Cartas - 23/03/2011

INTERFERÊNCIA NA VALE

, O Estado de S.Paulo

23 Março 2011 | 00h00

O que é isso, companheiros?

Li, e acredito, por ser de uma imprensa livre, embora engessada há 600 dias sem que nenhuma "otoridade" tenha peito para desfazer esse ranço, que o ministro Mantega está pressionando o Bradesco para a troca do comando da Vale. Pela notícia do Estadão (22/3, B3), o sr. Agnelli, que não tive o prazer de conhecer, é muito competente por elevar os lucros e trabalhar com uma política de viés internacional para a empresa de que é presidente executivo. Além de anunciar a criação de mais um Ministério (meu Deus, até quando?), o da Microempresa, a central de negócios instalada em Brasília, acredito eu, quer "aparelhar" empresas privadas. Se um governo não tem competência para gerir seus próprios fins e instalar mais Parcerias Público-Privadas em infraestrutura, merece crédito para se imiscuir em negócios privados? Façam-me o favor... Contem outra!

RICIOTI COVESI FILHO

ricioti@uol.com.br

Americana

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Sem palpite

Se a Vale é empresa privada, o governo não tem de dar palpite em seus assuntos corporativos. Se não está de acordo com os resultados da companhia, que venda sua participação no mercado acionário. E estamos conversados.

MARCOS ANTONIO SCUCUGLIA

sasocram@ig.com.br

Santo André

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Privatizada?!

Está faltando vaga nas empresas do governo para o PT? Parece que sim! Estão atacando uma ilha de prosperidade para torná-la o novo cabidão de empregos para a "turma". Postos executivos, muitos mais assentos no conselho, fornecedores suspeitos, superfaturamento... Vai começar tudo de novo! Querem tirar da Vale quem compra navios pela metade do preço, administra os custos conforme o momento da empresa e da economia e investe no momento oportuno. Enfim, querem tirar quem administra a Vale como uma empresa, e não como o "partidão da alegria". Agnelli e equipe, lamento ver isso prestes a acontecer. Aos acionistas privados que estão cedendo ao "canto da sereia do partidão": tenham certeza que o Brasil lamenta muito.

RONALD EDUARDO PACINI

familia.pacini@uol.com.br

São Paulo

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MERCOSUL

Barreiras argentinas

Esperamos que a presidente do Brasil, diferentemente de seu antecessor na essência, leia o Estado. Parabéns pelo editorial Mais barreiras argentinas (22/3, A3). Espero ardentemente que a presidente tome uma atitude firme e enérgica com relação ao país vizinho, ao contrário do antecessor, que foi passivo e leniente quanto aos interesses do nosso país - acho que até por falta de informação. É bom lembrar que engolimos grande parte de produção automobilística argentina. Não seria a hora de fecharmos nossas fronteiras aos veículos lá fabricados ou, melhor ainda, boicotarmos a sua compra?

JOÃO ANTÔNIO DOHMS

dohmsj@hotmail.com

Fortaleza

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BASE ALIADA

Dilma e o PMDB

Parabéns a Dilma, que está surpreendendo a todos por sua seriedade. Depois do convite a Fernando Henrique Cardoso, deveria trocar o PMDB pelo PSDB, partido muito mais sério e que compartilha suas ideias e seus projetos!

MAURO WJUNISKI

maurow@lynxar.com

São Paulo

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NOVO PARTIDO

Reforma urgente

A criação desse novo partido político (PSD) é a demonstração cabal de que o Brasil precisa com "urgência urgentíssima" de uma reforma político-partidária-eleitoral. Para que essa quantidade exorbitante de partidos? Aliás, o pluripartidarismo é prerrogativa do sistema de governo parlamentarista, e não do presidencialismo. O que significa exatamente no espectro político definir-se como "centro" com uma "leve" tendência para a esquerda? Daqui a pouco surge um novo partido com uma "pesada" tendência para a direita, cabe isso? E o ex-presidente Juscelino Kubitschek, então, deve estar se revirando no túmulo. Enquanto não houver uma reforma político-partidária séria neste país, que contemple, entre outras coisas, um número limitado de partidos, nós, eleitores, teremos de conviver com esses partidinhos de aluguel que aí estão e não contribuem em nada para o aperfeiçoamento do sistema partidário-eleitoral, enfraquecem nossas instituições e diminuem nossa "qualidade democrática". Lamentável... Especialmente lamentável pelo brilho falso da "fantasia política", mesmo porque o carnaval já acabou...

AURÉLIO DA SILVA BRAGA

branco.braga033@gmail.com

Bauru

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Kassab na contramão

Infelizmente, temos em Gilberto Kassab mais um político na contramão do que deveria ser o futuro político do Brasil, onde o número de partidos políticos devia ser diminuído, e não aumentado. Mais um que decepciona por pensar só nele, e não no País.

CARLITO SAMPAIO GÓES

carlitosg@estadao.com.br

São Paulo

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Cuidado, DEM

A criação do novo partido pelo prefeito Gilberto Kassab demonstra o caráter da maioria dos políticos brasileiros. Só pensam neles. O iate do DEM começou a ficar à deriva e imediatamente os ratos se posicionaram para sair. O DEM ainda tem muitos votos no Brasil, mas precisa tomar cuidado com alguns que ficaram no partido. O deputado federal Rodrigo Garcia é cria de Kassab, todos sabemos que são unha e carne, e bota união nisso. Sou daqueles que entendem que o DEM deveria convidá-lo a deixar o partido para não correr o risco de ver as suas estratégias repassadas ao inimigo. Nesta região, onde sempre alcançou votos, a dupla é superconhecida. Portanto...

GUILHERME DE CAMPOS NETTO

guilher4012@yahoo.com.br

Votuporanga

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CENSURA

600 dias

Por mais incrível que possa parecer, em mais de 25 anos de regime democrático no Brasil, um jornal de grande circulação como o Estado de S. Paulo hoje completa 600 dias sob censura. O que mostra que temos ainda muito que nos aprimorar como democracia. Estadão, continue na luta!!!

ROBERTO SARAIVA ROMERA

robertosaraivabr@gmail.com

São Bernardo do Campo

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"Será o novo partido de Kassab um "cavalo de Troia"? Pois parece. Só resta saber quem são

os gregos dessa história"

SANDRO FERREIRA / PONTA GROSSA (PR), SOBRE O PSD

sandroferreira94@hotmail.com

"Acho que está mais do que na hora de nossa presidente mostrar a que veio. Botar ordem

na casa, sem melindres, com soberania"

LINA PASQUALINI / PERUÍBE, SOBRE AS BARREIRAS COMERCIAIS DA ARGENTINA

linapasq@uol.com.br

"600 dias! Isso é uma vergonha!"

ROBERTO TWIASCHOR / SÃO PAULO, SOBRE A CENSURA AO "ESTADÃO"

rtwiaschor@uol.com.br

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TEMA DO DIA

Voto do Brasil irrita rebeldes em Benghazi

Rebeldes líbios criticam governo brasileiro por abstenção no Conselho de Segurança da ONU

"Os brasileiros devem exigir o esclarecimento sobre a posição do Brasil em relação à crise na Líbia."

ROSBERG FARIAS

"Já está na hora de o Brasil descer do muro quando se trata de assuntos internacionais, não?"

CLAUDIO MALAGRINO

"É muito cômoda a posição de pacifista quando outros morrerão sob a sanha de ditadores criminosos."

CARLOS JORGE FERNANDES

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Cartas enviadas ao fórum dos leitores, selecionadas para o estadão.com.br

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

VALE: QUEM DÁ AS ORDENS?

 

Nunca as esquerdas deixaram de insistir na tecla da reestatização da Vale privatizada em 1997 na gestão FHC. Apesar de criticada, a privatização da mineradora é uma história de sucesso. Em 1996, um ano antes de passar para mãos privadas, a Vale havia obtido lucro pífio de US$500 milhões (R$830 milhões ao câmbio atual). Livre das amarras do nosso Leviatã ineficiente e burocrático, a mineradora passou a quebrar sucessivos recordes de produção e faturamento, tornando-se a 2ª do mundo sob o comando de Roger Agnelli, um executivo de sucesso. Em 2010 seu lucro foi recorde: R$30,1 bilhões ou 36 vezes o valor obtido em 1996 ! Fora isso, a Vale tornou-se a maior exportadora brasileira, com vendas da ordem de US$24 bilhões em 2010 - US$6 bilhões a mais que a Petrobrás. Nesse período, o País ganhou em todos os sentidos e não se vê, à luz da razão, motivo para se "mexer em time que está ganhando". Bem, isso em qualquer lugar do mundo, só que estamos no Brasil... Pois não é que vem o governo pressionar o Bradesco (que é, através da Bradespar, um de seus principais acionistas), a trocar o comando da mineradora, substituindo seu atual CEO por alguém mais "alinhado" aos seus "interesses". Ora, que "interesses" seriam esses ? Dos acionistas, definitivamente, é que não é ! Só se forem os interesses dos urubus de plantão, de olho numa rentável sinecura - a popular "boquinha" - dentro da empresa que "passou a dar certo" sob o comando da iniciativa privada. Acho tudo muito estranho. Pelo andar da carruagem, ou a mineradora virou estatal ou o Brasil não é mais um estado liberal, em que a livre empresa é assegurada pela Constituição; aquele modelo em que, no mundo corporativo, dá as ordens quem tem a maioria das ações.

 

 

Silvio Natal silvionatal49@yahoo.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

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A VALE E O ESTADO

O PT quer a qualquer custo tirar da presidência da Vale o senhor Roger Agnelli, que é um executivo exemplar. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, foi negociar com o senhor Lázaro Brandão, presidente do conselho administrativo da Bradesco, um dos principais acionistas da mineradora, a saída de Roger Agnelli. A Vale hoje é uma das maiores mineradoras do mundo e hoje suas exportações superam os da Petrobrás. Qual o interesse do PT na saída do senhor Agnelli? nomear um petista para tornar a Vale mais um antro de corruptos? mais uma empresa para colocar os apadrinhados do PT? reduzir o valor das ações da Vale a exemplo do que aconteceu com as ações da Petrobrás? É mais um escândalo a céu aberto que nós contribuintes precisamos engolir? Se a presidente Dilma apoiar esta negociação, será uma grande decepção para aqueles que acreditam na sua administração. A Vale não é mais uma empresa estatal, mesmo assim o PT se intromete onde não é chamado.

Károly Janos Gombert gombert@terra.com.br

Vinhedo

 

 

 

 

 

 

 

 

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NÃO ENTENDO

 

A aqueles que estão encantados com a postura da presidente Dilma (tanto contraste com o ex!) escapam várias coisas, a começar pela falácia da declaração de que vai cortar R$ 50 bilhões do Orçamento, quando põe no BNDES R$ 55 bilhões para que este financie empresas a um custo subsidiado. Escapa também a dura realidade: há mais 3 ministérios a serem instalados, todos que poderiam fazer parte de outros já tão custosos aos bolsos do contribuinte. Só para citar países de grandes dimensões como o nosso os USA tem só 15 secretarias de Estado ( equivalentes a ministérios ) e a China, 27. Como entender uma presidente que promete cortar gastos de um lado e de outro aumenta a gastança inventando necessidades? Só pode ser porque ainda falta muita gente para ter emprego, muito correligionário que quer se pendurar no governo. O mesmo talvez se possa explicar para a intervenção na Vale. Afinal os petistas nunca sossegaram quando ela foi privatizada, pois sabiam que se um dia fossem governo seria mais uma empresa para pendurar os gafanhotos, do mesmo modo que fizeram com a Petrobrás.

Maria Tereza Murray terezamurray@hotmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

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ROGER AGNELLI

É óbvio por que o ministro (?) da fazenda (letras minúsculas, mesmo) quer a demissão de Roger Agnelli do comando da Vale. Agnelli mostrou como se faz para superar uma crise - a marolinha do cara que estava presidente - e conseguiu a proeza de levar a empresa para a posição de segunda maior mineradora do mundo, largando em oitavo lugar. Além disto, Agnelli não se curvou aos desmandos do desgoverno, inclusive comprando navios na Ásia, pois aqui no país do impostômetro, o custo seria apenas o dobro. É bem possível que esteja sendo escolhido o nome do seu substituto, talvez um político da bancada dos PeTralhas ou do partido que se vende a qualquer preço, que não tenha sido eleito. Ou, então, um tecnocrata da base aliada. Se isto ocorrer, a Vale passará a ser a segunda maior empresa brasileira a cacifar as eleições e ter seus dados econômico-financeiros maquiados. Reaja, Brasil!

Claudio D. Spilla Claudio.Spilla@CSpilla.org

São Caetano do Sul

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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A DERROCADA DA VALE

 

Como é possível que uma empresa que foi privatizada em 1997 quando ocupava a oitava posição e hoje é a segunda maior mineradora do mundo e a maior em minério de ferro, tendo obtido no ano passado um lucro de R$30 bilhões vá cair novamente nas mãos do governo? O chororô do governo vem da crise de 2008, quando Agnelli demitiu funcionários e suspendeu alguns investimentos e Lula dizia aos quatro ventos que a crise no Brasil era uma "marolinha". Outra queixa do governo é devida à compra de uma frota de navios na Ásia, quando o preço no Brasil era quase o dobro. Como se pode notar o governo não fica satisfeito com economias geradas pela boa administração de Agnelli, o negócio para ser bom precisa abrigar os famintos do governo que querem ganhar de todos os lados. A presidente Dilma deveria ser mais cuidadosa e não cair nessa jogada, pois a intenção de Guido Mantega é tornar a Vale um grande guarda-chuva para abrigar os companheiros sem emprego, como acontece com o BNDES, Banco do Brasil e Petrobrás. Vou vender minhas poucas ações, pois vem aí a derrocada da Vale.

 

 

Izabel Avallone izabelavallone@yahoo.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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GUIDO MANTEGA, FATOS E BOATOS

O ministro não gosta de quem é competente e pretende até mesmo influenciar numa companhia privada com a troca de seu presidente para tentar transformá-la num cabide de empregos, como fez com a Petrobrás. Ora, quem deveria sair é o ministro, que não vem fazendo o dever de casa, que é controlar as contas do governo. Não propõe reforma fiscal, está perdido com o câmbio, empresta R$ 55 bilhões ao BNDES, vive jogando ideias esdrúxulas no mercado financeiro e só pensa em criar novos tributos ou taxas. Qual será o papel da CVM depois de declarações que podem influenciar o preço das ações? O mercado financeiro não pode nem deve ficar a mercê de boatos, e sim de fatos.

 

 

Luiz Henrique Chaves Davila luiz_davila@terra.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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VALE APARELHADA

Depois de praticamente quebrar a "Petobrais" (sic) o lulopetismo quer agora aparelhar o maior orgulho brasileiro atual, a Vale (22/3, B3). Espero que o Bradesco pense Brasil, e resista...

Gilberto Dib gilberto@dib.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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PARECE PIADA, MAS NÃO É

Por vendeta pessoal de Lula e interesses políticos nos excelentes resultados financeiros da empresa (olho grande dos "cumpanheiros"), o governo do PT resolveu abrir o jogo publicamente para derrubar o presidente da Vale do Rio Doce, Roger Agnelli. Essa intenção vem de longe, desde 2008. Durante o comando de Agnelli, a Vale, após ser privatizada, passou de oitava para segunda maior mineradora do mundo, obtendo no ano passado o maior lucro líquido da história da indústria de mineração: R$ 30,1 bilhões. O ministro Mantega, na maior cara de pau, pediu ao Senhor Lázaro Brandão, presidente do Conselho de Administração do Bradesco, um dos maiores acionistas da Vale por intermédio da Bradespar, que o "ajude" no intento. A intenção do governo PTista é fazer da Vale uma espécie de Petrobrás, empresa esta que tem hoje a maior dívida da sua história e que graças ao dinheiro do Tesouro (nosso rico dinheirinho), injetado via BNDS, ainda consegue esconder a incomPeTência da sua administração nos últimos oito anos e, bem ou mal, manter-se na "corda bamba". Até quando? A Vale corre sérios riscos. Que tal invertermos esse jogo? Solicitar ao senhor Lázaro Brandão que peça para a presidente Dilma trocar o ministro Mantega, este, sim, uma... Piada.

 

José Luiz de Andrade Figueira jlafigueira@hotmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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DÁ PARA CONFIAR?

A notícia que o 'governo' pede cargo de Agnelli na Vale é de arrepiar. Alguém que mostra competência ao transformar a Vale em maior produtora de ferro e segunda maior mineradora do mundo, não interessa aos petralhas porque o respeito aos acionistas não é prioridade. Prioridade é poder continuar a ação entre amigos, colocando na sua presidência alguém afinado com a ideologia populista. É por essa e muitas outras que não dá para confiar no atual governo, embora alguns estejam agradavelmente surpresos com o "bom-senso' da atual presidene, só porque ela não vocifera como o antecessor, mas a bandalheira continua com os mesmos personagens (jurássicos) de sempre!

 

 

Aparecida Dileide Gaziolla rubishara@uol.com.br

São Bernardo do Campo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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EM CIMA DO MURO

Como pode um país que se abstém de votar na ONU sobre a invasão a Líbia e depois se arrepende e pede para cessar fogo? Isso não é brincadeira,é coisa séria. Quem não tem posição definida não pode pretender assento permanente no Conselho de Segurança da ONU. As grandes nações não ficam em cima do muro, principalmente porque no mundo não existe lugar para ditadores sanguinários - vejam Saddam Hussein não está fazendo falta nenhuma, e Kadafi, Fidel, Chávez e alguns reis certamente não o farão.

 

Jose Mendes josemendesca@ig.com.br

Votorantim

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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LÍBIA

EUA, Inglaterra e agora também a França do insolente Sarkozy, sob o eterno aval da inútil ONU, estão querendo fazer com a Líbia o mesmo que foi feito com o Iraque há alguns anos atrás; massacre de inocentes e assassinato do governante, sob o falso argumento de defesa da população e democracia. O povo líbio não quer saber de intervenção em seus país. Os raros rebeldes lá instalados são de origem suspeita.

Habib Saguiah Neto saguiah@mtznet.com.br

Marataízes (ES)

 

 

 

 

 

 

 

 

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GUERRAS CABÍVEIS

 

Nascida da irredutibilidade e da violência praticada pelo ditador da Líbia, Muamar Kadafi, ocorre este opróbrio combate e destruição de supostas bases militares naquele país, por forças apoiadas pela ONU, a beligerância é represália a Kadafi, por sua repressão e por não aceitar cumprir as reivindicações do seu povo. Conflito bélico este cabível, mas que jamais aplaudiremos chegar neste ponto, devido à incapacidade de ditadores obsoletos não serem capazes de acompanhar a nova mentalidade de uma geração conectada com o mundo, que nada tem de subversivas, apenas buscam participarem dos novos rumos do seu país e do seu próprio futuro, sendo protagonista dessa nova história como um acionista ordinário e não vassalos de déspotas que não aceitam viver uma profícua comunhão com seu povo.

 

 

Fernando Arábia poeta_arabia@hotmail.com

Gravatá (PE)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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ORIENTE/OCIDENTE

 

E de repente o povo do Oriente volta seu olhar ao Ocidente. A democracia, já tão distante, vazia de atos desatados, faz soprar um vento de esperança que alcança a terra dos ditadores. E o povo adormecido acorda com a leve brisa a beijar-lhe o rosto. Caminhando lentamente, procuram o sol da liberdade...

 

Cacilda Amaral Melo cacilda09@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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E OS FUNERAIS?

Os rebeldes da Líbia dizem terem morrido milhares, durante a repressão de Kadhafi a seus ataques. O curioso é que as imagens dos funerais de milhares de vítimas, que certamente comoveriam o mundo todo, não existem. Em tempos que os celulares filmam qualquer coisa em qualquer lugar, nem mesmo a Al Jazeera tem qualquer imagem de funerais coletivos. Não há nada. Há apenas a palavra do líder dos rebeldes. Por que será?

Maria Cristina Rocha Azevedo crisrochazevedo@hotmail.com

Florianópolis

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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CRISE NA LÍBIA

 

Por que o Brasil se absteve no voto pela invasão da Líbia? Podemos arriscar algumas coisas. Como não querer bater de frente com os interesses que ainda mantém com o Irã pelos bastidores, se intrometendo em assuntos islâmicos que dizem respeito ao último país? Na questão interna temos nosso povo inerte, mas ainda existem grupos organizados; MST, juventude e direitistas conservadores que analisam de perto a diplomacia brasileira. Assim, percebemos nossos índios. Será que quando eles começarem a jogar flechas em nós e nós projéteis neles os marines aqui desembarcarão? O Brasil quer um assento na ONU mas não mantém um voz atuante no exterior. Fala muito de pacificação, de diálogo, desde quando a História se moveu pelo diálogo? Esse discurso socialista solapa nossa nação e consequentemente nosso povo. O que o Brasil tinha de fazer era o seguinte: dizer que era a favor da intervenção na Líbia e mencionar que combustível não faltará no mercado, temos o pré-sal e etanol a oferecer. Outro calcanhar de Aquiles brasileiro diz respeito às nossas forças armadas. Como ter um assento permanente se não temos força militar quando se fizer necessário o uso de tais forças? Precisamos nos armar nos céus e na nossa costa urgentemente.

 

 

Luiz Fabiano Alves fabiano_agt@hotmail.com

Curitiba

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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ENSAIO GERAL?

 

Depois que Muamar Kadafi for alijado do poder, adivinhem para onde irão as preocupações?

 

Ary Nisenbaum aryn@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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DEMÊNCIA

 

"O povo Líbio está pronto para morrer por mim" diz o psicopata Muamar Kadafi". Sintomas claros de um estado demencial agudo a que chega uma pessoa, depois de 42 anos no poder. Não há nada que transforme mais a mente de um ser humano, geralmente para o mal, quanto a permanência no poder por várias décadas. Tornam-se verdadeiros monstros, que se tornam um perigo constante para a humanidade.

 

Francisco Zardetto fzardetto@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

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ZONA DE EXCLUSÃO AÉREA

 

A imprensa se contenta em informar o "superficial", mas deixa de lado o âmago da questão. Os movimentos "populares" no O. Médio, incluindo o Norte da África, são iguaizinhos aos movimentos do leste europeu, que derrubou o Muro comunista na sua essência ou conteúdo, pois é apenas a insurreição do "povo informado", ainda que mal instruídos.

No Leste comunista o "povo" entendeu que a diferença entre o povo da "cortina" e seus irmãos do outro lado, era apenas de regime, um tribal de um lado, outro "democrático" do outro, nem precisavam da "informática" como informação. Além disso, o povão do "leste" era tão instruído como o do "oeste", apenas faltava a questão da "liberdade". No caso do O. Médio e África, o poder da internet está informando o "povão" islâmico que afinal, o mundo parece melhor sem o fundamentalismo religioso, e está apenas manifestando sua "descoberta", que necessariamente, terá que ser violenta, porque essa é a linguagem fundamentalista. Outro aspecto Universal é da importância estratégica do O. Médio e Norte da África, em relação às nações "desenvolvidas". O leste europeu era estratégico para o "Comunismo Soviético", que morria pelo próprio veneno, mas não representava risco algum para o mundo ocidental. O O. Médio, que tem o petróleo, hoje é risco para o mundo todo, tanto comunista como capitalista, e até mesmo o mundo tribal. A "conivência" tanto quanto a "rejeição" do "ditador tribal" é mera circunstância da época. Por isso, as nações desenvolvidas olham de longe quando interessa, e mais de perto quando também interessa. Por outro lado, nunca ficamos livres de um terceiro confronto armado universal, e os EUA estão cientes disso, tanto que nunca se desarmaram, pelo contrario, estão cada vez mais armados. E a presença armada no O. Médio é apenas uma estratégia fundamental num futuro conflito Universal. Quem lá estiver armado, é dono do petróleo e estrategicamente localizado do ponto de vista de logística marítima. Os milicos americanos já voltam com o fubá, enquanto os "tagarelas e maritacas" ainda nem sequer plantaram o milho, em muitos casos.

 

 

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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ATAQUE

 

Sou a favor do ataque à forças de Kadafi - que se apossou das rendas petrolíferas que não são dele e as depositou em moeda estrangeira em paraísos fiscais enquanto o povo está na miséria - ditador e opressor do povo da Líbia por mais de 40 anos, aparentemente apoiado pelos comunistas brasileiros, conforme e-mails que recebi de um santista, dos mais fanáticos fiéis à "crença". Esses comunas estão sempre contra as democracias e a favor do atraso, como por exemplo Cuba, também "dirigida" por um ditador há muitas décadas. Esses ditadores que assassinam civis para manter-se no bem-bom e não respeitam a própria decisão de "cessar fogo" tem que ser dizimados - como ele ameaçou fazer aos líbios que não o apoiam.

 

 

Mário A. Dente dente28@gmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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OPORTUNIDADE PARA O BRASIL

 

A revista Veja, em sua edição 2209-ano 44-nº 12 (23/3/2011), publica longa entrevista exclusiva feita com o presidente Barack Obama, antes dele vir para o Brasil que. a seu pedido, fosse feita por escrito.Foram catorze perguntas, das quais respondeu nove,recusando cinco, dentre elas algumas de cunho pessoal ("De que adianta ser o homem mais poderoso do mundo se não pode fumar um cigarrinho no Jardim das Rosas,na Casa Branca?"). É um lamento verdadeiro! Dentre todas as perguntas feitas pela Revista,uma quero destacar comentando-a despretensiosamente, com outras palavras.Perguntado se o desenvolvimento do Brasil estaria mudando conjeturas, planos na "política externa no mundo", respondeu dentre outras considerações,que uma das "razões pelas quais vemos com bons olhos a ascensão do Brasil é o fato de que temos valores comuns, como democracia e inclusão social", o que lhe dá a satisfação de trabalhar com a presidente Dilma para conseguirem um mundo mais estável, próspero e democrático. È de todo convinhável que os deslumbrados assessores da Presidência da República para assuntos internacionais, entendam o pensamento do presidente norte-americano e não venham desorientar a nossa presidente, como já fizeram com ex-presidente Lula na política externa do Brasil com países como o Irã, Líbia de Kadafi, hoje combatida militarmente por resolução da ONU para evitar um autêntico genocídio,Venezuela,Bolívia e que tais. O Brasil não pode perder esta oportunidade da visita do ilustre presidente norte-americano que,além de objetivar assuntos e problemas governamentais de interesses recíprocos, também, numa demonstração de apreço e estima para com o povo brasileiro, fez-se acompanhar nesta viagem por sua esposa e duas filhas,fortalecendo e exemplificando o vínculo familiar.Fato inusitado em casos semelhantes.

 

Antonio Brandileone abrandileone@uol.com.br

Assis

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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ESPERANÇA ADIADA

Não bastassem os terremotos e maremotos que assolaram o Japão, onde milhares de pessoas morreram; enchentes e destruição no Brasil; agora as televisões estão nos mostrando pessoas sendo massacradas nas ruas da Líbia. Para muitos, que como eu sonhava com um feliz 2011, provavelmente teremos de adiar nossas esperanças para o próximo ano, como o fizemos no ano de 2010.

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Praia Grande

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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USINAS ATÔMICAS

 

Com a assombrosa tragédia que vitimou o povo japonês, todos os países que possuem usinas atômicas estão revisando tais usinas e mais, repensando os projetos para a construção de novas usinas e até pararam vários projetos em construção. Mas no Brasil, nem tanto, onde os cargos de ministros das áreas técnicas, de fundamental importância para o desenvolvimento do país e o bem estar de sua população, são distribuídos para políticos de carreira e na sua quase totalidade, como prêmio de consolo ou arranjo entre os partidos da coligação vencedora das eleições. E dentre tais absurdos, verdadeiros crimes de lesa pátria, o expoente mor é o atual ministro de Minas e Energia, seguido de perto pelo ministro de Ciência e Tecnologia, além, dos ministros dos Transportes e o de Turismo. Por decorrência d essas esdrúxulas acomodações, estamos agora assistindo mais explicitamente os conhecimentos dos dois primeiros, sobre os assuntos atinentes às suas pastas. O ministro das Minas e Energia vem fazendo declarações que nos envergonham, como a construção de mais de 50 usinas atômicas nas próximas décadas, pelo menos uma às margens do Rio São Francisco. Disse que as de Angra dos Reis eram absolutamente seguras para depois de alguns dias dizer que mandou fazer uma avaliação das mesmas para a segurança da população e para o Brasil não ficar na contramão dos demais países, este provavelmente o único motivo para a mudança de opinião. Declarou ainda "vamos ter um cuidado especial com a política nuclear; nosso objetivo é testar a nossa segurança, mas isso não significa que é preciso parar Angra 3". Outra sandice foi dizer que o projeto de Angra é moderno, esquecendo, entretanto de que é um projeto alemão de 1970, com uma diferença fundamental, pois en quanto o alemão prevê a retirada da população no mínimo 30 km da usina em casos de acidentes, o nosso reduz tal distancia a míseros 5 km. Mas, pasmem, fazem treinamentos periódicos com até 1% da população a uma distância de 1 km, como se isso adiantasse alguma coisa. Aliás, retirar para onde e por onde, em vista da população existente e as "excelentes estradas" da região? Já o ministro da Ciência e Tecnologia disse que "não devemos fazer associações entre as usinas brasileiras e o cenário japonês". O ministro lembra ainda que o Brasil não está exposto a abalos sísmicos da intensidade dos que atingiram o Japão. Mas o professor José Goldemberg, da USP, que sabidamente entende bem desse assunto mais que os dois juntos, discorda do otimismo dos porta-vozes do governo. Para ele a confiabilidade da energia atômica, foi seriamente abalada pela tragédia japonesa. "Não sou contra, ideologicamente, mas acho que se houver outras opções, será melhor", afirmou.Cabe ainda recordar que a própria escolha de Angra dos Reis para tais usinas foi um verdadeiro crime e uma das maiores cretinices do presidente da época, ainda durante a diadura miltar, Como todos sabem é um santuário ecológico, com um potencial de turismo enorme e um arqupélago composto de 365 ilhas paradisíacas com cerca de 2.000 praias. Possuem atualmente cerca de 170.000 habitantes, sem contar os dos municípios mais próximos, até 60 km, como Parati e Volta Redonda e dezenas de outros nesse raio de ação, que dependendo dos danos poderão ser atingidos pela nuvem radioativa. Mesmo em torno de 30 km, preconizado pelos alemães, alcança Praias de Parati, Mangaratiba e acidade paulista de Banana Paulista. Enquanto nossas sumidades do rmem placidamente, os países melhor governados empregam seus esforços em desenvolver as energias eólica e solar. Muitos países da Europa já usufruem da eólica em grande escala. Como resultado dessas lambanças governamentais, teremos que importar geradores eólicos, apesar da excelente engenharia nacional, que não recebeu o devido apoio do governo federal. Foi graças aos apoios governamentais que os motores movidos a álcool no Brasil se impusram ao mundo e o etanol passou a ter a importância que tem hoje não só na nossa matriz energética como na nossa exportação.

 

Gilberto Pacini benetazzos@bol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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O FUTURO NOS PERTENCE

 

A contaminação nuclear de Fukushima deverá durar décadas, não sabemos quantas serão as vítimas fatais, as que sofrerão suas sequelas em vida e o patrimônio genético que poderá ficar comprometido. Nos primeiros anos da exploração nuclear, tivemos protestos, consubstanciados em ações, livros, filmes, etc. Depois, vencida pela cansaço, nossa pobre humanidade caiu em mansuetude, apesar de Chernobyl, incorretamente visto o episódio como algo que só poderia ocorrer no mundo dos países socialistas, afinal erradicados da face da terra, de modo que não haveria mais motivos para preocupação, a não ser com aquelas iniciativas duvidosas quanto aos propósitos do enriquecimento do urânio, como no Irã e na Coreia do Norte. Foi necessária a tragédia japonesa para reintroduzir na pauta popular, das organizações não governamentais e dos governos esse tema crucial para o destino da humanidade. Desconhecemos o número de usinas nucleares, seus estados de conservação, seus mecanismos defensivos, as providências preparadas para preservação das populações em caso de vazamentos e o risco geral para o planeta que esse conjunto nuclear certamente gera. Ao mesmo tempo, não vemos nenhum debate, sobretudo nos organismos internacionais, sobre a possibilidade e conveniência de substituição dessa energia vinculada a riscos para a sobrevivência da espécie humana por meios alternativos, limpos, inofensivos, racionais, como a energia eólica, solar e sobre a utilização do hidrogênio, comum a todos e, por isso mesmo, não escasso, incapaz de gerar lucros. Usinas nucleares, indústrias armamentistas, pesquisas laboratoriais incriteriosas e não menos perigosas, compõem um quadro dramático que pode determinar o fim da história, a menos que homens e grupos sensatos ainda possam reagir e encaminhar o evolver histórico de maneira compatível com as necessidades e o valor transcendental da vida humana.

 

 

Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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BUZINA NUCLEAR

 

 

Lembrei-me da piada do mecânico indagando a um médico por que, desmontando e montando, com perfeição, o motor de uma moto , êle ganhava muito menos que o médico. O médico respondeu que gostaria de saber se o mecânico ,como êle, desmontaria e montaria com o "motor" funcionando. As usinas nucleares, chamadas de energia limpa, são um belíssimo engenho montado em países sem outras alternativas energéticas, porém, em caso de acidente (Chernobyl e Japão), continuam "funcionando" emitindo radiação e são de difícil e perigoso desmonte ou conserto. Tanto o mecânico como o médico (e a vizinhança) correm sério risco de morte ao intervir. Já que, mesmo sem necessitar, o Brasil sofre uma pressão enorme para que se construa tais geringonças, essas possíveis ocorrências não deveriam ser consideradas no projeto? Ou vamos comemorar com um churrasquinho feito com a carne de Chernobyl, à beira-mar de Angra?

 

 

Flavio Marcus Juliano opegapulhas@terra.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

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NO JAPÃO COMO AQUI

 

Na época do acidente de Chernobyl, em 1986, reinava no Brasil o Imperador Don Sarney I , o qual implementou por aquela mesma época o famoso Plano Cruzado, que terminou com sumiço generalizado de produtos das prateleiras dos supermercados. Descobriu-se depois que importamos toneladas de alimentos da Europa, especialmente leite dinamarquês em pó, tudo contaminado com radiação. Nem precisamos de tsunamis, basta ter um Sarney.

 

Luiz Henrique Penchiari luiz_penchiari@hotmail.com

Vinhedo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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SEGURANÇA NUCLEAR

 

Embora o nosso ministro de Ciência e Tecnologia tenha dito que a usina teria segurança total em caso de desastre natural, gostaria de lembrar a sábia frase do Prof.Dr. Alberto Veloso, criador do Observatório Sismológico de Brasília, de que " no Brasil em relação a terremotos, é pequena a probabilidade de grandes destruições, mas isso é só estatística que, por vezes a natureza teima em desobedecer". E também lembrar que, em 2009, ocorreu um sismo de magnitude 5,2 na escala Richter, com epicentro em alto mar, distante 215 km de São Vicente,São Paulo. Apenas para lembrar.

 

Nivaldo José Chiossi nchiossi@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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RADARES ESCONDIDOS

 

Bastante oportuna a reportagem de segunda-feira sobre os radares do DER que afrontam cinicamente a legislação em mais uma prática nociva dos burocratas do governo do Estado de São Paulo no intuito de fraudar os cidadãos. A manifestação do Departamento, de que obedece a legislação é mentirosa, pois ele omitem que pelas mesmas práticas ora relatadas foram condenados a rever seus procedimentos para a rodovia Mogi/Dutra por ação do MP. Será que só vão se corrigir mediante outra ação do MP?

 

 

 

Reinaldo Jose Barbosa Lima barbosalima_br@yahoo.com.br

Guarulhos

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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VORAZES

 

Os radares fixos são necessários, para coibir abusos na velocidade de nossas estradas, mas o que não se pode aceitar é a voracidade de nossas autoridades,em meter a mão em nossos bolsos, com os famigerados radares móveis, verdadeira fábrica de multas. São colocados invisíveis e estrategicamente quase sempre logo após os fixos, numa demonstração de falta de respeito ao cidadão, que já paga IPVA altíssimo,pedágio exorbitante e ainda sendo obrigado à "segurar" seu veículo contra roubo, devido estarmos órfãos em segurança preventiva e ostensiva

Aloisio Arruda De Lucca aloisiodelucca@yahoo.com.br

Limeira

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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ARMADILHA

Não me conformo em pagar multa de trânsito, emitida por órgãos oficiais, quando as mesmas são apontadas por empresas terceirizadas que recebem comissão sobre o montante arrecadado por radares "invisíveis", atocaiados em locais estratégicos, uma verdadeira armadilha para os motoristas, visando única e exclusivamente receita e não a prevenção de acidentes em defesa dos usuários de rodovias.

 

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br

Monte santo de Minas (MG)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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TOLERÂNCIA ZERO

 

Detran avisar onde esta o radar é ridículo. Será que só nesse trecho é que vale a velocidade máxima? E no restante trecho podemos andar a mais do que o permitido? Vamos parar com isso. Radar é para punir quem não cumpre a lei. tolerância zero no trânsito é a única forma de acabar com acidentes. O resto é não defender os direitos do cidadão que cumpre a lei.

 

Carlos Fonseca cabemy@gmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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BRINCADEIRA DE MAU GOSTO

Na matéria "Cinco estradas têm radares invisíveis" não consta a Rodovia Castelo Branco. Essa, sim, está abarrotada de radares devidamente "escondidos" atrás de passarelas e muretas. É interessante que o DER consegue provar a infração do motorista pela foto do veículo, mas como o condutor pode provar o mal posicionamento do radar? Ele próprio parar seu veículo e tirar uma foto? Só faltava... Ninguém questiona a procedência da multa por quem ultrapassa limites de velocidade, mas o DER afirmar que não "esconde" radares móveis é brincadeira de mau gosto.

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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VOTO EM LISTA

Em seu artigo no Estadão de domingo, 20/3 (A2), José Dirceu é favorável ao voto em lista. Será mais fácil enganar o povo, uma vez que os partidos rejeitarão os que desejam de fato trabalhar em benefício do povo e da Pátria, colocando nessa lista em primeiro lugar os fichas-sujas que o povo descarta. O sr. José Dirceu, o que nada sabe sobre o golpe do Mensalão, ainda pensa que somos tolos.

Alberto Nunes albertonunes77@hotmail.com

Itapevi

 

 

 

 

 

 

 

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SISTEMA FALHO

 

Claro que ele prefere eleições por listas. Dessa forma quem decide quem são os candidatos e em que ordem aparecem é o partido. O povo não vai poder escolher este ou outro político.

E o Zé Dirceu, que conhece o sistema de listas de Cuba, União Soviética, China, etc., vai adorar, pois vai impor a "disciplina partidária". Esse sistema falhou em todo o mundo e é usado só por regimes autoritários.

Mauro Wjuniski maurow@lynxar.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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INGÊNUO

 

Acorda, Sr. Dirceu, sobre o seu comentário que vale mais o partido do que os homens! Quando formos representados por pessoas honestas e não por uma cambada de vigaristas que só querem tirar proveito, aí, sim, pensaremos em partidos, que hoje no Brasil são "um faz de conta". Por enquanto precisamos extirpar essa pústula de desonestidade que reina nos meios políticos: mensalões, dinheiros na cueca, dossiês, mentiras deslavadas, apaniguados ignóbeis sendo inocentados. Se formos contar quantos políticos éticos e honestos existem nos representando, não conseguiremos nem o total dos dedos das mãos. O Brasil precisa primeiro fazer uma lavagem dessa putrefação que invade o sangue dos políticos. Não seja ingênuo!

 

Maria Antonieta Vidigal Milanesi milanesiriopreto@yahoo.com.br

São José do Rio Preto

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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VERDADEIRA REFORMA

O cidadão Jose Dirceu , bastante conhecido como um dos artífices do malfadado mensalão , ganha espaço nas colunas deste jornal para expor sua férrea posição em defesa do " voto em lista " tão do agrado de seu partido. Já que a ideia é enriquecer o debate em direção à obtenção de uma verdadeira reforma política e eleitoral - em que cidadãos poderiam escolher com discernimento e critério candidatos relacionados à sua região e /ou distrito - por que o sr. Dirceu não atua nessa direção , aí, sim , engrandecendo verdadeiramente o debate para uma reforma ampla , e não propondo um arranjo que visa apenas a ampliar a participação numérica de seu partido no cenário político nacional? Embora eu seja obrigado a concordar que a oposição , nos dias atuais , tem representado um papel ridículo no cenário político , nem assim se pode acreditar no engodo de que o PT é o partido que tem propostas e projetos claros para o País , pois , afora o projeto social do Bolsa-Família , ideia surgida no governo anterior e incorporada pelo PT , por mais que procuremos, não conseguiremos encontrar outras medidas relevantes - de lavra do PT - que tenham colocado o País em rota evolutiva , social ou economicamente ( e , por favor , que não usem o PAC como argumento ). Aliás , embora seja muito prematuro avaliar , a própria presidente Dilma tem dados claras indicações de que o modelo de gestão sinalizado

para este governo se encaminha de forma distinta do que tem apregoado o PT ao longo dos últimos 8 anos , não é mesmo?

 

Pedro Paulo Santos santospedrop@hotmail.com

Sorocaba

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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SOU CONTRA

Em tudo o que José Dirceu opinar a favor, estarei sempre contra. Não é possível acreditar nas palavras de alguém que é acusado de "Chefe da Sofisticada Quadrilha", no caso do mensalão que os petistas afirmam não ter existido.

Ademar Monteiro de Moraes ammoraes57@hotmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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REFORMA POLÍTICA DE ZÉ DIRCEU

 

Milagre! Pela primeira vez... e espero que última, concordei com uma frase de José Dirceu - criticando em seu artigo "A favor do voto em lista" um artigo anterior de Eduardo Graeff , ex-secretário geral do tempo de FHC - quando diz com todas as letras que a oposição está à deriva. Está mesmo, e nos levando a todos para o buraco! Agora...lendo o artigo de Dirceu percebe-se como ele faz a defesa de pontos são de interesse geral e não só do PT...mas deixa de citar outro que tanto nos interessa nesta reforma , mas ao PT é essencial que se mantenha tal e qual . Por exemplo, ele se diz preocupado em adotar mecanismos capazes de limitar o espaço que o poder econômico tem hoje nos resultados das eleições. Eu também acho...mas muito mais me preocupa é extinguir a possibilidade que o Executivo constituído use e abuse do erário para fazer eleger a candidata do coração do presidente em exercício, largando depois uma conta a pagar nas costas dos pagadores de impostos deste país...para não falar da volta da inflação que tal desmando ajudou a provocar neste exato momento histórico da Nação. O dote da noiva está a nos custar muito caro!

 

Mara Montezuma Assaf montezuma.fassa@gmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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MEU PROTESTO

 

Senhores, não posso deixar de registrar minha indignação com o texto publicado. Até aceito que o Estadão o faça, coerente com seus princípios de liberdade e liberalidade. Mas a tal da lista para eleição de deputados é a perpetuação de clãs e dinastias. Veja-se, no mínimo, nos vizinhos Argentinos que usam tal prática e cujos dez primeiros nomes da lista são compostos de caciques, seus filhos, genros e noras. O povo não tem poder de escolha. Meu protesto!

 

 

Getulio Ponce Diass getulio@ponceassociados.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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DIRETORIA DO BC

 

Em carta publicada na edição de ontem, o presidente do Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central (Sinal) defende a tese de que a composição da diretoria do Banco Central (BC) por servidores de carreira tornaria a autarquia menos permeável a pressões do mercado e traria maior qualidade às suas decisões. Tal opinião, porém, encontra-se em descompasso com a moderna governança corporativa de bancos centrais e reguladores financeiros nas jurisdições mais avançadas, onde a concessão de autonomia à execução dessas funções intrinsecamente dependentes da credibilidade da instituição executora tem como contrapartida a intensificação de seus mecanismos de transparência e participação social-a chamada accountability, na falta de expressão sinônima em português. Nesses sistemas, a diversidade da composição da diretoria é vista como algo desejável, como forma de manter a instituição em sintonia com os setores regulados e com as aspirações mais amplas da sociedade, além de evitar sua captura pelo governo-o que é tão pernicioso quanto a captura pelo mercado. Almejar que a diretoria do BC seja composta apenas por técnicos só faz sentido na ausência de instrumentos legais a resguardar sua atuação autônoma, como infelizmente é o caso brasileiro. Longe de desejar um BC centrado em si mesmo, com uma diretoria cem por cento "prata-da-casa", o ideal é conferir estabilidade a seus dirigentes, em mandatos não-coincidentes com os do presidente da República, e ampliar a interface da instituição com a sociedade e sua independência de fato do governo-o que começa por arejar a composição de sua diretoria.

 

Jefferson Siqueira de Brito Alvares jalvares@llm11.law.harvard.edu

 

Cambridge, Estados Unidos

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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CENSURA ESTADÃO

Existem contrastes que de forma alguma embalam o berço das democracias. Enquanto recebemos a ''família real'' americana para uma visita ao Corcovado, favelas e apresentação de ritmos de capoeira ao som de berimbaus, o '' Estado de São Paulo'' mostra na sua primeira página,a verdadeira face da democracia lulo-petista-tupiniquim: um dos maiores jornais do planeta está há 600 dias sob censura. Que crime que ele fez, qual foi seu grande pecado contra os pilares das nossas instituições? Parodiando o grande tribuno romano Marco Túlio Cícero, nas ''Catilinárias'': ''Quosque tandem abutere paciência nostra ? O Estadão não merece essa nódoa na primeira página.

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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VERGONHA

 

600 dias. Que vergonha! E agora companheira Dilma, paladina da liberdade e da justiça?

Sérgio Eckermann Passos sepassos@yahoo.com.br

Porto Feliz

 

 

 

 

 

 

 

 

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