Fórum de Leitores

GOVERNO INTERINO

O Estado de S.Paulo

19 Agosto 2016 | 03h03

Indústria da seca

Provocou críticas dos governadores da Região Nordeste a transferência para o Departamento Nacional de Obras Contra a Seca (Dnocs) da execução de recursos dessa atividade. O motivo de tanta chiadeira é muito fácil de entender: a gestão da verba é uma poderosa arma eleitoral, que anos a fio vem beneficiando governadores de todos os partidos, os quais prometem a construção emergencial de adutoras, perfuração e instalação de poços, etc., mas o povo nordestino continua sedento e renegado e seus animais morrem à míngua no pasto. Enquanto isso, políticos inescrupulosos são saciados com um punhado de votos de incautos eleitores e se aproveitam dessas ilusões para se perpetuarem no poder. Espero que essa autarquia federal quase centenária – foi criada em 1919 –, que pouco fez pelo sofrido povo daquelas plagas, agora, com o poder nas mãos, acabe de vez com o interminável flagelo.

SÉRGIO DAFRÉ

sergio_dafre@hotmail.com

Jundiaí

Bolsos ‘molhados’

Nada mudou no quesito “vantagens e benefícios” no governo Temer, basta ver que ele transferiu para o PMDB o controle das verbas de obras contra a seca. Segundo o Ministério da Integração Nacional, a transferência para o Dnocs foi feita porque o órgão tem anos de experiência nesse mister. Balela, papo-furado para inglês ver, pois é de conhecimento de todos que o flagelo da seca no Brasil só aumenta e se agrava. Onde está a tal experiência? Na verdade, ela se refere a dinheiro no bolso dos envolvidos, né não?

ANGELO TONELLI

angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

Microempresas

O governo está matando as pequenas e microempresas. O microcrédito foi criado para fomentar os pequenos negócios, mas com juros de 4% ao mês eles não sobrevivem. Apesar de o segmento ser responsável por mais de 70% da geração de empregos, não tem os incentivos dados às empresas “campeãs”. São mais de R$ 300 bilhões aplicados nestas; se fossem destinados apenas 10% de tais recursos às pequenas e microempresas do País, não teríamos hoje mais de 12 milhões de desempregados.

ODOMIRES MENDES DE PAULA

odomires@abrampe.com.br

Uberlândia (MG)

Questão de bom senso

A paralisação da produção de caminhões e ônibus na fábrica da Mercedes-Benz em São Bernardo do Campo, no ABC paulista, e a consequente demissão em massa – como última alternativa – nada mais são do que reflexos da crise gerada pela condução desastrosa da economia no governo Dilma Rousseff. Tão certo quanto a responsabilidade da petista é que Michel Temer e Henrique Meirelles procrastinam o ajuste fiscal ao se renderem à condição de interinidade, cedendo a pressões aqui e evitando temas polêmicos acolá. E o ministro da Fazenda ainda vem falar em aumento de impostos?! Está faltando bom senso.

ELIAS MENEZES

elias.natal@hotmail.com

Belo Horizonte

GOVERNO ALCKMIN

Máfia da merenda

Pedro Chaves, ex-auxiliar de escritório da Coaf e que tinha acesso aos extratos bancários dessa entidade, disse em depoimento na Assembleia Legislativa paulista (Alesp) que a cooperativa pagou comissão de 10% sobre os valores dos contratos com a Secretaria da Educação pelo fornecimento de merenda nas escolas estaduais de São Paulo. De acordo com o delator, o valor da propina chegou a R$ 1, 3 milhão. O esquema foi desbaratado pela Polícia Civil em janeiro deste ano, deflagrando a Operação Alba Branca, que envolve o presidente da Alesp (PSDB), acusado de receber propinas por intermédio de assessores. Ele nega, mas terá de esclarecer essa acusações ao colegiado. Enquanto isso, a Corregedoria-Geral da Administração e a Secretaria da Educação insistem em afirmar que o governo do tucano Geraldo Alckmin está sendo vítima de uma quadrilha e que não houve superfaturamento. Ou seja, exatamente o mesmo que se disse nos escândalos ligados à CPTM e ao Metrô. Interessante notar como os discursos políticos são semelhantes, não importa qual seja o partido, pois essa é a mesma desculpa utilizada pelo PT nos muitos “deslizes” que cometeu. Ora, não usamos dois pesos e duas medidas, pau que bate em Chico também bate em Francisco. Logo, que se destrinche e se prove e, havendo culpados, como os há, que sejam todos eles punidos. E que a punição não seja simplesmente a falta de convite para o jantar de Michel Temer...

CARMELA TASSI CHAVES

tassichaves@yahoo.com.br

São Paulo

FAIXA PRESIDENCIAL

Falta faxina no Planalto

Precisam trocar as faxineiras do Palácio do Planalto. Deixar de tirar o pó ou passar uma vassoura debaixo dos móveis por quase um ano inteiro? Que porcaria! Assim não dá! E o broche, joia valiosa, caído ali, como se fosse uma tampinha de cerveja, sem que ninguém percebesse... Não gosto nem de imaginar o que deve haver debaixo dos sofás. Eca!

M. CRISTINA ROCHA AZEVEDO

crisrochazevedo@hotmail.com

Florianópolis

Conta outra...

Dizer que o broche da faixa presidencial foi encontrado, depois de tanto tempo, durante uma faxina é nos chamar, a todos nós, de bobos. É dizer que a pessoa que faz a limpeza é muito incompetente. Será que não existe uma câmera de segurança filmando tamanho patrimônio? Que descaso é esse com o dinheiro público?

M. DO CARMO Z. LEME CARDOSO

mdokrmo@hotmail.com.br

Bauru

RIO 2016

Gringos ‘caô’

O comportamento dos nadadores olímpicos americanos lembra o dos pilotos do jato Legacy 600 da Embraer que colidiu com um avião da Gol, em 2006. Os passageiros do avião da Gol morreram todos e, como agora, as autoridades americanas usaram os mesmos artifícios para proteger seus cidadãos. Os pilotos foram para o consulado americano e depois embarcaram para os EUA graças a um juiz que liberou o passaporte deles. Agora, dos nadadores envolvidos, um conseguiu fugir, isso mesmo, fugir, embora a delegação americana na Olimpíada alegue que, como a participação deles havia terminado, foram dispensados. Outros foram apanhados embarcando, ou seja, fugindo também. A história do cinismo dos americanos se repete, eles fazem o Brasil de bobo. Dizem: “Vamos colaborar com as autoridades brasileiras”. Mas a verdade é que esses nadadores desrespeitaram o povo brasileiro e o Brasil, algo precisa ser feito.

PANAYOTIS POULIS

ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

A CONTA DE ENERGIA DA RIO-2016

A energia elétrica para atender à Olimpíada vai pressionar a conta de luz para o cidadão carioca. A Light pretende pedir antecipação do reajuste da tarifa, em razão de R$ 432 milhões de custos extras que a concessionária teve com os Jogos. E o que o cidadão carioca tem que ver com isso? Foi dito que a Olimpíada não teria recursos públicos. A União transferiu, há poucos dias, R$ 230 milhões para fechar o orçamento do evento. Agora, a antecipação do reajuste tarifário fora de época. Tire suas conclusões, eleitor.

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

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A FINAL DO FUTEBOL

O Brasil, para ganhar da Alemanha na final do futebol olímpico, precisará muito de garra, motivação e determinação, como as do pugilista medalha de ouro Robson Conceição, que passou uma bela lição a todos os nossos atletas. 

Roberto Hungria cardosohungria@gmail.com

Itapetininga

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COMO NOS VELHOS TEMPOS

A seleção brasileira de futebol, depois de um início ruim nestes Jogos Olímpicos do Rio, vence três partidas seguidas jogando um futebol primoroso e como o dos velhos tempos. A goleada por 6 a 0 sobre Honduras colocou pela quarta vez o Brasil numa final olímpica. Será que, nesta final do futebol na Rio-2016, entre as seleções do Brasil e a da Alemanha, vamos quebrar a escrita dentro deste mesmo Maracanã, onde perdemos a Copa do Mundo, em 1950, para o Uruguai? O certo é que esta possível medalha de ouro olímpica que falta ao futebol brasileiro poderá ter um sabor especial, se vencermos amanhã a forte equipe germânica! Lembremos que foi a Alemanha que nos goleou por 7 a 1 na última Copa...

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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RELEMBRANDO O MINEIRAÇO

Não me venham com este papo furado de que o Brasil terá a chance de devolver para a Alemanha a surra que levamos na Copa de 2014. Só nos sentiremos vingados se a seleção principal brasileira enfiar 8 a 1 na Alemanha, jogando dentro do território alemão, em jogo oficial. Não podemos nos esquecer de que a seleção alemã é realmente olímpica, sem nenhum craque consagrado até 23 anos.

José Roberto Iglesias rzeiglesias@gmail.com

São Paulo

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A FALSA REVANCHE

No tocante à manchete deste honroso periódico sobre a pseudorevanche no futebol olímpico, creio ser de fato uma manchete deturpada e deturpante, pois o futebol olímpico nada tem que ver com o futebol profissional, trata-se de um Sub-23, sem nenhum jogador expressivo alemão, ao contrário da seleção brasileira, com seu (em tese) principal jogador - nada que lembre a campeã seleção profissional daquele país. Então insisto para que parem de fomentar algo inexistente, trata-se apenas de uma partida em que apenas um time tem força máxima e o outro, garotos desconhecidos. O 7 a 1 histórico numa semifinal de Copa do Mundo nem remotamente se compara ao torneio amador olímpico, jamais será equiparado!

Roberto Simões V. de Medeiros Rsvivacqua@yahoo.com.br

Rio de Janeiro

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1950 E 2016

 

Os nossos atletas olímpicos do futebol masculino fizeram bonito, venceram os hondurenhos por 6 a 0, garantiram prata e são favoritos na final contra os alemães. É bom lembrar que, em 1950, no quadrangular final, a seleção brasileira venceu a sueca por 7 a 1 e a espanhola por 6 a 1, e antecipadamente se sentiu campeã. Bastava empatar no jogo final para ser campeã do mundo, mas, diante de 199.854 pessoas no Maracanã, perdeu para os uruguaios por 2 a 1. Esperamos que os nossos, comandados por Neymar não nos decepcionem e façam jus ao inédito ouro olímpico.   

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br

Vila Velha (ES)

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TEMPLO PARA OS OUTROS

Não sei quem apelidou o Maracanã como "templo do futebol", pois nele o Brasil  já perdeu a Copa do Mundo de 1950 e, agora, a seleção feminina perdeu a chance de ser campeã olímpica. Por enquanto, é templo de diversão apenas para estrangeiros. Em todo caso, quem sabe a seleção masculina olímpica  não quebra essa escrita aziaga?

 

Laércio Zanini spettro@uol.com.br

Garça

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SEM PARANOIA

O adversário não interessa. Que seja a Alemanha. Nada  de paranoia, lembranças ruins ou sentimento de vingança. A seleção evoluiu. Júnior frisou com razão. Passou a jogar com objetividade e coletivamente. Melhorou a qualidade do passe. Nada de correria e precipitação. Renato Augusto e Wallace acertaram o meio campo - o primeiro merecendo louvores. Administrando o jogo com paciência e eficiência, alertando os mais jovens, perfeito. Futebol é falado. Não é esporte de mudos. 

Vicente Limongi Netto limonginetto@hotmail.com

Brasília

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AS VAIAS DA TORCIDA

Como brasileiro vivendo na Europa, eu sinto muito a vergonhosa atitude da torcida brasileira nos Jogos Olímpicos, em que times e esportistas estrangeiros são extremamente vaiados quando competindo com times ou esportistas brasileiros. Há uma grande discussão na Europa sobre este comportamento nada olímpico, o desrespeito pelo competidor estrangeiro, que vai até o fato de lesar e machucar extremamente, mesmo durante as festividades da condecoração com medalhas. Existem vozes aqui, na Europa, que condenam fortemente esse comportamento, dizendo que com uma atitude dessas a imagem do Brasil tem sofrido bastante e que os frutos destes Jogos ainda hão de ser colhidos. O Brasil, que já sofre bastante com a corrupção, com a criminalidade, etc., deixou de mostrar a sua cara feliz, de alegria e de braços abertos aos estrangeiros, o respeito ao outro. Essa imagem será a que muitos irão ter depois do Rio 2016. E muitos irão dar uma grande volta ao redor do Brasil, visitando países que os recebem com mais respeito. É muito lamentável achar justificativas para tal comportamento de meus conterrâneos. Eu me sinto muito mal com essa situação e lamento muito que nem sequer haja alguma discussão na mídia brasileira sobre isso. Não existem mais valores, ética, respeito, sinais de boas-vindas. Existe só um egoísmo extremo, uma autoestima só pelo que é brasileiro, esquecendo totalmente o que há ao redor. É uma espécie de patriotismo nacionalista, um patriotismo doente, que em outras partes do mundo trouxe grande tribulação. Não há mais aquele patriotismo que outrora tivemos. É tudo extremo, sem-vergonha, quase uma obsessão.

Samuel Krüger samuel.krueger@outlook.com

Finlândia

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PUNIÇÃO AOS NADADORES DOS EUA

Dois nadadores norte-americanos foram retirados do avião que os levaria para o seu país, por causa de possível mentira sobre uma denúncia de assalto que fizeram à polícia do Rio de Janeiro. Marisa Letícia, mulher do ex-presidente Lula, pede ajuda a José Carlos Bumlai para reformar um sítio que seu marido diz que não é dele, e a polícia nem "tchum". A conclusão é de que a polícia é muito mais eficiente para os estrangeiros. E depois dizem que não somos patriotas.

Carmela Tassi Chaves tassichaves@yahoo.com.br

São Paulo

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O ASSALTO QUE NÃO FOI ASSALTO

(Risos) Arrotam Primeiro Mundo, mas são terceiro-mundistas. E tem tonto aqui que fica todo vermelho defendendo o politicamente correto. Fosse lá, nos EUA, um brasileiro que mentisse teria levado borrachada e seria algemado.

Nelson Pereira Bizerra nepebizerra@hotmail.com

São Paulo 

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'SE BEBER, NÃO CASE'

Posso estar enganado, mas tenho a impressão de que aconteceu com os atletas americanos supostamente assaltados no Rio algo semelhante ao retratado no filme com título em português de "Se Beber, Não Case", no qual três rapazes levam outro prestes a se casar a Las Vegas para uma despedida de solteiro. Lá, ficam completamente bêbados durante a noite, metendo-se em várias confusões e despertam sem se lembrar do que aconteceu, o que dá margem a outros casos bizarros durante o dia, envolvendo inclusive a polícia local. Ao receberem telefonemas das namoradas e da noiva, armam tremendas mentiras para encobrir as aventuras. A analogia, é claro, não é totalmente fiel. No caso presente, uma das jovens comprometidas que aguardava o regresso, provavelmente desejando checar o amado, colocou nas redes sociais a história do assalto com versão dele, que vazou para a imprensa internacional. Caso seja provado, como indicam as evidências, que tudo não passou de uma farsa, ficarão o constrangimento criado para a polícia e o estrago provocado na imagem do Rio, prejuízos que devem ser de alguma forma recompensados jurídica e diplomaticamente.

Paulo Roberto Gotaç pgotac@gmail.com

Rio de Janeiro

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INDIFERENÇA

O suposto assalto a mão armada aos atletas americanos Ryan Lochte e James Feigen rendeu milhares de comentários em toda a imprensa brasileira. Já quanto ao assalto a uma transportadora de valores em Santo André (SP), poucos ou nenhum comentário. Por que será?

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

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O BROCHE PERDIDO

Encontraram o broche cravejado de brilhantes e pedras preciosas que compõe a faixa presidencial jogado embaixo de um móvel? Ou a República brasileira é uma verdadeira bagunça, sem funcionários responsáveis pelo património público, ou aquela pocilga está cheia de cleptomaníacos. Se não tivessem notado a falta do tal broche, com certeza essa peça, digna de uma obra de arte, já teria sido fundida em algum quintal de Brasília. Uma negligência que precisa ser investigada e os culpados, punidos. Precisamos urgentemente resgatar nossa história e nossa dignidade.

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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NEGLIGÊNCIA

E o sumido broche de ouro, cravejado com 21 reluzentes brilhantes, da faixa presidencial - conjunto-símbolo maior da República - foi finalmente encontrado por um faxineiro do Palácio do Planalto, largado debaixo de um armário. Que país é este?

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

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DESVIOS

Só depois de divulgado o sumiço no Palácio do Planalto da faixa presidencial e do broche que a adorna Dilma Rousseff vem com a desculpa de que o broche, que nos pertence, foi encontrado debaixo de um armário! Você acredita? É outra desculpa esfarrapada deste desgoverno petista. Eles desviam tudo. Tem muita coisa de que têm de prestar contas ao povo brasileiro. O valor dos objetos surrupiados por essa corja é imensurável. Eles inventam formas inimagináveis de desvios. Governar, que seria sua obrigação, nada!

Laert Pinto Barbosa  laert_barbosa@globo.com

São Paulo

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AUDITORIA DO TCU

Lula, que atitude feia foi a sua de levar mais de 4.500 itens valorosos pertencentes ao patrimônio público do Palácio da Alvorada! Ao sair da Presidência, em 2010, 11 contêineres lotados de objetos valiosos foram retirados do Palácio do Planalto, do Palácio da Alvorada e até da Granja do Torto. Para "justificar", Lula teria dito que foi o presidente mais presenteado do País, como se isso o isentasse de qualquer responsabilidade criminal. Não o isenta. Foi o que mostrou auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU). Entre os itens citados, por incrível que pareça, estava um faqueiro de ouro doado pela rainha Elizabeth ao ex-presidente Costa e Silva e até uma cruz com Cristo ganha pelo ex-presidente Itamar Franco. Surpreendido pela Justiça, todos esses objetos que lotaram 11 contêineres estão retidos com segurança num depósito do Banco do Brasil. E agora, Lula, explique a sua versão ao povo brasileiro.

Benone Augusto de Paiva benonepaiva@gmail.com

São Paulo

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RAPINAGEM

Santo Deus! Raparam tudo dos palácios em Brasília. Quase não restou nem a faixa presidencial. Seguindo a máxima do Rei Sol, que dizia: "L'état, c'est moi". Mas isso, em pleno século 21? Que moral rasteira, quanta pequenez! Chega a dar engulhos...

Eliana França Leme efleme@gmail.com

São Paulo

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DUAS MEDIDAS?

Um homem foi preso em Araçatuba por furtar duas garrafas de uísque, quase nada perto da quantidade de objetos que o ex-presidente levou do Palácio do Planalto...

Ricardo C. T. Martins rctmartins@gmail.com

São Paulo 

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A CARTILHA DE LULA

Cartilha do PT em defesa de Lula: 5 mil exemplares editados em quatro idiomas, para serem enviados a veículos de imprensa, principalmente internacionais, e a parlamentares. Esta é a última ofensa que Lula faz a nós, brasileiros, que fomos aos milhões às ruas, e seguidamente, para denunciar os governos corruptos do PT. Essa cartilha é a pior ofensa que Lula pode cometer às instituições brasileiras, que funcionaram dentro dos parâmetros democráticos e constitucionais na investigação do maior projeto criminoso de poder que, com suprema ousadia e conivência dos empresários, cometeu o maior assalto ao patrimônio público nacional de toda a nossa história. Lula tenta, com essa atitude nada ética, salvar o que sobrou (sobrou?) de sua biografia lá fora, nem que para isso tenha de nos mostrar, mais uma vez, sua pior imagem. Para mim, a cartilha de Lula é o adeus final, um estrebuchar de moribundo político. Adeus, querido.

Mara Montezuma Assaf montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo

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DEFINIÇÃO

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que era o homem mais honesto do Brasil. Após a sua condução coercitiva, disse que era uma jararaca. Recentemente, Lula se denominou Pokémon. O ex-torneiro mecânico precisa se definir. Uma coisa é certa: os brasileiros não querem mais um mentiroso como ele na Presidência da República. Esse povo já viu do que o Partido dos Trabalhadores é capaz. O País está lutando para sair da lama, em razão das irresponsabilidades de Lula e de Dilma. 

José Carlos Saraiva da Costa jcsdc@uol.com.br

Belo Horizonte 

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NOVO PARTIDO

Os petistas que sobrarem do PT vão formar um novo partido: o Partido do Pokémon! 

Eugênio José Alati eugeniojalati@gmail.com

Campinas

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ARAPUCA

Não levando em conta a mentirada para eleger Dilma Rousseff, o Partido dos Trabalhadores (PT) tem frases lapidares, tais como "nunca antes na história deste país (...)!" e "não existe alma mais honesta do que eu neste país!". Somando a tudo isso, temos agora a frase do prefeito de São Paulo, Fernando Haddad: "Estou humanizando o trânsito de São Paulo". Estabelecendo velocidade máxima de 50 km/h, com verdadeiras pegadinhas mal sinalizadas de 40 km/h e até de 30 km/h, o que o prefeito fez foi transformar o trânsito de São Paulo numa verdadeira arapuca arrecadadora. Os motoristas aqui são obrigados a "buscar água no cesto". Será que todo mundo é idiota?

Sérgio Cunha scunha1001@yahoo.com.br

São Paulo

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INCOMPETÊNCIA ASSOMBROSA

Muito oportuna a reportagem ("MP apura violação do túmulo de Monteiro Lobato", 18/8, A14) sobre o Cemitério da Consolação e outros da cidade de São Paulo. Uma simples e rápida visita ao Cemitério da Consolação permite a qualquer um constatar que as denúncias feitas, não apenas referentes ao jazigo de Monteiro Lobato, mas a centenas de outros jazigos, são corretas, e não "equivocadas", como diz a Prefeitura de São Paulo. As declarações de Lúcia Salles, superintendente do Serviço Funerário, são de grande malícia e denotam uma incompetência notável na gestão da coisa pública. Dizer que a "Guarda Civil Metropolitana faz patrulha 24 horas por dia no Consolação para evitar furtos" é de uma total alienação da realidade. Qualquer um pode constatar, em face dos estragos feitos, que os furtos ocorrem 24 horas por dia. Negar que o horror de sua gestão não tenha causado impacto na limpeza dos cemitérios mostra bem sua total alienação e incompetência. O grande ponto "positivo" dessa grande gestora e da Secretaria de Cultura é a realização, às sextas-feiras, dos espetáculos chamados de Cinetério, em que o local sagrado é invadido por multidões que emporcalham os jazigos e violam local de respeito e meditação para ver filmes "assombrosos". Finalmente, ao dizer que os cemitérios são "parques belíssimos", essa senhora demonstra seu total desconhecimento do significado das necrópoles e do respeito que por elas devemos ter. 

Nelson Penteado de Castro pentecas@uol.com.br

São Paulo

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CONTRA FATOS NÃO HÁ ARGUMENTOS

Realmente lamentável o estado em que se encontra o Cemitério da Consolação. Não é chocante o que fala a superintendente do Serviço Funerário, Lúcia Salles, de que o cemitério seria um "parque belíssimo"? Basta uma simples visita para constatar a situação deplorável dele, com centenas (!) de túmulos roubados e profanados. Contra fatos não há argumentos. Um cemitério é um campo santo, local de respeito, oração, memória, e não um "parque". Estou chocada e perplexa com o que falou a responsável pela segurança e zeladoria do Cemitério da Consolação.

Maria H. Penteado de C. Mello consegscsp@gmail.com

São Paulo

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CEMITÉRIO DILAPIDADO

Em anos anteriores, roubaram a guirlanda e o portão de bronze do túmulo. Agora, profanaram o túmulo, remexeram na gaveta e levaram a caixa com as cinzas de Monteiro Lobato. Que mais falta acontecer? O Ministério Público agora começa a descobrir os horrores que vêm acontecendo no Cemitério da Consolação em razão do descaso da Prefeitura com o local. As denúncias do Movimento em Defesa do Cemitério da Consolação (MDCC), do Conselho Comunitário de Segurança (Conseg) Consolação, da Associação dos Moradores e Amigos do Bairro da Consolação e Adjacências (Amacon) e do vereador Nelo Rodolfo surtiram efeito. Em todas as ocasiões em que a diretoria do MDCC ou a Amacon visitaram o Cemitério da Consolação, encontraram concessionários desesperados com violações e furtos. Estão furtando até estátuas pesadíssimas! À superintendente do Serviço Funerário, um recado: não é que fechemos "a câmara naquele ponto da sala que não está bom" - não há nada de bom! Conservação zero. Segurança zero. Limpeza zero. Duas câmaras? Para um local de tais dimensões? E na Rua Mato Grosso, grades baixas e sem arame? Sem guaritas com guarda-volumes nas entradas? Eventos pseudoculturais à noite, sem vigilância? A senhora superintendente diz que cabe à Polícia Civil agir contra a recepção de bronze. Não seria mais inteligente uma ação do Serviço Funerário do Município de São Paulo, conjunta com a Guarda Civil Metropolitana (GCM) e demais órgãos da Prefeitura, para coibir os furtos e os vandalismos? Entenda, senhora superintendente: cemitério não é parque, nem área verde, nem local para eventos. Cemitério é um lugar de visitação, meditação, contemplação. O Cemitério da Consolação é um museu histórico e artístico, que está sendo dilapidado com a conivência e o pouco caso desta administração. 

Lia Zalszupin, vice-presidente da Amacon lia.z29@gmail.com

São Paulo

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O IMPEACHMENT DE DILMA

Discordo quase integralmente do artigo de Eugênio Bucci "Como meias-verdades geram supermentiras", publicado na página A2 do "Estadão" de ontem (18/8), sobretudo por dar uma no cravo e outra na ferradura, tentando, desta forma, temperar a crítica que faz ao impeachment por estar baseado em "meias-verdades" e ao qualificar a sua conceituação como golpe como outra "meia-verdade". Vou, porém, focar apenas a questão das pedaladas e responder à pergunta feita ao final do texto e salientada em negrito no corpo dele. Não é verdade que as "pedaladas fiscais" constituam um "ente inapreensível" e que "o eleitor médio boia" quanto ao em que elas consistem. Não boia porque não passam do uso pelo Tesouro Nacional do cheque especial concedido a ele (na verdade imposto) pelo Banco do Brasil, pela Caixa Econômica Federal e pelo Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social. Como a maior parte ou pelo menos grande parte da população está pendurada no cheque especial, entende de pronto o que são as tais pedaladas. Simples como isso. Quanto à pergunta de qual será "o saldo político" do impeachment em curso (chamado por ele de "curva perigosa da História do Brasil"), a resposta também é fácil: nossos governantes passarão a levar mais a sério a importância do equilíbrio das contas públicas, do respeito às prescrições orçamentárias e à Lei de Responsabilidade Fiscal. É sabido que vigora entre nós uma permissividade no trato das finanças públicas, que se traduz por déficits crônicos e pressões inflacionárias, e vem a propósito observar aqui que muito contribuem para este comportamento certas colocações ideológicas de uma esquerda ignorante, que considera equilíbrio fiscal e rigor no uso do dinheiro público como "preocupações burguesas". O senador Lindbergh Farias chegou a dizer que para a esquerda o orçamento público era "instrumento de justiça social". Pois bem, respondendo à pergunta: com a aprovação final do impeachment da presidente Dilma com base nas pedaladas e nos decretos de suplementação orçamentária, os ocupantes de cargos executivos, a começar pelo presidente da República, passando pelos governadores de Estado até os prefeitos do menor município do Brasil, aprenderão que zelar pelo bom estado das contas públicas é norma imperativa de obediência obrigatória pelos governantes, sob pena de seu afastamento. Simples também.

Paulo A. de Sampaio Amaral drpaulo@uol.com.br

São Paulo

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IDA AO SENADO

Dilma Rousseff vai ao Senado dia 29/8 para se defender do impeachment. Deve ter ouvido, primeiro, nosso medalhista de ouro Robson Conceição para saber melhor sobre "golpes".

Luíz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

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'A AGONIA DE DILMA'

O tempo passa. Sem parar. Logo chegará dia 29 de agosto. Dia Nacional de Combate ao Fumo (Lei Federal n.º 7.488/86), dia em que o Brasil vai assistir ao fim da agonia de Dilma, quando ela discursará no Senado Federal, as razões de sua inocência e da ocorrência de um golpe. Lembrei-me do cigarro porque muitos fumantes tentam defender a baixa nocividade do cigarro. Ao ouvirem a exposição de oncologistas e pneumologistas, dizem que é exagero. Que nada vai lhes acontecer. Até morrerem, sem que antes vivam a agonia da doença. Assim se deu com a presidente afastada. Recebeu avisos de seus ministros, de seu "criador", de seus correligionários, depois se intensificou o tumor com a voz das ruas. Movimentos sociais, milhares de pessoas, em todo o Brasil, entoando "fora, Dilma!". Nada. Ela se manteve em seu bunker com a arrogância comum aos petistas com qualquer cota de poder. Leu sua carta. Inócua. Agora, no próximo dia 29, fará sua defesa oral no Senado Federal. Último ato de sua agonia, feito já não para persuadir ninguém de sua inocência, mas "in memoriam" de si mesma. Tenta fechar este momento histórico com alguma dignidade.

Andrea Metne Arnaut  andreaarnaut@uol.com.br

São Paulo

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REPUBLIQUETA

A definição de quem vai ocupar o cargo de presidente da República do Brasil mostra uma situação que exige muitos debates e explicações. E que começa por uma situação inusitada, ou seja, quem vai tomar a decisão mais importante é um conjunto de senadores que não podem ser considerados como a classe ideal nos dias atuais. Por sinal, alguns deles estão sendo acusados de irregularidades cometidas antes e durante o atual mandato. As acusações não têm fundamentos  suficientes e se caracteriza nitidamente como uma ação política, sem argumentos factíveis. E a presidente sofre as consequências de não ter tido uma forma prática de relacionamento no seu partido e muito menos com o Congresso Nacional. Afinal, até quando o Brasil vai agir como uma republiqueta da pior categoria no campo político? Que o eleitorado pense no assunto e assuma sua responsabilidade  também.

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

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'LÓGICA DO ILÓGICO'

O impedimento da presidente Dilma é uma consequência perfeita da "lógica do ilógico": o inquisidor apenas segue certas regras e leis de maneira mecânica, como um robô, desprovido de piedade ou de liberdade para agir de outra forma. Nessa trágica confusão, a recusa expressa de uma fração dos trabalhadores militares e policiais republicanos de se contraporem às práticas políticas importadas pelos partidários do grande pato amarelo neoliberal é a dialética. Ou seja, a dialética não pode nascer no vazio, e sim formar-se, principalmente, pela elaboração clara de uma teoria e de uma prática que correspondam à nossa realidade. Grande Uruguai: não se calou diante da prepotência neoliberal do governo Temer.

Salvador De Abreu salvadordeabreu@yahoo.com.br

São Paulo

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O DISCURSO DE GOLPE

O maior golpe de Estado, aliás, contra o Estado brasileiro, foi dado pelo PT, por Lula e Dilma. Em qualquer país onde a impunidade não reina, todos já estariam presos há muito tempo e sem direito a redução da pena e outras benesses como prisão domiciliar.

José Roberto Niero jrniero@yahoo.com.br

São Caetano do Sul 

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SEGURO-DESEMPREGO

Será que o dr. José Eduardo Cardozo, defensor de Dilma Rousseff no processo de impeachment, vai pleitear a ela o seguro-desemprego? Se tentar, perderá mais uma, pois demissão por justa causa não dá direito ao benefício.

Hélio de Lima Carvalho hlc.consult@uol.com.br

São Paulo

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A AMEAÇA DOS CASTRO

Atenção, senhor Michel Temer, presidente em exercício, não vamos "murchar" nem "tremer". Atenção, senhor Raul Jungmann, ministro da Defesa, não vamos "jogar" com a sorte. Atenção, Forças Armadas, a podridão dos palácios de Brasília corre frouxa, mas... sabemos da existência de uma obediência constitucional a ser cumprida. Porém, nossa soberania e as nossas fronteiras são responsabilidades exclusivas de todos vocês, que compõem os altos postos na hierarquia das Forças Armadas. Raul Castro, que atualmente comanda a  ditadura cubana, exportando movimentos ideológicos ultrapassados, empobrecendo e maltratando seu povo há 50 anos, acaba de nos ameaçar caso Dilma Rousseff, que está praticamente deposta por meios constitucionais e democráticos, não retorne ao poder. Disse ele em vídeo que circula na internet: "É necessário defender Dilma de um 'golpe parlamentar'". E convoca "forças bolivarianas" para ocupar o Brasil. O suposto vídeo inclui até o pronunciamento de um coronel que se intitula comandante das forças bolivarianas. Acredito que o nosso serviço de informação tenha conhecimento de tal fato, caso contrário, ainda está em tempo. Não acredito na concretização da ameaça e guardo restrições à veracidade do vídeo, mas o presidente em exercício, o ministro da Defesa e os comandantes das três armas devem uma satisfação à sociedade. Falso ou não, o vídeo está sendo visto em todo o mundo. Ou viramos o fundo de quintal dos Castro?

Humberto de Luna Freire Filho hlffilho@gmail.com

São Paulo

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O MERCOSUL E O URUGUAI

Quero ver a coragem do Uruguai em se abraçar comercialmente com a Venezuela e dar uma "banana" para o Brasil. O PIB dos dois países juntos, se somados, não chegam nem próximo ao PIB paulista. Vamos ver quanto tempo o Uruguai sobreviverá comercialmente com parceiros comerciais bolivarianos.

Frederico d'Avila fredericobdavila@hotmail.com

São Paulo

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PRESOS COMUNS X PRESOS POLÍTICOS

A Justiça brasileira deveria seguir a decisão do governo turco, que soltou 38 mil presos que não tinham vínculo com o golpe naquele país, para liberar vagas para presos políticos. Penso que seria uma ótima prática adotarmos a ideia, já que nossas prisões, além de superlotadas e com nenhuma infraestrutura carcerária, poderiam servir para a troca de delitos menores por malfeitos maiores. Mas e a infraestrutura? Ora, a infraestrutura...

Roberto Bertoni Abrahao bob.bertoni@gmail.com

São Paulo

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POLÍTICOS E CRIMINOSOS

A fonte de renda do Partido dos Trabalhadores (PT) diminuiu bastante em decorrência da Operação Lava Jato, mas há necessidade de manutenção dos recursos financeiros, para se manter no poder. Recentemente, foi descoberta uma ligação entre o Movimento dos Sem Teto (MST) com o Primeiro Comando da Capital (PCC), durante a reintegração de posse de um prédio no centro de São Paulo. Este mega-assalto ocorrido na sede da Protege, em Santo André, na terça-feira, com a participação de pelo menos 30 bandidos fortemente armados, induz à admissibilidade, pelo Estado, da ação do PCC. Há suspeitas da ilação perigosa da facção criminosa com o PT, tendo em vista a assertiva do partido de que os fins justificam os meios. Novamente, a história parece se repetir, lembrando que na década de 80, na cidade do Rio de Janeiro, alguns políticos também se aliaram ao Comando Vermelho.

Luiz Felipe Schittini fschittini@gmail.com

Rio de Janeiro 

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A GUARDA E O TRANSPORTE DE VALORES

 

Primeiro, os bandidos só atacavam carros-fortes no trajeto, principalmente na estrada. Depois, passaram a cavar túneis para chegar discretamente ao depósito de dinheiro. Agora, eles metralham e explodem as sedes das transportadoras de valores, levando pânico à comunidade do entorno. É uma situação que se agrava permanentemente, exigindo urgentes providências. Afora as reformas política, eleitoral, social, econômica e outras pelas quais a sociedade clama, precisamos de ampla mudança nos conceitos de segurança pública. Não basta o melhor aparelhamento das polícias, pois isso é apenas a ponta de uma espiral. Há que estabelecer o efetivo controle de fronteiras, o combate ao tráfico de armas, o efetivo cumprimento das penas de forma que o detento saia ressocializado da prisão e não volte ao crime e a solução de problemas sociais que levam o indivíduo à delinquência e ensejam a ação do crime organizado. Não podemos nos esquecer do dito popular de que é a ocasião que faz o ladrão. Acabar com esse regime de oportunidade é uma grande e urgente tarefa.

 

Dirceu Cardoso Gonçalves aspomilpm@terra.com.br

São Paulo

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ASSUSTADOR

De acordo com o noticiário, o ataque à empresa transportadora de dinheiro em Santo André (SP) em 16/8 foi o quarto num período de cinco meses. A polícia prende alguns dos assaltantes, mas existem muitos mais, parecem se multiplicar. As ações são assustadoramente cinematográficas, deixando a população cada vez mais insegura. Quem está por trás dessas ações e qual o objetivo?

Aparecida Dileide Gaziolla aparecidagaziolla@gmail.com

São Caetano do Sul

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O ADEUS A ELKE MARAVILHA

Adeus, Elke Maravilha, a falta de seu enorme e bonito sorriso nos deixará um pouco mais carentes e tristes. Principalmente pelo mau-caratismo e pelas falsidades que invadiram a mídia pela televisão brasileira. Hoje, temos de engolir cantores de um sucesso só e comediantes falastrões que só fazem apelar para palavrões em qualquer horário. Saudades do tempo em que você brilhava. Suas roupas extravagantes e coloridas e seus comentários sempre pertinentes e inteligentes também nos farão muita falta.

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@uol.com.br

São Paulo

 

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