Fórum dos leitores

O STF E A LAVA JATO

O Estado de S.Paulo

25 Setembro 2015 | 02h55

Pizza fatiada

O Estado de ontem nos brindou com manchete deveras preocupante: Supremo decide fatiar inquérito e reduz poder de Moro na Lava Jato. Entendo que a notícia diz aos leitores o seguinte: o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu fatiar a pizza e o primeiro pedaço vai para a senadora Gleisi Hoffmann. A decisão abre brecha para outros desmembramentos. O povo? Ora, o povo... Que beleza! Eles acatam o que manda o todo-poderoso chefão. Enquanto isso, o dólar dispara, os preços nos mercados sobem, os salários perdem para a inflação, o desemprego aumenta, etc. Até quando? Só Deus sabe...

TANAY JIM BACELLAR

tanay.jim@gmail.com

São Caetano do Sul

Na manchete do Estadão, onde se lê Supremo decide fatiar inquérito e reduz poder de Moro na Lava Jato, leia-se: o STF demorou, mas conseguiu enfraquecer o trabalho do juiz Sergio Moro e de sua equipe e transformar o inquérito numa invejável pizza.

JOSÉ MILLEI

millei.jose@gmail.com

São Paulo

Teoria do salame

Não, desta vez não é pizza. O STF aplica é a teoria do salame, aquele que fatiado dá pra comer inteiro e acaba.

MARIO COBUCCI JUNIOR

maritocobucci@uol.com.br

São Paulo

No tapetão

Em time que está ganhando não se mexe? No Brasil se mexe, sim.

SERGIO S. DE OLIVEIRA

ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

Ação entre amigos

Bastou cogitar-se de o caso envolvendo a senadora Gleisi Hoffmann ser investigado pelo juiz Moro para o STF fatiar o inquérito e tirar de suas mãos a investigação e o julgamento. Diante da decisão do STF, as apurações sobre a petista ficarão com o ministro Dias Toffoli, aquele amigo de Lula e Dilma que foi reprovado em exame para juiz estadual e acabou, graças a seus padrinhos, virando ministro do STF.

ARNALDO DE ALMEIDA DOTOLI

arnaldodotoli@hotmail.com

São Paulo

Sonho realizado

A retirada do inquérito contra a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) da Justiça Federal do Paraná, em especial das mãos do enérgico e atento juiz Sergio Moro, é o que todo envolvido na Operação Lava Jato sonha. O caso da senadora, além de abrir a possibilidade de uma avalanche de ações semelhantes, é emblemático, pois cairá nas mão do novo relator, o ministro Dias Toffoli, que já foi advogado do PT. Muito em breve, podem anotar, o caso será arquivado.

ABEL PIRES RODRIGUES

abel@knn.com.br

Rio de Janeiro

Nada de novo no front

Fora Marco Aurélio Mello, o voto dos demais ministros já estava dentro do previsto. Como se diz aqui, no interior, onde tem caipora (ente fantástico com os pés virados pra trás), o capeta nem aparece.

FREDERICO D’AVILA

fredericobdavila@hotmail.com

Buri

Poder castrado

Estava demorando, mas enfim o STF, composto de petistas, achou uma via dita legal para aliviar a cambada de políticos ladrões que assaltaram não apenas a Petrobrás, mas o País em geral. Para isso castraram os poderes do juiz Sergio Moro. E agora, como fica? Liberdade geral para os politicanalhas!

LAÉRCIO ZANNINI

spettro@uol.com.br

São Paulo

Trocando em miúdos

As últimas decisões do STF: os bois tomarão conta do pasto, as raposas tomarão conta do galinheiro, os lobos tomarão conta das ovelhas e os políticos tomarão conta do povo brasileiro.

WALDIR CASSAPULA

waldir.cassapula@gmail.com

São Paulo

Piada grotesca

O STF reduz os poderes do juiz Sergio Moro na Operação Lava Jato e tanto o Palácio do Planalto como os advogados dos corruptos envolvidos na roubalheira comemoram. A presidente da República oferece ministérios de presente a partidos aliados que ameaçavam uma rebelião generalizada e estes, por sua vez, aceitam de bom grado os mimos e se movem para reduzir a pressão pelo impeachment na Câmara dos Deputados. Que um governo afundado em fraudes fiscais e esquemas de corrupção bilionários consiga emitir tais sinais de reação – e num momento em que a recessão se aprofunda e o real quebra recordes históricos de desvalorização – é realmente algo escandaloso. Se as manobras servirão para que Dilma Rousseff sustente o PT na Presidência até 2018, isso só o tempo dirá. De todo modo, fica mais uma vez demonstrado que o Brasil é uma piada grotesca.

HENRIQUE BRIGATTE

hbrigatte@yahoo.com.br

Pindamonhangaba

Fim da Lava Jato

É, conseguiram derrubar as investigações da Lava Jato. Parece que a reunião secreta de Dilma com José Eduardo Cardozo e Lewandowski, em Portugal, deu frutos. O que mais foi tratado naquela famosa e supersecreta reunião? Em breve saberemos!

RENZO ORLANDO

renzoorlando@uol.com.br

São Paulo

CONSTITUIÇÃO

Raiz da crise?

Causou estranheza o editorial do último domingo pregando a realização de nova Assembleia Constituinte para revogar a atual Constituição, que, segundo o texto, seria a “raiz” dos males do País. Primeiramente, a Constituição é o que dela se interpreta. E nos últimos anos o que se viu foi uma mutação constitucional sem alteração de texto, ou seja, uma alteração em seu teor sem reforma formal, mas principalmente por conta da interpretação de seu texto por parte do STF. Em segundo lugar, ante a crise de representatividade do Legislativo, confiar a elaboração de nova Constituição a esses representantes que estão aí (mesmo que em nova eleição) seria, no mínimo, temerário, já que dificilmente agiriam em nome do povo, seguindo seus próprios interesses. Pra completar, não é segredo que o PT tem um projeto de nova Constituição guardado e pronto para tentar impor ao País, o qual, até onde se sabe, é bastante heterodoxo. Portanto, melhor do que a mudança da atual Constituição, com seus elevados riscos e caráter golpista, seria tentar convencer o STF de que o orçamento público é limitado. Mas o Executivo deveria fazer sua parte também, o que facilitaria a tarefa.

ANDRÉ MARTINEZ ROSSI

andremrossi@hotmail.com

Caçador (SC)

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

 

O DESMONTE DA OPERAÇÃO LAVA JATO

 

A senadora Gleisi Hoffmann pode se considerar uma pessoa de sorte, pois as investigações sobre supostos casos de corrupção imputados a ela foram retiradas do foro de Curitiba, ou seja, das mãos do juiz Sergio Moro. A manobra não muito clara se deu no Supremo Tribunal Federal (STF), onde, sob a alegação de que o caso não tem nada que ver com a Petrobrás (enquanto o procurador Santos Lima defende que os casos da Petrobrás, os desvios no Ministério do Planejamento e na Eletronuclear são todos conexos), a relatoria saiu das mãos do ministro Teori Zavascki (ou ele mesmo pediu para sair). O novo juiz relator, escolhido por sorteio, pasmem – sorte de novo –, é o ministro Dias Toffoli, de notória ligação com o Partido dos Trabalhadores (PT). Senhores, a pizza está assando e, pelo andar da carruagem, logo poderemos ver as investigações da Operação Lava Jato totalmente esvaziadas, para mais uma vez acabar tudo na nossa total e completa decepção.

 

Henrique Schnaider hschnaider4@gmail.com

São Paulo

 

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ESVAZIANDO O PODER DO JUIZ MORO

 

Mesmo a despeito do parecer muito bem fundamentado do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, contrário à segmentação dos trabalhos desenvolvidos pelo juiz Moro, o STF, mais uma vez, se posiciona no sentido de dificultar a investigação e a condenação dos grandes beneficiários (literalmente os receptadores) da imundície apurada pela Lava Jato. João Vaccari Neto, ex-tesoureiro do PT, já foi julgado e condenado. Quem foi o grande beneficiário, ou melhor, o receptador do dinheiro desviado para as campanhas do partido? Qualquer cidadão com QI igual ou superior a 27 sabe que foram Dilma Rousseff e toda a gangue do PT. Só os magistrados de capa preta avermelhada que não. A dupla “imbatível” Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski, de forma descarada e sem nenhuma sustentação, conseguiu convencer os demais ditos ilustres magistrados a aceitarem mais esta manobra em defesa do PT e de seus grandes líderes. Este STF está indo longe demais.

 

Ricardo Pires Castanho Valente rpcvalente@uol.com.br

São Paulo

 

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A QUEM INTERESSA?

 

Quais terão sido as inconfessáveis motivações que levaram alguns juízes do STF – incluindo Dias Toffoli, o relator do desmonte da Lava Jato (o mesmo que trabalhou para o PT, mas não se sentiu impedido em participar do processo do mensalão, do qual seu ex-patrão José Dirceu era réu) – a fatiar um dos desdobramentos do processo? Justificou Toffoli, em sua decisão, que há juízes federais e Polícia Federal em outros Estados. É verdade, mas por que a mudança de alçada justo agora, tirando a prerrogativa das investigações da primeira instância em Curitiba, onde a força-tarefa comandada pelo juiz Sérgio Moro já demonstrou farta competência na condução do caso e seu rigor na aplicação das leis? Será que, na visão do relator, há outro juiz que conheça tão bem ou mais a Lava Jato do que Sérgio Moro? Qual a justificativa para levar o caso a outras instâncias, onde o processo será providencialmente esquecido? De que seu interesse original deve se limitar à roubalheira na Petrobrás? Como desvincular o que aconteceu na Petrobrás do que aconteceu em outras empresas e órgãos dos governos Lula e Dilma? Os personagens, em várias ocasiões, foram os mesmos e os crimes, de igual natureza, além de o produto auferido nos roubos ter servido ao mesmo propósito: o da manutenção do poder. A investigação do escândalo nos Correios resultou na descoberta do mensalão – quem diria? – e, no caso do petrolão, o objetivo inicial foi o de apurar lavagem de dinheiro entre empresas ligadas ao deputado José Janene. A apuração levou à descoberta de um posto de gasolina, em Brasília, que lavava dinheiro. Por causa dessa descoberta, a operação ganhou o nome de Lava Jato. E foi por meio dele que se chegou a Paulo Roberto Costa, então diretor da Petrobrás. O resto é história conhecida. A pergunta que fica é: a quem interessa a decisão do relator Dias Toffoli, que também foi advogado do PT? Essa decisão já é festejada pelos advogados de presos e ex-presos, que, a partir dessa senha, já podem respirar mais aliviados com o enfraquecimento de Sérgio Moro e as chances de se darem bem.

 

Peter Cazale pcazale@uol.com.br

São Paulo

 

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‘SPTF’

 

Nos julgamentos do STF em questões que envolvem personagens do PT ou de sua base, como o caso da senadora Gleisi Hoffmann, é muito fácil antever o placar (8 x 2), de tal modo que a mais alta corte do Judiciário poderia ter sua sigla alterada para “SPTF”.

 

João Manoel Jodas joao.jodas@terra.com.br

Santo André

 

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IMPUNIDADE

 

O atualmente “SPTF”, com o ministro “PToffoli” e time, já está pondo as mãos na Lava Jato... Todos nós sabemos o que virá: impunidade dirigida.

 

Nelson Carvalho nscarv@gmail.com

São paulo

 

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OS MINISTROS DO PARTIDO

 

Com Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski, que trabalham a favor do PT, não podíamos esperar outra coisa. Reduziram o controle do juiz Sérgio Moro sobre a Operação Lava Jato. Acho que a única pizza que nós vamos conseguir pagar já está no forno. Vamos pagar com o aumento dos impostos, que, segundo Joaquim Levy, é tão “pequeninho” que nem vamos sentir. Só se for para ele, que está com a vida ganha e estudou em Harvard.

 

Angela M. de Souza Bichi angela_bichi@hotmail.com

Santo André

 

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PIZZA FATIADA

 

A Operação Lava Jato foi atingida pelo STF, enfraquecendo o juiz Sérgio Moro. O STF fatiou a operação da Polícia Federal, beneficiando Dilma Rousseff e o Partido dos Trabalhadores. Podemos preparar o forno, pois vamos assar várias pizzas e os governantes brasileiros vão se safar mais uma vez. Enquanto existir foro privilegiado, a impunidade reinará neste país e o dinheiro continuará sendo sangrado dos cofres públicos do Planalto Central.

 

José Carlos Saraiva da Costa jcsdc@uol.com.br

Belo Horizonte

 

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GASTRONOMIA

 

Só master chefs “supremos”! Imaginem a pizza que vai sair! Talvez os netos dos netos dos meus filhos consigam ver um país decente. É muito triste.

 

João Luiz Piccioni piccionijl@me.com

São Paulo

 

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QUE PAÍS É ESTE?

 

A decisão do STF de subtrair do juiz Moro a competência para julgar as novas ações relacionadas à Lava Jato, praticadas fora da Petrobrás, enchem-me de triste suspeita. Os ministros conduzidos à Corte pelas manobras e interesses do PT, no caso liderados pelo façanhoso ministro Dias Toffoli, levaram a melhor. Agora, os processos envolvendo a máfia petista, seus operadores e parceiros vão cair no colo do ex-advogado do PT. E lá estarão os ministros Lewandowski, Barroso, Zavascki e Fachin para embalá-los. Executivo, Legislativo e Judiciário revelam-se, cada vez mais, “uomi d’honore”. Ou, shakespeareanamente, “homens honrados”. 

 

Alexandre de Macedo Marques ammarques@uol.com.br

São Paulo

 

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É O FIM DA LAVA JATO?

 

Já estava demorando. O Supremo de Teori Zavascki, Lewandowski e Dias Toffoli deu um jeitinho para tirar do verdadeiro juiz federal, Sérgio Moro, boa parte dos processos contra os corruptos da Operação Lava Jato. Os casos serão fatiados e distribuídos para outros julgadores, tanto os dos corruptos comuns como os dos corruptos políticos, estes certamente agradecidos duplamente ao Supremo e ao PT e aliados, todos muito felizes com o alívio alcançado. Ufa! A oposição, se existisse, protestaria, mas nada fez, apenas assiste a isso com cara de paisagem. O povo talvez saia em defesa de Moro, brevemente, quando perceber a farsa.

 

Ademir Valezi adevale@gmail.com

São Paulo

 

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VOLUME MORTO

 

Salvo ledo engano, haverá “racionamento” na Lava Jato...

 

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

 

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SEM ESPERANÇA

 

Um Poder Executivo cleptocrata e apedeuta, um Poder Judiciário que julga em função das necessidades do Planalto e um Poder Legislativo anódino. O que resta de esperança para o povo brasileiro?

 

Ronald Martins da Cunha ronaldcunha@hotmail.com

Monte Santo de Minas  (MG)

 

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LAVEM A SUJEIRA TODA

 

Não queiram esvaziar nosso maior trunfo, que é a Operação Lava Jato. Prossigam, por favor, dignos promotores. A Nação confia em vocês.

 

Ricardo Guilherme ricardoeeunice@ig.com.br

Monte Alegre do Sul

 

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FAVAS CONTADAS

 

A esperada aprovação, pelo STF, do fatiamento das investigações da Lava Jato não deixa de ser um soco no estômago do brasileiro. Lastimável que homens de notório saber prestem-se a objetivos tão rasos.

 

Ricardo C. Siqueira ricardocsiqueira@globo.com

Niterói (RJ)

 

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IMAGEM OFUSCADA

 

Decidindo pelo fatiamento da Lava Jato, invocando o rigor processual em contraponto à realidade dos fatos e da nova dinâmica jurisdicional que estamos vivenciando, graças ao juiz Sérgio Moro, sem dúvida, o STF ofuscou-se como casa máxima das leis. Pelo igual “modus operandi” dessa quadrilha, que se apossou – e ainda continua a fazê-lo – do poder público, é evidente a conexão dos fatos. Ademais, esse juiz tem mostrado competência além do rito processual, por dominar, com excelência, as artimanhas do mundo financeiro da corrupção. Aliás, oportuno lembrar que ele foi o orientador da ministra Rosa Weber quando do processo do mensalão. E esta votou a favor do fatiamento? É oportuna uma reflexão sobre o modelo judiciário brasileiro, porque ou mudamos a forma de pensar o Brasil ou seremos um povo em extinção, sob aplausos dos oportunistas e corruptos, estes, sim, sempre proativos onde há interesse pecuniário, inclusive utilizando-se do Poder Judiciário.

 

Honyldo Roberto Pereira Pinto honyldo@gmail.com

Ribeirão Preto

 

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NO FRIGIR DOS OVOS

 

Na minha humilde concepção, admito que a Operação Lava Jato, na fritada dos ovos, vai se tornar um novo mensalão. A mídia televisiva e escrita informa em seus jornais diários sobre “Fulano condenado a 20 anos de prisão”; “Beltrano condenado a 15 anos de prisão”; “Sicrano já condenado a 32 anos”. Mas todos cumprirão somente 3 anos, conforme acordo, em prisão domiciliar. Então, minha gente, a pizza está assando.

 

Arnaldo Luiz de Oliveira Filho arluolf@hotmail.com  

Itapeva

 

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APERTEM OS CINTOS

 

May day! May day! A Lava Jato foi fatiada dos investigados e suspeitos do Planejamento, do eletrolão e de todos os “lãos” que virão daqui para a frente, para aplausos e alegria de seus advogados de defesa e do Planalto. O PMDB ficou de bem com Dilma e com o PT e ganhou como prêmio alguns ministérios, porque, como disse o espertalhão Lula, “é melhor perder ministérios do que (a cereja do bolo) a Presidência” e garantir seu lugar em 2018.  Para completar este quadro: o Tribunal de Contas da União (TCU) aprovaria com aplausos as contas de Dilma, concluindo que as pedaladas fiscais foram tão somente um desvio de rota inconsequente; e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) confirmaria que as contas da campanha eleitoral da dupla Dilma/Temer são absolutamente legais e dentro de todos os conformes. O Congresso aprovaria a recriação da CPMF, rejeitaria os pedidos de impeachment e tudo voltaria a como dantes no quartel de Abrantes. Os brasileiros que apertem os cintos, estamos mesmo caindo.

 

Regina Ulhôa Cintra reginaulhoa13@outlook.com

São Paulo

 

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TUDO DOMINADO

 

Loteamento de cargos públicos, manobra no STF (dizem que foi sorteio) para o ministro Toffoli julgar a senadora Gleisi Hoffmann, tentativa de nova introdução da CPMF, deputados do PSDB votando contra o fator previdenciário, julgamento das pedaladas de dona Dilma jogado às calendas pelo TCU... Só nos resta repetir a histórica frase de Fernandinho Beira-Mar, logo após a rebelião do presídio Bangu 1: “Está tudo dominado”.

 

Luigi Petti pettirluigi@gmail.com

São Paulo

 

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CPMF, SÓ INCERTEZAS

 

O governo acaba de enviar ao Congresso Nacional pacote de medidas fiscais em que prevê a recriação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF). Sobre a nova exação, mais dúvidas que certezas: 1) a alíquota proposta é de 0,20%, mas governadores, de pires na mão, sonham em enfiar mais fundo a mão em nosso bolso, sugerindo aumentá-la para 0,38%, mordendo um “naco” de 0,18% para fechar suas contas; 2) a previsão é de que dure quatro anos (cobrança até 31/12/2019), mas, considerando a tendência de que coisas provisórias virem definitivas, que garantia haverá de que, uma vez em vigor, e dependendo da conjuntura fiscal, o “P” de provisória não vire “P” de permanente? 3) O governo pretende ver a CPMF vigendo ainda em 2015, mas estamos quase em outubro e propostas de emendas constitucionais (PECs) levam pelo menos 40 sessões para serem discutidas na Câmara; 4) o governo espera arrecadar, a partir de 2016, R$ 32 bilhões com a exumação do tributo, mas, mesmo que a contribuição seja aprovada no 1.º trimestre de 2016 – difícil por causa do recesso parlamentar –, haveria a necessidade de observar a “noventena” – um período de 90 dias entre a aprovação e a efetiva exigibilidade do tributo. 5) Por fim, a aprovação de uma PEC demanda 308 votos favoráveis de deputados em dois turnos. Dada a impopularidade do “monstrengo”, alguém aposta que ele passará? O futuro dirá.

 

Silvio Natal silvionatal49@gmail.com   

São Paulo

 

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CPMF ‘LIGHT’

 

Pagar 0,20% a mais de imposto durante quatro anos é pouco pelo privilégio de ter a companheira Dilma Rousseff como presidente.

 

Omar El Seoud ElSeoud.USP@gmail.com

São Paulo

 

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NOVA CPMF PARA QUANDO?

 

A luta do ministro Joaquim Levy e da presidente Dilma Rousseff para a aprovação da nova CPMF causa estranheza. Todas as análises cronológicas, feitas por analistas e políticos, para a aprovação da nova CPMF na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), Comissão Especial, Câmara e Senado, em dois turnos, indicam aprovação difícil e demorada, que entraria em vigor só a partir de 2017. Então como essa excrescência de nova CPMF é para resolver o ajuste fiscal de 2016? Ou é mais um desses atos improvisados e mais uma demonstração de incompetência desse desgoverno?

 

Walter Sant’Anna Zebinden Walter walter@sandraz.com.br

Campinas

 

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O AJUSTE FISCAL NO CONGRESSO

 

Depois de colocar o Brasil em regime pré-falimentar, Dilma apela ao Congresso para que aprove medidas a fim de sanear as finanças por ela mesma dilapidadas. É o mesmo que entregar dinheiro ao assaltante para comprar um novo revolver em substituição ao apreendido pela polícia, para que continue a praticar suas ações delituosas.

 

Roberto Twiaschor rtwiaschor@uol.com.br

São Paulo

 

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ASSALTO PAGO

 

O governo federal está comprando hoje dos deputados e senadores o direito de nos impingir mais um imposto que atingirá todas as movimentações financeiras de todos nós, mortais. Se eles não fizerem jus aos cargos que ocupam, vão se vender, recebendo cargos, ministérios e muito por isso. Isto é, estaremos pagamos ao ladrão para que ele nos roube. Mais uma vez. Quero dar apenas um conselho aos senhores financistas do poder: procurem uma família que vive com um só salário mínimo e que não deve nada a ninguém. Perguntem ao chefe da casa como isso é possível? Ele lhes dirá: se não tenho dinheiro, não gasto.

 

Wilson Matiotta loluvies@gmail.com

São Paulo

 

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CONTRA

 

Se o PT fosse oposição, hoje, e o governo apresentasse um pacote para tentar salvar o País da crise econômica que vivemos, além de votar contra, estaria nas ruas gritando contra o governo todos os dias, com sua militância. Estão provando um pouco do próprio veneno. O PT nunca apoiou nenhum governo, e quer que a oposição os apoie quando errou.

 

Francisco da Costa Oliveira fcoxav@gmail.com

São Paulo

 

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COQUETEL AMARGO

 

Eu e milhares de aposentados do INSS, bem como milhões de brasileiros que trabalham honestamente, já estamos tomando o remédio amargo há 13 anos. O novo coquetel, o veneno amargo que agora nos é oferecido, não deveria ser ofertado também aos que corromperam, que roubaram, que não souberam administrar decentemente, que mentiram, que falsificaram dossiês, que colocaram dinheiro na cueca, que esvaziaram os cofres públicos, que faliram o País? Então, não seria o caso de fazermos um brinde e deixarmos somente os que se beneficiaram com as ladroeiras, só eles, apreciarem o coquetel amargo? Por que nós? É justo? É honesto?

 

Décio Dalla Martha

São Paulo

 

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VERGO, SERÁ QUE QUEBRO?

 

Se alguém estiver esperando da parte do governo um substancial corte nas despesas para equilibrar o déficit, pode tirar seu cavalo da chuva, porque essa não é uma prática do PT. Desde que assumiram o governo, em 2003, até 2014, os petistas “incharam” o quadro de pessoal da União em mais de 285 mil servidores. Essa é uma estratégia que faz parte do plano de poder “ad aeternum”. Que ninguém se iluda com o corte de alguns ministérios quase invisíveis, com o corte de mais de 800 mil Bolsas Família, porque onde se instala a força da militância, onde se concentram as tropas SS do pentagrama vermelho, isso ninguém se iluda, o que for cortado logo adiante será compensado. É verdade que quem tem a chave do cofre pode mais, tem poder de persuasão superior. Essa é a poção mágica. Sobe a carga tributária, juros, inflação, taxa de desemprego, dólar em alta e a economia ladeira abaixo. Parece que a segunda profecia de Michel Temer vai se concretizar: “Dilma chegará ao final de seu segundo mandato”.

 

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

 

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O DÓLAR É UMA SÓ CONSEQUÊNCIA

 

O que está por trás desta altíssima cotação do dólar a R$ 4,145? A maior desde a criação do real. A situação da economia chinesa? O possível rebaixamento da nota do Brasil pela agência de classificação de risco Fitch? Uma possível renúncia de Dilma Rousseff? Não! Entramos neste buraco de difícil solução para reverter nossa recessão econômica porque temos um governo perdulário, soberbo, tal qual foi toda esta era petista. Já que em tempo algum houve a preocupação com o desenvolvimento sustentado do Brasil. Apenas demagogicamente, e em perfeita orgia, se sustentaram desta nação na tentativa de se perpetuar no poder. O dólar nas alturas é apenas uma das consequências nefastas de um governo irresponsável.

 

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

 

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COMPETÊNCIA

 

Se, com o dólar valendo R$ 1,00 em 1995, dona Dilma conseguiu falir a sua lojinha de R$ 1,99, prosaicamente denominada Pão e Circo, calcule agora com o dólar a R$ 4,15 (e subindo), se teremos Pão, quanto mais Circo? ComPeTente a cidadã!

 

Claudio Juchem cjuchem@gmail.com

São Paulo

 

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SÁBIAS PALAVRAS

 

Delfim Netto classifica Dilma Rousseff de “trapalhona”; o Orçamento com déficit, como maior “barbeiragem”; e o pacote fiscal, uma “fraude”. Ou seja, comprova exatamente o que sempre nós debatemos: ela é uma presidente paraquedista, atirada ao ar por Lula, caindo no Planalto, onde só vem mostrando e comprovando sua total incapacidade, ingerência indevida e ineficiência.

 

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

 

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QUEM SOMOS NÓS?

 

Se Dilma Rousseff é simplesmente uma trapalhona, como Didi Mocó e Dedé no poder, prezado senhor Delfim Netto, quem seríamos nós, o povo? Os bobos da corte, otários de plantão ou vítimas da maior quadrilha já existente e atuante, infiltrada em todas as esferas brasileiras do poder: federal, estaduais e municipais? Por gentileza, senhor Delfim, complete seu raciocínio.

 

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@hotmail.com

São Paulo

 

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DESCASO COM A SAÚDE

 

Dilma Rousseff está barganhando o Ministério da Saúde com o PMDB, em troca de apoio ao ajuste fiscal. O descaso da presidente com a saúde é tão evidente que só falta nomear um médico cubano como ministro.

 

José Paulo Cipullo j.cipullo@terra.com.br

São José do Rio Preto

 

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DISPENSADO PELA MÍDIA

 

Tal como Guido Mantega (ex-ministro da Fazenda), o mesmo aconteceu com o quase ex-ministro Arthur Chioro, da Saúde. Foram os últimos a saber!

 

José Piacsek Neto bubanetopiacsek@gmail.com

Avanhandava

 

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OS BRINQUEDOS DO PT

 

A irresponsabilidade do PT é tamanha que Dilma distribui ministérios da República como se fossem brinquedos.

 

Eugênio José Alati eugeniojalati@gmail.com

Campinas

 

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MOMENTO LAMENTÁVEL

 

Isto é uma vergonha! Dilma está oferecendo ao PMDB cinco dos mais importantes ministérios. Mostra que já perdeu os anéis e está a entregar os dedos e até a alma para não perder o poder. Lamentável momento estamos vivendo, assistindo ao desmilinguir-se de uma era perdida. Só por Deus mesmo!

 

Leila E. Leitão

São Paulo

 

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ACORDO

 

Eu já desconfiava ao notar, na reunião do Congresso Nacional de terça-feira, o desinteresse da tropa de choque do PT. Um acordo com o PMDB já havia sido feito, de antemão, para que a dona Dilma continue respirando, na UTI do Palácio do Planalto.

 

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

 

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AFRONTA

 

Se o PMDB se render à presidente Dilma, a troco de ministérios, para dar apoio a este desgoverno corrupto e evitar a abertura de um processo de impeachment na Câmara dos Deputados, está afrontando os seus eleitores que os elegeram para representar a vontade do povo, e não representar essa administração incapaz que destruiu o Brasil.

 

José Wilson de Lima Costa jwlcosta@bol.com.br

São Paulo

 

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PMDB

 

O PMDB negociou com o desgoverno petista o apoio nas votações aprovando os vetos presidenciais em troca de, por ora, três ministérios sem prejuízo pela inflação em subir o preço. O apego a cargos em troca de votos é algo inominável em quaisquer momentos, em especial no momento atual e diante do desastre econômico e moral imposto ao País pelo petismo “da ética” que “não rouba nem deixa roubar”. Mesmo assim, mais uma vez, o PMDB mostra que sua “grandeza” corresponde à sua insultante inconsequência.

 

Mario Cobucci Junior maritocobucci@uol.com.br

São Paulo

 

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DEMOCRACIA?

 

Destruíram o País. Para que Congresso e Judiciário?

 

Adilson Mencarini adilsonmencarini@uol.com.br

Guarulhos

 

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SONHO

 

O primeiro sonho é Dilma cair. Imediatamente, o Índice de Confiança Nacional reverte e começa a se elevar. O segundo é o novo governo reduzir o número de ministérios para 20, reduzir as mordomias de juízes, ministros, senadores e deputados, cortando sem dó a maioria dos funcionários federais sem concurso e desenvolvendo um plano de privatização das estatais, que só causam corrupção e prejuízo. O terceiro não é sonho, é a dura realidade: teremos de enfrentar impostos que vão equilibrar de novo as contas do País. Mas isso só se acontecerem os dois primeiros sonhos, porque dar dinheiro a esses incompetentes, nem sonhar.

 

Luiz Roberto Lima de Moraes luizroberto@thermoprat.com.br

Jundiaí

 

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PESSOAS SÉRIAS, GOVERNO SÉRIO

 

Após o escândalo da Volkswagen nos EUA, onde a empresa reconheceu que fraudou o software da emissão de gases dos motores a diesel, não restava outra alternativa ao presidente mundial da empresa a não ser renunciar, como o fez. Pessoa séria é assim. E governo sério, como o dos EUA, onde há fiscalização séria, descobre e denuncia a fraude. Igualzinho a no Brasil.

 

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

 

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RENÚNCIA

 

Presidente mundial da Volkswagen renuncia após escândalo. Enquanto isso, no Brasil, Dilma continua firme, segurando com unhas e dentes o cargo que não merece ocupar.

 

Ronaldo Gomes Ferraz ronferraz@globo.com

Rio de Janeiro 

 

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O CAMINHO

 

Martin Winterkorn, CEO da Volkswagen, assumiu responsabilidade por fraude em testes de emissão de poluentes de veículos da companhia e renunciou na quarta-feira (23/9) após o escândalo. Em junho, Joseph Blatter também anunciou sua renúncia após os escândalos de corrupção envolvendo a Fifa. Só Dilma não percebe que esse é o caminho que deve ser seguido?

 

Sérgio Kocinas sergio.koc@hotmail.com

São Paulo

 

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GOVERNOS AUTORITÁRIOS

 

O povo canta e dança liberdade e sonhos, não é sr. Roberto Dualibi (“Com os nervos à flor da pele”, 23/9, A2)? E o comunismo não faz o gênero, correto? As estruturas do País estão sendo destruídas por falta de patriotismo. Nosso povo vai cobrar caro dos traidores da Pátria.

 

Nelson Pereira Bizerra nepebizerra@hotmail.com

São Paulo

 

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FENÔMENO ISOLADO?!

 

“Você não vê isso acontecer na Avenida Paulista nem nas praias de Pernambuco ou Alagoas. Isto é falta de autoridade.” Frase atribuída, segundo reportagem do “Estadão” de ontem (23/9), ao prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, reagindo diante de mais uma onda de arrastões em praias da zona sul da outrora “Cidade Maravilhosa”, em recado dirigido ao secretário estadual de Segurança, José Mariano Beltrame, que enxerga nesse tipo de ação criminosa componentes socioeconômicos. Gostaria de colocar fé na afirmação do prefeito, mas a razão está do lado de Beltrame. Existe, em muitos lugares onde o abandono e a ausência de políticas públicas de inclusão são a realidade de seus moradores, um ambiente propício para que a serpente choque seu ovo, agora favorecido pelo calor que emana das labaredas produzidas por uma crise econômica inimaginável e que parece não nos mostrar até o presente momento onde fica o fundo do poço. O que o nobre prefeito carioca disse que não enxergar em outros lugares, infelizmente, pode ser só uma questão de tempo. Quem viver verá.

 

Fernando Cesar Gasparinini phernando.g@bol.com.br

Mogi Mirim

 

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JORNALISMO INVESTIGATIVO

 

Inicialmente nas redes sociais e, posteriormente, na grande mídia teve enorme repercussão um vídeo no qual um médico plantonista do Hospital de Base de Brasília se desespera ao declarar-se incapaz de atender um paciente que lhe era submetido após sofrer um acidente por estar sob absoluta tensão ao final de um plantão extenuante na qual lhe faltava tudo em matéria de recursos materiais e humanos. Procurou a mídia ouvir os atuais responsáveis no governo do Distrito Federal, mas parece-me que faltou ouvir o principal responsável pelo atual estado de coisas que a turma ali enfrenta: onde anda Agnelo Queiroz? Já foi investigado? Indiciado? Julgado? Ele deixou a administração falida e ninguém vai perguntar nada para o homem?

 

Marco Antonio Esteves Balbi mbalbi69@globo.com

Rio de Janeiro

 

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EDUCAÇÃO

 

A propósito da reportagem “Rede paulista será reorganizada para escola ter ciclo único” (23/9, A14), venho manifestar o meu apoio à iniciativa que pode resultar na melhoria da qualidade do ensino, na medida em que permite adaptações físicas e pedagógicas às escolas segundo o ciclo da sua especialidade. Além de ser positiva para os alunos, a iniciativa também atenderá à vocação e o perfil dos próprios educadores, agrupando-os segundo a faixa etária com a qual preferem trabalhar. Agora, o Estado precisa cumprir a promessa de adequar as instalações físicas das escolas a cada ciclo, permitindo o desenvolvimento de projetos que preparem o educando para a vida, como hortas comunitárias, jardins, salas de leitura, artes e vídeo, oficinas mecânicas, laboratórios de linguagem, química e física e teatros, tudo muito mais viável e a um custo muito menor do que o dos CEUs.

 

Airton Reis Júnior areisjr@uol.com.br

São Paulo

 

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EXTINTORES NOS VEÍCULOS

 

O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) deliberou que os extintores de incêndio para carros de passeio não são mais obrigatórios. É interessante a ingerência do Contran: no ano passado, divulgou que todos os carros seriam obrigados a trocar os extintores do tipo BC por ABC a partir de janeiro de 2015, mas, devido à falta do produto no mercado, novos prazos foram marcados. E há dias saiu a decisão oficial do órgão: o extintor foi extinto, o uso é opcional. Enfim, milhares de pessoas compraram o extintor ABC – e na ocasião teve até abuso de preços por causa da procura. E agora, como fica o prejuízo de quem comprou e pagou mais caro? Reflexão: a população está abrasada e este “governinho” brinca com o fogo.

 

Alex Tanner alextanner.sss@hotmail.com

Sumaré

 

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ANTES TARDE

 

Dou meus parabéns ao Conselho Nacional de Trânsito (Contran) por extinguir a obrigatoriedade do extintor de incêndio para veículos de passeio. Melhor corrigir um erro tardiamente do que sustentá-lo permanentemente. Com fogo não se brinca e os extintores eram brinquedos em mãos não treinadas que poderiam causar mais danos que benefícios.

 

Sérgio Barbosa sergiobarbosa@megasinal.com.br

Batatais

 

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O HOLOCAUSTO SE REPETE

 

Um único menino de 3 anos tristemente afogado na praia conseguiu o que não conseguiram 1,5 milhão de crianças judias assassinadas no Holocausto: a solidariedade que faltou nos anos 40 para elas e suas famílias. Foram 6 milhões de criaturas ignoradas. Sejam falsas ou verdadeiras, imagens de crianças, refugiados e “refugiados” de hoje cativam as redes sociais, enquanto crueldades praticadas pelo Isis, Irã, Síria e similares ficam por isso mesmo. Com diferentes vítimas e novos algozes, o Holocausto se repete em outro continente.

 

Israel Blajberg iblaj@hotmail.com

São Paulo

 

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UM PAPA MARXISTA?

 

O pensamento e as ações do papa Francisco não se coadunam, como pretendem alguns, com a Teologia da Libertação. Sua opção cristã pelos humildes não admite trocar a cruz pela foice e o martelo, como ficou explícito em sua visita à Bolívia. Se dependesse dos teólogos marxistas, Cuba jamais de reaproximaria dos Estados Unidos e o Muro de Berlim estaria firme e forte. Além disso, não é correto atribuir a poluição ambiental exclusivamente aos efeitos do capitalismo, quando se conhece o legado de horror químico e nuclear deixado pela extinta União das Repúblicas Socialistas Soviéticas na terra, no ar, nos lagos e no mar – para não falar da China comunista, cuja descarga de gases poluentes na atmosfera já superou a dos Estados Unidos!

 

Celso L. P. Mendes socelta@uol.com.br

São Paulo

 

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