Fórum dos leitores

MASSACRE EM PARIS

O Estado de S.Paulo

18 Novembro 2015 | 02h55

Não basta condenar o terror

Os líderes religiosos muçulmanos, sunitas e xiitas, têm a missão urgente de convocar uma conferência islâmica mundial para definir alguns conceitos religiosos, entre os quais se destaca o de jihad. Em falso nome deste, foram recentemente massacrados civis no Líbano, explodidos turistas em pleno voo no Egito e metralhados inocentes em Paris. A conferência deve dar definição clara de jihad e detalhar, inequivocamente, as condições em que um muçulmano deve participar e como fazer isso, uma vez que jihad não significa, necessariamente, luta armada. Em seguida, deve levar esses esclarecimentos, com vigor, aos quatro cantos do mundo. Tal caminho de combate ao fanatismo pseudorreligioso levará tempo para dar frutos. Mas no fim dará certo, pois a História nos ensinou que a razão, e não a repressão, acaba sempre vencendo. É dessa jihad, sim, que nós precisamos!

OMAR EL SEOUD

elseoud.usp@gmail.com

São Paulo

No inferno

Os que matam covardemente inocentes em ensandecidos ataques terroristas eivados de ódio mundo afora não podem estar agindo em nome de seu deus, mas somente do demônio que habita a alma deles. Em vez do prometido paraíso repleto de virgens, vão acabar se danando no merecido inferno. Basta!

J. S. DECOL

decoljs@globo.com

São Paulo

No Brasil

Na França, numa noite, 129 mortos. No Brasil, 143 assassinatos por dia! Todos os dias, 365 dias por ano! E ninguém faz nada, ninguém liga. Aqui, os monumentos se mantêm vermelhos o ano todo. De vergonha.

A. FERNANDES

standyball@hotmail.com

São Paulo

Não acerta uma

É melhor guardarmos o que disse a presidenta Dilma Rousseff: “Não há preocupação com o terrorismo porque estamos muito longe”. Nos últimos cinco anos ela não acertou uma. Portanto, vamos pôr as barbas de molho.

JOSÉ ROBERTO IGLESIAS

rzeiglesias@gmail.com

São Paulo

PETROBRÁS

A casa caiu

Agora “deu ruim” para Lula e Dilma, que foram definitivamente envolvidos no escândalo da compra da refinaria de Pasadena (EUA). Senão, vejamos. Segundo declaração à força-tarefa do Ministério Público Federal, o novo delator da Operação Lava Jato, o engenheiro Agosthilde Mônaco de Carvalho, o ex-diretor da área Internacional da Petrobrás Nestor Cerveró disse-lhe que a compra daquela refinaria poderia “honrar compromissos políticos”. Foi além: após visitar a usina e verificar que se encontrava em péssimas condições de conservação, alertou Cerveró, que lhe respondeu: “Não se meta, Mônaco, isso é coisa da Presidência”. E a decisão sabemos qual foi. A máscara caiu. Pobre Brasil. Mônaco que se cuide!

JOSÉ CARLOS ALVES

jcalves@jcalves.net

São Paulo

A pilhagem como regra

Os relatos sobre a compra de Pasadena feitos por delatores na Lava Jato mostram como fomos assaltados por uma quadrilha sem caráter e sem vergonha. O fato de agora implicarem o ex-presidente da Petrobrás Sérgio Gabrielli finalmente vai mostrar o quanto o PT e seu alto escalão estão enredados nessa história da pilhagem da estatal. Vai a cada dia chegando mais perto daquele que se acha o salvador da pátria, mas, na verdade, é o grande saqueador da pátria. Fomos assaltados por um partido cujos integrantes só pensam em se manter no poder e se tornar milionários. A falta de caráter e hombridade é tal que assombra quem não está acostumado com tanta sem-vergonhice. Se não continuarem com essas investigações, a oportunidade de desmascarar um sem-número de políticos e assessores nunca mais será igual. Fora, assaltantes!

MARIA TEREZA MURRAY

terezamurray@hotmail.com

São Paulo

Terríveis decisões

Os projetos das refinarias Premium I e II, uma no Maranhão e outra no Ceará, foram abandonados, nem saíram do papel. Porém causaram um prejuízo de R$ 2,7 bilhões! Tudo por causa de uma decisão do Lula, então presidente da República, corroborada por Dilma, presidente do Conselho de Administração da Petrobrás na época. Resoluções completamente contrárias a recomendações técnicas apontadas por auditorias externas e por órgãos da própria Petrobrás. E são esses os dramáticos personagens que há mais de 12 anos nos vêm governando...

EUGÊNIO JOSÉ ALATI

eugeniojalati@gmail.com

Campinas

Rombo

Laudo da Polícia Federal aponta rombo de R$ 42 bilhões na Petrobrás durante o governo petista entre 2004 e 2014 – justamente do partido que era o arauto da decência e da moralidade quando na oposição. Já que o governo federal está precisando de muito dinheiro para fechar suas contas, a sugestão é concitar seus companheiros a devolverem o dinheiro surrupiado da estatal e incentivar a delação premiada, principalmente do ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, de 57 anos de idade e condenado a 15 anos de prisão no âmbito da Operação Lava Jato.

LUIZ BIANCHI

luizbianchi@uol.com.br

São Paulo

Tudo tem limite

Como se não bastasse a terrível situação a que nos levou a incompetência do desgoverno Dilma, somada à generalizada e institucionalizada corrupção do PT no poder, tivemos ainda essa greve de funcionários da Petrobrás (que continua na Bacia de Campos). A pretensão deles: pôr o País de joelhos, paralisando a produção de óleo e gás até o atendimento de suas reivindicações. E o que eles querem? Evitar a privatização (?) da empresa e o ajuste fiscal que este governo nem sequer começou de fato. Agora, quando se tenta sanear as finanças e restabelecer o desempenho produtivo da Petrobrás, eles são contra, não se importando em afundá-la mais ainda. Enquanto os governos petistas dilapidavam e saqueavam a empresa, com corrupção e barbaridades político-administrativas, esses funcionários jamais se manifestaram. Não se importam com o imenso estrago que suas ações impõem ao mercado de trabalho e à economia, já tão debilitada, e não se nota da parte do governo e do PT nenhuma atitude mais efetiva contra essa insanidade. Tudo tem limite e já está passando da hora de se promover de fato a privatização da Petrobrás, a fim de tirá-la das garras do PT e associados e devolvê-la ao povo.

PAULO T. SAYÃO

psayaoconsultoria@gmail.com

Cotia

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

 

DESASTRE EM MARIANA, TRAGÉDIA INSTITUCIONAL

 

Supram, Semad, Copam, Sisema, Feam. O que essas siglas têm em comum? Todas estão envolvidas no desastre em Mariana (MG). Nenhum desses órgãos governamentais do Estado de Minas Gerais conseguiu evitar o rompimento das barragens em Mariana ou reduzir o risco da atividade mineradora sensivelmente. Isso revela não a culpa desses órgãos, mas a ineficiência na sua operação para atividades de risco. Se nenhum desses órgãos conseguiu impedir o desastre, é preciso, então, perguntar se algum deles conseguirá reduzir os riscos de um próximo evento. Conseguirão? Não acredito, se o enfoque do debate continuar o mesmo. A mídia, em geral, e a população alarmista não colaboram para um debate construtivo. Não é a “voracidade por lucros” ou a negligência da mineradora Samarco e de seus controladores que fizeram as barragens se romperem. O que a Samarco e seus controladores ganhariam sendo negligentes e elevando o risco de desastre? Não podemos esperar também que o viés jurídico e técnico do Ministério Público encontre, no tempo recorde de 30 dias, todas as respostas para essa complexa questão política. A atribuição de responsabilidade atenderá aos interesses das populações afetadas? E o mais importante: impedirá que outros desastres voltem a ocorrer na mesma extensão presenciada? Reduzirá riscos? É importante ressaltar que não existe qualquer evidência nesse sentido na literatura internacional sobre gerenciamento de crises e mitigação de riscos. A investigação sobre os fatores que levaram a esse desastre deve partir de um enfoque mais amplo: sobre como funcionam os órgãos governamentais envolvidos. As decisões tomadas por esses órgãos “antes” que esse evento acontecesse. Vejamos: a Superintendência Regional de Regulamentação Ambiental (Supram) e a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) emitiram as licenças de operação, o Conselho Estadual de Política Ambiental (Copam) aprovou essas licenças, o Sistema Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos de Minas Gerais (Sisema) afirmou que a barragem do Fundão estava em situação regular e a Fundação Estadual do Meio Ambiente (Feam) apontou o alto risco, mas assegurou a estabilidade da barragem. Ora, como se vê em informações coletadas em matérias jornalísticas, é possível concluir que todos esses órgãos falharam nas suas auditorias ou nos seus respectivos sistemas de fiscalização. Alguns argumentam, contudo, que licenciamento nada tem que ver com risco, logo, se algo der errado, a culpa recai sobre quem assumiu o risco. Outros defendem o extremo oposto, enfatizando a legalidade da operação, eximindo de culpa quem gerenciava o risco. Nenhum desses argumentos contribui para a reformulação das políticas públicas que tratam de atividades de riscos. É preciso cuidado com formalidades e simplificações que tentam explicar (e encerrar) questões complexas, bem como evitar atribuir a responsabilidade a setores e órgãos específicos. O Ministério Público, assim como o governo federal, rapidamente apontou como causa do desastre “erro de operação e negligência no monitoramento”. Mas de quem, só da Samarco? As populações vulneráveis e com alta exposição a riscos apenas se tornarão mais resilientes se a máquina pública exigir que o setor privado esteja comprometido com o bem-estar da população em risco, como defendeu com lucidez o prefeito de Mariana. E, para que esse comprometimento do setor privado reflita nas decisões empresariais, é necessária uma administração pública mais transparente, participativa e eficiente. E para que ocorra maior transparência nas decisões conjuntas, ampla participação da população no desenvolvimento de políticas públicas e eficiência na implementação dessas decisões, é preciso um maior equilíbrio entre o poder que vem de cima e de baixo. Os órgãos executivos de Minas Gerais devem melhorar seus canais de governança para atividades de risco, especialmente no que se refere à expansão dos espaços para o debate público, do treinamento de seus funcionários e do monitoramento dos códigos de conduta. Da mesma forma, os movimentos populares devem continuar se organizando para reivindicar uma maior influência nas questões, atuais e futuras, que afligem seu dia-a-dia. Foi a falta deste equilíbrio político, questão mais relevante do que o jogo de culpas, que impediu um menor número de perdas humanas e de enormes prejuízos econômicos e ambientais nessa tragédia institucional.

 

Marvin Starominski-Uehara m.uehara@uq.edu.au

Austrália

 

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SAMARCO

 

Pessoal, preste atenção: a mineradora Samarco reconhece o erro no rompimento das barragens em Mariana (MG), a situação é assaz grave e, pacificamente, está cooperando e assumindo tudo o que lhe está sendo exigido. Mas que sejamos comedidos, não tão exagerados, senão matamos a galinha dos ovos de ouro, o que, convenhamos, em vez de remediar, vai piorar a situação. Com a mesma intensidade ou até maior ainda, deveríamos exigir de um governo que nos deixa na mão até nas obrigações mais elementares (saúde, educação, segurança, infraestrutura, etc.), mas nos tunga mais de cinco meses de trabalho no ano sob a forma de impostos e, em contrapartida, em quase nada nos atende. Que se exija da Samarco, mas sem exagero.

 

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br

Vila Velha (ES)

 

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NEGLIGÊNCIA

 

Diante do rompimento das barragens em Mariana (MG), registro, aqui, uma indagação: será que não houve negligência ou mau gerenciamento dos órgãos governamentais no tocante ao monitoramento e acompanhamento de ações de segurança, ou seja, não havia fiscalização dos agentes públicos nas barragens que se romperam? Os governantes não são corresponsáveis pela tragédia ocorrida?

 

Aloisio Pedro Novelli celnovelli@terra.com.br

Marília

 

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PREVISÍVEL

 

O rompimento da barragem da mineradora Samarco em Mariana (MG) era previsível e poderia ter sido evitado. Existem outros desastres anunciados no Brasil esperando a hora de acontecer. Um acidente nas usinas nucleares de Angra dos Reis pode acontecer a qualquer momento e transformar aquela região num deserto inabitável para sempre, como já ocorreu em Chernobyl e em Fukushima. Os resíduos radioativos das usinas de Angra são armazenados de forma precária e podem causar problemas devastadores, muito piores que o lixo tóxico de Mariana. O governo não age, não previne nada, espera acontecer para, depois, dizer que não sabia de nada. O governo continua tentando superfaturar a construção da usina de Angra 3 antes de ter resolvido satisfatoriamente o problema do armazenamento dos resíduos radioativos de Angra 1 e Angra 2. Até quando o Brasil será vítima do seu péssimo governo?

 

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

 

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BARRAGENS DE MINERADORAS

 

O rejeito da mineração fica (ou ficava) armazenado nestas barragens, misturado com uma água tóxica. Até quando as mineradoras pretendiam manter essa situação? A solução adotada para os resíduos não é sustentável. Se pretendessem manter essa situação para sempre, deveriam adotar medidas de segurança, tal como fazem as usinas nucleares com os seus rejeitos, que são armazenados com segurança, até que a ciência descubra como torná-los inativos. Nunca ocorreu às mineradoras esvaziar pelo menos a água dessas barragens? A maior densidade dos resíduos de ferro faz com que se decantem, enquanto a água fica na superfície; essa água, evidentemente, deveria ser tratada, antes de ser jogada no rio, mas o esvaziamento diminuiria em muito o peso sobre a barragem, reduzindo, assim, o risco de uma ruptura. Além disso, uma lama mais viscosa não percorreria mais de 100 ou 200 metros.

 

Wilson Roberto Gava wilsonrgava@gmail.com

São Paulo

 

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O PODER PÚBLICO NOS DESASTRES

 

Na recente tragédia mineira, Dilma Rousseff, tal qual o presidente George W. Bush fez em Nova Orleans, realizou turismo demagógico na região. Cada um passou, tardiamente, pelos respectivos locais de tragédias, e não liberaram os recursos emergenciais necessários. Nossa presidente, atestando sua incapacidade, liberou recursos para aumentar a fiscalização. É mais uma demonstração da incompetência e corrupção petista. A falta de fiscalização e remessa de laudos realizados por auditores atestando que era um local seguro, sem revisão ou fiscalização, só podem ser atos de incompetência, corrupção ou ambos. Seria mais adequado parar de cuidar de currais eleitorais por meio do Bolsa Família, tal como ocorria em triste passado. Estou falando da era do coronelismo que vem sendo praticado pelos lulopetistas. A presidente Dilma, ou o presidente de fato, Lula, tem de passar a governar o Brasil para todos os brasileiros. Um ato digno seria conceder um justo salário a milhares de pessoas que precisam de trabalho e “bolsas família”, através de contratos temporários, na recuperação das áreas afetadas, com orientação de técnicos. Seria bem melhor para o Brasil do que a “esmola eleitoreira”. Quando li a reportagem que dizia que Dilma teve aprovação de 94% numa só cidade que depende inteiramente do Bolsa Família, fiquei enojado. Um país que precisa sair da recessão precisa parar de conceder esmolas. Precisa gratificar dignamente estes mesmos necessitados com obras públicas. Será que nossa presidente e nosso ministro da economia faltaram às aulas sobre história da economia? Além disso, aproveitando a Olimpíada de 2016, deveriam deixar as ruas e roteiros turísticos seguros, de modo que os viajantes não receiem vir ao Brasil, já que os próprios turistas brasileiros têm receio de passear pelo País. Turismo é uma fonte fantástica de recursos, mas, convenhamos, ao andar pelas ruas e praias de Copacabana, Flamengo e Ipanema não há um só momento de tranquilidade e segurança, tanto para os residentes locais quanto para os turistas. Diariamente há um pequeno assalto, pedintes, balas perdidas ou um linchamento dantesco, como aconteceu no último fim de semana. O Brasil não necessita de mais tributos, ao contrário, as lições econômicas são de que menos tributos resultam numa maior arrecadação, especialmente em momentos de crise. Vão estudar, pelo amor do País!  Não existem milagres econômicos! Só façam o que deve ser feito para o bem do País, ou deixem eu outros o façam.

 

José R. M. Soares joserubens@federmacedoadv.com.br

São Paulo

 

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ROMPIMENTO DE BARREIRAS

 

O rio de lama, em que se transformou o Rio Doce só não chegou a Brasília porque o Congresso Nacional não admite concorrência com o seu mar.

 

Gilberto M. Costa Filho marcophil@uol.com.br

Santos

 

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TRAGÉDIAS E TRAGÉDIAS

 

Pelo ocorrido em Paris, monumentos apresentaram-se com as cores francesas. Pelo ocorrido em Mariana, Brasília nada precisou fazer: a lama é onipresente.

 

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

 

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MORTES EM PARIS

 

Fiquei, como todo ser humano, sensibilizado com os atentados em Paris que vitimaram de forma estúpida 129 pessoas, e muitas foram as manifestações de pesar de leitores pela forma brutal como essas vidas foram ceifadas. Em São Paulo foram mortos 125 policiais militares, autoridades representando o Estado, a lei e a ordem, em 2015. Temos de rever essas mortes no atacado e varejo que nos causam tanta dor. Temos de colocar uma tarja preta também na bandeira de São Paulo.

 

Jorge Peixoto Frisene jpfrisene@zipmail.com.br

São Paulo

 

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NOITE DE PÂNICO E TERROR

 

É inacreditável e injustificável a onda de terror que varreu e cobriu de sangue a capital francesa na noite de sexta para sábado (13/11), que deixou Paris e toda a França em estado de medo e pânico. Depois do atentado ao jornal “Charlie Hebdo”, no dia 7 de janeiro, que deixou 12 vítimas fatais, agora a cidade luz foi abalada numa sequência de ataques de xenófobos terroristas com explosões e tiros, deixando um rastro de mortos e feridos, além de muita destruição nas ruas, restaurantes e na casa de shows Bataclan. Foram 132 mortos confirmados e mais 350 feridos, alguns em estado grave. A carnificina deixou a França e o mundo de luto, enquanto um grupo de fanáticos, facínoras e radicais religiosos intitulados representantes do Estado “Islâmico” resolveu assumir a autoria dos atentados. Agora, será que o islamismo é isto que se viu na França na sexta-feira 13? Tenho minhas dúvidas... Esta é mais uma prova de covardia e extremismo do radicalismo e do fanatismo religioso, da imbecilidade humana do fim dois tempos. A sociedade brasileira e mundial está consternada e solidária com o povo francês, especialmente com as famílias das vítimas dessa barbaridade, deste atentado abominável que vitimou dezenas de pessoas inocentes. Como pode alguém matar tantas pessoas em nome de uma ideologia e fanatismo doentio? É algo que nem Deus é capaz de perdoar, tamanha a atrocidade desumana deste grupo de fanáticos que matam e destroem famílias em nome do criador. O terror não pode vencer a paz.                      

                            

Turíbio Liberatto turibioliberatto@hotmail.com

São Caetano do Sul

 

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O INÍCIO DO FIM?

 

O mundo anda muito louco. A intolerância e o ódio tomaram o lugar do respeito ao próximo e do amor. Estamos perdendo o princípio e os valores adquiridos ao longo da “evolução” da humanidade. Evolução entre aspas mesmo, pois parece que estamos retroagimos, em vez de evoluirmos. Onde iremos parar dessa maneira? Seria o passo inicial para o começo da terceira guerra mundial, ou o início do fim? Como seres humanos e sociedade, precisamos resgatar valores que andam se perdendo e gerando tanta intolerância. O lema da revolução francesa, “liberdade, igualdade e fraternidade”, parece estar resgatando o termo “morte”, que andava obscuro e fazia parte do lema francês, ironicamente, por jihadistas.

 

Giovani Lima Montenegro giovani.limamontenegro@gmail.com

São Paulo

 

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ATENTADO NA FRANÇA

 

O problema é que cristãos e islâmicos só têm em comum o monoteísmo. Daí o sectarismo político-social e excludente. A solução, a mim me parece, é a tolerância geral e irrestrita entre diferentes civilizações.

 

Lourenco Julio Cesar Paolini lourencojcpaolini@gmail.com

São Paulo

 

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‘EU TE DAREI O CÉU’

 

A lógica homicida do Estado Islâmico é simplória, mas de um apelo poderoso entre fanáticos fundamentalistas e a massa de muçulmanos pobres, sem horizonte no desumano mundo capitalista. Os asseclas da organização terrorista acreditam que quem mata um infiel (aquele que não é muçulmano ou cultiva valores ocidentais) está se livrando definitivamente da possibilidade de castigo eterno, pois, segundo Maomé, um infiel e seu assassino jamais estarão juntos no inferno. Operações militares assépticas, conduzidas à distância, como num jogo de videogame, não serão suficientes para pôr fim ao enorme poder agregador dessa lógica alvissareira, que promete um céu eterno e paradisíaco para seus seguidores.

 

Túllio Marco Soares Carvalho tulliocarvalho.advocacia@gmail.com

Belo Horizonte

 

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GUERRA SANTA

 

Se o deus deles é forte, deixem que ele puna quem o ofendeu.

 

Hilmar Januário da Silva hilmar@conflan.com

São Paulo

 

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GUERRA E PAZ

 

Será que agora, depois deste pavoroso banho de sangue em Paris, o mundo vai compreender que, para aniquilar o maldito Estado Islâmico (EI), precisamos nos unir (ONU) e invadir a Síria, o Iraque e o Iêmen? Só “limpando” estes três países é que destruiremos o EI pela raiz! Às vezes, para haver paz, é preciso haver guerra! Pensem nisso.

 

Sérgio Eckermann Passos sepassos@yahoo.com.br

Porto Feliz

 

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SEMEANDO O CAOS

 

Os Estados Unidos, França e demais aliados atacam e matam em países árabes, como aconteceu e acontece no Afeganistão, no Iraque, na Líbia e na Síria. Agora, não podem estranhar a forte imigração para seus países e ataques como este de Paris. O Ocidente semeia o caos e vai passar a colher o caos em seus próprios territórios, numa guerra em que não adiantam nem bombas atômicas nem grandes exércitos.

 

Heitor Vinna P. Filho bob@intnet.com.br

Araruama (RJ)

 

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DIÁLOGO COM OS TERRORISTAS

 

Presidente Dilma Rousseff, o mundo e, especialmente, a França aguardam angustiados que a senhora ponha em prática o diálogo com o Estado Islâmico em que, na Assembleia da ONU, a senhora declarou tanto acreditar.

 

Wilfrido Veronese wilfridoveronese@hotmail.com

Brotas

 

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AOS OLHOS DO GOVERNO BRASILEIRO

 

Será que Dilma ainda pretende dialogar com Estado Islâmico? E o senhor Cardozo, continua crendo no progresso esperado dos jihadistas? Que Deus console as famílias das vítimas!

 

Sergio Cortez cortez@lavoremoveis.com

São Paulo

 

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REAÇÃO

 

Parecem tímidas, ou mal divulgadas, as condenações por grupos religiosos islâmicos aos atos terroristas levado a cabo em Paris. Tanto que até a “rainha” no parlamentarismo moreno brasileiro deu mais pitacos que os islâmicos sobre o terror, e nem precisou falar muito sobre o “acidentezinho” em Mariana (MG), com algumas mortes de pobres e de peixes.

 

M. Mendes de Brito voni.brito@gmail.com

Bertioga

 

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NOSSO INFERNO

 

Nosso terrorismo diário, em todos os sentidos, tem nome, sobrenome, endereços, cargos públicos, etc., e a Operação Lava Jato está desvendando uma pequena parte deste nosso inferno: corrupção!

 

Tania Tavares taniatma@hotmail.com 

São Paulo

 

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MAIS PODRES DE PASADENA

 

A situação está preta para Lula e Dilma Rousseff, porque, quanto mais se mexe no petrolão, aumenta a fedentina para os lados do Planalto. Na 20.ª fase da Operação Lava Jato, denominada pela Polícia Federal de “Corrosão”, a excrescente compra pela Petrobrás da Refinaria de Pasadena, nos EUA, ganhou novos contornos graças às declarações do novo delator Agosthilde Mônaco de Carvalho. Sobre o substituto na estatal de Pedro Barusco (que hoje dorme em casa com tornozeleira eletrônica), Roberto Gonçalves, preso nessa operação, recaem denúncias de que recebeu de propina pela negociata da refinaria R$ 16 milhões. Porém, o total supostamente pago entre outros diretores e políticos atinge a cifra de US$ 15 milhões, ou R$ 57 milhões. E o ex-presidente da Petrobrás, Sérgio Gabrielli, que tem escapado das algemas, vai ter de se explicar melhor para a Polícia Federal, porque o tal delator Agosthilde afirmou que foi ele quem forçou a compra da refinaria em razão de uma “dívida política”. Ou seja, Gabrielli já teria garantido à Construtora Odebrecht, mesmo antes de fechar este negócio vil, a obra de reforma total desta mais que obsoleta empresa nos EUA. Foi dito que, aliás, Pasadena era motivo de chacotas dentro da Petrobrás, porque altos funcionários da empresa sabiam dessa compra superfaturada, que deu prejuízo de US$ 792 milhões à estatal. Compra que foi autorizada por Dilma Rousseff, quando no governo Lula era presidente do Conselho de Administração da Petrobrás. Ou seja, mais um crime de responsabilidade, além das pedaladas fiscais, cometido pela atual presidente da República.

 

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

 

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JIHADISTAS DO ESTADO BRASILEIRO

 

Apesar dos poderosos jihadistas infiltrados nas estatais, agências reguladoras e até nos tribunais brasileiros – em destaque, o Supremo Tribunal Federal (STF) –, a Lava Jato do juiz Sérgio Moro está prestes a desmascarar, como simples ladrão, o terrorista que arquitetou o desmanche das instituições brasileiras. É questão de dias. Se Deus quiser, e Ele quer.

 

Nilson Otávio de Oliveira noo@uol.com.br

Valinhos

 

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TERROR

 

Para um povo que tem o PT no governo e o PSDB e o DEM na oposição, como se preocupar com o terrorismo do Estado Islâmico?

 

Carlos Gonçalves de Faria sherifffaria@hotmail.com

São Paulo

 

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‘O PT SECOU’

 

Lula, o “filho do Brasil”? O “pai dos pobres”? Não! Lula, aquele que enganou milhões de eleitores, banalizou a corrupção e a mentira nestes 13 anos de governo, desrespeitou as instituições independentes do País, procurou impedir a livre expressão da imprensa e, principalmente, se tornou um péssimo exemplo para as atuais e futuras gerações. Lula, “o traidor da Pátria”.

 

Celso Nobuo Kawano Junior cn.kawano@gmail.com 

Embu das Artes

 

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LULA NO GOVERNO

 

Causa-me espécie o sr. Lula da Silva instalar-se no Palácio do Planalto e ditar ordens como se presidente fosse, sem ter sido eleito para tanto. Até quando permitiremos os desmandos e desatinos deste tiranozinho terceiro-mundista? Quem este senhor pensa, imagina ou supõe ser?

 

Halle Abdo Dib hallecorporate@gmail.com 

São Paulo

 

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ESTADO LULOCRÁTICO DE DIREITOS

 

Lula não tinha o direito de pôr Dilma na Presidência da República. Mas Lula pôs Dilma na Presidência da República. Lula não tinha o direito de depor Dilma da Presidência da República. Mas Lula depôs Dilma da Presidência da República. Lula julga que somente ele tem direitos na República Lulativa do Brasil. Lula julga que o Brasil é um Estado Lulocrático de Direitos. O Brasil necessita ser transformado num Estado Democrático de Deveres. Deveres iguais a todos. Inclusive para Lula.

 

Ney José Pereira neyjosepereira@yahoo.com.br

São Paulo

 

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VAMOS PAGAR PARA VER?

 

Dilma Rousseff disse que o ministro Joaquim Levy fica onde está. A pergunta é onde ele está e até quando vale a sua resposta? Neste desgoverno, o que se fala hoje amanhã não vale mais nada. Basta ver as mentiras contadas sucessivamente. O governo Dilma perdeu a credibilidade, já acabou faz tempo. Levy vai ficando enquanto não se acha outro para tomar seu lugar, pois qualquer bom economista, estrategista e competente gestor sabe que, para melhorar o País, será preciso colocar tudo abaixo e partir do zero. Não por isso, está correndo uma notícia de que hoje (18/11), Dilma confiscará o dinheiro dos brasileiros. Será uma piada de mau gosto ou outro golpe nas contas dos brasileiros? Os brasileiros vivem dias de transtorno: se correr, o bicho pega; se ficar, o bicho come. Vamos pagar para ver?

 

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

 

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DILMA ENFRENTA O CHEFÃO

 

Desta vez parece que Lula se ferrou com Dilma. Na Turquia, a criatura reafirmou que Levy fica no cargo, contrariando seu criador, que prefere impor Henrique Meirelles no lugar do atual ministro. Eis que de repente o poste conseguiu acender sua luz e enxergar a prepotência de seu chefe ousando fazer o que ninguém faz no partido: rebelar-se contra ele. Uau! Isso não deixa de ser um feito e tanto e também mostra que Lula não está com essa bola toda. Levy fica e pronto. Se, para os brasileiros, isso é bom, não sabemos, porque o bom mesmo seria se Dilma fosse embora. Mas, enquanto não vai, vamos ver o que Levy vai conseguir tirar da cartola para dar conta desta crise que se aprofunda a cada dia. PIB de -3,5% e inflação a mais de 10%. Desemprego na casa dos milhões, indústria e comércio despencando. Será que dá para salvar o Brasil da bancarrota?  Sabemos que só quando essa gente do PT estiver bem longe do poder. Daí, então, o País poderá respirar e recuperar sua força. Porém, não deixa de ser um respiro quando Dilma diz não ao chefão, que precisa ser lembrado que hoje nada mais é do que um cidadão comum, mas suspeito de muitos malfeitos a serem investigados.

 

Eliana França Leme efleme@terra.com.br

São Paulo

 

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A ‘DIARREIA’ DE LULA

 

Para aqueles que apreciam sua estudada e nada espontânea linguagem popularesca, Lula afirmou que a crise é semelhante a uma diarreia, portanto vai passar. Como acontece com todos os petistas, ele não vai a fundo nas causas da “diarreia”. Ela tanto pode ser originada de um simples alimento estragado ou, como parece ser o caso da nossa crise, por doença muito mais grave, como cólera ou vírus Ebola, que se manifestam como diarreia, mas podem levar o paciente a óbito.  

 

Nestor Rodrigues Pereira Filho rodrigues-nestor@ig.com.br

São Paulo

 

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A PRESIDENTE E A CPMF

 

Em defesa da recriação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), Dilma Rousseff disse que “aumento de imposto não é para gastar mais, é para crescer mais”. Então, pelo amor de Deus, vamos cortar os impostos urgentemente, para o Brasil crescer menos: menos corrupção, menos inflação, menos desemprego, menos violência, menos ignorância, menos hipocrisia... Se Dilma realmente desejasse que o País crescesse mais, já teria renunciado. Fora Dilma, pois a sra. só atrasa o futuro do nosso país.

 

Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

 

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CPMF

 

Por que não se vota a CPMF com um aditivo que reduza e congele em 50% os salários e benefícios dos senadores, deputados federais e estaduais, vereadores e todos os cargos executivos e de ministros e secretários de Estado e municípios, durante a vigência da cobrança deste “bom imposto”? Aí, sim, o País será beneficiado!

 

A.M. Saraiva ancomcs@gmail.com

São Paulo

 

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IDEIA

 

É possível que a curtíssima reflexão a seguir seja uma formidável tolice e, se o for, poupem-me de comentá-la ou publicá-la: Levy afirma que a CPMF é imprescindível e que o povo não se importa de pagar zero qualquer coisa em troca de frear a inflação (quer dizer, de um jeito ou de outro, perderemos 0,20%, 0,38% ou mais); políticos e empresários dizem que é um imposto ruim, que incide em cascata, aumentando os custos de produção e alimentando a inflação (não dizem que são contra, mas põem a negativa na boca do povo). Quem tem razão? Todos, se o governo for menos voraz e tachar apenas as pessoas físicas. Não deve ser uma boa ideia; se fosse, já teria sido ventilada. Esqueçam!

 

Roberto Viana Santos rovisa681@gmail.com

Salvador

 

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GRITO DE CARNAVAL

 

O presidente da Câmara dos Deputados acaba de indeferir quatro pedidos de impeachment da presidente da República. É absolutamente surreal, inaceitável, vergonhoso, criminoso e acintoso que esse indivíduo, submerso num mar de corrupção, esteja ainda proferindo pareceres dessa importância. Já na Turquia, a famigerada presidente tem o desplante de sugerir procedimentos para os Brics e para o Fundo Monetário Internacional (FMI). Realmente, parece que o grito de carnaval já foi dado! Vamos todos sambar. Ou, melhor dizendo, dançar.

 

Nelson Penteado de Castro pentecas@uol.com.br

São Paulo

 

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CARTAS MARCADAS

 

 O relator do processo contra Eduardo Cunha, no Conselho de Ética, Fausto Pinato (PRB-SP), dá parecer favorável a ação que “pode” cassar o mandato do peemedebista por falta de decoro parlamentar. Nossa, que beleza! Isso não passa de mais um “me engana que eu gosto”. Se o deputado não tomasse essa atitude, depois de tantas mentiras e provas contundentes de corrupção contra Cunha, não restaria mais dúvidas de que sua indicação foi direcionada e cheia de segundas intenções. Então, empurremos de barriga! Como o trâmite do processo é longo, no mínimo seis meses até que seja levado à votação em plenário, se é que vai chegar lá, com o parecer inicial desfavorável, tenta mostrar imparcialidade de um juiz, confirmando seu discurso de posse.  Outra indicação de que tudo vai virar nada é a calma com que Cunha tem enfrentado as sérias acusações, pois tem certeza de que sairá vencedor do processo. A maioria são seus admiradores no Conselho de Ética, inclusive, conta com apoio de Paulo Pereira da Silva (PSD-SP), o Paulinho que vai dar “Força” para a corrupção vencer outra vez.  

 

Sérgio Dafré sergio_dafre@hotmail.com

Jundiaí

 

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O CRÉDITO A SER PRESERVADO

 

Muito bem destacada a importância da atuação do Poder Judiciário que não venha causar espanto, perplexidade e desesperança ao povo brasileiro, tão perplexo e indignado pela forma como que vem atuando o Poder Legislativo, entenda-se, o presidente da Câmara dos Deputados, e pela omissão criminosa do Poder Executivo. Se o presidente da Câmara dos Deputados se sente tão à vontade para continuar abusando de suas prerrogativas para se esquivar de todas as consequências de todos os seus “malfeitos”, tal conforto deve decorrer de sua percepção de como o STF está funcionando: se já houvesse a designação de sessão para apreciar o recebimento ou não da denúncia já formalizada pela Procuradoria-Geral da República (PGR), e se houvesse requerimento por parte do Ministério Público Federal (MPF) para o afastamento do parlamentar de suas funções – coisa que o plenário do STF pode decidir sem maiores provocações –, não estaríamos assistindo à deterioração da vida nacional. Se o deputado federal Eduardo Cunha está poupando Dilma, e, por via de consequência, se acredita poupado, o desmanche da economia nacional só leva desespero a tantos milhares de famílias vítimas do desemprego, da perda de renda, sem poder contar com serviços públicos essenciais minimamente razoáveis. A sociedade tem de cobrar também do Poder Judiciário, para que faça logo e muito bem o seu trabalho. Os magistrados estão todos confortáveis com seus subsídios e outras benesses, mas a maioria esmagadora da população, não!

 

Ana Lúcia Amaral anamaral@uol.com.br

São Paulo

 

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CURIOSIDADE

 

Depois de o Ministério Público aprovar a investigação sobre Eduardo Cunha, onde será que Rodrigo Janot escondeu a chave da gaveta? Cadê os outros?

 

Luíz Frid luiz.frid@globomail.com 

São Paulo

 

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EVASÃO FISCAL

 

Foi descoberta a última senha das contas externas de Eduardo Cunha: “Socorro!”.

 

Marcos Catap marcoscatap@uol.com.br

São Paulo

 

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‘TRUST’ E ‘TRASTE’

 

A palavra “trust” tem aparecido com muita frequência no noticiário brasileiro ultimamente. Como ela tem sonoridade muito parecida com a palavra “traste”, procurei no dicionário para saber se têm significado semelhante. Não, não têm. “Trust” significa, em linhas gerais, confiança, fé, confidência. “Traste”, em linhas gerais, significa homem de maus costumes; maroto; velhaco. “Trust” é uma coisa, “traste” é outra.

 

José Roberto de Jesus zerobertodejesus@gmail.com 

Capão Bonito

 

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ATENTADO OBSCURANTISTA

 

O PL 5.069/13, de autoria do tristemente notório (infelizmente, não existe na nossa língua um adjetivo que corresponda exatamente ao “infamous” inglês) Eduardo Cunha, que obriga o registro de B.O. e, muito pior, o exame de corpo de delito para dar direito ao aborto legal em caso de estupro, extingue na prática este direito das mulheres violentadas. Acaso o “ilustre” parlamentar já visitou um Instituto Médico Legal? Conhece este museu de horrores? Já passou pela tortura de registrar um B.O. com filas, maus tratos e, no caso das mulheres, risinhos debochados? Enquanto é tempo, vamos reagir contra este atentado obscurantista aos direitos das mulheres.

 

Eduardo Spinola e Castro  3491esc@gmail.com

São Paulo

 

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GOLPE INSTITUCIONAL?

 

Certamente contagiado pelo clima jovem da plateia que o assistia e o ouvia, o ministro Ricardo Lewandowski falou o que falou – “temos de ter a paciência de aguentar mais três anos sem nenhum golpe institucional” – numa palestra para estudantes de Direito, em São Paulo, como cidadão oriundo das hostes petistas, jamais como presidente da mais alta Corte de Justiça do País.

 

Carlos Benedito Pereira da Silva carlosbpsilva@gmail.com

Rio Claro

 

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GRATIDÃO ETERNA

 

As afirmações recentes do ministro presidente do STF, Ricardo Lewandowski, causaram grande indignação aos cidadãos pagantes e mostraram o quanto sua nomeação para este importante cargo foi fruto de uma amizade comezinha entre comadres e que deve ser motivo de gratidão eterna. Lewandowski tem o carimbo indelével do PT de Lula. 

 

Leila E. Leitão

São Paulo

 

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SOBERBA BRASILEIRA

 

Cumprimento o articulista professor Carlos Maurício Ardissone (“A soberba brasileira em relação ao Paraguai”, 14/11, A2). Quem somos nós para desdenhar o Paraguai? Quando este se opôs ao ingresso da bolivariana Venezuela no Mercosul, foi taxativamente vetado pelo Brasil numa armação com a Argentina kirchnerista. Temos praticado uma política externa pusilânime e enviesada. Apoiamos Cuba, Irã, Venezuela, Bolívia, etc. Acostumamo-nos a engolir sapo. O tal Mercosul é causa do atraso na tão necessária inserção internacional do Brasil. Estamos sucateando nosso já combalido setor industrial. Políticas protecionistas, carga tributária absurda e baixa renda do povo estimulam a compra de quinquilharias por um consumidor obcecado em comprar pirataria barata e não pagar imposto. E na educação, o que temos a exibir? Isso para não falar da podridão dos nossos políticos, o que não caberia neste espaço. Quantos brasileiros enxergam essas coisas? Então, façam-me o favor...

 

Fernando B. Nogueira fernando@bikeways.com.br

São Paulo

 

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BRASIL E PARAGUAI

 

Lemos no jornal “Estado” (14/11, A2) um artigo sobre a atitude dos brasileiros sobre os nossos vizinhos e ex-inimigos “feudais”, os paraguaios. O articulista, que se intitula professor da Universidade Estácio de Sá, deveria ter mais cuidado e pesquisar mais sobre a origem dos preconceitos que até hoje existem desde 1864-1870. Não pode vir a público e relatar apenas meias-verdades. E as verdades que motivaram o relacionamento entre os dois povos não seja relatada. Assim. O poderoso exército do Paraguai, com 64 mil soldados fortemente armados, decretou guerra ao Brasil. E 17 dias depois, já havia invadido Corrientes e parte do Uruguai. Isso motivou a tríplice aliança. O Brasil só tinha 16 mil soldados e em maior contingente em São Paulo e Rio de Janeiro. O Brasil teve de contrair uma dívida em libras esterlinas com a Inglaterra, para compra de armamento pesado (de capital importância para o desfecho da guerra (in “A Guerra do Paraguai”, Léon Pomer, Global Editora 1980). Enquanto o Paraguai com alta tecnologia (Armazem) fabricava canhões fundindo bronze até dos sinos de Igreja, que deu origem ao símbolo de agressividade do Paraguai. O canhão “Cristiano”, que foi pedido de volta ao governo Lula. Este, “que não sabia de nada”, prometeu devolver ao “bolivariano e chavista” Fernando Lugo. Vigarista de carteirinha, se dizia ex-padre e fornicou e engravidou algumas beatas, colocando até a Igreja Católica na berlinda. Lula da “Pátria Educadora” prometeu R$ 500 mil para o “coitado” do bolivariano e o nosso ministro teve de dar um adiantamento de R$ 300 mil. Resumindo: quem decretou guerra ao Brasil foi o Paraguai. Quem matou perto de 53 mil soldados brasileiros foi o Paraguai. Só na invasão do sul de Mato Grosso, segundo relato “de quem esteve lá”, “dos 1.680 homens que invadiram por cima o Paraguai, apenas 700 voltaram vivos na famosa batalha da Retirada da Laguna”. A quase totalidade (tirando oficiais e sub-oficiais) era de afro-brasileiros, tendo muitos ainda a promessa de que, quando voltassem, seriam alforriados. O governo Lula, ao invés de doar US$ 90 milhões ao Congo, deveria distribuir para as famílias que lutaram pelo Brasil e não foram alforriadas. Por último, aconselho aos leitores do “Estadão” que leram o artigo do professor que leiam também “História da Guerra do Paraguai”, de Max Von Versem, com as notas do general Cunha Matos. Assim saberão realmente a origem do que se apregoa (sem falar em Itaipu Binacional)

 

Flavio Prada flavioprada39@gmail.com

São Paulo

 

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A REORGANIZAÇÃO DAS ESCOLAS EM SP

 

A reportagem do “Estadão” de domingo (15/11) sobre fechamento de unidades escolares pela reorganização escolar do Estado de São Paulo, contém revelações estarrecedoras sobre a carência de planejamento da Secretaria Estadual de Educação. Como diz o esclarecedor título da reportagem, “Cidades não sabem como usar escolas do Estado”. Numa inédita reestruturação das escolas para ter um único ciclo em cada prédio, o governo estadual resolveu que os seus prédios que poderiam ser desativados com as mudanças seriam entregues aos municípios com finalidade educacional. Mas, como já disse um filósofo nacional, o governador se esqueceu de combinar essa estratégia “com os russos” e muitas das cidades simplesmente não sabem o que fazer com os prédios. Os exemplos citados na reportagem são acachapantes. O governo estadual não combinou essa nova adequação com as muitas das cidades que irão receber esses prédios, simplesmente não sabem como irão utilizar esses prédios. A reportagem procurou 36 cidades do Estado que ficariam com os equipamentos e as 28 que responderam que só nos últimos dias receberam as informações sobre a transferência dos prédios, ou seja, lembro eu, após entregues os seus orçamentos para 2016 às respectivas Câmaras Municipais. A secretária de Educação da cidade de Sertãozinho informou que não terá o que fazer, pois o prédio que receberá é antigo, sem biblioteca e laboratório, destoando muito daquelas da cidade. O prefeito de São Paulo, que receberá 21 das unidades desativadas, afirmou que a Secretaria Municipal de Educação vai avaliar onde há demanda para uso estritamente “educacional” e, para não perder o hábito, poderia usar as unidades para equipamentos de saúde e habitação. Cumpre lembrar que o prefeito já editou lei permitindo a construção de equipamentos diversos em parques municipais, como se a cidade não tivesse uma enorme carência de áreas verdes. O secretário estadual da Educação argumentou que não poderia ter combinado antes com as prefeituras, antes de terminar o seu planejamento. Eu não sou da área educacional, sou engenheiro e simplesmente não entendo como possa haver um bom planejamento, antes de realizar um levantamento completo sobre as necessidades, no caso, das prefeituras e, principalmente, da população em cada uma delas. Tanto que a reportagem apresenta em destaque alguns casos, como a escola na área rural de Cunha, onde a mudança implicará uma distância de 6 km da atual. Considerando todos esses fatores e mais as reações dos alunos que estão invadindo várias escolas em sinal de protesto, o governador Geraldo Alckmin deveria rever a sua decisão e, após sanar todas as implicações que se apresentam, realizar tal mudança somente em 2017, afinal de contas faltam apenas 45 dias para 2016.

 

Gilberto Pacini benetazzos@bol.com.br

São Paulo

 

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INVASÃO DAS ESCOLAS

 

Foi um jogo de cartas marcadas? Primeiro, o governador recebeu no Palácio dos Bandeirantes o MST e seus braços urbanos do MTST. Depois, anunciou mudanças do sistema de educação. Em seguida, sugeriu passar para a prefeitura algumas escolas para creches. Logo após, o prefeito “Malddad” fez mais uma das suas e sugeriu entregar as escolas aos terroristas dos movimentos de moradias. Foi a chave, a deixa, pronto: logo apareceram os terroristas do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), junto com os colegas do MTST, usando os alunos rebeldes do ensino médio com apoio dos seus pais preguiçosos de massa de manobras e estimulados por seus professores marxistas aplicando os conceitos do gramcismo. Pronto, os comunas juntaram todos os ingredientes para tomarem também os prédios das escolas, porque só sabotar e prejudicar a qualidade de ensino era pouco (os comunas estão com o ensino e a cultura na mão há 50, 60 anos). Enquanto outros países que estavam atrás de nós e hoje são exemplos de superação (Coreia do Sul), estamos caminhando para enterrar esta geração do ensino médio na mediocridade e na escravidão vermelha comunista. Pior, eles estão colaborando e participando ativamente contra eles mesmos.

 

Nelson Pereira Bizerra nepebizerra@hotmail.com

São Paulo

 

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PÁTRIA EDUCADORA

 

Mais uma vez a Apeoesp, que é um reduto de petistas, mostra aos brasileiros o que é verdadeiramente uma Pátria Educadora. Após 79 dias de greve e uma reposição de aulas enganadora, agora são 20 escolas ocupadas e nada de aulas. Essa movimentação orquestrada por um sindicato reacionário e petista não é contra a reorganização escolar, e, sim, contra o PSDB.

 

José A. Muller josealcidesmuller@hotmail.com

Avaré

 

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OPORTUNISTAS

 

Pela foto estampada no “Estadão”, dos invasores do Movimento dos Trabalhadores sem Teto (MTST) em escolas paulistanas, chegamos à conclusão de que, pelo tamanho das barrigas dos ocupantes, está valendo muito mais que um sanduíche com mortadela. Para levar a cabo modificação necessária no ensino paulista, o governador Alckmin precisa ter estômago. Muito mais do que a indigesta mortadela. Nadar contra esta corrente de malandros oportunistas não é fácil.

 

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

 

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A EDUCAÇÃO NO BRASIL

 

Vejo com bons olhos o movimento dos jovens que querem permanecer na mesma unidade de ensino. Porem é lamentável que queiram proibir o governo de tentar novos métodos que podem melhorar a educação. Sou do tempo em que estudávamos em escolas diferentes e os nossos professores eram especialista na matéria que lecionavam. Hoje em dia poucos estudantes, mesmo aqueles que foram se reunir com o governo para protestar contra as mudanças, não sabem fazer uma redação. Não sabem quais foram as datas que mudaram o País, como a Proclamação da República ou o Dia da Independência. Sabem apenas que é feriado e não haverá aula. A abolição da escravatura foi esquecida completamente, não se comemora com feriado uma data tão importante, não se conhece a autora de tal fato nem a data em que foi proclamada. Do Hino Nacional, sabem apenas que é uma música que se toca antes dos jogos de futebol. Matemática é “um bicho de sete cabeças”, impossível de entender.

 

Wilson Matiotta loluvies@gmail.com

São Paulo

 

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A EDUCAÇÃO PODE MUDAR?

 

Professores, lecionem. Alunos, estudem. Pais, apóiem. Escola, organizem. Governo, lidere. Só assim pode dar certo. Quando as novas ideias serão defendidas? Não é isso que todo mundo quer para a Educação? Mudanças?

 

Renata Pimentel de Oliva renataoliva54@uol.com.br

São Paulo

 

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UM DESASTRE DE GOVERNO

 

O governo Alckmin (PSDB) é um desastre. O que dizer de um governador que fecha escolas, manda a Polícia Militar jogar spray de pimenta nos estudantes, omite estatísticas da violência policial crescente, se omite diante da grave crise hídrica e tenta colocar sob sigilo contratos suspeitos de fraude envolvendo licitações do metrô, trens, Sabesp e Polícia Militar? São Paulo é o Estado mais rico da Federação, mas está há longos 20 anos refém do conservadorismo e da incompetência dos tucanos. O resultado é este que estamos vendo: educação e saúde sucateadas, aumento da violência e insegurança, corrupção impune e evidente decadência. Até quando os paulistas irão suportar esse fardo?

 

Renato Khair renatokhair@uol.com.br 

São Paulo

 

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