Fórum dos leitores

CORRUPÇÃO

O Estado de S.Paulo

24 Outubro 2015 | 02h28

Pizzolato, o mensaleiro

Henrique Pizzolato já está no presídio da Papuda, em Brasília. Pena que nossa Justiça, em vez de prender o mandante do crime, só prendeu o “laranja”.

VIRGÍLIO MELHADO PASSONI

mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

Alvíssaras!

Enfim Pizzolato pisou lá (ops!)... na Papuda. Aguardará sequiosamente e para breve a retumbante chegada de seu tinhoso e nefasto chefão, ídolo e senhor inconteste do relho e cutelo das hostes petistas. É, tem gosto e tara para tudo neste tenebroso império do mal dos apavorados neoautofágicos petralhas diante de seu ardorosamente esperado (por nós) desfecho final. Celso Daniel vive!

KLAUS REIDER

vemakla@hotmail.com

Guarujá

Inveja

O Estadão “foi buscar” o Pizzolato, parabéns pelas fotos (23/10, A1 e A10). Expressivas. A Itália deu um “tapa de pelica” nos cumpanheiros? Ou foi um “murro no estômago” de quem, no último dia de seu mandato, concedeu asilo a um condenado pela Justiça italiana? Henrique Pizzolato deve estar morrendo de inveja de Cesare Battisti.

JOÃO PAULO MENDES PARREIRA

jpmparreira@hotmail.com

São Caetano do Sul

Fronteiras

O dr. Janot (procurador-geral da República) disse que não há fronteiras para criminosos, referindo-se a Pizzolato. Ledo engano, há, sim. Quando é que o governo brasileiro vai devolver à Itália o criminoso Cesare Battisti, que está há muitos anos no Brasil, sem ser incomodado?

ARLINDO O. A. GOMES DA COSTA

araujodacosta@gmail.com

São Paulo

Solto em um ano

Homem julgado, fugiu, não tendo cumprido a pena. O Estado gasta dinheiro do contribuinte e agora ele pode estar solto em um ano. Com a fuga a pena não deve aumentar? É triste mesmo!

STAFFAN MARTENDAL

staffan@aldoro.com.br

Rio Claro

Luz no túnel

Pequena lanterna ainda dentro do túnel: Pizzolato na Papuda e o dinheiro das contas “inexistentes” no Judiciário.

MILAN TRSIC

cra612@gmail.com

Ribeirão Preto

LULOPETISMO

O sigilo e o torno

O presidente da Câmara dos Deputados é um legítimo tipo integrante do atual governo brasileiro. Eles brigam, mas são iguais: mentirosos. Como é que o advogado dele entra com pedido de sigilo (no STF, sobre as contas bancárias no exterior) sem consultá-lo? “Eu não sei de nada!” Lembra-me a piada do operário que estava roubando um torno e, ao ser flagrado, disse que se tratava de uma brincadeira dos colegas, que o colocaram nas suas costas sem que visse. Não, não era elle. A piada é mais antiga.

M. MENDES DE BRITO

voni.brito@gmail.com

Bertioga

Despreparados

O bate-boca entre Dilma Rousseff e Eduardo Cunha, a que o povo brasileiro assiste em estado de apreensão, nada resolveu quanto aos graves problemas do Brasil, mas serve para mostrar o quanto os nossos políticos, com raríssimas exceções, não estão preparados para dirigir o País. Agem de forma infantiloide, desqualificando as funções que ocupam. Presidente da República, presidente da Câmara... eles não merecem esses títulos!

LEILA E. LEITÃO

São Paulo

Ambiente político

Voltando ao País depois de 20 dias lá fora, mais uma vez constatei com tristeza que não existimos para o mundo desenvolvido e civilizado. Mas pior do que isso é reencontrar tudo como estava antes e o ambiente político, que já era enojante, estar se tornando nauseabundo. Em breve faltarão termos para defini-lo.

EDUARDO A. DELGADO FILHO

e.delgadofilho@gmail.com

Campinas

Situação ruim

É triste, preocupante, revoltante que o nosso Brasil seja dirigido por esse lixo político que está aí. Como um país com tanta gente boa, competente, decente e trabalhadora pode estar nas mãos desse pessoal? Dilma, Lula, Cunha, Renan, ministros, presidentes de estatais, etc., formam o que há de pior na sociedade, levando anos de construção do País ao um beco sem saída. Como vamos sair disso? E de que forma? Temos líderes capazes de alterar esse quadro ruim?

ANDRÉ COUTINHO

arcouti@uol.com.br

Campinas

Guerra simulada

Campo minado, terra arrasada. Será isso o que sobrará do Brasil quando essa disputa pelo poder tiver fim ou mais três anos com um poste fincado no meio do caminho passarem?

ULYSSES F. NUNES JR.

ulyssesfn@terra.com.br

São Paulo

Remando contra a maré

Excelente o artigo Nessa canoa furada (23/10, A2). O jornalista Fernando Gabeira conseguiu abordar com inteligência e clareza vários temas que estão levando este desgoverno a remar contra a maré. Um dos temas que chamam a atenção é o fato de Dilma, de caso pensado, colocar adversário no governo, Joaquim Levy, que propõe medidas duras e impopulares, as quais tendem a fracassar, enquanto Lula e o PT querem a sua substituição. Com o fracasso de Levy, os irresponsáveis que causaram as dificuldades econômicas que o País está passando vão sorrir de alegria, enquanto o povo paga um preço alto pela inflação, pelo desemprego e pela corrupção.

JOSÉ WILSON DE LIMA COSTA

jwlcosta@bol.com.br

São Paulo

Ao ministro Cardozo

O senhor já fez a sua parte ajudando Dilma a fazer o diabo. Agora, antes que o metamorfose ambulante o faça correr, licencie-se para tratamento de saúde.

PAULO DE OLIVEIRA BARROS

dr.paulobarros25000@gmail.com

São Paulo

ELEIÇÃO NA VENEZUELA

Preocupadíssimo

O Palácio do Planalto está muito preocupado com a decisão do Tribunal Superior Eleitoral de não enviar observador para as eleições na Venezuela. Isso é de suma importância: seria um upgrade de aperfeiçoamento da metodologia para burlar eleições.

IVAN BERTAZZO

bertazzo@nusa.com.br

São Paulo

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

 

INFLAÇÃO EM 2017

 

Os futurólogos do Banco Central anunciaram que a inflação somente voltará ao invejável nível de 4,5% ao ano em 2017. Mas, como pairam nuvens pesadas sobre o horizonte brasileiro, não foi possível precisar em que mês isso ocorrerá. Logo, podemos ficar acima dessa meta por até 26 meses. No mundo real e dos sérios, o anúncio significa que os juros continuaram acima da estratosfera, o crescimento abaixo do solo e o desemprego caminhando para o pleno.

 

Abel Pires Rodrigues abel@knn.com.br                                    

Rio de Janeiro

 

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NORMALIDADE ADIADA

 

O adiamento da nossa meta de inflação de 4,5% para 2017 é emblemático. Mostra como as nossas crises – política e econômica –, como irmãs siamesas, estão retardando a solução de nossas atuais e sérias dificuldades, para que voltemos a uma normalidade institucional e financeira, fundamental para o crescimento sustentado que tanto estamos necessitando ter.

 

José de A. Nobre de Almeida josedalmeida@globo.com

Rio de Janeiro

 

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DÉCADAS PERDIDAS

 

No Instituto Lula, Nelson Barbosa disse esta semana que a receita do governo recuou ao nível de 2001 e defendeu o ajuste fiscal com a CPMF. Vamos voltar a 1950. Incrível como nossos economistas no governo não percebem que, quanto mais oneram as empresas, menor a base de arrecadação. Como escreveu o doutor Roberto Quiroga, estão matando a galinha de ovos de ouro. Uma pena, serão décadas perdidas.

 

Israel Sapiro isapiro@copel.com.br

São Paulo

 

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NÃO DESISTEM...

 

A proposta de retorno da CPMF foi enviada inicialmente em setembro ao Congresso Nacional com o objetivo de cobrir o rombo orçamentário da ordem de R$ 40 bilhões oriundos das “pedaladas fiscais” de dona Dilma. A grita foi geral, o governo recuou e anunciou um pacote de aumento de tributos, mas ainda contemplando o imposto do cheque. Não vingou. Duas derrotas, mas não desistiram. A Saúde, então, seria a beneficiada com os recursos do famigerado imposto. Nova chiadeira e mais um recuo. No dia 14/10, no plenário da Câmara dos Deputados, o ministro Joaquim Levy, da Fazenda, em tom ameaçador, afirmou que sem o imposto do cheque há riscos para importantes programas de proteção ao trabalhador e para a Previdência, que ficaria seriamente comprometida. “É para isso que a gente quer a CPMF”, concluiu. Será, ministro? Três tentativas não tiveram sucesso e esta quarta tem grandes chances de também ser refugada. E, se isso acontecer, qual será o novo ministério a ser beneficiado? Talvez a Educação, cobrada em prosa e verso pela população em razão de seu estado caótico de ensino e instalações. Os demais ministérios não renderiam votos e a derrota seria certa.

 

Sérgio Dafré sergio_dafre@hotmail.com

Jundiaí

     

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DESMEMORIADO

 

Em 1999, no programa “Roda Viva”, da TV Cultura, o ex-presidente Lula disse em alto e bom som o seguinte sobre a CMPF: “A CMPF é uma extorsão oficial e um roubo. Uma usurpação do direito dos trabalhadores”. Ou seja, o PT sempre foi assim: na oposição, tudo contra o governo; no governo, tudo a favor deles – e só deles, sempre deles. Acorde, Lula, o sr. fala muito e nem lembra mais do que fala?

 

Jani Baruki Mends janibaruki@bol.com.br

São Paulo

 

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LUTA CONTRA A CPMF

 

É preciso dar um basta na perniciosa política de aumentar impostos sempre que o governo quebra o País. A luta contra a CPMF deve ser feita em superlativas manifestações de rua, bem superiores às  de março, abril e agosto. Povo na rua assusta estes enganadores, corruptos e incompetentes. Ainda está em tempo de pressionar o Congresso, e a “oposição” precisa fazer a sua parte. Chega de enganações! Ficar só mandando mensagens pela internet não adianta nada! Multidão indignada é que resolve,  vide as demonstrações da História. Em tempo:  quando é que serão divulgadas as negociatas com o nióbio, mineral estratégico para a indústria aeronáutica e aeroespacial, assunto mencionado na época do mensalão e, rapidamente depois, esquecido?

 

João Alfredo Castelo Branco contracorr@gmail.com

São Paulo

 

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NAS MÃOS DE QUEM?

 

Se a CPMF for a única saída para equilibrar as contas, o povo se sacrificará e aceitará. O que não concordamos é com que ela seja administrada pelos políticos que aí estão.

 

Marcos Catap marcoscatap@uol.com.br

São Paulo

 

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QUEM PARIU QUE EMBALE

 

Sempre que se fala em equilíbrio do Orçamento, o movimento natural é olhar para o bolso do povo. Mas será que já não é hora de a politicagem bancar essa conta?

 

Ricardo C. Siqueira ricardocsiqueira@globo.com

Niterói (RJ)

 

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A CONTABILIDADE DO GOVERNO

 

Mais uma vez teremos um ano de déficit fiscal. O governo federal arrecada 36% do Produto Interno Bruto (PIB) e gasta 45%. O rombo do ano passado foi de R$ 32 bilhões. O deste ano será de R$ 76 bilhões. Essa é a conta que e o ilustre ciclista Guido Mantega deixou para os brasileiros pagarem. E este homem ainda tem a pachorra de se indignar quando alguém o insulta num dos caríssimos restaurantes paulistanos que frequenta. E o patrão dele diz que tem a consciência tranquila. Será que o inferno é aqui?

 

Jose Severiano Morel Filho morel@sunriseonline.com.br  

Santos

 

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GOVERNO QUER ZERAR PASSIVOS

 

Na balbúrdia em que vive o governo Dilma, continuando a “pedalar” neste ano, o foco do momento indica ser o de “zerar passivos com bancos”, leia-se com bancos públicos, dos quais ela usa dinheiro sem poder. Melhor faria a ilustre presidente Dilma Rousseff se tomasse a mesma medida em relação aos 40% da população brasileira de cidadãos adultos endividados, inadimplentes por culpa exclusiva de seu nefasto governo bolivariano.

 

Mario Cobucci Junior maritocobucci@gmail.com

São Paulo

 

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A CRISE POLÍTICA

 

Dona Dilma prometeu diminuir ministérios e cortar 3 mil cargos de comissionados, acenando à população que estava fazendo sua parte, cortando gastos. Em primeiro lugar, tudo não passou de um teatro: além de distribuir ministérios ao baixo clero e acomodar os ministros em outros cargos, Dilma resolveu adiar o corte dos comissionados até passar a crise, pois, segundo o governo, as dispensas poderão abrir novas alas de insatisfação e acelerar o impeachment da presidente. O Brasil está parado? Que importância tem? Dilma usa cargos para amarrar apoios, deu aval para as nomeações de segundo e terceiro escalões e não se descuida de Eduardo Cunha, que a qualquer momento pode aceitar o pedido de impeachment. O povo brasileiro assiste a essa queda de braço, estarrecido. O mais importante é se manter no poder, mesmo não tendo a menor condição de fazê-lo. E depois vem Joaquim Levy com sua cantilena de que só a CPMF para salvar o País. Ministro, olhe à sua volta e veja quanta gordura é possível cortar. Esqueça o bolso do trabalhador, que só paga e nada recebe de volta.

 

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

 

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TAXEMOS O ‘PIXULECO’

 

O ministro Joaquim Levy deveria ser informado de que existem leis no Brasil. O ministro tem falado bravatas quando ameaça que, se a CPMF não voltar, não haverá dinheiro para pagar direitos trabalhistas e previdenciários, despesas obrigatórias e que não podem ser alteradas por decreto. Muito antes deixar de pagar a Previdência por falta de dinheiro, o governo tem uma infinidade de outras despesas que poderiam e deveriam ser cortadas. Se quiser insistir no aumento de impostos, o ministro deveria criar o imposto sobre o “pixuleco” (ISP) e o imposto sobre o caixa 2 dos partidos políticos (ISC2PP). Esses impostos recairiam apenas sobre os mais ricos e não prejudicariam a população honesta e trabalhadora, como fará a CPMF.

 

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

 

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APERTANDO O CINTO

 

Dilma Rousseff disse que temos de “apertar o cinto”. Dona Dilma, e como fazer aqueles que nem cinto têm mais?

 

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

 

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INADIMPLÊNCIA

 

Em setembro passado, 57 milhões de pessoas tinham dívidas em atraso, segundo a Confederação Nacional dos Dirigentes de Lojas. Quero crer que, destes, 43.287.668 votaram na dona Dilma, e os restantes... coitados desses restantes.

 

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

 

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CRISE? QUE CRISE?

 

É, a situação não deve estar tão ruim, não. Cerveja liberada nos estádios de futebol do Rio de Janeiro e sendo vendida a R$ 7,00, com o pessoal pagando. Que crise é esta? Devem estar é bem de situação. Por isso que eu acho que o governo está é certo em aumentar impostos, recriar a CPMF, etc.

 

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

 

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REALISMO E FÉ

 

Às vezes ouço algumas pessoas dizendo que a população em geral exercita o pessimismo, e até líderes religiosos falam que não existe crise quando se tem Jesus Cristo. Pois bem, eu acho legal e fundamental ser otimista ou ter perspectivas. O que não podemos é ser cegos, alienados, adaptados ou acomodado, etc. à realidade do País. Vivemos uma crise na economia nacional, em que os preços das mercadorias sobem diariamente; as taxas de juros estão elevadas, o dólar quase dobrou nos últimos meses, o desemprego só aumenta e o poder de compra dos consumidores só diminui (é o meu caso). E tudo isso é reflexo de atos políticos, pois somos, infelizmente, dependentes de ações dos políticos eleitos. E, como os ilibados são raros no Congresso e no Senado, tendo em vista os próprios presidentes das Casas, o governo Dilma (PT) “ainda” manipula! Enfim, em crise, ser realista é diferente de ser descrente. Amém!

 

Alex Tanner alextanner.sss@hotmail.com

Sumaré

 

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A OPOSIÇÃO NECESSÁRIA

 

Não dá mais para esperar. A oposição tem de apoiar as medidas que restaurem a governabilidade deste país. Especialmente as preconizadas pelo ministro Joaquim Levy, que não são, efetivamente, apoiadas pela presidente e pelo PT. É tudo o que espera a nossa população consciente.

 

Helio Teixeira Pinto helio.teixeira.pinto@gmail.com

Rio de Janeiro

 

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VENDENDO DÍVIDAS

 

A notícia de que o Ministério da Fazenda divulgou esta semana uma lista com os 500 maiores devedores inscritos na dívida ativa do País e que isso irá objetivar a criação de um fundo lastreado nesses créditos nos faz pensar que não basta a presidente querer ensacar vento; agora, pretende vender créditos impagáveis, mesmo porque um deles é da própria Petrobrás.

 

Claudio Mazetto cmazetto@ig.com.br  

Salto

 

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ABSURDOS E SOFRIMENTOS

 

A situação política brasileira parece uma peça do teatro do absurdo. A presidente Dilma não consegue governar, mesmo pagando o que a base aliada exigia. Lula e o PT querem animar a economia e (pasmem) aumentar os gastos com os programas sócias, sem saber de onde vêm os novos recursos e investimentos para tal (mais impostos?). Querem trocar o ministro da Justiça, pois a Polícia Federal está passando dos “limites” de sua investigação, chegando perto do líder máximo e de sua família. Eduardo Cunha está usando um processo contra crime (impeachment) para se livrar de seu, e por aí vai. Enquanto isso, o povo brasileiro está abandonado à própria sorte, sofrendo as consequências de altas de inflação e juros, o desemprego e a degradação da qualidade de sua vida. Até quando?

 

Omar El Seoud ElSeoud.USP@gmail.com

São Paulo

 

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TÉDIO

 

A falta de definições sobre as questões políticas e econômicas que são o coração da crise que assola o País, bem como a morosidade e o excesso de postergações e recursos impetrados na Justiça estão trazendo cansaço e tédio à população brasileira. Há uma espécie de briguinha infantil entre o presidente da Câmara e a presidente Dilma, entre Brasília e a Curitiba da Operação Lava Jato. Há um desgaste que advém das notícias sobre a crise hídrica, sobre o Bolsa Família, sobre a subida do dólar, etc., etc., etc. A autoestima do povo está baixa e nem a perspectiva do Natal próximo anima a população.

 

Mário Negrão Borgonovi marionegrao.borgonovi@gmail.com 

Rio de Janeiro

 

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NATAL 2015

 

Natal sem Dilma ou Natal com CPMF. O que você prefere?

 

Silvio Leis silvioleis@hotmail.com

São Paulo

 

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DESPESAS DO GOVERNO

 

Ouvi nossa presidente nos informando que precisa aumentar os tributos porque tem de pagar as despesas do governo e lembrei-me de algumas que ela quer continuar pagando. Quer pagar ao governo de Cuba pelo envio de médicos em regime de escravidão que recebem salários de miséria, enquanto o governo cubano recebe muitas vezes mais do que é pago a quem trabalha. Lembrei-me de que há cerca de 1 milhão de “pescadores” que nunca viram um anzol na vida, mas que recebem cerca de R$ 5 bilhões do governo. Surpreendeu-me saber que os aposentados rurais e os pensionistas têm vários bilhões de rombo – ouvi falar em 80, mas até para o PT e sua tecnologia de petrolão me pareceu muito –, e sempre achei esquisito que os desembolsos do salário desemprego tenham dobrado quando chegamos a 4,9% de desempregados. A União Nacional dos Estudantes (UNE) construiu uma sede fantástica com dinheiro recebido do governo. Para quê? Presta contas para quem? Quanto recebem os sindicatos que se multiplicaram muitíssimo sem que jamais tenham de prestar contas desse dinheiro público? Os pagamentos a ONGs foram feitos pelo Ministério do Esporte para descobrir que suas sedes eram em terrenos baldios? São essas as despesas “necessárias” para as quais temos de pagar mais tributos?

 

Aldo Bertolucci accpbertolucci@terra.com.br

São Paulo

 

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CARGOS DE DESCONFIANÇA

 

Foi divulgado esta semana que no governo do senhor Luiz Inácio foram criados cerca de 20 mil cargos de “confiança” e no governo de sua sucessora, mais 14 mil. Enquanto a descoberta de escândalos, em escala estarrecedora, vai-se sucedendo, vemos que uma das causas da facilidade com que os salteadores operaram decorreu  justamente do prévio aparelhamento de cargos-chave no governo e nas estatais. Donde concluo que a opinião pública tem de se conscientizar e repudiar essa prática tão entranhada nos governos de todos os níveis. Não se trata de afirmar que funcionários de carreira não possam se corromper, pois a realidade já mostrou que ocorre, mas aqueles que têm uma maior ligação com a empresa ou órgão público a que servem estão muito menos propensos a atitudes criminosas do que aqueles que já são colocados com essa missão precípua. A disparidade dos números de cargos de confiança em nações mais desenvolvidas e o Brasil também é um indicador de que há uma grande distorção a ser urgentemente corrigida. Temos de prestigiar o concurso público e abominar as indicações políticas que só visam a dar emprego a correligionários ou a armar grandes esquemas de assalto ao patrimônio público.

 

Níveo Aurélio Villa niveoavilla@terra.com.br

Atibaia

 

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ECONOMIA DE FACHADA

 

O governo federal anuncia que vai economizar até nos salários da presidente e de seus ministros. Por que não cancelam todos os cartões de crédito com gastos sigilosos? A economia seria milhares de vezes maior.

 

Mário A. Dente dente28@gmail.com

São Paulo

 

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DUPLA NEFASTA

 

Quanto mais tempo a nefasta dupla Lula/Dilma se mantiver no poder, mais tempo o Brasil permanecerá no imbróglio político/econômico. Sob sua direção, o Brasil está ladeira abaixo, sem freio e sem perspectiva de reverter a caótica situação. Um dos fatores que poderiam amenizar a imagem negativa e reduzir despesas é o gigantismo da máquina pública, com dúzias de ministérios e 130 mil comissionados; um insuportável ônus com objetivos eleitoreiros, sem que melhore a eficiência funcional, mas que inviabiliza investimentos e a melhoria nas precárias obrigações básicas governamentais. Mesmo assim, Lula e Dilma teimam em permanecer no poder.

 

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br

Vila Velha (ES)

 

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PAÍS SÉRIO

 

Num país onde o presidente de direito, Dilma Rousseff, o presidente de fato, Lula, o presidente do Senado, Renan Calheiros, o presidente da Câmara federal, Eduardo Cunha, estão envolvidos em graves corrupções e não param de fazer acordos espúrios para cada um salvar a sua própria pele; e onde o Supremo Tribunal Federal está atrelado e submisso ao governo federal, pode ser considerado um país sério? Claro que não! Por essas razões, os estrangeiros não estão investindo no Brasil, e, como consequência, a recessão, a inflação, o desemprego e a violência aumentam a cada dia. Será que vale a pena esperar até 2018 para ver o que vai acontecer? Não podemos nos esquecer de que na Argentina a presidente Cristina Kirchner é a principal responsável pelo empobrecimento de 30% da população.

 

Luiz Felipe Schittini fschittini@gmail.com

Rio de Janeiro

 

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MENSAGEM

 

A mensagem que o governo Lula/Dilma/PT mais o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal (STF) passam para todos os brasileiros é a seguinte: não esperem que haja um governo, não estamos aqui para isso. O que queremos é só nos manter no poder, a qualquer custo. Vocês virem-se! Não esperem que vamos ajudá-los porque não temos a menor intenção de fazer o País andar e melhorar. O que queremos é nos equilibrar e tentar corrigir qualquer interferência que nos faça cair por causa de nossos atos anteriores. A presidente dedica 100% do seu tempo a atividades para ter certeza de que não será deposta. Os chefes do Senado e da Câmara também. Lula e o PT se viram para evitar que se saiba mais do que já sabemos: seus trambiques e os de seus familiares.

Para salvar a própria pele, todos têm a convicção de que estão tendo sucesso e negam tudo. Não são nem nunca foram responsáveis por nada, a corrupção é dos outros, nunca deles, mesmo tendo família e filhos sendo acusados. Quebraram o Brasil com sua inépcia, ineficiência, desonestidade e irresponsabilidade nunca antes vistas. A única proposta que têm é o aumento de impostos. Governar responsavelmente, o que inclui desde a escolha de pessoas qualificadas e honestas para ministérios e departamentos, plano eficiente para eliminar a extensa crise pela qual passamos, nem pensar. Sua solução é comprar aliados, tentar barrar ações na Justiça e irresponsavelmente indicar a mesma política econômica que levou o País para o buraco, dobrando os mesmos erros. Com este governo, o Brasil segue rápido em queda livre, sem nenhum perigo de melhorar.

 

Maria Tereza Murray terezamurray@hotmail.com

São Paulo

 

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MAIS 45 DIAS

 

O presidente do Senado, Renan Calheiros, concedeu 45 dias para o governo se explicar sobre as “pedaladas fiscais” de 2014. São 45 dias para retardar a honestidade. É uma vergonha! Possivelmente, ele deve ser do Clube das Contas Suíças Irregulares. E essa história acabará em pizza suíça. Mas, nas próximas eleições, o eleitorado não esquecerá.

 

Henrique Oti Shinomata shinomata35@gmail.com

São Paulo

 

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JOGADA SUJA

 

É incrível e inegável, porém, mesmo que se queira, não há como não definir o óbvio da sujeira, da hipocrisia, do cinismo dos políticos corruptos e desonestos no “pudê”. Basta ver que, até pouco tempo atrás, Dilma Rousseff tinha Renan Calheiros como inimigo político absoluto. Contudo, repentinamente, como num toque de mágica, tornaram-se amiguinhos novamente. Tanto que este, por sua vez, concedeu novo prazo extra de 45 dias para a apresentação da defesa do governo na Comissão Mista de Orçamento (CMO). Quanto será que nos custou mais essa jogada suja? Vergonhoso! Nojento! 

 

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

 

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EMPURRANDO COM A BARRIGA

 

De 45 em 45 dias, e mais 70 até o juízo final, dona Dilma continua, no popular, a ferrar o Brasil.

 

Olavo Fortes Campos Rodrigues olavo_terceiro@hotmail.com

São Paulo

 

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A EXTRADIÇÃO DE HENRIQUE PIZZOLATO

 

A Itália decidiu corretamente ao extraditar o brasileiro (e também italiano) Henrique Pizzolato, criminoso por ter roubado verba do Banco do Brasil S.A. no contexto do mensalão. A Itália também decidiu corretamente ao aceitar que os criminosos italianos Cesare Battisti, que assassinou alguns conterrâneos dele, e Salvatore Cacciola, criminoso por ter fraudado o mercado de câmbio brasileiro. Henrique Pizzolato roubou um banco estatal brasileiro. Salvatore Cacciola fraudou o mercado de câmbio em conluio com diretor do Banco Central do Brasil. Cesare Battisti foi “absolvido” pelo então presidente Lula. A Itália tem criminosos suficientes para prejudicar o país. Vide a máfia. Pensando assim, as autoridades do Estado italiano decidiram deixar no Brasil os seus cidadãos italianos criminosos. Como Pizzolato e Cacciola cometeram crimes em instituições oficiais do Brasil e Battisti fora “prestigiado” pelo presidente da República, então, que o Brasil tenha a responsabilidade, o dever e a obrigação de custeá-los no Brasil. Lugar de refúgio de criminosos é no Brasil, não na Itália.

 

Ney José Pereira neyjosepereira@yahoo.com.br

São Paulo

 

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TROCA JUSTA

 

E afinal, Henrique Pizzolato voltou ao Brasil! Proponho que se faça um escambo envolvendo Henrique Pizzolato e Cesare Battisti! Que tal trocarmos um petista corrupto julgado e acusado como mensaleiro por um reles assassino julgado e condenado pelos tribunais italianos? Acho que será bom para ambas as partes, todos saem ganhando, Brasil e Itália! Até quando o criminoso protegido de Lula gozará de liberdade e facilidades no Brasil?

 

Mara Montezuma Assaf montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo

 

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OS AUTOMÓVEIS DE FERNANDO COLLOR

 

Desde que sofreu impeachment, o ex-presidente Fernando Collor vem demonstrando ódio contra tudo e todos, inclusive quando seus preciosos carros sofreram apreensão para saldar dívidas com o petrolão. Agora, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori  Zavascki manda devolvê-los, apontando Collor como fiel depositário dos bens. Ora, é o mesmo que entregar dinheiro para louco rasgar, porque, até o processo terminar e com todo o ódio vomitado por Collor, os automóveis poderão ser vandalizados, servir de mira num ataque de raiva, e nada será devolvido à Petrobrás. Teori Zavascki não deveria ficar como avalista?

 

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

 

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CPI DA ‘PÍLULA DO CÂNCER’

 

“Deputados querem abrir CPI da ‘pílula do câncer’” (“Estadão”, 23/10, A20). Os deputados estaduais paulistas ficaram com inveja do papel ridículo que os federais fizeram com a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobrás e arranjaram 42 assinaturas para fazer o mesmo, ou pior, com um tema que atinge pessoas carentes e fragilizadas? É desesperador!

 

M. Mendes de Brito voni.brito@gmail.com

Bertioga

 

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FAZ-ME RIR

 

A CPI da Petrobrás foi concluída ontem e, pasmem, não sugeriu o indiciamento de nenhum político, apenas de empreiteiros e ex-funcionários da estatal que já estão no processo da Operação Lava Jato – além de João Vaccari Neto, que já está preso. Gastaram mais R$ 1 milhão, e ficou por isso mesmo. Só poderia ter sido relatada pelo sr. Luiz Sérgio. De quem? Do PT e do Rio de Janeiro. Quer coisa melhor? Parabéns.

 

Urias Borrasca urias@mercosulrefratarios.com.br

Sertãozinho

 

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CPI, VERGONHA NACIONAL

 

Melhor seria se a CPI da Petrobrás não tivesse existido. Do que adiantou tanto estardalhaço, tanto dinheiro gasto para, no fim, dar no que deu – todos os políticos serem inocentados. Para mim, a CPI da Petrobrás não foi em vão, descobri como os nossos Três Poderes não são nada poderosos, muito pelo contrário, estão ocupados por uma mesma quadrilha, que se divide em facções que ocupam toda a coisa pública no Brasil. Analisem comigo: onde já se viu mais de 60 deputados arrolados pela CPI da Petrobrás não serem nem sequer ouvidos? Como um deputado comprovadamente ladrão, no caso, Eduardo Cunha, pode ainda ser presidente da Câmara federal e, pelo andar da carruagem, deve ele ainda varar o ano na presidência da Casa? Agora, a pergunta que não quer calar: como salvar o Brasil, se o primeiro passo ainda não foi dado, ou seja, a limpeza do Congresso, uma varredura no Parlamento e, se preciso for, começar do zero?

 

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@hotmail.com

São Paulo

 

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LAVA BRASIL

 

A esta altura da gravíssima quadra de sua história recente, em que o País se vê atolado numa crise econômica, política e moral de proporções gigantescas, é absolutamente imperioso que se faça a Operação Lava Brasil. Desse jeito, não é possível prosseguir. Basta!

 

J. S. Decol decoljs@globo.com

São Paulo

 

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OMISSÃO DE DADOS

 

É inaceitável que o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB/SP), e o secretário da Segurança Pública, Alexandre de Moraes, omitam dados e estatísticas sobre a violência policial e as mortes causadas por policiais. A estratégia de fatiar as informações com balanços picotados é típica de quem tem algo a temer e quer esconder a verdade da sociedade. Omitir informações públicas viola a transparência, a publicidade e o direito de informação dos cidadãos. Alckmin já tentou impor sigilo sobre os contratos do metrô, dos trens, da Sabesp, da Polícia Militar e, agora, faz o mesmo com as mortes cometidas pela sua Polícia. São práticas condenáveis, muito mais próximas das adotadas por ditaduras do que por governos democráticos e que atuam sob a luz do dia. Alckmin e Moraes querem mascarar a falência da segurança pública em São Paulo e impedir que as pessoas saibam a verdade.

 

Renato Khair renatokhair@uol.com.br

São Paulo

 

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POLÍCIA LETAL

 

“Polícia mata 3 a cada 2 dias em São Paulo” (“Estadão”, 23/10, A21). Para os pobres, existe a vingança; para os afortunados, poderosos e privilegiados, existem os direitos e muita tolerância. Por quê? Não somos todos iguais perante a lei? Se as coisas continuarem caminhando desta forma medieval, em breve, metade da população pobre deste país estará morta ou jogada nestes depósitos sucateados de gente. É óbvio que todo criminoso é um demente e insano, e não importa a que classe social ele pertença. O dissenso existe quando um poderoso ou afortunado que comete crime é contemplado com a mordomia prisional e absolutamente todos os direitos garantidos. Mas, se o delito for cometido por um pobre, pode ser o mesmo tipo de crime, ele imediatamente é apontado como o mais cruel dos bandidos e jogado em presídios desumanos, passando anos esquecido em jaulas enferrujadas e com seus direitos legais  tolhidos. Onde está o princípio de isonomia?

 

Leuzza Rodrigues leuza.m@gmail.com

São Paulo

 

 

 

 

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