Cartas - 25/05/2011

CASO PALOCCI

, O Estado de S.Paulo

25 Maio 2011 | 00h00

Crime de prevaricação

Condenar sem provas é "perversidade", disse o ministro da Justiça sobre Antônio Palocci. Deixar de investigar quando há "indícios" de crime (neste caso, contra a administração pública) é crime de prevaricação. Pelo lado ético e moral, significa uma traição contra os interesses do povo e contra o princípio constitucional da "moralidade pública", previsto no artigo 37 da nossa Carta Magna - princípio este a ser zelado pelo Legislativo, pelo Executivo, pelo Ministério Público e pelo Judiciário.

EDENILSON MEIRA

merojudas@uol.com.br

Itapetininga

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Cartas na mesa

Ao ministro Palocci muito provavelmente se aplica o velho ditado: quem não deve não teme. Nos dias de hoje, a transparência dos atos de quem ocupa cargo público foi erigida em princípio pela Lei de Responsabilidade Fiscal. As cartas têm de ser postas na mesa, abertas, para que nunca pairem dúvidas sobre, no caso, um espetacular aumento patrimonial! Como cidadão que paga em dia o imposto, ou os impostos, tenho o dever de pedir explicações.

WANDER CORTEZZI

w.cortezzi@uol.com.br

São José do Rio Preto

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Deve explicações, sim

Fui eleitor de Palocci no primeiro mandato como prefeito de Ribeirão Preto, admirando-o pelo trabalho inovador que desenvolveu. Repeti o voto no segundo mandato, decepcionando-me quando o interrompeu no meio, apesar de prometer, em fé pública, não fazê-lo. O consolo foi que estava atendendo a interesses nacionais. Daí, nova decepção: seu envolvimento num escândalo em que a sordidez sobrou só para um humilde caseiro. Finalmente, vejo-o novamente embaraçado numa situação até agora não explicada de forma clara e concisa. Por esses fatos, na condição de cidadão e eleitor que acreditou na sua imagem de político jovem, ético e inovador, colaborando no seu lançamento na vida pública, estou à espera de um esclarecimento que respeite minha inteligência e minha capacidade de percepção! Creio que este também seja o sentimento de seus conterrâneos.

HONYLDO R. PEREIRA PINTO

honyldo@temfoto.com.br

Ribeirão Preto

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A política do bolso cheio

Tempos atrás, a classe política brasileira contava com homens honestos, cultos, bem formados e dedicados ao futuro do País. Hoje, infelizmente, eles só pensam no futuro do próprio bolso, que é sempre bem cheio! Não votei em Dilma Rousseff, mas gostei que uma primeira mulher ocupasse a Presidência. Imaginei que, enfim, aplaudiríamos uma presidente elegante, corajosa e competente e que só visaria o bem do nosso Brasil. Doce ilusão! Nossa presidente agora só pensa em defender e blindar as vergonhas da "companheirada". Que pena!

NAIR DE MELLO F. FERNANDES

nairmff@uol.com.br

São Paulo

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CÓDIGO FLORESTAL

Esclarecimento

Sobre o editorial O Código e o desmatamento (24/5, A3), permito-me esclarecer: o Inpe admite que o sistema Deter é pouco preciso e passível de enganos, o que torna discutível a área mencionada. A informação sobre "correntão" indica vegetação leve, pois floresta pesada não admite esse sistema. A abertura de cerrado, seja de pau torto, seja de pau reto, é decorrente dos preços atraentes alcançados pelos cereais, nada tendo que ver com madeireiros. A conceituação de devastação, desastre ambiental, ação devastadora ofensiva de desmatamento, etc., etc., trata-se de expressões impróprias quando se referem a novas aberturas de cerrado, dentro da lei que permite de 50%, das quais resultarão em futuro próximo 2,5 toneladas/ano de soja mais 6 toneladas/ano de milho em um único hectare. Quanto à anistia, o termo é inadequado, pois se trata do reconhecimento de direito adquirido dos que abriram 50% da mata quando o limite legal era esse. O Brasil está comprometido, sim, perante a FAO a aumentar em 40% sua produção de cereais nos próximos dez anos. Ou, pelo menos, é o que a FAO espera de nosso país. A área mencionada de 593 mil km2 poderia, hipoteticamente, oferecer anualmente ao mercado 150 mil toneladas de soja e 180 mil de milho de segundo plantio em metade da área. Da minha parte ficaria orgulhoso!

FERNANDO PENTEADO CARDOSO, engenheiro agrônomo sênior (Esalq-USP 1936)

agrolida@uol.com.br

São Paulo

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A "PEC DO PELUSO"

Mudanças prejudiciais

Como presidente do Movimento de Defesa da Advocacia (MDA), não posso deixar de me manifestar sobre o editorial de 22/5 (A3). A chamada "PEC do Peluso" sofreu substanciais alterações quando de sua apresentação pelo senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES) no Senado. Essa PEC, que recebeu o número 15/2011, simplesmente pretende extinguir o recurso extraordinário e o recurso especial (ao contrário do que previa a proposta inicial do ministro Peluso), para criar as figuras da "ação rescisória extraordinária" e da "ação rescisória especial". Em documento oficial a ser entregue hoje ao senador Aloysio Nunes Ferreira, relator da PEC 15/2011 perante a Comissão de Constituição e Justiça do Senado, o MDA aponta sua contrariedade aos termos dessa PEC, demonstrando as razões por que seu texto é ainda mais prejudicial à sociedade brasileira do que a proposta inicial do ministro Peluso.

MARCELO KNOPFELMACHER

presidencia@mda.org.br

São Paulo

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FAMÍLIA IMPERIAL

Tratamento inadequado

Registro a profunda insatisfação que sinto diante da irônica matéria A princesa que tomava ônibus (22/5). O repórter Christian Carvalho Cruz revelou o preconceito que alimenta contra a família de dom Pedro II ao tratar de maneira debochada todos os seus descendentes. Não sou monarquista, como sabe quem me conhece. Procuro, todavia, conhecer a História do meu país. Dom Bertrand, sua mãe, dona Maria, e o primogênito, dom Luiz, mereciam tratamento respeitoso. Já ao se apresentar para escrever a matéria o autor revelou faltar-lhe um mínimo de educação e polidez. Afinal, encontrava-se no desempenho de missão que lhe fora atribuída pelo jornal do dr. Ruy Mesquita, e não em nome próprio. Imaginava extrair da leitura do texto algo de proveitoso, digno de ser arquivado. Não foi o que se deu. Como assinante, desejo consignar este protesto. Imagino ser inútil, mas não devo deixar de registrá-lo.

ALMIR PAZZIANOTTO PINTO

pazzianottopinto@hotmail.com

São Paulo

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"Como era mesmo aquela passagem do discurso de posse da presidente da República que falava de auxiliares com passado e reputação ilibados?"

ALEXANDRE MARTINI NETO / RIO CLARO, SOBRE O CASO PALOCCI

amartini906@gmail.com

"Se Dilma é a favor de Palocci, quem será contra ele?"

MARIA DO CARMO ZAFFALON LEME CARDOSO / BAURU, IDEM

mdokrmo@hotmail.com

"Para os lullopetistas, os outros são somente Francenildos..."

A. FERNANDES / SÃO PAULO, IDEM

standyball@hotmail.com.br

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TEMA DO DIA

STF determina prisão de Pimenta Neves

Jornalista deverá cumprir 15 anos de reclusão em regime fechado por assassinato de namorada

"O brasileiro deve estar tremendamente orgulhoso. Depois de 11 anos, o réu confesso de um assassinato covarde será preso."

ELIAS DE SOUZA FRANGE

"Duvido que este cidadão fique preso. Vão achar outra brecha, ou seja, rombo no sistema, idade, doença mental, etc."

CARLOS SOUZA

"Um cara mata e o caso vai para o STF. Era para ser condenado na primeira e cumprir pena. Justiça neste país é vergonha."

JULIANO CAMARGO

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Cartas enviadas ao fórum dos leitores, selecionadas para o estadão.com.br

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

PALOCCI, BRINCANDO COM FOGO

 

 

Os fatos, para serem bem compreendidos, devem ser contextualizados no tempo e no espaço, e, sob essa perspectiva, as suspeitas que se disseminam contra Antonio Palocci estão inseridas num momento e num entorno político completamente diverso daquele que envolveu as circunstâncias do mensalão. Em pouquíssimo tempo a interação eletrônica direta atingiu proporções inimagináveis e as pessoas se concentram em torno de determinados objetivos em alguns minutos. A opinião pública entra em erupção, como um vulcão que espraia larvas e cinzas, como o da Islândia, sem demora. Por outro lado, é tempo de jasmim, primavera, 15-M, Wikileaks, fáceis concentrações públicas, metralhadoras giratórias de palavras dirigidas principalmente contra a corrupção, manuseadas por um povo que se demonstra cansado por não atingir os objetivos preconizados pelas instituições democráticas tradicionais. Logo, permanecer com explicações vazias, genéricas e ambíguas, que antes podiam resumir-se a Parlamentos divididos segundo suas conveniências e o Ministério Público em seu caminhar cauteloso e lento, hoje já não mais conjura as crises, sob o olhar da crítica social. A esse terreno vulcânico vem se juntar Campinas e suposições de que o ex-presidente Lula estaria muito próximo das turbulências. Isso posto, Palocci, Dilma e a base aliada deveriam ponderar que a blindagem de hoje não mais enfrenta revólveres, mas fuzis AR-15, hipótese em que é mais inteligente entregar o carro, mas salvar a vida.

 

 

Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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ENFIM, A MATRIZ

 

O início das investigações de corrupção na Prefeitura de Campinas -SP já apontam para José Carlos Bumlai, amigo, segundo a imprensa, de Luiz Inácio Lula da Silva. Eu diria que é sócio. O senhor Bumlai tinha um acesso tão irrestrito ao gabinete do presidente, capaz até de causar ciúmes e inveja a dona Mariza. Depois dos grandes negócios já realizados no Palácio do Planalto, como é do conhecimento de todos, a Casa Civil dava a impressão de que seria a matriz da S/A (sociedade anônima de capital aberto com recursos do contribuinte), agora começamos a saber que não passava de uma simples filial.

 

Humberto de Luna Freire Filho hlffilho@gmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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CAMPINAS E PRECIOSA

 

 

A novela Morde e Assopra da rede Globo, mostra uma prefeitura corrupta na cidade imaginária de Preciosa. Como em Campinas, quem comanda as maracutaias é a mulher do prefeito. Será que o Walcir Carrasco já sabia das roubalheiras campineira e bolou o texto? Ou as prefeituras estão todas assim?

 

Ademar Monteiro de Moraes ammoraes57@hotmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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'O DISCRETO CHARME DA CORRUPÇÃO'

 

 

Arnaldo Jabor, neste magistral artigo (24/5), desnuda o verdadeiro caráter da maioria dos políticos brasileiros. As pessoas de bom caráter nunca irão acostumar-se com essa classe, que jurava que iria nos defender, mas que estando lá com os seus cargos e benesses concedidas por lei cometem as mais deslavadas falcatruas: mensalão, quebra de sigilo de caseiro, dinheiro na cueca, falsos dossiês etc., etc., etc. E tudo, com a bênção do (des)governo, é abafado e levado para as calendas. Nossos políticos deveriam emoldurar esse artigo de Jabor e colocá-lo em seus gabinetes, quem sabe assim teriam mais escrúpulos em não usar seus - nossos - cargos para se beneficiarem, haja vista as fortunas amealhadas em pouquíssimo tempo. Nem a multiplicação dos pães, feita por Jesus, rendeu tanto...

 

 

 

 

Ana Clarice Baccini Claricebaccini@hotmail.com

Florianópolis

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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ATOLADOS

 

Magnífico e propositalmente irônico o artigo do jornalista Arnaldo Jabor publicado ontem no Caderno 2 do Estadão. Apenas faltou um acréscimo ao seu título ou seja: ''O discreto charme da corrupção'' num país atolado num mar de m... de políticos gatunos e velhacos.

 

José Carlos de Sylos Junior sylosjunior@hotmail.com

São Vicente

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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MULTIPLICAÇÃO

 

 

A super proteção ao ministro Palocci, a cada dia que passa é multiplicada pelo apoio dos companheiros do PT e aliados, afinal ninguém sabe o dia de amanhã, não é mesmo? Até o ex-presidente já interfere na "multiplicação" extraordinária do Palocci, que com certeza fará alguma divisão, ninguém pode ficar de fora, nem o procurador geral da república Roberto Gurgel, que já deu o seu apoio. Utópico é o slogan do atual governo em dizer "Brasil país rico, é país sem pobreza" e afirmar que vai combater a pobreza do povo, quando não combate, não pune mas prestigia, encobre e é conivente com a riqueza de "origem duvidosa" de seus ministros, secretários, assessores, etc.. Nem pensar no Congresso Nacional. Por que não explicar e declarar o nome dos seus "generosos" clientes, que receberam os "favores"? Para quem participa do governo com cargo "PÚBLICO", nada pode ser CONFIDENCIAL, o povo tem todo o direito de saber a "fórmula" da multiplicação!

 

Luiz Dias lfd.silva@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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AFASTAMENTO

 

 

Se um caso igual ao do senhor Palocci tivesse acontecido num país desenvolvido, o ministro seria afastado preventivamente até que a questão fosse definitivamente esclarecida. Se fosse favorável a ele, seria reconduzido ao cargo. Do contrário, seria demitido e processado. É justamente o que temem aqueles que estão blindando e defendendo nosso ilustre ministro. Já imaginaram com que cara ficariam seus defensores, se ele fosse afastado e depois não conseguisse comprovar o milagre da multiplicação do seu patrimônio? E o nosso "Intocável" ex- presidente que, "ordenou" que o governo "não baixe a guarda"? O que ele diria lá em casa?

 

 

Adolfo Zatz dolfizatz@gmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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A SAUDADE MATA

 

 

Se ella não tem coragem - mais que autonomia - de afastá-lo, como fez Itamar Franco com Henrique Hargreaves, então Ministro Chefe da Casa Civil, que renuncie, ora bolas! O que não pode continuar a acontecer é o país ficar refém das intempéries geradas pelo "ex". O duro vai ser aturar o mordomo de filmes de terror (sic ACM) na presidência, se a CCJ e elle deixarem!

 

João Guilherme Ortolan guiortolan@gmail.com

Bauru

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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DEFENSOR DATIVO

 

 

Enquanto nossa justiça necessita de reformas e debates urgentes para se tornar menos injusta, cara e de elite, enquanto o tráfico de drogas se esbalda com as fronteiras livres e afins, o ministro da justiça José Eduardo Cardoso vem a público defender seu amigo de partido Palocci.

 

 

Marcos Barbosa micabarbosa@gmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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DEFESA DE PALOCCI

 

É impressionante como o tempo tudo muda, hoje vemos o ministro Zé Cardoso, defendendo o Palocci como antes atacava o Maluf, o Sarney, o FHC, o Quércia, eles pareciam " Mickey Mouse" alcaguetas sociais, agora "enriquecer não é crime" segundo Zé Cardoso, lógico que não, porém ninguém consegue, a não ser que seja político, ou empresário ligado a políticos, por que será, né? e impostos então, quem consegue enriquecer se não burlar o fisco? se alguém conhecer alguém que enriqueceu nestes últimos 10 anos sem burlar o fico, me avise, será meu ídolo, e seguirei como a um deus, alias parabéns a aqueles baianos que estão fazendo o dia sem imposto, o Brasil deveria fazer um dia da compra sem imposto, ao conscientizar a população do quanto ela é roubada sem retorno algum, em segurança, saúde, educação, etc..., o governo teria curta duração e suas mentiras iriam cair por terra, alias como tem caído toda esquerda socialista na europa, lá caiu " a ficha" da população, e estão pedindo a volta da direita, que com todos os defeitos, é muito melhor administrador, e centenas de vezes menos corrupta que as esquerdas em geral, que os ventos da europa soprem novamente para cá, como nos anos 70, cantou Chico Buarque, que esta terra seja um grande Portugal, agora que seja nas eleições que vem, uma grande Espanha, vamos dar um " Olé" e um basta nesta esquerda que está acabando com nosso Brasil.

 

 

 

Roberto Moreira Da Silva rrobertoms@uol.com.br

Cotia

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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ERA O QUE FALTAVA

 

Li no Estadão de segunda-feira que o Sr. Paulo Maluf, impoluta figura, de conduta inatacável, afirmou acreditar na integridade do ministro Palocci. Era o que estava faltando para dirimir a minha dúvida a respeito da matéria; com o aval de Maluf ponho a minha mão no fogo por Palocci.

 

Roberto A. Kirschner

 

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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LISO, LISO

 

O Maluf disse confiar na "lisura" do Palocci....Eu também, ele é liso como um "pau-de-sebo"...

Laércio Zanini arsene@uol.com.br

Garça

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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CORAGEM E VERGONHA

 

Enquanto muitos políticos enriquecem do dia para noite, aonde alguns chega a comprar verdadeiros castelos, enquanto o ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, teve um aumento espetacular do seu patrimônio que se multiplicou 20 vezes em 4 anos . Eu que sofri um acidente de trabalho,perdi clavícula , osso e tecido do braço, recebo do INSS exatos R$ 332,00 (trezentos e trinta e dois reais) por mês. Talvez eu tenha coragem de escrever está carta por um único motivo : me sobrar vergonha na cara.

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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EXPLICAÇÕES

É tocante de se ver o esforço do governo para proteção do ministro Palocci em razão da crise recem instalada sobre sua evolução patrimonial. O problema do caso que veio à tona não é institucional e sim pessoal, portanto, somente poderá ser esclarecida pelo próprio ministro. Quanto mais o governo se movimenta para 'blindá-lo', pior se torna o quadro, dando ares de conivência a uma situação nebulosa, justamente pela falta de justificativas por quem de direito. E mais: em primeiro lugar, o ministro deve explicações à população, não a seus pares.

 

Carlos Fernando Braga cafebraga@yahoo.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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LINGUAGEM POPULAR

 

Zalocci por vinte vermes, mais do que vinte vezes, viu um camiseiro de tocaia tocando flauta. No-lo feriu o brio à cause da malversação do vernáculo, quiçá doutras façanhas mais más! Nesta lida, a salvação que não o irrompeu ao raiar da aurora, fê-lo, verdugo, coçar as barbas e os bigodes! Da barriga proeminente, os intestinos agitaram as lambisgoias, face to face. E se desfez como que fez, não por haver outra opção, que senão a malversação, estando numa posição retrô, ante tal paradigma de consultas, que eminente se deseja como um câncer por curar. À contumaz maneirice, veio à tona o astrolábio inteirar-se do conteúdo do passamento da memória inata vigente nos grotões sertanistas. Assim, hei-nos à mercê das articulações forjadas nos alicerces da democradura síndico-corporativa, como cínica-pejorativas que são as do Partido dos Trabalhadores.

 

 

Carlos Leonel Imenes climenes@ig.com.br

Jucurutú (RN)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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EFEITO ESTUFA

 

Agora temos certeza de que o "efeito estufa" também é criação do PT e do Lulla. Aqui se "estufam" o patrimônio dos correligionários. Aliás, Palocci mudou de médico para meteorologista rapidamente.

 

 

Claudio Mazetto cmazetto@ig.com.br

Salto

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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IMPUNIDADE

 

 

O Brasil é mesmo um país curioso. Milhares de pessoas vão às ruas pleitear a liberação da maconha. Entretanto, não se consegue juntar pessoas para ir, às mesmas ruas para exigir punições as mais severas contra àqueles que dilapidam o erário público, que roubam descaradamente a Nação, que são corruptos e imorais por natureza e profissão, que enriquecem ilicitamente e que vivem sob a proteção do manto da impunidade patrocinados e protegidos pelos seus pares espalhados por cada canto desse país. Para essa gente, ser ladrão é sinônimo de honestidade. Paciência! O Brasil foi, é, e sempre será assim mesmo...

 

 

David Neto drdavidneto@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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EXPLOSÃO DE CORRUPÇÃO

 

 

O vulcão da corrupção no Brasil se mostra em plena atividade,desde Brasília,até nos Estados e Municípios há uma explosão generalizada de graves casos que alguns pretendem abafar.Não é possível o governante ter a tranquilidade necessária e credibilidade se qualquer nesga sobrevoa sua administração.Para que servem os Tribunais de Contas,Ministério Público,Judiciário,a não ser para averiguar e punir todos os culpados.O sentimento maior de impunidade começa a tomar conta da população e isso não é um bom sinal.Não importa se o escândalo aconteça no começa ou no final do governo,se parta da oposição ou da delação,para proteção ou mera rebelião,temos que levar adiante todos os acontecimentos para que a República Brasileira não se afunde em lamaçais que comprometem a dignidade da governabilidade.

 

 

Carlos Henrique Abrao abraoc@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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MORAL À MESSALINA

 

 

Há mais de oito anos que a democracia ''a la PT'' pode ser comparada a Messalina Valéria Calígula, a imperatriz lasciva que, à noite na Suburra romana se travestia de Lycisca, uma prostituta a serviço dos gladiadores. Assim age o Partido dos Trabalhadores e o governo. Ostentam um modelo de democracia que sepulta a ética, banaliza a corrupção e quer transformar o Brasil num feudo petista. O governo age como Messalina, mulher do imperador Claudio. Ostenta a posição de quinta economia do mundo, pretende assento no Conselho de Segurança da ONU, desastradamente defende regimes ditatoriais, enquanto a sua administração imita a Lycisca das Suburras. A Vergonha, a ética e a decência estão a níveis de um lupanar, que até a imperatriz evitaria.Um, dia,o império romano ruiu, mais por força de sua decadência política e social do que a invasão dos bárbaros.

 

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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É ISSO AÍ, BICHO

Um nordestino que se deu bem, pouco trabalhou, mas subiu na vida, frequentou Brasília, mas não era candango nem foi pioneiro. Chegou com uma pequena bagagem e, devido a "presentes" dos gringos (inerentes ao cargo e que, tradicionalmente, deveria fazer parte do acervo público), também devido ao uso abusivo do "cartão corporativo", depois de oito anos, sendo que, pelo menos um terço flanando aqui e no exterior, saiu com significativa bagagem de mão e 18 caminhões transportando a volumosa mudança. A conta bancária é protegida por sigilo, mas em analogia à mudança e sem gastos pessoais, dá pra imaginar a sua "grandiosidade". O Brasil é um país rico e generoso com seus líderes, mas rigoroso com quem paga as contas. É isso aí, bicho...

 

 

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br

Vila Velha (ES)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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CASO PALOCCI

Um lembrete oportuno: o ministro incorporou ao patrimônio de R$ 20 mi a mansão adquirida em Miami em nome da mamãe?

Valdemir Moretti val-moretti@hotmail.com

São José do Rio Preto

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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PALOCCI

 

Após os recentes acontecimentos, só nos resta lembrar da frase: "O criminoso sempre retorna à cena do crime..."

 

Marcello Pesce mpesce@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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CPI ABAFADA

 

Se querem abafar a CPI que investigará Palocci, é porque a coisa é roubada, porque quem não deve não

tem o que temer.

Alberto Nunes albertonunes77@hotmail.com

Itapevi

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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LADRÃO DE GALINHAS

 

A capacidade de Palocci em multiplicar seus bens transformou Paulo Maluf em ladrão de galinhas.

 

José Carlos Degaspare degaspare@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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ATÉ QUANDO?

Os partidos da oposição (que continuam partidos) entraram na jogada do PT/governo, pois estão discutindo o aumento do patrimônio do sr. ministro Palocci. A questão do aumento é o que menos deve importar, uma vez que ganhar propinas e gorjeta não é proibido por lei. Qualquer "flanelinha" ou serviçal comum as recebe. O que é proibido por lei é usufruir dos cargos funcionais para "engrenar" negócios cujos resultados contribuam para prejudicar o erário, cujo fiel depositário é o Tesouro Nacional. A questão, portanto, não é, e nem deve ser, política. É do interesse coletivo nacional, que paga os impostos, por sinal altos demais. E estes querem e devem saber quais e quantos foram beneficiados pela interferência explícita de um representante do povo, na figura de um ex-prefeito; deputado federal; ex-ministro de um governo anterior e atualmente pessoa altamente qualificada no governo, por onde passam todas as ocorrências de segurança nacional. O assunto não é político, se considerarmos a questão em termos de confiabilidade ao cargo que ocupa. O que o País exige não pode ser avaliado por políticos que querem tapar o sol com a peneira, como fez, por declarações a jornais, o sr. ministro da Justiça, ao defender a grave ocorrência, impropriamente para um ministro da Justiça, que antecipa seu parecer antes de qualquer julgamento. Até quando seremos empurrados a aceitar as decisões que não encontram respaldo em leis ?

 

Alberto Caruso albertocaruso@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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POLÍTICOS PROFISSIONAIS

 

O Brasil precisa acabar de uma vez por todas com essa indecência de reeleições indefinidas para cargos legislativos, limitando em no máximo duas vezes o exercício do mandato. Só assim poderiam ser extintos alguns "políticos profissionais", que estão ficam no Congresso durante décadas, enriquecendo enquanto fingem que trabalham pelo povo (que a carapuça caia em quem tiver de cair). O fato é que, com a prolongada permanência nos cargos, os parlamentares começam a ficar insensíveis aos princípios éticos, passando a achar normal qualquer tipo de "jeitinho" que seja dado por seus pares, na ânsia de garantir "ganhos extras". Na verdade esse processo de acomodação é até natural, acontecendo em qualquer profissão (médico, policial, jogador de futebol, advogado, vendedor etc.), posto que com o passar do tempo, até mesmo algumas intercorrências que no começo do desempenho da profissão causavam desconfortos, com o correr dos anos, na medida em que se adquire experiência, passam a ser encaradas como fatos corriqueiros. Assim sendo, como não poderia deixar de ser, os parlamentares, após alguns mandatos, convivendo diuturnamente com escândalos e impunidade, optam por aderir aos "esquemas de corrupção", ou, na "melhor" das hipóteses, para não ficar mal com os "coleguinhas", preferem abrir mão de seus preceitos éticos e morais, aderindo descaradamente ao sórdido princípio do "tô nem aí", mesmo que insistam em posar como "vestais", insistindo na cínica possibilidade de passar a ideia de que continuam puros, mesmo trabalhando em um "antro de perdição".

 

Júlio Ferreira julioferreira.net@gmail.com

Recife (PE)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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ESTÃO GOSTANDO DE DANÇAR

 

O tucano é uma ave predadora, e o tucano político com esse enorme bico também o é, mas um predador político, e o pior de tudo com sua mesma raça ou melhor, seus pares de partido.Agora o tucanato paulista, fragaroso perdedor na última grande corrida eleitoral,ameaça boicote na convenção partidária do PSDB,se perder o controle para outro grupo de alta plumagem das bandas mineiras.Por justiça, a hora e a vez, é de Aécio e seu grupo.O Serra perdeu, demorou demais em tudo para decidir (nem vice tinha) e agora quer voltar novamente.É necessário mudança total e ponto final, caso contrário irão bailar novamente.

 

José Piacsek Neto bubapiacsek@yahoo.com.br

Avanhandava

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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A INVEJA MATA

 

 

Será que o ex-presidente Lula gostou da beatificação da Irmã Dulce conhecida como 'Mãe dos Pobres' e 'Anjo Bom da Bahia' e que será chamada 'Bem-aventurada Dulce dos pobres? Será que não lhe passou pela cabeça ser 'Pai dos Pobres', 'Anjo Bom do Brasil' ou Bem-aventurado Lula dos pobres?

Não sei não!

 

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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BEATIFICAÇÃO

 

Respeito a beatificação de Irmã Dulce, mas não aceito ver a Dilma presente neste evento, isto me cheira falsidade. Ela deveria estar cuidando de expulsar o Palocci do Ministério da Casa Civil.

Há um ditado que diz: Pau que nasce torto morre torto, e este Individuo aprontou mais uma vez. Este é o socialismo do PT; patrimônio crescendo em vinte vezes em apenas 4 anos, e o outro, (Lulla) falando abobrinhas com suas palestras e ganhando US$ 200 mil, para vomitar besteira em 1 hora.Quem falou que ia ficar em São Bernardo e que jamais viajaria para o exterior para dar palestras, hoje morde a língua e consegue enganar os trouxas.

 

José Saez jsaez2007@gmail.com

Curitiba

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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CARADURISMO DE SARNEY

 

 

 

Tudo o que, a agora beata irmã Dulce, representou em vida, como, altruísmo, resignação, renúncia, abnegação, simplicidade, humildade, honestidade e principalmente dedicação total aos pobres, é a antítese da trajetória política de José Sarney, que hipocritamente esteve presente na cerim?nia de beatificação. É muito descaramento.

 

 

Luiz Nusbaum lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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PRESIDENTE MUDA

 

 

Cansados que estávamos de ouvir tantos disparates do sr. Lulla, quando a Presidente Dilma foi eleita achamos muito boa a sua cautela em pouco falar... Mas com tanta coisa acontecendo... quer saber ?

Acho que ela não tem ordem para falar. Só para guardar o lugar.

Jacy Lori Ártico Mattédi jacymattedi@globo.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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PALESTRANTE

 

 

Outro dia saiu um comentário em um noticiário de coluna social de que o ex-presidente Lula empolgava mais no palanque do que como palestrante. Bem, no palanque empolgava porque falava a linguagem do povo. Falava o que o povo queria ouvir. Não era bobo. Aprendeu após 3 derrotas para a disputa presidencial. Eleito, mudou o discurso. Aliás como todos mudam. Num flagrante despreparo, e disso ele não tem culpa, pois ele não se colocou na presidência da república, foi colocado, passou a governar demagogicamente. Deixou o país com uma dívida interna de R$ 1 trilhão. E isto tem um custo. Mas o povo não entende disso. Como palestrante, me espanta quem ainda paga para assistir palestras dele. Eu jamais assistiria. Para se assistir a uma palestra é preciso que o palestrante tenha mais conhecimento e sabedoria do que os ouvintes, e, convenhamos, não é o caso do ex-presidente. De graça, a palestra ainda é cara.

 

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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A MECANOGRAFIA DO MEC

 

 

 

A língua portuguesa no Brasil está muito permissiva, inculta e nivelada pelos erros mais corriqueiros cometidos pelas camadas menos letradas, como pretende a atual orientação do MEC. A língua pode ser algo vivo e sujeito à evolução, e até balbucio,levando os que se expressam mal ao isolamento. Mas é, principalmente, comunicação e instrumento de trabalho, além de literatura. Assim sendo, o idioma pátrio precisa depender da gramática, instrumento de controle que permite sua padronização e conduz ao coletivo. Ao contrário, as exceções que os gramáticos e dicionários facilmente resolveram consagrar, apontam para o hermetismo e o empobrecimento da língua portuguesa no Brasil, uma vez que ela não está acompanhando a evolução do pensamento filosófico e a tecnologia. Poucas traduções são realizadas nesses campos e, quando existem, boa parte são mal realizadas. Nosso idioma corre o risco de se tornar outra língua e de se distanciar do mundo lusófono, uma presença considerável no conjunto das nações, composto por sete países, além de uma série de comunidades existentes no Canadá, Estados Unidos, Argentina, África do Sul, Índia, China, etc. que falam português. Afinal, valorizemos o fato de falarmos uma língua latina. Significa que fazemos parte do Império Romano, o qual, não só foi o maior império da antiguidade como conquistou o futuro, transmitindo até hoje sua produção cultural.

 

 

 

Maria Cecília Naclério Homem, professora e escritora mcecilianh@gmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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A BELÍNDIA CADA VEZ MAIS FORTE

 

 

No Espaço Aberto do Estadão de ontem, o ex-ministro do governo anterior e jornalista Miguel Jorge descreve com muita propriedade a inclusão social brasileira nestes últimos anos de história no artigo

intitulado "Onde ficou a Belíndia?" (A2). Muita coisa do que é dito é fato, entretanto discordo dele em dois argumentos essenciais: 1) quando afirma que esse fenômeno brasileiro é de melhor qualidade que o que vem ocorrendo na China. Na minha opinião não é, estamos muito longe deles; e 2) que está próximo o dia que "a fábula Belíndia não será nada mais que isso, uma fábula que contaremos às nossas crianças". O arguto ex-ministro esqueceu, talvez propositalmente, um aspecto se suma importância da Belíndia que está muito longe de terminar. Pelo contrário, tem-se acentuado e crescido muito ultimamente, notadamente no governo no qual participou. É o aumento da carga tributária com o descompromisso da contra partida pública que seria nos serviços e investimentos de qualidade. Ninguém acharia ruim se os brasileiros tivessem acesso a serviços públicos "belgas" com carga tributária "belga". Pagamos muito e muito caro para serviços da "Índia".Por isso o termo Belíndia, carga tributária da Bélgica (alta) e serviços públicos da Índia (ruins). Apesar dessa enorme carga o investimento público mal chega a 2% do total de 17% do PIB nacional investidos em média anualmente nos últimos tempos nesse país. A diferença é bancada pela nn/ sociedade de livre iniciativa e que paga impostos. A qualidade dos serviços públicos são reconhecidamente de amargurar (e enervar) qualquer ser vivo e minimamente inteligente que compara com o oferecido em outras nações (mesmo que emergentes diga-se de passagem-muitos deles com cargas tributárias em relação ao PIB de menos da metade da nossa-). Os governos se sucedem consumindo esses lautos recursos para simplesmente sustentar a máquina sem a obrigatoriedade da contrapartida da eficiência. O governo chinês investe muito mais. É simplesmente por isso que a infraestrutura deles e o crescimento econômico com inclusão social seja muito mais vertiginoso diferentemente do que afere o articulista. A não ser que o termo qualidade queira juntar economia pública eficaz com modelo econômico não democrático que realmente ocorre naquelas bandas e que não devemos copiar. Mas aí é tergiversar sobre o assunto e desviar o foco que é a péssima administração pública dos recursos auferidos pelos impostos neste país e a grande leniência com que é tratado os cada vez mais numerosos casos de corrupção e desvios de verbas governamentais em sua 3 esferas. Ainda bem que a sociedade civil liberal e empreendedora brasileira é cada vez melhor e de eficácia chinesa, senão estaríamos infelizmente condenados a ser uma imensa Chiníndia. Modelo político chinês e serviços públicos hindus.

 

 

Emilio Gomes emiliogomes@terra.com.br

Curitiba

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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BELÍNDIA OU SUICÍNDIA

 

 

 

 

Para quem não sabe ou faz de conta que não sabe, informamos (nós, o povão) que Suicíndia continua sendo aqui, com a única diferença que mudamos o sistema de medição. Antigamente eu era baixo, com minha altura de 1,65m. Depois que adotei o metro de 90 cm, passei a ter 1,83m e estou "radiante" de felicidades por ter crescido depois de velho. Se analisarmos os dados do Brasil com o critério "pizza", extenso e pouco profundo, deixamos de ser Suicindia e passamos a Suíça, pois a Bélgica já foi ultrapassada há tempos.

 

 

 

Manoel Mendes de Brito voni.brito@itelefonica.com.br

Bertioga

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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'ONDE FICOU A BELÍNDIA?'

 

 

Eu gostaria de responder ao Miguel Jorge que, infelizmente, a Belíndia ainda é muito visível neste imenso Brasil (no Brasil real e não no da fantasia e delírios dos nossos políticos). É justo reconhecer os avanços sociais, de fato o Brasil está mais velho, mais alfabetizado e com uma população que cresce mais devagar. No entanto, independentemente das estatísticas, os bolsões de pobreza ainda são muito visíveis; um grande exemplo eu vejo em Salvador, onde moro: o número de mendigos e moradores de rua parece aumentar a cada dia. Com relação às estatísticas, acho que está faltando uma avaliação isenta da nossa evolução histórica. Por exemplo, o chamado "milagre brasileiro" é visto como "herança maldita" apesar de ter retirado da pobreza cerca de 20 milhões de pessoas. Na verdade, a conversão dos ganhos econômicos em ganhos sociais não começou sob Lula, como muitos tentam demonstrar. Segundo os dados do IBGE, tabulados pela Dra. Sonia Rocha no seu livro "Pobreza no Brasil: afinal de que se trata?", o número de brasileiros pobres caiu de 61,14 milhões, em 1970, para 41, 29 milhões, em 1980; neste período a participação de pobres na população total caiu de 68,4% para 35,3%. Segundo a mesma referência, o número de pobres havia caído de 43,3 milhões em 1993 para 32,9 milhões, em 1999 (de 30,4% para 21,1% da população total). Não se trata aqui de defender os governos militares ou o do PSDB, mas são evidências de que o crescimento econômico e o controle da inflação são os fatores relevantes para a redução da pobreza, conforme preconizam os economistas; sem dúvida, o maior crescimento econômico ocorrido no governo Lula e a manutenção da inflação baixa foram os fatores que mais contribuíram para a redução da pobreza a ele creditada. Pelos critérios do IBGE/PNAD, o número de pobres no Brasil era de 57 milhões em 2002, caindo para 39,96 milhões em 2009 (último dado disponível), portanto uma redução considerável de 30% no número de pobres, mas ainda distante dos 50,64% referidos por Miguel Jorge; na verdade, a proporção de pobres na população total foi reduzida em 12,1%, caindo de 34% em 2002 para 21,9% em 2009. Enfim, para transformar a Belíndia em fábula que contaremos às nossas crianças, é bom começarmos a desmitificar a realidade, não manipulando dados para enganar os nossos pobres sofridos e desinformados. A imprensa brasileira, em grande parte, limita-se a divulgar "estudos" e artigos feitos para engrandecer o lulo-petismo e diminuir os antecessores. Sugiro ao Estadão que publique uma reportagem completa sobre esse assunto tão complexo, com a maior isenção possível de interesses políticos-partidários.

 

 

Nilton Pitombo nilton_pitombo@estadao.com.br

Salvador

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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MIGUEL JORGE E A BELÍNDIA

 

 

Talvez o articulista e eu estejamos vivendo em dois países distintos - não sei. Mas andando pela cidade, trocando ideias com amigos,vivendo o dia-a-dia, continuo enxergando dois Brasis muito nítidos. Certo que a Bolsa-Família e a facilidade de crédito contribuíram para que alguns adquirissem bens, viajassem, etc., mas a distância entre X e Y continua enorme, escandalosa, intransponível.

 

 

Nelly Felloni nellyfelloni@gmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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A BARGANHA DA REFORMA

 

 

 

Quando foi feita pelo Senado Federal a Resolução 22 que obrigava os Estados do Sul e Sudeste a praticarem uma alíquota de 7% quando da venda para os Estados do Centro, Norte, Nordeste e Espírito Santo e de 12% quando as vendas fossem de qualquer Estado do Sul e Sudeste para os mesmos e também de 12% quando as vendas fossem do Norte, Nordeste, Centro e Espírito Santo para os Estados do Sul e Sudeste, foram criadas as condições para inicialmente a guerra fiscal e atualmente a guerrilha fiscal com a diminuição do ICMS na importação para consumo ou processamento em outro Estado. Naquela época, não houve encontros do Governo Federal com Estados que seriam prejudicados ou não. Incentivos ilegais concedidos à revelia do Confaz podem e devem ser eliminados imediatamente, sem nenhuma contrapartida aos Estados infratores. Estes Estados prejudicaram por anos os Estados produtores, bem como o Brasil com o uso de estradas, consumo de petróleo, etc, somente para ganhar com o ICMS do Estado produtor e muitas vezes também do Estado consumidor. São Paulo produz 80% de medicamentos e uma rede de farmácias compra tudo em São Paulo, leva até o Ceará para ter o benefício fiscal e traz de volta para São Paulo para vender nas suas dezenas de filiais existentes no Estado.

Alíquota interestadual única já, seja de 7% ou 4% para acabar com a palhaçada. Agora colocar um índice como IGP-DI para reajustar dívida é uma sacanagem do credor e muita burrice do devedor em aceitar.

 

 

Ronaldo José Neves de Carvalho rone@roneadm.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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FALTA DE INVESTIMENTOS, AMEAÇA AO ETANOL

 

 

 

A causa é a péssima organização dos agroempresários sucroalcooleiros, apesar de terem uma Única. O sonho das exportações resume-se nos artigos do Sr. Jank, pois nem mesmo o mercado interno é atendido com seriedade, em nível de commodities. Inundam o país com Empresas estrangeiras comprando as nossas usinas, as nossas terras agricultáveis com a promessa de fórmulas miraculosas do etanol de cana-de-açúcar, que nem em 10 anos estarão aptas a uma certificação de qualidade aceita mundialmente. As experiências do etanol e do Biodiesel em ônibus e transporte de cargas são uma brincadeira fantasiosa, com finalidades políticas e usufruir vantagens de impostos. Sem dúvida, seguindo o raciocínio do Dr. Economista Celso Ming (Estadão, 9/4, B2), os usineiros precisam ser enquadrados na ANP - Agência Nacional do Petróleo.

 

 

Jürgen Detlev Vageler vatra_ind@yahoo.com.br

Campinas - SP

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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QUALIDADE DE VIDA

 

A qualidade de vida do brasileiro está melhorando. A expectativa de vida para recém nascidos de hoje,se aproxima dos 73 anos, em 1950, mal ultrapassava os 46 anos. O brasileiro está vivendo mais. Precisa haver mudança na previdência social para que não entre em colapso.

 

Paulo Dias Neme profpauloneme@terra.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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DÉFICIT MIDIÁTICO DA PREVIDÊNCIA

 

 

 

De 2003 a 2010, o déficit acumulado para menos de um milhão de ex-servidores foi tal qual o gasto em educação pública (R$ 323 bilhões). Tal valor ainda equivale a 87% do que se gastou em saúde pública para o período aos relegados 190 milhões de brasileiros cidadãos de segunda categoria e ainda se mantém a fragorosa marmelada a encobertar com o midiático discurso de déficit do RGPS. Apenas 3% dos cidadãos de primeira classe, o RPPS federal respondeu em 2010 por 60% do déficit total consolidado de todos os regimes brasileiros e isto pouco ou quase nada se noticia, e muito menos o governo trás a baila. Vale atentar que a isto não estão inclusos outros quase mil RPPS estaduais e municipais.

www.oswaldocolombofilho.blogspot.com

 

 

 

Oswaldo Colombo Filho colomboconsult@gmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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ANISTIA AO DESMATADOR

 

 

 

O mínimo que esperamos da presidente Dillma realmente é o veto a "anistia ao desmatador" defendido na Reforma do Código Florestal. Além de ser uma afronta aos ruralistas que respeitaram a lei desmatando apenas o permitido, pode criar uma jurisprudência pior ainda ao bolso do Governo Federal! Vai que empresas e pessoas físicas que estejam em dívida com a Receita Federal usem juridicamente essa anistia a seu favor? Será uma debandada em massa, principalmente dos assalariados que nunca tiveram a sorte de ter uma anistia na vida! Justiça não só deve ser feita, como precisa, para que todos tenham direitos e deveres iguais perante a lei!

 

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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'PRESIDENTA' DO VERDE

 

 

 

Pendengas políticas não devem se sobressair ante os interesses vitais de uma nação.O caso Palocci deve ser resolvido para o bem ou para o mal, mas sem atrapalhar as decisões que a presidência da república deverá tomar,nas aprovações ou vetos do novo código. As provas da devastação estão aí,ninguém consegue mais escondê-las.O lucro criminoso dos desmatadores, sejam eles,fazendeiros pecuaristas,agronegócios e madeireiros, só se completam com a falta imperdoável do sistema fiscalizador;em não combater no"ninho" o crime lesa-pátria do desmatamento desenfreado. Quem desmatou no arrepio da lei,quem invadiu as APPs, deveram ser punidos sim,inclusive com a recuperação dos sistemas destruídos. As necessidades reais do agronegócio e da pecuária,sabemos que são de extrema importância para nossa economia,mas não podemos destruir nosso ecossistema, tornando-o irreversível, em favorecimento de poucos que comandam nosso sistema produtivo.Ainda que código florestal tenha tudo à ver com Ibama, não podemos admitir a fazendeira travestida de "ambientalista",protagonizando em seu latifúndio mato-grossense,safáris para caçar onças pintadas, animal símbolo de nossas matas.A presidente Dilma, se tomar as decisões corretas, poderá vir a ser lembrada para sempre,como a "presidenta do verde".

 

 

Aloisio Arruda De Lucca Rua aloisiodelucca@yahoo.com.br

Limeira

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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SACO DE GATOS

 

 

Essa reforma ao Código Florestal está um "saco de gatos", todos querem dar uma palhinha, brigam para valer, mas até agora sem resultado. Dilma declarou que se o projeto vier para ela sancionar anistiando os desmatadores, que ela irá vetar. Nada de anistia a desmatador mesmo, isto é um absurdo. Deve ter deputado metido nisso e que quer essa anistia, é o mínimo que poderemos concluir. Essa anistia só poderia passar na cabeça de um ignorante ou na de um interessado nela.

 

 

Carlos E. Barros Rodrigues carlosedleiloes@terra.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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VOTAÇÃO DO CÓDIGO FLORESTAL

 

 

Brasileiros, com o respeito daquele que, apesar de não ter nascido aqui, adotou este país como o seu; envio esta mensagem esperançoso, não porque imagino que será lida, já que sou um simples cidadão, porém com a fé de deixar meus desejos para que votem com a ética e com o nacionalismo ideológico que os eleve ao grau de patriotas. Sim, porque um verdadeiro nacionalista não se deixa seduzir por pontos de vista políticos-partidários, ele exterioriza suas ideias pensando na nação, no bem dela. Políticos de verdade, sabem que suas riquezas e bem-estar formam parte de um tesouro público e cuidam para que ele não se transforme em um patrimônio de particulares. Quando se esquecem disto, debilitam o Estado e comprometem a liberdade de seu povo. As riquezas naturais do Brasil pertencem a sua gente. E eu, um argentino devotado por este solo, fico com medo de que descuidem o bem herdado do Criador do Universo. Votem com o mesmo amor dos anticolonialistas que criaram esta Pátria!

 

 

Raul Cânovas sande.secretaria@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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QUAL SEGURANÇA FALTA?

 

 

Os últimos dias o noticiário da Imprensa teve de se ocupar do triste homicídio de um aluno da USP em sua cidade Universitária, seguido do pronunciamento amargo de vários missivistas sobre a questão básica : noticiário e missivistas - todos sobre a falta de segurança, de policiamento local. Falta de segurança, de policiamento real, apenas por questões político-ideológicas internas aos corpos docente e discente da USP, funcionalismo não docente e seu sindicato e ADUSP ? - todos eles na dependência do ordenamento ideológico petista. Ou também falta de visão cívica e moral, além de abdicação de autoridade de nossos governantes paulistas não só sobre essa questão como sobre a questão da repartição de nossos homens de segurança por todas as nossas populações? A notícia d'OESP, 11/12/2010, A17, é envergonhadora e plenamente reveladora de como o ex-governador paulista José Serra entende a coisa pública em benefício próprio : dispõe, como ex-governador, de 30 homens da Casa Militar para dele cuidarem ! O número havia sido aumentado anteriormente por ele mesmo, quando ainda governador, em seu benefício imediato para logo que deixasse o governo ! Pelos parâmetros cívico-morais do ex-sindicalista e ex-presidente da República - Lula, Serra seria qualificado como "homem não comum", e assim tudo se explicaria, tudo se justificaria. Sem nos ocuparmos de seu passado subversivo, que o levou a exilar-se no Chile, onde contraiu matrimônio com filha do ex-ditador falecido Salvador Allende, aqui de volta ao Brasil : (1) fraudou o eleitorado nacional por duas vezes quando eleito senador, pois não foi empossado no Senado para ser duas vezes ministro de Fernando H.Cardoso e candidatar-se sem sucesso à Prefeitura da cidade de São Paulo; (2) fraudou o eleitorado paulistano quando obteve em sua segunda tentativa essa Prefeitura, trampolim de que se valeu para o governo do Estado, que deixou - numa quarta fraude ao eleitorado - para candidatar-se à Presidência da República ...; (3) seu papel aparentemente ridículo, quando ministro da Saúde de F.H.Cardoso, ao retirar o álcool do comércio público usual, naturalmente que com vantagens inconfessáveis pro domo sua, pois o álcool voltaria como voltou ao comércio habitual; (4) seu papel abjeto na invasão da Reitoria da USP, nos primeiros dias de março de 2007 (quando ainda era governador do Estado), e em conluio com a Reitora Profª Suely Vilela e o então secretário de Justiça de nosso Estado, calou o noticiário da Imprensa por quase duas semanas! Logo após a notícia dos 30 homens da segurança do ex-governador José Serra comentei com balconistas de uma das farmácias da Av. Carlos Botelho , aqui em Piracicaba, reduto da escória endinheirada ou bem apadrinhada da cidade, conhecida pelo apelido significativo de B.O. , que tal contingente bastaria para sanear a avenida, que não é extensa, com quatro homens e chefia a se revezarem em turnos contínuos, dia e noite. É motivo de denúncias e reclamações há décadas e nossas autoridade municipais e estaduais não a têm como problema . Que fazem tais autoridades para garantir dia e noite o clima de infrações que a tornam lugar de trânsito difícil e sem segurança ? Que lhe garante tal status, tal privilégio de via pública "não comum", não passível de ser policiada em benefício público ? Não sei, mas o Jornal de Piracicaba, 3/8/2010, Cad. Movimento, p.10 integral , com o título "Em Cena", estampou os convivas de feijoada beneficente patrocinada de véspera (sábado, 2/8/2010) pelo "Boteco 6:01", e quando por lá passei de carro, por volta do meio dia, uma hora, presenciei toda a calçada em frente do Boteco tomada pelas mesas dos festejadores , bem como metade do leito carroçável asfáltico adjacente. Amável confraternização em que se fechou metade do leito da pista de acesso dos veículos que chegam de um lado de São Paulo, de outro, de Águas de São Pedro. Nenhum policial, nenhuma viatura do Estado ou do Município, apenas a presença sorridente de um dos Juízes de Direito da cidade - nem com toga, nem com trajes civis, apenas com a camiseta preta do "Boteco 6:01" em fundo elíptico amarelo para bem localizá-lo ... E também não identificado pelo Jornal, naturalmente, como Juiz de Direito, apenas seu nome próprio ...Que garantia maior, entretanto, para as irregularidades consumadas ? Fica clara, assim, a ausência de viaturas policiais. Fica clara também, de outro lado, a falta de policiamento, de segurança pública em alguns locais que dela necessitam pelo excesso de população, e a pletora injustificável, indecorosa, afrontosa, prestada a uma pessoa apenas, a quem nunca se qualificou para a vida pública, nada fez pela Pátria, e, pelo contrário, só se cobriu de opróbrio no trato de seu eleitorado, dos que confiaram em um fraudador contumaz.

 

 

 

Claudio Meirelles Chaves claudiochaves@brasilereformaagraria.com

Piracicaba

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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NÃO TEMOS A QUEM RECLAMAR

 

 

Caros jornalistas, aproveitando que são jornalistas e preocupados com o mobiliário urbano, objeto de sua belíssima reportagem no caderno Metrópole de ontem, pensamos que também seria motivo de suas preocupações e futuras reportagens sobre o aumento dos arrastões no Morumbi. Os arrastões não só aumentaram, como se sofisticaram quanto ao tipo de armas usadas: metralhadoras! Isso mesmo, metralhadoras! Estou até sem fôlego ao me referir a armas tão potentes e com poder de fogo destruidoras, até então jamais usadas ou (é o que sabíamos, serem usadas). Srs., esses arrastões estão acontecendo em plena luz do dia - 7h da manhã, no subidão que dá na Av. Giovanni Gronchi e, do lado do colégio Porto Seguro, no Panamby - e no final da tarde - 18h30, na rua do cemitério do Morumbi, Deputado Laércio Corte. Os bandidos vêm em grupos de dez ou até mais e vão atacando os carros que estão por ali passando ou parados num trânsito intenso, lento ou literalmente parado. As providências tomadas por alguns prédios é fazer os seguranças que ficam do lado de fora dos prédios, usarem coletes à prova de balas! Onde vamos parar?! Falo em nome de pessoas que foram assaltadas e viveram horrores de guerra urbana. Onde está o nosso direito de liberdade de ir e vir?! Onde está o nosso direito à segurança?! Onde está o direito e aqui falo dos seguranças que cuidam de nós, dos nossos prédios, de nossas crianças pais irmãos e moradores de prédios no Morumbi e em toda essa cidade cosmopolita de ficarem vivos?! Será que toda a violência do Rio de Janeiro veio para São Paulo?!

Srs: obrigada pelo menos por sua atenção; esperamos que nos deem voz através de suas manifestações jornalísticas.

 

 

 

Cecilia Miklos Dale ceciliamdale@hotmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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BAIXA VELOCIDADE, MENOS VIOLÊNCIA

 

A reportagem do dia 21/5/2011 fala que "A Velocidade Cai e Reduz em 27% o nº de Acidentes", apresentando como auspicioso um fato bastante controvertido, no mínimo. Em primeiro lugar, deve-se notar que a redução de velocidade, de fato, reduz o número de acidentes. Assim, se os limites forem sendo reduzidos paulatinamente, o número de colisões irá decrescendo até zerar, quando os carros estiverem parados. É isso: carros parados no semáforo não causam acidentes. E talvez seja isso que tenha inspirado as nossas - digamos - zelosas autoridades de trânsito. Mas nem isso é verdade, pois subjacente a essa ideia nobre de reduzir o número de acidentes está em ação, a todo vapor, a indústria de multas que há muito tempo assola nossa infeliz cidade. É claro e evidente o propósito de aumentar a arrecadação, pois, como se sabe, as campanhas eleitorais são muito dispendiosas e os nossos políticos, nada populares. Tanto que basta um Tiririca da vida se candidatar que bate recordes de votação. Por quê? Ora, apenas porque são queridos e populares, coisas que a casta política paulista não chega nem perto. Por outro lado, considere-se um fato inconteste: quem anda pela Avenida 23 de maio/ Ruben Berta/ Washington Luís/ Interlagos, congestionada de cabo a rabo, tem pouca oportunidade de desenvolver altas velocidades. Se conseguir uma média de 30 km/h já é uma proeza. Que sentido tem, pois, reduzir ainda mais essa velocidade, critério que o CET pretende impor em todas as ruas e avenidas da cidade? E há, ainda, outros fatores a serem considerados: quanto mais tempo o motorista passa no trânsito, maior o estresse, maior a exposição a elementos poluentes, maior o risco de acidentes e de assaltos, menor o tempo que pode descansar e passar no recesso de seu lar. E mais: temos o direito, nós motoristas, de andarmos numa velocidade que nos permita cumprir nossos compromissos e que seja compatível com o grau de segurança dos veículos e das ruas, tanto que se exige, embora inutilmente, reparos constantes do buracos e proíbe-se o estacionamento no contrafio. Por fim, considero as estatísticas apresentadas como mentirosas. Sou usuário das ruas da Capital, principalmente das artérias da Zona Sul e não tenho visto, ao longo de mais de cinquenta anos, tantos acidentes que justifiquem essa política caolha e absurda, que tem como prioridade e única razão de ser a imposição de multas, para aumentar a arrecadação de governichos corruptos que, a rigor, nada fazem pela cidade nem pela população de São Paulo.

 

 

 

 

Dagoberto Loureiro dagoberto.loureiro@gmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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MONICA BERGAMASCHI

 

 

De parabéns a Agricultura paulista pela indicação da Engª Agrª Mônica Bergamaschi para a Secretaria da Agricultura do nosso Estado.

 

 

José Maurício de Toledo Murgel, engenheiro agrônomo jmmurgel@gmail.com

Jaú

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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EMPREGADAS DOMÉSTICAS

 

 

Incrível constatação relatada por José Pastore ontem no O Estado de S. Paulo e na qual estou enfrentando no momento. Na verdade, o que tenho percebido é que este mercado está cada vez mais profissionalizado tanto do ponto de vista das candidatas, mas principalmente das agências. Novas agências surgiram, mas com práticas muitas vezes de ética questionável. Todas as profissões são dignas e principalmente a profissão de doméstica que contribui com a estabilidade das casas, das famílias, das crianças, a tranquilidade dos pais para exercerem também suas profissões. Mas ainda faltam práticas leais no setor. Sejam uma agência como a Home Staff que deu entrevista à um revista de grande circulação recentemente, pratica como política o envio da mesma candidata à 4 entrevistas de emprego. Enquanto no mundo corporativo, já desenvolvido em suas práticas éticas, os "headhunters" colocam seus candidatos em apenas um processo seletivo, as agências de domésticas enviam suas candidatas a 4 entrevistas, onde há um leilão de salários, estimulado pela própria agência que ganha sobre este valor. Enquanto os "headhunters" colocam "off limits" ( ou seja não podem contratar funcionários da contratante por um período ), as agências oferecem as mesmas candidatas que empregaram para outras casas em um prazo às vezes de menor que um mês ( ocorreu comigo com a própria Home Staff). Encontramos ainda candidatas despreparadas, sem preparo para desenvolver a própria atribuição na qual se dispõe a fazer. As candidatas trazem suas carteiras em branco, dizendo que já trabalharam em outras casas. Abandonam o emprego em meses e nem voltam para buscar sua carteira profissional. Mas é só tirar uma nova, não é mesmo? Onde está o controle dos documentos profissionais? Onde estão as práticas éticas do setor? O problema não é o aumento do salário equilibrado pela oferta e demanda, mas sim a ausência de treinamento, regulamentação e ética. Que esta profissão tão digna seja respeitada e valorizada. Mas que venham com ela o desenvolvimento profissional das atividades da função ( em cursos, treinamentos de forno e fogão e etc..), e principalmente as melhores práticas, para que esta classe, às vezes sem muito preparo acadêmico, aprenda a mesma ética que vivem seus patrões em suas atividades profissionais. E que as agências, cada vez mais composta de ex-executivos, apliquem conceitos aprendidos para dignificar e conservar o próprio mercado em que atuam.

 

 

Ana Paula Hornos aphornos@hotmail.com

São Paulo

 

 

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