Fórum dos leitores

ELIMINATÓRIAS DA COPA

O Estado de S.Paulo

10 Outubro 2015 | 02h55

Chile 2 x 0 Brasil

Decepcionante a estreia da seleção brasileira de futebol nas eliminatórias para a Copa do Mundo na Rússia, em 2018, com a derrota por 2 x 0 para o Chile, em Santiago. Burocrático, lento e sem inspiração, o Brasil mal ameaçou o time chileno e ainda tomou duas bolas na trave. É a primeira derrota do Brasil numa estreia de eliminatórias. Infelizmente, o futebol brasileiro vive um momento de decadência, com uma geração fraca de jogadores, dependendo quase que exclusivamente do talento de Neymar, o que é muito pouco para um futebol pentacampeão mundial como o nosso. E fora de campo ainda temos os cartolas da CBF mergulhados em escândalos de corrupção. A seleção, um patrimônio do povo brasileiro, corre o risco real de ficar de fora de uma Copa do Mundo pela primeira vez na História e não merece ser tratada dessa maneira. Lamentável.

RENATO KHAIR

renatokhair@uol.com.br

São Paulo

Postes

Com certeza, o Dunga é a Dilma da CBF.

ABELARDO VILLAS-BÔAS

abevillas@gmail.com

São Paulo

Seleção e seu técnico

Dunga? Não. O nome é Tunga, aquele que engana, burla, etc. Esse é o técnico da pseudosseleção brasileira.

HANS DIETER GRANDBERG

h.d.grandberg@terra.com.br

Guarujá

Conclusão óbvia

Reparem: o futebol ultimamente demonstra – nas Américas, especialmente – como anda cada país política, cultural e economicamente. Lastimável!

J. PERIN GARCIA

jperin@uol.com.br

São Paulo

CHILE

Outra goleada

O Chile deu uma verdadeira goleada no Brasil! Mas não foi em campo, não. Foi integrando os 12 países que firmaram o acordo comercial Transpacífico. Enquanto isso, Dilma vem a público dar detalhes sobre o acordo comercial com a Venezuela. A cada dia nosso país é mais retrógrado.

LAERT PINTO BARBOSA

laert_barbosa@globo.com

São Paulo

Brasil só apanha

Na era petralha apanhamos do Chile na economia e no futebol. A coisa tá feia.

NELSON PEREIRA BIZERRA

nepebizerra@hotmail.com

São Paulo

PEDALADAS

Luz no fim do túnel

Cumprimento os ministros do Tribunal de Contas da União por sua coragem e independência no julgamento das pedaladas fiscais, não aceitando nenhuma interferência do governo. Nem mesmo a pressão, tentando desqualificar o relatório do ministro Augusto Nardes, foi suficiente para que ele, de forma clara, precisa e concisa, expusesse seu trabalho, calcado na análise de 14 auditores fiscais. Registre-se a decisão do ministro Luiz Fux, do STF, indeferindo o pedido de liminar impetrado pelo governo. Os votos dos ministros do TCU, livres de verborragia, foram uma lição. O STF e o TCU lavaram a alma do povo brasileiro. Agora já se vê uma luz no fim do túnel!

JOSÉ OLINTO OLIVOTTO SOARES

jolintoos@gmail.com

Bragança Paulista

Julgamento

Agora o governo depende da votação dos parlamentares no Congresso para confirmar ou não a rejeição das suas contas. Segundo Eduardo Cunha, essa votação só será feita em 2016. Concluo que já começou o pedalão.

MARCELLO M. SIMONSEN NICO

mentanico@hotmail.com

São Paulo

Sentença

Segundo um ministro, Dilma Rousseff comentou que a decisão unânime do TCU reprovando suas contas foi mais uma derivante de golpismo que favorece o impeachment, mas que isso não a impede de defender seu mandato até o fim porque “não existe nada contra ela, portanto, não pode pagar pelo que não fez”. Vamos usar a tese da presidente para nos opormos ao aumento de impostos e CPMFs, defendendo nossos direitos até o fim, porque não podemos também pagar pelo que não fizemos, como pedaladas e atentados à responsabilidade fiscal praticados por ela. Devolvemos-lhe essa conta e o ressarcimento pelo golpismo eleitoral praticado antes das eleições. Não cobramos juros nem correção monetária. A renúncia seria a sua sentença.

REGINA ULHÔA CINTRA

reginaulhoa13@outlook.com

São Paulo

Também assinou sem ler?

Dilma Rousseff diz que não pode pagar pelo que não fez, mas ninguém obrigou a presidente a assinar os decretos que violaram a Lei de Responsabilidade Fiscal, a não ser o interesse na reeleição, que, ao mesmo tempo, quebrou as contas públicas em 2014.

LUIZ ROBERTO DA COSTA JR.

lrcostajr@uol.com.br

Campinas

Belas Adormecidas

Dilmalula não sabe que não se delega responsabilidade, quando diz: “Não existe nada contra mim. Não posso pagar pelo que não fiz”. Temos Belas Adormecidas no bosque brasiliense nos últimos 13 anos, mas são, sim, responsáveis civil e criminalmente por tudo o que acontece em seus governos e não podem alegar desconhecimento.

SUELY MANDELBAUM

suely.m@terra.com.br

São Paulo

Solução ‘tabajara’

Dilma, diga: “Meus problemas acabaram!”. Não se preocupe com contas no TCU, pedale à vontade. Ignore a recomendação de cassação feita pelo TSE, não vete mais propostas orçamentárias, deixe tudo por conta dos parlamentares. A fórmula mágica: crie 594 ministérios, 81 para senadores e 513 para os deputados. Transforme o Palácio da Alvorada num spa, cuide de sua saúde e vá curtir o seu netinho. Com carne para todos, ficarão felizes e satisfeitos.

M. APARECIDA BITAR PIRAGINE

cidabitar@yahoo.com.br

São Paulo

CORRUPÇÃO

Caso escabroso

Esse caso da compra da medida provisória favorecendo a CAOA faz lembrar que esse mesmo pessoal queria comprar e assumir um banco quebrado na esperança ainda de que fizessem algum Proer para “ajeitar” o banco e seu novo proprietário. Isso tudo faz parte do mesmo caso?

JOSÉ PIACSEK NETO

bubanetopiacsek@gmail.com

Avanhandava

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

 

O TEMPO DIRÁ

 

Agora é para valer, Dilma Rousseff está cercada. O TCU, por unanimidade, recomenda a reprovação de suas contas e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) reabre ação do PSDB para impugnar o seu mandato.  A revolta popular é como nunca antes vista. Sua atuação na Petrobrás pode ser investigada a qualquer momento. Não escapa. Mas não se iludam. Isso tudo pode não passar de jogo de cena para nos burlar. Tem todo um bastidor trabalhando na surdina. Nada melhor do que ser analisada, julgada e sair incólume. Fica sancionada e livre para continuar seu desgoverno. Pobres de nós.

 

Ulysses Fernandes Nunes Jr. Ulyssesfn@terra.com.br

São Paulo

 

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UNANIMIDADE

 

Em decisão unânime, o Tribunal de Contas da União (TCU) rejeitou as contas de 2014 do governo Dilma Rousseff. Em decisão quase unânime (90%), a população desaprova e rejeita sua desastrosa administração. Contrariando Nelson Rodrigues, nem toda unanimidade é burra, pois não?

 

J. S. Decol decoljs@globo.com 

São Paulo

 

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GOLPE

 

Golpismo do TCU, senadora Gleisi Hoffmann?

 

Odilon Otávio dos Santos

Marília

 

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DESEMPENHO PÍFIO

 

Esta semana tivemos a oportunidade de ver em ação o advogado-geral da União, dr. Luís Inácio Lucena Adams, também conhecido como “Alemão” para os mais íntimos (leia-se Lula), na defesa do indefensável, quando da sustentação oral no TCU. Vacilante, indeciso e confuso, mais parecia a “chefa-presidenta” nos seus discursos – mas de toda forma a missão era mesmo inglória. Entretanto, defender causa perdida não motiva a falta de ânimo, vista na primeira parte da defesa. Tanto é que, depois, quando adentrou a seara do Direito Administrativo, sua postura mudou. Longe de querer trilhar os caminhos obscuros da psique humana, transpareceu que o seu sistema de freio moral e ético falou mais alto que a ideologia dos petralhas. Vê-se, pois, que ainda que, por necessidade de sobrevivência – natural do ser humano –, há que se dar crédito às pessoas, pois, certamente, se livrar-se destes grilhões ideológicos, especialmente daquele que o trata de forma desprezível por “Alemão”, o dr. Adams se mostrou honesto e técnico na defesa da causa.

 

Carlos Benedito P. da Silva carlosbpsilva@gmail.com

Rio Claro

 

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DRUMONDIANAS

 

Quando o advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, nasceu, “(...) um anjo torto, desses que vivem na sombra, disse: vai Adams, vai ser petista e gauche na vida (...)”. Acrescentaria eu ao sortilégio do anjo torto e sombrio: “Nos tempos de trevas brasilianas que viverás, serás no teu nome marcado pelo anátema desses tempos, Luís Inácio”.

 

Alexandre de Macedo Marques ammarques@uol.com.br

São Paulo

 

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ADVOGADO ADAMS

 

O único Adams que fez sucesso no Brasil foi o chiclete.

 

Roberto Hungria cardosohungria@gmail.com

Itapetininga

 

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TIRO NO PÉ E NO CORAÇÃO

 

De acordo com um ministro do PT, a decisão de entrar com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para suspender o julgamento do TCU das contas do governo de Dilma em 2014 foi um tiro no pé. Mas a decisão do TCU em não aprovar as contas do governo, por unanimidade, foi um tiro no coração do governo federal e amplamente comemorado por todos aqueles que lutam por um país melhor. Parabéns ao TCU, que não rasgou a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Agora, vamos torcer para que o Congresso Nacional também faça a sua parte, honrando os votos do povo brasileiro.

 

Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

 

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A VEZ DO CONGRESSO

 

Não bastasse a tentativa apelativa e desrespeitosa de o governo intimidar o TCU na entrevista coletiva de domingo (4/10), o advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, insiste na tese de que a decisão do TCU é apenas um parecer que tem de ser submetido a “deliberação” do Congresso. Ora, se o Congresso aprovar as contas, rejeitadas unanimemente pelo TCU, isso, sim, será um tapa na cara da Justiça e do povo brasileiro. É ridículo defender o indefensável.

 

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

 

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OS MÚSCULOS DA REPÚBLICA

 

Após oito anos de descaminho (Lula) e cinco de desintegração (Dilma), alguns músculos da República parecem ter saído da letargia, começando pela Justiça do Paraná e, agora, com o TCU e o TSE, simultaneamente. Há 13 anos o Brasil foi infectado por um vírus que lentamente foi se espalhando por todo o organismo nacional. Há quatro anos o vírus produziu uma variante D, ainda mais letal, capaz de afetar o sistema nervoso, como ficou provado nas manifestações de 2013. Felizmente, os anticorpos liberados, que quase venceram os vírus na última eleição, estão fazendo efeito e já se prevê uma vitória contra o mal. A República sairá fortalecida e o período negro, ou talvez vermelho, será ensinado nas escolas como o pior da história do País. Há males que vêm para o bem...

 

Gilberto Dib gilberto@dib.com.br

São Paulo

 

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SIM, NÓS TEMOS!

 

As tentativas do governo em “melar” os processos das pedaladas fiscais no TCU e o da investigação da campanha a reeleição da presidente Dilma Rousseff, no TSE, foram frustradas. O TSE abriu ação que pede a cassação da chapa Dilma-Temer e o TCU rejeitou por unanimidade (8 a 0) as contas de 2014 da presidente. Mesmo com as derrotas, ainda é cedo para soltar rojões. Caberá agora ao Legislativo julgar as contas, e com grandes chances serem aprovadas. Renan Calheiros, como sempre, ficará na espreita, onde houver vantagens, tá dentro – é pouco confiável. Na Câmara, a presidente conta com o apoio do líder do PMDB, Leonardo Picciani, a quem presenteou com sete ministérios, incluindo a joia da coroa, a pasta da Saúde, e a promessa de apoio ao cargo de presidente da Câmara na próxima legislatura. Portanto, panelaços nas janelas e luzes intermitentes dos prédios são protestos inócuos, pois a presidente não governa mais, é uma simples marionete em mãos “espertalhonas”. Então, como o Congresso só se “mexe” sob pressão, tomo a liberdade de citar uma frase, em negrito, do articulista Fernão Lara Mesquita, em seu excelente artigo “Você (ainda) tem força”! (7/10, A2): “Só uma ação decidida das ruas poderá alterar o rumo dos acontecimentos”.   

 

Sérgio Dafré sergio_dafre@hotmail.com

Jundiaí

 

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EXAGEROU

 

De tanto “pedalar”, Dilma Rousseff abriu caminho para seu afastamento do governo. O TCU rejeitou, por unanimidade, as contas de sua primeira gestão. Dilma esqueceu-se de que a democracia tem regras que devem ser rigidamente cumpridas para o bom funcionamento da administração pública. Os erros foram muitos e as consequências, por evidente, não perdoam.

 

Francisco Zardetto fzardetto@uol.com.br

São Paulo

 

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É A LEI

 

O TCU mostrou que a lei (LRF) é que impera, e não chicanas apelativas de quem não quer sair do poder.

 

Tania Tavares taniatma@hotmail.com

São Paulo

 

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O TAMANHO DO ROMBO

 

As irregularidades cometidas pela presidente Dilma Rousseff e seus assessores, no ano eleitoral, totalizam R$ 106 bilhões. Augusto Nardes mostrou que o governo deixou de contabilizar um passivo de R$ 2,3 trilhões na Previdência. As ilegalidades riscaram os preceitos constitucionais, a Lei Orçamentária e a Lei de Responsabilidade Fiscal. Dilma desrespeitou princípios constitucionais e legais que orientam a administração pública federal. Os contribuintes brasileiros esperam que o tempo de tramitação dessa questão no Legislativo seja o mais breve, pois os documentos são categóricos.

 

José Carlos Saraiva da Costa jcsdc@uol.com.br

Belo Horizonte

 

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AS PEDALADAS PUNIDAS

 

O TCU entende, como todos os brasileiros, que as pedaladas fiscais de dona Dilma nada mais foram que empréstimos a curto prazo para sanear contas e engodar os demonstrativos endereçados ao povo e à imprensa. A presidente apresentou dados não correspondentes com a realidade financeira momentânea, merecendo, assim, a rejeição de suas contas. Com essa decisão, fica mais sedimentado o pedido de impeachment de Hélio Bicudo, porque essa decisão independe de provas, como já se manifestou a presidência da Câmara dos Deputados sobre o que já consta do pedido. O povo, no entanto, ainda conta com o recurso para o pleno da Câmara, e que pode ser interposto pela oposição.

 

José C. de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

 

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DIA 7 DE OUTUBRO

 

Fica do dia 7/10/2015 a certeza de que bons ventos sopram em favor da democracia. O STF, na pessoa do ministro Luiz Fux, mostrou independência permitindo que o TCU julgasse as contas do governo de 2014 sem o afastamento de Augusto Nardes, relator da causa, e, por unanimidade, o tribunal reprovou o exercício fiscal irresponsável e mal intencionado de Dilma em ano eleitoral. Concomitantemente, vemos o TSE investido da necessária independência para exercer a função institucional que lhe cabe, ao investigar as contas eleitorais da nossa presidente. Percebemos que as autoridades que representam nossas instituições estão imbuídas da responsabilidade que lhes é creditada e do senso de patriotismo que está dentro de cada cidadão que quer o melhor para o Brasil. A seriedade e a ética sentidas pelos atos dos ministros desses tribunais são tudo pelo que vimos lutando. Resta, agora, contar com a ética, a seriedade, a responsabilidade e o patriotismo de Renan Calheiros, a quem cabe dar prosseguimento ao processo de julgamento das contas do governo.

 

Myrian Macedo myrian.macedo@uol.com.br

São Paulo

 

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MATEMÁTICA

 

O TCU julgou as contas do governo e decidiu tecnicamente rejeitá-las por unanimidade. Sendo, como dizem, uma decisão “política”, pode o Congresso desconsiderar o parecer do TCU e aprovar as contas? Pode um vestibulando responder que 2+2 = 4 na prova de Matemática, mas quem a corrigir dizer que está errado?

 

Ely Weinstein elyw@terra.com.br

São Paulo

 

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OPERAÇÃO LAVA JATO

 

O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), está sendo pressionado a deixar o cargo e vem sendo bombardeado diariamente pela mídia e por partidos oportunistas por causa de denúncias envolvendo seu nome. Gostaria de saber por que Edinho Silva, ministro das Comunicações de Dilma Rousseff, também citado na Operação Lava Jato, continua no cargo e não há nenhuma pressão para ele deixar o cargo? Pau que bate em Chico também bate em Francisco. A mídia em geral está sendo comprada para ver apenas um lado?

 

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

 

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DESPREOCUPADO

 

O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, disse não estar preocupado com as denúncias que pairam sobre ele. O deputado não deve estar preocupado mesmo, preocupados devem estar os milhares de brasileiros que perderam seu emprego motivado pelos assaltos ocorridos nos cofres públicos.

 

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

 

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A TIBIEZA DO PSDB

 

O PSDB mostra mais uma vez a sua incoerência de comportamento. Quando o assunto é a situação da presidente Dilma, eles não perdem a oportunidade de buscar alguma forma de afastá-la do cargo. Mas eis que surgem acusações graves contra o atual presidente da Câmara e os oposicionistas limitam-se a sugerir seu afastamento do cargo. Por que não determinam o seu “impeachment” também?

 

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br 

Santos

 

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INDIGNADOS

 

O ministro Edinho Silva, em recente discurso, se disse indignado, falou de falta de ética e jogo de vale-tudo. Será que ele está indignado consigo mesmo? Porque, afinal de contas, ele é investigado na Lava Jato. Indignados estamos nós, brasileiros, que estamos pagando pela falta de ética, pela corrupção e pelo desgoverno.

 

Angela M. de Souza Bichi angela_bichi@hotmail.com

Santo André

 

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‘UM MANIFESTO FISCALISTA’

 

Finalmente, algum representante da vida inteligente proclama, na página 2 da edição de 8/10/2015 do “Estadão”, que “observar apenas a evolução dos resultados primários é ignorar que a cada aumento de um ponto porcentual da taxa de juros – na chamada Selic – corresponde uma despesa nova de R$ 15 bilhões anuais” (“Um manifesto fiscalista”). Onde estava(m) nos últimos meses o ilustre parlamentar senador José Serra e o “Estadão”, que apenas agora despertam para o previsível cenário de “dominância fiscal”? Com certeza não será publicado, mas a História no tempo oportuno revelará nuances e contextos hoje não alcançados, além de consensos que (espero) serão construídos para o bem de todos (todos), esclarecendo o que hoje ainda não é visível embora presumível.

 

Dante Dall Aglio Júnior dantedal@ig.com.br

São Paulo

 

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BOA GESTÃO

 

Infelizmente, nossos políticos, com raras exceções, como José Serra (8/10, A2), são incompetentes e irresponsáveis com relação à boa gestão da coisa pública. Só pensam no poder, nas suas regalias e, para manterem seu “status quo”, jogam para a torcida para garantir votos na próxima eleição.

 

Luiz Carlos F. Souza luiz.cfsouza@icloud.com

Campinas

 

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MOMENTO ÍMPAR

 

A presidente Dilma usou as contas dos bancos federais para inflar e pagar programas sociais do governo com o intuito de se reeleger. Já o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, usou as contas da Petrobrás para abastecer suas contas e de familiares na Suíça, através da propina que cobrava nos contratos da empresa. O Brasil vive um momento ímpar, jamais alcançado em sua história republicana, derivado do fato de que nossos políticos sempre acreditaram que a impunidade reinaria eternamente e que nunca teriam que prestar contas à sociedade e à Justiça.

 

Abel Pires Rodrigues abel@knn.com.br                                     

Rio de Janeiro

 

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CORRUPÇÃO NA PETROBRÁS

 

O petróleo só será nosso quando a Petrobrás for privatizada. Com regras boas para ambos os lados, finalmente todos ganharemos.

 

André C. Frohnknecht caxumba888@gmail.com

São Paulo

 

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ADVOGADOS DA PETROBRÁS

 

Será que todos os 1.500 advogados funcionários da Petrobrás são tão incompetentes que, reunidos, não conseguiriam defender a empresa nos casos em que está envolvida, ao ponto de a Petrobrás necessitar contratar, com o nosso rico dinheirinho, dois escritórios de advocacia?

 

Sandra Maria Gonçalves sandgon@terra.com.br

São Paulo

 

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BUSCAS NO ARAGUAIA

 

Li na internet que a juíza federal Solange Salgado, da 1.ª Vara da Justiça Federal de Brasília, determinou ao Ministério Público Federal (MPF) que investigue os gastos milionários que foram feitos pelo Grupo de Trabalho da Presidência para o fim de realizar buscas no Araguaia. Para onde nos viramos é um escândalo só. Pedaladas fiscais; filhos de Lula lavando propinas em suas empresas; o maior assalto praticado contra a Petrobrás em toda a história brasileira; propinas para os presidentes da Câmara e do Senado; ameaças ao ministro do TCU relator das famosas pedaladas fiscais. É o PT no pudê. Alguém duvida de que se gastou uma montanha de dinheiro para realizar buscas no Araguaia? Basta que se leia o nome dos investigadores: Grupo de Trabalho da Presidência. Desde que o PT conseguiu eleger o chefe da quadrilha, a bandalheira governamental se enraizou no Brasil.

 

Carlos Alberto Ferreira carlos.alberto572@terra.com.br

São Paulo

 

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A DESTRUIÇÃO DO REAL

 

O artigo da economista Monica Baumgarten de Bolle (“O passado, futuramente”, 8/10, A2) foi revelador, para não dizer assustador. A situação da economia é tão grave que ela sugere que abandonemos a meta de inflação, com o consequente afrouxamento da política monetária, diga-se juros, e, em decorrência, o estouro da inflação. A âncora passaria a ser feita através de uma banda cambial administrada. O risco é de que teríamos uma corrida ao dólar, com a consequente queima de reservas. Considerando a incompetência de Dilma e a falta de patriotismo reinante no Congresso Nacional, onde continua imperando o toma lá dá cá, caminharemos para um corralito ou para a destruição do real, em que R$ 100,00 passariam a valer NR$ 50,00 ou menos. Não era isso que o PT queria mesmo desde 1994? Destruir o Real?

 

José Severiano Morel Filho morel@sunriseonline.com.br

Santos

 

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PRÊMIO NOBEL

 

O Japão já ganhou dois Prêmios Nobel da edição 2015. Na Medicina e na Física. Sim, o Japão, aquela ilha no Pacífico sujeita a terremotos, que ficou arrasada na 2.ª Guerra Mundial e teve duas cidades, Hiroshima e Nagasaki, devastadas por bombas atômicas, já ganhou 20 Prêmios Nobel. Ah, sim, ia esquecendo: quantos o Brasil já ganhou, já que não temos terremotos e outros desastres da natureza?

 

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

 

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BOMBARDEIOS NA SÍRIA

 

A hipocrisia reina entre os países da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), que há quatro anos procuram derrubar o presidente eleito da Síria imiscuindo-se em seus assuntos internos e destruindo o país (como foi feito no Iraque), atendendo a interesses econômicos ocidentais e de seus aliados no Oriente Médio. Seus “esforços” nesse sentido, à margem da lei internacional, posto que sem mandato da ONU ou do país que agridem, apenas criaram mais um “monstro”: o Estado Islâmico, que cresceu durante esse período e hoje se tornou uma ameaça aos demais países da região (e além). Neste contexto, a Rússia, a pedido da Síria, está legalmente atuando para pacificar a região, ajudando a eliminar tanto os invasores quanto os grupos de oposição incentivados, armados e treinados pelo Ocidente e ditaduras monárquicas árabes, bem como impedindo Israel de desrespeitar a soberania do país. Seu sucesso permitirá não só a estabilização política do país (e da região), como a diminuição do problema provocado pelos refugiados que avançam para a Europa.

 

Jorge Alves jorgersalves@gmail.com

Jaú

 

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SOLUÇÕES PARA OS REFUGIADOS

 

Autoridade quase que vinculante da opinião da Unidade Europeia é a de Georges Soros. Em “Valor” de 6/10 (A13), ele aponta judiciosamente a solução europeia para os refugiados, a começar dos sírios: 1) forma abrangente, segura, ordenada e condizente com a capacidade de absorção pela Europa como um todo; 2) responsabilização mundial; 3) aceitação anual de 1 milhão de pessoas pela União Europeia, equitativamente distribuída entre seus membros; 4) financiamento de 15 mil (o articulista não sinaliza euros ou dólares), anual, por solicitante de asilo, nos dois primeiros anos; 5) respeito à liberdade de fixação dos refugiados em cada parte dos territórios da União Europeia; 6) financiamento ao Líbano, Jordânia e Turquia para que suportem os 4 milhões de refugiados; 7) concentração europeia das agências de migração e estabelecimento de critérios homogêneos a serem respeitados pelos países; 8) canais seguros às solicitações de asilo, urgentemente afastando-se a Grécia e a Itália, para acalmar o pânico; 9) racionalização da travessia do Mediterrâneo; 10) mobilização de recursos privados de apoio à solução do problema. Nada mais pragmático. Resta às autoridades europeias e do mundo deixarem de ser avestruzes.

 

Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

 

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A BUSCA DE UM PACTO

        

Os bancários entram em greve, mas as alternativas eletrônicas de relacionamento do cliente com as suas agências bancárias impedem o caos que uma paralisação dessas causaria antigamente. Os Correios e a Previdência Social também estiveram parados e ainda existem braços cruzados nas universidades e outras áreas do serviço público. Recentemente os professores da rede oficial de diferentes estados fizeram suas greves, o mesmo acontecendo com partes significativas do pessoal da segurança pública.        A grande crise que o Brasil vive atualmente merece a mais séria observância. Com todos os problemas políticos, acrescidos pela recessão que baixa o PIB (Produto Interno Bruto) e nos fará cair para a condição de nona economia do mundo, é preciso buscar um grande acordo nacional. O ideal seria que todos se despojassem de suas verdades históricas e buscassem um entendimento que vigorasse até o país sair da crise aguda. Os empregados se fixassem na reposição da inflação dos últimos 12 meses e os empregadores também marchassem nessa direção para, depois da economia e do mercado voltar à normalidade, retomar a reivindicação pelas perdas do passado. Sem uma solução intermediária, correremos o risco de apenas potencializar a crise e retardar a volta da fluidez econômica e do desenvolvimento. Isso é ruim para todos.   

 

Dirceu Cardoso Gonçalves aspomilpm@terra.com.br

São Paulo

   

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GREVE DOS BANCÁRIOS

 

Os transtornos sociais causados por greves em atividades essenciais devem ser ponderados também pelos empregadores. As reivindicações podem extrapolar as reais possibilidades patronais.  Entretanto, se há um setor da economia não afetado pela conjuntura é exatamente o bancário. Pelo contrário, é até beneficiado pelas circunstâncias. Por isso, as reivindicações poderiam e deveriam ser aceitas sem nenhuma dificuldade. Ao longo dos anos recentes, os bancos vêm realizando uma redução nos quadros de pessoal, ou seja, suas despesas com salários vêm sendo reduzidas. Onde está o bom senso? Ou é uma absurda queda de braço?

 

Roldão Simas Filho rsimasfilho@gmail.com     

Brasília

 

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FUTEBOL – ELIMINATÓRIAS DA COPA 2018

 

O governo catastrófico que nos infelicita foi capaz de acabar até com o nosso futebol. Depois de um ano e meio da Copa, já na estreia das eliminatórias da Copa do Mundo da Rússia em 2018, fomos derrotados de forma humilhante pelo Chile. Ao menos um consolo: se a seleção for desclassificada, não assistiremos a goleada vexatórias como aquela da Alemanha em 2014. Triste, pobre e caricato futebol brasileiro.

 

Yvete Kfouri Abrao abraoc@uol.com.br

São Paulo

 

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A SELEÇÃO ONTEM E HOJE

 

Evidência colossal: a seleção brasileira sem Neymar não mete medo em ninguém. Não é mais respeitada, como antigamente. O treinador convoca jogadores que se acham craques apenas porque atuam no exterior. Alguns deles não têm futebol para vestir a camisa pentacampeã do mundo, que já foi consagrada por legítimos craques, como Gerson, Pelé, Rivelino, Nilton Santos e Zico. O pior, Dunga faz vista grossa e não convoca o criativo e talentoso Paulo Henrique Ganso, melhor do que Lucas Lima, Oscar ou Kaká.

 

Vicente Limongi Netto limonginetto@hotmail.com

Brasília

 

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BRASIL 0 X 2 CHILE

 

Dunga, o campeão dos amistosos!

 

Cláudio Moschella arquiteto@claudiomoschella.net

São Paulo

 

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NO FUTEBOL, COMO NA POLÍTICA

 

A política e o futebol brasileiros estão, agora, no mesmo nível. A presidente da República, o presidente da Câmara dos Deputados, o presidente do Senado Federal e até o capitão da seleção brasileira estão sendo investigados, mas ninguém quer sair dos holofotes, tirar a braçadeira ou a faixa e ser obrigado a sair de campo.

 

Luiz Roberto Da Costa Jr. lrcostajr@uol.com.br

Campinas

 

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AS DROGAS E A CONSTITUIÇÃO

 

Sobre o artigo “Questão de saúde, a saúde que cuide”, do advogado criminal Antonio Cláudio Mariz de Oliveira (6/10, A2), acredito que a criminalização do porte de drogas para uso próprio, além de ser uma forma totalmente errada de cuidar deste tipo de problema da sociedade, no formato que temos hoje, sem a elaboração de programas de políticas sociais e econômicas especificas para a questão, deixa de cumprir outra norma constitucional, pois a Constituição federal também traz como diretrizes principiológicas que a saúde, na qual se insere o problema dos usuários de drogas, é um direito de todos e dever do Estado (vide art. 196 da Constituição federal). Ou seja, além de existir um problema de cunho jurídico, temos também um grave problema de cumprimento de normas constitucionais pelo Estado.

 

William Sobral Falssi falssi@aasp.org.br

São Paulo

 

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PARTOS DOMICILIARES

 

Quero, por meio desta carta, cumprimentar o “Estadão” pela seriedade e por ter um excepcional profissional chamado Chico que se comprometeu em alertar as mulheres a respeito do tal parto domiciliar (“MP e médicos apuram sequelas em parto domiciliar inadequado e sem assistência”, 4/10, A20). Excelente matéria. Um momento que deveria ser de preocupação com a saúde da mãe e do filho foi transformado por mercenárias em espetáculo egocêntrico e num fetiche bacana com o único propósito de lucrar muito com o sofrimento alheio – chegam a exaltar discursos masoquistas sobre o prazer da dor. As mães iludidas pagam sem piscar valores que chegam a R$ 15 mil para na hora h ficarem desamparadas. Finalmente, a mídia rompe a cortina de ferro que os iluminados humanistas da imprensa colocaram sobre esse assunto. Quem levantar esse tapete de omissão e horror vai ficar chocado com a epidemia de mortes e sequelados que essa moda está deixando pelo caminho, com a complacência do governo assassino do MS, que endossa esse discurso homicida de parto normal. Saúde não é lugar para batalhas ideológicas nem para politicagem.

 

Kleber Carvalho klebercriscarvalho@gmail.com

São Paulo

 

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LUCIDEZ

 

Gostaria de cumprimentar o jornal pela matéria sobre parto domiciliar. Quem trabalha diariamente num hospital do Sistema Único de Saúde (SUS) e é obrigado a resolver problemas que são causados por outros – e muitas vezes não tem como evitar uma tragédia – espera que essa matéria traga um pouco de lucidez.

 

Eduardo Maia Weiler eweiler051@yahoo.com.br

Porto Alegre (RS)

 

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ONDA NEFASTA

 

Cumprimento a publicação séria e consistente sobre as sequelas dos partos domiciliares ditos “humanizados”. É importante esclarecer a população e desmistificar essa onda populista e nefasta de pessoas mal intencionadas e inconsequentes. Parabéns ao “Estadão”. Sou ginecologista e ex-obstetra. Fiz partos e cesáreas (conforme a indicação) por 38 anos. Parei há dois anos, quando achei que tinha chegado a hora, deixando lugar para colegas mais jovens e ainda com ânimo para se dedicarem e lutarem pela boa obstetrícia. Cada vez mais percebo que parei no momento certo, ao ver o que está acontecendo contra a obstetrícia deste país.

 

Maria Isabel de Bittencourt misabel@cpovo.net

Porto Alegre

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