Fórum dos leitores

PEDALADAS

O Estado de S.Paulo

09 Outubro 2015 | 02h55

O TCU e a vitória

Assisti a todo o julgamento do Tribunal de Contas da União. Que lavada! Parecia os 7 a 1 da Alemanha no Brasil. E agora? Depois dos 8 a 0, o PT vai ver o que é bom pra tosse. “Ouviram do Ipiranga as margens plácidas...”

CELITA RODRIGUES

celitar@hotmail.com

Avaré

Goleada

Brasil 8 x Dilma 0. A bola está com o Congresso.

PAULO DE TARSO ABRÃO

ptabrao@uol.com.br

São Paulo

TCU 8 x Dilma 0. Só ela conseguiu sofrer goleada maior do que o 7 x 1.

ROBERTO HUNGRIA

cardosohungria@gmail.com

Itapetininga

Para esquecer o 7 x1

Depois dos 8 x 0 no TCU, Dilma deve estar achando que os 7 x 1 para a Alemanha até que não foram tão ruins...

LUIZ G. TRESSOLDI SARAIVA

lgtsaraiva@uol.com.br

São Paulo

Bravo!

Levanto-me e aplaudo demoradamente a decisão do TCU. Aguerrida defesa da Constituição, da Lei de Responsabilidade Fiscal e da Lei Orçamentária.

RICARDO C. SIQUEIRA

ricardocsiqueira@globo.com

Niterói (RJ)

Contas rejeitadas

Desde 1937 um presidente não tinha as suas contas rejeitadas pelo TCU. O primeiro foi Getúlio Vargas. Foram dezenas de julgamentos com aprovação total ou parcial com ressalvas. Dilma Rousseff foi a segunda. Com o perdão da ironia, parabéns a ela e ao PT. Com a palavra o Congresso Nacional.

SÉRGIO KOCINAS

sergio.koc@hotmail.com

São Paulo

E Deus acordou

Já houve dias nos últimos 13 anos da vida política brasileira em que eu tinha a nítida impressão de que Deus estava dormindo. Porém, ao ver ontem o sorriso sereno e altivo do ministro Augusto Nardes à saída do TCU, tive a ampla certeza que este 7 de outubro entrará para a História do Brasil como o dia em que Deus despertou por aqui e a tempestade de nuvens vermelhas carregadas de totalitarismo e desmonte das finanças públicas que paira sobre a Nação está passando. Vai passar!

LEON DINIZ

leondinizdiniz@gmail.com

São Paulo

Marco histórico

A rejeição das contas da Dilma de 2014 pelo TCU é um marco histórico para o nosso país. Finalmente estamos vendo uma tênue luz no sentido de que em alguns ministros podemos confiar. Parabéns ao nobre relator, ministro Augusto Nardes, pelo brilhantismo com que conduziu o trabalho elaborado, não se apequenando diante das atitudes do (des)governo para afastá-lo do processo e demonstrando, minuciosamente, como o governo Dilma gasta, irregularmente, nosso dinheiro. Só está faltando a “presidenta” reconhecer sua incapacidade e renunciar.

ARTUR TOPGIAN

topgian.advogados@terra.com.br

São Paulo

Adams e a rejeição

A frase do advogado-geral da União sobre o julgamento das contas da presidente pelo TCU expressa bem o sentimento lulopetista quanto à administração do País: “O jogo não acabou”. Mas a população não quer saber de jogos! Quer um governo honesto e competente privilegiando os interesses da população de forma democrática e republicana para que a Nação possa desenvolver-se. Resta ao Congresso, dentro de suas prerrogativas e em consonância com o clamor popular, mostrar que ninguém, nenhum Poder está acima da lei!

JORGE ALVES

jorgersalves@gmail.com

Jaú

Alguém poderia avisar aos empedernidos petistas encastelados no poder e aos “três patetas” arautos da dona Dilma que não adianta recorrer ao STF? Não há possibilidade de terceiro turno!

FREDERICO FONTOURA LEINZ

fredy1943@gmail.com

São Paulo

O que faz a dona Dilma?

“Não posso pagar pelo que não fiz”, declarou dona Dilma sobre o TCU. A mesma coisa disse sobre Pasadena, quando era presidente do conselho da Petrobrás. Afinal, o que faz a dona Dilma?

MILTON BULACH

mbulach@gmail.com

Campinas

Dilma diz que não vai pagar pelo que não fez. Não precisa se preocupar, no Brasil ninguém paga, mesmo que tenha feito. Vide os petistas que estão no governo e o autor intelectual responsável pela idealização desse plano que aí está. Pobre povo brasileiro.

TANAY JIM BACELLAR

tanay.jim@gmail.com

São Caetano do Sul

Os réus

Dilma Rousseff e os cinco cavaleiros do apocalipse: Guido Mantega, Alexandre Tombini, Arno Augustin, Luciano Coutinho e Aloizio Mercadante.

SERGIO S. DE OLIVEIRA

ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

UBER

Inaceitável

Nossa cidade está, indiscutivelmente, muito mal administrada pelo prefeito Fernando Haddad. Quando se trata de fazer algo em benefício da população, como autorizar o Uber, serviço com atendimento especial e diferenciado, ele resolve criar uma categoria de táxis mais caros. Vergonhoso, inaceitável.

ANGELO TONELLI

angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

Retrato do Brasil

Para fingir que não impediu abertamente o sistema do Uber, nosso grande prefeito Haddad, juntamente com a corja da Câmara Municipal, decreta que táxis de luxo devem ser pretos, com ar-condicionado, bancos de couro, etc. E que o Uber tem de seguir essas regras. Eta, atraso!

JOSÉ C. DE MELO REIS

jcelid@uol.com.br

São Paulo

Jabuticaba

Parabéns mais uma vez ao nosso prefeito. Para se contrapor a um movimento mundial, criou a sua própria Uber-jabuticaba, que, como a tomada de três pinos, só vai funcionar no Brasil.

JOSÉ R. WHITAKER PENTEADO

São Paulo

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

 

O QUE MAIS PODE DAR ERRADO?

 

A presidente Dilma Rousseff, durante a posse dos novos ministros, esta semana, demonstrou exagerada confiança de que irá cumprir o seu mandato até o fim. Entretanto, simultaneamente, realizou manobras inéditas nos tribunais usufruindo das chicanas que a nossa versátil legislação permite. Muita água irá correr até lá e, inquestionavelmente, ela continuará a depender do aval do PMDB para tanto. Já em 6/10 ela pôde sentir o tamanho da encrenca que tem pela frente. A votação do Congresso Nacional marcada para aquele dia, que o Palácio do Planalto aguardava com ansiedade, pois iriam ser votados os vetos presidenciais de leis que acarretariam despesas insuportáveis, como o inusitado reajuste dos servidores do Judiciário, não se realizou. E no motivo alegado, elevado número de ausentes, nem a velhinha de Taubaté acreditaria. Ficou evidente que o motivo foi uma articulação do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), para postergar a votação o quanto puder. No dia seguinte, novamente, o Congresso não apresentou quórum para que houvesse a votação, torpedeado mais uma vez pelos deputados federais, que se ausentaram, principalmente os do PMDB. É o efeito Eduardo Cunha, que, paralelamente, já está tendo questionado por vários deputados sobre a legitimidade de sua permanência na direção da Câmara dos Deputados, dada a denúncia que pesa sobre ele, originada de delação premiada na Operação Lava Jato, agora confirmada pelo governo da Suíça. Ao mesmo tempo, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) acatou o pedido para julgar a legalidade da chapa da presidente nas eleições de 2014, por ter infringindo normas sobre as eleições; e o Supremo Tribunal Federal (STF) recusou o seu recurso para impedir que o Tribunal de Contas da União (TCU) realizasse as duas sessões de quarta-feira. Finalmente, então, o TCU, por unanimidade (8 a 0), rejeitou as contas da presidente de 2014, o que poderá implicar abertura do processo de impeachment no Congresso. Na estratégia do “toma lá, dá cá”, a presidente deu, mas não recebeu, como era de esperar. E, no frigir dos ovos de toda esta lambança, a conta vai sobrar para o contribuinte brasileiro.

 

Gilberto Pacini benetazzos@bol.com.br

São Paulo

 

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JUSTIFICATIVA

 

Não satisfeitos com as várias derrotas num só dia, começando no Congresso e conseguindo criar o maior bloco de oposição na Câmara dos Deputados, os destemperados petistas, não tendo como justificar tantas derrotas, desta vez justificam a unanimidade do TCU na rejeição das contas da Dilma em 2014 dizendo que foi um julgamento político. E o que dizer das tentativas frustradas de querer afastar do caso o relator do tribunal ministro Augusto Nardes e, não satisfeitos, do fracasso em protelar o julgamento por meio do Supremo Tribunal Federal (STF)? O que seriam? Por acaso seria lealdade tribal partidária?

 

Mario Cobucci Junior maritocobucci@uol.com.br

São Paulo

 

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PELA PRIMEIRA VEZ

 

Pela primeira vez, diante de tantos descalabros, o TCU não se dobrou aos apelos covardes deste governo. Na quarta-feira o País esteve voltado para o TCU a fim de verificar a reprovação das contas da presidente Dilma, por unanimidade. Que orgulho, os brasileiros têm o que comemorar. O TCU não ficou de joelhos. Parabéns, ministros do TCU, um julgamento histórico que ficará na memória das pessoas que anseiam por justiça!

 

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

 

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PIOR QUE A ALEMANHA

 

Os 8 a 0 sofridos pelo governo no julgamento das contas de 2014 superaram o vexame do escrete canarinho nas semifinais da Copa do Mundo de 2014, quando o time de Felipão tomou de 7 a 1 da Alemanha. Se aquela traulitada foi justa, igualmente o foi a sofrida por Dilma no âmbito do TCU, que divulgou um embuste fiscal nas contas do governo federal da ordem de R$ 106 bilhões em 2014. Essa, todavia, foi apenas uma das malandragens constatadas – e denunciadas – pelo colegiado nas contas do governo. Tais maquinações, ao tempo em que contribuíam para gestar a atual crise econômica, social, política e fiscal que assola a Nação, pavimentavam o caminho da reeleição de Dilma, por disfarçar o estado calamitoso das contas públicas. No mais, a eleição de Dilma segue objeto de avaliação no TSE – outro “front” de luta no qual nem mesmo o “exército do Stédile” poderá ajudar – no qual se apura o abuso do poder político e econômico nas eleições de 2014, com destaque para as “doações” de campanha, supostamente originadas nas travessuras do petrolão. Quanto às “pedaladas” – agora reprovadas por unanimidade em decisão que só encontra paralelo no ano de 1937 –, nem precisa ser gênio para perceber que integraram o esforço do governo do PT para a conquista de novo mandato, cabalmente ilegítimo porque baseado num gigantesco engodo fiscal. Dilma está em maus lençóis. Poderia fazer como Felipão: pegar o boné (pode até ser o do MST) e sair de fininho.

 

Silvio Natal silvionatal49@gmail.com    

São Paulo

 

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O MOTIVO DA REJEIÇÃO

 

Tendo suas contas encrencadas no TCU e, agora, rejeitadas, o que a arrisca a sofrer impeachment, a presidente Dilma, por incompetência ou desprezo à lei, continua em 2015 fazendo as “pedaladas” na administração financeira do governo, segundo o ministro Augusto Nardes. Esta arrogância e o desprezo por tudo o que não seja ela mesma devem ser o motivo de sua rejeição tão grande pelo povo brasileiro. Não são sua ignorância ou incapacidade de raciocínio demonstradas nos discursos, mas atitudes como estas relativas às contas públicas, que a tornam insuportável para a maior parte das pessoas. A alegria do País será imensa quando ela deixar o Planalto e um novo Brasil se abrirá, para o povo reconstruir o que ela destruiu. Os mercados financeiros melhorarão instantaneamente.

 

Fabio Figueiredo fafig3@terra.com.br

São Paulo

 

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CONTAS REPROVADAS

 

Depois de as contas do governo federal de 2014 serem reprovadas, se a meta fiscal de 2015 for descumprida e o Orçamento de 2016 for encaminhado com déficit para o Congresso Nacional, haverá claramente uma narrativa de descumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) nos dois mandatos presidenciais e, portanto, justificativa de impedimento da presidente Dilma Rousseff em 2016.

 

Luiz Roberto da Costa Jr. lrcostajr@uol.com.br

Campinas

 

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ARMA PODEROSA

 

E agora, presidente Dilma? Como vai rebater a decisão unânime do TCU? A senhora, seus auxiliares e, especialmente, seu mentor continuarão a vociferar contra a “imprensa golpista”, que não cria, mas só investiga e denúncia, as “zelites” e todos aqueles que, democraticamente, se opõem ao seu calamitoso desgoverno? A senhora, que se orgulha de ter lutado para “defender o Brasil”, pegando ou não em armas, alegando um “patriotismo” discutível, se realmente amasse o País e quisesse o melhor para ele, pegaria uma caneta, esta, sim, uma arma poderosa, e assinaria seu pedido de renúncia. E poderia até parafrasear Dom Pedro I: “Se é para o bem de todos e felicidade geral da Nação, estou pronta! Digam ao povo que não fico”.

 

Luiz Nusbaum lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

 

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DEVOLUÇÃO

 

Pode ser fácil ao governo obter o cancelamento da decisão do TCU com a devolução dos R$ 30 bilhões a R$ 40 bilhões gastos a mais. Com isso o ministro Joaquim Levy nem necessitará da CPMF.

 

Wilson Scarpelli wiscar@terra.com.br

Cotia

 

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HIPERTROFIA DO CHEFE DO EXECUTIVO

 

Somente as contas do presidente da República se submetem a um mero parecer do TCU. As contas de todas as demais autoridades do País são julgadas. O direito reinol ainda desafia a democracia republicana no País. O presidente não poder ter blindagens que não são deferidas aos demais brasileiros. A rigidez de pontos do nosso Direito Constitucional serviu ao passado, não tem compromisso com os princípios que fazem avançar o Direito Constitucional contemporâneo em todo o mundo.

 

Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

 

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A DEFESA DO GOVERNO NO TCU

 

Luis Inácio Adams, da Advocacia-Geral da União (AGU), faz jus ao nome: é um verdadeiro chiclete a serviço do lulopeismo!

 

Francisco José Sidoti fransidoti@gmail.com

São Paulo

 

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AS CONTAS DE DILMA ROUSSEFF

 

O TCU mastigou o Adams...   

 

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

 

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UM PASSO HISTÓRICO

 

O Planalto tentou, apelou e fez “o diabo” para impedir (como se fosse sua prerrogativa) que o Tribunal de Contas da União (TCU) não julgasse o crime das pedaladas fiscais de Dilma Rousseff. Esse dia histórico para nossas instituições começou no Supremo, onde o ministro Luiz Fux autorizou o julgamento, e o TCU, por unanimidade, rejeitou as contas da presidente. Se o PT, nestes quase 13 anos de poder, acreditou que poderia fazer do Legislativo e, principalmente, do Judiciário federal, do Ministério Público e da Polícia Federal o quintal de suas orgias, cai melancolicamente na sua própria armadilha da soberba, do sonho bolivariano e do desrespeito às nossas instituições. Sabemos que nada está decidido para um provável impeachment de Dilma. A tarefa, agora, também cai no colo da oposição e da nossa sociedade, para que pressione e convença o chamuscado moralmente presidente da Câmara, Eduardo Cunha, a dar andamento célere aos trâmites que permitam a aprovação em plenário da abertura do processo de impeachment da presidente, relativo ao crime das pedaladas fiscais, e na sequência seguir para o Senado. Será o fim do caminho petista?

 

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

 

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NO TRIBUNAL DE CONTAS

 

O ministro Luiz Fux tratou Adams como chiclete: mastigou e cuspiu!

 

Gilberto Dib gilberto@dib.com.br

São Paulo

 

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‘O DIABO’

 

Fizeram “o diabo” para o TCU prorrogar a decisão sobre as “pedaladas”, mas nem pai de santo ajudou. Isso é golpismo.

 

Moises Goldstein mgoldstein@bol.com.br

São Paulo

 

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CONTÁGIO

 

Tomara que o TCU, com esta atitude unânime condenando a prestação de contas do desgoverno Dilma, contamine para o bem os demais tribunais de contas dos Estados e dos municípios de São Paulo e do Rio de Janeiro. A trambicagem é geral e endêmica, precisamos urgentemente pôr ordem nesta bagaça.

 

José Roberto Iglesias rzeiglesias@gmail.com

São Paulo

 

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GOL DE PLACA

 

Cumprimento os ministros do Tribunal de Contas da União, que marcaram 14 gols de placa. Ninguém tinha certeza do que poderia acontecer, num campo em que muita gente se vende e esquecem-se dos torcedores que pagaram ingressos. Esperamos que na próxima partida o Congresso não nos envergonhe e que o juiz e os bandeirinhas não roubem.

 

Wilson Matiotta loluvies@gmail.com

São Paulo

 

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CAROÇO NO ANGU

 

Só acredito vendo: aposto cem por um se neste angu não tiver caroço. O ministro Dias Toffoli, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), votar a favor da ação de impugnação da chapa Dilma Rousseff-Michel Temer realmente é meio estranho, não? Quero ver na sequência, quem o ministro Toffoli nomeará para conduzir a ação. Pela lógica do Supremo, o relator seria o primeiro ministro a apresentar voto vencedor, no caso, Gilmar Mendes, que, aliás, tem criticado um bocado o governo, motivo forte para que Toffoli o impeça de votar... Neste caso, qual dos ministros “peixinhos” de Dilma será nomeado para conduzir a ação?

 

Arnaldo de Almeida Dotoli  arnaldodotoli@hotmail.com

São Paulo

 

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O TSE E A CASSAÇÃO DE DILMA-TEMER

 

Sra. Dilma Rousseff e sr. Michel Temer, ministro Gilmar Mendes ao telefone...

 

Cláudio Moschella arquiteto@claudiomoschella.net

São Paulo

 

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SURREAL

 

Surrealismo à parte, se cai Dilma, cai Temer, Cunha nem entra e Renan, como sempre, nem entra nem sai. Não estranhem se der Tiririca na cabeça.

 

Marcos Catap marcoscatap@uol.com.br

São Paulo

 

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DUAS NOTÍCIAS

 

Tenho uma notícia boa e uma ruim. A boa primeiro? Talvez dona Dilma saia. A ruim: talvez a CPMF entre.

 

Flávio Cesar Pigari flavio.pigari@gmail.com

Jales

 

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ALTERNATIVA

 

Ante a insistência de Joaquim Levy e de outros para que se aprove a volta da CPMF, fica uma sugestão: por que não passar a alíquota para 1% e cobrar somente de todo e qualquer rendimento que cada político tiver? Com certeza, a arrecadação seria suficiente.

 

Maria do Carmo Zaffalon Leme Cardoso mdokrmo@hotmail.com

Bauru

 

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A CADEIRA DA PRESIDENTE

 

Na sequência desse joguinho de “escravos de Jó”, o tira, o põe ou o deixa ficar vai depender do Congresso? Então se preparem, pois aí vêm “ofertas de fim de semana de arrasar”. Programem-se, nobres parlamentares. O corpo-a-corpo será mais selvagem do que o da abertura das portas do Magazine Luiza ao início de “queima total”.

 

Ricardo Hanna ricardohanna@bol.com.br

São Paulo

 

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O REI ESTÁ NU

 

É no mínimo intrigante o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), estar falando em entrevistas sobre as contas do governo Dilma reprovados no TCU, se a situação do próprio se deteriora a cada dia. Em especial agora, com as revelações dos US$ 2,4 milhões em conta não declarada pelo mesmo em época eleitoral, que o Ministério Público da Suíça trouxe à tona. Como diz aquele célebre conto: “o rei está nu”.

 

Judson Clayton Maciel judson.maciel@yahoo.com.br

Rio de Janeiro

 

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RENÚNCIA

 

Dilma e Cunha estão prejudicando o Brasil. Devem cair fora já, enquanto é tempo. O País está perdendo seu crédito econômico e moral; e nossos jovens não podem ter maus exemplos. O futuro deles está nas mãos dos dois.

 

Valdir Sayeg valdirsayeg@uol.com.br

São Paulo

 

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AS CONTAS DE CUNHA

 

Operação Lava Jato vai apurar “novas contas” de Eduardo Cunha, e todos vamos ficar admirados se encontrar não mais uma, mas várias outras contas. Até Maluf ficará admirado. Alguém tem dúvida de que, para alguém assumir “cargos elevados” no governo, tem de correr dinheiro? E esse dinheiro sai de onde? Sem moral e ética, apenas podemos encontrar o que encontramos: lama por todos os lados.

 

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

 

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‘A CONTA NÃO É MINHA’

 

Até quando Eduardo Cunha vai ousar peitar e negar a Justiça suíça?

 

J.S. Decol decoljs@globo.com

São Paulo

 

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MERECEMOS MAIS

 

Até quando resistirá Eduardo Cunha com suas manobras para negar as contas suíças? Por muito menos, outros presidentes do Parlamento caíram. E até quando o PSDB vai insistir nessa ânsia de apoiá-lo? Tudo para obter poder não conferido pelo voto um ano atrás? O Brasil merecia mais.

 

Adilson Roberto Gonçalves prodomoarg@gmail.com

Lorena

 

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EXPULSÃO

 

Já esta provado que Eduardo Cunha mentiu sobre suas contas na Suíça. O que mais será preciso para o PMDB expulsar do partido o presidente da Câmara dos Deputados?

 

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

 

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A MEMÓRIA DE FHC

 

A boa memória seletiva de Fernando Henrique Cardoso funcionou para “lembrar” que vetou indicação de Cunha para a Petrobrás! Por quê? Ele, em 1996, já sabia que Cunha já era corrupto? Se sabia, por que não alertou seu partido, que  apoiou suas ações tresloucadas e andou de mãos dadas com este corrupto contumaz por tanto tempo? Por que FHC não lembrou ao povo brasileiro que, durante o governo de Collor, reuniu-se com ele e aceitou compor seu ministério? Só não assumiu porque foi vetado por Mario Covas e Franco Montoro, verdadeiros esteios morais do PSDB à época. Praticou a Lei Ricupero: o que é bom, a gente lembra, o que é ruim a gente esconde.

 

Wilson Ronaldo de Oliveira wilsoncidadaocuritibano@gmail.com

Curitiba

 

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POBRE PSDB

 

O PSDB, mais uma vez, buscou posição para levar pancada do PT. Desta vez, será fatal. Provocou abertura, junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), de ação para cassação de Dilma e Temer e se expôs a outra derrota que deixa transparecer salvação da “presidenta” e seu vice. Jogo com cartas marcadas, com resultado previsto de cinco a dois.

 

Lígia Maria Venturelli Fioravante lmfiora@uol.com.br

São Paulo

 

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PASSANDO O PAÍS A LIMPO

 

Por ser um cidadão da terceira idade e não sendo vinculado a nenhum partido político, gostaria que a mídia em geral desse a mesma ênfase às investigações que irão apurar falcatruas não só de José Agripino Maia e do presidente da Câmara Federal, Eduardo Cunha, como também às de todos que praticam crime contra o patrimônio público, independentemente do partido que eles comunguem, até porque, na minha opinião, é a única forma de passarmos o Brasil a limpo.

 

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

 

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ROUBO LEGALIZADO

 

O regime democrático não pode tolerar o atual cenário político, cujo governo é conivente com os escândalos financeiros jamais vistos na história do Brasil. Aliás, comparados com os tubarões corruptos da Petrobrás, alguns políticos desonestos, entre eles Paulo Maluf, tornaram-se “bagrinhos” inofensivos. Enfadonho assistir na TV aos repetidos desmentidos feitos pelo dirigente máximo do PT, Rui Falcão, beirando a comicidade, ao justificar a conduta do companheiro João Vaccari Neto (hoje preso e condenado a 95 anos), sempre dizendo o mesmo “tudo está perfeitamente ‘contabilizado’ como doações de campanha”. Inovou, ou seja, o roubo legalizado deve ficar impune. Como brasileiro, perplexo, sinto-me impotente diante de tamanho cinismo e, como pai, envergonhado ao ter de repassar a meus filhos exemplos de sórdidos homens públicos que hoje governam o nosso país.

 

Élcio Martins  amanda.estevam1@gmail.com

Guarujá

 

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A FORÇA DO POVO

 

Meus cumprimentos ao jornalista Fernão Lara Mesquita por seu artigo “Você (ainda) tem a força!” (14/10, A2). De fato, os desígnios de um país devem emanar de seu povo. Porém, segundo entendo, não basta demonstrar nas ruas seu descontentamento. Para que surta efeito, a classe política tem de sentir esse descontentamento, através da rejeição aos seus métodos de conduta. Democraticamente as urnas são o melhor caminho e, nas próximas eleições, campanhas nacionais deveriam evidenciar quão perniciosos têm sido para o País partidos como o PT e o PMDB (o que aceita o “toma lá dá cá”). Que seus candidatos a prefeitos e vereadores sejam rejeitados pelas urnas. Essa é a única linguagem que eles entenderão.  

 

Gilberto Farina farinagf2@gmail.com

Itatiba

 

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PORTEIRA FECHADA

 

Por que será que os novos ministros, ao assumirem no governo Dilma, manifestaram o desejo de ter o ministério com “porteira fechada”? Será que estão sendo nomeados “pro forma”, sem a liberdade de trocar os funcionários indicados pelo PT? Ou seja, Dilma quer trocar o titular e manter os “cumpanheiros” garantidos em seus cargos. Assim, temos uma mudança de “brincadeira”. Uma pergunta que todos os que trabalham e pagam o funcionalismo público devem fazer é: onde está o critério de competência, habilitação e real necessidade do funcionário contratado? A verdade é que o Brasil virou uma grande casa de mãe Joana, onde os que se apossaram do poder (fazendo “o diabo”) se acham no direito de aparelhar e inchar a máquina pública com cupinchas, militantes, parentes e amigos, sem se preocupar com mérito ou competência. E o trabalhador que fique quieto e pague a cada vez mais pesada conta. Até quando?

 

Silvano Corrêa scorrea@uol.com.br

São Paulo

 

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NOVO MINISTÉRIO

 

Ministros da Dilma têm “mil e uma utilidades”: podem ocupar qualquer ministério. Pergunta que não quer calar: são gênios ou... Bombril, limpando as nódoas para a dona de casa?

 

Sandra Maria Gonçalves sandgon@terra.com.br

São Paulo

 

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A TRAIÇÃO DO PMDB

 

Os políticos do PMDB, com raras exceções, confirmam o que todos nós já sabíamos, pois não somos idiotas nem ignorantes: não têm princípios éticos e morais. Isso após tomarmos ciência, através de notícia no jornal “Estado”, em manchete do dia 3/10: “PMDB já apoia nova CPMF”. O PMDB, seja qual governo for, quer se manter no poder, tanto é assim que pressionou, por interesses pessoais e corporativos, o governo Dilma, conseguindo o comando de sete ministérios, incluindo o da Saúde, que tem o maior orçamento do governo. O novo ministro, além de defender a recriação da CPMF, deseja que ela seja permanente e cobrada em dobro, no “crédito e no débito”. Além do mais, é irônico, afirmando que é o melhor imposto, pois as pessoas não iriam sentir o seu impacto no bolso. É muito cara de pau, porque sabe que a maioria dos economistas o tacha como o pior imposto que existe, pois incide em cascata, sendo cobrado várias vezes. A reforma ministerial da presidente Dilma foi feita, simplesmente, para evitar o processo de impeachment, uma vez que o corte de gastos será pouco expressivo. Foi uma jogada política que não deu certo.

 

Cleiton Rezende de Almeida cleiton_rezende@uol.com.br

Araraquara

 

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AGORA, SIM

 

Acabamos de comprovar o que até então para muitos eram apenas suposições. Mediante a finalidade interesseira de levar vantagens, o PMDB, que dizia ser contra a aprovação da CPMF – o que muitos chegaram a pensar que fosse para beneficiar a população e não nos sacrificar com mais um tributo –, bastou conseguir os ministérios desejados para passar a apoiá-la. Vergonhoso, indecente, vil!

 

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

 

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A PAGA

 

O pânico que se apoderou do sonho petista de um poder “ad aeternum” chega a atingir exageros que exigem uma urgente consulta da equipe do governo com o ministro da Saúde, o deputado Marcelo Castro, médico psiquiatra que sugeriu uma CPMF em dobro. Faz por merecer uma consulta com um colega da mesma especialidade. Chegam ao cúmulo de pedir ao TCU o afastamento do ministro Augusto Nardes da relatoria da análise das contas de 2014 do governo, numa absurda de suspeição do ministro. O governo alega que o voto de Nardes é político, quando, na verdade, é técnico, pois reflete extenso parecer de técnicos do tribunal. Foram esses técnicos que identificaram as falhas e as maquiagens nas contas. Se o Congresso aceitar o parecer do relator do TCU, estarão abertas as portas para o impeachment contra Dilma. Na defenestração de Fernando Collor, o PT atuou de forma incisiva. Lembrando o ditado popular: “Aqui se faz, aqui se paga”.

 

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

 

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DEU A LOUCA NA REPÚBLICA

 

Agora, com a nomeação do psiquiatra Marcelo Castro (PMDB) para a Saúde, quem sabe o País ande – não sei para onde –, pois Lula, Dilma e companhia nunca tiveram tantas chances de se curarem. As loucuras vão de nepotismo a impostos, sempre prejudicando os trabalhadores, pois o ministro quer cobrar a CPMF dobrada nas transações em cheques e nos cartões. Imagine só, Lula sai do colo dos banqueiros e vai para o colo das grandes empreiteiras, quando recebe favores escusos, como a reforma no sítio do filho em Atibaia e no triplex no Guarujá, denunciada pela revista “Veja”. Ainda bem que a imprensa é livre (por enquanto) e que eles não conseguem “calar a boca” da mídia. Por isso, mais uma vez, insisto em que haja explicações e que eles sejam chamados a depor. O Brasil precisa evoluir política e economicamente.

 

Nelson Scatena nelson.scatena@hotmail.com

São José dos Campos

 

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MUDAR A ADMINISTRAÇÃO

 

Estão (o governo) trabalhando para criar meios de arrecadar mais, para cobrir o rombo, até agora camuflado. Entra mais dinheiro, porém fica a mesma turma. Decorrido mais tempo, surge um prejuízo ainda maior. Ora, tá na cara que o que é preciso é trocar a administração. Elementar. Todo o valor que cair ali será surrupiado.

 

Jasminor M. Teixeira jasminormariano@gmail.com

São Paulo

 

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FRACASSO NO LEILÃO

 

A expressiva queda no preço do petróleo e as mudanças nas regras do edital já seriam fatores suficientes para prever o fracasso da 13.ª rodada de licitações da Agência Nacional do Petróleo (ANP). Nesse sentido, a repentina ausência da Petrobrás só injetou mais desânimo nos tenazes concorrentes. É mais ou menos como se a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) fosse patrocinar um torneio de seleções e, na hora, anunciasse que a sua não participaria.

 

Abel Pires Rodrigues abel@knn.com.br                                 

Rio de Janeiro

 

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ASSALTO OFICIAL

 

Os brasileiros pagam menos imposto sobre renda que a média dos países da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Compõem essa organização cerca de 30 países, na sua maioria países desenvolvidos, e tem alíquotas médias em torno de 41%, enquanto a nossa maior alíquota é de 27,5%. Na sede de aumentar a arrecadação para atender aos desmandos resultantes da incompetência e da roubalheira deste governo, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, há algum tempo, usou esse argumento para sugerir um aumento na cobrança do Imposto de Renda, antes da tentativa de ressuscitar a CPMF. Eu faço a seguinte proposta pública ao ministro e registro em cartório: pagarei uma alíquota de 50% e quero educação pública de qualidade para não ter de pagar R$ 1 mil de escola particular per capita; quero saúde pública de qualidade para não ter de pagar R$ 1.500,00 de um plano de saúde; e quero segurança pública, para não ter de pagar R$ 5 mil para segurança particular no condomínio onde moro. Não estou pedindo nada além do que é oferecido pelo Estado naqueles países que cobram uma alíquota de 41%. Lá, o funcionário público não rouba o dinheiro do cidadão, simplesmente administra e administra bem.

 

Humberto de Luna Freire Filho hlffilho@gmail.com

São Paulo

 

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INFLAÇÃO

 

Monica de Bolle, minha comentarista de economia preferida, ao discorrer sobre a ida rápida da inflação para 20%, afirmou que “a partir do segundo mandato do Lula e no primeiro mandato da Dilma, então, abriu-se as pernas completamente no fiscal, que foi jogado às cucuias”. Na minha opinião, não vejo nenhuma dificuldade para Dilma, mas para o Lula... só se estivesse muito bêbado.

 

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

 

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IPTU

 

Recebi 6 (seis) avisos da Prefeitura de São Paulo referentes aos anos 2010, 2011, 2012, 2013, 2014 e 2015 só para dizer que não devo nada. A Prefeitura tem tanto dinheiro para ficar mandando cartinhas inúteis?

 

Maria Isabel Brandão rimartil1@gmail.com

São Paulo

 

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MULTA INDEVIDA

 

Fui multada em R$ 574,61, com 7 pontos na carteira (natureza gravíssima), por usar o acostamento da Marginal Tietê (C/A) P. Central, km 12, no dia 11/5/2015, às 15h25, n.º da notificação 1094455863. Ocorre que, neste local, não há acostamento. O que há é um corredor de ônibus em que, pelo horário da multa, era permitido o tráfego. Como não existe acostamento neste local, recorri da autuação, não obtendo sucesso – e a multa foi mantida. Agora, pergunto ao sr. prefeito Fernando Haddad: a quem devo recorrer? Devo pagar essa multa indevida? Alguém se dignou de ir até o local para ver se existe acostamento ali? Com a palavra, as autoridades “competentes”. E viva a indústria de multas instalada pelo sr. Haddad!

 

Sonia Maria Chemin Paione paione@cantareira.br

São Paulo

 

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AÇÃO CONTRA A COMGÁS

 

Agradeço ao “Estadão” e ao Tribunal de Pequenas Causas pelo reembolso, depois de 18 meses, pela Comgás, do valor de R$ 3.600,00 referente aos estragos causados na roda de meu carro. Esse processo, apesar de desde o início, em 28 de dezembro de 2013, estar coberto de provas e fotos, e de a Comgás ter mantido as alegações como “a Comgás jamais fez obras na Alameda Ministro Rocha Azevedo” (no bairro Cerqueira Cesar), nos três julgamentos, finalmente, saí vencedor na ação, recuperando os valores que gastei. Mas não se considerou o pedido de indenização por danos morais, pois esta empresa, claramente cabide de empregos mal e desonestamente administrada, trata o consumidor e o contribuinte como idiota, pedindo orçamentos depois de apresentadas as provas para, depois, se apoiar em claras mentiras.

 

Paulo Ruas pstreets@terra.com.br

São Paulo

 

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SIGILO NO GOVERNO DE SP

 

De forma sorrateira, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), determinou o sigilo por 25 anos de documentos referentes às falhas do metrô, trens da CPTM e ônibus intermunicipais. Com uma canetada, Alckmin mandou os princípios da transparência e da publicidade para debaixo do tapete, como um esqueleto a ser escondido no armário. Quem não deve não teme. A sociedade tem o direito de saber e à informação, já que é ela que paga tais contas, por meio de altos impostos. Tornar documentos públicos sigilosos por um quarto de século é só para quem quer esconder algo. Mais um triste retrato de 20 anos de governo tucano em São Paulo.

 

Renato Khair renatokhair@uol.com.br

São Paulo

 

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VIOLÊNCIA

 

Com 60 mil assassinatos em um ano no Brasil, não podemos considerar que estamos numa “guerra civil”? Onde está a política de segurança do governo?

 

Luíz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

 

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REBELIÃO EM PRESÍDIOS

 

Já que os detentos recebem salários maiores do que a maioria da população, além de casa, comida e roupa lavada, por que eles não podem pagar o que destruíram na rebelião em Londrina (PR), esta semana?

 

Milton Bulach mbulach@gmail.com

Campinas

 

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VACINA CONTRA A DENGUE

 

Com relação à carta do leitor professor Antonio C. Martins de Camargo, publicada neste “Fórum dos Leitores” na quinta-feira (8/10), lamentamos que o professor não tenha recebido as respostas de seus questionamentos. De qualquer forma, aproveitamos este espaço para esclarecer que a vacina da dengue é projeto prioritário do Instituto Butantan. O teste clínico de fase três já recebeu aval da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) e aguarda a avaliação do Comitê Nacional de Ética em Pesquisa (Conep) e a aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que vem se mostrando extremamente colaborativa com o projeto. Acreditamos no nosso produto e estamos confiantes de que, em breve, poderemos iniciar a terceira e última etapa dos estudos clínicos da vacina brasileira da dengue, tão necessária e aguardada pela população.

 

Jorge Kalil, diretor do Instituto Butantan sabrina.daspett@fsb.com.br

São Paulo

 

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