Cartas - 29/09/2010

ELEIÇÕES

, O Estado de S.Paulo

29 Setembro 2010 | 00h00

O cabo eleitoral

Dilma caindo nas pesquisas e Lula pedindo "pelo amor de Deus" que não se esqueçam de levar os dois documentos para votar. Deve estar com a pulga atrás da orelha, as coisas começam a desandar... Certamente haverá segundo turno e é aí que a porca vai torcer o rabo. Aos poucos, em sua função de cabo eleitoral, a máscara "Lulinha paz e amor" vai caindo e sua verdadeira figura retorna, mais rancorosa que nunca, agressiva e espumando de raiva. É aquela mesma que várias vezes foi rejeitada em outras eleições.

Carlos E. B. Rodrigues ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

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APENAS UM DETALHE

A poucos dias das eleições, descobriram que o candidato Tiririca é analfabeto ou tem instrução insuficiente para assumir o cargo de deputado federal. Só para lembrar: Lula e Dilma não assinaram documentos importantes sem terem lido uma única palavra?

Luiz Ress Erdei gzero@zipmail.com.br

Osasco

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PROTESTO NA MARGINAL

Vandalismo suspeito

As cenas do vandalismo que perturbou o trânsito na Marginal do Pinheiros na segunda-feira, oriundas de supostos moradores de uma favela local que tiveram os seus barracos destruídos no incêndio do último fim de semana, passam de puro ato de protesto para algo mais que suspeito. A suspeita começa com o momento em que o motorista de um ônibus foi rendido por dois homens, que depois atravessaram o veículo na pista e bloquearam o tráfego. Feita a manobra, a dupla passou a comunicar-se via rádio com algum receptor ainda desconhecido, caracterizando-se um protesto com interesses não só de moradores, mas de algo acima disso. Cabe à polícia investigar a fundo esse protesto para chegar a quem o tramou, porque moradores comuns não armariam estratégia via rádio. O que não pode é os demais paulistanos sofrerem com esses protestos.

Laercio Zannini arsene@uol.com.br

São Paulo

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"O MAL EVITAR"

Imprensa livre e crítica

Parabéns ao Estado pelo editorial O mal a evitar (26/9, A3). É de uma imprensa que lute pelas instituições democráticas e suas leis que o País precisa para se desenvolver da melhor forma possível na economia e na política. Para isso ela deve ser livre e crítica, a fim de poder atuar de forma consistente.

Lino André Votta Alves lino_alves@yahoo.com.br

Campinas

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VERDADEIRA AULA

Parabéns pelo editorial O mal a evitar, uma verdadeira aula de como um órgão de imprensa deve posicionar-se num processo eleitoral, ao contrário do presidente Lulla, que prefere extirpar os adversários e alimentar o ódio entre as classes e regiões deste país.

Fernando Fenerich ffenerich@gmail.com

São Paulo

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DECEPCIONADO

Após mais de 40 anos como leitor desse conceituado jornal, qual não foi a minha decepção ao ler a edição de domingo a respeito do apoio a determinado candidato a presidente da República. Realmente, esse diário se mostrou tendencioso diante da opinião pública.

Arnaldo Luiz de Oliveira Filho arluolf@hotmail.com

Itapeva

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ORGULHO

Poucos jornais têm a coragem de manifestar publicamente, e ainda mais na primeira página, a sua opção de apoio político e explicar clara e objetivamente o porquê. Domingo, abrindo o Estado, senti verdadeiro orgulho de ser leitor desse jornal ao deparar-me com a declaração de seu voto e com sua convicção a respeito da democracia como instituição.

Luiz Guilherme Bender lgbender@hotmail.com

São Paulo

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INDUÇÃO DE VOTO?

O leitor sr. Arlindo Peloso (Decepção, 28/9) não tem por que se preocupar, como diz em sua carta: "Como fica o restante de seus leitores que não apoiam esse candidato, sabendo que o Grupo Estado induz seus eleitores a votarem nele?" Isso porque a grande maioria das pessoas que votam em Dilma ou no Lula não lê jornais, portanto, a candidata petista não correrá o risco de que seus eleitores votem no adversário tucano só porque o Estadão, corajosa e patrioticamente, publicou o seu apoio à candidatura Serra. Quanto a nós, assinantes e leitores fiéis, não precisamos ser "induzidos" a escolher nossos candidatos, porque somos bem informados e cada vez mais nos orgulhamos da coerência e responsabilidade deste que é, sem sombra de dúvida, o melhor jornal do País. Parabéns, Estadão!

Marina R. Blanco mmalufi@terra.com.br

Olímpia

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ESQUEMA

Parabéns pelo brilhante editorial. Já passou da hora de os meios de comunicação dizerem a verdade sobre o esquema que o PT pretende implantar no País. Pena que a massa de ingênuos seja tão facilmente manipulada e a oposição, tão fracassada. Liberdade de imprensa nelles!

Vanderlei Rodrigues Silva vrs@dglnet.com.br

Sorocaba

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ENERGIA ELÉTRICA

Desvio de função

O aumento de encargos cobrados na conta de luz e sua aplicação para objetivos diferentes dos originais, como demonstra a reportagem sobre encargos do setor elétrico (27/9), não para. Como complemento à reportagem de Renée Pereira, chamo a atenção para mais um encargo setorial que sofre alteração de função: o de pesquisa e desenvolvimento (P&D). Pela Resolução Normativa n.º 410 da Aneel, que regulamenta a Lei n.º 12.111, a partir deste mês o encargo de P&D passa a ser majorado em 0,3 ponto porcentual para custear o ressarcimento dos Estados com perda de arrecadação de ICMS incidente sobre combustíveis fósseis utilizados para geração de energia. Assim, um encargo criado para fomentar a inovação e o uso eficiente da energia elétrica passa a ser utilizado para subsidiar tributos. Há de se convir que a mudança na função do encargo é "inovadora", para pior.

Claudio J. D. Sales, diretor-presidente do Instituto Acende Brasil

claudio.sales@acendebrasil.com.br

São Paulo

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"Dilma dança em comício e as pesquisas dançam para baixo?"

CÍCERO SONSIM / NOVA LONDRINA (PR) SOBRE O DATAFOLHA

c-sonsim@bol.com.br

"Depois de "Lula, o Filho do Brasil", que tal lançar "Israel, o Filho de Erenice Guerra"?"

CLÁUDIO MOSCHELLA / SÃO PAULO, SOBRE A PROPINA DO FILHO DA EX-MINISTRA DA CASA CIVIL

arquiteto@claudiomoschella.net

"Parabéns pela posição em relação à liberdade e à democracia. Obrigado, é um momento histórico de coragem, nunca esquecerei"

FELIPE NAVES / BELO HORIZONTE, SOBRE "O MAL A EVITAR"

fnaves@vtec.com.br

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TEMA DO DIA

Ônibus vai subir para R$ 2,90 em São Paulo

Aumento deve sair em dezembro para repor taxa de inflação. "Isto é transparência", afirma Kassab

"Boa estratégia: enterrar dinheiro em obras inúteis, fingir que bicicleta é brinquedo e aumentar os ônibus! O paulistano já paga mais caro do que quem mora em Zurique ou Luxemburgo."

LUIZ PEREIRA

"Não gosto do prefeito. Mas tenho de corrigir algo aqui: o que ele prometeu foi não aumentar por um ano. Isso ele cumpriu."

CARLOS MIRANDA

"Um absurdo! Com certeza, teremos mais carros nas ruas."

CAMILA ALVES

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Cartas enviadas ao fórum dos leitores, selecionadas para o estadão.com.br

Um partido sob o escudo do populismo

Nestes últimos anos, temos observado o retorno de práticas que pensávamos terem sido debeladas da vida sociopolítica nacional, haja vista o Partido dos Trabalhadores desde sua chegada ao poder na esfera federal

ter sistematicamente flertado com o autoritarismo e a corrupção, dessa forma testando os limites institucionais

do Estado brasileiro através da política de aparelhamento do Estado com figuras de passado obscuro que buscam a satisfação de interesses pessoais e partidários, a partir do tráfico de influência que resulta no locupletamento do erário, o qual subjuga o interesse público.

Com efeito, o PT encontrou um jeito muito peculiar de governar, qual seja, no campo econômico adota um modelo macroeconômico conservador que visa a satisfação dos interesses dos grandes conglomerados financeiros ao manter taxas de juros reais em níveis muito superiores aos padrões internacionais. No entanto, o PT faz um contraponto à política econômica conservadora estabelecendo políticas sociais compensatórias cujo carro-chefe é a Bolsa Família, programa que, embora auxilie carentes a suprir necessidades básicas no curto prazo, é insuficiente para proporcionar condições dignas de sobrevivência aos mais necessitados e os torna reféns do governante de plantão, em razão de ser meramente um programa, e não um direito assegurado em lei.

Neste contexto, o "jeito petista" de governar se completa quando nos referimos à classe média, visto que esta categoria de cidadãos, por não se engajar politicamente, não dispor de recursos para financiar campanhas eleitorais e por não ser assistida por nenhum programa assistencial (e por causa disso, não ser refém do governante de plantão), não está nos "planos" do PT. E não por acaso, o governo atual sendo profundo conhecedor deste quadro social, aplica a tributação com mais rigor e perversidade sobre a classe média de forma direta e sobre os mais pobres de forma indireta, na medida em que os cidadãos da classe média são aviltados com elevadas alíquotas de IR, IPVA, IPTU, etc. Ao passo que os mais carentes não tomam conhecimento do quanto recolhem ao governo quando compram itens da cesta básica, remédios, eletrodomésticos, ou quando utilizam transporte público.

Para completar a descrição do "jeito petista" de governar é importante ressaltar que nem durante as campanhas eleitorais eles se "lembram" da malfadada classe média, visto que essa classe só é "contemplada" quando o governo lança algum programa de financiamento de bens ou imóveis, cujos maiores beneficiários são os bancos, que se apropriam dos juros pagos durante prazos a perder de vista.

Portanto a justificativa de um "projeto de poder" em favor da "inclusão social" é falaciosa, devido às distorções ocorridas na tributação, que é regressiva (aplica a mesma alíquota aos mais pobres e aos mais ricos), e por isso acabam neutralizando a suposta justiça social.

Contudo o projeto de poder ilimitado do PT ainda não se completou e o partido, através do uso da máquina pública federal (que tem sido utilizada para perseguir adversários e premiar aliados), tem tentado derrubar as últimas barreiras, quais sejam: a parte da imprensa que ainda não foi cooptada e as instituições públicas ainda não aparelhadas, como o TCU. Com relação à imprensa, é preocupante a utilização de métodos chavistas de intimidação contra a liberdade de expressão, ao tentar fazer uso da popularidade presidencial como forma de manipular as massas menos esclarecidas contra os veículos de comunicação que estejam investigando desvio de conduta de integrantes do governo. Quanto à autonomia do TCU, o governo, através do envio de projetos de lei ao Congresso, tenta engessar a atuação dessa instituição, a qual tem sido uma "pedra no sapato" de corruptos e corruptores de dentro e fora do governo, os quais não raramente têm sido flagrados em práticas de malversação de recursos públicos.

No que tange à forma como o governo tem administrado os frequentes escândalos, vale salientar os critérios utilizados para adoção de providências saneadoras, pois nos escândalos de fácil entendimento pelo cidadão comum, como foi o caso dos cartões corporativos, as providências foram adotadas de forma rápida e os envolvidos foram prontamente afastados ou devolveram os recursos utilizados de maneira indevida, ao passo que os casos mais complexos, como o envolvendo o banqueiro Daniel Dantas e os fundos de pensão, por serem de mais difícil compreensão pelo cidadão comum, foram tratados de forma leniente e protelatória, pois, por envolverem somas vultosas, altas figuras da República poderiam sofrer graves consequências.

Em resumo, o governo atual não defende os princípios republicanos, todavia lança mão do pragmatismo e se pauta pela ética de "os fins justificam os meios". Dessa forma o governante atual apenas se preocupa com sua popularidade, independentemente de a credibilidade de instituições como os Correios e a Receita Federal estar ameaçada.

Desta feita, devemos estar vigilantes com relação às ameaças que o autoritarismo petista representa para o desenvolvimento e a consolidação da democracia em nosso país, uma vez que após conquistar o apoio popular pelo uso eleitoreiro de programas assistencialistas, os petistas agora buscam tornar-se inimputáveis, pois no momento se utilizam da prática nefasta de "jogar" a população menos esclarecida contra aqueles que ousarem denunciar qualquer desvio cometido por integrantes do governo. Desta forma buscam o poder absoluto, em que não sofram fiscalização do Congresso, do Judiciário, do Ministério Público e muito menos da imprensa, pois assim terão "terreno livre" para manipular os mais carentes e a seu bel-prazer se locupletar do Tesouro público sem correr riscos de derrotas eleitorais.

Esse cenário já ocorre na Venezuela, onde o líder autoritário ostenta níveis superiores a 80% de aprovação popular, embora a inflação supere os 20% ao ano e a economia esteja em recessão. Ademais, nossa história é pródiga em exemplos de situações em que um aparente bem-estar econômico provocou apatia e conformismo da população com relação às atitudes autoritárias. Como exemplo temos o período do "milagre econômico", entre 1968 e 1973, quando a sociedade fez "vista grossa" aos desmandos dos generais em decorrência de melhorias econômicas efêmeras.

Quanto aos aspectos econômicos de um governo populista, devemos sempre relembrar as experiências fracassadas do passado, em que as empresas estatais eram ineficientes e ocupavam espaços excessivos na economia, limitando as oportunidades de crescimento da iniciativa privada. É importante destacar que as empresas estatais são mais burocráticas que as privadas, visto serem regidas por leis menos flexíveis e também sofrerem influências políticas, como as indicações para cargos estratégicos, dessa forma são tratadas como "cabides de empregos" para apadrinhados políticos, o que abre uma "porta larga" para toda sorte de práticas corruptas.

Finalmente, para que nosso país se desenvolva de forma autônoma é necessário que o poder das instituições seja maior do que o dos governantes de ocasião, e para isso se faz urgente a alternância de poder, a qual produz o efeito salutar de oxigenação da máquina pública e conduz à renovação das práticas políticas. Também se faz necessária a alternância de poder para que grupos políticos não se sintam donos do Estado e não se apropriem dos bens públicos, evitando dessa forma as práticas patrimonialistas.

Portanto é necessário que os governantes sejam pautados pelo rigor das leis e pelo interesse público, e não pelos interesses pessoais de governantes que praticam políticas eleitoreiras e irresponsáveis para atender a desejos imediatistas dos mais carentes, sem se preocuparem com as consequências futuras sobre as finanças públicas, apenas visando à perpetuação no poder. Pois devemos lembrar que as pessoas mais vulneráveis não têm condições de ser exigentes quanto à conduta ética de seus governantes, visto que dependem financeiramente do governo e por conta disso não têm independência em relação a ele. Com efeito, não podemos permitir que governantes oportunistas se utilizem do recurso fácil do populismo para se colocarem acima das leis e do interesse público, pois se esta prática se consolidar estaremos cada vez mais distantes de alcançarmos um nível de desenvolvimento institucional que nos possibilite nos aproximarmos dos países mais civilizados do mundo.

Anderson Nunes andersonnunes2004@bol.com.br

São Paulo

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VAI OU RACHA!

Caem as pesquisas, como previsto, acham-se novos campos de petróleo, como previsto, e esperneia o animador de auditório, como se previa, no disfarce eterno.

A eleição vai para o segundo turno. Os números apresentados pelas encomendas nunca foram reais e, desta forma, não se sabe mais o que está acontecendo, além da bandalheira generalizada, da roubalheira recorrente no palácio e das mentiras insuportáveis que são veiculadas a fôlego de imposição . Como a ditadura ainda não foi oficializada, o terreno continua lamacento e perigoso, tal um charco de Garanhuns. Logo, que cada um deposite seu voto certo na urna e reze para que ela não esteja contaminada pelo vírus petista. Boa sorte!

Ronaldo Parisi rparisi@uol.com.br

São Paulo

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A HORA DO CAFEZINHO

Seguindo o inusitado conselho do presidente Lula, aceitei o convite de meu vizinho petista para tomar um cafezinho em sua casa, enquanto assistíamos ao debate entre candidatos ao governo do Estado. No fim, agradeci a gentileza de meu vizinho e concluí novamente que Alckmin continua sendo a melhor escolha - indubitavelmente.

Sérgio Eckermann Passos sepassos@yahoo.com.br

Porto Feliz

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DANÇA MACABRA

A foto dos três casais na primeira página do Estadão de ontem mostra dois caminhos: os francamente perdedores ''dançarão'' nas eleições, segurando a vassoura; os eventuais ganhadores farão o povo brasileiro ''dançar'' por alguns anos, porque nenhum deles tem competência para animar o baile. Baila, mas não baila comigo!

Flavio Marcus Juliano opegapulhas@terra.com.br

São Paulo

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MEDO

Numa das eleições passadas, uma grande artista nacional (todos se lembram quem foi) disse: "Tenho medo do Lula." Foi execrada. Passado estes anos todos, parece que ela tinha razão. O que vocês acham?

Fioravanti Fabri Filho suri@dglnet.com.br

Americana

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FESTA DE ARROMBA

A dança dos pares no último momento do comício de Lula, de sua escolhida e demais petistas, no Anhembi, nos dá bem o tom desta campanha, uma verdadeira festa de impunidades, esbanjamento de dinheiro público e do aparato governamental, entre outros. E principalmente a mistura depreciativa do ''homem'' que foi eleito para representar todo o povo brasileiro até o último dia de seu mandato com o ''homem'' cabo eleitoral desprovido das responsabilidades de seu mister. Uma verdadeira festa de arromba.

Leila E. Leitão

São Paulo

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DILMA

Com relação ao escândalo Erenice, a candidata

Dilma tem duas possibilidades, ou sabia e participava

de tudo, ou não sabia de nada que acontece bem

embaixo do seu nariz.

Qualquer uma dessas duas possibilidades faz de Dilma

incompetente para governar o Brasil.

Espero que o brasileiro acorde a tempo para não

cometer um grande erro que pagaremos por quatro anos.

Eliana Oda linaoda@bol.com.br

São Paulo

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QUADRILHAS

''Dormia, a nossa pátria-mãe tão distraída, sem perceber que era subtraída, em tenebrosas transações." Atual a poesia de Chico Buarque. Quantas e quantas quadrilhas (mais descaradamente nos últimos oito anos) sugando e secando as tetas desta gentil senhora, incentivadas pela impunidade. E tudo em nome da ganância material e do poder.

Emerson Luiz Cury emersoncury@gmail.com

Itu

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COINCIDÊNCIAS: LUIZ E LOUIS

O primeiro, apelidado de Lula, molusco ausente de casca externa, mas nada carente, pois tem presente um corpo externo, macio, sedutor, cativante, andante sempre em nuvens errantes. Num ato desatinado, mas premeditado, carrega em seu bojo a casca interna, esconderijo fatal e geral de seus desvairados atos, desatados.

O segundo, o XIV, apelidado de Rei-Sol, procura no astro seu brilho, que ilumina a frase: '' L''État c''est moi'', palavras que, embora em francês, até hoje ressoam em cada canto deste porão brasileiro, repleto de desencanto...

Ambos idênticos, no seu falar, no seu andar, no seu agir...

Cacilda Amaral Melo cacilda09@uol.com.br

São Paulo

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RUI BARBOSA ATUAL

Atualização da frase famosa do Ruy Barbosa, com as devidas desculpas ao mestre:

"De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter remorso de não ter se filiado ao PT."

Decio Fischetti etcmkt@terra.com.br

São Paulo

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DEMOCRACIA OU DITADURA?

Conversando com uma amiga que dizia não entender o porquê de tanto receio de uma ditadura, já que vamos votar no dia 3 e, portanto, não estamos submetidos à ditadura, eu argumentei o seguinte.

Você tem razão, ainda não vivemos uma ditadura propriamente dita. Mas não se pode fazer vista grossa para o fato de que o conjunto dos movimentos destes que estão no poder apontam inevitavelmente para tal. Vejamos:

- Tentativas de se estabelecer o ''controle social da imprensa'', ou seja, censura;

- o Conselho Nacional de Jornalismo que se pretendeu criar;

- a Ancinav, que também se tentou criar para controlar a produção cultural;

- a clara intenção do partido único e hegemônico;

- a mais absoluta ausência de discernimento quanto ao que é governo e ao que é partido, quanto ao que é privado e ao que é exclusivamente público;

- o desrespeito e mesmo desprezo pelas instituições que dão corpo e alma à democracia;

- o populismo messiânico que se busca estabelecer;

- a volta do personalismo tão retrógrado e que se julgava coisa do passado;

- a intolerância à divergência;

- o desejo explícito do extermínio das oposições;

- a utilização da máquina estatal para fins eleitorais e de perseguição política, etc e tal.

Enfim, todo esse conjunto de ações apontam para o quê? Democracia? Não, Adriana, apontam claramente para uma ditadura totalitária, com o perdão da redundância.

É isso, moça. É assim que eu vejo a situação hoje em nosso país. Por isso é que eu afirmo: o que está em jogo é uma opção (ou não) pela manutenção da democracia e das liberdades a ela inerentes!!!

Rodrigo Borges de Campos Netto rodrigonetto@rudah.com.br

Brasília

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ESTUDANTES DE ONTEM E HOJE

Eu estou com vergonha dos estudantes de hoje.

No meu tempo (década de 60) nós defendíamos a

democracia com unhas e dentes. Muitos de nós per-

deram algumas unhas e alguns dentes. Mas nunca

pecamos por omissão. De maneira geral, os

estudantes de hoje se escondem atrás do medo.

Gilberto Lima Junqueira glima@keynet.com.br

Ribeirão Preto

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Os FINS JUSTIFICAM OS MEIOS

O presidente Lula goza de alta popularidade e aceitação. Pudera, empresários, banqueiros, os ricos ficam cada vez mais ricos.

Enquanto isso, a massa ignorante populacional (e assim será conservada, é mais fácil manipular) se acomoda com as benesses

do assistencialismo, e todos, igualmente, rendem muitos, muitos e muitos votos. E assim foram felizes para sempre?!

Maria Helena R. Oliveira lena-oliveira@ibest.com.br

São Paulo

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ELEIÇÕES

A OAB, junto com os órgãos da grande imprensa, deveria solicitar à ONU que acompanhe e fiscalize as eleições no Brasil. Motivos não faltam: aqui se compram votos com bolsa-isso, bolsa-aquilo; aqui as urnas eletrônicas são, na realidade, caixas-pretas, ninguém tem como examiná-las; e, finalmente, aqui se ALUGAM, por módicas quantias, títulos de eleitor que são devolvidos logo após as eleições. Este país é realmente um paraíso (para bandidos).

Luiz Carlos Roberto lcroberto@yahoo.com.br

São Paulo

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INCONSTITUCIONALIDADE E FRAUDE

A quem interessa a fraude?

O PT entrou com suas ações no STF para tornar inconstitucional o segundo documento com foto. E por quê?

Burocracia demais... Ou um premeditado golpe numa eleição que deveria ser transparente e limpa.

Certamente os arapongas estão loucos para que isso aconteça.

Vamos prestar atenção!!!

Euclides Alberto da Silva ealbertos14@hotmail.com

São Paulo

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ESTRANHO INCHAÇO

A questão é cruel, eu sei, mas a importância da eleição que teremos no próximo fim de semana não permite de forma alguma que o eleitor seja mais uma vez ludibriado pelos aloprados companheiros petistas. É necessário que o povo brasileiro seja informado imediatamente de quais são as reais condições de saúde da candidata mais bem colocada nas pesquisas eleitorais, pois não podemos neste momento importantíssimo da história política do Brasil passar por um processo desgastante como foi a eleição de Tancredo Neves e a posse de seu vice, José Sarney, em 15 de março de 1985.

Victor Germano Pereira victorgermano@uol.com.br

São Paulo

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DILMA CRITICA LULA

Nos debates e na propaganda eleitoral, Dilma promete um mundo de coisas que o seu "dono" não fez em oito anos, em educação, saúde, segurança, infraestrutura, etc. Agora, aos 45 minutos do segundo tempo (como ele gosta de falar de futebol) vêm com pré-sal, trem-balela, hidrelétricas, Minha Casa, Miha Vida 1 e 2, PAC 3 (vem aí o PAC 3?), etc., etc. Parece que ela passou para a oposição e está fazendo críticas não muito veladas ao sapo barbudo. Ingrata...

Mário A. Dente dente28@gmail.com

São Paulo

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CUIDADO

No último comício da Dilma em São Paulo, anteontem no sambódromo, viu-se a pouca importância que tem um vice na chapa da petista para presidente no Brasil, o sr. Michel Temer (PMDB). Sem querer menosprezar a posição hierárquica, não podemos deixar de mencionar que Temer chegou no fim e mal viu a apresentação dançante realizada por Lula, Dilma, Mercadante, Marta, Netinho, etc., já festejando a possível vitória nas urnas antecipadamente. Cuidado.

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

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VOTE CERTO, NÃO EM CORRUPTO!

Quem em sã consciência compra um carro, eletrodoméstico, alimento, remédio, cosmético, etc., que não presta? Por que, então, a maioria do eleitorado diz que "político não presta" e que "são todos farinha do mesmo saco", e mesmo assim vota nestes pseudopretendentes a cargos públicos?!

Os mesmos 135 milhões de brasileiros convocados para votar em 3 de outubro, quando saem para as compras, procuram pesquisar preços, qualidade, procedência, inclusive validade (alimentos ou remédios), para não serem enganados. Coisa de cidadão responsável, não é verdade?

E por que não ter o mesmo cuidado com a Pátria, já que imprensa divulga com clareza os escândalos que nos indignam e assolam dramaticamente nossas instituições?!

A desculpa de desconhecimento dos fatos é esfarrapada, porque hoje são vários os meios de informação, como rádio, jornais, revistas, TVs, internet, etc., para identificar os bons e maus políticos. E mesmo assim o eleitor desvaloriza seu voto, despreza investigar e apurar quem são os candidatos ficha-limpa (que existem), e coloca seu sufrágio nas urnas como se tivesse depositando sua cidadania no lixo. O voto não é sapato, roupa, que depois de um tempo de uso, pelo desgaste ou por modismo, se descarta.

Mas ao eleger um político, e este sendo probo, com bom currículo, não um ficha-suja, poderá deixar legados para muitas gerações. E sem prazo de validade! Porque este eleito, primeiro, vai dignificar nossas instituições e se constituirá de exemplo inclusive para os nossos filhos, netos bisnetos, etc. E, certamente vai apoiar projetos que atendam às prioridades da sociedade. Como as reformas constitucionais tão necessárias, o abastecimento de água, coleta de esgoto, transporte, aeroportos, portos, estradas, saúde, educação, moradia e outros benefícios sociais para o bem-estar da população.

O nosso desprezo pela qualidade do voto há décadas vem acumulando consequências nefastas para o País. Por esta passividade é que identificamos hoje a corrupção e outras atitudes vis, em níveis de epidemia, espalhadas nas esferas públicas, principalmente no Executivo e Legislativo.

Estão aí os exemplos mais recentes do mensalão, da Casa Civil do governo Lula, dos governadores do Amapá, do Tocantins, em que comprovadamente milhões de reais foram desviados em detrimento até da merenda escolar, da saúde, do saneamento básico, etc..

E em boa parte dos nossos Parlamentos, como Câmaras Municipais, Assembleias Legislativas e Congresso Nacional, é comum a cobrança de mesadas mensais pelos parlamentares para votarem projetos do Executivo. Um verdadeiro escárnio! Não estou inventando nada! A nossa imprensa denuncia e a Polícia Federal e o Ministério Público comprovam essas falcatruas.

E não por outra razão é que estes parlamentares gastam até o que não têm para se eleger, porque sabem que o crime compensa!

Temos políticos sérios? Lógico que sim! Mas são a minoria, e não conseguem fazer frente a esta consolidada depravação institucional!

Por isso, pesquisar bem em quem votar pode representar um verdadeiro mutirão na reconstrução ética das nossas instituições! É uma tarefa de Jó. E talvez até para algumas gerações. Mas extirpar de vez esta máfia corrupta instalada no setor público é de nossa total responsabilidade.

E é desta forma que podemos garantir segurança jurídica, social, econômica e política no País.

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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VAGAS PARA OS ALOPRADOS

O Lulla, em outro comício demagógico em São Paulo, disse que tem de acabar com os tucanos governando este Estado. Ele certamente, além da terrorista na Presidência, quer um petista governado São Paulo para ter mais vagas para os "cumpanheros" que serão derrotados nesta eleição e tambem deve ter muitos vulgo sindicalistas esperando uma boquinha. E como, se a terrorista chegar lá, terá de dividir os "cargos" com o PMDB, precisa de novos lugares para os aloprados & Cia...

Delcio da Silva delcio@ess.ind.br

Taubaté

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FHC X LULA

Lula adora comparar-se a FHC, sempre denegrindo o ex-presidente, logicamente. Entretanto, conferindo os últimos meses dos dois governos, notamos que, enquanto Fernando Henrique Cardoso, ao término de seu mandato, ficou à margem das eleições e em Brasília continuou governando para todos os brasileiros, parece que Lula acredita que sua obrigação seja somente eleger sua sucessora, e percorre todo o Brasil a subir em palanques, esbravejando em comícios contra a liberdade da imprensa, fazendo chacota de seus opositores. Esqueceu-se do País e do povo que o escolheu, para transformar-se num suado, irado cabo eleitoral de Dilma Rousseff. Falta em Lula o decoro presidencial que sobrou em FHC.

Eni Maria Martin de Carvalho enimartin@uol.com.br

Botucatu

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ALERTA

Pergunto ao senhor ou à senhora que está lendo essa edição do Estão online, se já percebeu que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, durante os seus dois mandatos, deu as cartas e as jogou de mão dentro e fora da Câmara dos Deputados. Que os dois maiores desejos do presidente no momento são eleger a Dilma Rousseff e os 81 senadores, dos partidos fizeram alianças com o PT. Que se isso acontecer, nós, brasileiros, vamos viver sob um comando ditatorial, tal qual o de Cuba e seus teleguiados, como Venezuela, Colômbia e outros mais. Acorda, gente. A verdadeira ditadura se aproxima. Pense bem. Isto é apenas um alerta. A salvação está em suas mãos.

Leônidas Marques leo_vr@terra.com.br

Volta Redonda RJ

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DÍVIDA?

Lula disse que é preciso eleger Mercadante para o governo de São Paulo porque o Estado tem uma dívida com a Nação... Considerando que recebemos de braços abertos nossos irmãos brasileiros dos mais longínquos rincões, que geramos impostos e renda que são distribuídos por todo o País, que disseminamos conhecimento pelas nossas universidades e que a história, recente ou não, nos mostra que estamos na vanguarda na defesa da democracia, só podemos concluir que o que Lula quis dizer é que São Paulo está em ''dívida'' não com a Nação brasileira, mas com a nação petista, porque talvez jamais se deixou ser pilhada e comandada por aloprados...

José Eduardo Zambon Elias zambonelias@estadao.com.br

Marília

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O PREÇO DA DEMOCRACIA

Como historiador, constato a preocupação de expoentes pensadores da inteligência brasileira em face da gestação de um processo de radicalismo na esfera governamental. Por essa razão as eleições próximas são importantes para a nossa democracia, mas, principalmente, a nossa vigilância daqui para a frente, no sentido de obstacularizar eventuais arroubos de autoritarismo de autoridades, que será fundamental para o futuro da liberdade entre nós.

José de Anchieta Nobre de Almeida josedalmeida@globo.com

Rio de Janeiro

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PESADELO

Noite dessas tive um pesadelo que, de tão bizarro e improvável, não resisti e resolvi contar para todo mundo.

Sonhei que a candidata do PT ganhara a eleição para presidente, o que é bem provável. Mas, como nos primeiros meses de seu mandato sua popularidade não chegou nem aos pés da de seu criador e os escândalos no governo continuaram sendo denunciados pelos ''golpistas midiáticos'', sua base aliada resolveu pular do barco e aprovar um pedido de impeachment, deixando seu vice do PMDB na Presidência e o PT de fora.

Sonho maluco. Toc, toc, toc...

Jeferson Romagnoli jefromagnoli@gmail.com

São Paulo

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SEGUNDO TURNO

O melhor da democracia é o debate de ideias e dos programas de governo, e não programa de marqueteiros, pois assim teremos a verdade posta na mente dos eleitores brasileiros. O segundo turno das eleições será o divisor das águas entre a verdade e as mazelas deste governo. Assim a verdade será visível em todos os sentidos, como os casos de dossiê, Erenice e família, aloprados, quebra de sigilo na Receita Federal, entre tantos outros. E principalmente a censura aos meios de comunicação ditada pelo governo Lula.

Walter Francisco Barros walterfbarros@yahoo.com.br

Araçatuba

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''IRMÃ DE ARMA''!

O sr. Tilden Santiago critica o ''cara'' - o criador - e, por tabela, a ''coroa'' - a criatura, dona Dilma, sua ''irmã de arma''. O ''cara'', disse ele, "nunca teve projeto de Estado ou Nação, só tem projeto de poder''. O sr. Tilden, ex-PT e ex-embaixador do Brasil em Cuba, um dos muito ''empregos'' oferecidos aos apadrinhados do atual desgoverno, hoje desafeto do PT, afirma que o ''cara'' - o criador - impôs ao partido a candidatura da ''coroa'' - a criatura - dona Dilma, a sua ''irmã de arma'', e é isso que nos espera? Que as forças Divinas salvem o Brasil!

M. Teresa Amaral mteresa0409@estadao.com.br

São Paulo

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ALIADO

Se ganhar esta eleição, a candidata Dilma terá de agradecer de coração a um grande aliado. O morno, insípido e repetitivo discurso do candidato Serra.

Ulysses Fernandes Nunes Junior ulyssesfn@terra.com.br

São Paulo

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PROMESSAS

10% de aumento para todos os aposentados, salário mínimo de R$ 600 e 13.º salário sobre o Bolsa-Família. Promessas, sonhos, devaneios de uma candidatura que já nasceu morta.

Jatiacy Francisco da Silva jatiacy@ibest.com.br

Guarulhos

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COMUNICAÇÃO TELEFÔNICA

O motivo deste e-mail é a desfaçateza do nosso ''presidente'', ou só do PT. Ligou para minha casa reiteradas vezes anunciando Dilma, Mercadante, Marta e Netinho como seus candidatos. Desliguei o telefone quando percebi do que se tratava. Não contentes, passaram a deixar mensagem na secretária eletrônica da Telefônica. Quero aqui deixar minha revolta e meu pesar, pois, além de ser incomodado nas horas mais inusitadas, tenho de pagar pela mensagem que não concordo em receber.

Tibor Géza Borbély tiborgeza@terra.com.br

São Paulo

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ESTRANHO COMENTÁRIO

Se é que ainda prevalecem os direitos constitucionais de liberdade de manifestação e expressão, não chega a ser estranho quando um ou mais cidadãos, a imprensa e a mídia em geral expressam esse direito. Estranho mesmo é o comentário feito pela vice-procuradora-geral eleitoral, dra. Sandra Cureau, sobre a participação do sr. Lula na campanha político-eleitoral, a favor dos candidatos do PT e aliados, que na sua honrosa e digna função, ao invés de comentar, tem por obrigação agir e punir quem descumpre as leis eleitorais. Parece-nos que está havendo uma enorme inversão de valores. Por que será que o Judiciário deixa que tudo aconteça à revelia da legislação eleitoral? Em outra ocasião, a vice-procuradora afirmava que caberia até a impugnação ou cassação da candidatura da dona Dilma, mas nenhuma providência foi tomada. Pelo visto, era uma simples maneira de ser lembrada ou de se autopromover, como no presente caso. O simples comentário fica no ar: afinal, houve ou não infração da Lei Eleitoral? Com todo o respeito, cabe à dra. Sandra Cureau a explicação desse desnecessário e estranho comentário.

Luiz Dias lfd.silva@uol.com.br

São Paulo

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COLA OFICIALIZADA

Definição de "cola" no Dicionário Houaiss: "2 Regionalismo: Brasil. Uso: informal:.ato de um estudante copiar respostas num lembrete fraudulento para usar num exame escrito."

Pois "cola" está citada às escâncaras na página eletrônica do Tribunal Superior Eleitoral, em que é até disponibilzado um gerador de cola para imprimir e usá-la para anotar os candidatos. Com essa aberração, a Nação brasileira mostra de maneira irrefutável que ficou amoral. O responsável por essa safadeza tem de ser exnoerado e processodo criminalmente.

Bob Sharp bobsharp@uol.com.br

São Paulo

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APEDEUTA PODE?

Na edição de ontem do Estadão (A12) veip a notícia de que o Ministério Público Eleitoral volta a atacar o Tiririca, questionando se é analfabeto ou não, já que a legislação eleitoral proíbe analfabetos na política. E o Lula como é que passou incólume pela lei? Vamos parar com essa hipocrisia barata. Sejamos realistas, a quem o Tiririca incomoda? Ao Lula, ao Vanucchi. ao Marco Aurélio ''Top Top'' Garcia, ao Franklin Martins ou seria ao sr. José Ribamar, vulgo Zé Sarney?! Acorda, Brasil! Vamos dar um basta nessa corja na urnas.

Carlos Benedito Pereira da Silva advcpereira@hotmail.com

Rio Claro

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PALHAÇO TIRIRICA

Hoje há muitas preocupações com o grau de escolaridade do Tiririca... Creio que deveriam preocupar-se muito mais com os fichas-sujas, estes realmente mete medo.

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Praia Grande

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Vista grossa

A Justiça Eleitoral parece fazer vista grossa no que tange ao registro dos candidatos à eleição. Aceitou a inscrição do Tiririca como candidato e depois descobre que ele pode não ser alfabetizado? Seria só ele? Por que não fazer uma avaliação no ato da inscrição, além de exigir documento que comprove ser o candidato alfabetizado? O processo pode ser trabalhoso, mas evitaria maiores transtornos ao TSE e livraria o País do entulho politiqueiro. Como se vê, os deputados fazem as leis sem se dar conta de sua importância, pensam apenas nos seus ganhos. Se não houver um freio do STJ, o Brasil vai continuar errando.

Izabel Avallone izabelavallone@yahoo.com.br

São Paulo

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PRECONCEITO CONTRA ANALFABETOS

Que bobagem essa de o promotor querer examinar o candidato Tiririca para saber se ele sabe ler e escrever.

Não que eu seja eleitor do humorista/palhaço, muito ao contrário, mas somente ele será examinado? E o presidente da República, esqueceram?

Pelo que me consta, nosso líder maior nunca foi letrado.

Paulo Augusto Nunes Ferreira sweetpappa@uol.com.br

São Paulo

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O FURACÃO TIRIRICA

Depois de conseguir provar que não possui imóveis em seu nome, porque se separou da esposa que trouxe de Itapipoca, onde dividiram o que tinham antes, agora a Procuradoria Regional Eleitoral de São Paulo quere investigá-lo por analfabetismo, alegando que não sabe ler nem escrever. Que bom seria se o referido órgão agisse assim com os fichas-sujas de São Paulo, candidatos a deputado estadual e federal e a senador, velhos raposões, mas isso, pelo poder político e econômico, eles não fazem. Muitos com medo das primeiras pesquisas que apontam o ingênuo iniciante de deputado com mais de 1 milhão de votos, superando o grande Eneas, "meu nome é Eneas". É preferivel ver Tiririca em Brasilia, que nos fará rir, aos mafiosos, formadores de quadrilhas que estão hoje no Senado e na Câmara, e que tanto nos têm feito chorar pelas roubalheiras dos recursos da merenda escolar, saúde, habitação e mensalão.

Vai em frente, Tiririca, e não se esqueça de contratar seu filho Tirulipa para assessorá-lo.

Jose Pedro Naisser jpnaisser@brturbo.com.br

Curitiba

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CENSURA A 84 ÓRGÃOS

Apesar de ter sido sanado o abuso de poder, fica evidente que a imprensa no Brasil não está acobertada pela manto da lei, e sim sob a determinação pessoal de um magistrado. Mesmo por pouco tempo, como foi o caso, a vontade isolada de um tresloucado pode causar constrangimento nacional e, até, preocupação internaconal sobre nossa liberdade de imprensa.

João Menon joaomenon42@gmail.com

São Paulo

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CENSURA NO TOCANTINS

O criativo juiz do Tocantins, ao determinar que rádios e televisões de seu Estado se calassem a respeito das falcatruas do governador, além de infringir a Constituição, altera antigo e conhecido dito sobre a cegueira: ''Em terra de mudo, quem é gaguim é rei''...

Marcos Candau mccandau@uol.com.br

São Paulo

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"O MAL A EVITAR"

Fiquei emocionada com o editorial de domingo onde o Estadão faz sua opção declarada pela democracia e comunica a sua intenção de lutar corajosamente contra a ditadura de uma personalidade sem escrúpulos que não mede esforços para atingir o seu intento, que é a permanência por tempo indefinido no poder. Espero que a ele se junte o PSDB, para usar os seus últimos momentos na TV para alertar a população da ameaça que a espreita, já que em troca de alguns benefícios imediatos terá décadas de miséria e retrocesso. Pela inércia e insistência numa estratégia errada, esse partido parece ser o único que não está preocupado com a arrancada bolivariana que se instala agressivamente no Brasil.

Lizete Galves Maturana lizete.galves@terra.com.br

Jundiaí

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LINHAGEM

Faça votos de que o editorial de domingo do Estadão se alinhe, com o tempo, entre as manifestações democráticas, e não entre as posições antidemocráticas já tomadas pelo jornal, entre as quais o apoio à dita revolução de 64, então claramente manifesto.

Assim, não são exatamente 135 os anos de história democrática que o jornal pode contar.

Sírio Possenti siriop@terra.com.br

Campinas

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POSICIONAMENTO POLÍTICO

Parabéns pela coragem de peitar esses quadrilheiros!

Andrea Costa andreakcosta@gmail.com

São Paulo

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POSIÇÃO ASSUMIDA

O Brasil carece de homens e instituições que assumam posição com coragem e responsabilidade. O jornal O Estado de S. Paulo nunca se esquivou de fazê-lo. Foi, é e definitivamente será o meu jornal.

Christian Lohbauer, cientista politico christian@citrusbr.com

São Paulo

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BRAVO!

Essa é a única palavra que me ocorre para felicitar o jornal por seu brilhante editorial de domingo, "O mal a evitar".

Faz jus à sempre independente e corajosa postura do Estadão, sempre na defesa da democracia e do Brasil. Extremamente agradecida,

Tereza Sayeg tereza.sayeg@gmail.com

São Paulo

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O MAL A EVITAR E O PIOR POR VIR

Irretocável o editorial "O mal a evitar", que certamente será alvo de críticas raivosas e desmedidas dos que não sabem conviver com a democracia e o livre direito de expressão de ideias e convicções. Tenho apenas uma dúvida: se ainda há tempo de evitar o pior. O mal, caracterizado pelos desmandos, a arrogância, o revanchismo, o verdadeiro ódio demonstrado por Lula e seus seguidores ideológicos, mercenários ou qualquer outra qualificação. O pior, o loteamento da máquina pública. Só de imaginar que verdadeiras quadrilhas entranhadas em todos os níveis administrativos e de posse das modernas "chaves de cofres", quais sejam, arquivos, contratos, programas e senhas, com vulnerabilidades propositais ou não, me angustia imaginar que País teremos daqui para a frente, vença quem vencer a eleição presidencial. Resta a esperança na imprensa livre que resiste a tudo e a todos. Parabéns, Estadão.

Luiz Nusbaum lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

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MICO

Que mico o apoio de vocês ao tal do Serra. Segundo o TCE, a maioria das coisas que ele propõe na campanha para o País não foram implementadas em São Paulo.

Esse jornal está morto. Acaba de perder muitos leitores.

Algumas das principais bandeiras hoje empunhadas por José Serra (PSDB) na campanha à Presidência foram objeto, durante sua gestão no governo de São Paulo, de ressalvas de auditorias promovidas pelo TCE-SP (Tribunal de Contas do Estado). Uma equipe de 15 técnicos finalizou, em maio, a análise das contas relativas a 2009, terceiro ano de Serra à frente do governo ao qual renunciou em abril para concorrer. As contas foram aprovadas, mas o relatório de mais de 700 páginas inclui, além das variáveis econômicas, a avaliação dos indicadores de gestão e uma compilação das auditorias realizadas ao longo daquele ano pelo tribunal em 21 ações de governo.

Essas auditorias apontam problemas nas áreas de saúde, distribuição de medicamentos, habitação popular, expansão da oferta de transporte de massa, saneamento e política de esporte nas escolas, entre outras. Todas essas áreas incluem propostas centrais do candidato José Serra, divulgadas tanto em seu programa de TV como no seu site oficial e em entrevistas e debates.

Daniel Luzzi dluzzi@terra.com.br

São Paulo

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PELA DEMOCRACIA

Parabéns ao Estadão pelo editorial "O mal a evitar". Não pelo posicionamento em relação ao candidato, mas pela fiel posição deste jornal, nesses 135 anos de vida, com a lei e direitos constitucionais adquiridos por nós a tão duras penas. Lutou contra a ditadura militar, sendo um dos únicos a não se acovardar, mantendo sua tradição democrática de bem informar, e vem agora no seu editorial se posicionar veementemente contra essa camarilha que se apossou do Brasil. Marchamos em ré para uma ditadura pelega, onde aos amigos tudo e aos brasileiros os impostos. Mas o nosso Estadão se levanta, se posiciona, apoia o candidato de oposição por ver nele melhores condições de continuidade da democracia plena. Hoje a nós, brasileiros comuns, que nos sentimos impotentes diante deste estado de coisas, vale dizer que, pela democracia brasileira, é Deus no céu e o Estadão na Terra. É com grande orgulho que escolhi esse jornal como leitura diária. Parabéns!

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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PERDA DE TEMPO

Excelente o editorial ''O mal a evitar'', mas, infelizmente, é uma perda de tempo, pois o nosso grande ''guia'' não vai lê-lo, não por ter azia, mas sim por não compreender as palavras ali inseridas, são palavras difíceis para um monoglota entender. Infelizmente, o que vem aí pela frente será um desastre. Cheguei à triste conclusão de que Deus, ao contrário do preconizado, não é mais brasileiro, acho que Ele se cansou e nos abandonou, agora é salve-se quem for do partido e aos que restam, chumbo grosso. Que saudades do tempo em que o Tuma tratava do ''canal'' do nosso guia, durante o regime militar...

Celso Eduardo Vitali Lacreta celsolacreta@gmail.com

São Paulo

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DESPREZO

Nem abri o jornal, mas li na primeira página de domingo "O mal a evitar'' e senti mal-estar e náusea ao ler: ''(...) O Estado apoia José Serra (...), mas também para evitar grande mal para o País.''

Leitor de mais de 20 anos, adeus, pelo bem de minha saúde e da saúde deste país.

Deixo aqui o meu desprezo por vocês...

Nunca mais abro esse jornal.

Dispenso resposta.

Marcos Bertozo mbertozo@gmail.com

Brasília

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PARABÉNS

Os mais efusivos parabens ao Estadão pelo editorial "O mal a evitar", documento histórico de defesa da democracia, à altura das tradições que sempre mereceram o respeito do jornal. Por isso mesmo, nós, leitores continuamos a ter no O Estado de S. Paulo o nosso arauto, como vem sendo desde a sua fundação. Com muito apreço,

Lelia Maria de Ulhôa Galvão lmug@uol.com.br

São Paulo

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O REI E SUA INVENÇÃO

Muito oportuno o editorial do Estadão deste domingo. Retrata muito bem o que pensa o atual ocupante do Palácio do Planalto, que pensa ser rei e quer nos enfiar goela abaixo sua invenção. Que DEUS nos ajude e ilumine o povo brasileiro no próximo domingo a evitar o pior.

Antonio Marcos de Macedo mmacedosf@hotmail.com

Coronel Macedo

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POSTURA SÉRIA E IMPARCIAL

Venho por meio desta parabenizar o Estadão pelo editorial de domingo.

Assino o Estadão para me informar com qualidade, e também pelo exemplo, mostrar aos meus filhos a importância de ler um jornal.

Sempre esperei de um meio de informação uma postura séria e imparcial, mas sem faltar com o comprometimento à população.

Fico muito grato e me sinto representado pelo editorial do Estadão.

Que em suas palavras e afirmações faz o papel de milhões de brasileiros que, como eu e minha família, não suportam mais tamanho descaso deste governo.

Só sinto muita pena de esse texto estar publicado somente no jornal, pois, infelizmente, "neste pais a maioria numérica, que muitas vezes decide as eleições, não lê os jornais. Simplesmente se limpa com eles".

George Homenco Filho homencof@yahoo.com.br

São Paulo

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BOLSA-FAMÍLIA

Parabenizo o Estadão pelo editorial "O mal a evitar". Como leitor do jornal faz mais de 50 anos, acredito que todos sabem, ou deveriam saber, que o Estadão sempre manteve a sua coerência editorial em defesa do Brasil e dos fundamentos da democracia.

Agora, como perguntar não ofende, apreciaria que me esclarecessem por qual motivo os formadores de opinião em nosso País não informaram aos cidadãos que justamente recebem a Bolsa-Família, para retirá-los da extrema pobreza, como recomendado por compromisso assumido pelo Brasil nas Nações Unidas, na Declaração dos Objetivos do Milênio (em Nova York, 6-8 de setembro de 2000), que quem lhes concede esse beneficio é a sociedade brasileira, através do dinheiro obtido pelo governo federal com o pagamento de nossos impostos.

Este esclarecimento, com certeza, mudaria a opinião de quase 50 milhões de brasileiros que acreditam que "quem lhes dá a Bolsa-Família é o Lula". Se for o Lula quem dá a Bolsa-Família, pergunto: com dinheiro de quem, cara-pálida?

Acorda, Brasil!

Jorge Luis Dos Santos B. jlsantos@northpoint.com.br

São Paulo

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ELEIÇÃO É COISA SÉRIA

Parabéns ao jornal O Estado de S. Paulo pela coragem, mais uma vez demonstrada, diante do desafio do presidente Lula de que alguns jornais tinham ''candidato e partido'', mas não revelavam claramente sua posição. E, pelo bem do nosso país, o Estadão, em seu editorial de domingo, defendeu sem meias palavras, citando nominalmente o candidato José Serra como o melhor candidato para esta eleição. Não o fez, porém, por partidarismo, preferência pessoal ou para amealhar vantagens (comportamento recorrente dos integrantes do PT ), mas pela reconhecida superioridade intelectual e ética do candidato do PSDB. Ele o fez pela preocupação com o futuro do País. Ele o fez pela séria ameaça que paira sobre toda a população brasileira diante do real programa de governo, o PNDH-3, da candidata governista. Este jornal vê, como a maioria das pessoas lúcidas e éticas deste país, que votar em Serra é a única forma de impedir que a democracia, reconquistada a duras penas, seja novamente banida de nossa nação. Por isso, nas urnas no próximo domingo, precisamos dar um basta a esta postura arrogante e truculenta e dizer com todas as letras: Chega de LULA. Chega DILaMA.

Neiva Pitta Kadota npkadota@terra.com.br

São Paulo

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É PRECISO TER CORAGEM

É gratificante a posição tomada pelo Estadão na primeira página de domingo.

Mas fica aqui uma pergunta: aumentará a circulação do diário ou não?

Espero que o povo tome partido e aumente o número de jornais vendidos.

Isso provará que os descontentes são em maior número do que pensa essa caterva de escroques que está saqueando o Brasil. Mas não me iludo, dado o baixo nível educacional do povo. Mas quando será julgado o processo dessa censura abjeta contra o Estadão?

Sugiro a adoção de uma linha editorial de buscar abranger mais setores da imprensa nacional, haja vista alguns dos periódicos terem se rendido às verbas publicitárias do governo federal.

Ao mesmo tempo vejo que não é só o sr. Lulla que escarnece das leis e do povo.

O Supremo não decidiu sobre a Lei da Ficha Limpa e não houve uma sentença, até porque manobraram alguns ministros para não ser julgada a constitucionalidade dessa lei. Qual a razão do sarcasmo do sr. presidente do Supremo em atacar a lei, quando poderia tê-la fulminado de inconstitucionalidade? O bonde da História foi perdido pelos que votaram contra essa lei. E o desapreço do exmo. sr. ministro presidente pelos parlamentares que votaram a lei poderia ser feito a eles, mas não ao vivo pela imprensa. Assisti até o fim à sessão. Perdi tempo.

Paulo Roberto Farat prfarat@gmail.com

Praia Grande

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