Cartas - 28/01/2011

KASSAB

, O Estado de S.Paulo

28 Janeiro 2011 | 00h00

Traição e fisiologismo

O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, acha que ao se bandear para o lado dos petistas teria mais chances de se eleger governador do Estado... Só que ele esquece que foi eleito graças ao apoio e ao cacife de José Serra. Se concretizar tal intenção, será visto não só como mal agradecido, mas também como traidor, incoerente e fisiológico. Como já não está fazendo um grande mandato mesmo, agora é que vai perder mais votos. Moral da história: até a criatura de Lula parece ser melhor do que a de Serra. E Serra? Pobre Serra, refém de um partido pífio como oposição - vide a bajulação de Anastasia a Dilma -, cujo braço mineiro o traiu na eleição presidencial de 2010...

JOSÉ EDUARDO ZAMBON ELIAS

zambonelias@estadao.com.br

Marília

 

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Lobo em pele de cordeiro

Kassab foi eleito prefeito pelo DEM, que sempre defendeu a redução da carga tributária e um Estado mais racional, enxuto e menor. Pois bem, uma vez no poder, Kassab aumentou em mais de 100% o IPTU nos últimos três anos e criou mais seis secretarias municipais. Kassab é a pior espécie de político, é lobo em pele de cordeiro. Os políticos de esquerda defendem abertamente aumentos de impostos, estatais ineficientes e a criação de cargos e sinecuras para os seus cupinchas. Agem assim e neles eu não voto. O prefeito mentiu a seus eleitores. Não cumpriu suas principais promessas de campanha e não agiu de acordo com os princípios de seu partido. Agora, Kassab vai para o PMDB. Ao menos uma vez na vida estará sendo coerente. Ficará ao lado de grandes brasileiros, extremamente patriotas, como Sarney, Renan, Cunha, Jucá, Newtão, Jader, Lobão & Cia. bela. Oxalá se sinta em casa, mas nunca mais se eleja, nem para vereador da cidade de São José de Trás dos Montes das Oliveiras.

LEÃO MACHADO NETO

lneto@uol.com.br

São Paulo

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Aumento abusivo

Fiquei perplexo com o aumento abusivo do IPTU que recebi, bem acima da inflação, sem motivo ou justificativa. É mais uma "realização" do lamentável prefeito Kassab. Esse aumento absurdo é um acinte para os paulistanos, ainda mais porque o que recebemos em contrapartida da Prefeitura são ruas esburacadas e mal iluminadas, trânsito caótico, indústria das multas, inundações e insegurança. Nunca votei em Kassab, mas estou sendo duramente punido pelos que o fizeram.

RENATO KHAIR

renatokhair@uol.com.br

São Paulo

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Verdadeira herança maldita

Fim do turno da fome fica para 2012 (26/1, A13). Mais uma promessa de Kassab que é adiada. E na sensível área de educação. Ele faz uma administração desastrosa e o resultado é o sofrimento da população com as enchentes, a continuação do turno da fome, o aumento dos impostos e taxas - IPTU e inspeção veicular -, o asfalto sem manutenção, o trânsito caótico. Quando confrontado com problemas de sua gestão, reage com o cinismo característico da quase totalidade dos administradores públicos, como no dia em que elogiou os piscinões que construiu, em vez de explicar o porquê de tantos alagamentos na zona leste. Kassab é uma herança maldita de Serra e nesses dois não voto nunca mais.

SERGIO LOPES

blackfeet@uol.com.br

São Paulo

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PESQUISA E BUROCRACIA

Inovar é preciso

Muito oportuno o editorial Investir mais em pesquisa (26/1, A3). Há um entrave burocrático para fazer pesquisa e inovação nas universidades públicas, pois a compra de materiais para laboratório segue a mesma legislação para a construção de uma rodovia: licitações, documentações, prazos, etc., todos incompatíveis com a dinâmica e a agilidade necessárias para um real crescimento tecnológico. Há ainda a cultura nativa, que prefere copiar e adaptar o que vem de fora a investir ao longo do tempo e criar seu próprio conhecimento. O pesquisador da universidade deveria conversar com o empresário, mas ainda são mundos distantes, com burocracias pesadas de lado a lado.

ADILSON ROBERTO GONÇALVES, professor da Escola de Engenharia de Lorena - USP

priadi@uol.com.br

Lorena

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INPI X ANVISA

Queda de braço

A decisão da AGU vai custar para toda a sociedade, pois mais processos chegarão aos nossos tribunais, já tão sobrecarregados. Explico: o fato de a Anvisa não ter dado anuência a alguns pedidos de patente concedidos pelo Inpi parece que provocou essa briga, com foco apenas na defesa dos brios do quadro de técnicos do Inpi, todos de alto nível. Não deveria ser assim, o foco devia ser sempre a Lei de Propriedade Industrial brasileira, criada e sancionada segundo diretrizes da Organização Mundial de Propriedade Industrial. Se pesquisarmos as jurisprudências em tribunais de países signatários da OMC que adotam as leis de patentes em medicamentos há muito mais tempo que o Brasil (que tomou sua posição só na Rodada Uruguai, 1986), pode ser constatado que na maioria das contendas as análises jurídicas se baseiam inicialmente nas três premissas básicas de patenteabilidade: novidade, atividade inventiva e aplicação industrial. Conclusão: em futuro próximo teremos esta discussão básica sobre medicamentos que não preenchem os requisitos, nos nossos próprios tribunais, e quem paga a conta é a sociedade.

RICARDO D. DE ALENCAR

ricardodealencar@gmail.com

São Paulo

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USP

Procedimentos

Sobre a nota Sua graça (Direto da Fonte, 18/1), a Assessoria de Imprensa da Reitoria da USP esclarece que foi a secretaria-geral que editou circular para todas as unidades e os órgãos centrais atinentes - em cumprimento ao Decreto n.º 55.588, de 17/3/2010, do governo do Estado - visando a esclarecer os procedimentos a serem adotados a partir de agora por essa secretaria (que faz o registro de diplomas, títulos e certificados da universidade, entre outras atribuições) para atendimento e adequação ao decreto. E não foi ofício circular da diretoria da Faculdade de Direito que garantiu esse direito, como pode dar a entender a nota, já que não compete às unidades legislar a esse respeito para toda a universidade.

ELIETE VIANA

imprensa@usp.br

São Paulo

N. da R. - A nota não diz que a ação tenha sido uma decisão da Faculdade de Direito.

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"Kassab quer ir para o PMDB. E Aécio quando vai sair do armário?"

CELIA H. G. RODRIGUES / AVARÉ, SOBRE OS CONCHAVOS POLÍTICOS

celitar@hotmail.com

"Não bastasse o alto preço de combustíveis, pedágios, IPVA, vem aí a inspeção veicular. Os governos acham que o dinheiro cai do céu?"

VIRGÍLIO MELHADO PASSONI / PRAIA GRANDE, SOBRE A CARGA PESADA PARA OS CONTRIBUINTES

mmpassoni@gmail.com

"De fraude em fraude os corruptos enchem o papo... E os trabalhadores apertam o cinto!"

SILVANO CORRÊA / SÃO PAULO, SOBRE A REALIDADE BRASILEIRA

scorrea@uol.com.br

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TOTAL DE COMENTÁRIOS NO PORTAL: 1.576

TEMA DO DIA

Fim do debate sobre propriedade cruzada

Desenvolvimento tecnológico das mídias teria tornado a discussão obsoleta, acredita o governo

"Concessão única serve para aumentar o poder de pressão sobre os empresários da comunicação."

JOSÉ DE PAULA

"É preciso discutir se a ideia não vai transformar a internet em "concessão" e permitir um controle estatal não desejado."

SÉRGIO BÁRTHOLO

"A censura no Brasil é feita pelos veículos de comunicação e direcionada aos interesses políticos daqueles que os possuem."

EROS JOSÉ ALONSO

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Cartas enviadas ao fórum dos leitores, selecionadas para o estadão.com.br

 

 

 

Político é tudo igual

Kassab, que nada fez de fato por São Paulo, agora quer alterar sua filiação partidária, pois vê o DEM afundar em sua maneira de ser e quer se manter em evidência indo para o partido de maior interesse em se manter no poder, independentemente de quem lá está, sendo PSDB ou o mensaleiro PT de Lulla.

O mais engraçado nesta situação de Kassab - responsável direto pelas enchentes em São Paulo, cidade que nunca esteve tão mal cuidada e maltratada como está atualemte, com todas as vias esburacadas, bocas de lobo entupidas, varrição ineficiente, indústria de multas hipereficiente, parques degradados, iluminação de péssima qualidade, etc. - é que os munícipes que o elegeram nas últimas eleições para prefeito o fizeram para não eleger a Marta. E agora vem esse "senhor vira-casaca" e vai justamente para o PMDB, que é aliado do mensaleiro PT, que abriga Marta!!!

O DEM informa, como citado no Estadão ontem, que irá até as últimas consequências contra Kassab para ter o mandato de volta caso ele resolva de fato mudar de partido. Nada mais justo.

Kassab deveria ser cassado imediatamente por infidelidade partidária e por estar traindo seu mentor ao posto que exerce, José Serra.

Realmente, o que mais poderíamos esperar de uma pessoa que foi secretário do homem público mais ficha-suja do Brasil?

 

BORIS BECKER borisbecker@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

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"Setores" do DEM

 

 

Os tais "setores" do DEM que admitem ir à Justiça se o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, levar adiante a ideia de se transferir para o PMDB devem integrar a estratégia da família Maia para continuar no comando do partido. Ou são fantasmas?

MACMILLER JOSÉ RIBEIRO macmilleribeiro@gmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

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NEFASTO

 

 

 

Tão nefasta é a administração do prefeito Gilbeto Kassab até o presente momento como é sua atitude traiçoeira com os eleitores que lhe confiaram seus votos. Tratado como novo aliado de Dilma Rousseff, o prefeito Kassab deverá enfrentar uma batalha jurídica para manter o mandato se trocar o DEM pelo PMDB. Se isso ocorrer, o DEM não tem nada a perder e o PMDB terá mais um na equipe de Sarney, Barbalho, Renan, Collor, Jucá, Temer, etc. Só resta aos cidadãos sérios observar bem essa atitude deselegante de um político que ficará bem marcado pelos eleitores.

 

 

BENONE AUGUSTO DE PAIVA benonepaiva@yahoo.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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O infame turno da fome

 

A manutenção do escandaloso "turno da fome" pelo prefeito Gilberto Kassab nas escolas públicas de São Paulo é fato político que tem repercussão jurídica, posto violar agressivamente os direitos humanos e, de modo especial, as disposições tutelares do Estatuto da Criança e do Adolescente, de modo que o Ministério Público Estadual não pode mais adiar a promoção do necessário para que esse assunto não fique indefinidamente sob o poder discricionário do administrador da cidade, que, certamente, dispõe de recursos para extinguir essa exdruxularia, nascida provisória e conservada como perpétua.

 

 

AMADEU ROBERTO GARRIDO DE PAULA amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

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Armadilha

 

 

Na capital de São Paulo há algo grave ocorrendo de maneira reiterada. Trata-se de reiterados insultos ao atual prefeito. Pelo jeito, a oposição quer, a todo custo, fabricar um mártir. Cabe ao alcaide estar prevenido para não cair na armadilha.

 

 

VALDEIR CELESTINO DE OLIVEIRA vcelestinodeoliveira@yahoo.com

Cotia

 

 

 

 

 

 

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MEDALHA 25 DE JANEIRO

 

 

 

Como faço todos os dias, lendo as cartas do Fórum dos Leitores de ontem observei que muitos elogiaram, outros criticaram o ex-vice-presidente José Alencar por ter recebido a Medalha 25 de Janeiro. Na minha opinião, pela postura que ele teve durante os oito anos em que foi vice-presidente e pelo exemplo que nos dá de luta contra a enfermidade que já o persegue há anos, José Alencar merecia não só a Medalha 25 de Janeiro, como todas as medalhas do mundo.

 

 

 

VIRGÍLIO MELHADO PASSONI mmpassoni@gmail.com

Praia Grande

 

 

 

 

 

 

 

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Ligação muito perigosa

 

 

 

Com Dilma visitando Kassab, ficou a impressão de uma ligação perigosa entre PT e PSDB, que vamos ter nas próximas eleições. Será uma imitação da eleição de 1950, cuja música de campanha era: "É PTB, é PSP, os dois tando juntos nós vamos vencer." Desta feita será: É PT, é PSDB, como "companhero nóis vamo vencê."

 

 

 

MÁRIO LOPOMO mlopomo@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

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Tem que comemorar

 

 

 

O paulistano comemorou na terça-feira o 457.º aniversário da cidade porque no próximo, o 458.º, vão aumentar a insegurança, o trânsito, as inundações, a sujeira nas ruas, as pichações nos prédios, as ocupações clandestinas, a poluição no ar, os pedintes nas esquinas, os motoqueiros mortos, os radares nas avenidas, o caos nos transportes públicos e a incompetência dos políticos.

 

 

VICTOR GERMANO PEREIRA victorgermano@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

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São Paulo de minha mocidade

 

 

 

No final da década de 50 eu morava em São Paulo e era office-boy, como eram chamados aos garotos de 14 a 17 anos que trabalhavam em escritórios fazendo serviços de rua. Morava no Bairro de Santana e tenho saudades daquela fase de minha vida, não só pela juventude, mas também pelo que era São Paulo, a terra da garoa. Inúmeras vezes após o jantar eu subia num bonde na Rua Voluntários da Pátria para descer no Largo de São Bento, seguir até a Praça Clóvis Bevilácqua, onde havia dois cinemas. Nesses eu assistia a filmes até as 23 horas e depois descia sozinho pelas ruas tranquilas em direção ao mesmo ponto e apanhar o último bonde, voltando para casa. Jamais corri riscos e hoje a mesma praça, que deve ter sido engolida pela da Sé e obras para sua estação do Metrô, ela e toda a região estão lotadas de vagabundos, bêbados, drogados e ladrões, onde se você não ficar esperto roubam até sua roupa. Morei quase 30 anos em São Paulo e, aposentado, voltei para o interior, mas não abdiquei dessa metrópole que fascina , apesar de todos os seus problemas, como enchentes que antes havia por onde escoar suas águas sem causar tanto estrago, segurança, sujeira e todos os problemas causados mais por administradores incompetentes que pela natureza. Uma cidade onde não havia uma só favela, no máximo, alguns locais chamados de cortiços. Ela me encanta até hoje com seu charme de cidade cosmopolita que nunca dorme e a qualquer hora da noite o que você procurar acha. Essa condição faz com que eu periodicamente volte lá, onde mantenho uma residência.

 

 

LAÉRCIO ZANINI arsene@uol.com.br

Garça

 

 

 

 

 

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Reurbanização da Favela Real Parque

 

 

40 perguntas que circulam pelo Real Parque, há dois meses, que deveriam ser respondidas pela Sehab-PMSP:

1. Por que o novo projeto de reurbanização, ora em andamento, nunca foi discutido com a Sarp e com os moradores do bairro?

2. Por que o antigo projeto, conhecido de todos, foi abandonado?

3. Por que o novo projeto foi ampliado para áreas fora da favela?

4. Por que o projeto não utilizou áreas do Estado? Da Emae?

5. O projeto enquadra-se dentro da Operação Urbana Faria Lima?

6. Ou da Operação Urbana Água Espraiada?

7. Ou em nenhuma delas?

8. De onde vêm os recursos?

9. De alguma dessas operações urbanas?

10. A favela do Real Parque está dentro de uma dessas operações (Faria Lima ou Água Espraiada)?

11. A favela do Real Parque está numa Zeis?

12. O que é uma Zeis?

13. O que pode ser feito numa Zeis?

14. Os terrenos adquiridos de particulares (na Barão de Castro Lima) podem ser utilizados para o projeto?

15. O que diz a Lei das Comunidades Protegidas?

16. Como pode ser aplicada neste projeto?

17. Por que não foi previsto estacionamento dentro desses oito condomínios?

18. Está previsto estacionamento a 45° nas Ruas Barão de Castro Lima, Conde de Itaguai, Cezar Vallejo e Paulo Bourroul?

19. Essas ruas serão alargadas para permitir esse estacionamento?

20. O que será feito para disciplinar o estacionamento nas ruas?

21. Foi feito algum projeto de impacto ambiental?

22. Foi feito algum projeto de impacto no trânsito do bairro?

23. Foi feito projeto para saneamento (captação de esgoto) para os 1.135 apartamentos?

24. Foi feito projeto para abastecimento de água, gás e energia elétrica para os 1.135 apartamentos?

25. Qual a garantia de que o projeto será concluído in totum nos próximos dois anos?

26. Qual a garantia que a favela será totalmente removida?

27. Qual a garantia de que outras pessoas não voltarão a invadir áreas públicas e privadas em volta do projeto?

28. Qual a garantia de que a Prefeitura vai manter a ordem e conservar as áreas verdes previstas?

29. Por que o terreno com o bosque de eucaliptos (na esquina da Castro Lima com a Itaguai) não foi incorporado ao projeto?

30. Quando será construída a creche na esquina da Castro Lima com a Conde de Itaguai?

31. Por que não foi prevista a construção de um posto policial, antiga reivindicação do bairro?

32. Está prevista uma saída para a Marginal do Pinheiros pela Rua Cezar Vallejo? Quando será feita?

33. Como serão administrados os condomínios? A Prefeitura vai colaborar nessa administração?

34. Quanto, e de que forma, os moradores vão pagar pelos apartamentos? Quem tem direito a eles?

35. Como e quando será feita a reforma dos velhos Cingapuras?

36. Por que o Cingapura não deu certo? Por que o novo projeto é melhor?

37. Qual a garantia de que os novos condomínios não se deteriorarão como os Cingapuras?

38. O que são e que tipo de comércio será permitido nos "boxes comerciais"?

39. Onde serão instalados e como serão fiscalizados esses "boxes comerciais"?

40. O que será feito para acabar com o comércio de drogas ilegais?

 

 

LUIZ EDUARDO MAGALHÃES lemaga@gmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Estamos fritos, paulistas!

 

 

 

Lamentável constatar que o governador Alckmin resolveu seguir o modelo lulo-petista de governar. Porque Lula incentivou - impunemente - em suas duas gestões a contratação de milhares sem concurso, aparelhando assim a máquina do Estado, não quer dizer que Alckmin esteja liberado moralmente para contratar seu conterrâneo que já foi condenado por praticar o mesmíssimo esquema. Afirmar que ele é honesto e que ainda cabe recurso é repetir o mesmo discurso odioso do ex-presidente, de que todos são inocentes até "trânsito em julgado"... Como se a ética de uma pessoa fosse determinada por esse recurso. Estamos fritos aqui na cidade de São Paulo também, pois Kassab, bandeando-se para o PMDB, se alia à Dilma e põe em risco o maior bastião antipetista da Nação. E Alckmin resolve nivelar por baixo o seu estilo de governar. O que só comprova a suspeita que muitos de nós já tinhamos de que já há algum tempo não existe verdadeira oposição, o que existe é uma grande composição adrede combinada, a nos transformar todos em palhaços!

 

 

MARA MONTEZUMA ASSAF montezuma.fassa@gmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Alckmin não é iniciante

 

 

Se fosse marinheiro de primeira viagem, poderíamos dizer que o governador Alckmin se enganou ao nomear José Bernardo Ortiz, condenado por improbidade administrativa em dez processos. Escolher Jorge Pagura para secretário dos Esportes foi outro erro grave, já que Pagura saiu do governo Pitta também respondendo a processos. E tem mais. Deixar que o deputado Chalita, que se declarou inimigo do PSDB, volte a reinar no Palácio dos Bandeirantes é demais. Ou o governador Alckmin é um inocente chuchu, ou está se mostrando suspeito ao se envolver com pessoas que não têm o perfil que ele demonstrou ter na campanha eleitoral. Voltar atrás é sinal de inteligência, permanecer no erro é burrice ou cumplicidade! Esperemos!

 

 

BEATRIZ CAMPOS beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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ALEGAÇÕES DE ORTIZ

 

 

 

Lastimáveis, sob o ponto de vista da moralidade administrativa, as alegações do sr. José Bernardo Ortiz, nomeado para dirigir a FDE (com orçamento de R$ 3,5 bilhões). O voto não confere carta branca ao administrador, a quem compete absoluta obediência à Constituição federal, que exige o concurso público para garantir o princípio da isonomia e o sistema de mérito. O Ministério Público está comprometido com o voto, pois tem o dever de defender o regime democrático, devendo intervir sempre que um agente público, de qualquer nível ou hierarquia, segundo critérios próprios, se arvore em constituinte a fim de desrespeitar a Carta da República.

 

 

 

NILO SPINOLA SALGADO FILHO, procurador de Justiça, e TIAGO CINTRA ESSADO, promotor de Justiça josepacola@mp.sp.gov.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Rodoanel

 

 

 

O trecho norte do Rodoanel jamais pode passar pelo perímetro urbano da capital. Seria temeridade um planejamento nesses moldes, cortando parte da cidade densamente populosa, com transtornos viários. Sem dúvida nem delongas, mais prudente será o traçado definitivo atingir Mairiporã e outros municípios vizinhos, livrando a população tranquila da região norte e da Cantareira do emaranhado trânsito que possa advir com um empreendimento desse porte, prejudicando os que nela habitam. Isso sem levar em conta a desvalorização de imóveis ali localizados. É hora de nossas autoridades repensarem o projeto mais viável e baterem já o martelo, resolvendo a questão, saindo desse impasse e atendendo aos apelos de moradores e proprietários.

 

 

JOÃO ROCHAEL jrochael@ibest.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Aécio e Serra, novos caminhos

 

 

 

Não concordo com a leitora sra. M. Carmem del Bel T. Goulart ("Novo companheiro", 27/1) sobre a oposição mineira. José Serra teve a sua oportunidade, não soube fazer oposição. Ele procurou caminhos pouco convencionais e fez uma campanha com propostas esdrúxulas. Quis ser igual ao Lula e ao PT. Isso é saber fazer oposição? Moro em Belo Horizonte e vi o esforço de Aécio Neves em favor de Serra. De terceiro lugar no primeiro turno, ele terminou a eleição aqui em primeiro. Acho que Minas e São Paulo podem andar juntos. Só que está na hora de todos aprenderem com as derrotas, é preciso reavaliar e buscar novos caminhos. Agindo assim, todos perdem, a busca pelo poder não pode ser uma obsessão pessoal, e sim um processo de construção coletiva. Isso é que precisa ser entendido.

 

 

 

SCHEILA CABRAL DA SILVA cabral.scheila@gmail.com

Belo Horizonte

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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RECHAÇO

 

 

Os mineiros do PSDB só estão penssando em benefício próprio. Alguém se lembra de como foi a oposição ao governo Lula durante a presidência de Sérgio Guerra?

 

 

JOÃO CARLOS BRAGA JR. cuquineto@gmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

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COMUNISMO E CAPITALISMO

 

 

 

O filho de Luiz Carlos Prestes, o ícone do comunismo tupiniquim, é acusado de desvio de R$ 1 milhão de verbas repassadas ao Bolshoi (no Brasil), situado em Joinville (SC).

Quem "bailou" foi a verba nacional brasileira e nosso bom patrício comunista encheu sua conta bancária em regime capitalista. Assim é bom, não?

 

 

JOSÉ PIACSEK NETO bubapiacsek@yahoo.com.br

Avanhandava

 

 

 

 

 

 

 

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Reunião planaltina

 

 

 

Acredite ou não. Vi uma foto de Gilberto Carvalho, o motorista do carro forte de José Dirceu, dirigindo uma reunião no Palácio do Planalto. Só na republiqueta de Macunaíma... Chegamos ao fundo do poço ou tem mais?

 

 

HUMBERTO DE LUNA FREIRE FILHO hlffilho@gmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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MINISTÉRIOS

 

 

 

Esclarecendo a dúvida da leitora (26/1): o Ministério da Pesca é um cabide de empregos para "vender o peixe" do governo.

 

 

A. FERNANDES standyball@hotmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Ministério da Pesca

 

 

Que tal convidar a ministra para a próxima enchente do Rio Tietê?

 

 

 

ROBERT HALLER robelisa@click21.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

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Reforma tributária precisa desonerar setor produtivo

 

 

Os parlamentares que vão assumir seus mandatos a partir de 1° de fevereiro

no Congresso Nacional terão um sem número de tarefas à cumprir nos próximos

quatro anos e uma das prioridades, sem dúvida, será a reforma tributária.

A questão ganhou consenso dentro e fora dos governos, entre os partidos,

governadores, prefeitos, deputados e senadores. Também já foi

exaustivamente debatida na sociedade e tem que trazer no seu bojo, a

desoneração dos setores produtivos. Essa é a premissa que deve nortear os

trabalhos pela reforma.

A presidenta Dilma Roussef se mostra muito disposta e já tratou do tema na

primeira reunião que teve com os ministros Guido Mantega (Fazenda),

Fernando Pimentel (Desenvolvimento), Miriam Belchior (Planejamento) e

Antônio Palocci (Casa Civil).

O presidente da Câmara dos Deputados, Marcos Maia (PT-RS), candidato à

reeleição, também a coloca como prioridade na legislatura que começa em

fevereiro. Os mesmos ventos sopram a favor no Senado Federal. Reforma

Tributária, portanto, é consenso e urgente.

Uma reforma para valer, no entanto, deve trazer medidas como a unificação

do ICMS, a redução de impostos sobre investimentos e desoneração da folha

de pagamento, fundamentais para os tempos do pleno emprego, do crescimento

de 5% do PIB e dos salários dos trabalhadores, e para o país que almeja a

quinta economia do mundo na década.

São as mudanças que todos esperam ver aprovadas pelo Congresso Nacional.

São importantes e as constatei na condição de pequeno empresário, de 1995 a

2000, na minha cidade, em Cruzeiro do Oeste; como prefeito no contato

diário com agricultores, comerciantes e empresários; e durante a campanha

eleitoral, quando visitei empresas, sindicatos e cooperativas por todo o

Paraná.

Mais que incentivos, os setores produtivos esperam a desburocratização e

simplificação do sistema fiscal, menos alíquotas de impostos e maior

unificação nas regras federais e estaduais. Na exportação, por exemplo, são

mais de 100 formulários e mil questões a preencher para 16 órgãos

administrativos.

Os empresários do Paraná, reunidos na federação das indústrias e nas

cooperativas agroindustriais, defendem a redução e redistribuição da carga

tributária, diminuição do número de tributos e contribuições, a implantação

do IVA Federal, substituindo o IPI, ICMS, ISS, PIS e o Confins. A reforma

tributária, para eles, deve contemplar a desoneração de investimentos e das

exportações.

Para os empresários, a reorganização do sistema fiscal pode criar fontes

para um novo modelo de financiamento de longo prazo, o que vai contribuir

de forma significativa para a sustentação do crescimento na próxima década.

Nas conversas que tive com representantes das cooperativas agrícolas fiquei

convencido que desonerar os setores produtivos passa a ser uma necessidade

premente para garantir a competitividade dos produtos e serviços nacionais,

não só na disputa dos mercados externos, mas, também, no abastecimento do

mercado interno frente às importações.

Além disso, uma reforma bem planejada poderá proporcionar aos estados os

recursos que ainda não estão disponíveis para a realização de obras, tão

necessárias quanto urgentes, de infraestrutura e logística. Ao mesmo tempo,

abre perspectivas para de planos regionais de desenvolvimento articulados

entre o Estado, iniciativa privada e outros setores interessados da

sociedade.

Todos são unânimes também na defesa que o novo projeto fiscal deve

contemplar ainda um setor forte de fiscalização já que a sonegação é uma

forma de concorrência desleal e predatória.

Em suma, a reforma tributária deve tornar o sistema de arrecadação mais

simples e, ao mesmo tempo, mais fácil de ser entendido por todos. E a favor

está o fato de que todos os setores da sociedade estão mais maduros para

aceitar um bom projeto nessa direção.

E o Paraná, no meu entender, tem que estar atento e articulado para que os

principais segmentos do Estado possam participar e contribuir na construção

desta reforma. O mesmo vale aos municípios para as questões relativas à

divisão dos tributos na federação.

 

 

 

ZECA DIRCEU, deputado federal (PT-PR) zecadirceu@hotmail.com

Cruzeiro do Oeste (PR)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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NOSSOS PARLAMENTOS

 

 

 

Nossos parlamentos (federais, estaduais e municipais) são vergonhosos. Muito dinheiro é gasto para pouca produção efetiva. Deputados e vereadores, que deveriam servir ao povo, servem-se dele para viver uma vida de mordomias e regalias. Os culpados somos nós, que aceitamos passivamente tudo sem nunca reclamar. Conclamo todos a assumirmos um estado de luta contra tudo isso. Vamo-nos mobilizar para extinção de regalias e mordomias, seja no Congresso, nas Assembleias legislativas ou nas Câmaras Municipais. Muitos rescursos que poderiam ser investidos em saúde, segurança e educação - ou seja, com o cidadão - são disperdiçados para manter uma multidão de individuos inócuos. Sei que existem bons parlamentares, mas, infelizmente, são a minoria. Se a vida parlamentar se tornar um local de trabalho árduo, digno, como num sacerdócio, acredito, atrairemos para esses cargos quem tem vocação para o trabalho e teremos um Poder Legislativo que efetivamente contribuirá para o progresso e desenvolvimento de nosso país.

 

 

 

 

JOÃO MARCOS FERNANDES jmf.dentista@bol.com.br

Jandira

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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AINDA O CREATIVE COMMONS

 

 

 

 

Aqui vai meu aplauso à ministra Ana de Holanda pela retirada da licença

do Creative Commons do site do MinC. Ao mesmo tempo, não entendo a

surpresa ou a polêmica criada em cima de atitude tão equilibrada e de

bom senso, pois aos autores é garantido por nossa lei, brasileira, o

direito de licenciar ou não suas obras. Por que dar a uma entidade

estrangeira tal direito? O que deveria ter sido de espantar foi a

inclusão dessa licença na gestão anterior. Bola dentro da ministra. Tem

meu total apoio.

 

 

 

CARLOS LYRA www.carloslyra.com

Rio de Janeiro

 

 

 

 

 

 

 

 

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VANGUARDA DO ATRASO

 

 

Todo o meu apoio à ministra Ana de Hollanda! Gostaria que alguém me explicasse por que cargas d'água o Creative Commons (licença norte-americana privada, patrocinada, entre outros, pelo Google - que contribuiu com a módica quantia de US$ 30 milhões!) foi parar num site governamental de um distante país da América do Sul - que, por acaso, também faz a mais valorizada música do mundo no momento. Porque saiu de lá, isso eu entendo...

O direito autoral é uma conquista moderna, que data do início do século 20. Até então, como dizia o grande Donga (para ficarmos só na música), samba era que nem passarinho, de quem pegasse primeiro. Hoje a Constituição brasileira diz que a "obra do espírito" é direito inalienável do autor.

Moderno é o autor ter autonomia para decidir quanto vale o seu trabalho. O resto é a vanguarda do atraso.

 

 

JOYCE MORENO feminina.rio@globo.com

Rio de Janeiro

 

 

 

 

 

 

 

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Vexame

 

 

O Corinthians deu vexame e decepcionou sua torcida ao empatar em 0 x 0 com o frágil Tolima, da Colômbia, em pleno Pacaembu. Até hoje, nenhum clube brasileiro foi eliminado na pré-Libertadores, o que seria uma grande vergonha para o nosso futebol. Curioso também é o linguajar empolado e incompreensível do técnico corintiano, Tite, que lembra o malfadado Sebastião Lazzaroni, da Copa de 90. O mínimo que se espera de um treinador profissional é que saiba se expressar de forma simples, clara e direta. Pobre Corinthians!

 

 

 

RENATO KHAIR renatokhair@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

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CORÍNTHIANS

 

 

Criaram tanta expectativa antes do jogo do Timão que na hora H os jogadores tremeram diante de um timinho.

 

 

 

SERGIO S. DE OLIVEIRA ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas ( MG)

 

 

 

 

 

 

 

 

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Até quando?

 

 

 

No ano passado, a pretexto de priorizar a Libertadores, o Corinthians "comemorou" o seu centenário sem conseguir nenhum título. Este ano, capenga no torneio regional e começa mal a pré-Libertadores. Até quando a torcida corintiana vai tolerar as seguidas atuações medíocres do time?

 

 

 

ODILON OTÁVIO DOS SANTOS

Marília

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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FAZER O QUÊ?

 

 

 

É, Timão...Triste sina. No Paulistão, uma vitória e dois empates, se continuar com esse péssimo futebol pode até terminar invicto e não ganhar NADA. Até quando o corintiano vai conviver com a incompetência de uma diretoria que só promete e pouco faz? O consolo é que os rivais também não estão bem? Sem recursos fica difícil, gastaram errado e agora fazer o quê?

 

 

 

LUIZ DIAS lfd.silva@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Camisa

 

 

Agora vai: o Corinthians com outra nova camisa e sustentável, ninguém segura!

 

 

 

EDUARDO AUGUSTO DE CAMPOS PIRES eacpires@terra.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

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CADÊ A TV NA COPA SÃO PAULO?

 

 

 

Nenhuma TV aberta exibiu a final da Copa São Paulo de Futebol Júnior. Se não pela importância de reportar aos 200 milhões de afeiçoados do futebol no Brasil a final de um torneio sempre revelador dos craques do futuro, esperava-se que pelo menos uma delas honrasse o ponto alto do aniversário da sempre tão mimada cidade de São Paulo e mostrasse a festa do Pacaembu. À imprensa escrita cabe agora fazer uma análise de jogadores que mais se sobressaíram nesse campeonato vital para o futuro do futebol brasileiro. Quem acredita que o Brasil vai ser campeão em 2014 sem revelar os craques de técnica e garra que teve de sobra nos cinco títulos conquistados vai quebrar a cara. Tem gente na Europa dizendo que o futebol brasileiro acabou.

 

 

 

APÓLLO NATALI infinitycybercafe@gmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

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Futebol Ltda.

 

 

 

 

Às vezes me pergunto por que nenhum líder de torcida organizada não indaga da contradição entre a falta de recursos financeiros dos clubes brasileiros para "segurar" revelações e jogadores de futebol em plena forma física e técnica e a repatriação de atletas renomados, com contratos milionários e altíssimos salários, mas com a carreira em franco declínio. Estamos vivenciando uma nova, intencional e tendenciosa era no mundo do nosso futebol. Parece que a cada dia os dirigentes dos nossos clubes estão cada vez mais dispostos, amparados pela ilusão do nosso torcedor, a competir pelo troféu de maior arrecadador de dinheiro com planos de marketing como estes, esquecendo-se definitivamente da simplicidade e da magia do espetáculo criado por Charles Miller.

 

 

 

 

FILIPE LUIZ RIBEIRO SOUSA filipelrsousa@yahoo.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Marca registrada

 

 

 

 

O jogador de futebol brasileiro tem duas marcas a que ele

não resiste: o brinco de brilhante e a famosa cuspida.

Já imaginaram o Federer cuspindo na quadra? Ou um jogador numa partida

de vôlei? Ou um médico cuspindo na sala de cirurgia? Afinal,

o campo é um local de trabalho.

 

 

 

 

IVAN BERTAZZO bertazzo@nusa.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Berlusconi

 

 

 

Incrível como um elemento do caráter de Berlusconi ainda continua governando um país do porte da Itália.

É mais que evidente que ele adora se meter com menininhas em suas festinhas de orgias sexuais.

Por bem menos muitos governantes foram tirados do poder mundo afora.

Está na hora de os parlamentares italianos mostrarem que ainda continuam vivos!

 

 

 

 

HABIB SAGUIAH NETO - Aposentado saguiah@mtznet.com.br

Marataízes (ES)

 

 

 

 

 

 

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SARNEY PRESIDENTE

 

 

 

 

No Egito, Hosni Mubarak.

No Iémen, Ali Abdullah.

Na Tunísia, Ben Ali.

Na Venezuela, Hugo Palhaço.

No Senado brasileiro, Sarney... aquele.

Será que manifestações dos países árabes poderão também no Brasil afastar os ditadores?

 

 

 

NÉLIO ALVES GOEMS - raytomonelio@hotmail.com

Curitiba

 

 

 

 

 

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Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto

 

 

 

Dispensa palavras.

http://youtu.be/brSQXmR-rXU

http://www.youtube.com/watch?v=EyNIn8dvw08

 

 

 

LUIZ NUSBAUM lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

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IN MEMORIAM

 

 

 

 

 

É com grande pesar que eu lamento o falecimento do excelentíssimo sr. desembargador Antonio Carlos Viana Santos. Estive conversando com ele no último dia do ano. Fiquei sabendo da notícia pela imprensa.

Quando ele tomou posse na presidência da Associação Paulista de Magistrados (Apamagis), há dez anos, escrevi a sua rica biografia

no Jornal da Manhã e recebi no ano passado o convite oficial para sua posse no dia 5 de fevereiro na presidência do egrégio Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. O ato solene realizou-se no salão nobre da Sala São Paulo, no Palácio Júlio Prestes. Com a presença das mais altas autoridades do meio jurídico, social e político do País. Lá estiveram o desembargador Arthur Roberto de Abreu Oliveira, o ministro Claudio Ferraz de Alvarenga, o governador José Serra, o prefeito Gilberto Kassab, o ministro, Enrique Ricardo Lewandowski e demais autoridades...

O Poder Judiciário paulista perdeu um dos maiores magistrados do Brasil, que vai fazer muita falta aos seus amigos juízes, advogados e funcionários daquela corte, tão importante do País. A cerimônia de despedida, no Salão Nobre dos Passos Perdidos, contou com a presença do presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Cezar Peluso. O cortejo foi levado pela guarda de honra da Polícia Militar. Acompanhado de muitas coroas de flores ornamentando o seu caixão no carro aberto do Corpo Bombeiros, homenageado com honras militares. Envio votos de solidariedade a todos os seus familiares e aos magistrados que fazem parte desse tribunal, dos mais importantes da América Latina. Último adeus, a minha homenagem.

 

 

 

FERNANDO GIRÃO girao.reporter@gmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

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