Cartas - 26/04/2011

GOVERNO DILMA

, O Estado de S.Paulo

26 Abril 2011 | 00h00

Escalada da inflação

A "presidenta" Dilma está preocupada com a inflação? Impossível. Mais "inflados" que o governo, os Ministérios e a trupe terceirizada, impossível. É só passar um rodo, enxugando a gastança, que o povo que paga impostos e elegeu este governo vai aplaudir.

JOSÉ JORGE RIBEIRO DA SILVA

jjribeiros@yahoo.com.br

Campinas

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Quebradeira

A alta carga tributária brasileira torna o crescimento e o desenvolvimento da Nação inviáveis. Além disso, com a apreciação excessiva do real, certamente haverá uma quebradeira de diversos setores produtivos, principalmente no que tange às pequenas e médias empresas, as maiores geradoras de empregos e arrecadação.

DAVID NETO

drdavidneto@uol.com.br

São Paulo

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Combustíveis

Presidente Dilma, diante do quadro inflacionário, do descontrole das contas públicas e, agora, da falta de combustíveis, se me permite, gostaria de lhe fazer uma pergunta e apresentar uma sugestão. A pergunta: hoje a senhora já sabe exatamente o que é uma herança maldita? A sugestão: diante do fiasco da Petrobrás, que tal trocar Sergio Gabrielli por Roger Agnelli e lhe dar carta-branca? Garanto que o mercado, os acionistas e os consumidores ficariam muito mais satisfeitos e a senhora ainda corrigiria, em parte, uma enorme injustiça.

MAURÍCIO RODRIGUES DE SOUZA

mauriciorodsouza@globo.com

São Paulo

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Apagão do povão

O Brasil importando gasolina e até etanol... Tudo na era Lula é mito, até ele mesmo: a autossuficiência em petróleo, o crédito ilimitado, o progresso, a inclusão social, a classe C, a Copa do Mundo, o salário mínimo, o consumismo e a herança maldita de FHC. Com a volta da inflação, esse é o início do apagão do povão...

GILBERTO DIB

gilberto@dib.com.br

São Paulo

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Bolsa

Pedido ao governo Lula/Dilma: já que não posso ter direito a Bolsa-Família, bolsa-gás, bolsa-eletricidade, pois trabalho e não faço parte dos amigos do PT, quero pedir à ilustríssima "presidenta" que me conceda ao menos uma bolsa-combustível, pois meu carro é minha ferramenta de trabalho e, após a mentira do "já somos autossuficientes em petróleo", não consigo mais abastecer meu veículo por causa dos preços absurdos. Com certeza, pagamos a gasolina e o etanol mais caros do mundo! E o lucro da Petrobrás? Ah, igualzinho ao dos bancos... Bolsa-combustível já!

RUBENS CANELLA JUNIOR

canellajunior@yahoo.com.br

São Paulo

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O petróleo é nosso?

Não era a Petrobrás autossuficiente? Por que, então, os preços estão disparando? Não era o Lula que bradava em seus discursos que a Petrobrás batia recorde em cima de recorde de produção? E onde está a oposição? Neste país há uma oposição? PSDB, acorda!

ORLANDO D. PRESTUPA

arqprestupa@hotmail.com

Arujá

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OPOSIÇÃO

Guizo no gato

Acompanho o noticiário sobre as contas públicas e o estado de nossa economia, resultado da irresponsabilidade do governo Lula. A presidente não se pode referir ao maldito legado, pois é criatura do seu autor. E ninguém fala nisso, nem a oposição, por medo do criador, não da criatura. Vamos pôr o guizo no gato que deixou a herança maldita, antes que ele tome de assalto o governo do Estado de São Paulo. Vamos honrar nosso Mário Covas, protegendo o que temos de melhor: a probidade administrativa deste Estado.

MARCIO M. PASCHOLATI

marcio.pascholati@gmail.com

São Paulo

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PSDB no interior

Fundado em 25/6/1988 pelos saudosos Mário Covas e Franco Montoro, o PSDB conseguiu reunir excelente grupo de políticos, mas, como em toda organização, nem sempre se alcança a pureza desejada. A direção estava tão segura dessa perfeição que ao longo de todos estes anos não percebeu que em algumas importantes cidades do nosso Estado não conseguiu a musculatura esperada, pois se transformou num feudo, não permitindo que políticos honestos e mais expressivos se filiassem. É triste, a um ano e meio das eleições de 2012, sabermos pela imprensa que o PSDB está buscando alianças para indicar a candidata a vice-prefeito em São José do Rio Preto. Pergunto: por que o partido não procura novos filiados? Por que as portas estão fechadas para eles? Oxalá o PSDB reaja com firmeza, para não continuar levando puxões de orelhas de Fernando Henrique Cardoso, como estamos vendo. O deputado Júlio Semeghini, novo presidente estadual do partido, precisa direcionar suas lentes para o interior e, se for o caso, interferir para evitar a perda de densidade eleitoral no Estado, onde o PSDB nunca perdeu para presidente e governador. O alerta de FHC não pode ser ignorado. Os dirigentes partidários não podem pensar somente em seus interesses.

MÁRIO DE ALENSCASTRO GIMENEZ

pereirale@yahoo.com.br

São José do Rio Preto

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REFORMA POLÍTICA

Mais desequilíbrio

A proposta de financiamento público e exclusivo de campanha só vai acentuar as distorções já existentes e não resolve o desvio de recursos públicos para financiar candidatos e partidos. Apenas cria uma dificuldade maior para quem quiser se apresentar como oposição, pois ficará proibido de obter recursos de fontes privadas - cidadãos ou empresas. O melhor seria ter o voto distrital, que leva a menores gastos de campanha, exige maior presença e compromisso dos candidatos perante os eleitores e resolve a crise de representatividade que vivemos.

REYNALDO PEREIRA DE JESUS

rpereira.bh@uol.com.br

Belo Horizonte

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Imparcialidade

Pela sua importância, esse assunto devia ser tratado numa esfera fora da área política, na qual é duvidoso um tratamento imparcial. Por exemplo, membros da OAB, juristas, professores de História, que conhecem procedimentos anteriores e poderiam ter boas ideias. Tratado pelos partidos, tenho dúvidas se as decisões serão benéficas para o País e o povo.

WALTER MARCON

w.marcon@bol.com.br

São Paulo

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"Após 40 anos estamos importando gasolina. Não é difícil prever que muito em breve vamos importar minério de ferro. Eta, governinho!"

EDGARD MARQUES FILHO / BARUERI, SOBRE O "APAGÃO" DOS COMBUSTÍVEIS

ed.marques@terra.com.br

"A bola da vez é a gasolina. Qual será a próxima da herança maldita de Lula?"

JOSÉ EDUARDO ZAMBON ELIAS / MARÍLIA, IDEM

zambonelias@estadao.com.br

"Quem vai mensurar o tamanho do buraco que o Lula deixou para nós?"

LAERT PINTO BARBOSA / SÃO PAULO, SOBRE A HERANÇA MALDITA DO GOVERNO PETISTA

laert_barbosa@ig.com.br

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TEMA DO DIA

Presidente anuncia combate à inflação

Dilma afirma que as atenções do governo estão voltadas para a questão da elevação dos preços

"Um ''combate acirrado'' envolve contenção dos gastos e a consequente diminuição do ''custo Brasil"."

PETRUCHIO ANANIAS

"Nunca antes na história desse país, pensávamos que fôssemos falar novamente em inflação."

GEOGENES GOMES DA SILVA

"Nos dois mandatos de FHC o partido combateu o Plano Real e não conseguiu derrubá-lo."

ANTÔNIO GONÇALVES CANEIRO

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Cartas enviadas ao fórum dos leitores, selecionadas para o estadão.com.br

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A SAGA DE TRÊS CIDADÃOS PIRACICABANOS

 

Uma casa própria? Ainda não temos, aguardamos na fila da EMDHAP (e tem gente vendendo casa que ganhou no sorteio!). Mesmo morando em casas separadas, levamos uma relação muita boa, assim começa nossos relatos: no feriado do dia 21 de abril, acordamos e percebemos que nossa filha estava com dor no ouvido e na garganta. Antes de sairmos ligamos ($) para os prontos-socorros para nos informarmos onde estava o pediatra. Informaram-nos que no PS Piracicamirim não poderia atender, estavam sem energia, conforme reportagem do Estadão de 22 de abril. Então, teríamos de nos dirigir até o PS Vila Cristina, e assim embarcamos no ônibus ($) do Terminal Cecap/Eldorado graças à ajuda de uma senhora que pagou a passagem, e, para nossa surpresa, além de um ônibus pequeno, sujo e velho, viajamos apertadíssimos, com pessoas escoradas até nas portas. Chegando ao Terminal do Piracicamirim, achávamos que iria melhorar a situação, mas ficou mais lotado em direção ao terminal do centro. Tínhamos a opção de descer ali e embarcar no ônibus perimetral, mas, como era feriado e a empresa diminui o número de seus "carros", decidimos continuar imóveis por ali mesmo. Ao chegar ao Terminal do Centro embarcamos em outro ônibus em sentido ao Terminal da Pauliceia, lá descemos e embarcamos em outro ônibus em direção ao pronto-socorro. Chegamos e fomos atendidos, o pediatra examinou nossa filha, constatou que estava com o ouvido e garganta inflamados e nos passou uma receita médica para a aquisição dos remédios para a melhora do bebê. Qual a novidade? Disso já sabíamos, o que queríamos era amenizar a dor de nossa filha! Dirigimo-nos até o balcão, mostramos a receita e nada foi nos fornecido, informaram que não tinham o medicamento e que a farmácia pública estava fechada por causa do feriado. Afinal, entramos com um problema e saímos com dois! Saímos com nossa filha doente da mesma maneira que entrou e com uma receita de remédio ($) que teríamos de comprar. Porém estávamos sem dinheiro e ficamos à mercê da sorte... Procurei o orelhão ali do lado do PS para sabermos o valor do medicamento, mas estava mudo. Embarcamos no ônibus em sentido ao centro graças à ajuda de um rapaz e fomos em direção a uma farmácia. Passamos por mais uma "obra social" da prefeitura, a troca do piso da calçada na Rua Governador. E com muito esforço, pedindo dinheiro a quem por ali passava, conseguimos comprar o remédio. Cansados, com fome e sede, já que bebedouro público não existe no centro, paramos na frente do Terminal Central e pedimos mais uma vez uma passagem de ônibus. Depois de duas horas pra ir, duas horas pra conseguir o remédio e mais uma hora e meia para voltar pra casa, graças a Deus estamos bem e nossa filha, hoje, respira e dorme com saúde. Uma saúde de luta, pois cuidados muito bem dela! Mas muitos políticos, além do descaso com a saúde pública, ainda têm a coragem e a falta de caráter de desviar dinheiro público, superfaturar compras de ambulâncias e favorecer negociatas de medicamentos no grande mercado das indústrias farmacêuticas! Ontem, dia 25 de abril, pedimos mais uma vez a passagem de ônibus para irmos ao centro receber o seguro-desemprego e comprar mais uma vez remédio. O pesadelo voltou, informaram-me que o "sistema da Caixa Econômica Federal" não estava funcionando. Passamos por três lotéricas para receber, e nada, fomos até o banco Caixa, procuramos uma gerente, e nada! Novamente cansados, com fome e sede, fomos até a frente do Terminal Central e conseguimos uma passagem para voltar para casa. O que será o amanhã?

 

 

Eric, Flávia e Marina Almed a.s.eric@hotmail.com

Piracicaba

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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MANUTENÇÃO DA VIDA DE UM PROFESSOR

Sexta-feira retrasada morreu, em razão de um engasgo, o emérito professor da FAU-USP Murillo Marx. Participou de aproximadamente 300 bancas de graduação no Brasil e no exterior, além de ter um currículo de 44 páginas, ainda desatualizado, de publicações, artigos e livros. Produção de qualidade considerável, segundo colegas.

Uma amiga fez um breve, mas apurado cálculo de custo de educação de uma filha até a entrada desta na faculdade e chegou a um valor próximo a R$ 1 milhão. É um erro pensar que um custo desta ordem recaia somente sobre os pais. Recai sobre toda a sociedade. Inúmeros países, principalmente os de maior IDH, sabem da importância macroeconômica de manter e preservar o valor da produção intelectual.

Morrer engasgado é fato mais comum do que se possa imaginar, disseram funcionários do Serviço Funerário e do IML. Acontece no mundo todo, mas a diferença é que em qualquer país civilizado há a obrigatoriedade de que estabelecimentos públicos recebam treinamento e tenham sempre alguém preparado para casos de emergência. Segundo um ex-professor da USP, há uma lei no Estado de São Paulo nesse sentido, mas esta ainda não é cumprida porque não se definiu quem dará tal treinamento. Procedimento simples, conhecido lá fora pela sigla "ABC" - falar com quem está se sentindo mal, colocá-lo em posição que facilite a respiração e procedimentos de manutenção enquanto a emergência não chega. Coisa básica que já é praticado em várias empresas.

Qualquer empresa séria dá o devido valor a seus funcionários e tem uma série de ações preventivas e de emergência que tratam de minimizar danos ou perdas humanas, que no fundo são patrimoniais. O mesmo deveria ser feito com funcionários, professores e pesquisadores públicos. O custo da perda de alguém como Murillo Marx é muito alto, quase absurdo, até para um Estado tão rico quanto São Paulo. Não se fala aqui de "lucros cessantes", mas do valor agregado de cultura e resultados que aqui, no Brasil, toscamente ainda é considerado intangível, mas espero não o seja por muito tempo.

Venho por meio desta pedir ao excelentíssimo sr. governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, médico de formação, e ao magnífico reitor da Universidade de São Paulo, João Grandino Rodas, jurista, que ponham em funcionamento um sistema de prevenção e emergência para seus funcionários.

No caso da USP, foi-me dito que o Hospital Universitário da USP já tem um trabalho em andamento que deve ser estabelecido como regra.

Não se pode colocar um professor, que é verdadeiramente patrimônio público, ao sabor de uma falha de atendimento emergencial, no caso o Samu, que depois de dez minutos não apareceu, mesmo tendo bases a menos de 2 km do local de atendimento (Largo do Arouche). Como disseram depois: "Mente e chama os Bombeiros".

Chamada a PM, rapidíssimo o professor Murillo Marx estava na viatura para rapidamente percorrer os mil metros até a porta do Pronto Atendimento da Santa Casa e ser atendido. Não resistiu. Todos nós perdemos.

Arturo Alcorta arturoalcorta@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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HOSPITAIS FECHAM AS PORTAS

Todos os hospitais particulares e, em especial, as Santas Casas de Misericórdia estão passando por sérias dificuldades, porque o pagamento efetuado pelo SUS não cobre o custo de cada internação e demais despesas. Então, o Estado não cumpre a sua missão de proporcionar saúde e, ainda, impede que a iniciativa privada o faça honrosamente. Continuando o governo a persistir com tal diretriz, teremos dezenas de outros nosocômios fechados. O povo sofre e o governo nunca poderá escusar-se de sua responsabilidade.

José Carlos de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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PROPAGANDA INDECENTE

Na mesma semana em que a presidente Dilma Rousseff exortou seu corpo diplomático a lutar pelo respeito aos direitos humanos em outros países, vi na televisão uma cena inacreditável: um médico fazendo um parto numa cama instalada em corredor de um hospital de cidade do Nordeste brasileiro, num flagrante desrespeito aos direitos humanos daquela jovem mãe, submetida a uma deplorável humilhação. E cenas semelhantes, de gente aguardando atendimento médico em corredores de hospitais públicos se repetem semanalmente nas televisões brasileiras. E alguém já ouviu algum pronunciamento de dona Dilma em defesa dos direitos humanos desses brasileiros pobres e doentes? Falar é fácil, em favor dos iranianos perseguidos, apedrejados, etc. Mas, e os brasileiros? Nem uma só palavra dos que têm o poder.

Sergio Lopes blackfeet@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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FERIADÃO

Todo feriadão é o mesmo suplício: engarrafamentos quilométricos. E o poder público não faz nada. Por incompetência total. O próximo martírio será o de Corpus Christi, que cai numa quinta-feira, com a tradicional enforcada da sexta. Não vai mudar nada. Se as pessoas não mudam nem no dia de votar, como querem mudança? Ano que vem temos eleições municipais. Com certeza mais de 80% dos prefeitos que podem concorrer a um segundo mandato serão reeleitos. Mudaram o governador? Mudaram a Câmara dos Deputados? Não, e ainda elegeram o Tiririca. Agora fiquem tiriricas nos engarrafamentos. Então, querem o quê?

Particularmente no caso do Rio, o deputado federal Fernando Jordão vai convocar a Auto Pista Fluminense, responsável pela BR-101 Norte, e a ANTT para um audiência. Vai cobrar o quê? A concessionária tem dois anos pela frente para fazer a obra naquela rodovia, próxima à saída da Ponte Rio-Niterói, pois dependia de uma autorização de desapropriação, que estava por conta do governo. Melhor faria o deputado se explicasse as licenças para construções nos morros de Angra dos Reis, onde foi prefeito, para atender a pedidos dos vereadores, donos dos morros, que vieram abaixo com os desabamentos, causando mortes. Jogar para a plateia todo mundo gosta.

Panayotis Poulis ppoulis@ig.com.br

Rio de Janeiro

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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SALVAR VIDAS

Os dois principais instintos humanos são a preservação do indivíduo e da espécie. A vida é o maior bem que temos. É prioridade máxima o cuidado com a saúde e com as agressões físicas. Isso é plataforma de sucesso de todos os candidatos. Infelizmente, no Brasil, parece que a vida vale pouco. Os acidentes fatais de trânsito parecem uma fatalidade com a qual temos de conviver - sem trocadilho -, tal como os japoneses têm de se adaptar com os terremotos. Terminou o feriado de Páscoa e o noticiário informa que só na rodovias paulistas morreram em desastres 41 pessoas em mais de 1.500 acidentes. Não nos devemos conformar com isso. Há providências relativamente simples e baratas, como a eliminação dos chamados "pontos negros", que reduziriam em grande parte essa hecatombe. Não é possível usar a desculpa de que falta dinheiro, pois sobra para obras que não podem ser mais prioritárias do que salvar vidas.

 

Roldão Simas Filho rsimas@aos2.com.br

Brasília

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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O DRAMA DA BUSCA DAS PRAIAS

A Páscoa dos paulistas e paulistanos que demandaram nossas praias foi uma verdadeira via-crúcis nas estradas. O sistema Anchieta-Imigrantes poderia ser complementado pela integração da Régis Bittencourt, cuja duplicação é a promessa mais descumprida no Brasil. Com igual duplicação da ligação entre Miracatu e Peruíbe, uma grande parte dos turistas poderia deslocar-se para esta última cidade, Itanhaém e até mesmo Mongaguá, percorrendo um percurso de mais aproximadamente meia hora, em vez de levar duas para percorrer um trajeto de dez minutos.

 

Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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PEDÁGIOS

Pedágios e congestionamentos... De São Paulo a Ourinhos, 370 km em 11 horas. A Rodovia Castelo Branco foi inaugurada em 1968, em três fases: inicialmente, com 120 km, sentido interior-capital com duas pistas até Sorocaba e três pistas até São Paulo; segunda fase, em 1971, até o trevo de Botucatu; e, finalmente, a terceira fase, até o quilômetro 315. Bem, pelas minhas contas, da inauguração até hoje são 43 anos e não foi construído NENHUM quilômetro! Hoje deveríamos ter, no mínimo, quatro pistas do fim da rodovia até Sorocaba e seis pistas de Sorocaba até São Paulo. Nestes anos todos, os donos das capitanias hereditárias (os pedágios) - segundo as más línguas, alguns políticos - continuam a faturar e empobrecer o Brasil.

Gostaria de saber se o IPVA, que antes era TRU (Taxa Rodoviária Única ) não pode ser considerado bitributação. Qual deve ser o destino do montante que é pago pelo contribuinte, que é assaltado em cada praça de pedágio? Qual era a frota do Brasil em 1968 e qual é a de hoje? Falta muito planejamento e sobra muito $$$$ no bolso dos políticos corruptos...

 

Carlos Roberto Gomes Fernandes crgfernandes@uol.com.br

Ourinhos

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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RODOVIA MARECHAL RONDON

Viajando pela Rodovia Marechal Rondon neste feriado da Páscoa, deu para perceber o descaso com o dinheiro do pedágio arrecadado, pois, pelo número de praças de cobrança e pelo valor pago, era de esperar uma estrada de Primeiro Mundo, mas, não: haja pneus, amortecedores e paciência para nela trafegarmos!

Sr. governador Geraldo Alckmin, cadê a fiscalização sobre a Concessionária Via Rondon? Nosso dinheiro não é capim e nossa vida vale mais que tudo! Como diz Boris Casoy, isso é uma vergonha! Fiscalização já!

 

Joel Sanches Carrilho telenett@terra.com.br

Penápolis

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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ACIDENTES DE TRÂNSITO

Há anos assistimos passivamente ao aumento dos acidentes de trânsito, com maior ou menor número de mortes. Há inúmeras desculpas oficiais, mas o problema continua. O que precisamos é de atitudes produtivas, corajosas e eficientes. Nos fins de semana deve ser proibida a circulação de caminhões e carretas principalmente nas rodovias de uma pista. Proibir o uso de reboques, motos de baixa cilindrada, motos com "garupeiros", veículos lentos, como os caminhões, que estimulam as ultrapassagens e 92% das causas dos acidentes. E blitze mais punitivas que educativas, em que o policial verifica a habilitação e se os impostos estão pagos, etc.

Atitudes que não intimidam as imprudências são procedimento inócuo. As blitze deveriam verificar as ranhuras dos pneus (como acontece na Escandinávia deste 1965), freios, faróis, o número de pessoas por veículo e se as janelas estão com boa visibilidade. Queremos das autoridades atitudes inteligentes, eficientes e educativas, isto é, justificar a função.

 

Neilton G. Prado ngprado@triang.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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INTERDIÇÃO E DUPLICAÇÃO DA BR-381

O afundamento do vão central da ponte sobre o Rio das Velhas, na BR-381, que interditou a estrada Belo Horizonte-Vitória, nos dois sentidos, é a prova do desleixo da gestão pública com seus bens.

Tendo em vista que o governo decidiu pela demolição e construção de uma nova ponte ( cujo prazo para construção é de seis meses), deveria aproveitar, demolir e construir também a outra ponte, que passa sobre a linha férrea (próxima à que foi abalada), pois esta talvez esteja com a estrutura igual à outra, uma vez que ambas têm a mesma idade.

Já que o trânsito da Ponte do Rio das Velhas até o começo do Anel Rodoviário vai estar interditado e liberado somente para trânsito local, por que, então, não aproveitar esse tempo e JÁ fazer a duplicação deste pequeno trecho da Rodovia 381?!

Paulo Cesar Azevedo Meyer, meyertour@hotmail.com

Belo Horizonte

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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PÁSCOA EM TIRADENTES

 

Envio este e-mail para informar/avisar aos leitores do Estadão que, caso pretendam ir a Tiradentes (MG) no próximo feriado, levem bastante dinheiro vivo, já que a grande maioria do comercio não aceita cartões de débito nem de crédito, mesmo dizendo o contrário nos folhetos que são distribuídos por toda a cidade.

Acho lamentável, um desserviço ao turismo, que afronta a tecnologia e a segurança dos turistas...

 

Jose Manuel A. Nolasco. jose.nolasco@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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IMPUNIDADE É PARA TODOS

Até Judas escapou. Não mais foi malhado no Sábado de Aleluia (se foi, não mostraram). Deve ter alegado que os 30 dinheiros eram caixa 2 ou sobras de campanha.

 

Louvado seja Nosso Salvador, Nosso Senhor Jesus Cristo.

Amem.

Ilmar Mello de Carvalho ilmarcarvalho@gmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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‘JUDIOU’

Jamais havia associado o verbo judiar com o povo judeu e talvez nunca tivesse essa percepção se não tivesse vindo à baila no Fórum dos Leitores.

Às vezes, procurar discussão sobre algo que está obscuro para a maioria das pessoas, como neste caso, não é bom, o politicamente correto acaba sendo um tiro no pé, pois tenho certeza que agora muita gente, por maldade, usará esse verbo.

Creio que devemos nos policiar para não agirmos para municiar a quem não se deve.

Alberto Souza Daneu adaneu@gmail.com

Osasco

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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MALTRATAR ANIMAIS

Segundo eu sei, a Lei 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, torna crime maltratar os animais. E vi na semana passada na imprensa que um boi em Santa Catarina invadiu um hotel de luxo, fugindo das brincadeiras estúpidas que ocorrem naquele Estado. O pobre animal, desesperado, entrou no hotel! Este é um fato é corriqueiro naquele Estado na Semana Santa. Se maltratam tanto os animais nessa época, onde está a lei? Onde estão as autoridades? Onde estão a sociedade, a Igreja, os juízes, o Ministério Público, os deputados estaduais, a polícia? Onde estão o ministro da Justiça, o governador do Estado, o prefeito da cidade? Se eu desobedecer à lei, vou preso. Por que esse povo continua impune? A imprensa pouco comenta e a sociedade se cala.

Vivemos numa sociedade onde aprendemos a desrespeitar o próximo e perdemos a linha da ética e da cidadania, os valores cristãos, como amor àquilo que Deus criou, foram substituídos por prazeres sarcásticos de ver o sofrimento do próximo, da natureza e dos animais.

Lamento ver o silêncio de todos, dos políticos, governantes, autoridades públicas e eclesiásticas, do Ministério Público, da presidenta e da imprensa em geral. Se alguém acha que isso é uma bobaginha, deixa pra lá; se você acredita nessa importância, denuncie aos políticos e divulgue.

José Torrente zetorrente@hotmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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CEIA

Depois dessa recente descoberta do pesquisador britânico que vasculhou o Êxodo, no Antigo Testamento, e concluiu ter sido uma quarta-feira o dia em que Jesus reuniu seus discípulos para a última ceia, com certeza no Brasil teremos outro feriado no próximo ano.

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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VISTOS PARA TURISMO

Acho que deveriam isentar do visto americano os nossos idosos, visto que isso desafogaria a Embaixada dos EUA, aumentando o fluxo turístico. Penso que nossos sessentões jamais emigrariam para lá clandestinamente.

Sidney Cotrim Gil sidneycotrim@hotmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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ENTREVISTA TELEVISIVA DO PAPA

 

A capacidade de surpreender que Bento XVI possui deve ser uma herança de João Paulo II. Decorre não apenas da inteligência de ambos, mas da nossa ignorância sobre eles. Na Sexta-Feira Santa foi ao ar na Itália a primeira entrevista televisiva de um papa. Mas não foi a primeira entrevista a um jornalista. Vittorio Messori já havia entrevistado o papa polonês (cujo projeto inicial era justamente uma entrevista para a TV). O mesmo jornalista italiano entrevistou ainda o então cardeal Ratzinger, que antes e depois de se tornar papa foi entrevistado três vezes por Peter Seewald. Aliás, em todas as viagens, os dois sempre concederam entrevistas coletivas à imprensa em pleno vôo. Deixando de lado não só os documentos eclesiásticos, mas também os trabalhos filosóficos de um e teológicos do outro, foram publicados diálogos que o primeiro teve com intelectuais poloneses e que o segundo teve com Jürguen Habermas e Marcello Pera.

Saímos perdendo nós se nenhum desses vídeos passa na televisão brasileira ou se a maioria dessas obras não foi traduzida para o português.

 

Walter dos S. Rodrigues walter.dos.santos.rodrigues@gmail.com

Rio de Janeiro

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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INJUSTIFICÁVEL

Li a contestação da Secretaria de Segurança Pública à reportagem "Corredor de Presídios faz, em 10 anos, criminalidade dobrar no ‘Texas paulista’", publicada pelo Estadão de ontem, e fico-me perguntando: a quem a secretaria quer enganar? O sr. secretário está um pouco desinformado sobre o que ocorre nas cidades que estão abrigando os presídios, em algumas delas mais de um. Não sabe ou finge não saber do terror das populações locais, principalmente em comunidades pequenas. Basta dar uma olhada nos Boletins de Ocorrência e verificar denúncias desde furtos de produtos de supermercado, peças de bronze de cemitério, fiação elétrica, combustível e produtos transportados pela estrada de ferro até invasões de propriedades por quadrilhas armadas, que fazem os moradores reféns e praticam uma "limpa" generalizada de máquinas, tratores, gado e até comida das casas, tudo isso sob o olhar impotente das polícias locais. O secretario desconhece que alguns detentos, quanto se "instalam" no presídio, levam uma renca de parentes e amigos, que fazem da cidade seu ponto de tráfico e roubos em geral? O secretário não sabe que os batalhões dos presídios não cuidam da segurança da comunidade, pois são "assuntos" diferentes? Secretário, pare de justificar o injustificável, informando dados duvidosos que só a secretaria conhece. O Estadão está certo, como sempre.

Luiz F. A. Salgado direg@sp.senac.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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ÁREA VERDE

Oportuníssima a matéria publicada nas páginas C1 e C3 (caderno Metrópole do Estadão) de sábado, sobre a falta de corredores verdes em São Paulo, objeto da dissertação de mestrado da gestora ambiental Juliana Amorim da Costa, da Esalq-USP. E vem bem a calhar, diante da insana febre do prefeito Kassab de relegar o problema das áreas verdes da cidade em prol das empresas construtoras, como, por exemplo, o quarteirão existente no Itaim-Bibi. Oportuna também ante a escolha da Dersa para o Trecho Norte do Rodoanel. Para um paulistano como eu, que chegou a remar no Rio Tietê, o que fizerem e continuam fazendo em matéria de desmatamento das áreas verdes da capital, primordialmente para atender ao tráfego rodoviário, a ocupação ilegal e as construções de espigões, a cada dia mais altos! Segundo a técnica, faltam, no mínimo, 48,5 km de corredores para que a cidade tenha o mínimo de área verde necessária aos seus habitantes. Em C3 tomamos conhecimento de que em 2010 a cidade ganhou 541 mil árvores plantadas, mas sem formar uma mancha verde, como é recomendável. Também já passou da hora de nossas autoridades criarem um planejamento no qual se inclua, para valer, a formação de uma área verde suficiente para que alcance, pelo menos, o mínimo recomendado pela Organização Mundial da Saúde. Na verdade, nossos dirigentes se comportaram nas últimas décadas como o padre, um dos personagens de Jô

Soares, que ficava no "casa, non casa e io non caso", já que uns plantam e outros derrubaram. Um dos exemplos mais ridículos nesse aspecto foi o que fizeram com as Marginais do Rio Tietê.

Recordo que o ex-prefeito Jânio Quadros mandou fazer a arborização total dos canteiros centrais daquelas avenidas, inclusive com árvores frutíferas, para atrair os pássaros, e o governador Geraldo Alckmin implantou hortas nos espaços livres das Marginais do Rio Pinheiros. Pois bem, no seu último ano de mandato o ex-governador José Serra mandou limpar praticamente toda área verde das Marginais do Tietê, ao custo de R$ 1 bilhão, para aliviar o trânsito das Marginais do Tietê, aquelas ainda congestionadas e até agora precariamente sinalizadas, em mais uma obra quebra-galho. A alegação de que foram plantadas muito mais árvores do que existiam na área, certamente muitas delas incluídas na conta das 541 mil, não corresponde bem à verdade e é mais um sofisma, pois nas marginais foram erradicadas 600 árvores de grande porte e outras de menor porte e foram substituídas por mudas, e um número avantajado delas nem atingirá a idade adulta. É lógico que a técnica da Esalq-USP tem razão, a cidade precisa recompor seus corredores verdes em todos os bairros, principalmente para diminuir a poluição do ar. Também o governador deve dar mais atenção ao traçado do Trecho Norte do Rodoanel, que provocará um grande desmatamento, o qual, combinado com a situação geográfica dessa via, causará uma maior vazão de água para a calha do Rio Tietê e, em consequência, mais enchente para todo a população de São Paulo.

Gilberto Pacini benetazzos@bol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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DESTRUIÇÃO DA CIDADE E DO DIREITO À PROPRIEDADE

Kassab anuncia as novas concessões urbanísticas da Lapa e de Itaquera, com licitações estimadas em quase R$ 4 bilhões, que estão sendo elaboradas pelo governo - certamente para liberar mais terrenos baratos para os especuladores imobiliários. Ainda mais, Kassab pretende acelerar a revitalização da Cracolândia, projeto alcunhado de Nova Luz. O prefeito diz precisar investir R$ 900 milhões ao longo das obras, com início previsto para março de 2012. Mas ele ainda não explicou quem pagará as dezenas de bilhões em indenizações faltantes; não as incluiu no orçamento do Município nem tem fonte de recursos - apesar da sua voracidade em aumentar o caixa para tais projetos. Logo teremos diversas concessões urbanísticas paralisadas, à custa dos concessionários - já que os direitos à propriedade terão sido claramente violados e ninguém em sã consciência comprará um imóvel que amanhã poderá vir a ser objeto de qualquer concessão urbanística por qualquer político similar. Neste aspecto, estou certa que a sociedade civil consciente conseguirá alertar a população, que terá de sair do Município para comprar a sua casa e o seu comércio. Os concessionários urbanísticos globais que se cuidem e não entrem nessa situação! A única solução para os direitos dos paulistanos e para o futuro da cidade é a anulação da nefasta legislação, Leis 14.917 e 14.918 da Concessão Urbanística, pelo Judiciário? Com a palavra o Ministério Público do Estado de São Paulo.

Suely Mandelbaum, arquiteta urbanista suely.m@terra.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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TOLERÂNCIA

 

O que está acontecendo em Santos? Os altos preços dos imóveis fazem com que os aluguéis subam, impedindo os trabalhadores de renovar seus contratos. Ato contínuo, mudam-se para as cidades vizinhas de São Vicente, Praia Grande ou Mongaguá. Esse movimento já é fácil de constatar. Pela manhã, na divisa de Santos com São Vicente já temos um trânsito paulistano. Mais ou menos uma hora para atravessar um trecho 2 mil metros. Você pega um ônibus às 7 horas em Praia Grande e vai chegar às 9 horas no Gonzaga, em Santos. E não espere conforto: veículo lotado de trabalhadores, domésticas, pedreiros, pintores, balconistas, cheio mesmo, coisa assim de carregar gado, bicho. O motorista não tá nem aí. E eu pergunto: quando você leva mais pessoas do que a capacidade do seu veículo, o policial não te multa? Não consigo entender a falta de fiscalização de trânsito para ônibus. Bem, mas voltemos ao assunto da intolerância. Jaime Lerner, ex-prefeito de Curitiba e ex-governador do Paraná, arquiteto e urbanista respeitado no mundo inteiro, diz que são três as palavras que nortearão o desenvolvimento das cidades, a saber; sustentabilidade, mobilidade e sociodiversidade.

Sustentabilidade, por exemplo: Reykjavik. A capital da Islândia é um exemplo de cidade que está a caminho da sustentabilidade. Todos os ônibus são movidos a hidrogênio e há uma rígida política de incentivo ao uso do transporte público. Além da cidade de nome quase impronunciável, todo o país é abastecido quase exclusivamente por fontes renováveis de energia e tem o compromisso de se tornar, até 2050, livre de combustíveis fósseis. O prefeito da cidade tem por meta tornar Reykjavik a cidade mais limpa da Europa.

Mobilidade: Curitiba. Com um sistema de transporte público invejável para outras metrópoles, Curitiba é um oásis em meio às capitais brasileiras. O sistema integrado de transporte de massas foi aclamado como um dos melhores do mundo, apesar de vir sofrendo com o excesso de carros particulares nas ruas. Curitiba tem a impressionante marca de 180 metros quadrados de área verde por habitante e, de acordo com pesquisas, 99% de sua população está contente com a cidade em que vive.

Sociodiversidade - a sociodiversidade implica a existência simultânea de grupos humanos com a posse de recursos sociais próprios, isto é, com padrões próprios de organização social, com modelos diferentes de autoridade política, de acesso à terra, de padrão habitacional, de hierarquias de valores ou prestígio.

Como podemos notar aqui, na Baixada Santista, não estamos caminhando para a sustentabilidade, pois só temos escutado pré-sal, Petrobrás, combustíveis fósseis, nada de energia eólica, energia solar e outras. Mobilidade, então, é algo horrível: uma empresa de ônibus que não treina seus funcionários e não investe em métodos que possam amenizar a falta de outros meios de transporte. Um metrô de superfície que ligasse Peruíbe ao Guarujá, por exemplo. Sociodiversidade, a capacidade de você ser tolerante, admitir que a sua empregada doméstica possa morar em Santos, perto você, e não ter de todo dia viajar de Praia Grande a Santos para trabalhar na sua casa ou empresa. Jaime Lerner diz que em Curitiba existem ricos e pobres, mas que os pobres moram perto dos ricos para poderem trabalhar para eles, isso é ser tolerante.

 

Miguel Ruggiro miguelruggiro@terra.com.br

Praia Grande

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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INSS

A fim de reduzir o elevado déficit previdenciário, o governo articula um conjunto de normas para limitar os critérios de concessão de pensões por morte no Brasil. Ponto. Conjecturando, poder-se-ia concluir que, estando a segurança pública no Brasil entregue às baratas, há um aumento significativo dos casos de pensão por morte. Da mesma forma a saúde pública no Brasil está falida e em pouco tempo os futuros ex-pensionistas por morte também estarão mortos. Ponto. Tem-se então o Teorema de Jatiacy, que afirma: sendo a linha do tempo um fato inexorável, o descaso contínuo dos governantes nas áreas de saúde e de segurança pública é necessário e suficiente para um perfeito equilíbrio previdenciário. Concluímos a partir deste teorema que, no Brasil, quando não morremos de "morte matada" em razão de uma segurança pública deficiente, morremos de "morte morrida " em função de uma saúde pública inexistente...

Jatiacy Francisco da Silva www.lettersofjatiacy.wordpress.com

Guarulhos

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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CLASSE MÉDIA

Quem não é ou não tem na família funcionários públicos ou aposentados? Eles são classe média e têm seu poder aquisitivo deixado a minguar por anos, sem atualização correta dos valores que recebem. Colocam suas crianças em escolas que, sim, dão comida e não, não primam por recursos humanos e materiais que garantam o ensino de que não se deve destruir, e sim construir e manter. É classe média maltratada, inclusive os professores desses brasileiros em formação. Prefeitos, governadores e gestores federais querem ser escolhidos como representantes, reeleitos? Cuidem de manter aliados e satisfeitos os membros de sua vasta equipe. Ah, e o medo de que nós, brasileiros, consumamos mais e desenvolvermos a inflação... Ah, a vergonha de ter gasto com classe média, e não com grupos como apadrinhados (MST), a compra de votos nas Câmaras, as classes D, E...

Percebam: deixar dinheiro com a população (A, B, C, D, E) não é um "bicho-papão", a classe média irá investir em suas crianças, em tempo e convívio com elas, e aumentará inclusive a poupança e os negócios no País. O descontrole da inflação, minguando o poder aquisitivo dos brasileiros, é indecente e seus defensores terão de ser muito maquiados por marqueteiros e fazer alianças indecentes e imorais, que pagarão caro no futuro (percebam a distribuição de cargos que ocorre), para se apresentarem como representantes do povo. A sociedade brasileira, à míngua, paga a conta de cumprimentos de promessas já feitas para a eleição.

Jaqueline Grossmann jaquelineg2004@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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MONTEPIO CIVIL DA UNIÃO

A similaridade entre a jabuticaba e o Montepio Civil da União reside no fato de que ambos são criações genuinamente brasileiras. A primeira, uma engenhosa criação da nossa flora; a segunda, produto do descalabro administrativo que nos assola de desgoverno em desgoverno. Esse montepio foi criado há um século e ainda hoje paga pensões às famílias, em média de R$ 20 mil mensais, a 237 herdeiros da alta magistratura. Qual a origem desse montepio, que, pelo visto, favorece mais uma casta neste ''país de alguns''?

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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ADMINISTRADORAS DE BENEFÍCIOS - ANS

A Agência Nacional de Saúde Suplementar em 2009 regulamentou as administradoras de benefícios para propiciar planos de saúde e dental a preços empresariais para as pessoas físicas legitimadas e elegíveis.

Cabe a uma administradora de benefícios todo o ônus de ter seu certificado na ANS, o que pode demorar até um ano, por causa da quantidade de procedimentos exigidos. Além de ter reserva técnica de 33% sobre o seu faturamento e relatórios mensais, trimestrais com auditoria de profissional registrado na CVM e médico responsável, entre outras exigências.

Aproveitando-se da falta de fiscalização, algumas associações estão diretamente ganhando dinheiro e vendendo planos de saúde por adesão coletiva sem terem nenhuma documentação.

Caso venha acontecer algum desvio de dinheiro, o beneficiário não terá a quem recorrer.

Chamo a atenção da ANS para este fato.

 

Ricardo Kacz ricardo.kacz@yahoo.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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IMPOSTOS E FINANCIAMENTOS

 

Sou designer, crio e fabrico os produtos que desenvolvo. E sou leitor do Estadão há mais ou menos 40 anos, com certeza um dos melhores jornais do mundo, mas quero dar minha opinião sobre editorial de sábado referente à guerra fiscal.

Fabrico aparelhos de iluminação utilizando Leds e preciso importar esses Leds e as lentes, que chegam aqui por três vezes o preço que os americanos pagam.

Em matéria recente do Estadão, foi citado o preço de uma BMW nos EUA: o mesmo carro no Brasil custa o valor de três carros lá; que também foi importado, pagando impostos, frete mais ganho da revenda, e o cidadão não foi roubado, porque os impostos recolhidos, embora muito menores que os nossos, revertem em benefícios para todos, o que não é bem o nosso caso.

Não sei bem onde estão essas isenções e reduções de impostos tão faladas, porque, no meu caso, elas não existem, embora eu muito gostasse, pois assim poderíamos ser um país dentro das normas em que o mundo civilizado procura viver; pois tenho de pagar até imposto sindical de despachante, e isso é o fim!!!

Na verdade, não temos acesso ao que o mundo tem, pagamos muito caro por tudo, até por este computador que estou usando, que custou três vezes o valor de mercado; isto é o custo Brasiiiiil.

A indústria brasileira que crie, abaixo os impostos! E financiamentos acessíveis, não como os da Fapesp, que são dirigidos...

 

Eduardo Vieira de Mello eduardo@variometal.com.br

Barueri

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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RECEITA FEDERAL

O prazo final para entrega da declaração de Imposto de Renda (IR) está chegando. Muitos brasileiros quebrando a cabeça para tentar colocar tudo em dia e sem sonegação. Só uma pergunta: o pessoal do MST declara IR? O José Rainha declara o quê? Eles podem votar, se não têm residência fixa? Vadiagem ainda é crime? Os carros nos acampamentos são licenciados? Se são, então não são sem-terra, pois deve constar endereço no documento. Estranho, muito estranho este Brasil. E os laranjas, como declaram lanchas e carros de luxo? Eu só queria entender...

Luiz Ess Erdei gzero@zipmail.com.br

Osasco

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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AINDA DONA XEPA

Recebi há pouco, de um amigo que mora em outra cidade, uma mensagem via e-mail falando da importância da relação correta dos dependentes na declaração de renda.

Declaração de renda, para quem não sabe, é aquele instrumento de controle do Estado sobre os míseros ganhos dos assalariados comuns e dos aposentados pelo INSS.

Se você acha que pode contestar o que afirmo, então me explique a razão ou as razões de um traficante, como aquele que foi preso recentemente em São Paulo, movimentar milhões de reais, comprar vários automóveis importados, ter inúmeros imóveis luxuosos e até empresas comerciais, e não descobrirem a "origem mágica" do dinheiro que proporciona tudo isso, praticamente começando do nada.

Recentemente apareceu na mídia um candidato a cargo eletivo, em São Paulo, que havia saído do marco zero e, depois de dois anos, possuía bens que somavam dezenas de milhões de reais, e ninguém sabe dizer como.

Vá um "pato assalariado" comprar uma bicicleta e não declarar para ver o que acontece.

Fugindo das digressões, voltamos ao conteúdo do e-mail, que fala jocosamente dos dependentes, que vão do governo federal aos impostos todos, também no Estado e no município, passando por outros caminhos e alguns desvãos, até chegar aos lixeiros... Conteúdo precioso, embora impreciso.

Por correto que esteja o conteúdo, ele ainda é incompleto, porque deixou de relacionar a velha dona Xepa - nossa dependente -, que em grande parte das repartições públicas é quem Intermedia e agiliza o andamento daquilo que deveria caminhar por si próprio e pelas regras oficiais.

Quer mais?

Carlos Delphim Nogueira da Gama Neto delphim@respublica.com.br

Santos

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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WERNECK SODRÉ

 

Parabéns ao "Sabático" pela publicação da matéria sobre Rosa Luxemburgo (23/4). A leitura das cartas da heroína antifascista serviu-me de consolo diante da indiferença do "Estado" para com o ilustre historiador brasileiro, o general Nelson Werneck Sodré, autor da "História da Imprensa no Brasil", "A Coluna Prestes" e outros trabalhos memoráveis, cujo centenário vem sendo festejado não só no Rio, sua cidade natal, como também em Itu, onde serviu durante anos como oficial do Exercito e onde o Museu Republicano lhe presta homenagem. Sua formação marxista, a que nunca renunciou, valeu-lhe prisão durante a ditadura militar. A História agora lhe faz Justiça.

 

Arsonval Mazzucco Muniz arsonval.muniz@superig.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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A PRESIDENTE

Assinante desse grande jornal há mais de 40 anos, não poderia deixar passar impassível a declaração de nossa presidente no dia 21 de abril, homenageando a data da Inconfidência. Dizia ela que tinha sentido na carne os constrangimentos daqueles heróis, porque também tinha lutado contra o poder dominante. Na verdade, algo totalmente distinto. Primeiro, os revoltoso queriam terminar com a derrama, um imposto alto com que o Reino taxou os mineradores. Imposto este que seria risível nos dias atuais, pela carga abusiva que o poder público cobra do povo brasileiro.

Segundo, a presidente lutou, na verdade, não para a implantação da democracia em nosso país, mas para a instalação de uma ditadura proletária, transformando-nos em mais um satélite da falida URSS. Enfim, ela lutava conta os nossos sempre patriotas generais militares (redundância) para instalar um regime que era avesso às aspirações dos brasileiros. Para isso os grupos armados da época, de que ela fazia parte, usaram de todos os meios ilícitos, matando, roubando, sequestrando embaixadores estrangeiros, deixando nosso país em situação bem constrangedora perante o mundo.

Fomos governados nos últimos oito anos por um presidente analfabeto que só nos causou constrangimentos no exterior pela péssima companhia com que andava, os retrógrados mandatários da Venezuela(Hugo Chávez), Kadafi, Fidel Castro e o presidente do Irã, que foi eleito num pleito muito contestado pelo povo iraniano, reprimido de maneira violenta pelas forças do governo. Tem também o caso da ocupação das refinarias da Petrobrás pelo presidente boliviano, que requereria uma reação de força do Brasil, mas o nosso ex-supremo mandatário entregou de maneira vergonhosa, de mão beijada. Isso depois de ter-lhe perdoado uma dívida com o Brasil, dívida essa que não sei se um presidente pode perdoar, considerando que o dinheiro em questão não era dele, mas do povo brasileiro. O sr. Evo Morales sabia com quem estava mexendo e, em vez de recorrer às cortes internacionais, pôs as tropas do bolivianas dentro de nossas instalações, num flagrante desrespeito aos procedimento internacionais. Que falta que nos faz Plácido de Castro. Procurei ser o mais sucinto possível em relação ao que tenho a dizer porque, na verdade, pelos malfeitos desse governo que passou, eu tenho matéria que, como diz o vulgo, nunca acaba.

Eduardo de Castro eduardo@castro.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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HOMEM-CORAGEM NO SBT

O "chefe de quadrilha" José Dirceu, em depoimento prestado após o folhetim "Amor e Revolução", do SBT - folhetim esse criado para agradar ao Palácio do Planalto e quitar a dívida do Banco Panamericano -, falou sobre a "forte perseguição" que sofreu durante o regime militar. Mentira, ele não sofreu perseguição nenhuma. Simplesmente foi preso quando tentava organizar o fracassado XXX Congresso da União Nacional dos Estudantes (UNE) na cidade de Ibiúna (SP), e permaneceu caladinho na prisão. Não sei se houve tempo para delatar outros companheiros, como fez o guerrilheirozinho borra-notas lá no Araguaia e que hoje imoralmente assessora importante ministério. Quando surgiu a primeira oportunidade, o bravo Dirceu aceitou ser deportado com 14 outros presos em troca da liberdade do embaixador dos EUA no Brasil, Charles Burke Elbrick. Ele não foi perseguido e muito menos torturado; antes de levar o primeiro tapa na orelha, estava longe. É um homem de coragem. Breve ainda falará, após outros capítulos, sobre seu treinamento militar em Cuba. Acredito que esse treinamento tenha servido para espantar os ladrões do armarinho de sua mulher no interior do Paraná, onde se escondeu atrás do balcão por vários anos.

Aliás, nem a própria mulher, por muito tempo, sabia quem ele realmente era. Usava nome falso. Finalmente falará sobre a primeira cirurgia plástica que lhe deu coragem para voltar clandestinamente ao Brasil. Uma biografia de que eu não me orgulharia. Na qualidade de cirurgião, admito plástica facial restauradora e até estética, mas nunca para camuflar covardia. Aprendi muito cedo que homem, em qualquer circunstância, mostra a verdadeira cara.

Humberto de Luna Freire Filho hlffilho@gmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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PEQUENO CURRÍCULO

Simplesmente amoral a vergonhosa a "resposta" dada pelo sr. Luiz Nassif ao Estadão quanto ao nababesco pagamento a ele prestado por seus serviços de pregoeiro do "pudê"! O sr. Nassif e sua pena de locação nos mostram mais uma vez como se faz engrandecer um pequeno currículo.

Paulo Boccato pofboccato@yahoo.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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OSMOSE

A "censura" no Brasil funciona como membrana de osmose, só filtra num sentido, no outro, a porteira fica aberta. Jornalistas como Luiz Nassif, artistas como Maria Betânia, políticos com Sarney, Lula, Zé, Renan, etc., ONGs como MST, UNE e outros "bichos" da grande fauna tupiniquim, apenas encontraram o sentido certo do fluxo, que hoje está nas mãos do socialismo comunista e do coronelismo arcaico do poder - ou do "pudê", se preferirem.

O que nos conforma é que, quanto mais podre a elite, mais rápida é a "ruina do muro". O povo brasileiro tem-se mostrado paciente para assistir ao muro ruir de podre sem sua participação, diferentemente de várias outras sociedades do mundo.

Já passamos por um "Império podre", por várias ditaduras podres, e agora estamos num socialismo que já nasceu podre por natureza!

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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MÁGICA

 

A promotora Deborah Guerner, investigada no mensalão do DEM, alega problemas mentais a fim de induzir o Ministério Público e a Justiça ao erro. Alguém duvida que nos próximos dias deve aparecer um vídeo com a promotora rasgando dinheiro?

O Brasil é o único país no mundo onde a corrupção existe sem nunca ter existido! Essa mágica nem David Copperfield consegue realizar.

 

Mario Miguel ivetemig@terra.com.br

Jundiaí

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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