Fórum dos leitores

QUE PAÍS É ESSE?

O Estado de S.Paulo

20 Novembro 2015 | 02h55

(Sobre)viva o Brasil!

Auspicioso o implacavelmente lúcido artigo de ontem de Roberto Macedo (A2), o primeiro de uma série que se propõe a delinear uma Estratégia para o Brasil. Que seja lido pelos espíritos bem-intencionados ainda remanescentes nos três Poderes deste país. Que o caminho é longo e íngreme, isso reflete o outro texto na mesma página, de Bolívar Lamounier, Que raio de país é este, afinal?. Uma ilustração que traz do inacreditável primitivismo e desfaçatez das “figuras de proa” deste país é o surreal pronunciamento de ninguém menos que o presidente do Supremo Tribunal Federal perante uma plateia de estudantes de Direito – devagar com o andor, que impeachment dá golpe. Acrescento outro exemplo, o da permanência na presidência da Câmara de um réu acintosamente confesso de prevaricação (y otras cositas más), que diz com todas as letras que não dará andamento ao processo de impeachment este ano invocando como razão válida a queda do apoio popular... Que Deus se compadeça deste raio de país!

JAN KROTOSZYNSKI

jankroto@gmail.com

Carapicuíba

Mar de lama

O artigo Que raio de pais é este, afinal?, de Bolívar Lamounier, expressou exatamente o que eu e milhões de cidadãos comuns deste país sentimos ao nos depararmos todos os dias, pelos jornais, com o mar de lama e o descalabro das atitudes de toda a nossa classe política. E o pior é que nos sentimos absolutamente impotentes diante desse quadro. Cadê a “elite”? Não a “zelite” do Lula, mas a listada exemplarmente por Bolívar em seu brilhante artigo. Com a palavra essa “elite”.

ANDRÉ A. B. MONTEIRO

andremonteiroprojetos@gmail.com

Vinhedo

LULOPETISMO

Reflexos da sociedade

“As instituições são reflexos da sociedade”, essa foi a pérola que o ministro Edinho Silva verbalizou para justificar os “erros” do PT. Talvez ele apenas se tenha referido aos eleitores do PT, mas como o partido se tornou governo, toda a sociedade brasileira é posta no mesmo balaio. Mas, de certo modo, esse ministro tem razão, pois esta é a imagem de toda a sociedade brasileira em todo o mundo: pessoas suspeitas, mal-educadas, que podem cometer algum delito a qualquer momento. A confissão do ministro envergonha e humilha todo o povo brasileiro, embora 51 milhões de eleitores não sejam cúmplices dos “erros” deste governo.

VAGNER RICCIARDI

vb.ricciardi@gmail.com

São Vicente

O grande enrolador

Em entrevista concedida ao jornalista Roberto d’Ávila, Lula esbanjou sua capacidade de enrolar, misturando sofismas, meias-verdades e mentiras, sem ser contestado no ato. Entre as pérolas de desfaçatez, disse sem corar que os bandidos da Petrobrás eram técnicos de carreira e as tramoias podem vir ocorrendo há tempos, antes dos governos petistas. Não lhe foi cobrado que o então presidente da empresa, Sérgio Gabrielli, e a presidente do Conselho de Administração à época, Dilma Rousseff, com total responsabilidade na negociata de Pasadena, são petistas juramentados. Com a maior cara de pau, afirmou ainda que não está fritando o ministro Joaquim Levy e não se mete nas decisões da Dilminha. Mostrou-se, mais uma vez, autêntica ressurreição de Macunaíma, o herói sem nenhum caráter.

HÉLIO DE LIMA CARVALHO

hlc.consult@uol.com.br

São Paulo

Vergonha na cara?

Quem negou o mensalão, apresentou Dilma como gerentona, aceitou a compra de Pasadena e, sobretudo, iludiu por tanto tempo boa parte do povo brasileiro, não pode afirmar que tem vergonha na cara.

EDUARDO A. DELGADO FILHO

e.delgadofilho@gmail.com

Campinas

Enfado

Foram 15 minutos enfadonhos, isso é o mínimo que se pode dizer da entrevista de Lula na Globo News. O entrevistador – ex-deputado constituinte, jornalista e escritor de grande lavra – em certos momento viu-se emparedado pelo entrevistado, quando este divagava nas respostas, procurando viajar na maionese para que o tempo se exaurisse. Enfim, pudemos constatar que Lula continua e continuará desesperadamente a fugir das perguntas embaraçosas.

NICANOR AMARO DA SILVA NETO

nicanoramaro@yahoo.com.br

Bauru

Página virada

Comprovadamente, após a entrevista de Lula ao jornalista Roberto d’Ávila, a impressão que fica é que o discurso dele é assunto superado. Não convence mais ninguém.

JOSÉ PIACSEK NETO

bubanetopiacsek@gmail.com

Avanhandava

ESCOLAS FECHADAS

Estudantes 10 x 0 Alckmin

Os estudantes paulistas estão dando um importante exemplo de cidadania, coragem e espírito público ao ocuparem suas escolas e tentarem impedir o fechamento delas pelo governo estadual. Mostram que há nesta jovem geração uma esperança real de mudança, transformação e de luta por um Brasil melhor. Eles estão dando uma verdadeira aula e lição de vida ao governador Geraldo Alckmin e ao PSDB, que fecham escolas e tratam a educação como perfumaria, algo supérfluo. Qualquer país sério e civilizado tem a educação como prioridade número 1, pois sabe que seu futuro está nela. Estudantes 10 x 0 Alckmin, fora o baile.

RENATO KHAIR

renatokhair@uol.com.br

São Paulo

Mero jogo político

O governo de São Paulo comunica-se mal. Não esclareceu, ainda, que a população em idade escolar, ensino básico, caiu, pois os brasileiros envelhecem e haverá cada vez menos jovens. Todos devem ter ouvido falar nesse fenômeno: em alguns anos teremos mais velhos do que jovens, a taxa de fecundidade das famílias caiu muito – de 5 filhos por família em 1950, estamos hoje com uma média de 2,2 crianças. O Estado de São Paulo tem escolas de sobra para esse nível, não há falta. Temos cerca de 10 milhões de alunos; o Estado segundo colocado, Minas Gerais, tem 4 milhões. As escolas que têm poucos alunos serão transformadas para atenderem a alunos mais adiantados ou para outros tipos de cursos. Tudo isso o PT, a CUT e algumas associações de esquerda não têm interesse em entender, o objetivo deles é denegrir o governo estadual por questões políticas, por isso invadem escolas – algumas delas nem serão desativadas.

FABIO FIGUEIREDO

fafig3@terra.com.br

São Paulo

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

 

20 DE NOVEMBRO

 

O dia 20 de novembro é feriado, dia da Consciência Negra. A data é uma homenagem a Zumbi dos Palmares, líder da resistência negra ao trabalho escravo. Zumbi foi traído, morto e esquartejado em 20 de novembro de 1695. E a libertação dos negros das correntes e das senzalas ocorreu oficialmente em 1888. Porém, mais de 300 anos da luta de Zumbi e de quase 130 anos da abolição, as diferenças ainda são muitas. E, na liberdade, os afros sem apoio, dinheiro ou estrutura foram abandonados por seus senhores ou donos (donos?). Esta é a origem da predominância de afrodescendentes nas favelas e, não diferente, nos presídios. Enfim, a data da consciência negra deveria ser o dia da consciência de todos, pois o preconceito ainda é muito grande, e de ambos os lados.

 

Alex Tanner alextanner.sss@hotmail.com

Sumaré

 

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LAMAÇAL SEM FIM

 

O ano de 2015 não poderia ter um final pior do que o tsunami de lama gerado pelo rompimento das barragens da mineradora Samarco em Mariana (MG), deixando claro para toda a população o descaso com a vida humana e com o meio ambiente, diante de uma inexistente fiscalização e de um bando de leis permissivas. Os brasileiros já estavam bastante incomodados com o lamaçal da política do País. Deputados, senadores, prefeitos, governadores, ex-presidentes e presidente da República envolvidos em incontáveis escândalos de corrupção. Quem vive na lama quer puxar todo o resto para a imundície e para a aflição da alta inflação, do desemprego, das altas taxas de juros, enfim, da instabilidade econômica que enriquece apenas meia dúzia.

 

José Carlos Saraiva da Costa jcsdc@uol.com.br

Belo Horizonte

 

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S.O.S. MINAS GERAIS

 

A Chapada Diamantina está em chamas, enquanto o Rio Doce está sob o mar de lama. O norte de Minas está em estado de emergência por causa da seca. Enquanto isso, as estradas federais de Minas Gerais são as que mais matam no País. A falta de planejamento e investimento em infraestrutura, além da má gestão dos recursos públicos, provoca esta situação de colapso que prejudica a economia e castiga a população que está desassistida em meio ao caos e a inoperância das políticas públicas dos governos estadual e federal.

 

Luiz Roberto Da Costa Jr. lrcostajr@uol.com.br

Campinas

 

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O RISCO

 

Em meio à omissão do Estado, da falta de informações oficiais, dos valores irrisórios para cobrir a morte do Rio Doce, a notícia de que há outras duas barragens ameaçadas, divulgada pela própria Samarco, testifica que a empresa não investiu um centavo sequer dos bilhões arrecadados em tecnologia de prevenção, o que foi consentido, placidamente, pelos órgãos fiscalizadores. E, confirmada a informação de que deputados responsáveis por apurar a tragédia em Mariana receberam R$ 2,6 milhões da Vale, passa a ser compreensível o risco de o País terminar num mar de lama.

 

Ricardo C. Siqueira ricardocsiqueira@globo.com

Niterói (RJ)

 

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NATURAL

 

A presidente Dilma assina decreto considerando rompimento de barragens como “desastre natural”. Para ela, deve ser tão natural quanto a corrupção.

 

Luíz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

 

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MARCA REGISTRADA

 

Lama, marca registrada literalmente do governo petralha.

 

Nelson Pereira Bizerra nepebizerra@hotmail.com

São Paulo

 

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RESPONSABILIDADE

 

Quem são e onde estão os dirigentes da Samarco, que ainda não apareceram em público para dar alguma explicação para a tragédia em Minas Gerais, assumir sua parcela de responsabilidade ou apontar o responsável, expor as providências que a empresa está tomando para amenizar (se é que isso é possível) os danos e aquelas necessárias a evitar a repetição do desastre? De nada serviu o exemplo do ex-presidente da Volkswagen Martin Winterkorn, que assumiu a responsabilidade pelo escândalo da fraude em poluentes e renunciou ao cargo?

 

Lise de Almeida lise.adv@gmail.com 

São Paulo

 

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MULTA E INDENIZAÇÃO

 

Quanto às pesadas multas e indenizações impostas à Samarco ninguém tem dúvidas de que são absolutamente bem aplicadas. Porém a grande dúvida é: qual será o verdadeiro destino desse montante, uma vez nas mãos do governo? Alguém estaria pensando da mesma forma?

 

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

 

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DEVER DE CASA

 

De quem é a culpa do rompimento da barragem em Mariana e o desastre ecológico no Rio Doce? Para a opinião pública e a mídia, a única culpada é a Samarco, mas não é bem assim. A Samarco com milhares de empregados, é significativa pagadora de impostos em Minas e no Espírito Santo, além de, como exportadora, propiciar divisas. Qual o papel dos poderes públicos e dos municípios limítrofes ao Rio Doce? Governar não é só arrecadar, é fiscalizar (Pimentel dispõe de 4 fiscais para 734 barragens e Dilma tem 130 mil apaniguados comissionados), reflorestar as nascentes e as margens do Rio Doce, sem poluir seu leito com dejetos. Se a classe política cumprisse a sua parte, nada disso teria acontecido; a barragem não teria rompido, o Rio Doce teria bastante água, estaria despoluído e com seus muitos peixes, mas a Samarco é quem é a culpada de tudo.

 

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br

Vila Velha (ES)

 

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MULTA AMBIENTAL

 

Desastre ecológico indenizado em suaves prestações mensais. Se a queda da barragem do Rio Pomba, em 2007, que resultou em multa de R$ 75 milhões, que foi reduzida para R$ 15 mil e ainda teve o pagamento facilitado em 60 suaves prestações mensais, por que o da Samarco será diferente? Parece crediário de rede varejista. O caso da Samarco irá pelo mesmo caminho. A lei estabelece que a multa por dano ambiental é de R$ 50 milhões, então qualquer valor acima disso é ilegal. Pode haver outras multas, mas não descritas como ambientais, pois o limite está fixado em lei. Nesta questão da indenização da Samarco, é tudo jogo de cena para inglês ver. A realidade, dita por advogados especialistas nestas questões, é uma só: ninguém paga multa ambiental. E fim de conversa. A declaração da presidente Dilma de que a recuperação do Rio Doce o deixará melhor do que estava antes é conversa.

 

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

 

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VALE, SAMARCO...

 

É triste: “Primeiro, o minério; depois, o mineiro”.  Why Mariana? Uai Mariana!

 

Gilberto M. Costa Filho marcophil@uol.com.br

Santos

 

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A VEZ DOS ‘ECOCHATOS’

 

Há alguns anos os que se preocupavam com o meio ambiente eram apelidados de “ecochatos”, considerados apóstolos do apocalipse. Hoje, com da crise hídrica, bem como com tragédias ambientais como a de Mariana, tais preocupados estudiosos estão sendo levados a sério, merecendo ser ouvidos e, principalmente, participarem de grupos de trabalho governamentais que possam evitar e minimizar esses eventos danosos da natureza, que ameaçam a sobrevivência de nós todos.

 

José de A. Nobre de Almeida josedalmeida@globo.com

Rio de Janeiro

 

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AS MINERADORAS E A ÁGUA

 

A mídia oficial tem ampla campanha advertindo e aconselhando a população sobre a necessidade de racionalizar e incentivar o consumo da água com requisitos de economia, tendo em vista a longa estiagem por que passamos e o aumento do seu uso. Entre as medidas aconselhadas, destacam-se: 1) lavar veículos só com uso de baldes; 2)         não lavar passeios e calçadas, inclusive com aplicação de multas; 3)      ao escovar os dentes e fazer barba, fechar a torneira; 4)         vasos sanitários com caixa de descarga acoplados; 5)     evitar banhos prolongados; etc. Essas são algumas das medidas didáticas dirigidas à população sobre o uso racional da água. Por outro lado, as mineradoras estão fazendo o uso desproporcional, abusivo e irresponsável da água aos olhos complacentes dos órgãos fiscalizadores municipais, estaduais e federais. A tragédia de Mariana é um exemplo dessa irresponsabilidade, em que os órgãos públicos se omitem em detrimento da população castigada com perdas de vidas, destruição de suas moradias, veículos, poluição de cursos de água como o Rio Doce, córregos e seus afluentes e poluição ambiental, quando se faz necessário o transporte por meio de caminhões-pipa para o consumo da população. O mais grave, ainda, nestes fatos deploráveis é o uso da água, através de minerodutos, para o transporte até os portos navais visando à exportação do minério. É ou não é um descalabro essa prática? Pobre Brasil, onde há vagas para estadistas.

 

Marcos Tito marcostitoadvogados@gmail.com

Belo Horizonte

 

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RETALIAÇÃO ORÇAMENTÁRIA

 

O governo corta R$ 530 milhões do orçamento de outros Poderes, exatamente aqueles que lhe são desfavoráveis, evidenciando mais uma retaliação do que corte de gastos. Ao tirar verbas do Judiciário, do Ministério Público, do Congresso e do Tribunal de Contas, dificulta o trabalho de tais órgãos. O gargalo de gastos se concentra especialmente no Executivo, nos apadrinhados do governo, nos cargos de confiança e cabides de emprego. Ainda que em tese haja necessidade de reduzir despesas, isso deve ocorrer em todos os Poderes e mais precisamente naqueles que em parte são desnecessários, vide inúmeros ministérios e secretarias. No entanto, não é isso que faz o governo. Cortar na carne, como prega, não é verdade. O Tribunal de Contas da União (TCU), por exemplo, sofre retaliação porque, em 78 anos, pela primeira vez no mês passado rejeitou as contas federais. E o que faz o governo? Em vez de corrigir os desmandos, retruca com cortes do orçamento do TCU. Em relação ao Supremo Tribunal Federal (STF) faz a mesma coisa. Tais erros do governo resultarão em maiores problemas e, se pensa que intimida os Poderes atingidos, resultará em situação contrária. Quem viver verá.

 

Claudio Mazetto cmazetto@ig.com.br

Salto

 

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JOAQUIM LEVY FICA

 

O ministro Joaquim Levy é tratado pelo PT como se fosse um filho adotado, porém completamente abandonado. Lula, o pai, criador deste governo, irresponsável que é, publicamente diz que não quer este filho Levy na condução da política econômica, gerando mais incertezas no mercado. E a presidente Dilma, perdida, desmoralizada, sem força alguma para governar, lá da Turquia diz que, apesar de respeitar Lula, o citado ministro “fica onde está”. Ou seja, continua abandonado. E Levy, com a educação que lhe é peculiar, mas certamente com o “saco cheio do PT”, diz que fica “até segunda ordem”. Ou seja, para bom entendedor, é um duro recado do ministro. Porque, se Joaquim Levy pegar o seu boné e deixar o governo, certamente as notas de risco do Brasil, avaliadas por outras duas agências de risco, serão rebaixadas, perdendo o País definitivamente o grau de investimento. E aqueles que, como Lula, Dilma, o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, e empresários corneteiros que sempre mamaram nas tetas do governo, apoiam a troca de Levy por Henrique Meirelles vão ter de balançar seus rabos vendo a economia afundar mais ainda.

 

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

 

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ENTREVISTA DE LULA

 

Na sua entrevista na GloboNews,  Lula declarou: “Não quero tirar o Levy”. E finalizou dizendo: “Só tenho um valor na vida. É vergonha na cara”. É rir para não chorar.

 

Omar El Seoud ElSeoud.USP@gmail.com

São Paulo

 

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VERGONHA NA CARA

 

Lula, o soberbo, olhos esbugalhados, esbaforido, soltou a pérola da vez: tenho vergonha na cara. Perdeu totalmente a noção do que é vergonha o cara de pau.

 

Fernando Pastore Junior fernandopastorejr@gmail.com

São Paulo

 

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LEVY BALANÇA, MAS NÃO CAI

 

Mirian Leitão (jornalista), Gil Castelo Branco (Contas Abertas) e Dilma Rousseff propagam a ideia de que Levy fica na Fazenda por causa de decisão unilateral da nossa quase “ex-presidenta”. Todos eles sabem, entretanto, que ali ele permanecerá até Trabuco (Bradesco) autorizar o seu retorno ao bancão. Não adianta Lula pressionar Dilma, é Trabuco quem tem o controle sobre a permanência de Levy.

 

Roberto Viana Santos rovisa681@gmail.com

Salvador

 

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PRESTIGIADO

 

Quando um time de futebol está indo ladeira abaixo, o técnico fica na corda bamba e os “corneteiros” exigem sua saída imediata. O presidente do clube, enquanto tenta contratar um substituto salvador, declara à imprensa que o técnico está “prestigiado”. Dilma afirmou categoricamente que o ralado Levy “fica onde está”, ou seja, continua na frigideira esquentada por Lula e “cumpanheiros” até seu substituto ser escolhido.

 

Hélio de Lima Carvalho hlc.consult@uol.com.br

São Paulo

 

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O IMPÉRIO DO BOM SENSO

 

A barbárie e o terror que turvaram as luzes de Paris, fruto da mais funda ignorância e embrutecimento da inteligência humana, estão por merecer reação imperativa. O homem, em qualquer latitude em que esteja, não se pode quedar inerte ante tal atrocidade. Mas a reação, para ser eficaz, tem de se apartar dos fumos do sentimentalismo e assentar-se na razão. Os bárbaros jihadistas não só pretendem, como de fato apavoram a todos, posto não lhes haver limites no destempero de suas mentes bárbaras. Porém, o único limite que lhes barra a bala do fuzil é a força insuperável da razão, do bem, da democracia justa, da paz. Daí que as nações têm de pensar numa forma de combater o ideal bárbaro de “ou me segues ou te mato”, instituindo permanente tribunal internacional constituído pela coalizão de forças internacionais, com competência para julgar e condenar os que cometem crime contra a humanidade, seja ele qual for, e força coativa capaz de buscá-los em qualquer caverna, onde estejam entrincheirados. Todo e qualquer crime contra a humanidade – genocídio, aquecimento global, crimes ambientais, chacinas nas periferias das grandes cidades, etc., etc. – julgados e apenados na força máxima da lei. A força bruta e vindicativa de declaração de guerra ao crime não irá resolver o problema. Só o direito tem o poder de combater o crime, na sua raiz. O jurista alemão Kelsen afirma que o que constitui o direito como tal é a validade, sem dizer, entretanto, que por direito válido signifique seja justo. O combate válido, racional, pelo direito. Em complemento a este pensador alemão, Thomas Hobbes (filósofo inglês) acerta que essa validade consiste na paz. “Pax est quaerenda”. Não existe outro critério do justo e do injusto fora da lei, isto é, do ordenamento jurídico, um tribunal que abranja todas as nações. Todo o ordenamento jurídico tem por bandeira a paz. E, das premissas verdadeiras, a premissa maior para validade tem de estar de plena conformidade com os princípios da moral e da ética. Se assim não for, resta-nos não uma lei, mas o império do massacre e o terror. Se atacarmos o crime hediondo de Paris, pelo ódio, declarando guerra com o Estado Islâmico, entre eles, certamente haverá inocentes (crianças, mulheres, escravos barbarizados naquelas comunidades), que serão, injustamente, mortos, pela mesma “bala” que fomos atingidos. Regredimos para o dente por dente, olho por olho. E a barbárie que combatemos é a mesma que praticamos. Bárbaros lá e bárbaros cá. Um tribunal internacional tornaria o combate válido e eficaz, com punição exemplar, severíssima e o que mais seja, de maneira a estabelecer o dogma de Thomas Hobbes, “pax est quaerenda”, a paz tem de ser perseguida a qualquer preço, pois só ela é o remédio eficaz para esta grande chaga aberta no coração da cultura do mundo, Paris.

 

Antônio Bonival Camargo bonival@camargoecamargo.adv.br

São Paulo

 

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QUE MUNDO É ESTE, AFINAL?

 

Começou com homem-bomba. Depois, mulher-bomba. Agora, chegamos às meninas-bomba. Duas meninas, uma de 11 anos e outra de 18 anos, se explodiram e levaram junto mais de uma dezena de pessoas na Nigéria. Não se surpreendam se chegarmos aos bebês-bomba. A mãe chega com o bebê no carrinho, de preferência um bebê lindo, para chamar bastante a atenção, e detona o dispositivo. Ontem, aqui, no “Estadão”, Bolívar Lamounier fez esta pergunta: “Que país é este, afinal?”. E eu pergunto: “Que mundo é este, afinal?”.

 

Luiz Gonzaga Tressoldi Saraiva lgtsaraiva@uol.com.br

São Paulo

 

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QUEM FINANCIA?

 

Para ter a estratégia, as armas e os “soldados” que o Estado Islâmico tem, é necessário ter um caixa forrado de dinheiro. Quem fornece esse numerário? A imprensa deveria investigar e os órgãos investigativos e policiais de diversos países também, com destaque para França, Alemanha, Grã-Bretanha e EUA (CIA e FBI).

 

Mario A. dente dente28@gmail.com

São Paulo

 

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COMBATE AO TERRORISMO

 

Pergunto a quem possa me responder: onde estão os serviços de inteligência dos Estados Unidos, os atiradores de elite dos Estados Unidos, a CIA, o FBI, a Interpol, a Swat? Será que eles funcionam somente nos filmes dos Estados Unidos?

 

Artur Topgian topgian.advogados@terra.com.br 

São Paulo

 

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GUERRA IDEOLÓGICA

 

A França e demais países que estão sendo vítimas de fascistas que usam da religião muçulmana para declarar e realizar atentados têm todo o direito de se defenderem e de contra-atacar os QGs dos terroristas, mas é preciso ações específicas e objetivas e de real inteligência para que não repitam cenas sangrentas como no Afeganistão, no Iraque e na própria Síria, onde milhares de inocentes são dizimados pelas bombas dos Estados Unidos, por exemplo. Terroristas são terroristas e cidadãos inocentes e de bem precisam ter seus direitos de vida e cidadania preservados. Não se pode fazer justiça com armas cometendo severas e graves injustiças contra seres humanos.

 

Célio Borba borba.celio@bol.com.br

Curitiba

 

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SOMOS TODOS HUMANOS

 

A luta contra o terrorismo deve ser em todas as suas formas e lugares. As vítimas não estão apenas em território francês. Quem se mobilizou para criticar publicamente as 200 crianças sírias executadas covardemente pelo Estado Islâmico em janeiro? E para condenar os terroristas que, em abril, assassinaram 147 pessoas numa universidade no Quênia? Quantos foram aqueles que homenagearam as 224 vítimas fatais do avião russo atingido no Egito, há 15 dias? Que vozes estão defendendo os judeus que, há meses, vêm sendo esfaqueados nas ruas de Israel? O mundo civilizado precisa agir em favor de todos! #somostodoshumanos.

 

Mauro Wainstock mauro.wainstock@gmail.com

Rio de Janeiro

 

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JESUS VERSUS MAOMÉ

 

Muita tinta ainda será gasta para lembrar a agressão torpe, chorar os mortos e lamentar os feridos na sexta-feira 13 de novembro na mais luminosa das capitais do mundo. O terror que o islamismo espalha pelo mundo ocidental é quase imortal pelo seu caráter ideológico. Países como os Estados Unidos, Alemanha e Inglaterra e outros do mundo desenvolvido não podem baixar a guarda nesta guerra suja em que fanatismo e ideologia fazem do Alcorão uma espécie de manual para que possam brandir as cimitarras e as Kalashnikov, tudo em nome de “um único deus” e “um único profeta”. Nos últimos meses aconteceram vários atentados além das fronteiras do Oriente Médio, o que foi demonstrado na morte de 13 pessoas contra o semanário francês “Charlie Hebdo”, em janeiro. O fanatismo ideológico é um adversário mais difícil de ser combatido. Hiroshima e Nagasaki foram arrasadas por bombas atômicas em parte por causa de uma ideologia “kamikaze”. A Síria e o Iraque são os responsáveis pela desenvoltura do Estado Islâmico, braço iraquiano do Al-Qaeda. França e Estados Unidos fazem bombardeios contra alvos islâmicos, exacerbando ainda mais o ódio contra os ocidentais. Foi dada a partida para uma contenda ideológica “Jesus versus Maomé”. O mais trágico de uma guerra é que os contendores matam em nome de Deus, com diversas denominações.

 

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

 

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CULTURA E COSTUMES

 

Não sou religioso, não sou defensor de atos terroristas e muito menos tenho simpatia pelo islã e suas seitas. Porém, às vezes me pergunto se a insistente prática do mundo ocidental em querer impor seus costumes e cultura ao povo do Oriente Médio sob a argumentação de implementar a democracia mundial e combater o terror não acaba por fomentar uma eterna guerra que se vale da religião para implantar o caos no mundo.

 

Gabriel Henrique Santoro santoro.gabriel@uol.com.br

São Paulo

 

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INÓCUAS

 

Mal comparando, a coalizão que combate o califado iguala-se à “polícia pacificadora” dos morros cariocas. Ambas inócuas...

 

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

 

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GUERRA TOTAL

 

A Segunda Guerra Mundial, de fato, se iniciou em 1938, quando a Alemanha invadiu a Áustria, mas os aliados nada fizeram; depois ela invadiu a Tchecoslováquia, e também nada aconteceu; mas, quando ela invadiu a Polônia, que tinha um tratado de cooperação bélica com a França e com o Reino Unido, então realmente a Segunda Guerra Mundial explodiu, em 2 de setembro de 1939. A União Europeia e a Organização dos Tratados do Atlântico Norte (Otan) nada fizeram quando houve a implosão das torres gêmeas em Nova York, em 2001, nem quando do ataque ao metrô de Madri, em 2004, nem quando do atentado em Boston, em 2004, nem depois do atentado ao semanário “Charlie Hebdo”, em 7/1/2015. Agora, este terrível atentado em Paris. O Estado Islâmico prometeu novos maiores atentados, e eles cumprem o que prometem. Penso que a complacência do Ocidente agora finalmente se esgotou e que chegou a hora de dar um basta definitivo, começando por depor Bashar al-Assad, depois a ONU ocupar militarmente os países envolvidos, Síria, Iraque, Irã e Afeganistão, pelo tempo necessário e indeterminado, até que todos os responsáveis por essas calamidades sejam julgados e processados, como aconteceu nos julgamentos de Nuremberg. Só assim os refugiados árabes que estão se espalhando pela Europa terão condições todos de voltarem aos seus países de origem. Desgraçadamente, uma guerra total é inevitável contra os muçulmanos radicais. A França para os franceses, a Inglaterra para os ingleses, a Alemanha para os alemães, e, quanto aos turistas de todo o mundo, lá serão sempre bem-vindos, temporariamente.     

                                                                                                                                            José Carlos de Castro Rios jc.rios@globo.com

São Paulo

 

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TERROR

 

Solidarizo-me com o povo o francês por este terrível ataque terrorista que vitimou Paris. Como judia, consigo avaliar o que isso significa, pois o terror ataca o povo de Israel diariamente, ano após ano.

 

Frima Sapiro compras@copespuma.com.br

São Paulo

 

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CAETANO E O TERROR

 

Semanas atrás, em artigo publicado na “Folha”, o cantor Caetano Veloso fez duras críticas à política israelense em relação aos palestinos. Quem  sabe, após a carnificina de 13/11, em Paris, ele entenda o que significa Israel ter como vizinho uma organização terrorista, o Hamas, controladora da Faixa de Gaza, que tem como objetivo primordial a destruição do Estado de Israel e em nada perde para os terroristas do Estado Islâmico quanto aos métodos selvagens de que faz uso para tentar alcançar seus objetivos. Talvez agora ele entenda que não há possibilidade de discutir paz com organizações terroristas, pois a razão de existir dessas organizações é literalmente o terror. Talvez ele finalmente entenda que, se a situação dos palestinos lhe causa pena, é porque em nada interessa ao Hamas mudar este estado de coisas.

 

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

 

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JIHADISTAS NO BRASIL

 

Os terroristas do Estado Islâmico, que José Eduardo Cardozo candidamente sugeriu trazer para o Brasil, fizeram antes um rápido estágio em Paris e estão provocando um terror sem precedentes em vários setores da cidade. E então, ministro, vai levá-los para sua casa ou para o Alvorada?

 

Carmela Tassi Chaves tassichaves@yahoo.com.br 

São Paulo

 

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PESAR

 

Dona Dilma Rousseff emitiu nota de pesar pelos chacinados de Paris. A mensagem foi enviada ao governo francês. Tudo certo quanto a esse destino? Ainda há esperança.

 

Edgard Bellotti edbellotti@gmail.com

São Paulo

 

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MEDIAÇÃO

 

Temos a solução para acabar com a fome voraz por violência dos extremistas do Estado Islâmico. Simples: é só os franceses contratarem os serviços do palestrante Lula por 30 dias. Com palestras de 30 minutos, com certeza, ele conseguirá mudar a cabeça destes assassinos. Não podemos nos esquecer de que ele já se ofereceu para intermediar a paz entre americanos e iranianos. O único problema será o preço.

 

José Roberto Iglesias rzeiglesias@gmail.com 

São Paulo

 

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AMEAÇA

 

Nós, brasileiros, estamos indignados com os ataques terroristas aos franceses. Mas, no Brasil, Lula ameaçou estumar nos brasileiros o clandestino exército do comandante Stédile. Calma, Lula! Se você ganhar a eleição, tudo bem! Você governará o Brasil tal qual das outras vezes que você o fez. Mas, se houver alternância de poder, por favor, Lula, não perpetre ataques terroristas contra os brasileiros.

 

Ney José Pereira neyjosepereira@yahoo.com.br

São Paulo

 

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AGORA SIM

 

O Brasil alia-se ao grupo antiterror. Já está mandando para a Europa o exército do Stédile.

 

Marcos Catap marcoscatap@uol.com.br 

São Paulo

 

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FRASES INFELIZES

 

Dilma Rousseff, há um ano, dizia ser boa uma conversa “olho no olho” com o chefe dos degoladores do Estado Islâmico. Depois, preferiu saudar a mandioca e ensacar o vento. Semana passada, foi contra aos ataques na Síria; agora, é a favor. Esta semana, disse que “não há preocupação com o terrorismo, porque estamos muito longe”. Que barbaridade. Esqueceu-se de que “em boca fechada não entra mosquito”. Pede pra sair...

 

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo                                                              

 

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PELOS COTOVELOS

 

Mais uma bobagem proferida por nossa eloquente “presidenta”. No G-20, ao se referir ao terrorismo praticado contra a França, excluiu o Brasil como alvo destes delinquentes, afirmando que nosso país está longe destes acontecimentos. Será que a ilustre senhora não conhece os transportes aéreo, marítimo e terrestre, hoje cada vez mais rápidos, que ligam continentes em poucas horas? Caso nenhum assessor lhe tenha informado, o Estado Islâmico retalia países como a França não só por razões políticas, mas principalmente por questões religiosas. Portanto, “presidenta”, informe-se primeiro, antes de falar pelos cotovelos.

 

Olavo Fortes Campos Rodrigues olavo_terceiro@hotmail.com

São Paulo

 

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AO ORÁCULO DE DILMA ROUSSEFF

 

O que é mais fácil, um diálogo com o Estado Islâmico ou com a direção do meu próprio partido?

 

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

 

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TERROR URBANO

 

O terrorismo mata inocentes em locais emblemáticos de países onde se supõe que os cidadãos estejam seguros. Líderes terroristas utilizam o sucesso obtido para maximizar a capacidade de organização e capacitação para arregimentar novos adeptos. A consternação popular causada pelas mortes avaliza ações militares de combate que se efetivam na sequência. Já a violência urbana brasileira é tão letal quanto uma guerra, matando anualmente milhares de pessoas. Por se tratar de ato cotidiano, não comove mais a população, que a incorporou à sua rotina diária. Decorrente desta situação, mesmo com índices de mortalidade absurdos, o poder público não se vê coagido a capacitar suas forças de combate nem efetuar uma ação coercitiva da mesma envergadura a aplicada ao terrorismo. Neste cenário, líderes das facções violentas ampliam territórios, aumentam sua arregimentação, submetem a população a seus desígnios e, lamentavelmente, obrigam todos a viverem como reféns. Assim, a população indefesa segue morrendo anonimamente ante a violência que ataca.

 

Sergio Holl Lara jrmholl.idt@terra.com.br

Indaiatuba

 

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ESCOLAS PAULISTAS

 

E desde quando as ações do governador Geraldo Alckmin incluem a escuta e participação das comunidades? Ao longo destes mais de 20 anos no poder, o governo estadual impôs sua política ditada sempre pelo interesse econômico em detrimento do pedagógico.

 

Maria Isis M. M. de Barros misismb@hotmail.com

Santa Rita do Passa Quatro

 

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EDUCAÇÃO

 

A boa educação é fundamental na formação do ser humano. Com uma melhor educação, evitaríamos as brigas entre vizinhos, entre motoristas no trânsito, poderíamos reduzir até os atritos religiosos, talvez as guerras. O bom entendimento entre diferentes países depende muito do grau de educação e cultura do seu povo, pois o fanatismo e o radicalismo seriam totalmente abolidos. A formação dos cidadãos começa no berço e na influência familiar. Toda história é importante, mas pode ser modificada quando visa ao bem maior para todos. Transformar o ódio em amor não é totalmente impossível, se houver trabalho e investimento nesse longo e penoso caminho.

 

Odiléa Mignon cardosomignon@gmail.com

Rio de Janeiro

 

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UMA POUCA VERGONHA

 

Vou descrever por que entendo que o somatório de Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL), mais Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo (Arsesp), mais Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) é uma pouca vergonha. No dia 17/11, pela enésima vez, acabou a energia em minha residência. A “ouvidoria” da CPFL, após muita insistência de minha parte, justificou que “caiu um raio” na linha. Mal sabia ela que o local ficava na rua de trás da minha residência e que, naquele horário, 14 horas, conforme atestado pelo policial civil no Boletim de Ocorrência 2083/2015 da Delegacia de Polícia de Monte Alto, todo o dia 17/11 foi de sol intenso e céu azul, o que foi confirmado pelos vizinhos do local. Portanto, a CPFL é uma empresa que mente e os fatos demonstram que tem ela a conivência da Arsesp e da Aneel. Por tudo o que tenho constatado, vou convencer a Polícia Federal a averiguar as relações da CPFL com a Arsesp e a Aneel. Quem sabe uma Lava Jato aí traga algum conforto para o consumidor? Segundo palavras dos próprios funcionários da CPFL, a empresa “é uma vergonha” e não tem política de conservação ou preservação das linhas.

 

Tenorio professortenorio@uol.com.br

São Paulo

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