Cartas

ELEIÇÕES 2010

, O Estado de S.Paulo

30 Maio 2010 | 00h00

Fogueira das vaidades

Aécio Neves confirmou que não será o vice de Serra e vai concorrer ao Senado. Neste momento de importância decisiva para os novos rumos da Nação, a vaidade pessoal do ex-governador mineiro sobrepõe-se ao imperioso patriotismo. Muito provavelmente, o presidente Lula e sua candidata vão, sorridentes, agradecer a decisão de Aécio.

FRANCISCO ZARDETTO

fzardetto@uol.com.br

São Paulo

Sacrifício

Se o PSDB acha mesmo que as probabilidades de Serra são muito maiores com Aécio como vice, então este deveria "sacrificar-se", porque Minas Gerais não está acima do Brasil.

GILBERTO LIMA JUNQUEIRA

glima@keynet.com.br

Ribeirão Preto

Egocentrismo

Com o não definitivo, Aécio mostra o seu egocentrismo e só prejudica o PSDB em seu caminho rumo à Presidência da República, evitando, assim, a comunização definitiva do Brasil, com a despreparada Dilma Rousseff. Não entendo o porquê dessa atitude de Aécio, tendo em vista que, caso viesse a ser o vice de José Serra, só iria ajudar, e muito, o seu partido. Mas está mostrando que joga contra! Diante disso, acredito que ele deveria ser punido pelo PSDB de forma irrepreensível, para sentir na pele quanto custam uma teimosia e um egocentrismo fora de hora.

BORIS BECKER

borisbecker@uol.com.br

São Paulo

Mineiramente

O comportamento "político" de Aécio com relação à sua indicação a vice-presidente na chapa do PSDB faz lembrar - principalmente aos que vivenciaram a Revolução Constitucionalista de 32 - o comportamento de Minas Gerais, que jurou lutar com São Paulo contra a ditadura Vargas e, quando mais se contava com o apoio dos mineiros, estes o negaram, bandeando-se para o lado das forças governistas. Com isso os ataques contra os paulistas passaram a vir por aquele Estado, facilitando a vitória dos federais. Para confirmar a tradição mineira, eles cuidam primeiro dos seus pastos e aguardam os resultados para depois se definirem. Assim, qualquer semelhança será mera coincidência?

ALBERTO CARUSO

albertocaruso@uol.com.br

São Paulo

Vice do DEM

E o DEM reivindica a vaga de vice na chapa tucana, já que Aécio nem quer ouvir falar. Dá para escolher entre Eurides Brito, Efraim Morais, Joaquim Roriz e José Roberto Arruda. Que tal?

MARIA DE MELLO

nina.7mello@uol.com.br

São Paulo

SERRA E A BOLÍVIA

Demonização

Lamentáveis as declarações de José Serra (PSDB), "demonizando" a Bolívia, ao acusar seu governo de ser cúmplice do tráfico de cocaína para o Brasil. A próxima vítima de Serra deve ser o pobre Paraguai. Como candidato a presidente, Serra devia ter mais respeito por nossos países irmãos e vizinhos, e não agir com desprezo e soberba. Serra deve saber que o maior consumidor de cocaína do mundo são os EUA, mas, de modo subserviente, cala-se a respeito. É fácil atacar a pobre Bolívia e se omitir diante dos EUA.

RENATO KHAIR

renatokhair@uol.com.br

São Paulo

A demonização não é da Bolívia, mas de Evo Morales, e o termo serve também para Hugo Chávez. Agora, não vejo como é possível demonizar o demônio.

JOÃO MENON

joaomenon@terra.com.br

São Paulo

Drogas e armas

Concordo integralmente com as declarações do sr. José Serra. É impossível que as autoridades bolivianas não tenham conhecimento de que seu país é exportador de drogas. Faltou só ele ter falado sobre o Paraguai, que, além de drogas, exporta armas que vão parar nas mãos dos criminosos do pcc, do comando vermelho (em minúsculas mesmo) e outras congêneres que só espalham terror e morte. Tem de haver uma atuação coercitiva nas fronteiras da parte das autoridades brasileiras, já que nesses dois países impera a lei do não ver, não ouvir e não falar, muito menos punir.

ALBERTO SOUZA DANEU

adaneu@gmail.com

Osasco

Dedo na ferida

José Serra começou a botar o dedo nas feridas da política externa de Lula ao afirmar que a Bolívia pode ser cúmplice do tráfico de drogas. Não foi esse país que retirou um escritório do DEA (o departamento de narcóticos dos EUA)? Não é esse país que tem um presidente cocaleiro? Não se acaba com o narcotráfico sendo tolerante com governos que fazem uma pseudofiscalização de suas fronteiras.

JOSÉ EDUARDO ZAMBON ELIAS

zambonelias@estadao.com.br

Marília

Sem comentários

Na mesma hora em que meia tonelada de cocaína era apreendida pela Polícia Federal na fronteira de Mato Grosso com a Bolívia, Lula abraçava Evo Morales e falava em "fazer inveja no Serra" (sic). Precisa comentar?

M. CRISTINA DA ROCHA AZEVEDO

crisrochazevedo@hotmail.com

Florianópolis

Piadinha

Lula poderia contar aos pais dos jovens viciados que morrem um pouco a cada dia a piadinha que fez para o seu amigo boliviano Evo Morales. Talvez a gente achasse graça também.

VAGNER RICCIARDI

vbricci@estadao.com.br

São Paulo

Exterminador do presente

José Serra não é nem será o exterminador do futuro da diplomacia brasileira. Ao contrário, caso seja eleito, terá de usar sua comprovada competência para que o País volte a ter uma política externa voltada para os reais interesses brasileiros, livre de ideologia e antiamericanismo rançosos e inúteis. Ou seja, terá de trabalhar muito para reconstruir aquilo que o m(s)inistro Marco Aurélio Garcia, o exterminador do presente, está destruindo.

JORGE MANUEL DE OLIVEIRA

jmoliv11@hotmail.com

Guarulhos

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TEMA DO DIA

 

Neymar não descarta dar novo chapéu

Santista causa polêmica ao dizer que pode repetir lance em Chicão contra o Corinthians hoje

 

"Ele deu chapéu com o lance parado, mas todo mundo ficou comentando como se tivesse sido um lance genial."

FAGNER STEHLI

 

"Quem tem qualidade para isso pode dar esta declaração. O moleque decide mesmo."

ANIEL OLIVEIRA

 

"Se tiver capacidade de dar chapéu com a bola rolando, tudo bem. O que não vale é querer aparecer com o jogo parado."

LUTTY KAUSKAS

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Cartas enviadas ao Fórum dos Leitores, selecionadas para o Estadão.com.br

MORDERAM A ISCA

A declaração do candidato José Serra de que o governo boliviano é cúmplice da venda de cocaína teve como endereço o Palácio do Planalto, por sua inércia no combate às drogas nas fronteiras e pelas muitas concessões nocivas ao nosso país que há tempos se oferecem a Evo Morales.

O tucano acertou o alvo! Marco Aurélio Garcia e Dilma Rousseff morderam a isca e logo mostram as garras criticando Serra, com velhas retóricas indigeríveis, como a do Garcia top, top: "Tucano é o exterminador do futuro". E a mãe do PAC: Serra "demoniza a Bolívia". E como num movimento orquestrado, até Evo

Morales sentiu o golpe, afirmando que as declarações do candidato do PSDB são irresponsáveis.

Se esses petistas, incluindo Lula, com a mesma ira e determinação com que criticam o tucano, se insurgissem contra o governo boliviano, que sequestrou os bens da Petrobrás, estariam demonstrando patriotismo e respeito à nossa Nação. Mas não, e sabe Deus por quê, preferiram ficar de cócoras para esse insignificante Morales, e ainda oferecer financiamentos do BNDES àquele país.

Ora, se a atitude corajosa de Serra significa demonizar ou exterminar o futuro, que o faça também contra esse estúpido acordo do petismo com o Irã.

Na realidade, como o ex-governador de São Paulo saiu da toca do silêncio, atacando pelo menos a incompetência diplomática desta gestão Lula, os palacianos finalmente começaram a se sentir acuados.

Até porque deitaram e rolaram contra tudo e contra todos, como se fossem donos desta Nação. E raramente eram questionados pela nossa classe política, porque temiam a popularidade do presidente. Ou seja, uma verdadeira covardia!

Eleição ou não, está na hora de um bom corretivo institucional nessa gente alojada no Planalto...

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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TRÁFICO BOLIVIANO

O assessor do presidente Lula, aquele mesmo que teve uma nefasta atuação no episódio hondurenho, Marco Aurélio Garcia e a candidata petista, Dilma Rousseff, tentam contestar o incontestável, referindo-se à rota de passagem das drogas da Bolívia para o Brasil, denunciada pelo também candidato José Serra. Como podem contestar, se isso é de conhecimento da maioria dos brasileiros, até dos traficantes?

Benone Augusto de Paiva benonepaiva@yahoo.com.br

São Paulo

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NOSSOS VIZINHOS

As declarações feitas pelo sr. Serra sobre o tráfico de drogas que procedem da Bolívia foram contestadas e consideradas irresponsáveis pelo ministro das Relações Exteriores daquele país. Estranho que não saiba o que todo o MUNDO sabe. Agora que ficou sabendo, terá por obrigação tomar alguma providência para evitar que continue acontecendo. O Brasil é a principal ''rota'' de drogas da América do Sul. Pelo visto, as autoridades brasileiras também não sabem, mas precisam se informar melhor, seria bom ler e acompanhar os noticiários. Lá como cá, as autoridades nunca sabem de nada ou são as últimas a saber, o que é por demais lamentável. O sr. Serra até que foi discreto nas declarações, citando apenas a Bolívia, nem mencionou os outros nossos vizinhos!

Luiz Dias lfd.silva@uol.com.br

São Paulo

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BOLÍVIA DEMONIZADA

Dona Dilma diz que José Serra demoniza a Bolívia quando acusa o governo daquele país de cumplicidade com o tráfico de drogas para o Brasil. Eu vou além, digo que o governo boliviano não é cúmplice, é sócio, e está abrindo uma filial no nordeste da Bolívia, na fronteira desabitada do Brasil, em plena floresta amazônica, com direito a laboratório de refino da cocaína. Ainda com respeito à declaração de Serra, não encontro justificativa para a grande repercussão que obteve o pronunciamento de Marco Aurélio Garcia tachando o presidenciável tucano de ''exterminador do futuro''. Estão dando muito espaço e atenção a quem significa muito pouco fora das dependências do Palácio do Planalto. Lembrem-se de sua ''performance'' por ocasião do acidente com o avião da TAM , de sua posição na crise em Honduras, das negociações com as Farc para libertação de reféns, dos pronunciamento sobre os dissidentes cubanos, de sua participação no Foro de São Paulo.

Humberto de Luna Freire Filho hlffilho@gmail.com

São Paulo

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O QUE FARIA DILMA?

Ao criticar José Serra por seu comentário sobre a produção de cocaína que a Bolívia manda ao Brasil, a candidata Dilma alertou o tucano de que não é assim que um futuro presidente deve tratar um vizinho. Minha dúvida, caso a candidata seja eleita, é: qual será a linha adotada na política externa com um vizinho que manda o Exército tomar à força um patrimônio do povo brasileiro, a Petrobrás? Justificar a atitude do vizinho como um ato de soberania daquele país ou, como pretendia Morales, recebê-la como um merecido presente?

Paulo R Kherlakian paulokherlakian@uol.com.br

São Paulo

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SER ESTADISTA

Quando Dilma diz "não é possível de forma atabalhoada a gente sair dizendo que um governo é isso ou aquilo, não se faz isso em relações internacionais, não é papel de um estadista, de quem quer ser um estadista, deveria usar o mesmo discurso que cabe como uma luva no presidente do Equador, no da Bolívia e no boquirroto bolivariano Hugo Chávez, xodó do seu chefe, o mandatário de plantão. Ou ninguém se lembra mais dos ''elogios rasgados'' que Chávez faz ao governo colombiano?!

Papel de estadista mesmo é permitir que o patrimônio brasileiro no exterior seja invadido com uso de força militar e confiscado, ser extorquido com reajustes no preço do gás e da energia elétrica de Itaipu, achando isso tudo ser atos legítimos, baixando a cabeça! Quer dizer, o nosso grande timoneiro dá razão ao usurpador!!! Isso é que é estadista.

Estadista também é negar que haja tráfico intenso, e não reprimido pelo governo boliviano, de cocaína na fronteira porque, coitada da Bolívia, que tem na coca sua principal commodity.

Mas a cereja do bolo vem do tresloucado Marco Aurélio ''top-top'' Garcia. Essa relíquia jurássica do que há de mais rançoso na esquerda extinta desde a queda do Muro. Este, sim, exterminou sua figura ridícula com os tais gestos de extremo mau gosto e criminosamente ofensivos às famílias que perderam seus entes queridos no trágico acidente da TAM em Congonhas. O que ele fala nem vale a energia gasta teclando estas palavras, mas, se ele gosta tanto, que seja nomeado embaixador do Brasil no Irã. Será que ele aceita?

Marco Bettega marcobettega@hotmail.com

Santos

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QUE FUTURO?

O sr. Marco Aurélio ''top top'' Garcia, assessor especial da Presidência da República, chamou Serra de exterminador do futuro da política externa brasileira. Ante o que País tem testemunhado nos últimos tempos, ficam as questões: qual o "presente" de nossa política externa? Algum êxito nos últimos sete anos? Alguma coerência? O que está aí tem algum futuro? O assessor crê que um governo - qualquer um - minimamente comprometido com os superiores interesses do Brasil vá manter isso que ele chama de "política externa" ?

Silvio Natal silvionatal49@yahoo.com.br

São Paulo

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O MODELO DE ESTADISTA DA SRA. DILMA

Dilma Rouseff declarou: ''Não é possível de forma atabalhoada a gente sair dizendo que um governo é isso ou aquilo. Não se faz isso em relações internacionais, não é papel de um estadista, de quem quer ser um estadista''. E: ''Não acho que esse tipo de padrão, em que você sai acusando outro governo, seja uma coisa construtiva. Acho que a gente tem de ter cautela, prudência, tem de saber que são relações delicadas, que envolvem soberanias.''

Ora, as drogas estão destruindo a sociedade brasileira para ajudar a economia boliviana. Dilma não entende que a omissão e o silêncio para com este problema são crime contra o Brasil. Ser estadista não é ficar omisso e não defender o povo brasileiro para evitar um incidente diplomático. Se a Bolívia vende 90% da droga que produz para o Brasil, é porque existem cumplicidades tanto do governo boliviano, que não impede a fabricação, quanto do governo brasileiro, que não fiscaliza de forma eficiente as nossas fronteiras.

Estadista não faz doação de dinheiro para os outros países enquanto o seu povo morre de fome, de bala perdida, por falta de hospitais públicos bem equipados, estradas esburacadas e falta de verbas para pagar um aumento digno e justo aos aposentados. Enquanto isso, sobra dinheiro para a corrupção, doações e perdão de dívidas de países amigos.

Estadista não é aquele que faz a palhaçada de defender o enriquecimento de urânio para um ditador, presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, o qual manda enterrar mulheres vivas, matar cidadãos a pedradas em praça pública, enforca pessoas apenas por serem homossexuais e ameaça varrer uma nação, como Israel, do mapa e nega a existência do Holocausto que tirou a vida de mais de 6 milhões de judeus.

Estadista não é aquele que recebe pedidos de apoio de presos políticos e nada diz ou faz, além de rir com os tiranos (Raúl e Fidel Castro). Destaco que os referidos presos não cometerem nenhum crime, a não ser o de pensar ideologicamente diferente do governo (presos de consciência).

Estadista não é aquele que vive defendendo e se aliando a pessoas suspeitas de graves falcatruas (Sarney, Renan, Collor e muitos outros). Não é aquele que passa por cima da Justiça de uma nação soberana (Itália) e protege um estuprador e homicida de quatro pessoas (Cesare Battisti).

Estadista não deve ser reincidente no recebimento de multas por desrespeitar as leis eleitorais do próprio país. Não coloca folhas de coca no pescoço para agradar ao presidente Evo Morales, do país que fabrica cocaína, folhas que produzem desgraças criam marginais, doentes, inúteis e loucos, destruindo a juventude, a família da própria nação.

Concluindo, Serra, embora ainda não seja presidente, agiu como estadista, chamando a atenção da opinião pública para a omissão do governo e para o grave problema das drogas. Não adianta criar planos para a construção de locais de recuperação de drogados se não combatermos o fabricante e o distribuidor do produto que causa esta desgraça, permitindo que a droga continue entrando no nosso país para criar mais doentes e dependentes, numa proporção infinitamente superior aos que conseguem um tratamento, que na maioria não resulta em cura. Agindo dessa forma o governo atual, por mais que invista em centros de recuperações de drogados, o número de viciados sempre vai aumentar. É como tapar o sol com uma peneira ou desejar encher um tanque furado com água.

Sra. Dilma, seu conceito de estadista está totalmente equivocado.

Jorge Roriz jorge.roriz@yahoo.com.br

Salvador

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DILMA DECLAROU:

''Não é possível de forma atabalhoada a gente sair dizendo que um governo é isso ou aquilo. Não se faz isso em relações internacionais, não é papel de um estadista, de quem quer ser um estadista'',

''Não acho que esse tipo de padrão, em que você sai acusando outro governo, seja uma coisa construtiva. Acho que a gente tem de ter cautela, prudência, tem de saber que são relações delicadas, que envolvem soberanias.''

Título original: O Estadista da Sra Dilma

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JORGE RORIZ

As drogas estão destruindo a sociedade brasileira para ajudar a economia boliviana. Dilma Rousseff não entende que a omissão e o silêncio para com este problema é crime contra o Brasil. Ser estadista não é ficar omisso e não defender o povo brasileiro para evitar um incidente diplomático. Se a Bolívia vende 90% da droga que produz para o Brasil é porque existem cumplicidades tanto do governo boliviano que não impede a fabricação quanto do governo brasileiro que não fiscaliza de forma eficiente as nossas fronteiras. Estadista, não faz doação de dinheiro para os outros países enquanto o seu povo morre de fome, de bala perdida, por falta de hospitais públicos bem equipados, estradas esburacadas e falta de verbas para pagar um aumento digno e justo aos aposentados.

Enquanto isso, sobra dinheiro para a corrupção, doações e perdão de dívidas de países amigos. Estadista não é aquele que faz a palhaçada de defender o uso de enriquecimento de urânio para um ditador, presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, o qual manda enterrar mulheres vivas, matar cidadãos à pedradas em praça pública, Enforca pessoas apenas por serem homossexuais e ameaça varrer uma nação como Israel do mapa e nega a existência do holocausto que tirou a vida de mais de seis milhões de judeus. Estadista não é aquele que recebe pedidos de apoio de presos políticos e nada diz ou faz, além de rir com os tiranos (Rui Castro e Fidel). Destaco que os referidos presos não cometerem nenhum crime a não ser o de pensar ideologicamente diferente do governo (presos de consciência). Estadista não é aquele que vive defendendo e se aliando à pessoas suspeitas de graves falcatruas (Sarney, Renan, Collor, e muitos outros).

Não é aquele que passa por cima da justiça de uma nação soberana (Itália) e protege um estuprador e homicida de quatro pessoas (Cesare Battisti). Estadista não deve ser reincidente no recebimento de multas por desrespeitar as leis eleitorais do próprio país. Não coloca folhas de coca no pescoço para agradar o presidente Evo Morales, do país que fabrica cocaína, folhas que produzem desgraças criam marginais, doentes, inúteis e loucos, destruindo a juventude a família da própria nação. Concluindo, Serra, embora ainda não seja presidente, agiu como estadista, chamando a atenção da opinião pública e da omissão do governo, para o grave problema das drogas. Não adianta criar planos para a construção de locais de recuperação de drogados se não combatermos o fabricante e distribuidor do produto que causa esta desgraça, permitindo que a droga continue entrando no nosso país para criar mais doentes e dependentes, em uma proporção infinitamente superior aos que conseguem um tratamento, que na maioria não resulta em cura. Agindo desta forma, o governo atual por mais que invista em centros de recuperações de drogados, o número de viciados, sempre vai aumentar. É como tapar o sol com uma peneira ou desejar encher um tanque furado com água. Sra Dilma: seu conceito de estadista está totalmente equivocado.

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NARCONTRÁTICO

Encontrar motivos para criticar as falas de Serra em relação a essa verdadeira destruição que é a cocaína é desconsiderar ou, pior, desconhecer a política de Evo Morales em ''sua'' Bolívia, com os incentivos para a produção desse desastre para o mundo. Misturar política externa com conivência de defeitos é o que tem feito esse governo, em todos os sentidos. Se o objetivo era tirar proveito eleitoreiro para dona Dilma, a emenda ficou bem pior do que o soneto. Ninguém em sã consciência aceita o tráfico de drogas, a não ser quem tira proveito dele.

Leila E. Leitão

São Paulo

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É PRECISO CORAGEM

O Brasil tem mais de 1 milhão de pessoas viciadas em crack, segundo o IBGE. José Serra, sabendo que a maior parte da cocaína que entra no Brasil vem da Bolívia, disse ser preciso enfrentar firmemente o tráfico advindo daquele país. Dilma Rousseff, entretanto, que falou docemente sobre a droga em programa veiculado na TV, contesta Serra, dizendo que essa atitude não seria de um estadista. É preciso menos discurso e mais atitude corajosa para enfrentar esse grave problema, que deixa tantos brasileiros, a maioria jovens, à margem de nossa sociedade, causando gravíssimo problema social.

Eni Maria Martin de Carvalho enimartin@uol.com.br

Botucatu

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DOIS PESOS, DUAS MEDIDAS

Falar verdades sobre a Bolívia - a maior produtora de cocaína do planeta - não ''podgi''! Dos Estados Unidos, o maior produtor de Coca-Cola do universo, ''podgi''... Hare baba, Dilminha!

João Guilherme Ortolan guiortolan@hotmail.com

Bauru

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SUPER-SERRA

Sugiro à equipe do ex-governador e futuro presidente José Serra que aproveite a colaboração do assessor especial da Presidência, sr. Marco Aurélio Garcia, e crie um super-herói assemelhado ao candidato, que, eleito, será o exterminador de toda sem-vergonhice, malfeitos, omissões, alianças espúrias do governo que está terminando. Esta imagem ideal deverá ser divulgada de imediato e intensamente na campanha.

Espero este e-mail chegue ao conhecimento dos responsáveis pela campanha e mesmo do próprio Serra.

Ilmar Mello de Carvalho ilmarcarvalho@gmail.com

São Paulo

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EXTERMINADOR DA DEMOCRACIA

O assessor de Relações Exteriores do governo Lulla, Marco Aurélio Garcia, disse que o presidenciável Serra é "o exterminador do futuro das relações internacionais", por ter afirmado que 90% da coca consumida no Brasil vem da Bolívia. Como ex-governador de São Paulo, um Estado que luta contra as drogas que infestam as cidades e provocam a maioria dos assassinatos, roubos e delitos, Serra deve saber de cátedra os meandros por onde entram as drogas. E por ser da competência federal o combate à entrada de drogas no País, muito pouco poderia fazer por São Paulo, a não ser criar penitenciárias e prender bandidos e traficantes. Mas fica aqui uma pergunta: e Marco Aurélio Garcia é o quê? Exterminador da democracia? Sim, porque ele comanda o Foro de São Paulo, que pretende derrubar todas as democracias da América Latina e implantar o comunismo, que já está em pleno andamento na Bolívia! Sua aproximação com as Farc também é de conhecimento geral. Os petistas são velhos amigos dos narcoguerrilheiros. O Brasil realmente precisa fazer uma limpa. A começar pelo assessor de Relações Exteriores (sic).

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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COMPLACÊNCIA

Não sei o porquê da surpresa. José Serra disse apenas o que estava preso na garganta dos brasileiros de bem e também na da população mundial de bem. A Bolívia, sob o estímulo de seu presidente, insiste na industrialização das folhas de coca, sob a alegação de que as substâncias que encerra têm finalidades terapêuticas. Ora, que garantia e segurança o governo boliviano dá ao mundo? A liberdade de plantio e colheita deve ser controlada pelo governo boliviano: se assim é, o governo deverá ter condições de saber o quanto se planta e colhe de coca no país e, assim, o tráfico deveria estar menos intenso. Se o governo boliviano não sabe (ou não tem condições de saber quanto se planta e se colhe), bem, então aquela postura do governo boliviano é politicamente incorreta e revela incapacidade administrativa e policial; a rigor, revela uma complacência com o tráfico, em vez de ser inclemente no seu combate. De qualquer forma, consideradas as notícias das apreensões em todo o mundo, a quantidade que circula, proveniente ou não da Bolívia, é muito superior às aplicações terapêuticas. Aqui está o que o governo boliviano deve fazer: esclarecer (e não ficar bravo).

Pedro Luís de Campos Vergueiro pedrover@matrix.com.br

São Paulo

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EXTERMÍNIO

Sr. Marco Aurélio Garcia, exterminador é o presidente Lula, que atirou contra a moral dos cidadãos brasileiros de bem ao estabelecer e estreitar relações com esses regimes conhecidos por terem como base o ódio, a repressão, a discriminação, a perseguição e o comunismo ou a ditadura. O Brasil é um país democrático, com igualdade de religiões e liberdade de pensamento. Amigar-se com esses regimes abomináveis é um extermínio. Livrar-se deles é um favor que Serra pode fazer. E fará.

Sérgio Eckermann Passos sepassos@yahoo.com.br

Porto Feliz

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MENSAGEM A GARCIA

Sr. Garcia, Serra não poderá ser o exterminador do futuro da política externa, pois, após as barbeiragem do seu governo no presente, a política externa já estará exterminada. PT saudações...

Gilberto Dib gilberto@dib.com.br

São Paulo

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EXTERMINANDO

O sr. Marco Aurélio Garcia referiu-se ao pré-candidato (esse faz de conta de candidato em gestação é adorável) José Serra como sendo "exterminador do futuro".

É fato que o PT se notabiliza como exterminador do passado. Tanto isso é verdade que, de acordo com a profusão de discursos que aguentamos bravamente, a História do Brasil teve início há menos de uma década - conforme ensina o bordão ''nunca antes na história deste país".

Somos uma nação jovem, de apenas 7 anos e 5 meses. Antes éramos autênticos neandertais!

Alexandru Solomon asolo@alexandru.com.br

São Paulo

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ISSO MESMO, DILMA!

Defenda bastante a Bolívia, da mesma forma que defende a volta da CPMF, dois assuntos em que os brasileiros já têm sua opinião formada e não querem nem ouvir falar deles.

Em pouco tempo, vai descobrir que nem São Lula vai dar jeito na sua aceitação popular.

Ronaldo Gomes Ferraz ronferraz@globo.com

Rio de Janeiro

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IPEA TIPO EXPORTAÇÃO

Depois de politizar e sindicalizar o IPEA, tal qual toda a máquina administrativa do atual (des)governo brasileiro, eis que vamos exportar o Instituto de Pesquisa Econômica Avançada para as terras do coronel Chávez. Este, outrora, respeitado órgão, que tinha economistas como Fábio Giambiagi, agora tem mais um assecla de nosso excelentíssimo presidente que afirma bobagens como ''o Estado brasileiro é pequeno em número de funcionários'' e faz projeções que nem Papai Noel ou o Saci-Pererê acreditariam. Agora, abrir o mesmo órgão no exterior? Só pode ser mais cabide de empregos "prus cumpanhero". Afinal, se Deus e o povo brasileiro quiserem, o "senhor nunca antes na história deste país", o nosso inventor da pólvora, acaba o seu mandato e da sua curriola em dezembro de 2010.

Renato Camargo natuscamargo@yahoo.com.br

São Paulo

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O ACORDO TRIPARTITE BRASIL-TURQUIA-IRÃ

A informação de Denise Chrispim Marin à pág. A14 do Estadão de 27/5 responde à indagação de Clóvis Rossi reproduzida logo a início do artigo, da mesma data, de Demétrio Magnoli: é que a carta de Obama a Lula dizia expressamente que os EUA não abandonariam o projeto de sanções sem a "imediata" interrupção do enriquecimento de urânio por Teerã e este trecho foi omitido maliciosamente por Brasília na divulgação da carta, para dar a impressão de que o Brasil e a Turquia tinham obtido justamente o que Obama pedira e este voltara atrás. Na verdade, nem os EUA nem o Irã voltaram atrás, o primeiro em vincular a suspensão do projeto de sanções à interrupção do enriquecimento de urânio e o segundo firme na sua decisão de prosseguir com ela e neste ponto se revela a ingenuidade dos negociadores brasileiros, vinda à luz em notícia publicada no Estadão logo em seguida ao anúncio da conclusão do acordo a semana passada: Lula e Amorim foram surpreendidos pela informação do Irã de que continuariam a enriquecer urânio apesar da entrega de 1.200 kgs. para enriquecimento em outros países. Não há nada que faça Teerã desistir de seu projeto de atingir capacitação nuclear para desenvolver a bomba, pelo menos enquanto Israel tiver a sua e as frotas e bases americanas que patrulham o Oriente Médio também forem dotadas de poderio nuclear. E, convenhamos, independentemente de simpatia ou não pelo regime teocrático-ditatorial do país dos aiatolás que não tenho, seu projeto faz sentido. Somente no âmbito de uma desnuclearização total do Oriente Médio poder-se-ia exigir com legitimidade que Teerã abandonasse suas ambições nucleares.

Paulo Afonso de Sampaio Amaral drpaulo@uol.com.br

São Paulo

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TOLERÊNCIA

Lula prega que é preciso que o mundo pratique a tolerância cultural e religiosa. Pergunto: igual à praticada no Irã?

Roberto Twiaschor rtwiaschor@uol.com.br

São Paulo

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PROMOTOR DOS TIRANOS

É certo que o mundo precisa de paz, mas não será Lula, com seu ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, que conseguirá a mudança, muito menos o passado de sindicalista o credencia como negociador do conflito. Lula da Silva está mais para apoiar governos ditatoriais, e tem feito isso sem o menor constrangimento, mesmo sofrendo críticas da mídia internacional. Lula é o promotor dos tiranos assassinos (irmãos Castro, Chávez e Ahmadinejad) , adjetivo que lhe cai muito bem, tendo em vista o empenho dado a esses governantes. O Brasil proíbe constitucionalmente a produção e o uso de armas nucleares muito antes da era Lula, embora o PNDH-3 tenha tentado vender outra imagem para a sociedade, que parece adormecida diante de fatos tão importantes que poderão tornar a vida do cidadão brasileiro um verdadeiro inferno.

Luciana Lins lucianavlins@gmail.com

Campinas

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OBSESSÃO NUCLEAR

Presidente Lula, na questão nuclear iraniana, a sua insistência em achar que a sua proposta, não original, tem alguma chance de sucesso vai acabar por produzir um ''¿por qué no te callas?'' da comunidade internacional.

Francisco José Sidoti fransidoti@terra.com.br

São Paulo

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INVEJOSOS

Enquanto o presidente Lula compara a reunião feita no Irã como se fosse um bate-boca bairrista entre corintianos e palmeirenses, o Estadão de 28/5, em manchete da primeira página, trazia: "Hillary aponta "sérias divergências" com o Brasil no caso do Irã". Para sobressaírem no cenário mundial, Lula e o premiê turco, Erdogan, defendem o acordo com o Irã, apontando os críticos como invejosos. No caso do presidente petista, cacique das nossas esquerdas festivas, é compreensível reconhecer que quem nunca comeu melado quando como se lambuza! Mas seria de bom alvitre chamar a atenção do presidente para "quem brinca com fogo geralmente sai queimado".

Roberto Stavale bobstal@dglnet.com.br

São Paulo

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DÚVIDA NUCLEAR

O embaixador Samuel Pinheiro Guimarães (26/5,A2) diz que os EUA têm 10 mil ogivas nucleares. O leitor sr. Dirceu Bertin (28/5) corrige: são apenas 5.113. O sr. Omar Nasser Filho (idem) afirma que o Estado de Israel tem de 200 a 300 delas. Gostaria de saber quantas são necessárias para destruir o planeta.

Hermínio Silva Júnior hsilvajr@terra.com.br

São Paulo

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CINEMA

O ''acordo'' Brasil-Irã leva o ''Framboesa'' de pior filme do ano: enquanto Lulla erra o tom como ''Flautista de Hamelin'', Ahmadinejad se esganiça como ''O Rato que Ruge''.

A. Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

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A CARTA

O presidente Barak Obama enviou carta ao presidente Lula antes de o acordo ser formalizado com o Irã. A divulgação do teor do documento vai deixar calados muitos especialistas em política internacional, comentaristas e lideranças políticas e outras figuras brasileiras que não queriam admitir o nível elevado da conduta do Brasil e da Turquia num assunto de tamanha envergadura. Por sinal, como entender também a posição da secretária de Estado, Hillary Clinton? Ela por certo devia saber o teor da carta enviada pelo presidente do seu país ao presidente brasileiro. E por fim, o que preocupa nessa história é a impressão de que estamos vendo uma repetição em outro nível da posição americana em relação ao Iraque.

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

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FUTEBOL PROFISSIONAL

Definição de futebol: esporte no qual dois times de 11 jogadores se esforçam por fazer entrar uma bola de couro no gol da equipe contrária, sem intervenção das mãos.

Tenho enviado inúmeros e-mails ao jornal iniciando com o bordão: sou assinante do jornal, tenho 85 anos, sou engenheiro civil, formado pela Escola Politécnica da USP em 1948, há 62 anos.

Na minha juventude fui craque de futebol varzeano, o verdadeiro esporte, trazido para o Brasil pelo famoso Charles Miller. Pela minha compleição física, era um veloz ponta direita! Ainda hoje conservo nas pernas as cicatrizes das sarrafadas que levei, vítima que fui de minha velocidade!

Hoje o futebol deixou de ser esporte. É um '' big business''! Se Charles Miller estivesse vivo e visse o mal que ele trouxe para o Brasil, na forma do belo esporte, certamente teria jogado ao mar as primeiras bolas de futebol!

Hoje o tal futebol profissional é o ópio da juventude brasileira! O sonho de todo jovem brasileiro é tornar-se milionário através do tal futebol! Não pensa no saudável esporte, pensa nos milhões de dólares!

Estudar para quê? Como disse um jogador africano da seleção da França na última Copa, os jovens brasileiros não querem estudar. Só os jovens tolos estudam para ser médicos, engenheiros, etc., etc. Depois de muito estudo vão ganhar, no máximo, R$ 2 mil por mês, quando chutando uma bola no gol vão ganhar fama e milhões de dólares.

Pobre país das chancas, como se chamavam as chuteiras no meu tempo, do futebol varzeano, o verdadeiro esporte!

Hoje mandam no futebol profissional os ''cartolas'', os rufiões do '' big business''.

Sei que esta mensagem, contrariando poderosos interesses comerciais, vai diretamente do ''sexto andar para o cesto do lixo''. Porém, em futuro próximo, ela será publicada nas primeiras páginas dos jornais.

Quem viver verá.

Braz Juliano bjuliano@uol.com.br

São Paulo

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PARABÉNS, DUNGA

O Dunga pode ser fechado, cara de poucos amigos, teimoso, incompetente para escolher os jogadores que defenderão o Brasil na Copa do Mundo, mas não é falso.

Ele não tem simpatia pelo Lulla e não fez nenhum esforço para abrir a cara e dar-lhe um sorriso, ou seja, não é falso como nossos políticos e não é baba ovo como o Andrés Sanchez, presidente do Corinthians.

Tem mais: o Lulla é pé-frio. Depois que o Corinthians ganhou a Copa Brasil em 2009, ao retornar de Porto Alegre fez uma visita a elle, e daí para a frente o time vem caindo até perder Campeonato Paulista e a Libertadores.

Não estranhem se o Brasil não passar das oitavas.

José Saez jsaez2007@gmail.com

Curitiba

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