Cartas-28/07/2010

FICHA LIMPA

, O Estado de S.Paulo

28 Julho 2010 | 00h00

Constitucionalidade

A matéria Empurrando com a barriga para o colo do Judiciário (27/7, A8) aborda o delicado tema da constitucionalidade da Lei da Ficha Limpa, mostrando que a bomba agora está no colo do STF. Todavia, tendo em conta tratar-se de lei de iniciativa popular, que pode encontrar no § único do artigo 1.º da própria Constituição ("todo poder emana do povo...") um aliado importante, tudo indica que não é só a opinião pública que estará sendo frustrada caso a lei em questão seja julgada uma afronta à Constituição.

José Elias Laier jelaier@sc.usp.br

São Carlos

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VONTADE POPULAR

A sociedade brasileira espera de nossa Corte Suprema de Justiça patriotismo e independência, cumprindo a Lei da Ficha Limpa, que é a vontade popular, não liberando políticos com ficha suja nas próximas eleições.

Antonio de Souza D"agrella antoniodagrella@yahoo.com.br

São Paulo

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PREVIDÊNCIA SOCIAL

Depois da eleição

O ministro da Previdência Social, Carlos Eduardo Gabas, prestou um grande serviço à Nação e aos eleitores ao dizer que pretende dar fim às pensões herdadas (sic), que beneficiam cerca de 3,4 milhões de cônjuges de trabalhadores falecidos, principalmente mulheres, além do corte de outros benefícios previdenciários. Motivos: o bom desempenho da economia brasileira (!) e a proximidade de um novo governo. O arrocho previdenciário será apresentado ao presidente Lula em dezembro. Também após a passagem das eleições, diz o ministro que o novo governo (não põe em dúvida que será a continuidade do atual) lutará contra a PEC que extingue a contribuição dos inativos. A demagogia eleitoral tornou-se clara como a luz solar a reverberar sobre um cristal polido.

Amadeu R. Garrrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

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MST

Fio do bigode

Dilma Rousseff assegura que, vencendo as eleições, fará as invasões de terras diminuírem, mesmo com a promessa de João Pedro Stédile, líder do MST, de promover um "abril vermelho permanente" caso a petista se torne presidente. E eu me pergunto: será que as palavras de Dilma têm o mesmo valor que sua rubrica, quando entregou seu projeto de governo sem ler, no qual constava o fim da propriedade privada? Será que os agricultores de nosso país, muitos dos quais ainda acreditam que o fio do bigode vale mais que a palavra, acreditariam em alguém que assina sem ler?

Peter Cazale pcazale@uol.com.br

São Paulo

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GREVE DOS PROFESSORES

Na Bahia

Gostaria de ver algum comentário do clone do Lulla a respeito da greve dos professores na Bahia, da mesma forma que fez na greve de São Paulo, já que o governo lá é petista. Será que, como tudo no PT, vão ser dois pesos e duas medidas? Lá pode e aqui não pode?

Roberto Bottini robertobottini@uol.com.br

Mogi das Cruzes

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ESTRADAS PAULISTAS

Reformas

O preço da falta de infraestrutura no País - sem aeroportos, ferrovias e portos - faz toda a produção de São Paulo, e do Brasil, escoar pelas estradas vicinais paulistas rumo ao Porto de Santos para fugir das péssimas condições das rodovias federais. E o TCE sugere que as estradas resistem menos ao tempo. Isso é que é não conhecer a realidade...

Valdeir Celestino de Oliveira vcelestinodeoliveira@yahoo.com

Cotia

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ÉPOCA ELEITORAL

O TCE paulista juntou-se à turma que pretende denegrir a imagem das estradas estaduais em época de eleição. É a única explicação para que uma auditoria feita em 67 estradas (das quais 70% apresentaram problemas) ganhar tanto destaque, como se houvesse problema nas 1.160 vicinais do Estado de São Paulo.

Klaus Benvenuto klausbenvenuto@gmail.com

Santo André

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FÓRMULA 1

Ferrari e Massa

Não sou aficionado da F-1, mas gosto de saber que um compatriota venceu ou está em boa posição. Entretanto, não é a F-1 um esporte coletivo? Que mal há em um piloto dar passagem a outro, se ambos buscam o mesmo objetivo, a vitória de sua equipe? Como torcedor brasileiro não me alegro, mas como desportista não vejo mal algum. Acho que o grupo prevalece sobre o individuo. Quanto chororô por nada.

Max Guimer S. Toledo maxguimer@uol.com.br

Guarulhos

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ESPÍRITO DE EQUIPE

Gosto do Felipe Massa como pessoa e como piloto e acho injustas as críticas que estão sendo feitas na base da emoção e esquecendo a lógica. Todas as equipes correm para ganhar. Algumas, quando seus dois pilotos estão no topo com poucos pontos de diferença entre si, podem dar-se ao luxo de permitir a competição e a briga pelo primeiro lugar. Nesta última corrida era evidente que a Ferrari teria de favorecer Alonso, o único dos dois com chances matemáticas de disputar o título, lembrando que este não tem só valor simbólico, mas representa muito dinheiro em promoção e propaganda da linha comercial da Ferrari. Massa, que recebeu todo o carinho e apoio após o acidente do ano passado, demonstrou seriedade e espírito de equipe. Mas acho que a manobra poderia ter sido orquestrada de forma mais diplomática, durante a troca de pneus ou simulando uma disputa. Os críticos de Massa devem ser os mesmos que atacaram duramente o Dunga, que, depois de uma excelente campanha pré-Copa, teve um momento de azar.

Franco Magrini framagr@ig.com.br

Cachoeira Paulista

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SELEÇÃO

Dá-lhe, Mano!

Admirador do futebol brasileiro, recebi com grata surpresa a convocação do técnico Mano Menezes. A juventude, graça e arte que faltaram à seleção de Dunga estão de volta. Só espero que os interesses, aparentes e/ou escusos, de Ricardo Teixeira e seus pares não atrapalhem de novo o futuro do nosso esporte preferido.

Luiz Nusbaum lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

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"O chanceler Maduro está "muito verde" para aceitar a mais clara evidência

de que é a Venezuela que acoberta as Farc"

ÂNGELO DE AGOSTINI / CAMPINAS, SOBRE A CRISE COM A COLÔMBIA

angedemari@gmail.com

"Até que enfim, alguém para peitar o ditador bolivariano, apaniguado-mor do PT e do rei Lulla. É isso aí, "pau no Chávez"!"

PAULO AUGUSTO NUNES FERREIRA / SÃO PAULO, SOBRE AS DECLARAÇÕES DE JOSÉ SERRA

sweetpappa@uol.com.br

"Massa de pizza na Ferrari"

SERGIO PINHEIRO LOPES / SÃO PAULO, SOBRE O GP DA ALEMANHA

sergiotradutor@uol.com.br

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TEMA DO DIA

Assessor da Ferrari provoca brasileiros

Ele lembra que, em 2008, equipe mandou Haikkonen deixar Massa passar; para Alonso, nada ocorreu

"Massa mostrou espírito de equipe este ano. Negócios devem ser feitos com ética e respeito a regras. A Ferrari feriu ambos."

MARCEL FLEMING

"Kimi tinha obrigação, ele foi beneficiado em 2007. E a Ferrari tem débito com Massa por tê-lo feito perder o título em 2008."

RICARDO GROSS

"Guardem a bandeira! Esporte profissional (sim, corre grana) é disputado em equipe. Todos devem atuar em função do time."

NILTON PASCOAL

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Cartas enviadas ao Fórum dos Leitores, selecionadas para o estadão.com.br

PROMESSAS ELEITORAIS

Os candidatos começam as suas campanhas fazendo promessas de ações a serem efetivadas se conseguirem sua eleição. A tendência inicial é para as obras. E que são ampliadas à medida que forem consolidados as alianças e o desenvolvimento dos contatos com os eleitores. Mas nem sempre são mencionados os meios pelos quais serão realizadas e de onde vão conseguir os recursos para sua implementação.

Já em outros campos as promessas são generalizadas, do tipo criação de empregos e renda, reforma tributária e trabalhista, melhoria na educação, na saúde, na segurança pública, e assim por diante.

Entendo que as promessas deveriam ser mais explicitas e, se possível, mais pontuais. Por exemplo: eliminação dos tributos (ICMS, PIS, Cofins) sobre o consumo de máquinas e equipamentos, redução do prazo de reclamação trabalhista de cinco para dois anos, redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, transformar o orçamento público numa peça para ser efetivamente executável, etc.

Os candidatos ao Poder Executivo, assumindo promessas de tal natureza, sabem que para a sua execução vão depender da aprovação do Congresso ou das Assembleias Legislativas, conforme o caso. E os eleitores mais esclarecidos também o sabem.

Então, é importante que os candidatos aos cargos parlamentares também assumam iguais comprometimentos de acordo com as suas respectivas alianças.

Feitos os entendimentos políticos, as promessas pontuais deveriam ser anunciadas no horário da propaganda na televisão e no rádio.

Com tal procedimento seria viável o cumprimento das promessas, porque os eleitos estariam respaldados pela vontade dos eleitores.

Em outras palavras, podemos dizer que haveria muito mais transparência no processo político brasileiro. Também se evitaria tomada de decisões imprevistas, como ocorreu no caso do presidente Collor.

Poderão dizer-me que tudo isso é um sonho impossível na cultura brasileira. Em que a maioria do eleitor vota em que lhe der alguma vantagem. Mas não custa tentar.

Hélio Mazzolli mazzolli@terra.com.br

Criciúma (SC)

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Eleições

A disputa eleitoral para presidente da República será bastante acirrada e difícil de prever quem vai ganhar. No entanto, é fácil saber quem vai perder. Seremos nós, cidadãos comuns, trabalhadores, estudantes, empresários.

Os candidatos não apresentam em seus programas (Dilma nem sequer o lê e assina) o que vão fazer com o funcionalismo público (parasita do Estado e predador da sociedade), reforma do Judiciário (que está longe da população, do País e do mundo) e como vamos evitar a desnacionalizção de nossa economia e a degradação do sistema educacional.

André Luis de Oliveira Coutinho arcouti@uol.com.br

Campinas

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NÃO DETESTE POLÍTICA

A propaganda eleitoral gratuita começa nos meios de comunicação no dia 17 de agosto e vai até o dia 30 de setembro. Será ótimo que o eleitor reserve um pouco de seu tempo para ver e ouvir os candidatos e tente descobrir algo de útil neste momento eleitoral. Procure saber alguma coisa sobre o candidato que chamou a sua atenção neste falatório político. A maioria da população é informada pelos inúmeros meios de comunicação sobre as coisas boas e ruins que acontecem no Brasil. 28 milhões de pessoas acessam regularmente a internet de casa. Uma pesquisa sobre alguém, ou alguma coisa, demora apenas alguns segundos para termos a resposta. Difícil é ver no interior do Brasil uma casa sem antena

parabólica. Possuimos todos os tipos de informação. É neste ponto que surge a grande pergunta: por que votamos tão mal? Não dá para entender.

Mas só não entende quem não quer. O brasileiro, seja pobre ou rico, nasce ouvindo a frase que nunca vai esquecer ao longo de toda a sua vida: ''DETESTO POLÍTICA!'' A partir daí, vai se desenvolvendo, com raras exceções, um cidadão alienado, propositadamente alheio aos fatos que ouve, lê e vê, sem a menor curiosidade de saber o que acontece nas entrelinhas dos acontecimentos que explodem à sua volta. Os meios de comunicação precisam explicar aos que ''DETESTAM POLÍTICA'' que, se eles continuarem a detestar política, sempre serão governados pelos políticos que eles detestam.

WILSON GORDON PARKER wgparker@oi.com.br

Nova Friburgo (RJ)

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Quem é que não sabe votar?

Cassado, repudiado pelo povo, defenestrado - sim, é elle, o daquilo roxo. Além do mandato (que já ganhou) de senador, vai subir degraus para governar as Alagoas? Pobre povo desmemoriado, que não pensa ao votar.

Flávia de Castro Lima lgcastrolima@uol.com.br

São João da Boa Vista

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Eleições

Discordo plenamente dos eleitores que precipitadamente estão declarando a nulidade dos votos nas próximas eleições, por estarem extremamente descrentes dos nossos atuais governantes. Anular o voto só beneficiará os políticos clientelistas e fisiológicos, que, abusando da miséria alheia, se elegem à custa da compra de votos. A solução é acompanhar a atuação de cada parlamentar e relacionar os que nada fizeram em benefício do povo e só se locupletaram com suas falcatruas, traindo a confiança do eleitor. E, unidos, lutar por uma

reforma política e partidária séria, extirpando definitivamente do cenário político, os que nada fizeram durante o período de seu mandato. Não podemos nos acovardar diante de deploráveis fatos, pois, se não gostarmos de política, seremos sempre governados por quem gosta.

Deborah Farah deborah.farah@gmail.com

Rio de Janeiro

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Voto cabresto

Como não bastasse a tropa de choque sobre o eleitor, dado que o governo dispõe de toda a estrutura para gastar na campanha eleitoral, é preciso ter ciência de que quando os bolsos estão vazios eles servem de potencial de mobilização. Fazer um eleitor faminto votar prometendo encher seus bolsos não deixa de ser uma forma perversa de enganar o cidadão. Mas também é uma forma de convencê-lo de que, mesmo sem trabalhar, haverá dinheiro em sua conta, não importa por quanto tempo, embora a indústria da pobreza por esse viés nunca vá acabar. Ao defender o Bolsa-Família, sem contrapartida, o governo Lula sabe que está arrebanhando o eleitor com o voto cabresto, na velha forma do toma lá, dá cá. E eu que pensei que o TSE estaria atento a essa prática insidiosa instalada no País há décadas.

Izabel Avallone izabelavallone@yahoo.com.br

São Paulo

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IDEOLOGIAS

Aumentando o calor das campanhas, pensam os candidatos e seus acólitos estar trocando ofensas quando falam em "direita troglodita" (27/7, A4) ou esquerda terrorista. Se na Europa já se diluem esses extremos ideológicos, entre nós predomina uma geleia geral. Como há tempos constatava Norberto Bobbio, nos seus métodos e objetivos muito se identificam esquerda e direita. Aqui, com a escusa da governabilidade ou mesmo o imediato desejo de se eleger, velhos caciques da Arena se mesclam a petistas históricos ou se coligam social-democratas com quem antes não rezava por sua cartilha. Por isso, toda a atenção do eleitor é pouca, quando candidatos sem luz própria ou com programas de dúbia intenção se apresentam. Vamos cuidadosamente examinar o passado dos postulantes e quem dele se descuidou, rejeitando os que pretendem ensaboar fichas sujas.

Jairo P. Gusman jairogusman@gmail.com

São Paulo

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Campanha do medo

É curioso como alguns setores da imprensa tentam colar nas denúncias das ligações do PT com as Farc o rótulo de ''grosserias'' ou chamando-as de ''campanha do medo''. Ora, a defesa que o PT e Lula fazem e sempre fizeram das Farc é notória, assim como sua atuação conjunta no Foro de São Paulo também é. Não só no Brasil, mas principalmente nos jornais do exterior, as reportagens sobre esta ligação são inúmeras. Acontece que estamos em época de eleições e, neste momento, não convém ao PT que o assunto venha à tona, principalmente porque sua candidata, Dilma Rousseff, outrora teve participação em grupos armados. Além disso, o narcotráfico assusta todo mundo. A chamada ''campanha do medo'' nada mais é do que a realidade posta às claras. O brasileiro já está cansado de mistificações tolas, feitas para preservar a imagem de quem, na prática, não se preocupa com isso.

M. Cristina da Rocha Azevedo crisrochazevedo@hotmail.com

Florianópolis

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Amedrontar ou prevenir?

Lamentavelmente, quando o candidato José Serra critica as atitudes de Lula e do PT, apontando a tolerância com as Farc, logo suas declarações são interpretadas pela mídia como tentativa de amedrontar eleitores. Ora, o fato é que a questão das Farc precisa vir à tona nestas eleições e em toda a sua extensão, pois o Brasil estará cada vez mais vulnerável ao tráfico de drogas, caso o conluio com esse movimento não seja abordado pelo que realmente é hoje: um grupo terrorista que se nutre do narcotráfico. Não podemos nos esquivar de tratar de temas espinhosos como este com a gravidade que requer, à guisa de preservar este ou aquele candidato, uma vez que, em país tão socialmente desigual como o nosso, o narcotráfico acabou se transformando na raiz de uma tragédia imensa a ceifar e ameaçar a vida de milhares de brasileiros. De uma vez por todas, vamos encarar os fatos como são, pois não se trata de uma questão de política partidária, mas sim de segurança nacional.

ELIANA FRANÇA LEME efleme@terra.com.br

São Paulo

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''Direita troglodita''

Para o presidente do PT, José E. Dutra, criticar o Hugo Chávez e o MST é "vestir figurino de direita troglodita". Ora, trogloditas são os srs. Hugo Chávez, Fidel Castro, Kim Jong-il, etc. ­- além de Ahmadinejad -, que têm no Lula admiração e apoio.

Ser de esquerda não nenhum mérito: é ser contra a eficiência, o mérito, o risco profissional. Ser de esquerda é "utilizar o talento e o labor em sindicatos pelegos e/ou em empresas do Estado". Especialmente o comunismo, só levou miséria e escravidão aos povos que dominou.

Marco Cruz mm.cruz@terra.com.br

São Paulo

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Versão paraguaia

A primeira estocada já produziu efeitos! Após a manifestação do bispo de Guarulhos, condenando o programa de governo da candidata situacionista, soaram as campainhas de alarme e, antes que os evangélicos e a caserna também se manifestassem, uma versão mais light acaba de ser providenciada, embora, sem o mesmo carisma do atual presidente, não haja garantias de que a sra. Dilma consiga impor-se aos radicais do PT...

Caio Augusto Bastos Lucchesi cblucchesi@yahoo.com.br

São Paulo

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Perguntar não ofende

Quando os candidatos vão acabar com essas brigas que nos lembram aquelas que aconteciam nos cortiços do Bexiga e do Brás? Que tal se portarem como gente séria?

PS - Desculpem. Estou de saco cheio de ouvir os blablablás ofensivos deles, bem como a fuga dos debates. É um tapa no rosto dos eleitores brasileiros, que não são como eles, pois ainda têm ''vergonha na cara''.

Rubens Colonezi rubenscolonezi@yahoo.com.br

São Paulo

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Muito cacique para pouco índio

Na atual política nacional, está muito difícil escolher candidatos novos, visando à renovação de nossos futuros representantes, principalmente para o Senado. A verdade é que tem muito cacique e pouco índio. Aliás, são sempre as mesmas velhas raposas de guerra de outras eleições (Marta Suplicy, Romeu Tuma, Orestes Quércia, Michel Temer, etc), que não largam a cobiça pelo poder e nem sequer dão chance e oportunidade ao surgimento de novos nomes dentro dos partidos. A única novidade destas eleições é o Índio, vice do candidato José Serra, que com suas acertadas e oportunas palavras acertou em cheio a respeito do PT.

Lamentável. É por estes e outros motivos que a juventude brasileira está alienada, incrédula e desmotivada para se engajar e participar ativamente da vida política do País.

Luciano De Paoli lpaoli@uol.com.br

São Paulo

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Que é isso, povo paulista?

Está certo que os novos aspirantes ao Senado pelo laborioso Estado de São Paulo não são, nem de longe, boas opções. Agora, a ex-prefeita de São Paulo, após ineficiente e ineficaz administração da cidade, liderar pesquisa de intenção de voto? Ora, bolas, parem pra pensar!

Flavio Marcus Juliano opegapulhas@terra.com.br

São Paulo

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PT e PSDB, unidos?

As vésperas do primeiro debate entre presidenciáveis, torno pública esta pergunta, que ninguém mais faz: ''Se eleito, José Serra respeitará a decisão soberana do referendo das armas de 2005 ou fará como o PT, que ao arrepio da urnas só faz impor dificuldades para que o cidadão honesto possa ter uma arma para sua autodefesa?''

Será que, para além do calote aos velinhos donos de precatórios, até isto também une PT e PSDB, ou seja, deixar o bandido armado e o cidadão a mercê do criminoso sem uma arma legal na mão?

Paulo Boccato pofboccato@yahoo.com.br

São Carlos

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Asilo a terroristas

A candidata Marina Silva afirmou que o terrorista italiano Cesare Battisti pode receber asilo político no Brasil, pois nosso país já deu abrigo até a ditadores. A candidata Marina se engana, pois asilo político a políticos é bem diferente de asilo político a terroristas assassinos, mesmo assim, duvido que a sociedade brasileira aceitasse, hoje em dia, conceder asilo político a ditadores sul-americanos do calibre de Alfredo Strossner, como fez no passado.

Victor Germano Pereira victorgermano@uol.com.br

São Paulo

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Lobas

Será que temos duas lobas com capa de cordeiro a pleitear a Presidência da República? Ao conferir as últimas posições de Marina Silva, podemos parafrasear o ditado ''quem puxa aos seus não degenera''. Abramos os olhos!

Leila E. Leitão

São Paulo

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Esplêndido argumento

Esplêndido o argumento da candidata Marina Silva para justificar a permanência de Battisti no País: ''O Brasil tem tradição de dar abrigo...'' Quer dizer, estamos condenados para todo o sempre.

EUCLIDES ROSSIGNOLI euros@ig.com.br

Itatinga.

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Verde ou vermelho?

Enquanto Serra se define, afastando-se de Lula, Marina se aproxima cada vez mais (Silvas, Farc, Battisti...). Afinal, o PV é verde ou vermelho?

Gilberto Dib gilberto@dib.com.br

São Paulo

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Marina e Dilma

O papel de Marina é o de batedora de Dilma:.abrir caminho, facilitar a passagem da candidata petista.

Agora ela vem em defesa da petista dizendo que Dilma não pode ser chamada de terrorista porque lutou contra o regime militar e a favor da democracia. Que falácia! Dilma lutou contra a ditadura militar, a mesma que impediu que Jango e os seus instalassem no Brasil em 1964 um regime político em tudo igual ao que está há mais de 50 anos ''democraticamente'' submetendo o povo cubano à ditadura castrista. Era trocar uma pela outra... E de verdade a ditadura que aqui suportamos em algo se diferencia da cubana, tanto nos métodos como nos resultados, pois se aqui funcionassem o ''paredón'' de Fidel, nenhum desses que hoje compõem o governo Lula estaria aqui para cantar de galo.

Mara Montezuma Assaf montezuma.fassa@gmail.com

São Paulo

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Carta enigmática

O artigo do Carlos Alberto Di Franco ''Decifrar o enigma Dilma'' (26/7, A2) já está provocando seus primeiros resultados. Segundo nos revela a jornalista Vera Rosa (27/7, A7), a presidenciável do PT finalmente revelará suas reais intenções num documento intitulado ''Carta-compromisso''. Pelo que diz o autor da carta, o ''estrategista'' Marco Aurélio Garcia, o documento será enxuto, sem pontos polêmicos, com fisionomia mais amena e light, de forma a não assustar o eleitor não afeito a estremismos. Do tipo: quanto mais omisso, mais objetivo.

Nilson Otávio de Oliveira - noo@uol.com.br

São Paulo

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Pesquisas

Eu, um cidadão com 76 anos, eleitor desde a década de 50, acho muito estranho jamais ter sido procurado por um instituto de pesquisas para declaração de voto num candidato a presidente da República. E o senhor, a senhora e você, meu jovem, que neste momento está diante de minha afirmação, já foi procurado alguma vez pelos institutos de pesquisas que avaliam os candidatos? Essa pergunta prende-se ao fato de que, num universo de aproximadamente 250 eleitores da cidade onde moro, não encontrei um só que tenha recebido a visita de um instituto de pesquisas. Até quando vamos deixar os Institutos elegerem o presidente com os votos daqueles que, apoiando-se nas pesquisas, só sabem dizer: oto no que está na frente das pesquisas e vai ganhar. Acorda, Brasil.

Leônidas Marques leo_vr@terra.com.br

Volta Redonda (RJ)

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Política externa

Estamos atrasados. A crise entre a Colômbia e a Venezuela é a melhor oportunidade para o Itamaraty e o sr. Luiz Inácio Lula da Silva mostrarem seu poder de dissuasão. Aquele inigualável poder que se propôs a resolver de uma só vez o milenar conflito palestino-israelense e, de quebra, o complexo programa nuclear iraniano. Eu acho que na América do Sul a situação é mais simples, todos falam praticamente a mesma língua. É só o Brasil manter seu alinhamento com Hugo Chávez e com as Farc, convidar Zelaya para moderador, Evo Morales para distibuir folhas de coca durante as reuniões, o bispo paraguaio para rezar a missa no fechamento do acordo e o casal Kirchner para animar a festa. Tudo sem que haja quebra de protocolo do Foro de São Paulo.

Humberto de Luna Freire Filho hlffilho@gmail.com

São Paulo

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Mediação

A notícia de que a Argentina se tornou a principal mediadora da crise entre a Colômbia e a Venezuela não me causou nenhuma surpresa. É que o Brasil, que por sua importância na América do Sul deveria exercer essa função, preferiu não se envolver para não receber nenhum respingo dessa briga de vizinhos.

Lula, conhecedor da equipe que tem, não quis correr o risco de uma notícia desfavorável como as que vieram da crise de Honduras, bem às vésperas dessa importantíssima eleição para ele.

Ronaldo Gomes Ferraz ronferraz@globo.com

Rio de Janeiro

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Marcha à ré

Serra tem razão, a política externa do governo Lula é um verdadeiro fracasso. Apoiando os tiranetes do mundo, especialmente o bufão venezuelano, o tal que abriga as Farc em seu território e que é parceira do Brasil no chamado Foro de São Paulo, está pondo o Brasil em descrédito no mundo moderno. O regime que esse Foro prega já está extinto e o país que o criou não o adota mais As visitas que vem fazendo a velhos ditadores africanos, a amizade com o decrépito Fidel, o apoio ao Irã de Ahmadinejad, a manutenção de top-top Garcia no governo (figura que deverá permanecer no governo Dilma caso seja eleita) já estão começando a prejudicar o Brasil e suas instituições. A criação de escritórios e embaixadas em países que ainda não representam nada é uma atitude que só levará a despesas desnecessárias e a mais nada. Queremos ver essa figura fora do governo e todos os que o seguem, queremos um Brasil moderno, vibrante, produtivo, sem máscaras, sem Lula, Dilma, Amorim, Garcia e seus aliados. O Brasil realmente pode muito mais, mas com essa gente daremos marcha à ré.

CARLOS E. B. RODRIGUES ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

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O que é, o que é?

Ele é baixinho, feio, mal vestido, beira o grotesco, é o rei do destempero, tem um ego inflado, é amigo do Fidel e do Chávez, adora ser fotografado, não tem cultura letrada e se gaba disso, detesta tudo e todos os que não se pareçam com ele, só diz bobagem e, ainda por cima, não se manca.

Você pensou nelle?

Errou, eu me referia ao Maradona.

Marly N Peres lexis@uol.com.br

São Paulo

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BOA SORTE, MANO

Domingo o Corinthians voltou a liderar o Brasileirão, na despedida do Mano Menezes, que fez uma história no Timão. Desejamos todo o sucesso como treinador da nova seleção brasileira, que urge uma enorme renovação e remodelação, com o aproveitamento dos jogadores que ainda permanecem em nosso país. O ''abacaxi'' para descascar é imenso, mas com humildade e competência o êxito é inevitável. Críticas serão muitas, levando em conta que no Brasil temos 100 milhões de ''técnicos'' e mais 100 milhões de ''palpiteiros''. Insista e não desista, boa sorte, Mano Menezes.

Luiz Dias lfd.silva@uol.com.br

São Paulo

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Remendo

Ainda na África do Sul, Ricardo Teixeira prometeu a Andrés Sánchez que Mano Menezes substituiria Dunga na seleção brasileira. No retorno ao Brasil, Teixeira mudou de ideia e acabou optando por Muricy Ramalho, este só não foi efetivado por causa da recusa do Fluminense em liberá-lo.

Se Mano Menezes tivesse um pingo de hombridade, não teria aceitado esse encargo. Afinal, ele foi preterido pelo Muricy, por uma rasteira que lhe passou o sr. Teixeira. Este, com a impossibilidade de contar com Muricy, ofereceu o cargo a Mano, que como um cordeirinho, acabou aceitando, sem perceber que talvez estivesse sendo usado como um remendo. Lamentável.

Adolfo Zatz dolfizatz@terra.com.br

São Paulo

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ARRUMADINHO

Ricardo Teixeira queima o Morumbi como sede de abertura da Copa 2014. O Andrés Sánchez foi diretor da delegação da seleção brasileira de 2010. O Fluminense não liberou o Muricy, que foi convidado em cima da hora. O Mano Menezes, do Corinthians (subordinado do Andrés Sánchez, que era subordinado do Ricardo Teixeira), convocado como técnico da seleção. O Estado de São Paulo ainda não tem estádio para abertura da Copa de 2014. O Corinthians não tem estádio. O Piritubão não reúne condições. Seja qual for a ordem em que você coloque estas frases, uma coisa é certa: está cheirando mal pra caramba.

Jatiacy Francisco da Silva jatiacy@ibest.com.br

Guarulhos

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Novo técnico

Passado o imbróglio quanto à definição do novo técnico da seleção brasileira, agora teremos argumento para justificar as derrotas do time canarinho: errar é humano.

Ricardo Granatowicz ricgrana@terra.com.br

São Paulo

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Cariocada

Bem, amigos, vamos ver o desenrolar dos acontecimentos. Primeiro, a convocação e, é claro, ninguém vai mostrar a cara tão cedo. Mas se começar com uma aparição num certo programa em que o titular quase nunca está, e se aquela emissora tiver sempre, como acontece com os casos policiais, uma "exclusividadezinha", saberemos que o técnico não é muito gaúcho, não. Que realmente cariocou. Pois sua nomeação foi inteira cariocada.

Manoel Mendes de Brito brito.voni@terra.com.br

Bertioga

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Hexa

Que a seleção brasileira, ''agora sob nova direção'', seja capaz de honrar e justificar as cinco estrelas que carrega no peito - única no mundo - na busca pelo hexa em 2014! Bola pra frente, Brasil!

J.S. Decol decoljs@globo.com

São Paulo

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Começou mal

Mano Menezes já começou mal como técnico da seleção brasileira. Além de ter sido escolhido apenas como terceira opção, com a recusa de Felipão e Muricy, Mano fez uma primeira convocação pífia. Chamou só quatro jogadores que disputaram a Copa do Mundo de 2010 e vários atletas apenas medianos ou desconhecidos, como Jéfferson, Renan, Rafael, André e Jucilei, entre outros. Enquanto Ricardo Teixeira se eternizar no comando da CBF, nós, amantes do futebol, teremos que continuar engolindo sapos e mais sapos.

Renato Khair renatokhair@uol.com.br

São Paulo

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Primeiro erro

Mano Menezes já cometeu o primeiro erro: convocar Robinho o firuleiro.

Carlos Burgi carlos.burgi@terra.com.br

São Paulo

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AGRONEGÓCIO

O Brasil, o maior exportador de cítricos do mundo, tem agora no Rio Grande do Sul seu maior produtor desde a nomeação de Mano Menezes, laranja do laranja dos laranjas!

Marco Aurelio Cattani cattani@uol.com.br

São Paulo

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OS CONVOCADOS

O desporto brasileiro está jubiloso e esperançoso com a convocação dos ''infantis'' do nosso futebol que estão espalhados e brilhando nos campos futebolísticos deste mundo do meu Deus, feita pelo novo técnico, Mano, da nossa seleção. Notadamente duas aves raras, Pato e Ganso, injustiçados pelo turrão Dunga. Essa meninada nos dará a alegria de voltarmos a assistir em futuras pelejas a um futebol jovem, harmonioso e bem orquestrado pelo novel maestro. Quem viver verá!

ANTONIO BRANDILEONE abrandileone@uol.com.br

Assis

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Alegria

Mano Menezes acertou na convocação dos jogadores para a seleção brasileira. Estamos numa era em que o futebol brasileiro será brilhante e dará muita alegria ao nosso povo. Congratulações, Mano Menezes.

Paulo Dias Neme profpauloneme@terra.com.br

São Paulo

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Recusa

Que exemplo de bom comportamento e educação o demonstrado por Mano Menezes em sua primeira entrevista coletiva como novo treinador da seleção brasileira de futebol.

Que diferença em relação ao incompetente técnico anterior, sempre carrancudo e grosseiro.

Quanto a Muricy, ainda não ficou muito claro o real motivo da recusa.

Apesar de eu ser tricolor, acho que deveria ter aceitado o convite, pois certamente se arrependerá.

Habib Saguiah Neto saguiah@mtznet.com.br

Marataízes (ES)

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CARÁTER

A posição do Muricy Ramalho de somente aceitar ser técnico do Brasil após consultar o Fluminense merece minha mais profunda admiração e respeito. A imprensa precisa enaltecer essa atitude, porque nós, brasileiros, perdemos o sentido de respeito aos compromissos, à palavra empenhada e, de maneira geral, o caráter. Escutar o Mano falar ''eu não tenho medo de desafios'' é desrespeitar o Muricy. E o Zagallo, que ''o Muricy deveria peitar a diretoria do Fluminense'', mostra um velho lobo sem muitos princípios e o RT, no caso, acha que ética é uma palavra que não tem em seu dicionário.

Por outro lado, a imprensa tem que repudiar a atitude do Massa. A fórmula 1 é um campeonato de pilotos, tanto é que, torcemos pelos pilotos brasileiros. Já torci pela Lotus, McLaren, Renault, Williams, dependendo do piloto brasileiro que estivesse nelas. Ah, que saudade de Piquet, Emerson, Pato, Senna... E que tristeza o que sobrou atualmente, Piquet filho, Barrichello e Massa.

FRANCISCO AUGUSTO PEREIRA LIMA faugplima@gmail.comSão Paulo

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Brasil

Primeiro, o Ricardo Teixeira se vende, ao mandar escalar um Kaká bichado, agora o Massa faz papel de rameira deixando a Ferrari lhe tirar um sarro, e o Lula não sabe o que se passa, sentado em seus fundilhos, desde que tomou posse. Ó caspite, afinal, que raio de país é este?!

Conrado de Paulo conrado.paulo@uol.com.br

Bragança Paulista

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Antagônicas, porém iguais

Apesar de as entidades FIA e Fifa serem antagônicas ­- a primeira, amante da tecnologia e a segunda, exatamente o contrário -, na essência são iguais, ou seja, a negação do esporte imparcial.

Mauro Ribeiro Gamero mrgamero@ajato.com.br

São Paulo

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Pedido a Papai Noel

Aos que querem porque querem ver novamente um piloto brasileiro campeão de Fórmula 1, uma pergunta: vocês já depositaram flores no túmulo de Ayrton Senna? Se não, façam isso antes de cobrar de Massa e de Barrichello os mesmos resultados que Ayrton conseguia. E leiam também a biografia de Senna até entender que ele era um fora de série. E depois parem com essa cobrança, que mais parece pedido de criança a Papai Noel.

Hermínio Silva Júnior hsilvajr@terra.com.br

São Paulo

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Congratulações ao Bernardinho

Quantos picaretas, neste país, recebem honrosas homenagens e nosso campeão de todos os tempos, o técnico Bernardinho, do vôlei, não é lembrado por autoridade nenhuma. Isso é demais. Ele bem merecia uma estátua de ouro por aquilo que já fez pelo nosso Brasil. Meus parabéns.

Hermenegildo Bertocco msbertocco@uol.com.br

São José do Rio Pardo

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Futebol brasileiro

Domingo assistimos a uma aula completa do verdadeiro futebol brasileiro, dada pelo Avaí de Santa Catarina. O Felipão assistiu! Somente trogloditas do tipo Dunga podem querer nos impingir aquela grossura na nossa seleção. Futebol se faz com jogadores habilidosos, num sistema em que prevaleçam o toque de bola rápido e as conclusões precisas. O Avaí não fez firula em um segundo do jogo. Jogou bola! Como fez a seleção de 1970, ganhando a Copa, e como fizeram as de 1950 e 1982, perdendo. Ganhar ou perder são contingências do esporte. Pode-se perder sendo o melhor. O que não se pode aceitar é que mentes tacanhas governem o nosso futebol, para levá-lo ao vexame a que assistimos recentemente. Troquem a cabeça da CBF, ponham os melhores para jogar e um técnico que saiba deixá-los fazer o melhor. Se perderem, mesmo assim, não vamos ficar tão tristes. Frustrados, mas não tristes.

Ney Alves Rodrigues neyar@crceventos.com.br

São Paulo

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CONTRAGOLPE

Se eu fosse técnico de futebol, toda vez que o meu time jogasse contra o São Paulo, organizaria, de antemão, um contra golpe rapidíssimo, que viabilizasse chutes de longa distância, para neutralizar o deslocamento do goleiro Rogério Ceni, toda vez que este se aventurasse a bater faltas, sem sucesso.

Sergio S. de Oliveira marisanatali@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

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