costas, blindagem por parte do governo e, quem sabe, o secreto orgulho da esperteza bem-sucedida. A quase sempre provável impunidade é a garantia de que um vasto número de políticos e homens públicos deste país, em todas as esferas de governo, faz, fez ou um dia fará a mesma coisa. Essa, sim, é a nossa real herança maldita, perpetrada e perpetuada por políticos... idem.

 

 

 

 

 

Jorge Manuel de Oliveira jmoliv11@hotmail.com

Guarulhos

 

 

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FIM DA FESTA

 

 

Quando Lula assumiu o governo em 1.º  janeiro de 2003, Palocci chamou todos os donos de bingo, montadoras, construtoras, banqueiros para levar dinheiro a Brasília.E não era pouca coisa não.  Conta-se que havia uma sala monstruosa onde Palocci estava sentado à sua cabeceira rodeado por malas cheias de dinheiro. Quem não se lembra das muitas malas cheias de dinheiro que tanto barulho causou? Pois é, de lá para cá, a coisa se aperfeiçoou de tal forma que não faltarão amigos para defender Palocci. Pelos pagamentos feitos muitos empresários ficaram livres de fiscalização e investigação. Agora que vazou o meteórico enriquecimento do ministro da Casa Civil  do governo Dilma, chegou a hora de apresentar a fatura. E será que alguém terá coragem de abrir o bico? Duvido, pois será o fim da festa.

 

 

 

Luciana Lins lucianavlins@gmail.com

Campinas 

 

 

 

 

 

 

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DECEPÇÃO E FRITURA

 

 

À medida que avançam os fatos ligados ao crescimento em proproções geométricas do patrimônio do Ministro Palocci a grande prejudicada nesse embate todo, será aPresidente Dilma. Seguramente e absolutamente a Presidente Dilma não tem  nada com isso, mas seus opositores tentarão juntar isso tudo à sua imagem.Isso não será justo se acontecer, uma vêz que nossa Presidente deve estar alèm de surpresa e indignada, completamente decepcionada com o Ministro em  voga e seu rápido processo de fritura.

 

 

 

José Piacsek Neto bubapiacsek@yahoo.com.br

Avanhandava

 

 

 

 

 

 

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ENCOBRINDO...

 

 

 

O Planalto, representado por Gilberto Carvalho, diz que o "caso" Palocci está terminado. E para corroborar, o presidente do PT, Rui Falcão, diz que o "caso" já está superado, então não devemos falar mais nisso, não é mesmo? O Congresso quer, porque quer ouvir as explicações do ex-deputado e ministro lobista e "traficante" de influência; deve ser para aprenderem outro ílicito de como tirar vantagem e proveito próprio dos cargos ocupados no desgoverno. Para "alguns" a desonestidade não tem limites, é ou não é? Até a sua empresa Projeto está sob suspeição. Apenas lembrando, no governo FHC, o secretário especial de abastecimento e preços, Milton Dallari, que já tinha uma empresa de consultoria e tem até hoje, pediu demissão do cargo em razão das denúncias na época, quando o próprio PT acusou o secretário de continuar prestando serviço na sua própria empresa; o que após sofrer uma devassa da receita federal, em sua vida profissional e particular, constatou-se que não havia nada que desabonasse o secretário e que tudo não passara de uma armação do PT contra o presidente FHC, usando como "bode expiatório" o secretário que vinha prestando um bom serviço ao país. Caráter e honradez é próprio de cada um. Diante da situação, o melhor no momento, é o ministro chefe da casa civil se exonerar do cargo, bem como do conselho de administração da Petrobrás, que com certeza deverá ganhar muito mais com o que chama de "consultoria" que na realidade é lobby ou "tráfico de influência", ao invés de se comparar com ex-ministros da fazenda ou ex-diretores do BC, tais como: André Lara Rezende, Armínio Fraga, Pérsio Arida, Mailson da Nobrega, Pedro Malan, Henrique Meirelles e outros, como se todos fossem da mesma laia. "PimenTa nos olhos dos outros, é colírio". A sua atitude nada diverge da grande maioria dos correligionários do PT, que quando são pegos com a "boca na botija", usam como defesa, o ataque indiscriminado! Pelo visto o próprio e os muitos "companheiros", continuarão encobrindo...

 

 

 

 

 

 

Luiz Dias lfd.silva@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

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QUEM NÃO GOSTA, QUE SE DANE

 

 

Alguém acredita mesmo que um dia saibamos o que Palocci andou fazendo para enriquecer tão depressa? E, se soubermos, que vá acontecer alguma coisa? Esqueçam, senhores! Palocci continuará com suas "consultorias", ganhando milhões, os passaportes diplomáticos continuarão nas mãos erradas e assim por diante. É assim há anos e não vai mudar. A Polícia Federal não se interessou, o Planalto já decretou que está tudo certo  Franklin Martins já foi chamado para fazer a imprensa calar sobre o caso. É certo que consiga, como sempre. Eles fazem o que querem, e quem não gostar que se dane.

 

 

 

Maria Cristina Rocha Azevedo crisrochazevedo@hotmail.com

Florianópolis

 

 

 

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ARMAS DE FOGO E MAIS UMA VÍTIMA

 

 

 

Desde a tragédia do Realengo, sustentamos que a primeira causa desses acontecimentos que ensombrecem a vida no Brasil é a existência de armas de fogo em profusão na sociedade. Não conseguimos entender como há tantas pessoas, honestas e corretas na análise de outros aspectos da vida comunitária, que defendem a circulação desses instrumentos da morte em nossa sociedade, que agora ceifa a existência plena de esperanças de um jovem estudante da USP.

 

 

 

Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

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SEGURANÇA NA USP

 

 

 

Os estudantes  da USP insistem em repudiar a presença da Polícia Militar dentro da Cidade Universitária. Cabe esclarecer que somente a Polícia Militar é autorizada  pela Constituição a fazer o policiamento ostensivo e repreensivo em sua área de atuação. Será que os estudantes da USP esqueceram que eles também fizeram  parte da história nos idos da ditadura militar em sequestros de embaixadores e outros crimes?

 

 

 

Arnaldo Luiz de Oliveira Filho arluolf@hotmail.com

Itapeva

 

 

 

 

 

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UM PARAÍSO PARA OS BANDIDOS

 

 

 

 

Estacionamentos, ruas, ponto de ônibus, no escuro, sem câmeras, vítimas indefesas, caixa eletrônico próximo. Além de tudo, contam com o apoio do Diretório Central dos Estudantes, do presidente dos docentes da USP, do presidente da Fundação Interamericana dos Direitos Humanos e do Sindicato dos Funcionários da USP que não querem a PM por perto! É assustador, só nos resta chorar pelos pais de Felipe...

 

 

 

 

 

 

Virginia H. R. Pécora virginiapecora@yahoo.com.br

São Paulo

 

 

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PM DESPREPARADA

 

 

O sr. Hélio Bicudo, presidente da Fundação Interamericana de Direitos Humanos, diz na página C3 de 20/5 que a PM não está preparada para fazer o policiamento das ruas. Se a PM não está, quem estará?  No mínimo uma declaração infeliz.  A PM tem que se fazer presente na USP para defender o cidadão que lá trabalha e estuda.

 

 

 

 

 

Arthur Biagioni Junior biagioni.jr@uol.com.br

Campinas

 

 

 

 

 

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PREVISÍVEL... E MONÓTONO!

 

 

É deprimente a monotonia do Brasil. Os inocentes de sempre continuam a morrer com as balas dessa violência urbana inaceitável, os políticos de sempre continuam a corromper sordidamente na cara da população, as próximas chuvas de verão irão inundar como sempre fazem há anos... As notícias de uma passado remoto, são as mesmas do presente e, pasmem, serão idênticas no futuro. Precisamos urgentemente de problemas diferentes. Ninguém aguenta mais essa mesmice!

 

 

Marcello Pesce mpesce@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

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(IN)SEGURANÇA PÚBLICA

 

 

 

 

Outro assalto e assassinato de um estudante no campus da USP, os alunos e seus pais apavorados. Cuidado!! Passeamos na rua, esconder a bolsa! Andando de noite - mulher nem pensar - olhamos com suspeita nas quatro direções! Saindo do banco, o coração batendo! Viajando no ônibus olhamos com suspeita as figuras entrando! Parando o carro na luz vermelha, ansiamos o pronto cambio para luz verde! Antes de frear ao chegar em casa, olhamos no espelho se não estamos sendo seguidos! Evitamos o posto de gasolina já assaltado varias vezes em pouco tempo, igual que o empório da esquina! Usar um caixa de 24 horas, apenas num recinto fechado de um banco! Aguardamos com ansiedade a volta da criança da escola! Etc.etc.etc. Essa intolerável freqüência banal dos assaltos na cidade motiva o instintivo medo da população e sua impotente resignação. Porque as autoridades não tomam, uma vez por todas, medidas concretas, mas pragmáticas, para frear essa inadmissível situação? Que tal o Patrulhamento Policial ostensivo? Hoje imperceptível. Estima-se que a frota disponível de viaturas policiais para a Grande São Paulo - ainda descontando a metade para manutenção e ocorrências policiais - e considerando uma baixa velocidade média - a ronda policial poderia cobrir mais de 1.500 km de ruas, dia e noite, com um  frequente aparecimento, sem considerar ainda a possível circulação de motociclistas e pedestres policiais  Isso permitiria surpreender em flagrante muitos assaltos e infrações de transito, e poucos criminosos iriam arriscar-se a praticar esses crimes, os motoristas guiariam com mais cuidado e legalidade, e os policiais poderiam auxiliar na hora aos vitimados. E atenderia as incansáveis e justificadas, mais infrutuosas, reclamações das associações de moradores da cidade e melhoraria o deplorável índice atual de menos de 5% da solução de crimes praticados. Outro agravante, as arcaicas leis de inimputabilidade de menores de 18 anos, e a progressão (perdão) de 83% (1/6) da pena, ambas quase únicas no mundo, deviam ser reformadas sem mais delongas, já que em lugar de coibir motivam os atos criminosos, repetitivos ou não dos criminosos. Então, essa deplorável situação exige imprescindíveis medidas palpáveis e realistas das autoridades e do legislativo para melhorar a tão lesada qualidade de vida da população Brasileira!

 

 

Pablo L.Mainzer plmainzer@hotmail.com

São Paulo

 

 

 

 

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POLÍCIA, CIDADANIA E DIREITOS HUMANOS

 

 

 

Para quem assimilou somente um traço repressivo da “defesa da ordem” em passado recente no Brasil, os valores da cidadania e dos direitos humanos podem parecer distantes da polícia, até mesmo antagônicos. Mas ocorreu uma rápida e perceptível mudança da realidade social e política no país de jovem democracia, assim como evoluíram na mesma velocidade os órgãos policiais que constituem parcela inseparável de sua sociedade. Apesar disso, por um inexplicável interesse em focar o passado e não mirar o futuro, muitos dos “novos-velhos” cidadãos não despertaram para o alvorecer da cortejada Constituição Cidadã que trouxe direitos e garantias individuais para todos, indistintamente. No longo caminho de uma cidadania plena, diante das dimensões de exercício de direitos civis, políticos e sociais, também os policiais militares enfrentaram tempos difíceis: a maior parte do efetivo (todos os cabos e soldados) não podia votar até 1988 de acordo com a Constituição anterior, de 1967 (artigo 142). Passados os episódios do período de transição e a queda (implosão) “do muro” do famoso presídio da Zona Norte de São Paulo, ocorreram rápidas transformações dentro e fora dos intactos e centenários quartéis. A aproximação da Polícia com a Comunidade, marca da filosofia e também da estratégia operacional da Polícia Militar a partir da década de 1990, trouxe uma nova perspectiva que frutifica no século 21, coroada por uma bem-vinda redução da criminalidade nos espaços em que se estabeleceu. No consolidado Estado Democrático de Direito testemunha-se um promissor quadro institucional que valoriza a eficiência do órgão policial, por meio da gestão pela qualidade com uso de tecnologia aplicada à segurança pública; do serviço dirigido essencialmente ao cidadão, com a Polícia Comunitária; da promoção dos valores reconhecidos como Direitos Humanos de conquista universal do homem contemporâneo. Existe um firme propósito muito além do simples e frio “respeito” e um regular “cumprimento de normas”. Enfim, encontra-se o caminho iluminado e pavimentado com as melhores práticas e conceitos de humanização no atendimento ao público, em uma nova geração de profissionais formados para observar a essência da atividade policial que objetiva o bem comum, finalidade do próprio Estado nela materializado. Prova de que a Polícia mudou juntamente com a sociedade é o fato de que, hoje, juízes eleitorais e servidores a serviço da Justiça Eleitoral reivindicam a presença dos agentes policiais cada vez mais próximos das urnas de votação durante os pleitos para a garantia da segurança dos trabalhos, ao passo que a legislação eleitoral em tempo recente havia preconizado “distância mínima” desse mesmo agente para evitar indevidas influências de quem lhes dava ordens. Também a emblemática escolta das urnas é confiada àqueles que outrora se pretendia manter longe dos centros das decisões. Finalmente, um último reduto daqueles que não queriam a presença do policiamento ostensivo no campus da USP, em São Paulo, parece compreender a sua necessidade e legitimidade de ação preventiva naquele espaço, depois de um trágico homicídio de um aluno. No campo dos direito civis e sociais, a Polícia é Cidadã quando prioriza suas ações em defesa da vida, da integridade física e da dignidade da pessoa humana, com tratamento igualitário a quem quer que necessite dos seus serviços, sempre cuidando da segurança pública que é condição básica para qualquer atividade produtiva. A Polícia é Cidadã e promotora dos Direitos Humanos quando universaliza o seu “atendimento de emergência” ininterruptamente pelo telefone 190, amparando e socorrendo vítimas de toda sorte, não somente encaminhando viaturas para ocorrências puramente policiais. A Polícia é Cidadã quando seus agentes são capazes de se sacrificar em defesa da segurança de alguém que não o conhece pessoalmente, mas identifica nele o esforço legal pelo bem da coletividade. O bom policial é, sim, um idealista. Superado o interregno de percepção de um órgão de defesa do Estado, a Polícia busca o reconhecimento como legítimo órgão defensor do cidadão e dos seus direitos individuais. A indispensável força policial que nasce junto com o Estado em qualquer sociedade tem na Declaração Francesa dos Direitos do Homem e do Cidadão, de 1789, preconizada sua missão perene: dentre os dezessete artigos aprovados no mês seguinte à Tomada da Bastilha - marco da Revolução Francesa - se encontra no artigo 12 a previsão da necessária criação de uma chamada “Força Pública” (Force Publique), para a sustentação da garantia dos direitos do homem e do cidadão. Independente do nome do órgão policial, a identidade resgatada não é nova, mas essencial para o bem de todos.

                     

 

 

 

Adilson Luís Franco Nassaro nassaro@policiamilitar.sp.gov.br

Assis

 

 

 

 

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VIOLÊNCIA

 

 

 

 

Nunca vi tanta violência no meu Estado. Estamos sendo exterminados como baratas. Não podemos ir à escola, ao banco, ao parque, à Igreja, ao restaurante... enfim, a lugar nenhum.Todo dia vejo uma mãe chorando pela morte de um filho nas mãos desses bandidos. Por que não temos uma polícia autoritária e atuante? Por que não existe punição? É revoltante!

 

 

 

 

Ana Maria Milanov Nahas iamilanov@hotmail.com

São Paulo

 

 

 

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AUTONOMIA DA USP

 

 

A insegurança que existe na USP poderia ser bem menor se lá pudesse entrar a polícia.

A Cidade Universitária é um território livre, os bandidos sabem que lá não tem polícia, pois a da USP nem armas pode ter.Num lugar onde circulam por volta de 100 mil pessoas por dia é o território perfeito para toda sorte de crimes e infrações.Sabe-se que há tráfico de drogas, roubos, assaltos, sequestros. Mas se não for convocada a PM lá não pode entrar, já que os esquerdistas não deixam, e em nome da causa política eles muitas vezes atacam instalações e fazem professores e alunos reféns. E a bandidagem, sabendo disso, deita e rola. Afinal não é possível que em nome da autonomia da USP a Constituição lá dentro não valha nada. O que é preciso ter na USP é autonomia para se estudar, ensinar e pesquisar.

 

 

 

Maria Tereza Murray terezamurray@hotmail.com

São Paulo

 

 

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DESOLADOR

 

 

 

A gente gera um filho, cuida desse filho, ama tresloucadamente esse filho. Passa ao lado dele uma vida toda educando, pondo cedo o seu café à mesa para ir à escola, dormindo ao pé de sua cama  numa enfermidade, comemorando cada conquista e sendo companheiro em seus dissabores. Ao lado dele dia, noite, nos sonhos, nos pesadelos, nas alegrias, nas descobertas, nas adversidades, em todos os segundos de sua existência. Aí, vem um qualquer e, do nada, por nada, leva embora seu filho. Um acontecimento corriqueiro num país onde sair às ruas é uma aventura  perigosa. Onde pagamos altos tributos e não temos o que precisamos e temos direito e ainda perdemos aqueles que mais amamos por negligência e descaso de políticos que estão cada vez mais ricos, poderosos, desumanos, desonestos, corruptos, malditos. A causa pública não lhes diz respeito. Estão lá para se regozijarem em cima de uma riqueza que não lhes pertence, para serem felizes em cima da desgraça do povo, para confraternizar em volta de um poder conquistado de forma vil. O Brasil está falido. De nada adianta sermos uma economia forte se não temos vida segura e digna. Que país é esse que não protege seus filhos? Que os ameaça diariamente? Que põe suas vidas nesse jogo perverso que não tem fim?

 

 

 

Myrian Macedo myrian.macedo@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

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CRIME NA USP

 

 

 

 

Não querem que a PM entre no câmpus da USP? Então não reclamem.

 

 

 

 

Sergio S. de Oliveira marisanatali@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

 

 

 

 

 

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POLÍCIA MILITAR NA USP

 

 

 

 

Impedir a Polícia Militar (PM) de entrar na Cidade Universitária foi ponto de honra na época do regime militar, quando a autonomia universitária era indispensável. Viver um ambiente de liberdade em meio ao autoritarismo da época, foi imprescindível para que os estudantes, como integrantes da sociedade civil, pudessem exercer cidadania, ameaçada pelos sucessivos Atos Institucionais. Para isso, era absolutamente inaceitável a entrada da Polícia no campus, a fim de que pudéssemos discutir ideias, tais como, diferentes noções de democracia, diversidade econômica e cultural, liberdade de opinião e consciência, em plena liberdade, sem cerceamentos de qualquer ordem. Mesmo assim, a USP foi palco, e mais de uma vez, da invasão da Polícia Militar, em busca dos que naquele período eram considerados subversivos. Quantas vezes fomos detidos dentro das unidades, tendo documentos tomados à força pelos policiais, que só os devolviam horas depois, após acurada consulta aos órgãos de segurança do regime! Hoje, em plena vigência do Estado de Direito, onde a questão da segurança (ou sua falta) até impõe que a PM se faça presente no campus, trará, sim, alguma dificuldade a que se pratiquem ações criminosas, como a que vitimou o infeliz estudante da Faculdade de Economia. Se isso vai diminuir, impedir ou não, qualquer ação criminosa, onde segundo alguns, a Polícia somente aparece após os crimes haverem sido cometidos, o que é uma verdade (mas como seria diferente?), é questão a ser discutida posteriormente, aparando arestas, com a população interessada exigindo segurança de quem a pode fornecer. Policiamento preventivo se faz necessário, e não só nos campi universitários. Ou, como lido no dia de ontem, os estudantes não querem a policia no campus, a fim de poderem fumar seus baseados sossegadamente? Meus dois filhos são egressos da USP, de onde minha esposa e eu também o somos, e eu sei do que estou falando. Em nome da liberdade, há até quem se drogue nos fumódromos da USP. É essa a fina estirpe que dirigirá dentro de poucos anos os destinos da nação? Liberdade, antes de mais nada, pressupõe responsabilidade e respeito às leis. Aos pais e familiares do jovem covardemente assassinado, meus respeitos e minha oração a que Deus os conforte nesta tragédia que poderia ter sido evitada.

 

 

 

Adilson Lucca Sabia adilsonsabia@gmail.com

São Paulo

 

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