Cartas - 24/04/2011

GOVERNO DILMA

, O Estado de S.Paulo

24 Abril 2011 | 00h00

Orçamento de 2012

A ideia de Lula de acabar com o Tribunal de Contas da União (TCU) não morreu. O governo acaba de encaminhar ao Congresso sua primeira Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), que dispõe sobre receitas e despesas para 2012. Nela consta um dispositivo que dificulta a fiscalização do TCU, ao dispor que só devem ser classificadas como "obras com indícios de irregularidades" as que tenham essa classificação feita por pelo menos um ministro desse tribunal. Atualmente basta um relatório técnico do TCU para que obras assim classificadas sejam paralisadas e tenham suas verbas bloqueadas. Em outro tópico a LDO inclui no item "despesas inadiáveis" os recursos destinados a obras do PAC. Assim, o governo poderá gastar sem necessidade de autorização do Congresso. Como se não bastasse o governo ter no Congresso maioria esmagadora, agora nem de seu aval vai precisar mais. Ou a opinião pública bota a boca no trombone ou os farristas da gastança vão rolar na carniça.

IRACEMA PALOMBELLO

cepalombello@yahoo.com.br

Bragança Paulista

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Agências reguladoras

Dilma enquadra agências reguladoras (22/4, A1). Até quando seremos obrigados a aceitar que cargos de confiança nas nossas organizações do Estado (federais, estaduais e municipais) sejam preenchidos por "técnicos" indicados pelos "partidos"? Essas organizações são ineficazes e ineficientes por causa da captura propiciada pelo loteamento político.

DARCY ANDRADE DE ALMEIDA

dalmeida1@uol.com.br

São Paulo

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Múltipla escolha

O governo planeja reduzir o espaço de atuação do TCU e das agências reguladoras porque deseja: 1) dinamizar processos; 2) reduzir custos; 3) aprimorar gestão; 4) otimizar a produtividade; 5) nenhuma das opções anteriores.

HELENA RODARTE C. VALENTE

helenacv@uol.com.br

Rio de Janeiro

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A que ponto chegamos!

Numa reportagem da maior rede de TV do País sobre o aumento de acidentes em nossas estradas e a qualidade delas, o jornalista perguntou ao diretor de uma grande construtora: "Por que nos países de Primeiro Mundo as estradas que vocês constroem são impecáveis, enquanto as nossas apresentam tantas falhas?" A resposta foi estarrecedora: "É porque o governo daqui finge que paga e nós fingimos que construímos". Dá para imaginar a qualidade das obras que serão feitas para a Copa?

MARIA ELOIZA ROCHA SAEZ

m.eloiza@gmail.com

Curitiba

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Direitos humanos

A dolorosa espoliação a que somos submetidos pela corrupção generalizada que grassa no País não deixa de ser uma transgressão aos direitos humanos dos brasileiros. Atenção, presidente.

EDGARD MOURÃO FILHO

edgardmourao@terra.com.br

Santos

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REFORMA ELEITORAL

Financiamento público

No Brasil já existe o financiamento público de campanha. Trata-se dos horários gratuitos na TV e no rádio para propaganda eleitoral, mais a contribuição do Fundo Partidário aos partidos. O que o PT pretende é ter uma contribuição maior e proibir o financiamento privado. Ou seja, impedir que qualquer pessoa ou empresa possa apoiar financeiramente um candidato ou partido, tornando mais difícil, se não impossível, a vida das demais legendas. Puro atentado à democracia. Golpe.

PAULO EDUARDO VIEIRA ROSATO

rosatop@uol.com.br

São Paulo

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AINDA FHC E O "POVÃO"

Maldosa manipulação

Excelente, com sempre, o artigo Contra o "politicamente correto"!, de João Mellão Neto (22/4, A2). Mais que distorção das palavras de Fernando Henrique Cardoso, houve maldosa manipulação de seus conceitos, com o evidente propósito de indispô-lo com o "povão". FHC não pretendeu mais que redefinir a adequada estratégia da oposição. A esta não serve atuar sobre a grande parcela do eleitorado, o "povão", conquistada pelos inúmeros "agradinhos" do governo, portanto já cativa. Honni soit qui mal y pense.

GERALDO DE MENEZES GOMES

gdmgomes@gmail.com

São Paulo

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Analfabetos morais

Lido na internet: "Nossa imprensa tem uma turma que se finge de analfabeta funcional para que possa ser analfabeta moral com mais desenvoltura". São aqueles que se fixaram na palavra "povão" no texto de FHC para desmerecer as tantas verdades sobre o aparelhamento do PT em algumas camadas da sociedade. Quem recebe Bolsa-Família e se vê ameaçado de perdê-la caso "outro partido" ocupe o lugar do PT? Quem faz parte dos sindicatos, que são comandados e sustentados há tempos pelo partido? Este é o foco do artigo, e não a montoeira de asneiras que temos lido: como o PT se adonou de parte significativa do "povão" e a mantém cativa, com ameaças ou promessas. Ah, e pode até ser que quase não haja mais partidos de oposição, mas há eleitores de oposição, e estes não é possível "neutralizar".

M. CRISTINA ROCHA AZEVEDO

crisrochazevedo@hotmail.com

Florianópolis

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Bullying

Considerando que o bullying pode virar crime, pergunto: atacar reiteradamente desafeto ou adversário político não seria também bullying? Cadeia neles!

RICARDO M. GUERRINI

irgguerrini@uol.com.br

São Paulo

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ARMÊNIOS

Dolorosa missão

Os armênios e todos os seus descendentes novamente têm uma dolorosa obrigação, neste 24 de abril: relembrar o 96.º aniversário do primeiro genocídio do mundo (24/4/1915). Mais de 1 milhão de armênios foram brutal e premeditadamente assassinados pelos otomanos, na Turquia, durante a 1.ª Guerra Mundial. Com inúmeros relatos históricos e provas documentais, o governo turco insiste em não assumir seus erros e reconhecer o genocídio, como o fizeram, por exemplo, a França, forte opositora da entrada da Turquia na União Europeia, e o turco Orhan Pamuk, Prêmio Nobel de Literatura de 2006, demonstrando dessa maneira a sua grande maturidade.

KRIKOR BOYACIYAN

krikor@cremesp.org.br

São Paulo

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"FHC plantou trigo, Lula colheu pão. Lula plantou gasto, Dilma colhe inflação"

JOSÉ ROBERTO CICOLIM / CORDEIRÓPOLIS, SOBRE A "HERANÇA MALDITA"

jrobcicolim@uol.com.br

"Para quem conseguiu convencer o eleitor de que o Plano Real foi "herança maldita" deixada por FHC, a declaração sobre o "povão" é açúcar no mamão de Lula"

PAULO DE SOUZA CAVALCANTI / RIBEIRÃO PRETO, IDEM

paulo_souza_cavalcanti@ig.com.br

"Quando o PSDB acordar, o trem já terá passado"

MARIA DO CARMO ZAFFALON LEME CARDOSO / BAURU, IDEM

mdokrmo@hotmail.com

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TEMA DO DIA

Ações pedem cassação de governadores

Onze são acusados de compra de votos, abuso de poder ou uso indevido de meios de comunicação

"A Justiça precisa ser rápida. Não pode deixar os processos andarem de um lado para o outro durante anos e anos. No final, esses indivíduos sempre saem impunes."

CARLO RODRIGUES

"Eu já havia decidido não votar em mais ninguém. Agora, mais do que nunca. Não vou ser mais conivente com essas pessoas."

MARIO JORGE

"Desse jeito não vai sobrar nenhum governador."

HELIO ARGENTO

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Cartas enviadas ao fórum dos leitores, selecionadas para o estadão.com.br

FELIZ PÁSCOA!

Ele nasceu numa manjedoura, foi carpinteiro, fez prodígios, fez discípulos que foram conclamados a amar, fez opção preferencial pelos pobres e desvalidos, desafiou os poderosos de seu tempo, teve morte horrenda numa cruz e ressuscitou após três dias de sua morte.

O nome dele é Jesus, também conhecido como Emanuel, o "Deus conosco".

Sua passagem pelo planeta Terra dividiu a história em "antes Dele" e "depois Dele". E é em nome Dele, Jesus, o Deus que venceu triunfalmente a morte, que os cristãos proclamam: "Feliz Páscoa!"

A propósito, contrariando o que faz crer o ávido e embusteiro comércio capitalista, Ele, Jesus, o Cristo, não é um coelho nem põe ovos de chocolate.

Túllio Marco Soares Carvalho tulliocarvalho.advocacia@gmail.com

Belo Horizonte

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PÔNCIO PILATOS

Corre na história religiosa que Pôncio Pilatos ''lavou as mãos'', deixando a vida de Jesus Cristo dependente da iniciativa popular dos judeus reunidos em assembleia, que preferiram seu sacrifício ao do delinquente Barrabás. Na verdade, os romanos tinham um sólido sistema jurídico, um conhecimento que pode ser considerado como o conjunto dos fundamentos da ciência do direito universal. E era princípio assente - lei processual - que os governadores das províncias, a exemplo de Pilatos, não tinham competência (jurisdição) para impor penas de morte. Estas só podiam ser aplicadas pelo povo. E o governador seguiu à risca a regra de competência, como faz e deve fazer qualquer juiz moderno. Um juiz singular não pode fazer as vezes do Tribunal Popular do Júri, num caso de homicídio doloso. Essas observações importam para que se atribuam às personalidades históricas as responsabilidades que lhes cabem, em sua exata medida.

Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

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AGORA VAI...

Festas natalinas, ano-novo, carnaval e este feriadão que caiu do céu deram um pouco de refresco à equipe econômica. Mas agora a coisa é pra valer, e o nada que foi feito nos últimos oito anos, preparando a nação para um rápido desenvolvimento, não pode ser adiado. As saídas são duas: ou corte profundo de gastos ou mais impostos, como a famigerada CPMF. Com certeza não haverá corte de gastos, pois se perdeu o controle da máquina pública e seu apetite só aumenta com o poder fragmentado entre os partidos coligados ao PT. As verbas para investimentos o PAC já consumiu só em projetos e promessas. Das obras previstas nada virou realidade, e ainda deixou contas a pagar. Presidente Dilma, pegue o celular e ligue para o Malan, pode ser que ajude de imediato, ou, então, espere e peça ajuda ao FMI. Aqui, no Brasil, o que trabalha sete dias por semana, a situação está ficando difícil. Aí, em Brasília da semaninha de terça a quinta, eu não sei como andam as coisas, mas parece que muito bem, pois foi criado até um novo Ministério não sei do quê, nem para quê. Nos anos 60, nas aulas de Educação Moral e Cívica, éramos obrigados a saber o nome de todos os Ministérios e quem eram os ministros. Hoje, nenhum brasileiro do Brasil sete dias sabe... Muito menos onde cabe tanta gente.

Luiz Ress Erdei gzero@zipmail.com.br

Osasco

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SEMANA SANTA NÃO É FERIADÃO

Numa sociedade consumista, materialista e onde o prazer está acima do amor, temos a Páscoa resumida a ovos de chocolate, que logo acabam.

A Paixão, morte e Ressurreição de Cristo faz parte da cultura da civilização cristã e não podemos ignorar a salvação comprada a preço do sangue precioso de nosso amado Jesus.

Nada terá sentido se não respeitarmos o tempo da Salvação por Jesus Cristo, nosso Redentor. Quem for indiferente ao sofrimento da humanidade se perderá nos desequilíbrios de uma vida longe de Deus.

A Semana Santa é tempo de viver com a família: a Quinta-Feira Santa com o lava-pés, a Sexta com as encenações da Paixão de Cristo, e Sábado de Aleluia, de espera pela vida nova.

Domingo é a alegria plena da vida que vence. A luz venceu as trevas, aleluia!

Uma Páscoa renovadora para todos!

Paulo Roberto Girão Lessa paulinhogirao@uol.com.br

Fortaleza

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MALHAÇÃO

Neste Sábado de Aleluia, muitos Judas foram malhados. Quantos andam por aí que precisariam ser malhados também?

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia Sul (PR)

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CEM MAIS

Depois de comemorar cem dias de governo, Dilma entrou na lista da "Time" das cem pessoas mais influentes. Mas poderíamos sair do topo da lista de maior taxa de juros do mundo, da lista das maiores cargas tributárias, das piores em infraestrutura, em educação básica e em competitividade? Que tal trabalhar para isso, Dilma?

Roberto Saraiva Romera robertosaraivabr@gmail.com

São Bernardo do Campo

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DILMA INFLUENTE?

Parece um tanto apressada a inclusão de Dilma entre os cem mais influentes pela revista "Time". Ou o mundo está muito carente de lideranças, o que pode ser verdade, ou o critério necessita de revisão...

Gilberto Dib www.dib.com.br

São Paulo

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IMPORTÂNCIA

Ao saber que a presidente Dilma está incluída entre as cem pessoas mais importantes do mundo, lembrei-me de um pensamento de autor desconhecido: ''É bom ser importante, mas é mais importante ser bom''.

Paulo de Souza Cavalcanti paulo_souza_cavalcanti@ig.com.br

Ribeirão Preto

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AGÊNCIAS REGULADORAS

As agências reguladoras se dispõem a fiscalizar e regular as atividades de serviços públicos executados por empresas privadas, mediante prévia concessão, permissão ou autorização, cumprem tarefa de relevância, sua função é essencialmente técnica e sua estrutura é constituída de tal forma a evitar ingerências políticas na sua direção. Por definição, então, as agências reguladoras não devem ter indicações políticas para sua gestão. O comando político das agências reguladoras foi mais uma ingerência do governo anterior, que procurou desmoralizar e interferir em todo e qualquer órgão que pudesse coibir o indecente aparelhamento do Estado realizado por Lula. Surge a esperança de que tais agências, obedecendo ao real motivo de sua criação, deixem de ser joguetes na mão de políticos incompetentes e inescrupulosos e consigam recuperar o seu caráter independente e normatizador de setores importantíssimos da economia do País.

Victor Germano Pereira victorgermano@uol.com.br

São Paulo

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OCUPAÇÃO DAS AGÊNCIAS E AUTARQUIAS

Ocupar as agência e autarquias é ser tirano, e não democrático. Democracia deveria promover o rodízio no poder, ninguém é dono da verdade, afinal, prevalecerem alguns aspectos na gestão significa faltar com outros que não foram privilegiados. Portanto, a política de ocupação que está sendo desenvolvida pelos petistas não é salutar para o Brasil, ela tem viés que não atende a todos os aspectos, é parcial, promove distorções que ao longo do tempo desorganizam o Estado e as instituições, como já podemos observar, com resultados danosos para população, tais como inflação, falta de infraestrutura para o crescimento sustentável, falta de ação no gerenciamento dos projetos, desvios de verbas e de propósitos, entre outros. Quem trabalha a favor do Brasil promove o rodízio, faz autocrítica, concilia, faz o máximo possível respeitando a todos, nunca coloca os interesses e desejos pessoais na frente dos interesses da União. Com o desenho de hoje, somente os Estados podem fazer oposição e interromper a ocupação, e os tiranos estão agora planejando destruir São Paulo (os números mostram no dia a dia o sucesso deste Estado). Que Deus ilumine nosso povo paulista para rechaçá-los daqui, em respeito à democracia.

Nelson Pereira Bizerra nepebizerra@hotmail.com

São Paulo

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MUDAR AS MOSCAS NÃO RESOLVE

A presidente Dilma deve ficar atenta, se quiser mudar de fato a cara das agências reguladoras, visto que no governo de seu antecessor elas viraram cabides de empregos e deixaram de cumprir a sua função - que tem como finalidade regular e fiscalizar as atividades dos setores de energia elétrica, recursos hídricos, telecomunicações, planos e seguros de saúde, aviação civil e transportes terrestres e o mercado de fármacos e vigilância sanitária. O rol de empresas envolve quase a vida de um país. Há que se lembrar de que os setores sob a vigilância das agências reguladoras têm apresentado os piores serviços. Portanto, não basta mudar as mosca, para acomodar aliados, é preciso um choque de gestão, eficiência e competência. E isso só será possível colocando lá pessoas que conheçam os setores e não tenham medo de agir. Um desafio que, se vencido, poderá mostrar um país melhor ao mundo e, em especial, ao contribuinte brasileiro, que é quem sofre na própria carne as consequências da má gestão.

Izabel Avallone izabelavallone@yahoo.com.br

São Paulo

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SEJA FEITA SUA VONTADE

Dilma reafirma que a defesa dos direitos humanos será feita sem concessões. Ótimo. Que tal começar fazendo a lição de casa, haja vista a impunidade de notórios criminosos, corruptos do dinheiro público desviados da saúde, segurança e educação, liberdade para assassinos cruéis, trabalho escravo em obras do PAC? Isso para não esquecer os desmandos financeiros contra os aposentados, dos que têm direito a precatórios entre tantas outras violações.

Luiz Nusbaum lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

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INSEGURANÇA

A presidente Dilma Rousseff não transmite autoconfiança, e isso ficou explícito na reunião do BRIC mais a África do Sul realizada na China recentemente. A insegurança de Dilma saltava aos olhos e, sem dúvida, foi detectada por seus interlocutores. Sem desrespeitar a pessoa de Dilma, mas ela mesma deve ter-se perguntado: o que eu estou fazendo aqui? Além de uma máquina de propaganda megalo-nacionalista sem paralelo em 510 anos de História, ela foi eleita presidente em cima de muitas mentiras ditas mil vezes durante o horário eleitoral, nas quais maculou a biografia e o legado de Fernando Henrique Cardoso sem nenhum pudor.

Já na sua posse, quando convidou Erenice Guerra para a cerimônia, essa que Dilma disse ter-lhe traído a confiança na Casa Civil (nunca vi uma traição ser selada com beijos e abraços depois), e também nas tragédias que ocorreram na Baixada Fluminense e na escola de Realengo, foi possível ver o quão distante de um(a) estadista está Dilma. A entrevista a uma TV portuguesa antes de sua visita àquele país também atesta isso claramente. Agora, diante de uma inflação alimentada durante o período eleitoral por um governo irresponsável, obras atrasadas em aeroportos, estádios e cidades para a Copa 2014, quando o mundo inteiro estará de olho no Brasil, e uma base aliada no Congresso sedenta por cargos e contratos milionários, a "presidenta" está colhendo os frutos da "herança maldita" deixada por Lula. Quem com ferro fere...

Sandro Ferreira sandroferreira94@hotmail.com

Ponta Grossa (PR)

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MARCA REGISTRADA

Se existe uma coisa pela qual o PT será lembrado para sempre, é a incompetência. Não completa obra alguma e, se o faz, é passando por cima das leis e dos órgãos que existem justamente para proporcionar a elas excelência de qualidade - como deve ser -, fiscalizando fraudes, como o TCU, comumente impedido de cumprir o seu dever. O Partido dos Trabalhadores tem um quadro de políticos que peca pela falta de coerência, de lucidez, de preparo, chegando ao ridículo por defenderem o indefensável. Para comprovar isso basta assistir à TV Senado. Há pouco, Marta Suplicy defendeu com unhas e dentes o projeto do inviável trem-bala e Gleisi Hoffmann pretendeu "ensinar" ao senador Álvaro Dias como tem de agir um senador. Ora, vejam! A Copa? Vão realizar a Copa, sim, "no tapa", de qualquer jeito, pois é assim que sabem trabalhar: sem planejamento, sem respeito às leis que vigem neste país, sem lenço e sem documento. Ah, mas vão encher o peito e dizer que foi Lula que conseguiu que a Copa fosse realizada aqui! Não é possível, é muita falta de percepção da realidade! É muito oba-oba e pouco resultado. Seria maravilhoso realizar esse evento aqui, primeiro, se "a casa" estivesse arrumada; segundo, "se" primassem pela competência, mas, esse é o problema, não conseguem cumprir nem as obrigações mais simples. É muita incompetência junta! Para não dizer mediocridade! Se eu fosse a Dilma, com muita humildade, passaria essa bomba para a frente, o que nos pouparia de muita roubalheira, de muito desperdício de dinheiro e de muita vergonha.

Myrian Macedo myrian.macedo@uol.com.br

São Paulo

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INCOMPETÊNCIA E ROUBALHEIRA ANDAM JUNTAS

Com esmerada incompetência, vemos todas as obras relacionadas com a Copa do Mundo e a Olimpíada em atraso, algumas até nem foram começadas.

Órgão oficial do próprio governo, o Ipea analisou e constatou atraso nas obras com base em prospecções e projeções de informações atuais, o que é parte de suas atribuições.

O secretário-geral da Presidência e a ministra do Planejamento apelaram para a desqualificação do órgão, dizendo que era um ''ponto de vista'' e que este ''aposta na desgraça''.

Difícil é admitir que há, sim, grande atraso em muitas obras, principalmente as dos aeroportos, que não comportam há muito tempo nem o movimento normal.

E é difícil admitir isso porque levaria a analisar o desempenho medíocre e incompetente do governo anterior, que é deles mesmo.

Governo que soube gastar fortunas em propaganda, mas que não soube administrar o País adequadamente, ganhando as eleições com base em mentiras e dissimulação.

Sempre que podia, Lula esbravejava contra as instituições que punham freio no Executivo, o TCU, o Ministério Público, e até contra a imprensa.

E o remédio para o problema das obras atrasadas é simplesmente afrouxar a legislação, como se esta não estivesse em vigência antes.

Só pode ser uma desculpa para que a incompetência possa caminhar junto com a roubalheira.

Alguém que tenha outra opinião que a defenda.

Maria Tereza Murray terezamurray@hotmail.com

São Paulo

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PASSA-MOLEQUE NO TCU

O governo tentou e conseguiu dar um passa-moleque no TCU e começar a aprovar obras com a desculpa de urgência da Copa. Nessa passarão "despercebidas" licitações mal feitas, engodos e corrupção, tudo em nome da urgência. Se fosse um governo sério, criaria outros meios mais saudáveis e convincentes para execução de obras. Teria tirado da cartola coisas óbvias, como preço de mercado, preço de materiais, limite de preço, seguindo regras básicas de construção no mercado, etc., evitando licitações fraudulentas e obras que saem até quatro vezes mais caras do que na iniciativa privada. Mas isso não gera "dividendos $$$" e não interessa aos executores. Tudo isso agilizaria construções, sem necessidade do embargo pelo TCU. Mas, como é hábito neste governo há oito anos, se não passa com todas as facilidades, dá-se um jeito e se engessa o órgão opressor. Neste caso, o TCU. O resto nós sabemos: o povo paga!

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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FALTA DE TAXIS GRANDES NO AEROPORTO DE GUARULHOS

Tenho percebido que há cada vez menos táxis grandes no desembarque do aeroporto de Guarulhos. Famílias de três, quatro pessoas chegando de viagem precisam muitas vezes solicitar dois táxis, já que não cabem em um só carro.

Isto é inadmissível num país que se prepara para receber enormes grupos de pessoas e famílias para a Copa do Mundo e a Olimpíada.

Esse problema se intensificou nos últimos anos, já que antigamente se utilizavam as peruas Santana ( Quantum). Estas foram substituídas pelas minivans GM Zafira e, mais recentemente, por Fiats Dobló, que também estão desaparecendo.

A razão é muito simples: por conta de uma legislação arcaica e ultrapassada, não se permite que se cobre um valor maior quando a prestação de serviço também é maior. Em outras palavras, se o táxi levar uma, duas, três ou quatro pessoas e/ou um, dois ou cem quilos de bagagem, a cobrança é a mesma. Isso é errado, já que desmotiva o taxista a ter carros maiores, que, sobrecarregados de peso, causam mais manutenção e nada recebem em contrapartida.

O que se vê no mundo é completamente diferente. As tarifas básicas são fixadas para, por exemplo, duas pessoas com duas malas. Se um táxi é maior e leva quatro pessoas e seis malas, poderá cobrar um adicional por passageiro e por malas extra.

Assim sendo, faz-se justiça com o passageiro e com o taxista, já que o primeiro não precisará solicitar dois táxis e o segundo será recompensado pelo desgaste maior de seu automóvel.

Claudio Bock claudiobock@uol.com.br

São Paulo

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BRASIL ATUAL

As obras do PAC continuam empacadas. Os apagões se repetem pelo País afora. Candidato é barrado para presidir o STF porque não aceitou ser corrompido pelos cupinchas do governo. Os institutos federais deixam mais de 20 mil alunos sem aula. O trem-bala é a euforia atual para um futuro incerto.

A oposição se reúne em cima de um ringue. Aonde chegaremos?

Vidal dos Santos vidal.santos@yahoo.com.br

São Paulo

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ARITMÉTICA

Noticia-se que o trem-bala pode vir a custar R$ 50 bilhões, ante uma previsão de gastos de R$ 33 bilhões.

Parece incrível, mas com essa importância seria possível construir pelo menos 1 milhão de casas populares de 50 m², ao custo de cerca de R$ 45 mil por unidade.

Flávio José Rodrigues de Aguiar rsd100936@terra.com.br

Resende (RJ)

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O EXÓTICO TAV

O consultor do Senado Marcos Mendes, em matéria publicada no Estadão de 19/4 (B9), apresenta dados que comprovam o que a maioria dos moradores do Sudeste do País sabe que o TAV, tão decantado pelo governo federal, é uma sandice em termos econômicos e principalmente em termos de prioridade para os seus habitantes. Mesmo para quem não possui formação técnica, é evidente a futilidade da obra em face de tantas necessidades que afligem a população. E em termos de planejamento não tem sentido, num país da grandiosidade do Brasil, com uma malha ferroviária ridícula, que foi criminosamente dilapidada durante a ditadura militar, que o governo atual se preocupe em construir um trem de alta velocidade, oficialmente ao custo de R$ 34,6 bilhões, mas que para Marcos Mendes poderá chegar a R$ 50 bilhões, em vista das subestimativas dos estudos até agora realizados. Com essa vultosa quantia o País poderia construir, por exemplo, o Ferroanel em torno de São Paulo, no lugar do Rodoanel, e os competentes pátios intermodais, com a vantagem de desmatar menos a pouca área verde restante e reduzir a poluição provocada pelos caminhões que cruzam a Região Metropolitana de São Paulo. Sim, porque essa ferrovia, se eletrificada, reduziria a poluição na metrópole a níveis que jamais serão alcançados com a atual política dos governos federal e estadual, com o beneplácito de muitos dos prefeitos da região, sempre privilegiando o transporte rodoviário no lugar do ferroviário e hidroviário.

Gilberto Pacini benetazzos@bol.com.br

São Paulo

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PRIORIDADES

Os sonhos são necessários e fazem parte da vida de uma pessoa normal. Porém têm grandes possibilidades de se transformar em desastre quando se trata de um país que não enxerga a sua realidade. Já pagamos um alto preço pelo devaneio de ocupar uma cadeira permanente no Conselho de Segurança da ONU: perdão de dívidas, complacência com ditaduras de várias latitudes e abertura de embaixadas em países inexpressivos, dos quais nunca se ouviu falar. Agora temos sonhos velozes como o trem-bala e muito lentos como a construção de estádios e de toda a infraestrutura da Copa de 2014 e da Olimpíada de 2016. A Grécia já provou um despertar amargo pelo custo de sediar a Olimpíada de 2004 e a África do Sul está na fila do pesadelo. Seria mais prudente para o Brasil despertar agora e investir em suas numerosas áreas-problema.

Roberto Castro roberto458@gmail.com.

São Paulo

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BASTA QUE SEJA TREM

Essa ideia louca e carésima de se projetar uma via férrea para o trem-bala unindo São Paulo e Rio de Janeiro, com um trajeto que prevê nada menos que 96 túneis... bem poderia ser abortada, e com o orçamento previsto para esse projeto poderiam ser construídas vias férreas em diferentes regiões do Brasil hoje incomunicáveis, e que serviriam para escoar riquezas minerais e do agronegócio, que hoje, por dependerem da péssima malha rodoviária federal, têm seus preços encarecidos.

Afinal, por que privilegiar com o trem-bala uma região que já é servida por rede ferroviária, malha rodoviária e ponte-aérea? O Brasil todo é carente de infraestrutura e acredito que os brasileiros como um todo ficariam muito gratos com um projeto que levasse trens para todos os rincões do País.

Mara Montezuma Assaf montezuma.fassa@gmail.com

São Paulo

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O EXEMPLO VEM DE CIMA

O que a obsessão do populismo de Lula foi capaz de fazer: 13 alqueires paulistas desmatados no Amazonas em projeto do Minha Casa, Minha Vida. O exemplo vem de cima.

Francisco José Sidoti fransidoti@terra.com.br

São Paulo

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DERRUBADA DE CASTANHAIS EM PARINTINS

Muito significativa a reportagem sobre a derrubada de castanhais em Parintins, para construção de casas (20/4, A20). A licença para corte de 207 árvores, entre as quais 81 castanheiras, foi concedida em 21 de agosto de 2009 e condicionava o início das obras ao replantio de 1.584 mudas de castanheiras e de 1.133 de espécies nativas. A reportagem não traz o texto da licença, mas a construtora alega que ela está em dia, pois nela não há prazo estipulado para esses replantios e plantios. Outro aspecto importante abordado na reportagem é quanto à adequação das casas para a população local em termos de custo. Mesmo com subsídio, uma casa custa R$ 37 mil, muito acima das possibilidades da população local, que com certeza se sente marginalizada. Esses fatos mostram o que ocorre por trás de alguns projetos em que se envolvem a iniciativa privada e órgãos públicos, com os interesses escusos predominando sobre a lei e os bons costumes. O noticiário ''Bom Dia Brasil'' do mesmo dia mostrou um pouco desse fato: perguntado sobre a diferença significativa da qualidade de uma rodovia construída no Brasil e nos Estados Unidos pela mesma empresa, um engenheiro de uma construtora respondeu: ''Aqui a empresa faz de conta que constrói e o governo faz de conta que paga''! É preciso mudar essa cultura, começando pelo governo. Se exigem tantas certidões negativas de que se está regular com impostos, registros, débitos, criminais, etc., etc., por que não se exige também de regularidade com as condições impostas pelos órgãos ambientais? As restrições legais sem a respectiva penalidade por falta de cumprimento são inócuas. É o que parece estar ocorrendo em Parintins.

Minoru Takahashi, minorutakahashi@hotmail.com

Maringá (PR)

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INCOMPETÊNCIA DO DNIT EM MINAS

A ponte nova do Rio Velho está caindo. Caída já está há tempos a confiança no DNIT, este órgão do governo federal que tem a missão de manter as rodovias federais em bom estado de conservação e seguras, mas não o faz. Seria cômico se não fosse trágico o episódio da ponte do Rio das Velhas, que está prestes a cair, devido a rachaduras.

Não se explica o fato de que esta ponte esteve interditada, se não me falha a memória, no carnaval de 2009, para manutenção em sua estrutura.

Passados três anos, a ponte volta a apresentar problemas. Se esta ponte, que recebeu manutenção há menos de três anos, está condenada, quantas devem existir por aí com o mesmo problema, sem que saibamos?

Vamos esquecer, por ora, as questões técnicas que são específicas para os engenheiros de estrutura, e entrar no campo da política, que é o que nos interessa neste caso. Mais uma vez o ''filho feio'' vai ficar sem pai e o nome dos verdadeiros responsáveis por esse absurdo será poupado.

O DNIT apanha, mas não toma jeito. Vale lembrar que ele é um órgão público dirigido por pessoa iguais a nós. O couro que é dado quase que diariamente não tem surtido efeito. Tudo o que depende do órgão anda a passos de tartaruga. Lembram-se do Viaduto das Almas, da BR-381, da encosta na curva do Ponteio, das obras de manutenção da BR-040, do Anel Rodoviário de Belo Horizonte?

O que fazer, então, já que as demandas são gigantescas e fundamentais para a segurança de milhões de motoristas que utilizam as rodovias federais?

Penso que chegou a hora de convidar a autoridade máxima do assunto para visitar Minas Gerais, aproveitando para lhe apresentar as rodovias federais que atravessam Minas Gerais, todas causadoras de uma carnificina sem fim.

O responsável, querendo ou não os que andam na superficialidade dos fatos, tem nome. Estamos falando do ministro dos Transportes, que nunca esteve em Minas, mesmo sendo o Estado detentor da maior malha rodoviária do País. Com efeito, mais uma vez o ministro Alfredo Nascimento será blindado e nada vai mudar, até que outra ponte caia ou outra tragédia aconteça em algum ponto das estradas federais que atravessam o nosso Estado.

Se Minas tem a maior malha rodoviária do Brasil, deveria também receber a maior atenção do Ministério dos Transportes e ter aqui a maior estrutura do DNIT. Contudo o que assistimos é a um festival de disparates e incompetência do órgão.

A ponte, interditada numa véspera de feriado prolongado, é apenas mais um dos muitos episódios que revelam a incapacidade do DNIT de apresentar soluções para as demandas cada vez maiores nas rodovias de Minas.

Embora ninguém tenha perdido a vida por causa desta interdição, feita a tempo de evitar tragédias, este episódio deveria servir para mostrar que os responsáveis pelo DNIT de MG não estão dando conta das suas rotinas, o que dirá de cuidar da reconstrução de rodovias importantes para o Brasil, como as BRs 381, 040, 262, 116, 356, 050 e outras.

Ressalto que não sou eu quem está dizendo, mas os fatos, por si sós, basta ver os números.

Ou os políticos de Minas engrossam o coro em Brasília, tirando o ministro Alfredo Nascimento da inércia e do conforto do seu gabinete, trazendo-o aqui para conhecer a realidade e cobrando dele atitudes, ou Minas vai perder o trem da História, pois o buraco aqui tem sido bem mais embaixo do que pensam os políticos que vivem na capital federal, a maioria comprometida com os interesses próprios, ou dos seus partidos, enquanto as estradas do nosso Estado, junto com a pontes, descem rio abaixo.

José Aparecido Ribeiro, especialista em Trânsito e Assuntos Urbanos jaribeirobh@gmail.com

Belo Horizonte

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PARA LUIS NASSIF LER - E QUEM MAIS QUISER

Li no Fórum dos Leitores do Estadão do dia 20 e gostaria de comentar a contestação de Luis Nassif sobre sua contratação por R$ 660 mil pela TV Brasil, por 12 meses, para fazer comentários verbais, os quais serão ouvidos por poucas pessoas, conforme informa a Nota da Redação, que essa emissora tem audiência próxima de zero. Os salários que todos os pesquisadores dos institutos de pesquisas do Estado de São Paulo, que têm diploma universitário e título de doutor, por terem defendido uma tese numa faculdade, recebem são apenas a sexta parte do que Nassif vai receber por blá-blá-blá diante de uma câmera de TV. Salário esse que representa praticamente 50% do daqueles que trabalham na Embrapa. Gostaria ainda de lhe informar que o salário do pesquisador aposentado do Instituto Agronômico de Campinas, que selecionou o Feijão Carioquinha, depois de muitos anos de pesquisas, o qual ele come todos os dias, assim como outros tantos brasileiros, é a mesma sexta parte do dele e dos demais pesquisadores com igual tempo de serviço e mérito profissional.

Raul S. Moreira, engenheiro agrônomo raulmoreira@mpc.com.br

Campinas

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RESPOSTA RIDÍCULA

A resposta do Luiz Nassif à reportagem do Estadão sobre seu contrato com a TV Brasil. no valor de R$ 660 mil, ou R$ 55 mil mês, foi, no mínimo, ridícula, para não falar imoral. Alguém devia falar para o blogueiro Luiz Nassif que seu passado de jornalista econômico não lhe dá salvo-conduto para mamar e nadar no dinheiro público. Os pelegos agora usam terno e gravata.

Roberto Aranha rcao@globo.com

São Paulo

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RISÍVEL

Bem lembrado pela redação do jornal o fato de que a TV Brasil tem audiência zero. Além disso, o paralelo entre outras emissoras e a EBC não procede: o que emissoras privadas fazem com o seu próprio dinheiro é problema delas, ao passo que o que a EBC faz com o nosso dinheiro é problema nosso. Dizer que Nassif se opõe ao atual governo é risível: suas criticas se circunscrevem à sintonia fina da atual política econômica, sendo, por outro lado, alinhado politicamente aos atuais donos do poder. É realmente uma vergonha o que se faz com o dinheiro publico.

Marcelo Guterman margutbr@gmail.com

São Paulo

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SEM INTERESSE

Como alega em sua resposta o sr. Nassif paga ''uma equipe para transbordar as discussões para a internet''. Então, uso este espaço para solicitar que parem de me encher de e-mails, pois não tenho interesse em tal conteúdo. E se estivesse procuraria seu blog.

Jose Roberto Palma palmapai@ig.com.br

São Paulo

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BLOGUEIROS

Já vi que ser blogueiro no Brasil é uma função bastante rentável, desde que se seja ''amigo do rei''. Maria Bethânia e Luiz Nassif que o digam. Quantos outros existem que o povo que pagante desconhece?

Leila E Leitão

São Paulo

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