Cartas 29/03/2011

MENSALÃO

, O Estado de S.Paulo

29 Março 2011 | 00h00

Prescrição

A notícia de que a "prescrição do crime de formação de quadrilha esvazia processo do mensalão" envergonha, e muito, os brasileiros de bem! Esse caso, sim, confirma que em alguns momentos o equilíbrio entre os três Poderes constituídos existe - na safadeza, na corrupção e no descaso pela opinião pública. Depois ainda vamos ser obrigados a ouvir o seu Lulla dizer que o mensalão não existiu e falar para o povão, mais uma vez mentindo, que a Justiça "absolveu" os mensaleiros! E o pior é que o povão vai acreditar...

JOSÉ LUIZ DE ANDRADE FIGUEIRA

jlafigueira@hotmail.com

São Paulo

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Sinceridade

"Alguém acha, em sã consciência, que vai acabar o uso da máquina a favor deste ou daquele porque vai acabar a reeleição?", pergunta José Dirceu. Claro que não! Tivemos a prova nas eleições de 2010.

ALEXANDRU SOLOMON

alex101243@gmail.com

São Paulo

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País da Impunidade

Enquanto, na realidade, o crime de formação de quadrilha no conhecido mensalão do governo Lula está para prescrever, e com isso os mensaleiros sairão impunes, no cinema há que esperar o filme de José Padilha sobre o assunto, cujo roteiro já está pronto. Como em Tropa de Elite, do mesmo diretor, conheceremos a verdadeira história somente via ficção. E viva o país da impunidade!

ENI M. MARTIN DE CARVALHO

enimartin@uol.com.br

Botucatu

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Quem está ganhando?

A repetição de delitos na administração pública tem apenas uma culpada: a impunidade. Pela justiça e pelas urnas. Sem a Lei da Ficha Limpa e sem o julgamento do mensalão os bandidos vão "nadar de braçada". Afinal, quais os critérios para se decidir uma punição? Quaisquer que sejam, devem estar errados, pois as pessoas de bem estão perdendo.

MÁRIO ISSA

drmarioissa@yahoo.com.br

São Paulo

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"SARNEY, A BIOGRAFIA"

Ulysses Guimarães

Como enteado de Ulysses Guimarães, li, com muito orgulho, no caderno Aliás do Estado deste domingo, a seguinte frase: ""Ulysses não tem grandeza de espírito público. É um político menor, que tem o gosto da arte política, puro gosto do jogo, sem nada mais." José Sarney falando de Ulysses Guimarães em Sarney, a Biografia, de Regina Echeverria, lançado nessa semana". O fato de José Sarney e Ulysses Guimarães terem uma visão diferente sobre política e espírito público só engrandece a biografia de meu pai.

TITO ENRIQUE DA SILVA NETO

tito.silva@abcbrasil.com.br

São Paulo

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EDUCAÇÃO E DEMOCRACIA

Aula magistral

O artigo de Fernão Lara Mesquita Democracia é um subproduto da educação (28/3, A2) é uma aula magistral sobre a relação entre educação e democracia e uma grave advertência ao desprezo que o presidente Lula deu a essa importante relação. Que bom que a presidente Dilma parece compreender bem esse assunto.

JOSÉ PASTORE

jpjp@uninet.com

São Paulo

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Período integral

Lindo o artigo de Fernão Lara Mesquita. Não encontrei outro adjetivo que não este: lindo. Democracia é um subproduto da educação satisfez-me plenamente. "Educação obrigatória e gratuita para todos, bancada pelo Estado." Acrescento: que a criança fique na escola em período integral nos primeiros oito anos.

GILDO V. MUCHIUTI

gvmuchiuti@gmail.com

São Paulo

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Obscurantismo

Quero registrar um voto de louvor ao artigo de Fernão Lara Mesquita. A mais pérfida das ditaduras, em qualquer tempo e qualquer lugar, é o obscurantismo. Espero que a presidente Dilma Rousseff leia esse artigo e consiga mitigar não só a miséria econômica que ainda mancha o País, mas, verdadeiramente, se empenhe em levar a luz do conhecimento àqueles que ainda estão prisioneiros do verso de Fernando Pessoa e são nada "mais do que a besta sadia, cadáver adiado que procria".

CARLOS SOULIÉ DO AMARAL

souliedoamaral@ig.com.br

São Paulo

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Progresso

Sobre o artigo do jornalista Fernão Lara Mesquita, tenho duas considerações. Acerca do papel da educação como meio para a modernização de sociedades e grupos, concordo que é um meio obrigatório para atingirmos esse fim. É triste ver que certos políticos ainda fazem questão de ignorar tal fato. Discordo, porém, das pesadas críticas feitas à Igreja Católica, já que foi ela que criou o ensino superior na Europa, além de outros instrumentos de formação acadêmica e de pesquisa científica. Para elucidar esses e outros pontos sugiro a leitura do livro Como a Igreja Católica Construiu a Civilização Ocidental, de Thomas E. Woods Jr., publicado pela Editora Quadrante.

EDISON MINAMI

edison.minami@hotmail.com

São Paulo

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CULTURA

Raridades bem-vindas

Parabéns secretário Andrea Matarazzo pela indagação olho no olho de onde, como e por que são aplicados os recursos públicos que as entidades solicitam e usufruem para corresponder ao necessário fio condutor que amplia o acesso à cultura em nosso Estado para todos os que dela carecem (Companhia de dança, 28/3). Quem nos dera, antes de mais nada, que tal preocupação fosse imitada e enfatizada em todas as instâncias como responsabilidade cívica e transparência palpável. Raridades bem-vindas.

MARIA BONOMI, artista plástica

mariabonomi@mariabonomi.com.br

São Paulo

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COMBUSTÍVEIS

Gasolina da boa?

Mas nem com a importada os motoristas brasileiros terão oportunidade de conhecer (e usar) gasolina de boa qualidade, porque ela será batizada, para continuar ruim como a da Petrobrás, antes de receber o anidro aditivo.

MOACYR CASTRO

jequitis@uol.com.br

Ribeirão Preto

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TEMA DO DIA

"PSD não será direita, esquerda ou centro"

Em entrevista à Estadão ESPN, Kassab explicou posicionamento ideológico de seu futuro partido

"No Brasil não existe uma direita, um centro ou uma esquerda devidamente definidos."

RIAN ROCHA

"Não será de esquerda, nem de direita, nem de centro... Eita, ele criou um novo PMDB."

JEAN FREITAS SILVA

"Se o partido não tem uma posição, então é apenas um trampolim para burlar a Lei Eleitoral."

VALERIO PINHO DE LIMA

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Cartas enviadas ao fórum dos leitores, selecionadas para o estadão.com.br

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Rogério 100

 

 

 

 

 

 

 

 

Sensacional o feito de Rogério Ceni neste domingo. Quando poderíamos imaginar que, um dia, um goleiro atingiria a marca de 100 gols no futebol brasileiro, um dos mais competitivos do mundo? Uma façanha pra entrar na história e que premia a carreira de um jogador diferenciado, não só no que tange à dedicação e ao perfeccionismo, mas também à postura e ao amor pela camisa do time que o revelou.

 

 

 

 

 

 

 

 

Henrique Brigatte hbrigatte@yahoo.com.br

Pindamonhangaba

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Cem gols de Rogério Ceni

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Tinha de ser contra o Corinthians?

 

 

 

 

 

 

Victor Germano Pereira victorgermano@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Goleiro extraordiário

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Sendo goleiro, Rogério Ceni deveria estar empenhado em atingir a marca de 100 defesas. Na verdade, excepcional é o seu lobby junto à imprensa paulista. Quanto à sua pretensão – “Sou melhor que Pelé no gol” –, duvida-se: o próprio Pelé, pai de Edinho, sempre se declarou um goleiro razoável. Goleiro extraordinário, sem marqueteiro, é Marcos do Palmeiras.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Jorge João Burunzuzian burunlegal@hotmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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98.º

 

 

 

Parabéns ao Ceni pelo seu 98.º gol. Ou contra o Corinthians vale mais?

 

 

 

 

 

 

Denis Schaefer schaeferdenis@hotmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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TRAJETÓRIA DE SUCESSO

 

 

 

 

Que bela carreira do jogador Rogério Cem, digo Ceni. Independentemente do time por que se torce, há que tirar o chapéu para esse atleta que soube fazer do esporte uma trajetória de sucesso em sua vida, em seu clube,  e ser também  exemplo para todos os brasileiros que sonham em jogar futebol. Rogério enaltece o esporte e prova que quando o jogador é bom basta exercer seu talento  que o mundo se encarrega em mostrá-lo.

 

 

 

 

 

 

 

Izabel Avallone izabelavallone@yahoo.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

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A ARROGÂNCIA SÃO-PAULINA

 

 

 

 

 

 

 

O anúncio de página inteira feito pelo SPFC mostra toda a arrogância de seus anunciantes.

Não que esse excelente atleta não mereça. Pelo contrário, embora não sendo são-paulino, torci e vibrei com o seu centésimo gol.

O texto que enumera as qualidades do goleiro poderia terminar sem a penúltima frase: "Se não é, se lamente. Seu time nunca terá ninguém igual."

Seria muito mais elegante!

 

 

 

 

 

 

 

Mario Carlos Praxedes mario.praxedes@uol.com.br

 Santana de Parnaíba

 

 

 

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 Comparações

 

 

 

 

 

 

 

O São Paulo Futebol Clube tem todo o direito de explorar e divulgar o feito "Rogério Ceni" por ocasião do seu centésimo gol, em jogos oficiais, inédito no mundo.  Ele também mostrou, como atleta e capitão do seu time, ter muita doação, dedicação e competetividade. Agora, dizer que nenhum time terá outro igual é desmerecer e desistimular objetivos de novos atletas que nele se espelham. Psicologicamente, é como dizer a um garoto cheio de esperanças: desista você nunca será como ele.

 

 

 

 

 

 

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

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TABU QUEBRADO

 

 

 

 

 

 

 

Parabéns, Rogério Ceni, goleiro/artilheiro, bom caráter, atleta de um time só, dia memorável, "marca" difícil de ser alcançada por outro goleiro. E ainda conseguiu quebrar o "tabu" de quatro anos - 11 jogos, sem ganhar do Corinthians. Saudações corinthianas!

 

 

 

 

 

Luiz Dias lfd.silva@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

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Centenário corintiano

 

 

 

Sem dúvida, o Corinthians vai ter o centenário marcado pelo centésimo gol do Rogério Ceni. Poderia produzir camisas com essa marca para vendê-las.

 

 

 

 

 

 

 

Ademar Monteiro de Moraes  ammoraes57@hotmail.com

São Paulo

 

 

 

 

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AMOR À CAMISA

 

 

 

 

 

 

Sou corintiano, e dos antigos, do tempo em que os torcedores sabiam o nome de todos os jogadores de seu time. Cumprimento o Rogério Ceni não só pelo seu centésimo gol, mas muito mais por ter sido  um fiel  jogador de um time só. A camisa fala mais alto, e não o dinheiro, de possíveis transferências e propostas de outros clubes.

 

 

 

 

 

 

Arcangelo Sforcin Filho arcangelosforcin@gmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

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100 ter tudo!

 

 

 

 

 

 

É uma baixaria dixer que o Coringão está no ano do “centernada”. Com o golaço do Ceni, o Coringão passa a ter o 100 ter tudo! E o Verdão... lá na frente, só apreciando!

 

 

 

 

 

Flavio Marcus Juliano opegapulhas@terra.com.br

São Paulo

 

 

 

 

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EXEMPLAR

 

 

 

 

 

 

 

Rogério Ceni merece meu apreço e o de todos nós, penso. É um profissional exemplar e, mais e antes que isso, um homem exemplar. Poucas estrelas da nossa vida pública podem ser postas como exemplo de lealdade, constância, profissionalismo, seriedade, honestidade. Marcou seu centésimo gol sendo goleiro, um feito notável, não por acaso, não de improviso. Isso foi construído com muito esforço, com muita luta. Parabéns, Rogério Ceni, e parabéns aos seus pais. Sinto não conhecê-lo pessoalmente nem ser são-paulino, mas sou brasileiro e isso basta para minha alegria por você

 

 

 

 

 

 

Luiz Roberto de Barros Santos luizroberto.santos@gmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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 JUIZ DURÃO OU VAIDOSO?

 

 

 

 

 

 

Dar “cartão amarelo” para o Rogério Ceni, 38 anos, depois dele ter marcado o seu centésimo gol é querer aparecer.

 

 

 

 

 

 

Sergio S. de Oliveira marisanatali@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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ESTRELA DE OURO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Juiz xereta, ao invés de estender a mão para brandir um cartão amarelo contra o Rogério Ceni, o senhor deveria, isso sim, estender a mão para cumprimentá-lo pela plástica da sua jogada e pelo feito para o Brasil. A diretoria do São Paulo bem podia cravar mais uma estrela de ouro na camisa do time, pois o gol do Rogério se ombreia à conquista do também glorioso Ademar Ferreira da Silva.

 

 

 

 

 

Ruy de Jesus Marçal Carneiro ruycar88@uol.com.br

Londrina (PR)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  

 

 

 

 

 

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 Ídolo merecido

 

 

 

 

De há muito a mídia, a CBF, a Globo e a Federação Paulista de Futebol se empenham em manter o time do ex-presidente sob tutela.   Faltas invertidas, pênaltis não marcados,  programação televisiva, tabelas oficiais e o que mais seja possível,  tudo é voltado para o chamado melhor detentor de renda para a mídia e afago ao mandante que se prolonga pela sucessora.

Mais uma razão para homenagear o ídolo Rogério Ceni.  Contra todos os poderes que mandam no futebol, prossegue em carreira impecável e vitoriosa, seja com as mãos, seja com os pés.

Perde a sociedade com a perseguição que lhe foi imposta no passado por técnicos e dirigentes, e no futuro pela dondoca global que rebaixa o maior campeão brasileiro, mando de cabresto .

O centésimo gol, as inacreditáveis defesas, a perseverança e o caráter digno o fazem herói e ápice no esporte, fazendo os adversários, os inimigos e os invejosos calarem.

Que lhe sejam enviadas tantas saudações quantas berebas vermelhas pipoquem nas faces do megainimigo ensandecido Sánchez, na tarde festiva de domingo comemorativo do centésimo.  No embalo, que lhe seque o tabu.

Aliás, verdadeiro presente ao “ sem-ter-nada curintiano”,  que, agora, tem ao menos um 100 para comemorar, com gosto amargo.

 

 

 

 

 

 

 

Ronaldo Parisi rparisi@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

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FELICIDADE

 

 

 

 

 

Rogério Ceni, você está resgatando a imagem do atleta "amor ao clube", o que tínhamos muito antigamente no futebol brasileiro e hoje está muito escasso. Porém você está nos brindando com esse grande exemplo de atleta jogador de futebol que há muito tempo não observamos mais em nossos campos de futebol. Parabéns! Você me fez feliz mesmo sem ser são-paulino.

 

 

 

 

 

 

 

 

Benone Augusto de Paiva benonepaiva@yahoo.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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PARA SEMPRE

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 Rogério, por favor, pare de fazer gols para que eu e toda a torcida tricampeã do mundo possamos curtir esse sabor para sempre.

 

 

 

 

 

 

 

 

Pedro Luiz de Barros pl.barros@globo.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Em questão

 

 

 

 

 

 

 

O que é que o 100.º gol tem de mais importante em relação ao 99.º?

 

                          

 

 

 

 

José J. Nóbrega jnobrega2@hotmail.com

 São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Respondido

 

 

 

 

É mais um ¨SEM¨ na vida do Corinthians.

 

 

 

 

 

 

Gilberto Rodrigues sg@vivax.com.br

Araras

 

 

 

 

 

 

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100 NI

 

 

 

No país do futebol, celeiro dos melhores jogadores e artilheiros do planeta, um goleiro entra definitivamente para historia do futebol mundial. Rogério 100ni não é metido, arrogante, orgulhoso, etc., como muita gente pensa. Ele tem aquilo que falta a muitos jogadores: personalidade e cultura. E por isso sofre preconceitos! Mas eu, como palmeirense, sou um dos seus admiradores! Parabéns, Rogério 100ni.

 

 

 

 

 

 

 

Alex Tanner alextanner.sss@hotmail.com

Sumaré

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Corinthians x São Paulo

 

 

 

 

 

 

Eu gostaria de algumas respostas, sou mãe de torcedor e sofro com meu filho a cada partida.

 

Primeiro, não entendo como um jogador que ganha para jogar não joga. Segundo, na partida de Corinthians e São Paulo não consegui entender aquelas agressões gratuitas do Dentinho e do Dagoberto.

 

A gente luta tanto como educadora para retirar a violência de dentro das pessoas e, no entanto, vê em quem deveria dar o exemplo cenas como essa.

 

O técnico deveria ser o primeiro a punir esses jogadores.

 

Perguntei ao meu filho o que é esse lance de atacante, defesa, meio-de-campo, não entendi nada.

 

Sabe o que parece? Um jogo de pebolim, em que o técnico aperta os botões e o jogadores chutam na sua vez. Ninguém corre!

 

Acredito que quem corre mais é a bola.

 

Quanto ao juiz, um fiasco. Tem falta que ele não vê e outras vê onde não tem. Aliás, o campo anda escorregadio, não? É um cai-cai que não tem graça.

 

E a enrolação para prender o tempo? Deveria ser assim, a bola parou, o cronômetro para também.

Quem faz essas regras, com as quais eu não entendo?

 

E a torcida, então, jogando coisas no campo: deveria terminar a partida no ato e pronto.

 

Se HOUVESSE interesse, as coisas seriam diferentes e a gente poderia ter gosto novamente em assistir a jogadores como Raí, Cafu, Dunga, entre outros, e ter orgulho de vestir a camisa do time.

 

Lamento essa situação generalizada em todos os times, há má vontade desde o presidente da CBF até o comando dos times, e os jogadores a cada dia fazem cada coisa que a gente não entendo.

 

Gostaria muito que os treinadores de pulso pudessem ter autonomia de treinar JOGADORES, e não mimar bebês, e ver em campo pessoas como o Muricy fazer o que sabem e mostrar o verdadeiro futebol brasileiro, aquele em que o jogador começa jogando e quando atinge o estrelato esquece.

 

 

 

 

 

 

 

Tânia Gorodniuk taniag@espadoto.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Timão: palco só para o Rogério

 

 

 

 

 

 

 

Fosse eu pai do Dentinho,  dava-lhe uma sova de criar bicho para aprender a não ser otário. Dos três otários expulsos a troco  de nada, ele foi o maior. Tem de levar multa da diretoria porque é metido  a "ranheta",  seus adversários sabem disso e exploram essa deficiência, assim como também os juízes. Quem ganhou o jogo foi o Rogério,  que, se falhou no gol  do Dentinho,  evitou dois no puro reflexo (Liedson e Jorge Henrique),  qualidade que falta ao goleiro corintiano, que anda tomando gols de fora da área, como no primeiro do tricolor, e  saiu tarde no segundo,  mesmo com a bola indo  para seu lado. Em vez de trazer o Adriano, deveria buscar um meia-armador de qualidade (Táchira tem um que custaria barato) para alimentar Liedson e Dentinho,  porque com isso que está aí não acredito em campeão paulista, brasileiro e disputar bem uma Libertadores.

 

 

 

 

 

 

 

 

Laércio Zanini zanix@hotmail.com

Garça

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Deselegância tem preço

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Andrés Sánchez, do alto do seu ódio contra o tricolor do Morumbi, antes de apresentar o Adriano, hoje, vai ter de dar uma boa resposta à sua irada torcida, pela derrota para o São Paulo e pelo time previsível que tem.

Em troco, a baixaria do presidente do Timão, que quer empanar a festa de chegada do Luiz Fabiano, no mesmo dia, de quebra o tricolor também vai comemorar os 100 gols do Rogério Ceni.

Na realidade, no mundo do futebol o castigo nunca vem a cavalo! É pela falta de competência no gramado.

Neste quesito, o Corinthians primeiro precisa montar uma equipe à altura da sua tradição! O resto é papo-furado de um Andrés frustrado...

 

 

 

 

 

 

 

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

 

 

 

 

 

 

 

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DE AMOR E ÓDIO

 

 

 

 

 

 

 

Li no "Estadão", que o presidente do Corinthians pretende apresentar o Adriano, hoje, com um grande show musical, coincidentemente no mesmo dia e talvez horário em que a diretoria do São Paulo pretende apresentar o jogador Luiz Fabiano. Como dizem por aí, o ódio (ou inveja) que o Andrés Sánchez tem pelo São Paulo Futebol Clube é muito maior que o amor que ele tem pelo seu Corinthians.

 

 

 

 

 

 

 

 Maurício Lima mapeli@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Adriano

 

 

 

 

 

 

Está na cara que o Corinthians faz uma grande besteira ao contratar Adriano para jogar no clube. Adriano é um “jogador-problema”, foi péssimo na Roma, onde ficou nove meses e não fez nenhum gol sequer. Arrumou confusões em todos os clubes por onde passou e saiu sempre pela porta dos fundos. Há anos que o Imperador aparece muito mais pelos escândalos fora de campo do que por suas atuações dentro dos gramados. Ronaldo Fenômeno parou de jogar de forma melancólica e agora, como empresário, segue prejudicando o clube ao levar Adriano como jogador. O futebol exige um mínimo de profissionalismo, dedicação, comprometimento e doação ao clube e ao futebol, coisas que Adriano desconhece há muito tempo. Virou um “ex-jagador em atividade” e um fantasma de si mesmo. Triste figura. É mais um grave erro que a atual diretoria corintiana comete, de forma irresponsável e imatura. Não queria Adriano nos meus times - Palmeiras e Flu - nem de graça.

 

 

 

Renato Khair renatokhair@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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 Radinho enferrujado

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 Neste domingo retomei meu velho radinho de pilhas, que já estava enferrujado (apesar que uma emissora paulistana de esportes dizer que é inoxidável).

Abandonei o radinho porque as transmissões atualmente estão dominadas por profissionais clubísticoscom mentalidade da décade de 50.

Estou certo que a Rádio Estadão trará novo alento às transmissões esportivas, coma marca de profisionalismo e imparcialidade que sempre caracterizaram esse jornal.

 

 

 

 

   

 

Luiz Henrique Penchiari luiz_penchiari@hotmail.com

Vinhedo

 

 

 

 

 

 

 

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FUX DAY

 

 

 

 

 

 

Cumprimento os  ilustres leitores deste nosso apreciado "Fórum"  pelas manifestações contra a decisão do STF a favor dos fichas-sujas. Em especial, parabenizo o sr. Ivan Bertazzo pela brilhante ideia de se criar o Fux Day. O cidadão que votou pelo desempate, favorecendo os fichas-sujas, contra a vontade do povo, desconhece o plural de majestade da gramática! Como não se dá ao respeito, não merece ser respeitado! Devemos essas manifestações dos leitores ao nosso conceituado "Estado", paladino da liberdade de imprensa, apesar de estar sob censura dias há 606 dias.  

 

 

 

 

 

 

 

Braz Juliano bjuliano@uol.com.br

São Pau lo

 

 

 

 

 

 

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Voto imoral

 

 

 

 

 

 

Que pena. O sr. Luiz Fux começou mal. No caso dos "fichas-limpas", elepreferiu a formalidade em detrimento da moralidade. E nós, o povo, temos de amargar a imoralidade de muitos políticos ainda por um longo tempo.

Não temos voz! Os milhões de assinaturas, as fotos comprometedoras, as gravações feitas pela TV não valeram nada?

O sr. Fux votou contra a justa vontade popular.

Como será que o referido senhor atuará no caso do mensalão e outros escândalos, da extradição do criminoso Battisti à censura injustificável ao Estadão?

Esperamos que seja a favor da moralidade, deixando de lado essa arraigada formalidade juridica terceiro-mundista.

 

 

 

 

 

 

 

Friedrich Japp freddyjapp@yahoo.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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OUTRO PONTO DE VISTA

 

 

 

 

 

 

Não posso concordar com as afirmações do leitor sr. Luis de Toledo de Castro (28/3) quando diz que os ministros vencidos "jogaram para a platéia” e “prejudicaram o bom andamento eleitoral..." O sr. Castro precisa comprender que a divergência de opiniões é o cerne da justiça. Dela emanam os resultados. Dizer que ministros como Ayres Britto - para citar um - estavam preocupados em agradar "à plateia" chega a ser ofensivo. Assisti aos debates, acompanhei as posições defendidas pelos julgadores e humildemente identifiquei duas posições perfeita e legitimamente defensáveis. E como eu gostaria muito de ver certos políticos alijados do nosso cenário, preferiria que o Supremo tivesse apoiado a  Lei da Ficha Limpa, fruto da movimentação popular. Mas nem porque eu "perdi", vou aqui dizer que os juízes vencedores foram insensíveis aos anseios do povo ou coisa parecida. Vou, sim, participar de tantos outros movimentos quantos existam para continuar a luta pela moralização do nosso Congresso.

 

 

 

 

 

 

 

 

Augusto M. Dias Netto diasnetto@terra.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Segurança jurídica ou moralidade?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Ao argumento do princípio da segurança jurídica, veio o Supremo Tribunal Federal a entender que às eleições de 2010 não se aplica a Lei da Ficha Limpa e, dessa forma, condenados pela Justiça por atos de improbidade administrativa poderão assumir mandatos de representação política. Só não ficou esclarecido qual é o revolucionário princípio pelo qual o da segurança jurídica se prestaria a elidir o desabono naturalmente decorrente de conduta ilícita, já antes legalmente tipificada, e concretamente configurada em devido processo legal, com condenação de segunda instância; e, assim, fazer tábula rasa de princípios outros, inscritos na Constituição, como é o princípio da moralidade. Por mais que deva ser "técnica" uma decisão judicial (e isto não se discute), uma constatação que se impõe, seja ao especialista, seja ao leigo, é a de que segurança jurídica é para prestigiar o jurídico, não o antijurídico. Não se trata de saber se a Lei da Ficha Limpa alterou ou não o processo eleitoral. Trata-se, isto sim, de se sobrepor um valor maior que se alevanta, pois é da contemplação e ponderação de valores, numa análise sistemática do ordenamento, que se erigem e sobrelevam os princípios, não da mera literalidade de texto pinçado. Esta é a lição dos mais eminentes mestres no capítulo da hermenêutica jurídica. E não deveria haver dúvidas quanto à prevalência da moralidade, até porque, inquestionavelmente, o motivo da lei não foi outro que não a demanda social por higidez no exercício de funções públicas. Decisão judicial é para ser cumprida; então, que se cumpra. Mas parece que não andou muito bem a Excelsa Corte de Justiça. Mais uma vez, a sociedade fica muito decepcionada, especialmente porque, ao contrário do que se alegou, fundamento jurídico objetivo haveria, sim, para uma decisão diferente que viesse em homenagem ao espírito da lei.

 

 

 

 

 

 

 

 

Roberto Barone rbtob@hotmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Uma piada de mau gosto

 

 

 

Dizem que, do alto de seus quase dois metros, o general francês Charles de Gaulle apropriadamente afirmou certa feita que este não é um país sério.  Com efeito,  depois de ver mensaleiros escapando incólumes do processo, de ver gente até então enlameada até a medula em escândalos, assumindo posições-chave em setores governamentais, só faltava mesmo a cena final dessa tragicomédia, o beneplácito do STF, fazendo valer apenas em 2012 a tal de Lei da Ficha Limpa, que pela sua absurda ausência, propicia essa "farra"  do políticos ficha-sujérrima, com pê minúsculo, os quais com certeza desonram a Nação brasileira.

 Marcos Vieira da Silva     vieiradasilva.marcos794@gmail.com

 Iacanga

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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DÚVIDA CRUEL

 

 

 

 

 

 

 

Certamente, a decisão do ministro Luiz Fux de  protelar para 2012 a Lei da Ficha Limpa, além de deixar alguns milhões de eleitores constrangidos, deixou-os também numa dúvida cruel. Ficou  a impressão de que aquele empate no STF em 2010 foi uma artimanha programada entre alguns membros dos Poderes Legislativo e Judiciário do  Brasil para, depois, torpedear os desejos do povo. Caramba, o STF esperar acontecer a eleição de 2010 para depois fazer justamente o que não pedimos! Essa decisão   não estava na programação dos assinantes do Ficha Limpa Já. Teriam os ministros do STF  Gilmar Mendes, José Toffoli, Celso de Mello, Marco Aurélio Mello e Cezar Peluso, que votaram contra a Lei da Ficha Limpa, a coragem de dizer que não sabiam que na vaga deixado por Eros Grau entraria  um ministro indicado pela  presidente da Republica (indicação política) para ajudá-los na maior empreitada destes últimos anos: manter os gatos e ratos da política brasileira no mesmo balaio, sempre juntinhos?  Temos a esperança de que um dia apareça alguém  com coragem suficiente para quebrar o elo dessa corrente  política imunda que sustenta a Justiça do nosso Brasil. Acorda, Justiça brasileira.

 

 

 

 

 

Leônidas Marques leo_vr@terra.com.br

Volta Redonda (RJ)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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MAIS PIZZA

 

 

 

 

 

 

 

 

Imaginem só: se com o atual quadro de ministros do STF a Ficha Limpa virou fumaça, o que vai acontecer com o mensalão, quando o governo nomear dois novos ministros (devido a aposentadorias), antes da votação do processo contra os mensaleiros? Mas é claro que só vai acabar em pizza!  E nós, os contribuintes, mais uma vez vamos ficar chupando o dedo...

 

 

 

 

 

 

Conrado de Paulo conrado.paulo@uol.com.br

Bragança Paulista

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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 Réquiem

 

 

 

 

 

 

 

 

Demorou, mas encontraram o homem certo para o desempate! Afinal, o que são 5 milhões de impotentes trouxas exercendo a cidadania? Onde estão os anseios populares, o espírito das leis e a Constituição? Eis que meia dúzia do Supremo Tribunal Federal (STF) coroa e perpetua a impunidade! Réquiem para este violentado Brasil!

        

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Jorge de Azevedo Pires

jorpires@uol.com.br

Ribeirão Preto

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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 Justiça que não julga

 

 

 

 

Se temos "fichas-sujas" candidatos e eleitos, é porque temos uma Justiça que não julga, não condena, não prende.

 

 

 

 

 

 

 

Maria Cristina Rocha Azevedo crisrochazevedo@hotmail.com

Florianópolis

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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 FICHAS NA MESA

 

 

 

 

 

 

 

Para decidir  sobre  políticos impedidos de legislar  por causa da Lei  da Ficha Limpa, o ministro Luiz Fux optou pela razão e  sensibilidade. Lamento que  sua  razão e sensibilidade não sejam as mesmas de outros  170 milhões de brasileiros.

 

 

 

 

 

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul  (PR)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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A ordem das coisas

 

 

 

 

 

 

 

 

O ministro Fux deu-nos uma ordem de poder e influência no Brasil. Ei-la:

1.º - Políticos corruptos

2.º - Corruptos em geral

3.º - STF – que dá amplo apoio aos dois primeiros itens

4.º - O PT

5.º - O PMDB

6.º - O Poder Executivo

7.º - O Poder Legislativo

8.º - A segurança nacional

Milionésimo lugar – o povo brasileiro.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Ronald Martins da Cunha ronald.cunha@netsite.com.br

Monte Santo de Minas  (MG)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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 PRINCÍPIO DA INOCÊNCIA

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

        Após decisão do STF adotando o princípio da anuidade para a aplicação da Lei da Ficha Limpa, com base no artigo 16 da Constituição federal, a ser aplicada somente nas eleições de 2012 (contrariando o artigo 14 da própria Constituição),  estamos caminhando para mais um embate jurídico sobre a constitucionalidade e validade da referida lei por suposta afronta ao principio constitucional denominado “presunção da inocência”; princípio este, ao que parece, sublimado e elevado pelos “garantistas” como absoluto:  ponto jurídico nuclear do sentimento de impunidade que assola o País. 

        Tal embate jurídico, que visa apenas a enfraquecer ou até mesmo nulilificar a histórica lei, poderia ser facilmente evitada se os “garantistas” levassem em consideração o seguinte:

        1) O pré-requisito de bons antecedentes criminais para o cargo político é apenas uma condição, e não uma punição; requisito este tão comum aos candidatos a cargos públicos ou  até mesmo àqueles que desejam um emprego na iniciativa privada.

        2) O que se tem em questão não é saber se o canditato é culpado ou inocente, e sim objetivamente saber se ele cumpre ou não os requisitos básicos, morais e éticos para candidatar-se.

        3) Assim como todos os demais princípios da Constituição, o princípio da “presunção da inocência” é relativo, o qual deve ser conjugado com outros não menos importantes, tais como “da moralidade política”, previsto no artigo 14 da Carta Magna,  além dos princípios da segurança e do direito de segurança e propriedade previstos no artigo 5.   

        4) Tornar o “princípio da inocência”  acima dos demais princípios  significa, “ultima ratio”, extinguir os meios de prevenção e cautela do Estado, tais como  as medidas de segurança, as prisões preventivas, as prisões em flagrante delito, as  execuções de devedores ou de contribuintes por parte dos credores ou do fisco antes do trânsito em julgado de sentenças que muitas vezes se arrastam por décadas até uma decisão final, num sistema judiciário burocrático que, em excesso, indica a existência de quatro instâncias recursais.     

        Caberia, em tese,  a OAB e outras entidades legitimadas  ajuizarem no STF ação de declaração de constitucionalidade da lei, a fim de se evitar mais essa  polêmica jurídica desnecessária, com possíveis frustrações a mais de 1 milhão de brasileiros que se puseram na elaboração de magnífica lei, no que seria um exemplo de democracia.

 

 

 

 

 

Edenilson Meira merojudas@uol.com.br

Itapetininga

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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STF

 

 

 

 

 

O STF está trafegando na contramão. Ficha limpa já era. E o Estadão vai continuar sob censura?

E o mensalão nunca existiu mesmo? E o Cesare

Battisti vai mesmo ficar no Brasil?

Quer saber? Eu gostaria de poder respeitar todas

as instituições públicas brasileiras.

 

 

 

 

 

 

 

 

Alvaro Salvi alvarosalvi@hotmail.com

Santo André

 

 

 

 

 

 

 

 

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 Democracia suprimida

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Diante dos desmandos do Executivo nos últimos oito anos, com censura, domínio da mídia pelas verbas federais, supressão do Legislativo através de mensalões e fisiologismos, com a derrocada da ética óbvia anterior à Ficha Limpa no STF, nomeado em sua quase totalidade pelo regime atual, o artigo “A democracia supletiva”, de Gaudêncio Torquato (27/3, A2), dá a medida certa da inversão de valores implantada, consolidada e por vezes até aplaudida por autoridades acadêmicas, como o referido professor.

Trata-se de uma peça de louvor às tendências materialistas, oportunistas e egoístas, que considera “alvissareira” a substituição dos “mecanismos clássicos da política (democracia), como doutrinas, partidos, Parlamentos e oposições”. Resumindo, no Brasil atual, até os chamados intelectuais aplaudem o desmonte dos princípios e valores que nortearam nossa Nação e sustentam as democracias mais sólidas até hoje.

 

 

 

 

 

 

Roland Corrêa rolandfc@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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O ESPÍRITO DA LEI

 

 

 

 

 

Decisão incompreensível a do ministro Luiz Fux! Existindo dúvida sobre a legalidade de uma lei – confirmada pelo voto da metade da Suprema Corte –, deve sempre prevalecer o espírito, o objetivo de seu preceito.

 

 

 

 

 

 

 

Pablo L.Mainzer plmainzer@hotmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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DESORIENTAÇÃO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Eu, que já tinha a maior dificuldade em entender os critérios que são utilizados pela Justiça Eleitoral no julgamento de políticos pela Lei da Ficha Limpa, confesso que agora perdi todas as esperanças, pois fiquei completamente desorientado quando li a matéria “Bancada do PT é a maior prejudicada com interpretação da Ficha Limpa” (Estadão, 27/3). Nesse texto se verifica  que em  Mato Grosso o ex-policial militar Willian Dias (PTB) conseguiu se eleger, embora em 2005 tivesse sido condenado em segunda instância  pelo homicídio de dois menores. Se nem isso sujou a ficha do ex-policial,  é preciso dizer algo a mais sobre a completa inutilidade da Lei da Ficha Limpa? Esse caso é bem ilustrativo, levando-nos a crer que não somente a Ficha Limpa, mas também a Justiça Eleitoral se tem mostrado de uma inutilidade ímpar para a sociedade, mas muito útil a um partido.

 

 

 

 

 

 

 

 

João Henrique Rieder rieder@uol.com.br

 

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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 A rebimboca da parafuseta

 

 

 

 

 

Pelo visto, mais uma vez a  engenhoca da " rebimboca da parefuseta" da Justiça funcionou a favor da criminalidade. E como se não bastasse, a engenhoca da "rebimboca da parafuseta " da Justiça já está sendo azeitada para esvaziar o processo ou deixar para a prescrição os crimes do mensalão.

 

Parece que essa engenhoca só funciona a favor da criminalidade, e nunca contra.

 

" A julgar pelo valor que se dá ao formalismo (ou ao conteúdo meramente formal), em detrimento do valor maior que é da moralidade pública, o que demonstra desacerto na escolha do valor a prevalecer, se considerada a aplicaçao da proporcionalidade entre as normas em conflito”, conforme muito bem o disse o exmo sr. juiz de Direito Valentino Aparecido de Andrade (27/3).

 

Pelo que se depreende dessa carta e todas as críticas que ocuparam todo o espaço do Fórum dos Leitores de domingo, fica sempre a critério do juiz, além da lei, seguir critérios que defendem a moral pública ou ficar nos entretandos do formalismo a seu bel-prazer, dependendo dos réus da vez. 

 

 

 

 

 

 

 

Sebastião Pereira jardins1@oadministrador.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

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PONDERANDO

 

 

 

 

 

 

 

1) O artigo 16 da Constituição não é cláusula pétrea. Ele foi alterado por emenda constitucional em 1993, assim como o parágrafo 9.º do artigo 14 (em 1994) e o parágrafo 5.º do artigo 14 (em 1997, emenda da reeleição). Para a ficha limpa ele é clásula pétrea, mas para a reeleição de FHC e de Lula não é. Todos esses parágrafos estão no mesmo capítulo IV. Só por isso vemos como são mentirosas as argumentações e como o julgamento é político, sim, e não técnico. Parabéns a Ellen Gracie e Ayres Britto, verdadeiros JURISTAS. De resto, Joaquim Barbosa disse que o patrão dos capangas não tem moral. Dias Tóffoli só está lá porque era advogado do PT. Antes de Fux entrar todos já sabiam que ele julgaria contra a Ficha Limpa e é só por isso que foi escolhido. Pobre Brasil. Agora os estudantes têm de aprender vendo barbaridades.

2) A prescrição dos crimes do mensalão será alegada quando se efetivar. Se o processo continuar e ao final for decretada, mesmo assim os réus podem ser condenados. São condenados, mas não punidos. Ficam apenas moralmente condenados. Falhas de inquérito serão alegadas para derrubar as acusações por questões processuais. No final, além de prescritos, nem sequer julgados os réus serão, pois justificativas acessórias serão alegadas para impedir a análise do mérito. O manto constitucional da presunção de inocência até prova em contrário não permite que se impute a prática de atos que resultem em fatos tipicamente elencados no Código Penal como crime. A prescrição é um constante obstáculo para as punições em face da morosidade. Todos então serão inocentes. Conversamente, como alguém pode se dizer inocente se o mérito das imputações não foi sequer analisado por conta de questões acessórias? Os réus serão formalmente inocentes, mas moralmente ninguém poderá dizer que são inocentes. Sem serem julgados e definitivamente inocentados por questões de mérito, e não por questões acessórias ou incidentais, moralmente não poderão dizer que são inocentes. O Estado não pode renunciar ao direito de prescrição referente a suas ações, mas os cidadãos podem. A instrumentalidade do processo é outro princípio processual. Segundo essa ideia, questões secundárias, acessórias, não importantes não podem frustar o curso do processo, devendo ser sanadas se não houver grave prejuízo. Se os mensaleiros querem de fato ser considerados moralmente inocentes, que também não aleguem falhas processuais. Nada disso acontecerá. Os mensaleiros ficarão livres por questões não diretamente relacionadas ao mérito, como acusações propositalmente mal feitas ou deficiência proposital na produção de provas ou a prescrição. Tudo segue como na União Soviética: camaradas mortos, desejos ditatoriais. E agora a fotografia: o Estado tomado agora apagará a mancha com a cortina de ferro constitucional e com a cortina de fumaça da prescrição. A única solução é esperar a morte do camarada em 1953 e finalmente Chernobyl em 1986, quando então a catástrofe dessas turbinas de Concorde emergente que pegam fogo e estão para explodir em pleno ar acontecer e o Brasil se tornar um amontoado de destroços. 1953 já está a caminho e chegará logo, mas 1986 ainda vai levar um tempinho, com o descontrole das contas públicas e a volta da inflação, depois que a manteiga derreter.

3) Não houve mudança de política externa no Brasil, houve confirmação: o que houve foi repúdio à religião por agora o país ser comunista. E só isso. O Irã foi repudiado por causa da religião. Com relação à porcaria do bolivarianismo nada mudará. De quebra, passa-se essa imagem para otários de que algo mudou.

4) Depois da divisão da oposição líbia, agora vem a questão: não era melhor ter deixado Kadafi sozinho resolver a crise? Ele pode sair para no lugar entrar um aiatolá com a bandeira de Alá. É igual ao Brasil. Tira o PMDB/PSDB e troca pelo PT. O Brasil também precisa de uma zona de exclusão, uma zona de exclusão eleitoral: ninguém vota mais em todo o território nacional. Brasília é a Fukushima Daiichi do Brasil. Artigo 16 cláusula pétrea? Terremoto de grau 9.9 na escala Richter na doutrina e na jurisprudência. A radioatividade dessa usina de falácias produz câncer cerebral. Joaquim Gomes, o nosso Rui Barbosa.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

André de Oliveira Guimarães aog31012008@bol.com.br

Jacareí

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Somos quase todos trouxas

 

 

 

 

 

 

 

O Estadão, em seu editorial de sexta-feira “A difícil decisão do STF”, diz que o STF escolheu uma das duas alternativas perfeitamente sustentáveis. Ou seja, os artigos 14 e 16 da Constituição. O primeiro, em resumo, trata da inelegibilidade, a fim de proteger a probidade administrativa, a moralidade para o a moralidade para exercício de mandato, considerada vida pregressa do candidato. Foi detalhado na Lei Complementar n.º 64, de 18 de maio de 1990. O segundo diz que a lei que alterar o processo eleitoral entrará em vigor na data de sua publicação, não se aplicando à eleição que ocorra até um ano da data de sua vigência. E foi essa segunda alternativa que recebeu a acolhida da apertada maioria dos ministros do STF. Para quem é engenheiro, e não jurista, não dá para entender por que alguém, que no jargão popular é pilantra, deve ter esse “direito” resguardado porque foi eleito devido ao único fato de seu partido não ter verificado a sua vida pregressa e o TSE, por sua vez, ter homologado uma candidatura de alguém que não atendia ao exigido pela Constituição para se candidatar e agora, eleito, o disposto no artigo 16 prevalece sobre o do artigo14, ou seja, um direito indevido prevalece sobre aquele que ele conseguiu escamotear para concorrer às eleições. Sábado, na página A4, o jornal noticiou que o STF poderá postergar a aplicação da denominada Lei da Ficha Limpa por dez anos até que se esgotem todos os inúmeros recursos que os mais malandros podem interpor até a instância derradeira. Ela será fatiada como um salame e se discutirá alínea por alínea. Poderia ser uma piada se o assunto não fosse tão sério. De que nos adianta uma Justiça que leva anos para decidir uma perlenga de suma importância para a sociedade?  Não é aceitável uma Justiça com direito a tantos recursos e tantas chicanas, que permite a quem tem dinheiro falecer bem antes que se esgotem tantos recursos, e o pilantra seja finalmente condenado e vá parar na cadeia de verdade. A maioria da população que insiste em obedecer à legislação vigente acaba se sentindo um bando de verdadeiros trouxas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Gilberto Pacini benetazzos@bol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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O CAMPO DA NOVA LEI

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O princípio da individualização dos litígios foi muito bem lembrado no editorial "O alcance da Lei da Ficha Limpa" (26/3, A3). A escassa maioria de um voto de desempate, como a que entendeu adiado o início de vigência dessa nova lei, muitas vezes já se dissolveu, na história do Supremo Tribunal Federal (STF), tomando diversa direção o seu entendimento.  E, por sabida ausência do quórum constitucional, não se divisa a possibilidade de ser aprovada uma súmula de efeito vinculante sobre o tema que predominou. Assim, o STF julgará, com suas especificidades, cada caso concreto dos que não tiveram êxito em última decisão da Justiça Eleitoral e os que ainda dependem de julgamento desta.  Igualmente, não alimentem grandes esperanças os que ainda alegam que só há culpa em decisão transitada em julgado, pois tal tese foi superada na lei e o STF julgou válido o respectivo  dispositivo.  Portanto, não estejam tão certos de que terão validados seus mandatos todos os que os viram ou verão barrados na especializada Justiça e serão julgados  na Suprema Corte. As dúvidas, a que se referiu o novo ministro ao votar, continuarão povoando seu pensamento e a moralização da vida  pública, desejada pelos milhões que fizeram com que ela se tornasse lei, poderá não tardar tanto para tantos, como preveem as cassandras, com seus pareceres jurídicos de ocasião. E, ainda, desassossegando mais os que tiveram  reconhecidos seus ilícitos em duas instâncias, noticia-se a ação de inconstitucionalidade que a OAB informou irá intentar  para que da lei, como dito no referido editorial,  estabeleça o STF "o  definitivo alcance de suas regras e punições".

 

 

 

 

 

 

 Jairo P. Gusman jairogusman@gmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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 ACREDITAR EM QUEM?

 

 

 

 

 

 

 

 

Felizes eram os tempos em que os limites entre "mocinhos e bandidos" eram claramente estabelecidos. Hoje em dia, quando a esperteza passou a ser mais valorizada que a sabedoria e o cínico conceito de que os fins justificam os meios passou a  ter peso de verdade absoluta, vivemos um período de total balburdia ética, no qual, até mesmo entre aqueles que são os encarregados pela "distribuição da Justiça", rotineiramente somos surpreendidos com a presença de alguns verdadeiros facínoras, que se escondem sob vistosas togas. Vejamos esse episódio em que a corregedora nacional de Justiça, ministra Eliana Calmon, "escancarou" os empréstimos fraudulentos feitos através de uma associação de juízes federais. Investigações comprovaram que entre os anos 2000 e 2009, a Associação dos Juízes Federais da 1.ª Região teria assinado 810 contratos de empréstimo com a Fundação Habitacional do Exército, sendo que em pelo menos 700 deles foram comprovadas existência de artifícios ilegais, entre as quais a concretização de vultosos empréstimos em nome de "associados fantasmas", assim como a retirada de dinheiro em nome de juízes que desconheciam ter feito qualquer tipo de empréstimo. Em suma, uma esculhambação geral, daquelas que antes só eram vistas em "arapucas" montadas por "escroques profissionais", mas que agora, nestes tempos de "canalhice glamourizada”, podem ser encontradas até mesmo numa associação formada por "pomposos magistrados". É por essas e por outras que, dia a dia, deteriora-se a confiança dos brasileiros na Justiça.

 

 

 

 

 

 

 

Júlio Ferreira www.ex-vermelho.blogspot.com

 Recife

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Por um Brasil melhor

 

 

 

 

 

 

O dinheiro que escapa das mãos da nação pelo esgoto da corrupção e da má gestão de indicados políticos é o que faz falta para melhorar o atendimento à saúde, para a educação, segurança, infraestrutura, etc. Os criminosos  escapam das mãos da Justiça pela sua morosidade, pelas leis frouxas aprovadas pelos mesmos criminosos e pela insensibilidade de alguns magistrados que se atêm ao texto frio das leis quando lhes convém, e quando não fazem de conta que não é com eles, estimulando novas ações criminosas pela impunidade que demonstram. Temos de mudar esta rotina perniciosa, para o bem de todos os brasileiros.

 

Luiz Nusbaum lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Reforma da Justiça

 

 

 

 

 

 

Em recente seminário promovido pela Fundação Getúlio Vargas para discutir a modernização da Justiça brasileira, como mostra o editorial "Avanços na reforma da Justiça" (28/3, A3), até juiz do Superior Tribunal Federal (STF) defende agora a tese de que as decisões de segunda instância passem a ser executadas imediatamente, independentemente de recursos interpostos no Superior Tribunal de Justiça (STJ) e STF. A esperança é que um dia isso já ocorra com as decisões de primeira instância. Por enquanto parece que não querem enxergar que a segurança jurídica não se consegue sem uma Justiça de primeira instância confiável e competente.

 

 

 

 

 

José Elias Laier joseeliaslaier@gmail.com

São Carlos

 

 

 

 

 

 

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MOTORISTAS SELVAGENS

 

 

 

 

 

 

 

As manchetes não deixam dúvidas quanto à nova safra de motoristas que estão guiando nas ruas e estradas do nosso país. São os motoristas selvagens que transformam seus veículos em máquinas mortíferas e saem praticando barbaridades sem fim.

Contribuem para a existência destes ignóbeis a impunidade, a falta absoluta de fiscalização, afinal nossas autoridades acham que radar é policial, quando na verdade é estático e apenas multa o que passa correndo. Além do principal que é a falta de educação dos motoristas fruto da falta da adoção de programas educacionais pelas autoridades junto as escolas.

Colaboram também a péssima forma como os novos motoristas adquirem suas carteiras nacionais de habilitação para guiarem em nosso trânsito. Existem muitas falcatruas e os Detran's passam longe de serem exemplo de órgãos públicos probos.

As leis existem aos montes, entretanto, nem sempre são cumpridas ou na maioria das vezes coexistem com burlas oficiais como a aplicação dos valores ínfimos de fianças. É uma vergonha que alguém cometa um crime ao volante e depois recolha cem ou duzentos reais e saia livre enquanto do outro lado familiares choram perdas irreparáveis de seus entes queridos.

Nas estradas estamos convivendo com uma pratica odiosa, que são os motoristas embriagados dirigindo na contramão em estradas bem sinalizadas sem que sejam parados a tempo por policiais rodoviários. Este é outro fator complicador – A ausência de policiais rodoviários nas estradas estaduais e federais. Não se contratam novos agentes e a fiscalização fica restrita a radares.

Outro dia, um maluco dirigiu na contramão numa estrada federal em SP, ultrapassou dois pedágios, quebrou as cancelas, assustou a todos e só foi parado por uma viatura após barbarizar por 23 quilômetros. Foi preso com drogas e libertado a seguir. Pense

– O que ele precisaria fazer para ser preso e ficar detido?

Em duas situações recentes ciclistas foram atropelados no Rio Grande do Sul causando ferimentos em vários inocentes. Os elementos foram presos e já estão sendo muito bem assistidos juridicamente para provavelmente serem libertados ou não serem processados e presos como deveriam se as leis fossem cumpridas com o rigor que delas se esperam.

O que está acontecendo no nosso trânsito é uma verdadeira desobediência civil e criminal. Onde malucos, bêbados, gente sem carteira de habilitação, menores de idade e pessoas sem quaisquer condições de dirigir estão matando impunemente. Nas mesmas ruas onde o medo impera por falta de policiamento soma-se agora o pavor de andar livremente de automóveis.

Não existe um só movimento das autoridades para mudar esta situação em nosso país. O Código de Nacional de Trânsito é recente e já está obsoleto, é preciso que a justiça volte seus olhos para si mesma e faça profunda reflexão de seus atos e regras, pois como está não há mais condições de ficar.

O poder executivo precisa rever seus procedimentos e contratar novos policiais, treinar exaustivamente suas equipes e dota-los de equipamentos eletrônicos que tornem ágeis para o combate ao motorista infrator. Não é possível que viajemos de Bauru – SP – Bauru (640 km) sem que nenhum policial rodoviário seja notado atuando, multando, trabalhando, orientando os motoristas.

O governo do estado de SP precisa saber que terceirizou apenas a estrada para empresas cobrarem pedágios e ficarem ricas, entretanto, cabe ao governo a fiscalização policial. Senhor Governador contrate policiais, exija que os mesmos atuem, pois é isso que a sociedade espera do seu trabalho.

 

 

 

 

 

 

 

 

Rafael Moia Filho http://falandoummonte.blogspot.com, Twitter - @rafamfilho

 

Bauru

 

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