Cartas - 26/11/2011

CORRUPÇÃO

O Estado de S.Paulo

26 Novembro 2011 | 03h04

São tantas emoções...

Nossos ministros são muito "sensíveis". Carlos Lupi, do Trabalho, o que ainda não caiu, dias atrás declarou: "Dilma, eu te amo!". Agora é a vez de Mário Negromonte, das Cidades, chorar diante das câmeras, ao se dizer perseguido por ser nordestino, e não sulista. Quase fui às lágrimas... A continuar assim, precisaremos renovar o estoque de lenços. Estou sensibilizadíssimo com os nossos tão ilibados ministros. Buá...!

RENATO CAMARGO

natuscamargo@yahoo.com.br

São Paulo  

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De preconceito

O (ainda) ministro do Trabalho alegou que estão com preconceito contra ele por causa de sua religião e, agora, o ministro das Cidades alega que a imprensa "do sul" está com preconceito por ele ser "nordestino". Na verdade, temos preconceito, sim, mas é contra quem desvia recursos públicos, superfatura obras, contrata funcionário público fantasma ou empresa de laranja e ainda acha que presta um bom serviço à Nação.

ROBERTO SARAIVA ROMERA

robertosaraivabr@gmail.com

São Bernardo do Campo

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Ministério do Trabalho

Cá entre nós: o cidadão que contou aquele monte de mentiras e fez aquelas estripulias todas, e a despeito disso permanece ainda à testa do ministério, é o responsável pela divulgação desses dados sobre desemprego no País, número de trabalhadores com carteira assinada, etc.? Você acredita?

JAIR FREIRE

assim.soja@gmail.com

São Paulo

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Grosso calibre

Alguma hora a presidente ia parar de ligar para o "denuncismo". Isso é que é calibre!

RICARDO MARIN

s1estudio@ig.com.br

Osasco

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Hora de abrir um bar

A presidente Dilma combate a corrupção - cujos pruridos purulentos são expelidos diariamente por um malbaratado e combalido corpo estatal - desde que as sangrias por ela causadas sejam reveladas pela mídia. Não raro, a conta-gotas. Como na mais recente excrescência, denunciada em relatório circunstanciado da Controladoria-Geral da União (CGU). O veículo leve sobre trilhos de Cuiabá será pesado demais para os cofres públicos e para chegar a tempo à Copa. Se o Ministério das Cidades, malgrado as revelações do Estado e de outros órgãos de comunicação, continuar na implantação do projeto, é hora de fechar a CGU. A maioria do povo já acha que é hora de abrir um bar, como disse Antônio Callado.

AMADEU R. GARRIDO DE PAULA

amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

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A servidora e o artista

Quanto às fraudes do Ministério das Cidades, esclareço à servidora Luiza Viana: a senhora é servidora do povo brasileiro, não do governo (sic); nota técnica tem autor, sim, e também responsabilidade autoral; a expressão "direito autoral" será mais apropriada aos textos de seu advogado ao defendê-la do indefensável, certamente um trabalho de artista.

HONYLDO R. PEREIRA PINTO

honyldo@gmail.com

Ribeirão Preto

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INFRAESTRUTURA

Aeroportuária

Qual a razão de metrô, trem, ou mesmo VLT não chegarem aos nossos aeroportos? É inconcebível tal concepção em qualquer plano integrado de transportes urbanos, basta uma rápida volta pelas principais cidades do mundo... Algo existe por trás disso e nós, cidadãos, temos o direito de saber. Chega de sermos pagadores de dízimos feudais.

FRANCISCO JOSÉ SIDOTI

fransidoti@gmail.com

São Paulo

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LINHA 17-OURO

Monotrilho

Sobre a carta Mais um escândalo (25/11) - do leitor sr. Eduardo José Daros - o Metrô de São Paulo esclarece que a opção pelo monotrilho no lugar do metrô convencional considerou o menor tempo de implantação desse sistema e a capacidade de atendimento pleno da demanda da região. O modelo de trem utilizado será movido a energia elétrica e o trem ficará a uma altura entre 12 e 15 metros do chão, correndo sobre vigas de concreto. Como os trens funcionam com energia elétrica e se movimentam sobre pneus, isso torna a operação silenciosa e menos poluente. É importante destacar que o Metrô sempre foi um polo gerador de valorização imobiliária nos bairros a que chegou. Nos últimos anos, o Morumbi sofreu significativa desvalorização imobiliária e um dos principais motivos é o trânsito. A Linha 17-Ouro, operada em monotrilho, vai aliviar o principal problema do Morumbi, que é o trânsito intenso.

MÁRCIO KERR MARTINS, departamento de Imprensa do Metrô

imprensa@metrosp.com.br

São Paulo

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LIVROS

Acervo

A matéria 1 de cada 10 livros sumiu de bibliotecas e pontos de leitura nos últimos 4 anos (5/11) diz que 347 mil livros "sumiram das prateleiras" e 546.767 foram comprados. Assim, é errado concluir que o acervo que sofreu baixa em razão da informatização não foi reposto "na proporção equivalente". Ao contrário, a reposição foi superior. Lamentavelmente, a reportagem perdeu a oportunidade de destacar uma ação que, de fato, mudou a vida dos leitores: a informatização do acervo. Esse trabalho proporciona a qualquer pessoa a possibilidade de consultar a disponibilidade, pela internet, de todas as coleções pertencentes a bibliotecas, CEUs, pontos de leitura e ônibus-biblioteca. Há 30 anos não era feita uma triagem nos exemplares à disposição nas bibliotecas públicas a fim de dar baixa em obras desatualizadas ou em mau estado. Afinal, os livros que estavam em más condições ou desatualizados foram realmente perdidos ou apenas a informatização contabilizou essa perda pelas baixas efetivas? Se esses livros não estavam em condições de empréstimo e consulta, é recomendável tirá-los de circulação e repor o acervo com livros novos, o que foi feito. Um esclarecimento completo sobre a reportagem está disponível no site da Secretaria de Cultura, que pode ser acessado pelo link http://bit.ly/vUCck9.

GIOVANNA LONGO, assessora de Comunicação da Secretaria Municipal de Cultura

giovannalongo@prefeitura.sp.gov.br

São Paulo

N. da R. - A reportagem utilizou dados da Rede Nossa São Paulo sobre 70 bibliotecas e pontos de leitura da cidade, além de ouvir funcionários, que confirmaram a diminuição do acervo de 2006 a 2010.

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“O ministro Mário Negromonte chora de emoção. E o povo paga a ‘roubação’...”

CÍCERO SONSIM / NOVA LONDRINA (PR), SOBRE A CORRUPÇÃO NO MINISTÉRIO DAS CIDADES

c-sonsim@bol.com.br

“Divergência técnica virou justificativa para fraudes”

ROBERTO TWIASCHOR / SÃO PAULO, IDEM

rtwiaschor@uol.com.br

 

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VOCÊ NO ESTADÃO.COM.BR

TEMA DO DIA

Ministro das Cidades chora durante evento

Pressionado por denúncias, Negromonte acusou a imprensa ‘do sul’ de ‘preconceito com nordestino’

TOTAL DE COMENTÁRIOS NO PORTAL: 1.405

“Só faltava essa! Querer jogar a culpa de sua bandalheira nesse ou naquele Estado a pretexto de discriminação.”

FABIO SILVA

“Quando a situação é irreversível, algumas lágrimas podem surtir melhor efeito do que muitas explicações.”

EDGARD OLIVEIRA

“Um diz que ama a presidente e o outro chora copiosamente em vez de se explicar.”

CHARLES MAURICE TALLEYRAND

 

 

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Cartas enviadas ao fórum dos leitores, selecionadas para o estadão.com.br

 

 

BRT X VLT EM CUIABÁ

O Estadão (24/11, A4) publicou extensa matéria sobre uma certa Nota Técnica, parte de um processo para efetuar melhoria de infraestrutura de Transporte Coletivo Urbano de Cuiabá. A nota original defendia a adoção de BRT (Ônibus de Trânsito Rápido) quando comparado com VLT (Veículo Leve sobre Trilhos). A nota técnica, é de n.º 123/2011 e 16 páginas devidamente numeradas. Os custos eram de cerca de 500 milhões para o BRT e 1,2 bilhões para o VLT. Aí houve um entendimento do governador, com os ministros Casagrande e Miriam Belchior, e a presidente também foi envolvida. Uma determinação, sob eufemismos, foi passada para que a nota técnica defendesse tese oposta. O VLT passou a ser preferido por razões que se tornaram relevantes, agora. A tentativa de malfeito veio a lume, pois um funcionário que deveria "sacramentar" a maracutaia, se recusou a assiná-la. Esse tipo de procedimento não é muito original. Lembram-se da licitação para aquisição de novos aviões caça para a Aeronáutica? Depois de anos de pesquisas, análises, comparações, a Aeronáuticas escolheu o avião sueco Grippen. Mas o presidente já havia confidenciado a Sarkozy, sua paixão pelo Rafale. E a aeronáutica foi compelida a refazer sua escolha técnica: Surpresa. O escolhido foi... o Rafale.

Mario Helvio Miotto mhmiotto@ig.com.br

Piracicaba

 

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FUMAÇA

Negras nuvens pairam no ministério de Negromonte.

Roberto Twiaschor rtwiaschor@uol.com.br

São Paulo

 

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ESTUPIDEZ DE MINISTRO

O ministro Negromonte estava dando uma entrevista à Radio Estado.  Além de arrogante, não estava conseguindo sustentar seus argumentos, afinal, é o próximo da lista, acreditamos.  Não conseguindo responder, simplesmente desligou o telefone na cara da entrevistadora e de nós, ouvintes. Deixou levarem mais R$ 700 milhões em Cuiabá, assinou, e diante dos fatos, não teve argumentos,  a não ser o da estupidez.

 

Carlos E. Barros Rodrigues ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

 

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E DAÍ?!

Agora virou festa, os ministros envolvidos em falcatruas quando instados a dar explicações saem calados ou batem o telefone na cara dos jornalistas,  como foi o caso do senhor Mario Negromonte, das Cidades. Conforme gravação o ministro admite que o chefe de gabinete pediu para refazer a nota. "Tão querendo colocar chifre em cabeça de jumento" disse o ministro. Aos ouvintes  fica clara a entrevista, o ministro quer fazer o cidadão que  paga seu salário de trouxa. Depois que inventaram a presunção de inocência ninguém é punido nesse desgoverno. Isso pode? Aonde chegamos! Presidente Dilma, a senhora tem a caneta nas mãos e poderia acabar com a pouca vergonha e roubalheira, mas já percebi apesar da caneta, lhe falta poder, pois precisa do aval do seu criador. A cada dia vai ficando claro para o eleitor, ele  votou em Dilma e quem governa é Lula. Brasil, um país de tolos!

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

 

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MAIS FRAUDE

Mario Negromonte (PP/PB), ministro da Pasta das Cidades, aprovou uma fraude que encareceu o projeto de uma obra da Copa em Cuiabá, de R$ 500 milhões passou para R$ 1,2 bilhão. Uma pressão do governador de MT Silval Barbosa (PMDB) sobre o ministro das Cidades Mario Negromonte, e mais uma conversa política com o vice-presidente Temer (PMDB) e com a  ministra do Planejamento Miriam Belchior  foram suficientes para que ela desse o sim a Sinval Barbosa em agosto de 2011. E foi desta forma que, com uma canetada deu-se a ordem para que a diretora de Mobilidade Urbana Luiza Gomide Vianna tivesse segurança suficiente para mandar fraudar a nota técnica que aprovava o projeto e o orçamento anterior,  e ainda afirmar tranquilamente: "nós fizemos outra nota técnica , com o mesmo número sim, e mudamos o conteúdo". Só faltou ela completar sua frase com um atrevido "e daí?" Daí que tudo foi feito com conhecimento prévio das "otoridades", tanto assim que em outubro de 2011, Silval esteve em Brasília onde assinou com Dilma Rousseff o aval para captar os empréstimos, cujo financiamento sairá da Caixa Econômica Federal. Daí que nada vai acontecer porque se Dilma digeriu as denúncias contra Lupi do PDT e o manteve no cargo... contra sua ministra petista Miriam Belchior e contra o PMDB de Silval e Temer é que ela não vai reagir... e cosi la nave va...

 

Mara Montezuma Assaf montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo

 

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FURA-FILA

Inédito!  Vai cair o seguinte antes do anterior, só mesmo a farra petista para alterar a lógica das coisas, mas , afinal, quantos mais ministros caírem nesta gestão, menor a surpresa. São todos bandidos, como a alma que os criou.

Ronaldo Parisi rparisi@uol.com.br

São Paulo

 

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REPÚBLICA DAS BANANAS

Apesar de o nosso país ser atualmente a sétima economia do planeta e estar classificado entre aqueles em desenvolvimento, com uma economia relativamente estável, quando comparada com a situação caótica de várias nações desenvolvidas, os casos sem fim de corrupção, a criminalidade desenfreada, a saúde pública vergonhosa e um sistema judiciário claudicante, parece-nos que estamos em uma república das bananas. Temos uma presidente que declarou que não teria tolerância com o mal feito, mas é obrigada a engolir diariamente sapos travestidos em ministros, herdados de seu antecessor e mentor. Nas últimas semanas a imprensa escrita e falada têm denunciado sistematicamente ministros corruptos que ela é obrigada a cozinhar em banho-maria até que se vejam em situação insustentável e "pedem" demissão. E o mais escrachado até agora foi o ministro do Trabalho, que com suas maneiras escrachadas, mentirosas, desrespeitosas e com falta de educação explicita, que ainda ocupa um cargo para o qual não tem a mínima condição de ocupar. Esta semana o ministro da vez é o das Cidades, que segundo matéria publicada no Estadão de hoje teria dado o aval para o documento forjado pela diretora da Mobilidade Urbana, que mudou o parecer que vetava uma alteração defendida pelo governo de Mato Grosso, provocando um aumento de R$ 700 milhões no projeto objeto de mais um trambique no governo federal. Ontem os nossos vereadores se concederam mais um aumento, elevando ainda mais seus vencimentos. Hoje à tarde estudantes da USP bloquearam a Avenida Paulista, em manifestação contra a PM na Cidade Universitária, portando um cartaz que dizia que era conta a "prisão política" de 73 universitários, porque tinham invadido e depredado o prédio da Reitoria, depois que tinham sido derrotados na assembleia pela grande maioria. E a cada dia que passa tomamos conhecimento de mais um mal feito, nada definição da nossa presidente.

Gilberto Pacini benetazzos@bol.com.br

São Paulo

 

 

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RETICENTE

A reticência da presidente Dilma diante dos casos de corrupção nos ministérios do Trabalho e das Cidades é vergonhosa. Por muito menos, vários outros ministros não resistiram às pressões e tiveram de entregar seus cargos durante o ano (não foi Dilma quem os demitiu). Lupi e Negromonte, como se vê, não têm o perfil de demissionários. E o que faz a presidente? Nada! Em democracias sérias, esses dois já teriam sido defenestrados há muito tempo. Aí perguntaria o idiota: "mas só por que a imprensa denunciou"? Não! Os dois já estariam procurando emprego "só" porque as notícias são irrefutáveis e correspondem a fatos graves de desvio de montanhas de dinheiro público, amparados por inúmeras evidências. E ainda dizem por aí que Dilma é uma "grata surpresa", devido à sua suposta baixa tolerância contra os "malfeitos". Se isso é baixa tolerância, imagine a alta...

 

Henrique Brigatte hbrigatte@yahoo.com.br

Pindamonhangaba

 

 

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CORRUPÇÃO EM LIMEIRA

Começou o horário político obrigatório, que causa ojeriza na maior parte dos cidadãos honestos, eu acredito. Vim para o computador para escrever, durante os dez minutos que dura a propaganda. Estou escrevendo isso porque, diante de tantos desmandos e desvio de dinheiro público, parece que só nos resta este veículo para protestar. Já há algum tempo temos visto tanta sujeira e tantas evidências de roubos na cidade de Campinas. Agora Limeira. Mesmo assim, o prefeito da cidade, que teve toda a família presa, diz uma coisa preocupante. Que vai provar a inocência dele e de toda a família. Diante disso, resta uma pergunta: As autoridades poderiam cometer um equívoco desta magnitude? De prender e humilhar uma família inteira sem provas? Ah, disso eu e todo mundo duvida.

 

Isael Coleone isael.coleone@itelefonica.com.br

Indaiatuba

 

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EM FAMÍLIA

Não bastasse os políticos, agora a moda na corrupção são as esposas dos políticos . Necessário que se explique.

Antonio Carniato Filho antoniocarniato@gmail.com

Santa Rita do Passa Quatro

 

 

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CONTROLAR OS LIMITES DE KASSAB

Ministério Público pede afastamento do Prefeito Gilberto Kassab devido ao caso Controlar e, ainda, mencionando novas e enormes doações de campanha reveladas agora: vemos a foto de Kassab se escondendo no banco traseiro do carro após seu depoimento, comprovando que ele se permite a tudo - já que ele nega tal direito aos jovens alunos da USP em seu artigo Os Limites Necessários no Espaço Aberto de 9/11. O prefeito anuncia a nova Operação Urbana Nova Luz neste mesmo artigo - cujas negociações com os agentes imobiliários também foram feitas sem qualquer participação da sociedade civil desde o inicio. Será que ele finalmente se conscientizou que a nefasta Concessão Urbanística Nova Luz é deletéria ao bairro Santa Ifigênia, à cidade e ao país? Isso significa que a aplicação da Lei 14917 da Concessão Urbanística será anulada e, assim, os limites necessários serão também impostos à especulação imobiliária que impera na cidade? Não, porque - como na sua foto no banco traseiro - o trator do Estudo de Impacto Ambiental da Prefeitura referente à Concessão Urbanística Nova Luz continua em marcha pronto para atropelar os direitos humanos e à propriedade da população a ser ora atingida.

Suely Mandelbaum suely.m@terra.com.br

São Paulo

 

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AFASTAMENTO DO PREFEITO

Estou com o Ministério Publico Estadual e não abro. O MPE pediu o "afastamento de Gilberto Kassab (PSD)  do cargo de prefeito de São Paulo". À sua nefasta administração deve-se, entre outros: o escândalo da inspeção veicular, taxas e impostos, multas, contribuição permitindo construções acima do limite, restrições a circulação de veículos e a Lei da Cidade Limpa, que deixou a cidade suja, escura e triste, diferindo das grandes capitais.

José Erlichman  joserlichman@terra.com.br

São Paulo

 

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NÃO BASTOU

Não bastou a "grana" extra do IPTU, precisou também da grana da inspeção veicular? Até tu, Kassab? Explica para nós essa promiscuidade com as construtoras.

Ricardo Guerrini ricguerrini@hotmail.com

São Paulo

 

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DESIGUAL

E um absurdo só os contribuintes da cidade de São Paulo terem a obrigatoriedade de se submeter à inspeção veicular na Controlar, quando os outros municípios são isentos da inspeção e trafegam livremente  pela cidade. E a poluição? Só os nossos carros poluem?

Karoly Marer sabbaghmarer@uol.com.br

São Paulo

 

 

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CHEGA!

Ficha limpa para os políticos corruptos. Chega de tanta corrupção, que prejudica a economia do Brasil afetando a vida do trabalhador sofredor. Basta de corrupção!

Paulo Dias Neme profpauloneme@terra.com.br

São Paulo

 

 

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JANELA PARA A IMPUNIDADE

A decisão provisória do ministro Luiz Fux em isentar da lei "Ficha Limpa" os políticos que renunciaram ao cargo eletivo antes de um procedimento disciplinar abrirá uma janela imensa para a impunidade para todos que estiverem em risco de cassação de mandato.  Referido artifício será regra para todos políticos que estiverem em situação semelhante o que irá colidir frontalmente com o "espírito da lei" e a vontade popular antes concretizada na iniciativa de louvável  lei:  exemplo maior de democracia e participação direta do povo.

Edenilson Meira merojudas@hotmail.com

Itapetininga

 

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FICHA LIMPA

 

A população brasileira gira em torno de 200 milhões. Digamos que, em todos os níveis, são 200 mil os cargos eletivos, ou seja, 0,1% da população exerce algum cargo político. Esse 0,1% deveria ser de pessoas de bem, éticas, honestas e objetivando prosperidade e atendimento aos anseios do povo. Literalmente o oposto do que ocorre com a atual classe política que só visa o interesse próprio. No entanto, o Supremo Tribunal Federal (STF) reluta em por em prática a peneira da "ficha limpa" para as próximas eleições (quando já deveria vigorar desde a eleição anterior - pois houve tempo hábil para tal), sob a alegação de que enquanto não houver condenação não pode tolher de postular o cargo político. É simples de resolver. Os que estiverem respondendo a processo ficarão impedidos temporariamente, mas os condenados serão, em definitivo, banidos para todo o sempre de qualquer cargo público, eletivo ou não. Só assim reduziremos o número de malfeitores. O STF não pode ser conivente com os malversadores.

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br

Vila Velha (ES)

 

 

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LUZ NO FIM DO TÚNEL

Até que enfim uma boa noticia surge em terras brasileiras. Em 17 de novembro de 2011, foi aprovado pela Câmara de Vereadores de Nova Friburgo, RJ, o projeto "Ficha Limpa" que estava para ser votado desde 2004. Diante do escândalo do roubo do dinheiro da reconstrução da cidade que foi quase destruída pelas chuvas em janeiro, os vereadores friburguenses resolveram tomar uma atitude digna. Sempre é bom lembrar que com esta decisão de aprovar o projeto "Ficha Limpa", os vereadores estão também dando uma força a campanha Contra a Corrupção e um ótimo exemplo ao Congresso Nacional, em Brasília. Falta ver se quando a poeira baixar eles não arrumam um meio de anular a lei.  Todos esperam que não. Outras Câmaras de Vereadores espalhadas pelo Brasil estão fazendo a mesma coisa. Enfim,  aparece uma luz cintilante no fim do túnel da Pátria amada Brasil.

Wilson Gordon Parker wgparker@oi.com.br

Nova Friburgo (RJ)

 

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DESASTRE NO MAR

Por mais que queiramos disfarçar nossos sentimentos de repugnância contra os desmandos da operadora Chevron, a verdade nua e crua, é que não temos tecnologia para enfrentar outros possíveis vazamentos, em nossa bacia do pré-sal. A ganância aliada ao despreparo, está explicita em todo o sistema, desde as descobertas das jazidas, até as licitações e escolha das operadoras. Muita discussão sobre royalties, quem vai ganhar mais ou menos, quem vão ser os "encabidados", mas ninguém se preocupou com o principal, a saúde dos oceanos e sua fauna, nossas praias e santuários marinhos. Tudo o que possivelmente pode acontecer contra o eco-sistema, vale muito mais que a monstruosidade dos valores empregados na aventura do pré-sal e dos dividendos possíveis. O sinal de alerta já foi dado, falta agora os responsáveis agirem com lucidez e firmeza de princípios, pensando no futuro da humanidade-não só do nosso país-porquê os oceanos são patrimônios da nossa mãe Terra, da humanidade e das criaturas que neles habitam. A economia de um país, não pode estar atrelada à destruição de suas riquezas naturais e a extinção da maioria dos animais que dela necessitam para sua sobrevivência. O amor tem que prevalecer, mesmo sabendo-o, quase que impossível.

Aloisio Arruda de Lucca aloisiodelucca@yahoo.com.br

Limeira

 

 

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SOMOS FRACOS

Chevron está proibida de perfurar poços de petróleo no Brasil. A "caca"  já está feita. Estrangeiro faz o que quer aqui! Se esse dito acidente fosse lá, na terra do Tio Sam, e a Petrobrás fosse a culpada, o Brasil seria atacado por todos os lados, por todos os países e pagaria bilhões em indenizações. Mas a União vai multar a Chevron em alguns parcos milhões, que não farão nem cócegas nesse ultra companhia de petróleo norte-americana. Brasileiro é muito bonzinho, burro e frouxo. Somos fracos! As praias do litoral sul fluminense e o lindo litoral norte de São Paulo serão destruídos! Nenhum dinheiro paga isso! Ferro neles!

Eduardo Zago jeduardozago@ig.com.br

Mauá

 

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DOIS PESOS

Perguntar não ofende: se o desastre provocado pela Chevron tivesse sido provocado pela Petrobrás ou pelos hermanos Evo Morales (aquele que roubou, digo, expropriou dos brasileiros uma usina da Petrobrás na Bolívia) e Hugo Chávez (aquele que vem atrasando os aportes de capital na nova refinaria no Nordeste), haveria investigação imediata e profunda da PF e da ANP?

Paulo Ribeiro de Carvalho Jr. paulorcc@uol.com.br

São Paulo

 

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FALTA DE INFORMAÇÃO

Simplesmente inadmissível a falta de informações confiáveis que cerca o caso Chevron. Ou alguém se considera satisfeito com as declarações do sr. Haroldo Lima que se diz enganado pela Chevron? Temos o desprazer de ler avaliações que se alteram diariamente quanto ao volume do vazamento que ora se afasta, ora se aproxima do litoral, lemos que a Chevron quis alcançar o pré-sal, lemos a explicação de um professor da UnB mal transcrita uma vez que  fala em "cementação", processo metalúrgico, e "cimentação", e por aí vai.Não seria uma boa ideia cobrar uma informação da Petrobrás , que faz parte do mesmo consórcio , mesmo sem ser a operadora? Para os amadores de números, alguém poderia explicar ao leitor da pág. A20 como uma tubulação de 3329m possui um trecho de 1211m até o fundo do mar alcança o ponto de alta pressão a 2279m abaixo do nível do mar,  totalizando 3490m?

 

Alexandru Solomon alex101243@gmail.com

São Paulo

 

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CASO CHEVRON

Cedo ou tarde aconteceria: autoridades pegas de surpresa como sempre, e tudo o mais ao que já estamos acostumados. Neste caso do vazamento da Chevron no Rio de Janeiro, só um fato surprendente: Depois de um liberou geral que chamaram de anistia, chegando a conceder a nacionalidade brasileira para centenas de milhares de pessoas que viviam no Brasil ilegalmente, alguns  deles  com imagem associada ao comercio informal piratarias falsificadas, outros ao tráfico, outros ao terrorismo, ou simplesmente sobrecarregando nossos serviços públicos como o  já precário sistema de saúde, O governo agora resolveu endurecer contra a Chevron que teria funcionários trabalhando ilegalmente em uma plataforma de petróleo em alto mar, um setor que  tanto carece de mão de obra especializada. Estaria o governo sinalizando mudança na política de imigração? Ou melhor, anunciando que finalmente tem uma?

 

Antonio Cavalcanti da Matta Ribeiro antoniodamatta@ig.com.br

Guarulhos

 

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FAZ DE CONTA

Aplicar multa de apenas R$ 50 milhões à Chevron, pelo vazamento de óleo na Bacia de Campos, causando desastre ambiental de grandes proporções, o governo dá mostras de total desconhecimento de causa! Ou seja, uma piada! Por outro lado fica patente que o Brasil, mesmo possuindo reconhecidamente domínio em tecnologia de prospecção em águas profundas, não tem infelizmente equipamentos sofisticados (que já existem no mercado internacional) para reparos céleres em casos de vazamento como este da Chevron. Isso é lamentável. É como se um cidadão que compra um carro de última geração, e não tem  macaco hidráulico no porta-malas...   Isso prova mais uma vez, que este governo petista que há muito não tem gente competente à frente dos ministérios, nas estatais como a Petrobrás, também não é diferente! Além, das leis vigentes no setor petrolífero não permitir penalidades mais agudas aos infratores...  É uma verdadeira ação entre amigos!

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

 

 

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TUDO CERTO

À exceção da Polícia Federal, meu sentimento de foro íntimo é que, esquecida a questão, cada um leva o seu e tá tudo certo nesse Brasilsão de meu Deus.

Orivaldo Tenorio de Vasconcelos professortenorio@uol.com.br

Monte Alto

 

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O VAZAMENTO DE ÓLEO

Essa é a diferença de como pensam os "militares e os coronés". Os primeiros só tornam públicos os segredos efetivamente comprovados como eficazes, os "coronés" vendem os segredos ainda no estágio das alcovas. Já se vendeu o "pé-sal" ainda sem saber no que dará. Afinal, uma mentira a mais ou a menos, não muda nada no país dos coronéis ou "coronés do pudê"!

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

 

 

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DANOS E PREJUÍZOS

O vazamento de óleo na Bacia de Campos e as diversas reações, do público, mídia e autoridades, nos fazem pensar em duas questões que devem ser refletidas. 1) Danos ao ambiente e a ingênua hipocrisia. Devemos entender que a região onde ocorreu o vazamento está localizada no meio do oceano, local onde não há praticamente vida marinha a ser afetada. Apenas grandes peixes oceânicos, tubarões e baleias ocasionalmente poderiam passar pela área, mas o forte cheiro exalado pelo óleo fará com que esses animais evitem essa rota. No entanto, caso uma mancha de óleo atinja alguma área costeira do litoral do Rio de Janeiro, os danos ao ecossistema marinho podem ser consideráveis, pois além dos seres que vivem fixos no substrato marinho, como algas, esponjas e corais, outros pequenos animais, como peixes, crustáceos e moluscos, não conseguiriam fugir da mancha e seriam todos fatalmente afetados. Além disso, os seres humanos e suas atividades recreativas e profissionais (especialmente a pesca) também podem ser prejudicados. Não sejamos ingenuamente hipócritas acusando indiscriminadamente todas as empresas que lidam com petróleo normalmente quem o faz não deixa de colocar gasolina no seu carro ou de usufruir dos diversos produtos petroquímicos. E usando o carro como exemplo, qualquer pessoa que o dirija pode provocar um acidente. A questão é como essa pessoa agirá após o acidente. O mesmo ocorre com as empresas que lidam com o petróleo. Na prospecção e transporte do óleo, acidentes podem acontecer. A questão é como essas empresas agirão para remediar e combater a poluição por óleo de modo a diminuir ao máximo o impacto provocado. Se a Chevron, empresa responsável pelo vazamento, está agindo em desacordo com as normas de responsabilidade e transparência, com certeza merece ser acusada, cobrada e multada. Se oculta fatos e informações às autoridades brasileiras, está tão somente preocupada com os impactos sobre sua imagem e não com os impactos à Natureza. 2) Royalties do petróleo e a divisão dos prejuízos. Os royalties que são pagos aos estados produtores de petróleo nada mais são do que medidas compensatórias pelos riscos potenciais que a atividade representa ao meio ambiente desses estados produtores. Esse acidente é um claro exemplo dos riscos e danos que a prospecção e transporte do óleo representam ao litoral e às praias cariocas ou capixabas. No entanto, diversos estados da federação, que não produzem uma única gota de petróleo e não correm qualquer risco, querem dividir esses royalties. Mas será que querem e podem dividir os prejuízos também?

Marcelo Szpilman instaqua@uol.com.br

Rio de Janeiro

 

 

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PRÉ-SAL

 

O recente acidente com vazamento de petróleo na Bacia de Campos acende um holofote vermelho gigante de alerta para a Petrobrás avaliar e reavaliar a viabilidade da exploração de petróleo em áreas superprofundas. Em caso de emergência toda e qualquer ação dependerá de mini submarinos que suportem a pressão em profundidades que podem atingir 5 mil metros e ter condições de realizar reparos que nescessitem de equipamentos pesados. Um só acidente em um poço do pré-sal sem que seja possível o estancamento do vazamento pode sepultar definitivamente o sonho da exploração comercial da mega jazida. As plataformas da Petrobrás que estão operando atualmente já estão em adiantado estado de corrosão pelo sal, vento e umidade constante e a manutenção corretiva não acompanha o ritmo dos danos podendo a qualquer momento acontecer um acidente mais grave. O pré-sal foi cantado em verso e prosa pelo ex-presidente Lula como o remédio de todos os males do Brasil. A saúde, a educação seriam a prioridade do governo com os lucros do petróleo e o Brasil o novo membro da OPEP, o emergente que da noite para o dia seria o país mais importante do planeta. Cessando os devaneios a realidade mostrou que o petróleo é uma realidade, mas a exploração é um desafio caro, centenas de bilhões de dólares devem ser investidos a curto prazo e um simples acidente em águas profundas pode determinar a paralisação das pesquisas. O "pequeno" acidente com a Chevron talvez sirva como uma lição para se evitar desastres bem maiores.

 

Luiz Ress Erdei gzero@zipmail.com.br

Osasco

 

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SALGADA DEMAIS

Parece que o pré-sal esta predestinado a fazer água. Tanta briga entre os estados para tirar uma lasquinha.Creio que a presidente vai ter de negociar com a ampla base que nessa guerra, que já esta ficando salgada demais!

Maria de Mello nina.7mello@uol.com.br

São Paulo

 

 

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BRASIL PROMISSOR

A nova corrida do ouro no Brasil, já chamada do "pré-sal da mineração" que deve dobrar a produção de 62 toneladas produzidas anualmente em cinco anos, é emblemática. Prova a potencialidade do país rumo ao seu destino de grande potência global, face ainda as suas potencialidades enérgicas, ao seu agronegócio e principalmente ao esforço do trabalhador brasileiro e seus dirigentes empresariais.Resta apenas para alcançarmos esse destino promissor, que eliminemos nossas ainda grandes vulnerabilidades na área da educação e da política, afastando democraticamente via voto, aqueles que desmerecem a confiança de nossa gente.

José de Anchieta Nobre de Almeida josedalmeida@globo.com

Rio de Janeiro

 

 

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GÁS PARA TERMOELÉTRICAS

No Estadão de 23/11, o presidente da Petrobrás, José Sérgio Gabrielli, disse que não terá gás para as novas termoelétricas, pois ele nem sabe a qualidade do gás que vai ser injetado nos poços do pré-sal. Por aí vemos como  vai declinando a capacidade técnica da empresa , hoje botando petistas pelas chaminés das refinarias. Nos próximos anos está prevista uma demanda energética de 24,2 mil megawatts . A metade dessas necessidades seria suprida  pela construção de 34 usinas termoelétricas e o restante pela usina hidrelétrica de Belo Monte no rio  Xingu,  que está  enfrentando  graves problemas, não só por questões ambientais, mas porque a represa da usina vai atingir ocas de índios da região, daqueles que não usam cocar, mas boné da Nike e calças jeans. Assim Belo Monte não sai porque índio não quer e as termoelétricas também não, porque o cacique Gabrielli  nem sabe que gás tem, muito menos se  vai sobrar. Assim , o Brasil é um pais que marcha célere em busca de  seu passado, quando faltava  petróleo, havia muitos apagões e lampiões de querosene. Mas não se preocupem , isso é assunto para  o consultor José Dirceu. Gabrielli que se prepare, vai custar uma nota preta e o Zé costuma mandar a fatura  antes mesmo de começar a consultoria.

João Henrique Rieder rieder@uol.com.br

São Paulo

 

 

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FALTA TRABALHO NO MINISTÉRIO?

Em vez de se preocupar com perfumarias, tais como: proibir estrangeirismos no Ministério do Esporte, abolir as palavras internet, site e release, exigindo 'rede mundial de computadores', 'portal ou sítio' e 'informações para imprensa', Aldo Rebelo deveria se preocupar em como não devastar a Amazônia, como está fazendo ao defender o novo Código Florestal. Marina Silva que o diga.

Conrado de Paulo conrado.paulo@uol.com.br

Bragança Paulista

 

 

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MARINA E O CÓDIGO FLORESTAL

Certamente preocupada em restar segurando o mastro desbastado sem a torpe bandeira do ambientalismo picareta, cuja fonte de energia são ONGs nacionais e internacionais penduradas em tetas pouco limpas, digamos assim, Marina Silva resolve manifestar-se firmemente contrária a estipulações do novo Código Florestal, como se comida brotasse em gôndola, caixinha desse leite e as áreas urbanas já não estivessem transbordando de gente em condições sofríveis… A mesma Marina, paladina da sustentabilidade que não emite sequer um piado, lá do fundinho da goela, sobre a farra da corrupção no governo Dilma, cobrando investigação criteriosa e punição exemplar... A mesma Marina, que demonstrou seu nível de responsabilidade política cinicamente fingindo neutralidade - por si só, no mínimo omissiva - nas eleições presidenciais de 2010, distribuindo 20 milhões de bananas para seu eleitorado, feito de cidadãos (fala sério!?)… É que para os esquerdopatas, bananas ao povo, assim como verdinhas aos companheiros, são coisas de ruralistas e outros direitistas, não é mesmo, Marina?…

Saulo Vieira Tortelli saulo_tortelli@msn.com

São Paulo

 

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'VEGETAÇÃO VIROU PASTO'

Mais próprio seria o título Vegetação natural de campo nativo continua pasto em Áreas de Preservação Permanente. Mesmo beiras derrubadas ha tempos ainda continuam pasto em que pese a legislação oriunda de devaneios desiderativos. A vegetação arbórea pouco influi sobre a erosão das margens. È só visitar, observar, e conhecer, com interesse e sem preconceitos. Alem do mais, como reflorestar milhares de km de faixas ribeirinhas seja de 15 m ou de 30 m? Não ha mão de obra, nem financiamento e nem  justificativa objetiva, precisa e convincente. Quanto tempo gasto e perdido nessa discussão estéril, boa parte financiada pelos contribuintes.

Fernando Penteado Cardoso agrolida@uol.com.br

São Paulo

 

 

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AS ENTIDADES E SEUS MILHÕES DE REAIS

Vivo à espera do dia em que as benesses em dinheiro oferecidas pelo governo nesses últimos dez anos para os sindicatos, ONGs, UNE  e MST  passem a receber  uma investigação mais detalhada sobre a movimentação financeira dessas entidades pois, (sic) nos órgãos de imprensa, o controle é zero. É muita grana percorrendo um caminho desconhecido para chegar não sabemos onde. Acredito que bastaria o exemplo do MST para deixar o Brasil todo de cabelo em pé. O Movimento dos Trabalhadores Rurais e Sem Terra, até 2003, com 124.600 famílias, tinha recebido  dos governos FHC e Lula, 73 milhões de reais. Pasmem senhores: entre 2003 e 2010, com apenas 20.400 famílias, recebeu 282 milhões de reais. Uma queda de 83% de famílias para um aumento de 285% de reais. É muita grana para quem só sabe destruir patrimônios públicos e privados. Os poderes Judiciário e Legislativo precisam acordar e colocar um ponto final nas manobras financeiras  usadas pelo MST e pelas entidades supracitadas que, de acordo com as  informações que temos através da imprensa, não prestam contas de seus gastos. Em especial no caso do MST, o que está fazendo o Ministério do Desenvolvimento Agrário para esclarecer tamanha aberração?

 

Leônidas Marques leo_vr@terra.com.br

Volta Redonda (RJ)

 

 

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SUCATA

Não é de se estranhar a notícia na capa do Estadão esta semana de que as Forças Armadas brasileiras estão sucateadas e que nenhum avião conseguiria decolar de um porta-aviões da Marinha. Já imagino a criação de uma ONG. Que tal Bolsos Armados ou Contas Armadas ?! Pergunta, isso é parte da herança bendita ? Já sobraram os restos do PAC e o "ilibado" ministério, cujo volume de denúncias de corrupção e desmandos, supera e em muito as notícias de mudança, trabalho e ação. Pior que tudo isso, só o marketing da raspagem do cabelo, barba e bigode de Lula I. O que para muitas pessoas é uma sina pesada e desagradável, no caso dele virou promoção. Show de horror e falta de sensibilidade, coisa aliás que ele não tem, não teve e nunca terá. Pra fechar com chave de ouro, só acreditando em Papai Noel para dar credibilidade a algumas figuras do governo. O tal do Lupi, nem se fala, mas o depoimento do vice-presidente financeiro da gloriosa Caixa Econômica sobre a muito mal explicada "compra" do Pan-falido-Americano é estranho e tenta justificar o injustificável. Por que será que o glorioso BB não entrou nesta jogada? Com a palavra o presidente do ...

 

Renato Camargo natuscamargo@yahoo.com.br

São Paulo

 

 

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REGREDINDO...

Sem contar que os equipamentos em operação são velhos, ultrapassados, etc. etc. Os equipamentos do exército ainda são os velhos Urutus e Cascavéis, alguns sendo canibalizados para manter outros. A aeronáutica está aguardando decisão de "importar caças", e se há 10 anos tivéssemos investido na Embraer, com certeza hoje já teríamos caças nacionais. E ficamos nessa demagogia de "importar caças" com tecnologia! Fabricamos automóveis com tecnologia nacional? Uma piada. Essa é política "socialista" da const. de 88, sufocar as Forças Armadas para que seja possível implantar o comunismo. A const. foi "provisória" exatamente por isso. E continuamos "lambendo botas de ditaduras"? Colocando "comunas" como ministro da Defesa, e outros comunas como "assessor"? Daqui um pouco se irá sugerir "estilingues" para as Forças Armadas!

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

 

 

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PIADA DE MAU GOSTO

O Estadão focou o assunto do sucateamento das Forças Armadas brasileiras, fato que não é novo, mas que vem,  propositadamente deixado de lado pelo governo lulopetista. Nosso material bélico é velho, obsoleto, e o que restou não estaria razoavelmente conservado se não fosse a abnegação dos nossos militares. Nossa

Marinha, que chegou a ser um orgulho para o Brasil, já foi a segunda do mundo, ficando atrás apenas da inglesa, mal consegue fazer algum patrulhamento. Vejam o estado em que estão nossas belonaves, uma lástima. Não temos dinheiro disponível nem para mover o nosso porta aviões, que na aparência está muito bem, mas que não tem verba para manobras. Nossos caças da aeronáutica, que já deveriam ter sido substituídos de há muito, estão sendo mantidos na base da antropofagia.   Os veículos do exército, destes nem é bom falar. E esse governinho sem vergonha ainda pretende que o Brasil faça parte do Conselho de Segurança da ONU. Isso é o que chamamos de piada de mau gosto.

 

Carlos E. Barros Rodrigues ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

 

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PROTEÇÃO DIVINA

Enquanto políticos corruptos comandam nosso país sem que sejam molestados por ninguém "enriquecendo", "roubando", "achacando", "desviando" e "superfaturando" com nosso dinheiro que suamos e muito para ganhá-lo "honestamente", palavra esta que não existe no vocabulário dessa "corja maldita", portanto nada significa a eles, as nossas Forças Armadas estão totalmente sucateadas: "A Marinha por exemplo possui um porta-aviões o São Paulo, que não tem condições de fazer decolar um único avião sequer. Temos uma sugestão de uso para esta embarcação, alugá-lo para utilizar como plataforma no Rio de Janeiro na queima de fogos nas festividades de fim de ano". "Os equipamentos do Exercito só podem ser utilizados na ocupação dos morros no Rio de Janeiro, por serrem antigos, velhos e sem proporcionar nenhuma segurança de uso". "A Aeronáutica além de falta de aviões, os poucos que tem são totalmente obsoletos, antigos e ultrapassados fazendo com que tenham que cortar horas de voo dos militares para treinamento. Só há uma maneira de nos protegermos: "Pedir a Deus"!

 

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

 

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POLTRONA

Se o assento no Conselho de Segurança da ONU depender de Forças Armadas, o Brasil terá que alugar um banquinho.

 

A. Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

 

 

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SALÁRIO MÍNIMO

Presidenta Dilma, mãe de todos os brasileiros. Em 2010, ano eleitoral, o salário mínimo cresceu em termos reais, passou de R$ 510,00 para R$ 545,00, mesmo com o PIB negativo. Em 2012, a Sra. poderia usar o mesmo critério que as empresas usam, qual seja, Antecipação salarial e descontar o  que foi dado a mais. A economia daria para dar um reajuste maior na aposentadoria dos que ganham e contribuíram com mais de uma salário mínimo. Entre economia e despesa o orçamento da previdência não seria alterado.Nós aposentados de mais de um salário mínimo logo estaremos na linha da miséria. Miséria que fez parte do seu plano de governo. Como vou educar meus netos falando que o Brasil é um país sério,  se o governo federal não  respeita os direitos dos aposentados?

Carlos Alberto Honfi Honfica@gmail.com.br

São Paulo

 

 

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APOSENTADOS

Ao salário mínimo 14,62%, aos aposentados "a Lei", quem tem amigos assim não precisa de inimigos.

Gustavo Guimarães da Veiga gjgveiga@hotmail.com

São Paulo

 

 

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POBREZA

Desejo cumprimentá-los pela publicação da carta do economista (verdadeiro) Oswaldo Colombo, A Economia sinistra, em resposta a um artigo do economista argentino (este, sim, sinistro) Fabio Giambiagi, que escrevera dias antes artigo no vosso jornal Pobreza versus pobreza extrema. A resposta não poderia ser melhor e de ótima qualificação a julgamento de qualquer economista ou sociólogo que ame seu povo e país e não que seja um vendilhão, um mercador de planos de seguros. Apenas a lamentar que a resposta do verdadeiro economista, não tenha ocupado igual espaço de destaque no caderno de economia, porém serviu, em parte para lavar nossa alma.

Paulo Renato Campana, professor de Desenvolvimento Econômico Unicamp prcampana@gmail.com

Campinas

 

 

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DESCULPA ESFARRAPADA

A ministra do Planejamento alega que o atraso das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) se deve em parte por tratar-se do primeiro - sic - ano do mandato. Não seria o nono ano do PT? Não foram vocês que insistiam na tese da continuidade do governo? Não foi Dilma quem afirmou no seu discurso de posse que "vinha para consolidar a obra do presidente Lula"? Não foi Lula quem disse que ao digitar o número 13, apareceria o rosto de Dilma, mas no fundo era o rosto dele que lá estava? Não é ele a eminência parda deste governo?

 

Luiz Nusbaum lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

 

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PAÍS DOS TAPA-BURACOS

Brasil, paraíso da improvisação gerencial. Programas de Aceleração do Crescimento (PACs) inconsistentes, a médios e curtos prazos irrealizáveis, única e exclusivamente por escandalosa falta de competência administrativa.

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

 

 

 

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OS PACS

O PAC (Programa de Aceleração do Crescimento)... poli... poli... (devagar... devagar... na linguagem swahili-África), mas,  segundo a propaganda, enganosa como sempre, veiculada na TV, para os incautos,anda de vento em popa. Porém o PAC (Programa de Aceleração da Corrupção) está nas alturas, como nunca antes nestche País. É pra dar orgulho ou engulho?

Aparecida Dileide Gaziolla rubishara@uol.com.br

São Bernardo do Campo

 

 

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RECADO PARA A HERDEIRA

Ih, presidenta! Já não bastasse seu "filho dileto" viver emPACado, parece que se avista mais um negro monte de falcatruas mostrando sua ponta em meio ao mato grosso das negociatas... Sem contar com a "ingenuidade e boa-fé" de um "enganado" (me engana que eu gosto, e muito!) Banco Central que, mesmo diante de irregularidades, libera a compra por instituição oficial (Caixa Econômica Federal) de um banco privado fraudado e falido (Silvio Santos vem aí!). E aos seus trabalhadores pobres do País Sem Fome? Vai sobrar "algum" para eles com esse Programa de Afano aos Cofres da pátria amada? Eh, "cumpanherada" insaciável"!  E ainda ha quem acredite que vai haver "faxina"... Só se for no que ainda resta nos bolsos dos honestos. Meu povo, e principalmente nossa juventude que não é de "queimar fuminho", tomem como exemplo o que está ocorrendo no Oriente Médio: fora com a corrupção e com os que a promovem.

Ricardo Hanna ricardohanna@bol.com.br

São Paulo

 

 

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FOSSA DE INTERLAGOS

A reportagem do Metrópole sobre Interlagos sintetiza bem o momento em que vivemos na cidade de São Paulo: pouco trabalho para muito dejeto.

Ricardo Salles salles@endireitabrasil.com.br

São Paulo

 

 

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AUTONOMIA DAS UNIVERSIDADES PÚBLICAS

 

Mais uma vez recorremos às imagens da mídia para lamentar e registrar as transformações que estão ocorrendo no interior das universidades públicas brasileiras: Campus universitário sitiado e ocupado pela tropa de choque, autoridades em nome da "lei" e da "ordem" justificando o uso da força, estudantes, corajosamente rebeldes, denunciando a possibilidade de caos a partir do uso de velhas estratégias de controle da ditadura; docentes e estudantes arbitrariamente sendo presos. Assistimos a tudo isso na mesma semana em que o Brasil comemorava a duplicação do número de matrícula de jovens no Ensino Superior. Essa conquista, porém, vale a pena lembrar, só alcança apenas 14% da população de 18 a 24 anos. A meta do fracassado Plano Nacional de Educação (2000-2010) de atingirmos 30% desta população ficou muito aquém de ser conquistada e a expansão comemorada termina por esconder os verdadeiros motivos que levam os estudantes da USP, melhor instituição de ensino superior da América Latina, e os docentes e estudantes da Universidade Federal de Rondônia a não aceitarem passivamente as decisões arbitrárias de seus gestores e a se posicionarem de forma contundente contra elas. Ao contrário do que a mídia quis mostrar durante e após as semanas que sucederam aos episódios, o aumento do número de jovens matriculados no ensino superior não significa desenvolvimento, pois o Brasil está perdendo em qualidade na formação em Ensino Superior com o crescimento indiscriminado dos setores privados, com o sucateamento e o abandono das Universidades Estaduais de estados como a Bahia, Ceará e o Rio Grande do Norte e com a luta inglória das universidades federais buscando sua ampliação física e de quadro docente para "dar conta" da expansão de vagas via REUNI. Entretanto, o maior prejuízo que podemos contabilizar nesse cenário caótico é o assédio político à autonomia das universidades brasileiras. Tomemos como exemplo as duas instituições de ensino superior citadas anteriormente e que ocuparam recentemente a mídia e as redes sociais: a Universidade de São Paulo (USP) e Universidade Federal de Rondônia (UNIR). Duas instituições tão distintas, em história e em região, mas que enfrentam situações semelhantes de ameaça à sua condição de espaço democrático e de garantia de autonomia. A elite política brasileira nunca tolerou essa condição das universidades públicas brasileiras e sempre a tomou como obstáculo à implantação de suas políticas esquizofrênicas de controle da produção científica brasileira e de profissionalização da liderança produtiva nacional.

Originária da elite paulista derrotada na denominada Revolução Constitucionalista de 1932, a Universidade de São Paulo (USP) foi sempre um baluarte, uma referencia, na luta pela autonomia, pelo respeito as idéias, pela liberdade de expressão e, assim, desempenhou papel preponderante na constituição do pensamento democrático brasileiro. A Universidade Federal de Rondônia não tem o mesmo destaque nacional, mas ocupa um papel relevante  e estratégico na sua região por ser a única instituição pública de Ensino Superior do Estado e ser a melhor conceituada da região Norte do Brasil. Essas duas instituições sofrem agora o mesmo problema: a intervenção da polícia militar e federal em seus campi e o assédio imoral da mídia televisiva, ressuscitando o fantasma da ditadura militar e da repressão. Nesse momento o que está em questão não é se a USP tem maconheiro ou se a UNIR tem arruaceiros, o que está posto em questão é a incapacidade dos gestores das universidades públicas administrarem os conflitos internos e violentarem a autonomia universitária, o princípio do diálogo e da liberdade de expressão. Hoje não é apenas do Rodas, da Tropa de Choque, do Alckmin! Não é somente o uso de drogas! Está em jogo a autonomia universitária, a discussão aberta, democrática e plural da regulamentação do uso de drogas! De qual efetivamente é o papel das polícias! De uma concepção de educação da elite e para as elites! Ou uma educação superior pública de qualidade para todos socialmente referenciada! Da União Nacional dos Estudantes - UNE outrora representante das lutas dos estudantes e da atual cooptada e braço armado do governo federal! O que temos na USP não é somente a morte dos princípios da outrora FFCL, a separação dos Institutos e a reformulação para a atual FFLCH. Esperamos que as autoridades públicas, a sociedade, principalmente ao egrégio conselho superior da Universidade de São Paulo e da UNIR, não resgatem as roupas usadas durante o período da ditadura militar, não esqueçam os princípios que mantiveram a USP viva como exemplo para o Brasil e América Latina, que ouçam os clamores internos e por detrás de seus muros e ousem realizar novas travessias.

 

Reginaldo de Souza Silva reginaldoprof@yahoo.com.br

Salvador

 

 

 

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O MEC E AS VAGAS DE ENSINO SUPERIOR

Felizmente o Ministério da Educação (MEC) saiu do estado de letargia total e deu sinais de vida ao congelar vagas  e divulgar os nomes de 70 instituições de e ensino superior com má avaliação por causa do baixo rendimento no último Índice Geral de Cursos (IGC). Que doravante  o MEC assuma de vez o seu papel insculpido na Constituição Federal. O que não posso aceitar é que órgãos de fiscalização da profissão venham se aproveitar da prostração do Ministério em tela, com a desculpa da proliferação de cursos superiores de baixa, para de olhos gananciosos  no lucro fácil, e nos  bolsos dos egressos dessas instituições,  impor certos exames caça-níqueis,  sem transparência, infestado de pegadinhas

(parque das enganações), extorquindo-os com altas taxas  e reprovação em massa; quanto maior reprovação maior o faturamento, para alimentar uma teia pantanosa, indústrias de cursinhos, livros apostilas, não obstante, impor outrossim, desbragada reserva de mercado,  gerando terror (bullying), fome desemprego, (num país de desempregados) e doenças psicossociais, causando incomensuráveis prejuízos ao país, num flagrante  desrespeito à  Declaração Universal dos Direitos Humanos, notadamente o disposto  no  Artigo XXIII -1 - Toda pessoa tem o direito ao trabalho, à livre escolha de emprego, à justas e favoráveis condições de trabalho e à proteção contra o desemprego. Lembro que a função primordial dos Direitos Humanos é proteger os indivíduos das arbitrariedades, do autoritarismo, da prepotência e dos abusos de poder. A propósito mil vezes os jovens nos bancos das universidades à busca de conhecimentos em buscas de suas qualificações do que nos bancos das praças fumando maconha, crack e outras drogas e praticando  estupros, assaltos etc. O Ministério da Educação - MEC não pode sucumbir. Tem que ter atitude, propósitos, pulso forte  e cumprir o que determina o art. 205 da Constituição, " A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho. É desolador deparar com mercenários arrogantes, num país cujos governantes estão demasiadamente divorciados  da realidade dos  cidadãos e fazem questão de afirmar os seus poderes  recorrendo a todo o tipo de abusos. É escandaloso que se refugiem na aprovação de leis anti-sociais aprovadas por uma maioria absoluta de "rapina" e nos suprimam o direito mais sagrado: a liberdade do exercício profissional, numa afronta ao at. 5º-XIII da Constituição e na Declaração Universal dos  Direitos Humanos. Explicito que os atentados contra os Direitos Humanos terão repercussão nacional e internacional, por serem considerados "bien commun de l'humanité" e crime de lesa humanidade. Por último, a  nossa Justiça que vem da época de D. João VI, foi estruturada para proteger as elites e punir os pobres. E os nossos caros representantes do judiciário fazem isso até hoje. Aliás as "nossas leis são como as serpentes só picam os pés descalços". Senhores governantes ainda há tempo de reconhecer o erro de que continuar errando, virando às costas para os direitos humanos.  E mais uma vez reafirmo: É preciso  habilitar em vez de marginalizar.

Vasco Vasconcelos vasco.vasconcelos@brturbo.com.br

Brasília

 

 

 

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