Cartas 30/11/2010

NO RIO DE JANEIRO

, O Estado de S.Paulo

30 Novembro 2010 | 00h00

A força da democracia

A mais expressiva e benéfica consequência da vitória das forças repressivas sobre os redutos dos narcotraficantes é a democracia. Ficou comprovado que o Estado Democrático de Direito é a única e a mais poderosa arma contra qualquer forma de arbítrio e violência. A compreensão dessa realidade, que o povo brasileiro está aplaudindo, certamente terá seu curso continuado. Resta agora que a opinião pública exija de nossos líderes as reformas estruturantes que nos levarão ao futuro promissor que merecemos.

JOSÉ DE ANCHIETA N. DE ALMEIDA

josedalmeida@globo.com

Rio de Janeiro

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RESGATE DAS FAVELAS

Finalmente tomaram uma atitude contra o narcotráfico na Cidade Maravilhosa, agora espero poder passear na minha cidade, que há anos não visito com medo da violência desenfreada. Mas não se enganem, essas medidas não foram tomadas porque nossos dirigentes estão preocupados conosco, e sim para mostrar ao mundo. Afinal a Copa do Mundo e a Olimpíada vêm aí. Se não fosse por isso, por que não tomaram essa atitude muito antes?! Mas mesmo sendo para inglês ver nos beneficia, é o que importa. Perguntar não ofende: e os policiais corruptos envolvidos até o pescoço com os traficantes? Nada foi mencionado, até agora só pegaram peixinhos, faltam os tubarões. Não me venham dizer que o buraco não é muito mais embaixo. Ou as instituições fizeram um acordão entre si, ou ainda vão rolar muitas cabeças. Só que cabeças que realmente vão fazer a diferença... esperemos para ver.

ANDRÉA RISSI

andrearissi@hotmail.com

São Paulo

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DECEPÇÃO NO ALEMÃO

Após o retumbante sucesso na Vila Cruzeiro, o resultado no Complexo do Alemão já não foi o mesmo, com a fuga da maioria dos chefões. Claro, eles não ficariam de braços cruzados à espera dos blindados da Marinha. O fato é que, passado o oba-oba, o que fica é que nada de fato mudou e em pouco tempo os traficantes voltarão à ativa, porque o consumidor da droga exigirá sua volta e a corrupção policial não acabou. Essas são as causas visíveis do problema e não foram atacadas. Mas o buraco é mais embaixo, pois as causas sociais e políticas não estão nem sendo discutidas, quanto mais combatidas.

GILBERTO DIB

gilberto@dib.com.br

São Paulo

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FUGA

Para bom entendedor meia palavra basta! A manchete do Estadão de ontem, com sutileza, traz: Polícia ocupa Alemão; traficantes fogem. Em outras palavras, temos de nos conformar com o fato de que, com todo o aparato de guerra, milhares de homens, helicópteros, carros de combate e outras parafernálias avisando aos brados sobre a invasão, fizeram os bandidos fugir. Para onde? Nem o serviço de inteligência sabe. Agora estão anunciando a tomada da Rocinha e do Vidigal. Assim, os traficantes vão mudando e vendendo suas drogas de favela em favela, fazendo suas batalhas particulares, enquanto o consumidor paga e morre pelas balas perdidas, por toda essa palhaçada. Isso se chama Brasil!

ROBERTO STAVALE

bobstal@dglnet.com.br

São Paulo

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O INÍCIO DO FIM

Acho que o governo está cantando vitória antes do tempo, pois ainda é cedo e um contra-ataque leva tempo para ser planejado. Até parece que não haverá vingança dos traficantes e tudo vai ficar por isso mesmo. Os bandidos não são o povo, que é castrado sem anestesia pelo Estado em seus direitos sociais e não reage, fora uma ou outra manifestação pacífica. As coisas não são bem assim e os traficantes levaram anos para construir seus impérios e investiram muito dinheiro nos políticos para garantir sua segurança e o direito de "trabalhar". Quando eles reagirem, vai sobrar para muitos inocentes, pois bandido acuado, com raiva e tendo sua grana confiscada pelo Estado não vai perdoar civil nenhum. Em algum tempo haverá eleição de novo e os políticos vão precisar da verba dos traficantes. Penso que essa atitude do Estado foi ocasionada pelas ameaças do COI de tirar a Olimpíada do Rio. Resta saber se ainda haverá um Rio de Janeiro em 2016...

ANDRÉ LUÍS DE OLIVEIRA LEITE

andreluisleite@folha.com.br

Pelotas (RS)

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ESTRATÉGICO

De nada adiantará tomar os morros e não permanecer lá. Cada morro tomado deverá abrigar um quartel em seu cume. Aliás, é estratégico: estar sobre colinas, morros ou montanhas.

ALBERTO NUNES

albertonunes77@hotmail.com

Itapevi

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ABERTURA DE RUAS

O que venho dizendo faz um bom tempo ficou evidente nas operações policiais nas favelas cariocas: falta acesso de veículos ao "mar" de construções. Enquanto não forem abertas ruas que permitam o trânsito de viaturas policiais, não haverá solução definitiva para o problema que estamos fartos de conhecer. É difícil, mas não impossível. Basta querer e quem o fizer, conformar-se com a inevitável perda de votos.

BOB SHARP

bobsharp@uol.com.br

São Paulo

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CAUSAS DA INSEGURANÇA

Não é de hoje que noto o quanto a configuração das cidades é importante para aumentar ou diminuir a segurança de moradores e visitantes. Ruas estreitas, postes dentro do leito carroçável, esquinas quase intransponíveis, fiações baixas e essa praga terrível que são os muros. Cabe às prefeituras tomarem providências para que a construção dos muros seja controlada. Quem fizer mais pagará mais imposto, por exemplo. Brasília luta contra os muros. E deve mesmo dar exemplos. Muros feitos para hipoteticamente proteger os moradores ou as empresas são a antítese das urbes.

OSNIR GERALDO SANTA ROSA

osnirsantarosa@bol.com.br

São Paulo

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ARMAS E DROGAS

Não seria o caso de o novo governo brasileiro chamar os srs. Fernando Lugo e o Evo Morales e exigir deles, sob pena de retaliação, maior respeito ao Brasil, colaborando para conter a entrada de drogas e de armas, que tanto nos infernizam? Só para efeito de comparação: com outros países limítrofes, como Uruguai e Argentina, não temos esse problema.

ALBERTO MORETTI

ferrari@tavola.com.br

Lavras (MG)

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"Bope dá ibope"

ROBERTO TWIASCHOR / SÃO PAULO, SOBRE O COMBATE AOS BANDIDOS NO RIO DE JANEIRO

rtwiaschor@uol.com.br

"O Brasil já vai à guerra no Morro do Alemão, deixou uma bandeira e o povo na admiração"

GERALD M. L. MISRAHI / SÃO PAULO, IDEM

gersilm@hotmail.com

"Será que entendi? Se os bandidos não tivessem começado a bagunça, tudo estaria igual, como nos tempos de Cabral? Cabral?!"

CELIA HENRIQUES GUERCIO RODRIGUES / AVARÉ, IDEM

celitar@hotmail.com

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TEMA DO DIA

Bandidos fugiram do Alemão pelo esgoto

Criminosos roubaram uniforme de funcionários do PAC. Oito foram presos em tubulação no local

"O comando da PM carioca é especialista em deixar rota de fuga. Esgoto sempre foi usado para fuga. Qualquer guri sabe."

NILTO MENELLI

"Um grande golpe no crime organizado. Não ganharam a guerra, mas uma grande batalha foi ganha depois de 40 anos."

CLOVIS FREITAS

"Como os helicópteros não viram a fuga? Por que deixaram? Tenho vergonha da polícia brasileira."

MÉRCIA LIMA WEIK

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Cartas enviadas ao fórum dos leitores, selecionadas para o estadão.com.br

GUERRA NO RIO

A tomada do Morro do Alemão, no Rio, foi apenas um primeiro round no combate ao tráfico de drogas. O número oficial de favelas é de 752, mas, na realidade, são 809. E podem ser mais. Elas estão até classificadas, umas são Ccdades (como a Cidade de Deus), outras complexos (como a do Alemão), e por aí vai. Assim, foi uma primeira vitória contra o tráfico, mas isso deve continuar por muito tempo, se houver vontade. Segundo dizem, a próxima será a Rocinha.

Favelas no Rio nascem da noite para o dia e o tráfico domina quase todas, é algo mesmo de impressionar. Quem conheceu o Rio nos anos 50 e 60 e fizer uma comparação, verá que muita

coisa lá mudou para pior, com o beneplácito inicial de Brizola. Essa atitude já deveria ter sido tomada há muito tempo. Todos os brasileiros esperam que continue, pois o Rio ainda é o principal cartão-postal do Brasil.

Carlos E. Barros Rodrigues ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

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BLINDADOS NA ESPLANADA

Aplauso para o império da lei. Delinquentes devem ser punidos, muito embora só haja negócio para a droga quando os riquinhos estão ali para comprar. O aparato montado no Rio de Janeiro, incluindo os veículos blindados, após a faxina nas favelas, deve ser acionado não mais nos morros, mas na Esplanada de Brasília. Ali há muitos delinquentes que estão protegidos por blindagens mais eficientes e contra as quais até momento não se conhece nenhuma arma que as destrua. Que espécie de blindagem é a que coloca sob censura o Estadão há quase ano e meio? Que espécie de blindagem é aquela que protege todas as decisões proferidas em ações e em finalizações de comissões de sindicância, nas quais se buscam os mais diversos argumentos para livrar envolvidos? Ao contrário, muitos envolvidos são mais danosos que os traficantes e, no entanto, terminam premiados pela esperteza, pois possuem armas muito mais poderosas, com carapaças antitudo.

José Roberto Cicolim jrobcicolim@uol.com.br

Cordeirópolis

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ERROS

Primeiro erro: a invasão das 13 favelas do Complexo do Alemão teria ocorrido 18 meses antes do previsto. Ela deveria ter ocorrido 18 anos atrás.

Segundo erro: a estratégia foi planejada apenas para os traficantes. Como ficam os milhares de usuários que mantinham o tráfico? Não me digam que a estratégia é que eles parem de usar drogas como que por encanto? Certo é que os traficantes só subsistiram até hoje por dois motivos: a inércia do governo, a corrupção na polícia, a conivência de moradores das favelas e a grande e variada clientela que encontraram pela frente.

Jatiacy Francisco da Silva jatiacy@estadao.com.br

Guarulhos

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CRIME ORGANIZADO

Muito otimistas as manifestações dos jornalistas das TVs que transmitiam ao vivo a invasão policial nos morros, assim como as dos próprios policiais e políticos com o sucesso das operações contra o narcotráfico. As reais consequências dessa troca de domínio territorial em alguns morros cariocas ainda estão por vir. Lembremos que enquanto existir mercado consumidor para as drogas alguém irá supri-lo. Enfim, acabar totalmente com o tráfico sabemos que é impossível, já que as fronteiras do País, dos Estados e das cidades não oferecem obstáculos. Sendo assim, provavelmente serão mais tolerantes com um tráfico mais discreto, menos arrogante e que aceita a presença do Estado junto à população que o cerca. Tudo tem seu preço e é este o aviso das autoridades.

José Eduardo Zambon Elias zambonelias@estadao.com.br

Marília

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MACONHA

Entre outras coisas, a polícia apreendeu 40 toneladas de maconha após a retomada do Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro.

Se havia tanta droga armazenada, é porque havia consumidores.

Esses drogados, financiadores do crime, vão parar subitamente de consumir drogas ou vão procurar novos fornecedores?

Mário Issa drmarioissa@yahoo.com.br

São Paulo

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E AGORA, GOVERNADOR?

Quando vamos acabar com as outras facções, sr. Sérgio Cabral? Quando vamos eliminar a entrada de armas e drogas no Rio? Como vamos salvar a cidade de seus viciados, que sustentam o tráfico? Agir como reação à queima de carros no asfalto parece muito pouco, porque isso não se apresenta como uma ação planejada e sustentável.

Carlos Avila c.avila@modusoperantis.com.br

São Paulo

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EXPURGO NO IPCA

A operação no Complexo do Alemão no Rio de Janeiro, trouxe mais um problema para o gênio ministro da Fazenda,

pois com a apreensão de tanta droga é evidente que o preço vai subir. E vai ser necessário informar o ministro para

não esquecer de expurgar a influência deste no IPCA.

Oswaldo Faustino de Almeida ofa@linksat.com.br

São Pedro

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JOGADA DE MESTRE

Para quem nunca fez nada vezes nada contra o tráfico de drogas e armas durante oito anos, terminar o governo com esta grande encenação no Rio de Janeiro é realmente uma jogada de mestre! Só uma perguntinha: e os viciados... onde estão buscando alívio para suas fissuras?

Mara Montezuma Assaf montezuma.fassa@gmail.com

São Paulo

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DROGAS

A lei seca nos EUA foi um fracasso, além de ter sido uma atitude totalitária, desenvolveu um tráfico uma forte violência, além da máfia, e as pessoas continuaram a beber, ainda que fossem bebidas que podiam fazer mal, pois eram feitas em locais inadequados e com produtos idem.

Por que não legalizar as drogas, com o Estado tendo o controle delas e dos consumidores, além da qualidade, e sobretudo desmontando uma rede de criminosos que para vender são mais vorazes que os fabricantes de cigarros - ao quais, como as bebidas, também causam muitos danos e mortes, e são legalizados? Onde fica o livre arbítrio das pessoas? Legalizar e criar uma legislação eficaz, com base na educação não seria melhor? Afinal, desde sempre a humanidade foi curiosa e experimentou diversas drogas. Nos séculos 19 e 20 havia casas em algumas cidades da Europa onde usar haxixe e cocaína era livre. Quantos artistas criaram sob o efeito de álcool ou drogas? Demonizar o usuário como a causa do tráfico parece até querer atenuar a culpa do traficante.

Francisco Xavier Fernandez fcoxav@gmail.com

São Paulo

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USUÁRIOS X CRIME

Numa visão ingênua e simplista, algumas pessoas culpam os usuários de drogas pelos problemas da violência no Rio. Seria o mesmo que culpar os usuários das drogas legalizadas como álcool, cigarro ou remédios. Há viciados em TV, trabalho, jogo, sexo, futebol. O buraco é mais embaixo. Primeiro, é preciso analisar os motivos que levam as pessoas a desenvolver essas formas de dependência. Segundo, tratar o consumo de drogas como uma questão de saúde pública. Terceiro, adotar uma abordagem de vida mais criativa e aberta. Por fim, só com inclusão social, redução da desigualdade, acesso à cidadania, igualdade de oportunidades para todos e com relações mais humanas, fraternas e menos repressão é que teremos o verdadeiro combate à violência e ao crime.

Renato Khair renatokhair@uol.com.br

São Paulo

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TRÁFICO E DROGADOS

Simplistas a posições de alguns leitores em criminalizar os usuários por todo o mal que o narcotráfico tem feito no Rio e no mundo. Por este raciocínio, deveríamos criminalizar e prender os consumidores de produtos piratas e tudo o que faça mal ou traga prejuízos à sociedade, como o álcool, o tabaco, etc. É da natureza humana provar sensações e coisas novas, o que o Estado deveria há muito é ter regulamentado e detido o controle dessas substâncias, que já foram usadas sob controle em outras épocas, e não virar as costas como foi feito por aqui, tudo ficou nas mãos dos narcotraficantes. O maior responsável por tudo isso é, sem dúvida, o Estado negligente.

Francisco da Costa Oliveira fco.paco@uol.com.br

São Paulo

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SEGURANÇA X PESCA

Um leitor (29/11) defende a criação do Ministério da Segurança e minimiza a importância do Ministério da Pesca. Em que pese a carga de cargos e de assessores num Ministério, concordo que é preferível o da Segurança, já que o da Pesca só serviu para distribuir pelos recantos do País milhares de carteirinhas ''Bolsa-Pesca'' para os companheiros falsos pescadores. A Polícia Federal recentemente desbaratou em Santa Catarina um reduto dessas ''Bolsas-Pesca''. Oxalá prossiga lá pelo Nordeste.

José Ávila da Rocha peseguranca@yahoo.com.br

São Paulo

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GOVERNO LULA E FORÇAS ARMADAS, ABSURDO!

A atuação das Forças Armadas na cidade do Rio de Janeiro é uma inconstitucionalidade escancarada, explícita e inacreditável! Também é abertura de precedente nefasto e perigoso contra a nossa pobre e frágil democracia. Governo Lula, autoritário na entrada e na saída!

Sillas Vicalvi da Silva, professor de Direito Constitucional

hebrom777@yahoo.com.br

São Paulo

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FIGURÕES INCÓLUMES

Essa onda toda em torno dos desafortunados traficantes dos morros, logo a mídia amestrada elegerá um certo "xerife" para iludir a população que o crime do tráfico de drogas no Rio acabou (?).

As imagens que passam em todos os canais de TVs são as mesmas, as antigas, mostrando um bando de marginais fugindo dos carros-tanque. Os figurões que comandam, ou melhor, facilitam o transbordo da droga, fazendo circular pelo País e protegendo a carga ilícita em trânsito para alhures, estão incólumes. Quem se atreve pegá-los?

Esse é o problema, o cérebro é mais acima! Aqueles traficantes pés-de-chinelo são meros coadjuvantes do tráfico, que recebem "subsídios" do alto comando do narcotráfico para se manterem em seus pontos estratégicos e facilitarem a distribuição e comercialização da mercadoria do mal.

O alvo tem de ser atingido naqueles que estão infiltrados, infelizmente, no poder e seus derivados. Haja investigação para tal propósito. Quem se habilita?

Ricardo Câmara ricardo.camara@bol.com.br

Fortaleza

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MAMÃO COM AÇÚCAR

Se a polícia e os governos soubessem que seria tão fácil expulsar traficantes dos morros do Rio, já o teriam feito antes. Bastou ameaçar invadir e enviar um ou dois blindados na frente para que os bandidos abandonassem as área sob seu domínio. Fácil, mamão com açúcar! Poucos tiros foram disparados, poucas pessoas foram presas. Concordemos que poucos também foram o armamento e a drogas apreendidos: só maconha e nenhum grama de cocaína . Nunca antes neste país o que parecia um monstro invencível se mostrou, ao fim e ao cabo, um bando de ''mocinhas'' apavoradas.

M. Cristina Rocha Azevedo crisrochazevedo@hotmail.com

Florianópolis

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TROPA DE ELITE

Tropa de Elite 2, ficção, sucesso nos cinemas; Tropa de Elite 3, realidade nos morros do Rio de Janeiro. Que país é este?

Flávia Martin de Carvalho Bocaletto ciadocampo@gmail.com

Botucatu

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HERÓI NACIONAL

O capitão Nascimento é o grande motivador da limpeza que está sendo praticada nas favelas cariocas.

Victor Germano Pereira victorgermano@uol.com.br

São Paulo

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TOLERÂNCIA ZERO

Tolerância zero ainda é pouco para acabar com a criminalidade no Rio de Janeiro e no restante do Brasil. Também é preciso aplicar essa mesma tolerância abaixo de zero nos maiores culpados por toda essa desgraça e tragédia que acontece na Nação. Os corruptos, os impunes e os favorecidos que usam gravata e ocupam milhares de espaços dentro da sociedade civil, mas, e principalmente, nos diversos Legislativos e Executivos nacionais devem ir sumariamente para o presídio de segurança máxima.

David Neto drdavidneto@uol.com.br

São Paulo

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GUERRA NO RIO

Começou um pouco antes da eleição (segundo turno) com o Serra sendo acertado na cabeça.

Logo após a definição das eleições, a situação foi piorando, para chegar ao que está hoje.

Será apenas coincidência ou não poderá haver alguma conotação política na ''questão''?

Reinor Caetano Perez reinorcaetano@uol.com.br

Lins

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SHOW PIROTÉCNICO

Parece que a grande encenação montada pelo governador Sérgio Cabral, nos morros cariocas, já significa o início da campanha de Lula para 2014. Um show pirotécnico foi armado com a ajuda do ministro Jobim, com direito ao fincamento de bandeiras nos topos das favelas conquistadas. Nunca foi tão fácil eliminar o tráfico de drogas e de armas nas favelas do Rio de Janeiro. A prisão e morte de inocentes não foi sequer observada pela turma dos direitos humanos. A mídia também não registrou nenhuma ação que desabonasse o espetáculo, nem mesmo a invasão de residências sem ordem judicial. A OAB, sempre atuante, não se manifestou. Foram aplausos de todos os lados. Mas, depois de fechadas as cortinas do palco e apagadas as luzes da ribalta, a realidade nua e crua voltará com rapidez a atormentar os moradores. Eles sabem que somente um pouco da bandidagem foi dispersado e que a maioria deles permanece em seus redutos. Sem fuzis e máscaras, são cidadãos acima de qualquer suspeita. Talvez o estopim para a deflagração do conflito tenha sido algum acordo não cumprido pelo governador, diante da autorização dos narcotraficantes para a instalação das UPPs em seus territórios. Convém não quebrar tratados com essa turma, pois poderemos não ter Copa do Mundo, nem Olimpíada, nem paz.

Sergio Villaça svillaca@terra.com.br

Recife

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BRIZOLA

Como historiador e carioca, ouso discordar totalmente da opinião do leitor sr. Paulo Braun (28/11), que acusa o ex-governador Brizola de ser o responsável pela incremento da violência do narcotráfico no Rio. Sem maiores divagações sobre tão complexo assunto, fica a seguinte indagação: e as similares situações nas grandes cidades, como, por exemplo, em São Paulo, onde uma organização criminosa atua há décadas, seriam também de responsabilidade do caudilho gaúcho? A vesguice de análise de assuntos tão complexos é um dos grandes erros que parte de nossa classe média e elites cometem secularmente.

José de Anchieta Nobre de Almeida josedalmeida@globo.com

São Paulo

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TRÉPLICA

Como tive meu comentário sendo criticado por um leitor neste Fórum de Leitores, no sábado, solicito o direito de uma réplica no sentido de fazer a defesa do que eu disse, e que os demais leitores façam seu juízo. Desde já agradeço o espaço democrático do Estadão e a oportunidade que o leitor sr. Nei Silveira de Almeida me dá para debatermos assunto tão polêmico.

Ao analisar a situação da cidade Rio de Janeiro, sobre a qual fico muito triste, pois sonho viver minha melhor idade lá, oxalá em Copacabana, não podemos mais considerar a questão somente sob a ótica da repressão, que também é fundamental, mas devemos mergulhar profundamente nas causas socioeconômicas, históricas e culturais do problema.

Como não sou adepto do politicamente correto e não fico em cima do muro, não estou aqui para tecer elogios fáceis ao povo carioca, ao contrário, prefiro a franqueza de um bom amigo que toca nas feridas, mas não para contaminá-las ainda mais do que já estão, mas sim para ajudar a purificá-las com remédios amargos e ardentes.

Não retiro uma letra do que escrevi anteriormente, pois.

Por acaso a mundialmente famosa fama do malandro carioca, à qual me referi, não é verdadeira? Por acaso a doce satisfação da maioria absoluta dos cariocas com essa fama não é verdadeira? Ou toda arte musical, literária, televisiva e cinematográfica produzida pelos cariocas nesse sentido não é real? É coisa da minha imaginação?

Até que ponto isso não deforma já na tenra idade a mentalidade dos cariocas, que já crescem acreditando que a esperrrrrrteza do malandro é mais inteligente que a inocência de um ''otário''?

Não, a soberba carioca não é ficção, prova disso foi a declaração do prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, essa, sim, infeliz, que disse ''agora é chinelada na paulistada...'', quando sua cidade ganhou o direito de sediar o Centro de Comunicações da Olimpíada de 2016, numa grosseria imprudente com o Estado que mais manda turistas para a cidade que ele administra. Essa gafe do prefeito carioca reflete muito bem o que habita a mente de muitos cariocas, uma arrogância indisfarçável.

Também são inúmeros os exemplos de jovens das classes média e alta cariocas, para os quais limites não existem. É desnecessário lembrar os fatos amplamente divulgados pela mídia nacional envolvendo filhos da elite carioca em crimes de toda espécie, quase sempre contando com a cumplicidade dos seus pais. Para lembrar apenas um de grande repercussão, o caso do atropelamento do filho da artista Cissa Guimarães, vítima de jovens ricos que disputavam um racha numa via que estava fechada para obras. O que houve? O papai dos filhinhos subornou os policiais que forjaram um B.O. em troca de propina. Este é apenas um exemplo, mas existem aos milhares.

Se a sociedade carioca não refletir sobre si mesma, não haverá capitães Nascimentos para dar jeito nisso, pois são os cariocas das classes média e alta que compram a maconha, a cocaína e o crack dos morros e financiam o crime.

Vale lembrar aqui que não cabe comparação nenhuma do que ocorre no Rio de Janeiro com nenhuma outra grande cidade brasileira, nem mesmo com São Paulo, haja vista que não existe na capital paulista situação similar à do Rio, onde bairros inteiros são dominados pelo tráfico e pelas milícias há décadas.

Concordo que a classe política é um problema nacional, inclusive aqui, no Paraná, mas, no caso do Rio de Janeiro, parece-me um problema crônico. Desde Brizola, passando por Garotinho e Rosinha, até César Maia e Sérgio Cabral, são todos lacaios da política, perpetuadores da miséria, que só combateram as consequências dos problemas, fechando os olhos para suas causas. Nunca vimos o governador atual do Rio de Janeiro chorando diante das câmeras de TV por sequer uma vítima da criminalidade carioca, nem civil, nem militar, nem mesmo no caso terrível do garoto João Vítor, que foi o retrato mais cruel da barbárie carioca. Mas todos o vimos chorando copiosamente para defender os royalties do petróleo que tanto beneficiam apenas uma elite de burocratas do Estado fluminense.

Para finalizar, quero dizer ao leitor sr. Nei Silveira de Almeida que não só o meu estado do Paraná, como também este que lhe responde numa tarefa cidadã jamais deixamos de atuar de forma voluntária para ajudar irmãos brasileiros em casos de catástrofes naturais, inclusive em benefício de cariocas, mineiros, nordestinos, catarinenses... E também haitianos, enfim, seres humanos, irmãos. Mas isso é o mínimo que poderíamos fazer. O mais difícil na maioria dos casos é dizer algumas verdades a quem as merece ouvir.

Sandro Ferreira sandroferreira94@hotmail.com

Ponta Grossa (PR)

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INDIVIDUALISMO

Cada um quer ter o seu Brasil, cada um achando que o seu é melhor que o dos outros. Assim como o leitor sr. Paulo Boccato, em sua carta publicada no Fórum dos Leitores de 27/11.

Quem lê a carta do sr. Boccato deve pensar que São Paulo é uma cidade menos perigosa que o Rio de Janeiro, jamais vai acreditar que o que hoje ocorre no Rio aconteceu em São Paulo em 2006; deve entender que as cracolândias espalhadas pelas ruas centrais da Pauliceia são imaginárias; que os políticos de São Paulo são competentes, honestos e trabalhadores; que os nordestinos que representam a força de trabalho (maioria) braçal e responsável por significativa parte da produção paulista não têm nenhum valor; e que os elevados índices de criminalidade (os mais altos do País) de São Paulo são inventados.

Essa mentalidade separatista é a síntese de uma nação que não prima pela união em torno de objetivos.

Enquanto não nos dermos as mãos, não nos organizarmos conjuntamente, unirmos forças, continuaremos sendo esse bando de individualidades inofensivas, prato cheio para continuarmos sendo roubados e humilhados por essa bandidagem que prolifera nas favelas, nos gabinetes e nos palácios, País afora.

Nei Silveira de Almeida neizao1@yahoo.com.br

Belo Horizonte

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RICARDO TEIXEIRA ACUSADO DE CORRUPÇÃO

Precisou a BBC denunciar Ricardo Teixeira por sonegação e recebimento de propina envolvendo a Fifa para confirmar o que todos nós, brasileiros pagantes de altíssimos impostos, já sabíamos. Tomara que seja julgado por lá e cumpra cadeia, porque aqui quem sonega sempre dá um jeitinho de não ser preso e o processo mofar nas gavetas do Judiciário. Se no exterior comprovaram US$ 9,5 milhões, imaginem o que ele embolsou no Brasil, já que pelas suas mãos passa o orçamento de todos os campeonatos e Copas do Mundo. Fora o re$ultado para seu bol$o com a Copa do Mundo sendo sediada por aqui, onde as autoridades se fingem de mortas. Ainda bem que com esta denúncia aberta feita pela BBC ficará difícil as autoridades brasileiras fingirem nada ver, porque não dá para acreditar que ele nunca tenha demonstrado enriquecimento acima do que declara! Não mesmo!

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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CBF FOREVER

Na dúvida, fico com os ingleses, Ricardo Teixeira já demonstrou, ou melhor, escondeu, por tantos anos o que seja que, após o "chapéu" dado no SPFC, com abraços e afagos de Lula e Sánchez, só pode ser culpado .

16 milhões? Creio e aposto que seja verdade.

O patrimônio da CBF, por tantos longos anos, só pode ter-lhe rendido dividendos, propinas ou o que mais seja, fora a mutreta da hora.

Ronaldo Parisi rparisi@uol.com.br

São Paulo

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FIFA COM A PALAVRA

US$ 9,5 milhões de propinas foi o que Ricardo Teixeira teria recebido em paraíso fiscal, conforme denuncia de um jornal suíço. Aliás, muito bem detalhada a tal operação!

Será que a Fifa vai ter a mesma terminação de suspender Teixeira como presidente da CBF e membro da Fifa, como fez com dirigentes estrangeiros que receberam também altas somas para inescrupulosamente definir sedes de Copa do Mundo?!

Se pretendemos ter uma Copa do Mundo em 2014 decente, a primeira faxina precisa começar pela própria entidade do nosso futebol...

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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QUEM ENTREGOU O JOGO?

Na penúltima rodada do Brasileirão nem Vasco, Palmeiras ou Flamengo entregaram os jogos acintosamente, embora tenham demonstrado pouco interesse em vencer. Na última rodada não vai faltar a chamada ''mala branca'' de Corinthians, Fluminense e Cruzeiro, dois dos adversários já caíram para a Série B - Goiás e Guarani (ambos camisa verde). E o Palmeiras, ex-Verdão que amadureceu e agora é amarelo (verde-limão). Quem der ''mais'' será o campeão? Esperamos que não ocorra nenhum ''erro'' clamoroso de arbitragem.

Luiz Dias lfd.silva@uol.com.br

São Paulo

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FINAL DO BRASILEIRO

Como se não bastasse nossa política, que é suja ao extremo, agora temos o futebol que também está dando nojo. Na semana passada foi o São Paulo; domingo o Palmeiras, com uma atuação ridícula, jogando de ladinho e entregando o resultado ao Fluminense. Quando a Ferrari organizou a marmelada na Fórmula 1, toda a imprensa sem exceção criticou a atitude. E nestes fins de semana? O sr. Luciano do Valle, na abertura da jornada, anteontem, disse que acreditava não haver esse tipo de coisa no futebol, pois se isto ocorresse se sentiria um palhaço.

Palhaços somos nós que compramos a transmissão do Campeonato Brasileiro para assistir ao que vimos nestes dois fins de semana. Não estou falando pelo Corinthians, pois time que quer ser campeão não pode depender de terceiros, mas falo pela falta de ética, falta de profissionalismo que existe no futebol brasileiro.

Por estas razões é que os times estão na decadência em que estão. Um Palmeiras que sempre teve grandes jogadores que enalteciam a camisa que vestiam, hoje, está representado por uma turma de moleques, salvo o goleiro Deola, que por ser sério levou copo de água na cabeça vindo das arquibancadas. O São Paulo, então, preferiu cair de quatro, perder dois jogadores, expulsos, para disfarçar a entrega do jogo.

Seria mais nobre, então, ninguém entrar em campo e devolverem o dinheiro para o torcedor. É por essas e outras que os estádios estão vazios e o jogador de futebol brasileiro está cada vez mais desacreditado.

Parabéns, William, que saiu desta nojeira. Vá mesmo estudar na Inglaterra, porque futebol é para os ignorantes que estão aí fazendo palhaçadas no campo, rindo dos torcedores.

José Saez jsaez2007@gmail.com

Curitiba

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PALMEIRAS

O jogador Alessandro, do Sport Clube Corinthians, desabafa lamentando a equipe do Palmeiras terminar o ano de uma forma tão feia: "A gente não podia esperar nada mesmo desta equipe." Virando a página, no ano passado você pertencia ao plantel do Corinthians, que teve procedimento idêntico no jogo contra o Flamengo, prejudicando o São Paulo e o próprio Palmeiras. E agora, Alessandro, por que você não fez a mesma crítica ao seu clube no Brasileirão 2009? Pense antes de falar.

José Maria Wanderley jm.wanderley17@gmail.com

São Paulo

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FOTO DA PORCA

Deplorável a imagem dessa porca, desonrando seu próprio time, numa atitude ignorante, querendo prejudicar a si mesma para poder prejudicar outros.

Denegrindo também seu Estado, seu país e toda a raça humana...

É com esta mentalidade que se vai construir uma nação?

José Roberto Andrade Amaral roberto_arquiteto@yahoo.com.br

São Paulo

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DESESPERO DO MENINO PALMEIRENSE

Até o quero-quero, aquele simpático passarinho frequentador dos gramados do futebol, sabia que São Paulo e Palmeiras entregariam o ouro para o pó-de-arroz carioca. E o Guarani? Nada a esperar, mesmo ofertando uma supermala branca, porque já está morto, só faltando enterrar, e vai ao Rio só para colocar a faixa no time carioca. A torcida alvi-verde é ingrata para com o Deola, afinal, ele falhou nos dois gols do Fluminense. Na quarta-feira, quando de Palmeiras e Goiás, uma emissora de tevê flagrou o choro incontido de um garotinho torcedor do alviverde, causando comoção até em torcedor de outro time. Curiosidade que fica: perguntar ao menino se, no domingo, ele torceu para o seu Palmeiras ganhar.

Laércio Zanini arsene@uol.com.br

Garça

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MALA BRANCA

Nas circunstâncias atuais, nem a ressurreição de Carlos Gomes animaria o Guarani.

Sergio S. de Oliveira marisanatali@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

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ASSALARIADOS DO FUTEBOL

E pensar que mitos do futebol, como Pelé e Garrincha, nunca tiveram contrato. Hoje, em vez de jogadores, temos os assalariados do futebol, só jogam se não tiver atraso de salário, de direito de imagem, luvas, bichos, premiações, comissão de agentes, mala branca, incentivos de todos os naipes, etc. E, é claro, se não houver pressão por títulos e vitórias. E se ganha um pouquinho de destaque, o cara não joga mais nada também, pois está ''com a cabeça na Europa''. Para terminar, é só o cara sentir que a vaca tá indo pro brejo e coloca a mão na coxa, diz-se então modernamente que ''sentiu um desconforto''.

À torcida só resta mesmo pedir para seu time perder.

É o mesmo processo que se instalou na Fórmula 1, uma triste marmelada milionária, em que tem de deixar fulano passar, tem de deixar cicrano ganhar, etc., etc.

Para quem, como eu, viu correr um Fittipaldi, um Jarrier, um Jack Stewart, um Senna, um Arnoux e outros mitos do volante, não dá mais pra ver a Fórmula 1 faz tempo, logo, logo, largo do futebol também.

Luiz Henrique Penchiari Jr. luiz.penchiari@hotmail.com

Vinhedo

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FUTEBOL E TORCEDORES

O Campeonato Brasileiro está chegando ao fim e somente na última rodada (38.ª) vamos conhecer o campeão! O favorito ao título é o Fluminense, líder com 68 pontos, que vai enfrentar no derradeiro jogo o já rebaixado Guarani. O campeonato nas últimas rodadas deixou uma imagem triste para o esporte, no jogo entre São Paulo e Fluminense (36.ª rodada), e no jogo entre Palmeiras e Fluminense (37.ª rodada). As torcidas do São Paulo e do Palmeiras foram aos estádios e torceram contra os próprios times do "coração", onde cada gol era motivo de orgulho! O fato lamentável é para não favorecer o Corinthians, que está na vice-liderança do campeonato! Conclusão: o pior dos sentimentos é sentir deleite na infelicidade dos outros! Seja no esporte ou em qualquer setor! (Eu não sou corintiano.)

Alex Tanner alextanner.sss@hotmail.com

Sumaré

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COVARDIA

Da mesma forma antiesportiva como o São Paulo entregou o jogo para o Fluminense, o Palmeiras repetiu a dose, somente para prejudicar o Corinthians. Amor com amor se paga! As traições também serão lembradas. Depois não adianta chorar o leite derramado. Os corintianos jamais esqueceram essas covardias!

Roberto Stavale bobstal@dglnet.com.br

São Paulo

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PASSADO GLORIOSO

Fui mascote do Palestra Itália nos anos 1940, 41 e 42. Sugiro que a S. E. Palmeiras escerre as atividades futebolísticas, assim como o Esporte Clube Pinheiros e o Clube Athletico Paulistano fizeram, para não denegrir mais nosso passado glorioso, até como representante da seleção brasileira.

Mário Marrese, médico urologista mariomarrese@hotmail.com

São Paulo

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PALMEIRAS E A MORAL

Engraçado... Os que agora vaiam Dinei por um belo gol e Deola por ser um goleiro extraordinário, digno da escola alvi-verde, são os mesmos que condenaram a Ferrari por ter exigido a passagem de Alonso por Massa. Se o Fluminense quer ser campeão, que vença, que ganhe, que goleie, dentro do campo. Caso contrário, estaremos justificando a tolerância com o Complexo do Alemão, a Vila Cruzeiro e tudo o que o Brizola fez para justificar a bandalheira no Rio de Janeiro.

Eduardo M. Ferreira, palmeirense com orgulho! eduardo@hnet.com.br

São Paulo

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PALMEIRAS X CORINTHIANS

Quando os diretores do Palmeiras pregam a entrega do

jogo contra o Fluminense, eu fico pensando no coitado

do futebol brasileiro nas mãos desses amorais e sem

caráter.

Gilberto Lima Junqueira glima@keynet.com.br

Ribeirão Preto

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TRIBUNAL ESPORTIVO

O Tribunal Esportivo que julga os jogadores de futebol poderia dar uma grande contribuição para acabar com a violência nos estádios, punido os jogadores e técnicos pelas imagens de TV. Hoje se veem em todos os jogos os jogadores ofendendo o juiz e os bandeirinhas, facilmente constatado pela leitura labial.

Ofensas essas que refletem nos torcedores e principalmente nas crianças que assistem ao jogo (vide destempero do garoto no jogo do Palmeiras).

O juiz e os bandeirinhas ficam temerosos em expulsar o jogador porque a torcida que está em campo parte para agressão após o jogo

E os jogadores que ao receber uma falta se jogam ao chão, demonstrando dores imaginárias, e após receber a água milagrosa voltam em menos de um minuto, sorrindo, atitude essa paralisando o jogo e irritando A TORCID e incentivando a violência?

Precisamos todos contribuir para que uma partida de futebol seja alegria e educativa para nossas crianças.

Alvarez Aguiar alvarez.atib@hotmail.com

São Paulo

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CADERNO DE IMÓVEIS

Quero deixar registrados meus parabéns à repórter Lilian Primi pela excepcional matéria com o título '' De onde vem a planta da casa em que moramos'' (28/11).

Esse estudo dos pesquisadores do Núcleo de Estudos de Habitares Interativos, da Faculdade de Arquitetura da Universidade de São Paulo de São Carlos, escancara a inabilidade de nossos empreendedores habitacionais, que continuam fornecendo projetos à venda ao público totalmente defasados em relação às necessidades de moradia de nossa época.

Percebi que a carapuça serviu pela manifestação da indústria da construção de São Paulo.

Espero que esses estudos possam servir para orientação de NOVOS EMPREENDIMENTOS HABITACIONAIS .

Pedro Ernesto Francisco Py, engenheiro civil pedro_py@uol.com.br

São Paulo

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