Cartas

MÊS DE MAIO

, O Estado de S.Paulo

01 Maio 2010 | 00h00

Consagração

O mês de maio é o mês das noivas, além de nele se comemorarem o Dia do Trabalho e o Dia das Mães. Em maio deste ano, especialmente, teremos a viagem do presidente Lula ao Irã, que, dependendo do besteirol da diplomacia e do presidente, pode consagrar o 15 de maio como o dia em que o sr. Lula da Silva enterrou sua carreira de estadista internacional.

FRANCISCO JOSÉ SIDOTI

fransidoti@terra.com.br

São Paulo

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Dia do Trabalho

Depois de assistir ao pronunciamento do presidente Lula em cadeia nacional, no dia 29 de abril, fiquei em dúvida sobre se mudaram a data da comemoração do Dia do Trabalho e não avisaram o trabalhador ou se eu estou desatualizado nas datas comemorativas. Também não entendi se pedir a continuidade do seu "modelo de governo" para os próximos anos foi propaganda eleitoral ou mero espírito de grandeza. Por favor, alguém me esclareça.

MARIO FAUSTO PINHO

mnrpinho@gmail.com

São Paulo

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Aumentos

Em seu discurso na TV, Lula disse que no governo dele tudo aumentou: a renda dos trabalhadores, o emprego, a indústria, a carteira assinada, blablablá. Só se esqueceu de dizer que aumentaram assustadoramente os impostos. Por que esse item sempre é esquecido?

TÂNIA PINOTTI

taniapk@msn.com

Pompeia

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LISTA DA "TIME"

Líderes influentes

A conceituada revista Time incluiu o presidente Lula entre os 25 líderes mais influentes do mundo. O relator da biografia de Lula para a revista não foi um analista, mas um cineasta e talvez por isso, em muitos aspectos, tal biografia pareça ter sido subsidiada pelo filme Lula, o Filho do Brasil. Mas por aqui o filme não fez o mínimo sucesso.

ENI M. MARTIN DE CARVALHO

enimartin@uol.com.br

Botucatu

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Reconhecimento

Como o ex-presidente Fernando Henrique foi correto no processo de transmissão da Presidência a Luiz Inácio, o pré-candidato José Serra também deu exemplo, cumprimentando-o por ter sido incluído pela Time entre os 25 líderes mais influentes da atualidade. O Brasil deve ter orgulho de todos, e não insistir em criar cisões: o "nós" e "eles". Chega de sectarismo ideológico. Parabéns, Lula. Parabéns FHC, que deixou para o atual governo um país sem inflação, mais responsável e com uma política social na direção certa. E parabéns aos brasileiros, que trabalharam e geraram as riquezas que levaram Lula a esse reconhecimento.

SILVANO CORRÊA

scorrea@uol.com.br

São Paulo

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CAMPANHAS

Protestos em MG

Em visita à Feira Internacional de Tecnologia Agrícola (Agrishow), Dilma Rousseff fez um discurso surpreendente onde predominam as vítimas potenciais do MST. Tendo feito parte de um governo que premia invasores e ainda os anistia, ela falou duramente das invasões de terra e foi aplaudida ao dizer que "a ilegalidade não pode ser premiada". Sem objeção da candidata.

MARIO HELVIO MIOTTO

mhmiotto@ig.com.br

Piracicaba

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Às vítimas do MST

Ao tentar impedir a realização do evento de Serra, Aécio e Anastasia em Uberlândia (MG) na quarta-feira, os professores perdem a razão e confirmam as suspeitas, reconhecidas pela Justiça no caso de São Paulo, de que a motivação do movimento grevista é política. Os Estados governados pelo PT pagam salário/aula menor que o de Minas e São Paulo, mas lá os sindicatos não fazem greve.

SAMY KATZ

samy@davanas.com.br

Belo Horizonte

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Insegurança

José Serra vem anunciando que, se eleito, criará o Ministério da Segurança Pública, alegando que o governo federal precisa ser mais atuante nesse mister. Realmente, o governo se defende da inércia dizendo que a segurança pública é afeta aos Estados. Esquece que o destemor pela justiça com que facínoras vêm atuando se deve às ações de legisladores filósofos e teóricos que insistem em manter nossos códigos incompatíveis com a atual realidade brasileira: urge acabar com a panaceia da Lei de Execuções Penais; atualizar o Código de Processo Penal e o Estatuto da Criança e do Adolescente quanto à idade da responsabilidade penal; etc. Se são cláusulas pétreas, que se quebrem essas pedras.

JOSÉ ÁVILA DA ROCHA

peseguranca@yahoo.com.br

São Paulo

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ADVOCACIA

Pelo direito de defesa

Parabéns a Antônio Cláudio Mariz de Oliveira pela oportunidade do artigo Advocacia agredida (29/4, A2). Ao sustentar as prerrogativas dos advogados, Mariz defende o Estado Democrático de Direito, do qual a advocacia é sustentáculo essencial. Esse texto é fundamental em nossos dias, quando profissionais que sempre lutaram pela preservação democrática dos direitos de defesa têm seus direitos desrespeitados.

MICHEL TEMER, presidente da Câmara dos Deputados

imprensa@camara.gov.br

Brasília

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Incompreensão

Mariz de Oliveira faz uma defesa esplendorosa do ofício de advogado. Para quem assistiu à cena, foi chocante a forma como foi exposto e agredido o dr. Roberto Podval, advogado do casal Nardoni, que fazia cumprir o direito constitucional de ampla defesa de seus clientes. Para os que militam nos foros deste país, não são desconhecidos os incontáveis advogados que patrocinam a defesa dos que, sem recursos financeiros para pagar, ainda assim encontram acolhida. Mostre-se, em favor dos advogados, apenas uma parcela de suas dificuldades ao enfrentar diariamente a espantosa máquina burocrática. Os advogados brasileiros têm se mostrado tenazes, obstinados e jamais se deixarão abater pelo momento de obscurantismo que hoje os torna alvos de incompreensão. Outros momentos já houve em que foi pela voz de tantos advogados que a plenitude democrática voltou a imperar entre nós.

ROBERTO CURSINO BENITEZ

benitez.gimenez@hotmail.com

São José dos Campos

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TEMA DO DIA

Site faz PT ir à Justiça contra os tucanos

"Gente que Mente", cujo domínio pertence ao PSDB, pode ser processado por calúnia e difamação

"O PT gosta muito de atirar pedras e quebrar o telhado dos outros, mas não gosta que os outros lhe atirem de volta."

CARLOS GONÇALVES

"Eu não acho que o PSDB esteja fazendo campanha suja na internet. E olha que nem tucano eu sou."

RODRIGO AZEVEDO

"A campanha do medo não funciona mais. No governo Lula, os diplomatas nunca tiraram os sapatos para ninguém."

ADEZILIO PENA MEDINA

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Cartas enviadas ao Fórum dos Leitores, selecionadas para o Estadão.com.br

MAIS MODERNIDADE

Há não muitos anos atrás o tempo demorava para passar e as pessoas buscavam distrações entre elas a leitura de textos com detalhes, tinha-se tempo para ouvir as pessoas, mas hoje isso mudou, as informações são muitas e cada vez tem que ser apresentadas de forma simples e direta, hoje os jornais trazem ilustrações, gráficos, fluxogramas, etc. Mas os nossos ministros do STF ainda estão na metodologia antiga, são horas de leitura de textos repetitivos, não usam um prático ''data-show'' para ordenar as ideias, mostrar as inter-relações, consolidar as informações. Durante as horas de leitura, os outros ministros ficam olhando para o computador ou para os lados, não os condeno, pois só um monge teria capacidade de concentração para ouvir alguém por horas e não ''voar nos pensamentos''! Em algumas votações eles nem sempre conseguem reproduzir as informações, por exemplo no caso Battisti eles tiveram que proclamar o resultado duas vezes, pois na primeira se confundiram com o resultado. Falo do STF, por ser o único que transmite os julgamentos pela televisão!

Marcos de Luca Rothen marcosrothen@hotmail.com

Vitória

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FALTAM OS MENSALEIROS

Parabéns ao Supremo, só falta agora julgar (e condenar) os mensaleiros até Outubro e terei minha alma lavada de vez.

Ronaldo José Neves de Carvalho rone@roneadm.com.br

São Paulo

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BARBAS NO MOLHO

Foi incensurável a decisão do STF, estribada em memorável voto do Ministro Eros Grau (cuja altivez emerge do fato de ter sido um dos oprimidos diretamente pela ditadura militar), ao interpretar a anistia segundo o significado político do momento histórico em que foi discutida e promulgada. No entanto, quem praticou crime que possa ser considerado de lesa-humanidade, ainda não pode tirar as barbas do molho. Como bem acentuou Roldão Arruda (Nacional, 30/4), em relação a esse tipo de crime, o direito contemporâneo superou princípios primitivos . A jurisdição é do mundo e não se limita às fronteiras dos territórios de cada país. E nem se submete à corrosão do tempo (prescrição extintiva). Baltasar Garzón, na última semana, levou multidões às ruas de Madri em razão de um processo destinado a apurar as responsabilidades dos franquistas. E já condenou Pinochet. O respeito devido à dignidade da pessoa humana supera os limites do tempo e do espaço.

Amadeu Roberto Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

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O BRASIL GANHOU

O STF julgou o questionamento da OAB sobre a Lei da Anistia promulgada em 1979 e que anistiou todos os cidadãos que se envolveram em violações de direitos humanos inclusos aí os agentes do Estado e os que eram contra a ditadura e que também fizeram atos que violaram direitos humanos. Os delitos foram na época anistiados, apagados por força da lei, como bem disse Paulo Brossard. Os atos não foram perdoados foram apagados por ordem de conveniência e de utilidade. Foi uma medida política do mesmo modo que se anistiou na Espanha os crimes dos fascistas de Franco e na África do Sul os crimes racistas.

Isso foi feito para se sair do impasse, um ato político para se seguir em frente, apagar o confronto. Tentar voltar ao passado e reescrevê-lo é querer desmoralizar a resistência pacífica à ditadura. Quiseram fazer crer que houve rendição quando na verdade houve um pacto bilateral.

Quem ganhou foi o Brasil.

Maria Tereza Murray terezamurray@hotmail.com

São Paulo

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A ANISTIA E A COBRA

Quando éramos crianças, a literatura nos ensinava que aquecer a cobra, mesmo que necessitada, é perigoso. E isso não mudou. Não podemos, de forma alguma, acalentar as cobras sociais que se apresentam pelo nosso trajeto. O Supremo Tribunal Federal, ao manter intacta a Lei da Anistia, nos dá uma inequívoca demonstração de segurança jurídica. Livrou-nos da "cobra" do revanchismo. A luta armada e a repressão são coisas do passado, de mais de quatro décadas. Só não devem ser esquecidas apenas para evitar que um dia possam se repetir. Perseguir seus participantes, tanto de um lado quanto do outro, chega a ser risível, pois o maior inimigo de todos eles, a esta altura, é o peso dos anos. Para prendê-los, teria de se criar, no mínimo, um presídio de terceira idade. O Brasil tem coisas extremamente mais importantes do que revolver os problemas do passado. Como na antiga estória, a sociedade não pode acalentar as "cobras", entre as quais certamente não se incluem os combatentes dos anos 1960/70. Tem de se preocupar com os répteis mais recentes como a censura à imprensa, o MST, o crime organizado e a má distribuição de renda. O vizinho Paraguai é o exemplo mais recente disso.

Dirceu Cardoso Gonçalves aspomilpm@terra.com.br

São Paulo

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LUZES

A decisão do Supremo Tribunal Federal em não aceitar pretendida revisão da Lei da Anistia embasa-se também em um dos pilares do inconsciente coletivo da Humanidade: só se consolida a construção do futuro através do respeito ao passado e não por sua reedição.

Os dois lados envolvidos (talvez tivessem diferenciações no propósito; porém com muita similaridade pelos meios utilizados) sempre argumentaram suas pseudo-razões; suas ações foram as mesmas: sequestros, tortura, roubos, extorsão, assassinatos frutos também de fanatismo (sinônimo de insanidade). Pontuada a realidade da época, pode-se reivindicar o que? Agora: a construção da verdadeira Nação brasileira se faz com as luzes da concórdia e conciliação (alias, lema e tema da vida de Ulisses Guimarães) e jamais pela reinvenção das trevas.

Judson Benedito Brisolla Franchi jb2frch@hotmail.com

Itapetininga

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VOLTAR A ZERO

Concordo plenamente que é absolutamente necessário a busca pelos desaparecidos durante o período da ditadura e até posso concordar com a revisão da lei que deu anistia a todos os envolvidos. Desde que tudo volte a zero. O que é voltar a zero ? Por exemplo, todos os que receberam indenizações e recebem pensões, devolver os valores recebidos corrigidos monetariamente ate a data da revogação da lei, se isso ocorrer, e punir terroristas como Dilma Rousseff e muitos outros, que não pagaram por inteiro atos de violência em que se envolveram. Querer continuar valendo a lei só para receber a grana e penalizar apenas o outro lado é muita hipocrisia.

Laércio Zanini arsene@uol.com.br

São Paulo

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MEFISTOFÉLICOS

Amealhamento insaciável de pensões e indenizações, apelidadas mordazmente de "Bolsa Ditadura", que já subtraíram dos cofres públicos bilhões de reais. Tentativa, frustrada pelo Supremo Tribunal Federal, de invalidação da Lei de Anistia. Até quando os anacrônicos esquerdistas, que quiseram transformar o Brasil numa espécie de atual Coreia do Norte, ficarão se valendo do passado para transformar o contribuinte brasileiro em seu credor eterno ? Até quando vigorará a sanha revanchista daqueles que quiseram implantar o totalitarismo de esquerda no Brasil ? Essa súcia, que mantém caloroso relacionamento com ditadores do naipe de Fidel Castro, Mahmoud Ahmadinejad, Hugo Chávez e Kim Jong-il, atualmente aboletada no governo Lula, nunca teve projeto de governo, mas tão somente projeto de poder, como comprovam o escândalo do Mensalão, o episódio dos dólares na cueca, a criminosa quebra do sigilo bancário do caseiro Francenildo Costa, o aparelhamento do Estado pelos "companheiros", a tomada de assalto da máquina administrativa e o favorecimento de aliados na distribuição de verbas públicas. Entre os protagonistas dessa história não há nenhum santo merecedor de auréola.

Túllio Marco Soares Carvalho tullio.carvalho@gmail.com

Belo Horizonte

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IRRETOCÁVEL

Finalmente, dentre tantas decisões duvidosas do STF, temos uma irretocável. Aos revanchistas, Adiós !

Ricardo Salles salles@csmg.adv.br

São Paulo

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IGUALDADE

Após muita discussão, enfim a revisão da Lei da Anistia foi rejeitada pelo Supremo. A OAB vinha insistindo na revisão para que os crimes cometidos pelos agentes de Estado, tais como tortura, assassinatos, sequestros e desaparecimentos fossem julgados assim como ocorreu na Argentina. E como ficam os crimes de assassinatos, sequestros e assaltos à agências bancárias cometidos por aqueles que diziam estar lutando pela Democracia? Quantos filhos não ficaram órfãos pelos assassinatos cometidos por estes criminosos? A Lei da Anistia deve ser igual para todos, civis(mesmo que estes sejam criminosos terroristas) e militares.

Alexandre Gonçalves Negri agnegri@gmail.com

Cotia

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ANISTIA E ARQUIVOS ABERTOS

Como democrata, advogado e historiador não discuto a decisão do STF que considerou a Lei da Anistia vale também para o torturador. Isso, entretanto, não invalida a atual campanha da OAB-RJ de onde sou conselheiro, intitulada Arquivos Abertos, que prega a necessidade que tem direito as famílias dos mortos nos anos de chumbo de saberem como eles foram eliminados e onde estão seus restos mortais, para um sepultamento digno.Afinal conhecer a verdade histórica é a melhor maneira profilática de não se repetir os erros do passado.

José de Anchieta Nobre de Almeida josedalmeida@globo.com

Rio de Janeiro

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VERGONHA

''É vergonhosa a decisão do STF de manter a Lei da Anistia para os torturadores da ditadura militar. Trata-se de decisão injusta, equivocada e que vai contra a afirmação dos direitos humanos no Brasil. Não há perdão ou anistia possível para agentes do Estado que torturaram, mataram e barbarizaram pessoas, do modo mais brutal e covarde. A tortura é um crime imprescritível e a Lei da Anistia jamais poderia servir para assegurar a impunidade de torturadores''.

Renato Khair renatokhair@uol.com.br

São Paulo

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LULA E A REVISTA TIMES

Com certeza, o documentarista Michael Moore e os editores da revista TIMES não conhecem o Brasil. Ou, fingem desconhecer, para enaltecer o presidente Lula. Michael Moore afirma que "o que Lula quer para o Brasil é o que os americanos chamavam de sonho americano". Na verdade, Sr Moore, o que Lula quer para o Brasil seria um pesadelo para os americanos.

Imagine o Sr. Moore, se alguém nos Estados Unidos tentasse criar um "Conselho Federal de Jornalismo", com o objetivo de "controlar a imprensa". Ou, um presidente dos EUA concedesse asilo político a um terrorista como Cesare Batisti, condenado a prisão perpétua pela Justiça Italiana; o que pensariam os americanos, de um presidente que deu total apoio aos mensaleiros, aos aloprados, a Sarney, a Renan Calheiros e muitos outros casos de corrupção? Será que os americanos sonharam com um presidente, que indo na contramão do mundo, desse apoio a alguém que nega o holocausto, prega a destruição do estado de Israel, condena à morte homossexuais e opositores do seu regime tirano e quer construir armas nucleares ameaçando a paz mundial, como o presidente do Irã? Duvido! O que diriam os americanos se o seu presidente constantemente zombasse da justiça, como faz Lula desde que assumiu o poder?

O documentarista completa toda a sua ignorância em relação ao Brasil, quando afirma que "Lula quer conduzir o Brasil ao primeiro mundo com programas sociais como o fome zero." Ora, nem o PT fala mais em fome zero, devido ao seu fracasso total.

Concluindo, eu tenho uma proposta a fazer ao sr. Michael Moore e aos editores da revista TIMES: Que eles venham morar no Brasil, sob a presidência de Lula, sendo tratados pelo SUS, pagando a carga tributária do Brasil, vivendo dos salários brasileiros (exceto os de políticos e magistrados) e eu vou para os EUA, mesmo discordando em muitas coisas de Barack Obama, submeto-me ao seu governo, aceito o sistema de saúde de lá, o salário e as condições de vida de "terceiro mundo" na visão de Michael Moore. Faríamos um teste de pelo menos seis meses e eu tenho certeza que os editores da TIMES mudariam de opinião, principalmente se ousassem criticar o governo Lula, como eu faço.

Weliano Pires weliano@hotmail.com

Osasco

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DEFASADA

Essa lista da Time só pode estar muito defasada. Jaime Lerner como uma das cem pessoas mais influentes do mundo? Só pode ser piada. O homem que vendeu as estradas do Paraná para os seus amigos, em troca do pedágio mais caro do Brasil. Fez um negócio com o Itaú na venda do Banestado, que foi desastroso para os paranaenses e ainda mudou seu domicílio eleitoral para o Rio de Janeiro, pois aqui no Paraná não seria eleito nem para síndico de condomínio, não influencia mais ninguém.

Sandro Ferreira sandroferreira94@hotmail.com

Ponta Grossa (PR)

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LÓGICA

A revista time, norte américa publicou em sua edição semanal o presidente Lula como o mais popular no mundo.Tem uma lógico nisso: nunca na história desse país um presidente viajou tanto à custa dos impostos dos brasileiros.

Jose Roberto Carvalho capaosocial@gmail.com

São Paulo

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LULA, UM DOS MAIS INFLUENTES

Que orgulho ver um presidente do meu país ser escolhido por uma das revistas mais importantes do mundo como um dos líderes mais influentes do planeta.

Antonio Carlos Vieira vieira@casmavi.com.br

Ipaussu

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TENDÊNCIAS

A influência é tão influente que faz com que: Muitos se influenciem e 83% das pessoas ficam influenciadas...

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Praia Grande

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TÍTULOS AO LULLA

A revista "Time" apontou o Presidente Lulla como um dos líderes mais influentes do mundo, o próximo passo será indicá-lo para Premio Nobel da Paz, assim como o Presidente dos Estados Unidos Barack Obama (também citado na lista) ou então para Membro da Academia Brasileira de Letras, assim como Sarney. O deputado Ciro Gomes já o santificou, mas parece que não tinha poderes do Vaticano para isto.

José Carlos Degaspare degaspare@uol.com.br

São Paulo

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SÁBADO É DIA DE FESTA

O Dia do Trabalhador brasileiro tem significado muito mais nobre do que as balelas que costumam apregoar os pseudo-candidatos. Há muitos anos, a data virou sinônimo de palanque político e o trabalhador, o grande homenageado, tem sido obrigado a suportar cansativos e chatos discursos se quiser saborear o espetáculo proporcionado pelos cantores e duplas sertanejas. O Dia do Trabalhador foi criado em 1889, em homenagem à greve geral que aconteceu em 1º de maio de 1886, em Chicago, o principal centro industrial dos Estados Unidos naquela época, quando milhares de trabalhadores foram às ruas protestar contra as condições de trabalho desumanas. Reprimidos duramente, dezenas de trabalhadores foram presos, feridos e até mesmo mortos. Hoje, no Brasil, as centrais sindicais e políticos abrem espaço para a politicagem daqueles que só se lembram do trabalhador quando estão em campanha eleitoral de olho no voto destes. Onde está o respeito por esses batalhadores? Se o cotidiano transcorresse desta maneira, não haveria necessidade de promover a festa anual, com o falso pretexto de homenagear os trabalhadores. Se de fato a festa é promovida para o trabalhador, chega de palanques e de políticos demagogos de última hora, que comparecem por puro marketing pessoal. O trabalhador quer sim se divertir, mas sem a presença de manipuladores com discursos inflamados, que cansam a paciência e os ouvidos. Que eles possam se divertir sem a presença e a chateação de oportunistas.

Turíbio Liberatto turibioliberatto@hotmail.com

São Caetano do Sul

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ATÉ QUANDO?

A fala do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 29 de abril e alusiva a 1° de maio, falou pouco sobre o trabalho e demais sobre seu governo e o que ele espera que façamos nas urnas em outubro. Deu até para confundir a mensagem presidencial com propaganda do PT, pois a diferença entre um e outro era quase nenhuma. A troco de quê um Presidente da República vem à público, em rede nacional, em horário nobre, para exaltar a si mesmo e pedindo continuidade? A resposta é óbvia: trata-se de propaganda eleitoral disfarçada, sub reptícia. Até quando Lula vai desafiar a Justiça, usando ''espertezas'' como aquela?

M.Cristina da Rocha Azevedo crisrochazevedo@hotmail.com

Florianópolis

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