Fórum dos leitores

GOVERNO LULOPETISTA

O Estado de S.Paulo

22 Outubro 2015 | 02h52

Revisão da meta fiscal

Meu Deus! Já entendi tudo. A presidente é uma agente argentina infiltrada no governo brasileiro, cuja missão é acabar com a economia do Brasil, levar o povo à miséria e, assim, tornar a Argentina líder do nosso continente. Só essa fantasia para suportar tanta estupidez e burrice quanto essa da flexibilização da meta fiscal. Socorro!

ANGELO RAPOSO

angelo.raposo@uol.com.br

São Paulo

Déficit

Começamos o ano anunciando superávit de 1,2% do PIB; em outubro, o esperado resultado positivo transformou-se em negativo, com déficit de 0,85% do PIB, algo em torno de R$ 50 bilhões. Faltando novembro e dezembro, o que ainda poderá acontecer de piora nas contas? E ainda há quem acredite que o País está solvente...

MARIO COBUCCI JUNIOR

maritocobucci@gmail.com

São Paulo

Falando em mentiras...

O lulopetismo em 2014 continuou mentindo, o povinho acreditou, votou e se ferrou. Agora chora a devolução do seu automóvel, a inadimplência do seu imóvel, seu nome no cadastro da Serasa, o imposto que não conseguiu pagar e agora está sujeito ao cartório de protestos, o seu plano de saúde a descoberto... E a pior das catástrofes: foi demitido, está desempregado e sem perspectiva de nova colocação. Enfim, está ferrado! Toda essa tristeza “sociofamiliar” está atrelada às promessas eleiçoeiras da nossa “presidenta”, que disse apelar ao diabo para se reeleger. Deu no que deu: ela se elegeu e quem foi parar no inferno foi o povo brasileiro.

ALOISIO DE LUCCA

aloisiodelucca@yahoo.com.br

Limeira

Desastre

Todos os sinais estavam aí e eu não vi. Uma nação de pobres com pouca instrução e um líder populista mal-intencionado. Deu no que deu.

FABIO MORGANTI

tao2@terra.com.br

São Paulo

CORRUPÇÃO

CPI da Petrobrás

Como já sabíamos de antemão, a CPI da Petrobrás terminou em nada. Comandada pela trupe petista e aliada, provou por que é que o Brasil vive atolado na corrupção. Essa CPI não fugiu à regra, teve de tudo, menos resultados. Teve ratinhos inocentes espalhados em plenário, quando as verdadeiras ratazanas tramavam, por fora, viagens dispendiosas a Curitiba para ouvir o silêncio dos inocentes – os “amigos do alheio” permaneceram surdos e mudos. E o mais revoltante é que o relator da comissão inocentou Dilma Rousseff, então presidente do Conselho de Administração da Petrobrás, que causou um prejuízo de quase US$ 1 bilhão ao autorizar a compra da refinaria de Pasadena (EUA). Passou em branco a denúncia da ex-gerente Venina Venosa da Fonseca, que, ao relatar o que tinha descoberto do sórdido esquema, ouviu do então diretor Paulo Roberto Costa, apontando para o retrato do Lula e para a porta do gabinete de José Sérgio Gabrielli: “Você quer derrubar o governo, você quer derrubar todo mundo?”. Portanto, são inconsistentes as afirmações do relator, deputado Luiz Sérgio (PT-RJ), de que as falcatruas não chegaram ao conhecimento de todos. Como se pode ver, podem não ter chegado aos ouvidos da comissão de inquérito por conveniência, mas são de pleno conhecimento de 93% da população brasileira.

SÉRGIO DAFRÉ

sergio_dafre@hotmail.com

Jundiaí

Sempre o PT

A atitude do relator Luiz Sérgio é de total irresponsabilidade, agindo como se fosse advogado dos petralhas. Pior a declaração de Gabrielli, ex-presidente da Petrobrás e também petralha, de que a corrupção na petroleira “é muito pequena”. Quanto cinismo, quanto descaramento!

HÉLIO CURY

heliocury@gmail.com

São Paulo

Assim pode?

Depois do resultado vergonhoso da CPI da Petrobrás, o sr. Gabrielli, navegando no mesmo barco, afirmou: “Os recursos drenados pelos casos de corrupção são muito pequenos diante do tamanho da estatal”. Com isso ele quis dizer que valores menores podem ser desviados?

JORGE EDUARDO NUDEL

jorgenudel@hotmail.com

São Paulo

Dinheiro de pinga

Para Gabrielli, o que foi desviado da Petrobrás foi muito pouco em relação ao tamanho da empresa. Pasmem! Essa opinião dá lenha para os petistas & cia. continuarem o assalto à Petrobrás. Precisamos perguntar ao Gabrielli qual é o limite aceitável para parar o roubo.

MARIO GHELLERE FILHO

marinhoghellere@gmail.com

Mococa

O desvio é pequeno, sim

Sou forçado a concordar com o sr. Gabrielli: o desvio na Petrobrás é relativamente pequeno. Vou dar um exemplo: a Refinaria Abreu e Lima (PE) foi orçada em US$ 2,5 bilhões. Com um pixuleco de 3%, foram desviados US$ 75 milhões. Para qualquer mortal é muuuuito dinheiro, mas para a Petrobrás é relativamente pouco. Só que a refinaria já custou quase US$ 20 bilhões e ainda não está pronta. Daí a conclusão: nos desgovernos do PT, ainda piores que a roubalheira são a infinita incompetência e a espantosa cara de pau com que olham para nós e fazem as mais cínicas afirmações.

CÉSAR GARCIA

cfmgarcia@gmail.com

São Paulo

Funcionária fantasma

Após oito meses de “trabalhos” e milhões de reais gastos, encerra-se a CPI com resultado zero. E agora vem o obtuso, prolixo, pusilânime sr. relator, medíocre ex-ministro, o deputado Luiz Sérgio, na falta do que relatar, criticar a Operação Lava Jato e o instituto da delação premiada. Lembremos que está ele sendo investigado por manter funcionária fantasma, paga com nosso dinheiro. Com certeza, com essa posição já se está preparando para justificar seus “malfeitos”. Não dá mais para suportar tanta incompetência e charlatanice.

ROBERTO CARDERELLI

robertocarderelli@gmail.com

São Paulo

Chamem o ladrão!

Alguém disse certa vez, em perfeita apreciação do que se passa no dia a dia político nacional, que no faroeste brasileiro o bandido quer prender o xerife. Melhor exemplo dessa distorção está aí, no risível relatório saído do porão da CPI da Petrobrás.

HOMERO VIANNA JR.

homeroviannajr@hotmail.com

Niterói (RJ)

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

 

DÍVIDA? QUE DÍVIDA?

 

A propósito das assertivas do lobista Fernando Baiano, colhidas na Operação Lava Jato, sobre a intermediação do pecuarista José Carlos Bumlai em favor de uma nora do ex-presidente Lula, a assessoria do ex-presidente emitiu nota afirmando categoricamente que “não existe a dívida (sic) de R$ 2 milhões mencionada na delação” (ver reportagem “Lula e amigo lobista trataram de contrato da Petrobrás, diz delator”, “Estadão”, 21/10). Confesso que boto a maior fé no desmentido. De fato, conhecendo a natureza do “esquema” e sabendo quem são seus protagonistas, não me passou jamais pela cabeça que de fato houvesse alguma dívida a ser um dia ressarcida pela nora de Lula. Além do que o valor tampouco seria de R$ 2 milhões, mas de R$ 3 milhões.

 

Silvio Natal silvionatal49@gmail.com     

São Paulo

 

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O ENVOLVIMENTO DE LULA

 

Até quando Lula vai conseguir negar tudo?

 

Robert Haller robelisa1@terra.com.br

São Paulo

 

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UM PAÍS ACHINCALHADO

 

Ao ler as reportagens sobre o melancólico fim da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobrás na Câmara dos Deputados, senti-me envergonhado de ter nascido neste país, que tem entre seus deputados federais aqueles que apresentaram um relatório concluindo que não tem nenhum político envolvido no assalto à Petrobrás. Mas a visão do escárnio à população, que trabalha para sustentar todos eles, é a naturalidade com que seus membros se comportaram diante da reação dos deputados que não se conformaram com a pantomina. O calhamaço sobre a mesa da comissão era impressionante, dando-nos uma ideia de quanto esta comissão nos custou, além da contratação inexplicável de uma agência de espionagem. Ficou evidente que o relatório foi produto de uma politicalha vergonhosa. Um relatório que não apontou nenhum político envolvido no maior assalto aos cofres públicos da história do Brasil ­– quando a Justiça já indiciou vários deles, a começar pelo atual presidente da Câmara – certamente dependeu de muita “criatividade” de seu autor. Não é possível que não exista nenhuma legislação ou mesmo uma norma no Regimento Interno daquela Casa para que os componentes da referida CPI respondam pelos seus atos. 

 

Gilberto Pacini benetazzos@bol.com.br

São Paulo

 

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CPI DA PETROBRÁS

 

O relatório de Luiz Sérgio, do PT do Rio de Janeiro, relator da CPI da Petrobras, é a mostra de um partido político, o PT, e seu funcionamento como partido-quadrilha. Não existe nenhum membro do partido relacionado com o assalto da Petrobrás engendrado por Lula, embora muitos deles sejam citados pela Justiça Federal e já haja até petistas na prisão. A CPI funcionou perfeitamente como organização de quadrilha, sem revelar nenhum nome de envolvido ou fato importante, motivo pelo qual foi inútil. Luiz Sérgio consumiu meses e recursos para apresentar relatório que poderá ser mais bem aproveitado nos banheiros do Congresso Nacional.

 

Fabio Figueiredo fafig3@terra.com.br

São Paulo

 

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NENHUM POLÍTICO

 

O valor da Petrobrás caiu de US$ 310 bilhões para US$ 33 bilhões, e o deputado Luiz Sérgio, do PT, não responsabilizou ninguém do governo por isso. Traiu a Nação!

 

Eugênio José Alati eugeniojalati@gmail.com

Campinas

 

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MAIS UMA RAPOSA NO GALINHEIRO

 

Colocar como relator da CPI da Petrobrás um militante histórico do PT só poderia dar no que deu: oito meses de trabalhos sem resultados significativos, apesar de tantas notícias escandalosas nacionais e internacionais que acompanhamos pela mídia. Este relator da CPI poupou de indiciamento todos os corruptos ligados aos petistas. Até quando vamos ter de conviver com esse tipo de embuste?

 

José Wilson de Lima Costa jwlcosta@bol.com.br

São Paulo

 

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NO FIO DO BIGODE

 

Ao relator não basta ter bigodes; antes, sim, é preciso ter vergonha na cara!

 

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

 

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CONCLUSÃO NENHUMA

 

E a CPI da Petrobrás terminou como todas as outras: em pizza. O relatório final do relator indicia pessoas “sem nome”. Genial, não? Ah, sim. Sugere, ainda, o indiciamento dos delegados da Polícia Federal por vazamento de informações. Que coisa mais ridícula. Não há nenhum político indiciado. Todos são inocentes, anjinhos. Eu ainda não sei por que não acabaram com as CPIs. São um palco de desfile de vaidades e não chegam a conclusão nenhuma, ou seja, chegam a conclusões ridículas e hilárias.

 

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

 

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A RAIZ DO PROBLEMA

 

Não é a delação premiada que precisa ser revista, como sugeriu o relatório final da CPI da Petrobrás, mas, sim, a imunidade parlamentar. Se acabarem com a imunidade parlamentar para crimes comuns, a epidemia de corrupção vai acabar e regredir para níveis normais. Que a ridícula CPI da Petrobrás seja a gota d’água para que o Brasil se dê conta de que não pode deixar os políticos julgarem os colegas políticos, caso contrário, continuaremos a ser o paraíso da impunidade.

 

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

 

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PALAVRÃO

 

CPI, só com palavrão mesmo. A da Petrobrás confirmou que CPI significa Coçação das Partes Íntimas.

 

Gilberto Dib gilberto@dib.com.br

São Paulo

 

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TEMPO PERDIDO

 

Após meses de investigações para apurar as falcatruas na Petrobrás, sabe o que aconteceu? Nada!

 

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

 

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IMBRÓGLIO BILIONÁRIO

 

Como já era esperado desde o início, o bilionário imbróglio da Petrobrás acabou em CPIzza. Vergonha!

 

J. S. Decol decoljs@globo.com

São Paulo

 

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CPI X LAVA JATO

 

Há uma locução latina (“animus decipiendi”, ou intenção de enganar, ludibriar, iludir) prevista no Código Penal, artigo 171, que se aplica como uma luva ao relatório da CPI da Petrobrás. Para entender dita locução, basta ler o jurídico e primoroso editorial do “Estadão” de ontem (“CPI condena Lava Jato”, 21/10, A3). O relator petista Luiz Sérgio (RJ) apresentou seu relatório totalmente eivado do vício de interesse partidário. Não indiciou ninguém das dezenas de parlamentares envolvidos na Operação Lava Jato, sob o vergonhoso argumento de que a CPI “não é Conselho de Ética”. E ele, agiu com ética? Seu relatório é tão despudorado, tão obsceno que chegou ao limite de sua falência moral como representante dos eleitores que o levaram ao Congresso Nacional. O relatório é tão absurdo que chegou ao “aberratio personae” (aberração, erro de pessoa) de transformar o acusador – no caso, metaforicamente falando, a Operação Lava Jato –, por excesso de delações premiadas, em indiciada e sujeita à condenação. Qual? Não sei. Será por injúria dos componentes da CPI que votaram pela sua admissão? Espero que se faça justiça, para homenagear o Direito.

 

Antonio Brandileone abrandileone@uol.com.br

Assis

 

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PELO MENOS UM

 

Só no Brasil a CPI da Petrobrás não declara nenhum político culpado. Eu, na minha humilde condição de brasileiro, teria ao menos um, o principal: Luiz Inácio Lula da Silva.

 

Laert Pinto Barbosa  laert_barbosa@globo.com

São Paulo

 

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O LADRÃO E A OCASIÃO

 

“Não é a ocasião que faz o ladrão. A ocasião faz o furto; o ladrão nasce feito” (Machado de Assis). Pois Machado está ultrapassado. Nossos políticos não esperam a ocasião, eles a criam.

 

Ely Weinstein elyw@terra.com.br

São Paulo

 

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O OVO E A GALINHA

 

Preço do petróleo torna o pré-sal inviável. Não iria ser o pré-sal a salvação da Pátria? A fonte inesgotável dos recursos para a educação e pela qual os políticos se digladiaram para maximizar o seu quinhão? Contaram com o ovo no corpo da galinha!

 

Níveo Aurélio Villa niveoavilla@terra.com.br

Atibaia

 

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O GOVERNO E A CORRUPÇÃO

 

Afirmação da presidente Dilma Rousseff em Helsinque, na Finlândia (20/10): “Meu governo não está envolvido em nenhum escândalo de corrupção”. Para a presidente Dilma, a condenação do ex- tesoureiro do PT João Vaccari Neto, elo do seu partido no esquema de corrupção da Petrobrás, a 15 anos e 4 meses de prisão não tem ligação com o atual governo. Parece gozação.

 

Edgard Gobbi edgardgobbi@gmail.com

Campinas

 

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RESPONSABILIDADE É PRECISO

 

Na segunda-feira (19/10) o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, lamentou “que seja de um governo brasileiro o maior escândalo de corrupção do mundo”. No dia seguinte (20/10), a presidente Dilma retrucou dizendo que seu governo “não está envolvido em nenhum esquema de corrupção. São pessoas que praticaram corrupção e elas estão presas”. Senhora presidente, as pessoas pegas e respondendo pelos seus atos no petrolão e na Operação Lava Jato, na grande maioria, não foram indicadas pelo seu governo e seus ministros? Se tivessem realizado importantes obras, estas não seriam realizações de seu governo? Seu argumento, tentando isentar-se de culpa, é o mesmo de um ladrão de galinhas, pego em flagrante, declarando que ele não rouba, são seus braços que estão roubando. Um pouco mais de lógica e bom senso, faça-nos o favor!

 

Silvano Corrêa scorrea@uol.com.br

São Paulo

 

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PARTE DO GOVERNO

 

Da base aliada do governo, o PT, o PMDB e o PP são os principais envolvidos na Operação Lava Jato. E dona Dilma vem dizer que seu governo não está envolvido? Recordando, o delator Paulo Roberto Costa diz que desde 2003 já haviam iniciado os desvios na Petrobrás, e a sra. fazia parte do governo, da Casa Civil, do conselho de administração da empresa. Foi coadjuvante dos governos petistas e agora está na Presidência.

 

Tania Tavares taniatma@hotmail.com

São Paulo

 

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DILMA E CUNHA

 

Joga pedra na Geni, joga bosta na Geni... Brasil, Pátria Educadora! Proibida para menores de 18 anos.

 

Luiz Ress Erdei gzero@zipmail.com.br

Osasco

 

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NÃO AJUDAM

 

As provocações entre a presidente Dilma e o atual presidente da Câmara em nada ajudam para diminuir a tensão entre os Poderes da República. E a oposição, por sua vez, insiste em protocolar pedidos de impeachment. São fatos que não ajudam a discussão sobre as soluções para os graves problemas sociais e da economia do Brasil. Ou seja, está faltando competência no quadro político e partidário, o que é lamentável, sob todos os aspectos.

 

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

 

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VERGONHA INACREDITÁVEL

 

O que se protagoniza no teatro político é, de fato, uma vergonha inacreditável. Negocia-se improbidade por improbidade! De lá – da desfaçatez – não virá solução para a Nação. A cidadania eleitoreira terá de proclamar em alto e bom som: “Assim não!”.

 

Harald Hellmuth hhellmuth@uol.com.br

São Paulo

 

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POLÍTICOS & CIA.

 

Demagogia, mentiras e dinheiro ilícito conduzem o mau político ao poder, e o cinismo lá o mantém. E olha que o Congresso Nacional esta à cunha!

 

Carlos Leonel Imenes leonelzucaimenes@gmail.com

São Paulo

 

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CARTAS NA MANGA?

 

Sr. Eduardo Cunha, que foi a esperança de um Legislativo independente do Executivo, faça agora um gesto de grandeza na direção do fortalecimento de nossas instituições: renuncie e diga tudo o que sabe sobre a podridão do governo atual. Vossa excelência se lembra do ex-deputado Roberto Jefferson? Pois bem, naquela ocasião, os fatos e os valores eram minúsculos em relação aos de hoje. O Brasil espera uma solução definitiva para este impasse, e que seja breve, enquanto ainda é tempo.

 

João Magro Ventura joaomv@terra.com.br

São Paulo

 

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CORRUPÇÃO

 

É incrível como os governos Lula e Dilma enganam o povo brasileiro. Não existem escrúpulos para eles. Não importa quem os apoia e quanto custa. Fazem o “diabo” para ganhar eleições à nossa custa, com mensalão, petrolão, BNDES, Eletrobrás e outros escândalos ainda não investigados. Fazem o meio de campo com o povão, pagando o bolsa “miséria” família, mas não geram empregos para os mais pobres, o que de fato resultaria numa elevação do PIB, pois a dependência deles mantém seus votos nas eleições. Em meados da década de 1960, aprendi na escola que éramos um país em desenvolvimento, assim como o Japão, a Coreia do Sul, países recém-destruídos pela 2.ª Guerra Mundial, como a Alemanha. E o que dizer, então, da China comunista? Mas não os seguimos como exemplo, pois existem países cujo desenvolvimento é muito mais exemplar para nosso governo, como Venezuela, Bolívia, Cuba, Argentina, Irã e Coreia do Norte. Que decepção! Acho que o caminho será o Aeroporto de Guarulhos.

 

Marcos Nersessian nerplan.m@icloud.com

São Paulo

 

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‘FORA ISSO’

 

No artigo “Fora isso” (15/10), o escritor Luis Fernando Veríssimo acerta ao afirmar que a história que se lerá depende de quem a escrever. Os defeitos e virtudes terão a dimensão que interessar ao seu autor. E conclui que o único defeito da administração do PT foi a corrupção. Com esse fecho, ele reafirma na prática sua tese. Tão vultosa quanto a corrupção foi a incompetência, que arrasou a educação, a saúde, a economia e a segurança. O Brasil está falido em todos os sentidos. A falta de competência não conta para Veríssimo.

 

Gastão Morato gastaomorato@gmail.com

São Paulo

 

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UNIÃO

 

Infelizmente, a vida política brasileira tem sido muito suja: um quer derrubar o outro para ganhar poder. Infelizmente, vem existindo muita corrupção, que causa decepção em todas as pessoas. Queremos vencer essa crise. Precisamos lutar, nos unir e, na hora da eleição, nos lembrar de cada nome que parou nosso país.

 

Marcos Luiz Mattos Penna ml-penna@bol.com.br

São Paulo      

 

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VOTO

 

Diz-se que o voto é o poder do cidadão de mostrar sua indignação política. Que voto? Aquele, cuja impressão cautelar foi vetada recentemente?

 

Haroldo Nader nader.haroldo@gmail.com

Valinhos

 

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DILMA NO GRIPEN

 

Com este clima de “cai, não cai”, se eu fosse aviador da Força Aérea Brasileira (FAB), não voaria de jeito nenhum no Gripen em cujo cockpit Dilma Rousseff posou para fotos. “No creo em brujas, pero...”

 

Frederico d’Avila fredericobdavila@hotmail.com

São Paulo

 

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NO INFERNO

 

Dilma disse que faria o “diabo” para ganhar as eleições, e hoje estamos neste inferno. Mentiras, difamações contra seus adversários, olhos fechados para a corrupção e gastos muito acima do Orçamento autorizado, para enganar seu eleitorado, empréstimos do BNDES para obras em países ideologicamente alinhados e economia desorganizada. Teve de aumentar os juros, recuperar preços dos combustíveis e energia elétrica, que estavam contidos, para agradar ao povo e cortar subsídios a setores apadrinhados. Resultado: inflação e recessão. Sem reconhecer seus erros, deixou de governar o País para agarrar-se a seu cargo. O Brasil que se dane. O que conta é o plano de poder eterno de Lula e do PT. Para salvar o Brasil, só impeachment já!

 

Carlos de Oliveira Avila gardjota@gmail.com

São Paulo

 

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IMAGINEM

 

Prezados deputados, palhaçada tem limite, até em circo! Visto que esperar bom senso e grandeza da presidente é vã utopia, o impeachment urge! Pautemo-nos pelos países sérios, pelas sociedades avançadas, pelas coletividades que funcionam, pelo mundo desenvolvido. Lugares estes nos quais se desenvolveu a tecnologia do computador, que uso para enviar este e-mail, do que usam para receber, da internet e, até mesmo, a tecnologia social que permitiu a instituição da República, da democracia, dos Três Poderes, das leis que harmonizam os diferentes interesses individuais e tantos outros avanços de tanta valia. Imaginem um escândalo desse nos EUA. Que tal na Alemanha? No Japão? Na Suíça? Peguem a lista dos 10 maiores PIBs “per capita” (se não souberem de cabeça, peçam para seus assessores entrarem no Wikipedia – mais uma criação “deles”). Imaginem uma situação dessas nesses lugares. Imaginaram? Pois bem, vocês sabem onde estaria Dilma Rousseff. Mas sabem também onde estariam todos vocês, se não agissem. A sociedade não aguenta mais! Não se tolera mais o assalto ao cofre público, como não se toleram mais essa promiscuidade na negociação de ministérios e os conchavos oportunistas, seja por alinhamento ideológico ou orçamentário. Mais vergonha na cara, por favor!  Isso aqui não é um circo a céu aberto, com 200 milhões de palhaços.

 

Gustavo Blasco gustavo@gcbinvestimentos.com

São Paulo

 

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RENÚNCIA, A SALVAÇÃO DO BRASIL

 

A crise se aprofunda a cada dia. Crise econômica, política e de confiança, levando os brasileiros à insegurança com o aumento diário do desemprego, da inflação e o consequente esfarelamento dos benefícios conquistados, alastrando a insegurança e a pobreza. Somam-se a isso o total desprezo e a insensibilidade das lideranças políticas pela realidade, ao abandonarem a sua função de compor a governança do País para se digladiarem no palco para a plateia do povo brasileiro, perplexa, que começa a mostrar vida, vaia o espetáculo e pede o impeachment dos artistas. O pedido de impeachment criou ambiente de guerra, com o governo sem condições para governar, concentrado e entrincheirado, montando as armas da defesa. Passam-se os meses, a crise se agrava e o nosso Brasil se afunda cada dia mais no caos. Para a presidente, existe o caminho da renúncia. Ato de grandeza dela, que sairia de cabeça erguida, por demonstrar amor e respeito pelo Brasil e pelos brasileiros, ao abrir o caminho para a integração de todos os esforços tendo por objetivo a harmonia entre os Poderes e a reconstrução da confiança, eliminando o alimento da crise, salvando o Brasil com os brasileiros. No caso do impeachment, sairá de cabeça baixa.

 

Fabio Ribeiro da Silva fabio.r.silva@uol.com.br

São Paulo

 

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DE VOLTA PARA O PASSADO

 

Ontem 21/10/2015, era a data hipotética para a qual viajaram 30 anos para o futuro os personagens do filme “De volta para o futuro” (“Back to the future”, em inglês), exibido em 1985. Se um dia for filmada a história do governo Dilma/Lula/PT, o filme vai se chamar “Back to the past” (de volta para o passado), eis que estamos fazendo o inverso, ou seja, voltando para a década perdida dos anos 80.

 

Luiz Henrique Penchiari luiz_penchiari@hotmail.com

Vinhedo

 

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O FUTURO NÃO CHEGA

 

Nem os criadores do filme “De volta para o futuro” esperavam por essa! Imaginem a decepção de Marty McFly estacionando sua DeLorean DMC-12 no Brasil, em 21 de outubro de 2015, o dia programado para o “futuro”, ao constatar que mal saímos de 1989. Pois é, McFly, previsões por aqui costumam falhar...

 

Ricardo C. Siqueira ricardocsiqueira@globo.com

Niterói (RJ)

 

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CINZAS E ESTRUME

 

Assim se passaram dez meses de Joaquim Levy e seu “ajuste fiscal” bombardeado pelo PT, amaldiçoado por Lula da Silva. Dez meses de invasão do bolso do contribuinte sem correspondentes sacrifício e contenção de gastos do governo. Dez meses de ameaça cruel: a CPMF. Dez meses nos quais o caos econômico em que Dilma Rousseff atolou o País não dá sinal de reversão, de mudança para melhor. A presidente da República se agarra a qualquer Lula, Temer, Renan, Sarney, Jader, Jucá e quejandos, contanto que lhe salvem da cova ou do buraco que ela própria cavou pelo despreparo para o cargo, pela soberba e arrogância desnecessárias, pela prepotência burra com que se houve em muitas situações, pela inclinação para o ilícito com ou sem pedal. A presidente atalha a realidade da qual escarnece com o verbo trôpego, desarticulado. O bate-boca com Eduardo Cunha para a imprensa mundial reafirma o impensável, o inacreditável, o inaceitável para um e outro presidentes de poder político máximo brasileiro. Constitui uma provocação a homens e mulheres do bem assistir a Renan Calheiros salpicar sabedoria e salvação da Pátria sob os holofotes. Logo ele, processado no Supremo Tribunal Federal (STF) por peculato, uso de documento falso e falsidade ideológica. Logo ele, arrolado no petrolão, mas poupado até o momento sabe “o diabo” por quê. Algumas fênix renascem das cinzas. Outras, do estrume. Em Brasília, nada se transforma, tudo se corrompe.

 

José Maria Leal Paes tunantamina@gmail.com 

Belém

 

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A REALEZA DE BRASÍLIA

 

Ao defender a recriação da CPMF, Dilma Rousseff disse que esse imposto é vital para o País e que não se trata de querer, e, sim, da necessidade de aumentar impostos. O jornal “O Globo”, a propósito, publicou no domingo uma matéria, assinada pelo jornalista José Casado, dando conta de que Dilma custa aos brasileiros o dobro do que custa a rainha Elizabeth II para os britânicos. E a monarquia consumiu em 2014 o equivalente a R$ 196,3 milhões, segundo relatório anual da Casa Real. Portanto, essa lorota de dizer que Dilma vai reduzir seu salário, o do vice-presidente e o dos 31 ministros a partir de novembro é um gasto simbólico, pois a gastança continua. E quem será punido? Os trabalhadores. O Minha Casa Melhor foi suspenso, assim como o Farmácia Popular e o Fies. Enfim, a mulher que fez “o diabo” para se reeleger aprendeu uma coisa, a gastar, e ainda colocou um boi de piranha chamado Levy para passar o chapéu. Quanta vigarice! A sociedade espera que ao menos o Congresso seja responsável e saiba cobrar responsabilidade de quem deveria tê-la e não tem.

 

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com  

São Paulo

 

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ENQUANTO ISSO...

 

Enquanto muitos trabalhadores estão ficando desempregados, outros, para garantirem o emprego, cortam na própria carne e se sujeitam a diminuir seus parcos salários para não perderem o emprego. Enquanto isso, este desgoverno continua mentindo dizendo fazer cortes de despesas. Ele sabe que o povo é carneiro e vai continuar trabalhando para pagar as contas dos sindicatos e seus afiliados mamando nas tetas deste desgoverno.

 

João Ricardo Silveira Jaluks joaosilver45@gmail.com

São José dos Campos

 

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SAMBA DOIDO

 

Ato 1: não houve pedalada (negação do governo e do PT). Ato 2: houve, mas todos fizeram (depois da descoberta; governo PT & Cia). Ato 3: foram feitas pedaladas, mas foi pelos pobres (quando não há como negar mais; governo e PT). Ato 4: fingem-se de surdos e mudos (governo e PT) quando se descobre que as pedaladas foram em maior parte para os empréstimos e a ajuda aos campeões, e pouco para os programas sociais. Ato 5: pedalou-se em 2015, um rombo até então no limbo e desconhecido. Ato 6: para dificultar o impeachment, agora pretendem quitar as pedaladas. Ato 7, final da história: um belíssimo rombo nas contas públicas ainda em 2015, então camuflado. Enquanto isso, no país das maravilhas, a dirigente máxima vê uma luz no fim do túnel, e uma travessia tranquila com enormes déficits. Dá para não ficar doidinho com este samba?

 

Luiz A. Bernardi luizbernardi@uol.com.br

São Paulo

 

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DÍVIDA BRASILEIRA

 

Para o Brasil não há Plano Marshall, mas o contribuinte brasileiro banca Plano Marshall para Venezuela, Bolívia, Peru e Argentina, sem falar dos países africanos. Ex-funcionários da Varig estão pagando o mico que Lula deixou como herança maldita e mais agora, com Dilma, que não tem capacidade de governar o Brasil. Já foi dito que uma solução é acabar com as bolsas, principalmente o Bolsa Família, que há anos vem apresentando fraude na mão de mandantes do Estado.

 

Yoshio Asanuma yasanuma2002@hotmail.com

São Paulo

 

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JOGADA

 

A ainda presidente Dilma Rousseff reage à pressão do ex-presidente Lula e diz que Joaquim Levy fica no Ministério da Fazenda. Essa é uma das conhecidas e habituais “jogadas” do PT para transferir a culpa da incompetência dos mesmos para os outros. Como a crise econômica vem se alastrando e o “rombo” vem crescendo, querem livrar a cara deles. Levy que se cuide ou saia fora antes que o mal aumente. Quem precisa sair, e logo, é a incapaz e mentirosa “governanta” que não governa, mas custa caro ao erário.

 

Luiz Dias lfd.silva@uol.com.br

São Paulo

 

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‘POR QUE LEVY CONTINUA?’

 

Muito oportuno o editorial do “Estado” de sábado “Por que Levy continua?”. Realmente, não se entende que, com tal desprestígio e desprezo, permaneça no Ministério. Não tem apoio do povo, muito pelo contrário, está abandonado pela presidente, que parece insistir na confirmação de sua permanência apenas por capricho ou para fortalecer sua falta de comando. É um estranho no ninho. Não conseguiu realizar nada do pretendido ajuste e enfraquece a cada dia que passa. Tudo indica que nada mais conseguirá. Sua figura é patética e sem impacto. Causa espécie e chega a gerar aflição. Não é comportamento patriótico, pois é inócuo. Lamentamos dizer, mas sua presença no momento não ajuda e compromete sua biografia. É motivo de crítica feroz e degradante tanto pelo PT como por Lula. O que será que faz o ministro permanecer?

 

Ulysses Fernandes Nunes Jr. Ulyssesfn@terra.com.br

São Paulo

 

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CADA UM NA SUA

 

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, segue, sim, a orientação da presidente da República, Dilma Rousseff. A presidente Dilma é a única pessoa que “orienta” o ministro Levy. E Joaquim Levy deve satisfação somente à presidente Dilma. Dilma não tem a obrigação de seguir a orientação de Rui Falcão, pois o presidente do PT não tem o direito de orientar a presidente da República. No sistema republicano, a presidente da República orienta o ministro da Fazenda e o ministro da Fazenda orienta o Ministério da Fazenda e o presidente do PT orienta o Partido dos Trabalhadores. Que cada um faça bem o seu papel, sem a ingerência de terceiros. Alô, Rui Falcão, cuide do PT, pois o PT corre o risco da proscrição política. Para o País é indiferente se o PT for proscrito. Mas a presidência da República e o Ministério da Fazenda são instituições imprescindíveis ao País!

 

Ney José Pereira neyjosepereira@yahoo.com.br

São Paulo

 

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O BRASIL E A ELEIÇÃO NA VENEZUELA

 

Enquanto o PT, Lula e Dilma continuam de cócoras para governos déspotas como o da Venezuela, o presidente Nicolás Maduro vetou a presença do ex-ministro Nelson Jobim, que iria representar a Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em missão da União das Nações Sul-Americanas (Unasul), como observador da eleição parlamentar que deve ocorrer neste país em dezembro. Nessas condições, mais uma vez o povo brasileiro é duplamente humilhado: tanto pelo governo venezuelano quanto pelo petista que se apequena, e literalmente demonstra não ter compromisso com o seu povo e a democracia. Não seria o caso de romper com o governo Maduro?

 

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

 

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A ESCOLHA DE DILMA

 

Clovis Rossi, no texto “Decisão põe sob suspeita uma votação já cercada de sombras por todos os lados”, com referência às próximas eleições da Venezuela e no tocante à lisura e higidez desta, está coberto de razão. A eventual desaprovação da indicação de Nelson Jobim, ex-ministro da Justiça e ex-ministro do Supremo Tribunal Federal, como observador do pleito venezuelano desacredita a dignidade soberana do governo Dilma Rousseff. Verdadeira “capitis diminutio” do Brasil perante a comunidade internacional. Portanto, uma de duas atitudes deverá ser tomada, não há uma terceira saída, como bem destacou o articulista. Ela, Dilma Rousseff, “ou referenda a indicação” de Nelson Jobim ou “denuncia o pleito (a eleição venezuelana) como viciado”. Ah, se o mentor estivesse consigo, já poderia ter se manifestado, é claro. Mas, como ele não a acompanha, então parece preferir tomar sua decisão no Brasil, que, espera-se, não seja “de uma covardia insólita”. Aguardamos.

 

Pedro Luís de Campos Vergueiro pedrover@matrix.com.br

São Paulo

 

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UNASUL REJEITA JOBIM

 

Tomô!

 

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

 

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TRAFALGAR, A ESQUERDA E A SERENDIPIDADE

 

No dia de ontem, nós, brasileiros deveríamos ter comemorado o aniversário da Batalha Naval de Trafalgar, que ocorreu há 210 anos, precisamente em 21 de outubro de 1805, envolvendo, de um lado, a Marinha Britânica, capitaneada pelo almirante Nelson, e as Marinhas Francesa e Espanhola, capitaneadas respectivamente pelos almirantes Villeneuve e Gravina. Esse evento histórico é tão importante para a América Latina, e particularmente para o Brasil, que causa espécie o fato de ele nunca ser comemorado, celebrado ou sequer comentado em “terra brasilis”. Desconfio de que o silêncio a respeito da Batalha de Trafalgar por nossa “intelligentzia” tenha que ver com a necessidade que esta sente de esconder a incompetência inacreditável da esquerda no mundo inteiro. A esquerda comemora a Revolução Francesa de 1789. Na realidade, ela é para ser lamentada, jamais comemorada, porque a França nunca se recuperou do desastre causado pela esquerda e sofre visivelmente até hoje as suas consequências. Uma das consequências da Revolução Francesa é que a esquerda no poder liquidou com a oficialidade da Marinha de Guerra francesa (os que ficaram foram guilhotinados, e a maior parte da oficialidade teve de fugir da França para não ter o mesmo destino). E o comando das belonaves francesas – que eram mais bem construídos do que os ingleses, eram mais rápidos que os navios ingleses e tinham armamento mais poderoso do que o dos navios ingleses – foi entregue à “cumpanherada” esquerdista – qualquer comparação com a administração petista tupiniquim não é mera coincidência, muito pelo contrário. E o resultado é que frequentemente marujos que antes lavavam o convés dos navios foram promovidos a tenentes, capitães, almirantes, etc. e a eles foi dado o comando das belonaves francesas (essa “lógica” valeu também para a armada espanhola, que estava subordinada à Marinha Francesa). Uma coisa inacreditável que a esquerda francesa fez naquela ocasião é que ela dissolveu – isso mesmo, caro leitor, por mais inacreditável que isso possa parecer, ela d-i-s-s-o-l-v-e-u – o comando de artilharia da marinha de guerra francesa, dispensando os artilheiros, sob a alegação de que representavam uma elite desnecessária. Assim, seguindo a mesma lógica que hoje norteia as ações dos petistas, a esquerda revolucionária francesa entregou o comando da sua marinha de guerra à marujada beócia, e o resultado foi que as marinhas de guerra combinadas da França e da Espanha foram fragorosamente derrotadas e aprisionadas pela marinha de guerra inglesa, inaugurando uma era de absoluto e total comando dos oceanos pela marinha real inglesa, comando esse que durou de 1805 até 1918. Foi a destruição das marinhas de guerra francesa e espanhola na Batalha de Trafalgar que permitiu a independência das nações que compunham a América Espanhola, pela incapacidade da Espanha de intervir no ultramar (já que ela deixou de ter uma marinha de guerra digna desse nome) e a inexistência da marinha de guerra francesa, para fins práticos, a partir de Trafalgar, é que permitiu a vinda em segurança da família real portuguesa para o Brasil, devidamente escoltada pela Marinha Real Britânica, transformando o Brasil de simples colônia em reino, que foi o primeiro passo para a nossa independência. A serendipidade é que, embora por motivos jamais imaginados pela esquerda na França pós-1789, muito antes pelo contrário, foi o desmantelamento da marinha de guerra francesa que acabou indiretamente permitindo a independência da América Latina e do Brasil. Quando vejo as depredações cometidas pela esquerda no Brasil, quando vejo que ela tomou de assalto os departamentos de Ciências Sociais das universidades brasileiras, quando vejo o que ela fez com a Petrobrás e com a economia, quando vejo que ela institucionalizou a corrupção, alçada à condição de política de Estado, só me resta torcer para que algum padrão de serendipidade hoje impossível de ser vislumbrado possa produzir efeitos positivos no futuro, a exemplo do que aconteceu com as depredações cometidas pelos esquerdistas franceses no século 19. E que Deus nos proteja se não for assim...

 

Fabio Monteiro de Barros Faria fabio.faria3@gmail.com

Santana de Parnaíba

 

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PÍLULA CONTRA O CÂNCER

 

O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), está de parabéns: ao acatar a liminar que liberava uma droga ainda em testes para uma paciente, ele extinguiu a necessidade de a Medicina e a indústria farmacêutica perderem tempo e enormes somas de dinheiro com estudos para validar ou não a eficácia e a segurança de um medicamento. Afinal, para que perder tempo e dinheiro com isso, se o STF tem todas as condições científicas para julgar se um medicamento é eficaz e seguro? O STF é a solução para a saúde pública mundial. Adeus estudos caríssimos e intermináveis! É o Brasil entrando definitivamente no Primeiro Mundo...

 

Marcus Fadel marcusvtf@gmail.com

Curitiba

 

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JUSTIÇA BRASILEIRA

 

Uma motorista alcoolizada mata duas pessoas que trabalhavam em área sinalizada numa via de São Paulo, foge sem prestar socorro e vai responder em liberdade ao processo daqui a não sei daqui quantos anos. Dá para entender o enorme número de mortos pelo mesmo motivo. Viva a impunidade...

 

Luíz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

 

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BANQUEIROS E BANCÁRIOS

 

Apesar de não ser bancário, noto que todos os finais de ano, sem exceção, as redes bancárias divulgam seus lucros, bilhões de reais, como se estivessem numa acirrada disputa. Logo, seria razoável que os banqueiros, até por uma questão de incentivo, concedessem um aumento de salário real aos bancários, estes os responsáveis pela conquista dos bilhões de reais auferidos por aqueles.

 

Eraldo Bartolomeu Cidreira Rebouças real742@yahoo.com.br

Poços de Caldas (MG)

 

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PRÊMIO ESSO

 

Muito merecido o Prêmio Exxon Mobil 2015. Parabéns aos jornalistas Paulo Saldaña, Rodrigo Burgarelli e José Roberto de Toledo pela série de reportagens “Farra do Fies”. A foto premiada de Dida Sampaio, de Brasília, reprisada na terça-feira (20/10), é o flagrante de um momento histórico. Parabéns, também, para Dida Sampaio na categoria Regional Sudeste, pelo especial “Favela Amazônia”, vencedor em parceria com o repórter Leonêncio Nossa. Orgulho de ser leitora do “Estadão”, que considero o melhor entre os melhores.

 

Ecilla Bezerra ecillabezerra@gmail.com

Peruíbe

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