Fórum dos leitores

CORRUPÇÃO

O Estado de S.Paulo

25 Novembro 2015 | 02h55

Brasil sério não é um deserto

No café da manhã, a tristeza: leio na primeira página do Estadão que o juiz Sergio Moro declara ser “voz no deserto” a sua ação contra a bandalheira institucionalizada. Antes do primeiro aperitivo do almoço, todavia, o alento, a esperança: o portal do Estadão anuncia que o incansável Moro não se faz de rogado, aperta o cerco e engaiola mais um figurão. Torçamos para que esse herói brasileiro tenha forças e apoio da massa de cidadãos do bem para perseverar e levar a cabo a sua missão saneadora.

JOAQUIM QUINTINO FILHO

jqf@terra.com.br

Pirassununga

Operação Passe Livre

Mais uma pessoa ligada ao ex-presidente Lula é presa pela Polícia Federal. Já foram parentes, amigos, cumpanheiros, mas ele continua blindado. O Brasil e os brasileiros estão cansados de ser enganados. Os “300 picaretas” denunciados por Lula em 1993 continuam atuando firmes e fortes no Executivo, no Legislativo e no Judiciário, blindando acintosamente o ex. O excelente juiz Moro tem reclamado da falta de apoio dos três Poderes no combate à corrupção. A paciência do povo acerca de uma definição política, com impeachment, prisão dos chefões e afastamento de Eduardo Cunha, está no limite. O recado já foi dado pela população várias vezes, mas eles se fazem de desentendidos, zombam do nosso clamor. Srs. congressistas, tenham um mínimo de dignidade e respeitem o nosso voto.

ELIAS SKAF

eskaf@hotmail.com

São Paulo

Domínio do fato

Nesta última operação da Lava Jato, a Passe Livre, o juiz Sergio Moro declarou que não existem provas contra Lulla, amigo íntimo de José Carlos Bumlai, preso ontem. Ora, todos os caminhos levam ao mentor. Não caberia aí a teoria do domínio do fato?

BEATRIZ CAMPOS

beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

É um tremendo equívoco: o sr. Bumlai fez tudo por conta própria, Lula e o PT não sabiam nem tinham motivo para suspeitar de algo ilícito. Como sempre.

OMAR EL SEOUD

elseoud.usp@gmail.com

São Paulo

Haicai

Bumlai, Bumlai,/ dessa você não sai./ Entrega logo o homem, vai!

ROBERTO BRUZADIN

bobbruza@terra.com.br

São Paulo

Retribuição

Bumlai, está na hora de retribuir a gentileza de seu amigo Lulla. Peça ao juiz Sergio Moro autorização para o ingresso delle a qualquer hora nas dependências de Curitiba. Difícil será elle sair.

GUTO PACHECO

jam.pacheco@uol.com.br

São Paulo

Amigo?

Amigo, não! Apenas “conhecido”. Esse negócio de amigo é coisa dessa mídia que o está deixando muito encalacrado.

JOSÉ PIACSEK NETO

bubanetopiacsek@gmail.com

Avanhandava

LULOPETISMO

Discurso redundante

Não entendo as declarações de Lula. Quem vendeu o Brasil à corrupção? Diz sua neta: “Eles têm medo de que ele volte”. E temos mesmo...

LUÍZ FRID

luiz.frid@globomail.com

São Paulo

Maravilhoso o editorial de ontem. A neta de 20 anos do “professor Lula” deveria ler.

SERGIO BRUSCHINI

bruschini0207@gmail.com

São Paulo

Juventude do PT

O que uma nação pode esperar de jovens que cultuam presidiários como heróis?

NÍVEO AURÉLIO VILLA

niveoavilla@terra.com.br

Atibaia

Guerreiros do povo...

É mesmo? Então, por que André Vargas não foi chamado de “guerreiro” no Congresso da Juventude do PT? E o Henrique Pizzolato? Não seria um “guerreiro napolitano”?

MAURO LACERDA DE ÁVILA

lacerdaavila@uol.com.br

São Paulo

NA ARGENTINA

Questão de tempo

Enquanto o Brasil segue “brincando de Eduardo Cunha”, a Argentina já elegeu o opositor Mauricio Macri e certamente chegará antes de nós a uma solução político-econômica para seus problemas. Alguém duvida?

RICARDO C. SIQUEIRA

ricardocsiqueira@globo.com

Niterói (RJ)

Eleições

O povo argentino aprendeu a votar. Será que nós, brasileiras e brasileiros, também aprenderemos? Vamos aguardar para saber nas próximas eleições.

ARCANGELO SFORCIN FILHO

arcangelosforcin@gmail.com

São Paulo

Que o povo brasileiro se ilumine para sair da escuridão e nas próximas eleições para presidente do Brasil imite os argentinos.

WALTER MENEZES

wm-menezes@uol.com.br

São Roque

Populismo barato

A Argentina está de parabéns. Seu povo deu ao mundo, e em especial ao Brasil, uma demonstração de que basta desse populismo barato e interesseiro. Que nesta nova era os argentinos venham a reconstruir o seu valimento no cenário mundial.

PAULO BUSKO

paulobusko@terra.com.br

São Paulo

Arriba, hermanos!

Que inveja da Argentina! Livrou-se do “encosto” de 12 anos de kirchnerismo. Quem dera nós pudéssemos livrar-nos desse “espírito obsessor” que é o lulopetismo. Haja reza braba! A Argentina tem excelentes condições de se livrar rapidamente de suas crises. Possui das melhores terras do mundo para plantio de cereais, como trigo, e criação de gado nobre. E é verdadeiramente autossuficiente em petróleo. Sua população tem baixo crescimento e o nível educacional é bom – os hermanos já ganharam cinco Prêmios Nobel. A praga deles, como a nossa, são os políticos que se aproveitam da tendência latino-americana de culto à personalidade. E o que não falta, lá como cá, é gente querendo ter sua “personalidade” cultivada (Lula, Perón, Néstor Kirchner).

NESTOR R. PEREIRA FILHO

rodrigues-nestor@ig.com.br

São Paulo

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

 

‘PASSE LIVRE’

 

Pela 21.ª fase da Operação Lava Jato, chamada “Passe Livre”, que levou à prisão do pecuarista José Carlos Bumlai, dá para entender por que o ex-presidente Lula andava ensandecido, gritando pelos cotovelos e, em cada pronunciamento, desdizendo o anterior, mostrando total descontrole emocional. Seu amigão, aquele que tinha “passe livre” no Planalto, já está preso, daí o motivo. O tempo passa, mas não passa a limpo sujeira incrustada. Esta, só com uma Lava Jato com bastante alvejante. Será que “alguém” passará o Natal em Curitiba?

 

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

 

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A VEZ DE BUMLAI

 

Com a Operação Passe Livre prendendo Bumlai e seus dois filhos, o juiz Sergio Moro está quase chegando ao topo da escada que leva ao cérebro do petrolão. Com tal nome, esta fase da Lava Jato dedica-se exclusivamente a Bumlai, o único personagem que tinha livre acesso ao Palácio durante a Presidência de Lula, que agora, se não quebrar a regra, vai dizer que nunca o viu nem sabe de quem se trata. Quem sabe a presença dos filhos com ele em Curitiba solte a língua de Bumlai, quem sabe... Nestas alturas, toda a equipe de advogados de Lula deve estar trabalhando exaustivamente para blindar ainda mais seu cliente, que deve dar graças a Deus por a lei no Brasil ainda ser assim, servindo a todos indistintamente.

 

Mara Montezuma Assaf montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo

 

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O ELO COM LULA

 

Quem ouviu ontem, atentamente, a entrevista coletiva da Polícia Federal e do Ministério Público a respeito da prisão do fazendeiro e empresário Bumlai e ainda acha que nosso ex-presidente não tem nada a ver com toda esta corrupção na Petrobrás ou é muito ingênuo ou acha que ele é tão incapaz que não podia ser nosso presidente.

 

Silvio Leis silvioleis@hotmail.com

São Paulo

 

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NADA CONTRA LULA

 

Com todo respeito ao meritíssimo juiz Sérgio Moro, discordo da afirmação dele de que não há nada contra Lula. A fortuna amealhada pelo messias do ABC e seus descendentes foi obra de um espírito do além, do feiticeiro Merlin ou outra entidade que não conhecemos? Juiz Moro, por favor, não esmoreça!

 

Sergio Cortez cortez@lavoremoveis.com

São Paulo

 

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DA LAVA JATO AO GOVERNO DO PT

 

É de uma desfaçatez que não tem tamanho a preocupação do Planalto com a prisão do pecuarista José Carlos Bumlai, amigão de Lula. Esta gente está preocupada que essa investigação, com foco em Lula, atinja o governo Dilma? Pasadilma tem de se explicar, assim como Abreu e Lula. O que mais este governo espera acontecer para cair? Dirceu, Vaccari presos, os grandes chefes da Petrobrás idem, donos de empreiteiras também. É possível que tudo isso tenha acontecido sem a participação do chefão? E os auxiliares da presidente temem que, numa eventual abertura de processo de impeachment no Congresso, Lula não possa defendê-la? Lula está enfraquecido, desgastado, desacreditado e sem moral. Suas mentiras contadas ao povo à exaustão o tornaram o maior Pinóquio de todos os tempos. A maior corrupção praticada neste governo, com reflexos no BNDES, no Banco do Brasil, na Caixa Econômica Federal, nos Correios, nos fundos de pensão, nas refinarias, etc., não é suficiente para detonar com este governo? Até quando o Brasil vai suportar ser vilipendiado por este partido no poder?

 

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

 

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A PRISÃO DE BUMLAI

 

Diga-me com quem andas e eu te direi quem és. Amigo de bandido é, no mínimo, suspeito.

 

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

 

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OPERAÇÃO BERNE

 

Achei muito simples o nome da operação de ontem (Passe Livre) da Polícia Federal, que prendeu Bumlai, amigo de Lula. Deveria se chamar Operação Berne.

 

Devanir Amancio devaniramancio@hotmail.com

São Paulo

 

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VOZ NO DESERTO

 

A afirmação do juiz Sérgio Moro de que a Lava Jato é “voz pregando no deserto” contra a corrupção tem sua lógica. Mas ele não poderia limitar suas críticas apenas ao governo federal e ao Congresso Nacional. Teria de abordar também as razões pelas quais o mensalão mineiro e os processos envolvendo empreiteiros nas fraudes de licitações das empresas de trens e metrô de São Paulo não foram pautados para julgamento. E são processos iniciados em 1998.

 

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

 

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‘PREGANDO NO DESERTO’

 

Enquanto a força-tarefa que cuida da Operação Lava Jato no Paraná, que já percorreu mais de duas dezenas de fases, chega cada dia mais perto de Lula, no Supremo Tribunal Federal (STF) e na Procuradoria-Geral da República (PGR) as coisas vão no mesmo ritmo lerdo da Justiça, como é já conhecido. Na fase ontem deflagrada, foi informado que o contrato como o amigo do ex-presidente já era conhecido desde as investigações do mensalão, vez que mencionado pelo publicitário Marcos Valério! Como declarou o juiz federal Sérgio Moro, realmente estão pregando no deserto: na Câmara dos Deputados, não acontece nada; no Executivo, a presidente só viaja, pois o presidente da República de fato já assumiu, e no Poder Judiciário, fatiam a investigação, e a PGR recorre em sigilo... A tal “elite”, invocada/convocada pelo professor Bolívar Lamounier, realmente “não está nem aí”!

 

Ana Lúcia Amaral anamaral@uol.com.br  

São Paulo

 

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A AULA

 

“A aula do professor Lula”, editorial do “Estadão” de 24/11, fala tudo o que esta execrável figura sempre foi em suas falácias.    Tive o desprazer de conhecê-lo pessoalmente, num restaurante famoso de São Bernardo do Campo, nos anos 80, por meio de um amigo do Sindicato de Farmácia que morria de simpatia por “ele” e acreditava no que “ele” dizia. Essa reunião, pelo que soube, ocorria uma vez por mês naquele restaurante, e lá pude encontrar

outras figuras terríveis. Ao fim, Lula fez o seu costumeiro discurso, conclamando a todos a fazer o que ele pretendia, pois, assim, tomariam conta do Brasil em 20 anos. O editorial diz o mesmo, e estão perto de conseguir o seu intento. Fui convidado mais uma vez, e ouvi novamente a mesma ladainha, sem antes me entregarem uma ficha para eu me filiar ao partido, ainda novo, o que não o fiz... Daí para a frente, sempre me postei frontalmente contra Lula, seu partido e seus afiliados, e hoje sei que eu estava com a razão. O que esta turba está fazendo com o Brasil é algo que “nunca se viu neste país”.

 

Carlos E. Barros Rodrigues ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

 

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RÉU CONFESSO

 

Ao discursar no congresso da juventude petista, Lula, ao dizer que não admite que ladrão chame o PT de ladrão, questionando se o PSDB foi buscar recursos para a campanha “na sacristia”, reconheceu que tem dinheiro escuso na campanha de seu partido. E quer transformar o Brasil numa Venezuela ao dizer que o ideal seria se o PT estivesse em todos os mandatos eletivos do País. Vade retro, satanás!

 

Roberto Reis roberresp@uol.com.br

São Paulo

 

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PROVA DO CRIME

 

Em seu artigo no “Estadão” de sábado (21/11), o jurista Almir Pazzianotto Pinto traz à nossa memória um discurso feito pelo presidente Lula no Palácio do Planalto em 29 de outubro de 2004. Neste evento, que apresentava o Programa Nacional de Microcrédito Produtivo, Lula disse: “Eu tinha um advogado chamado Almir Pazzianotto, que depois foi ministro do Trabalho, e eu vivia discutindo com ele o seguinte: olhe, eu não quero advogado para dizer o que eu tenho de fazer. Eu quero advogado para me livrar depois que eu fizer”. Entenderam?! Ou seja, Lula, em 2004, como prova do crime, já previa que a quadrilha montada em seu governo dentro das nossas estatais poderia levá-lo às barras dos tribunais, assim como estão hoje seus camaradas mais ilustres do PT. E, na época do mensalão, quem o salvou de um impeachment, além da inércia da oposição, foi o já falecido advogado criminalista e também seu ex-ministro Márcio Thomaz Bastos. Ou seja, burro Lula não é. Apenas lhe falta o essencial: patriotismo e dignidade pública.

 

Paulo Panossian paulopanossian@hotmnail.com

São Carlos

 

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É ISSO MESMO?

 

O inominável, furibundo e espumando, como sempre, em evento da juventude petista, disse que o partido tem de ajudar a “competente” criatura a sair da “encalacrada que a oposição colocou a ‘gente’” depois das eleições? Foi isso mesmo que ouvi e li?  Será que estava sob efeito de alguma substância a ponto de perturbar seus neurônios? Por acaso foi a oposição que mandou a criatura gastar o que não tinha, enganar, mentir, enfim, fazer “o diabo” para se reeleger? Foi a oposição que usou dinheiro da Petrobrás para comprar/acalmar os “aliados”? Foi a oposição que distribuiu benesses a amigos ditadores sanguinários? Foi a oposição que nos fez perder a respeitabilidade perante o mundo? Algum filho de opositor enricou da noite para o dia? Vamos parar por aqui, porque a lista de “sucesso” é muito extensa, né, não?

 

Aparecida Dileide Gaziolla aparecidagaziolla@gmail.com

São Caetano do Sul

 

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UMA VERGONHA PARA O PAÍS

 

O presidente do PSDB, Aécio Neves, afirmou que “Lula envergonha o País”. Na verdade, ele expressa a opinião de muitos cidadãos de bem. Durante o congresso da juventude do PT, onde se prestava homenagem até aos petralhas que estão encarcerados, o ex-presidente falou, entre outras baboseiras: “Quero saber se o dinheiro (das campanhas) do PSDB veio da sacristia”. Desta forma, Lula, acaba admitindo que os recursos utilizados nas campanhas eleitorais do PT também não vieram de fontes limpas. Sai acusando a oposição como se quem não estivesse no noticiário policial não fossem seu partido e suas campanhas. Lula continua desrespeitando tudo e todos. Uma vergonha.

 

Leila E. Leitão

São Paulo

 

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A NETA DE LULA

 

Vendo, lendo e refletindo sobre a entrevista com a neta de Lula Maria Beatriz da Silva Sato Rosa (23/11, A6), chego à conclusão de que a moça, ao invés de estudar Psicologia, deveria se consultar com um psicólogo, e o mais rápido possível. É no mínimo temerário ela dizer que José Dirceu e José Genoino são inocentes, depois de terem, com todas as provas, sido julgados, condenados e presos. Ela conhece o avô e na entrevista já mostra o DNA que possui. Deus nos livre de mais um.  

 

Jose Pedro Vilardi vilardijp@ig.com.br

São Paulo

 

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A SENTENÇA DE BIA LULA

 

A neta de Lula declarou que “nosso companheiro José Dirceu é inocente”. Por favor, levem esta moça ao Supremo Tribunal Federal, porque com certeza ela deve ter mais conhecimento jurídico do que todos os que lá estão e o condenaram e fará bem ao País ao julgar novos companheiros, claro, todos inocentes.

 

Marcelo L. Farah marcelolombellofarah@ibest.com.br

São Paulo

 

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‘JUVENTUDE MALTRATADA’

 

Li o artigo de Carlos Alberto Di Franco “Juventude maltratada” (23/11, A2), e o trecho em que ele diz “transmito uma experiência recorrente: família, ética e valores aumentam o índice de leitura” esclarece porque Lula, em seu primeiro mandato, disse, certa vez, que ler jornal lhe dava azia.

 

Orlando José Durigan odurigan@gmail.com

São Carlos

 

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ELEIÇÃO NA ARGENTINA

 

Enquanto o gigante Brasil dormiu (dorme), a Argentina acordou. Parabéns!

 

Tania Tavares taniatma@hotmail.com

São Paulo

 

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VITÓRIA DA OPOSIÇÃO

 

Depois de quatro anos de Nestor Kirchner e oito de Cristina Kirchner, o povo argentino se livrou do Partido Justicialista, de raízes peronistas, porque o candidato escolhido para suceder Cristina não ousou mentir para um eleitorado bem mais qualificado do que o eleitorado brasileiro.

 

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

 

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FIM DE UM CICLO

 

Kirchnerismo deixará a Casa Rosada após 12 anos. Não seria bom o lulopetismo deixar o Palácio do Planalto após 12 anos?

 

Cláudio Moschella arquiteto@claudiomoschella.net

São Paulo

 

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ALTERNÂNCIA DE PODER

 

A Argentina fez sua lição de casa. Democracia é alternância no poder.

 

Luíz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

 

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EFEITO ORLOFF

 

Há muito que se diz em relação à Argentina: “Eu sou você amanhã”. Oxalá amanhã também teremos alguém para enxotar o PT, como Mauricio Macri fez com os Kirchner!

 

Luiz Felipe de C. Kastrup lfckastrup@gmail.com

São Paulo

 

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O RECADO DO POVO ARGENTINO

 

O povo argentino deu o recado: “A América Latina precisa acabar com os governos socialistas de Dilma Rousseff (Brasil), Nicolás Maduro (Venezuela), Evo Morales (Bolívia) e Rafael Correa (Equador), antes que seja tarde demais. Argentina, um exemplo que merece ser seguido. Vamos nesta, Brasil!

 

Leônidas Marques leo.marques.vr@gmail.com

Volta Redonda (RJ)

 

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ESTRANHOS RÓTULOS

 

Interessante notar como há rótulos sobre pessoas e linhas de pensamento que em nada batem com a realidade. Explico. Como, por exemplo, chamar Macri de “conservador”, quando o slogan de sua campanha foi “cambiemos” (mudemos) e quando propõe mudanças significativas no “modus operandi” de governar do kirchnerismo, que há 12 longos anos vem adotando medidas típicas de governos ultraconservadores, como torpedear descaradamente a mídia e opor-se a leis fundamentais para uma sociedade moderna? Como atribuir a pecha de “conservador” a quem sinaliza modificações profundas na economia, prometendo-a mais aberta ao mundo, na defesa de uma direção oposta ao que vem fazendo o governo de Cristina, para dinamizá-la e modernizá-la, tornando-a mais eficiente? Enfim, quem é conservador nesta história: o povo que sinalizou o desejo de mudanças que levem a Argentina a um outro patamar permitindo a volta do progresso, da prosperidade e do desenvolvimento e aquele que soube interpretar os anseios da população; ou os outros tantos, que, como no Brasil, querem que tudo fique onde está, a qualquer custo, mesmo que o país esteja rapidamente se deteriorando em todos os sentidos e sendo levado a uma crise econômica sem precedentes?

 

Eliana França Leme efleme@terra.com.br

São Paulo

 

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MAURICIO MACRI

 

E daí que Mauricio Macri é milionário, educado, graduado “e bonitón”? O que importa é o que fará pela Argentina. Existe por aqui a cultura de que só presta quem nasceu pobre, continuou ignorante e virou presidente. E afundou o País.

 

Elisabeth Migliavacca betymiglia@hotmail.com 

São Paulo

 

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A GRANDE CHANCE

 

Se aprovar a suspenção da Venezuela do Mercosul por abuso e perseguição aos opositores, como irá propor o recém-eleito presidente da Argentina, Mauricio Macri, a ex-guerrilheira Dilma Rousseff, hoje presidente do Brasil, que lutou contra a ditadura e que diz preferir o barulho da democracia ao silêncio da ditadura, provará que são verdadeiras as suas convicções democráticas. Vamos ver!

 

Abel Pires Rodrigues abel@knn.com.br                                    

Rio de Janeiro

 

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O DEPERTAR ARGENTINO

 

Agora talvez nossa “presidenta”, seu secretário para assuntos internacionais, seu tutor e demais responsáveis pela inclusão da Venezuela no Mercosul, pelo criminoso aborto do Paraguai, vão ter de rebolar para manter necessariamente a Argentina como “sócio coadjuvante bolivariano” no bloco da união comercial ideológica e politicamente desastrada. O novo presidente argentino tem outras ideias e outros ideais, que não se coadunam com o “bolivarianismomadurochavista” vigente até agora. Sem se descolar do Brasil – seu único parceiro que até agora se autossustenta –, os EUA, a União Europeia e a Ásia estão na mira, para colocar outra vez a Argentina no seio das nações democráticas, onde realmente imperam a liberdade de imprensa, opinativa e investigativa, nada tendo que ver com a mordaça até agora vigente na era kirchnerista. Se as promessas do presidente Macri se materializarem, certamente teremos uma Argentina que comercialmente fará sombra para nosso país num futuro não muito longínquo. Quem viver verá.

 

Aloisio De Lucca aloisiodelucca@yahoo.com.br

Limeira

 

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MACRI E O MERCOSUL

 

Primeiro, cumprimento Maurício Macri pela sua eleição na Argentina. Depois, importante, cumprimento pela atitude que diz sobre pedir a suspensão da Venezuela do Mercosul. Afinal, a inclusão daquele país no bloco foi um golpe armado pela ora perdedora Cristina Kirchner, com a ajuda da colega brasileira Dilma Rousseff. Mesmo sabendo que a democracia não era respeitada por Nicolás Maduro (agora piorou), esse grupo bolivariano afastou o Paraguai do bloco (o país era contra a entrada da Venezuela) e incluiu nele uma das mais falsas democracias do Ocidente. Como disse Rubens Barbosa em seu artigo “Terremoto político na Argentina” (“Estadão”, 24/11, A2): “Ventos de mudança sopram na região. A derrota do populismo distributivista na Argentina indica o caminho que outros países deverão seguir no curto e no médio prazos”. Quando será a vez do Brasil? Fora governos populistas, fora bolivarianos!

 

Éllis A. Oliveira elliscnh@hotmail.com

Cunha

 

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A QUESTÃO DA HONESTIDADE

 

Sobre o artigo publicado no domingo, página A2, pelo ministro Carlos Ayres Britto (“O centro e a periferia de nós mesmos”), em que ele reproduz uma observação de Thomas Jefferson, segundo a qual “a arte de governar consiste exclusivamente no dever de ser honesto”, essa observação dá margem a que um incauto ache que ser honesto resolve tudo e é salvo-conduto para justificar qualquer coisa, e não é bem assim. Aliás, existe uma experiência milenar por trás do dito popular que diz que “de boas intenções o inferno está cheio”. Evidentemente que para alguém administrar qualquer coisa, mormente a coisa pública, ele precisa ser honesto, mas isso é uma obrigação indeclinável de todo cidadão (o “dever” a que Jefferson se referia), e, por ser obrigação ou dever, nem precisaria ser alardeada como “qualidade”. O senador Suplicy, que gosta de dizer que é “honesto” (ele disse isso na sua campanha para reeleição), não tem nada mais a apresentar no seu currículo. E por isso não foi reeleito senador. E essa suposta honestidade dele precisa mesmo ser tratada com muito cuidado. Pode até ser que ele seja mesmo honesto, mas que ele gosta de andar em má companhia, isso é incontestável. O Rio de Janeiro tem um senador Suplicy em tudo e por tudo, que é Roberto Saturnino Braga, que, guindado à condição de prefeito do Rio de Janeiro, fez, com uma honestidade inatacável e jamais questionada nem sequer pelos seus adversários políticos, a pior administração da história do Rio de Janeiro. Com toda a honestidade. E São Paulo conta também com uma política tida e havida como honesta (e eu pessoalmente creio mesmo que seja), que é a de Erundina, e ela não conseguiu se reeleger porque para muitas pessoas (eu inclusive) ela não foi uma boa administradora. Em compensação, tem um certo ex-prefeito de São Paulo que provavelmente bateria a carteira da própria mãe se ela bobeasse, e que foi um excelente administrador para São Paulo. Moral da história, que é o drama da sociedade que nós, brasileiros, estamos construindo: mais vale um político desonesto, porém bom administrador, do que um político supostamente honesto, porém mau administrador...

 

Fabio Monteiro de Barros Faria fabio.faria3@gmail.com

Santana de Parnaíba

 

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‘O CENTRO E A PERIFERIA DE NÓS MESMOS’

 

Brilhante o artigo de Ayres Britto! Basta cumprir a lei, basta cumprir a Constituição. Seria melhor o Brasil, se os políticos a cumprissem!

 

Horacio Bernardes Neto horaciobernardes@mfra.com.br

São Paulo

 

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RETRATO FIEL

 

Cultura, inegável sapiência e indiscutível bom senso, o artigo de sua Excia. o dr. Carlos Ayres Britto (22/11, A2) retrata de forma absolutamente real o momento e a “vida” que levamos. Parabéns por sua clarividência, Sua. Excia. ministro Carlos Ayres Britto.

 

José Piacsek Neto bubanetopiacsek@gmail.com

Avanhandava

 

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‘ESTADO ISLÂMICO PERDE!’

 

Não poderia ter sido mais feliz o jornalista Fernão Lara Mesquita com o artigo “Estado Islâmico perde!” (23/11, A2). Inacreditáveis as nossas mortes por assassinatos ante a barbárie desses fanáticos islamistas. O jornalista ainda foi generoso com relação aos mortos-vivos, os milhares de brasileiros desnorteados sem emprego e sofrendo toda sorte de privações extensivas às suas famílias. Se aqueles assassinos tiram a vida de inocentes, em nosso país o petismo, se ainda não tira vidas (quem sabe algumas), as destrói por meio das torturas pessoais pelas quais passam o cidadão e as empresas graças ao sonho delirante em implantar o socialismo na América Latina por meio de ações prescritas pelo Foro de São Paulo de Lula e do finado Chávez. Menos mal, a Argentina despertou e mandou o kirchnerismo para casa após 12 anos. E nós, com 13 anos de petismo, esperamos o quê? Ou pretendemos acabar como a Venezuela?

 

Mario Cobucci Junior maritocobucci@gmail.com

São Paulo

 

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DITADURA

 

Há algumas características da ditadura política, uma delas é o Estado policialesco com funcionalismo “elitizado”. Tudo o que se encontra no País hoje, e que o jornalista Fernão Lara Mesquita destaca através da polícia pública e dos salários públicos. E quem diz que estamos em plena ditadura socialista-coronelista é tachado de antinacionalista.

 

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

 

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INCONFORMISMO

 

Quantos profissionais da imprensa têm a capacidade de se identificar com o leitor e, do profundo, esparramar na superfície do papel todo o desassossego deste, causado pela fusão de perplexidade, raiva, preocupação e inconformismo pelo caos vigente como consequência de um governo corrupto, sanguessuga e incompetente? Contam-se nos dedos, e um destes dedos é, sem dúvida, Fernão Lara Mesquita. No seu texto de segunda-feira (“Estado Islâmico perde!”), ele nos mostra, de A a Z, todas as causas e consequências de o Brasil estar ganhando a corrida para ser a rabeira do mundo, como também o aspecto pouco agradável e humilhante de um povo ordeiro até demais, que só trabalha para sustentar estes parasitas no poder. E com a complacência das instituições aparelhadas: Justiça, escolas, mídia e, ouso afirmar, até organizações religiosas. Corroborando os fatos citados sobre a colaboração da imprensa, foi publicado no “The New York Times” em 10/11/2015 um artigo, “Escaping Reality With Brazil’s Globo TV”, acusando essa rede de “mídia prostituta que ilude o Brasil, pois deixa de noticiar os últimos eventos que poderiam resultar na saída da presidente do governo”. Não se leu nada disso nas plagas tupiniquins. O que se assemelha um pouco ao comentário do jornalista em relação à “receita de saneamento” dada por Ricardo Paes de Barros, “(...) temos u’a maneira de reduzir a desigualdade, pobreza e déficit público: é só congelar os altos salários do setor público em geral”, que foi publicada no “Valor Econômico” uma única vez, num fim de semana com feriadão. Claro, ninguém leu. E assim vai-se perpetuando o reinado de Dilma na Terra do Nunca, ladeada pelo Capitão Gancho de 9 dedos e por todos os funcionários/militantes que também não querem crescer para não terem de abrir mão de seus regalos nem sair do reino da fantasia. Nós? Continuaremos com a vidinha doída de trabalhar cada vez mais para ganhar cada vez menos, por causa dos impostos e da inflação, e desabafar em colunas de jornais e nas redes sociais, esperando que, como na Argentina, aconteça um milagre por aqui também. E, claro, lendo jornais e revistas de qualidade, que são a garantia de vida inteligente na terrinha. Talvez a única.

 

Carmela Tassi Chaves tassichaves@yahoo.com.br

São Paulo

 

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IMPRENSA LIVRE

 

O “Estadão” está completando hoje 2.248 dias sob censura por decisão judicial (ler www.estadao.com.br/censura) e, além disso, recebeu esta semana um telefonema avisando sobre uma bomba em seu prédio-sede. Certamente, pretendem intimidar toda a imprensa nacional e a internacional com essa atitude terrorista. Lembro que a família Mesquita e todos os seus milhares de colaboradores, desde a fundação, têm tradição no enfrentamento sem destemor a todas as formas de obscurantismo, governos antidemocráticos e corrupção nas suas múltiplas formas, que atentam contra o Estado de Direito que lastreia a nossa Constituição federal. Lembro mais uma vez a frase de Júlio de Mesquita Filho: “Democracia se constrói com imprensa livre”.  Essa ameaça revela que o “Estadão” cumpre com o seu dever, para o bem do Brasil.

 

Herbert Sílvio Augusto Pinho Halbsgut h.halbsgut@hotmail.com

Rio Claro

 

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AMEAÇA

 

O “Estadão” e a revista “Veja” são críticos severos do governo. Por coincidência, em 2014 houve a depredação da sede da Abril, que edita a citada revista, e, agora, o edifício da empresa responsável pelo jornal sofre uma ameaça de bomba. Será que a liberdade de imprensa está incomodando tanto assim?

 

Odilon Otavio dos Santos

Marília

 

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POBRE PAÍS

 

Notícias que aparecem no noticiário dizem que os aliados do presidente da Câmara federal, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), propõem a troca da cassação do referido por pedido de impeachment da sra. Dilma Rousseff. É o descalabro da sem-vergonhice, em se tratando de uma situação em que a Nação espera medidas honestas e definitivas para acabar, se possível, com o estado de insegurança que vive atualmente. Seria, na verdade, um caso policial, se proposto por gatunos profissionais. Quem dará a palavra final? A Justiça? Será?

 

Alberto Caruso albertocaruso@uol.com.br

São Paulo

 

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AO PAREDÃO

 

Do alto da sua colossal sapiência  e pureza, o imaculado Fernando Henrique Cardoso bateu o martelo: “(Eduardo) Cunha não tem mais condições morais e políticas de continuar no cargo”. Era a palavra final que o mundo inteiro aguardava, inclusive o Vaticano, para finalmente levar Eduardo Cunha ao paredão do fuzilamento. Próximo passo do desprendido, humilde e grandioso FHC é definir com Deus, que perdoou todos os seus erros e maracutaias do passado, entre eles a compra de votos da sua reeleição presidencial, como vai proceder para excomungar Cunha da Igreja Católica. Não sei que seria de nós, pobres mortais e pecadores, se FHC não existisse.

 

Vicente Limongi Netto limonginetto@hotmail.com

Brasília

 

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PÍFIO PSDB

 

Tenho votado no PSDB por opção, mas não por convicção, e cada vez mais este partido me decepciona. Lentos, desunidos, apresentam voracidade apenas quando vão definir quem vai ser o candidato a presidente, mas é uma voracidade apenas interna, e até para isso mostram incompetência, pois essa definição só sai aos 47 minutos do segundo tempo. O PT, nem no melhor de seus sonhos, poderia desejar um opositor melhor do que este! Aécio Neves e companhia, honrem os votos, mesmo os sem convicção, como o meu, e saiam de cima do muro. Pelo menos num arroubo façam-nos nos sentir representados, como o fez a deputada Mara Gabrilli (PSDB-SP) no episódio Eduardo Cunha. Vocês acham que nos representam abandonando a priorização do impeachment? Ora, tenham vergonha na cara!

 

Elcio Espindola elcio.espindola2013@gmail.com

Santana de Parnaíba

 

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A OCUPAÇÃO DAS ESCOLAS

 

Absurda a decisão dos juízes que negaram reintegração de posse de escolas invadidas por estudantes, Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), sindicatos e outros bagunceiros em São Paulo. Esses grupos querem impor sua opinião à força e pouco se importam com os alunos que estão perdendo aulas. Invadir escolas não é jeito mais democrático de colocar sua opinião. Ao deixar arruaceiros “crescerem”, os juízes avalizam a bagunça e agem como militantes, quando deveriam agir como magistrados.

 

José Alfredo T. Andrade tolosajaa78@gmail.com

Santos

 

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DESANIMADOR

 

Ao invés de demonstrar a inversão de valores com que a reorganização escolar tem sido recebida, a Justiça negou ao Estado a retomada das escolas paulistas, abrindo com isso um grave precedente: a educação pública é subestimada por seus principais protagonistas, houve a recente suspensão de avaliações programadas (Saresp) e, além disso, o patrimônio que a integra fica à mercê de interesses escusos.

 

Maria Lucia Ruhnke Jorge mlucia.rjorge@gmail.com

Piracicaba

 

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REINTEGRAÇÃO

 

É inacreditável a decisão do Tribunal de Justiça em não conceder a reintegração das escolas ocupadas, prejudicando aqueles alunos que querem e precisam estudar. A Justiça protege alunos baderneiros e agremiações político-sindicais, para quem o que menos interessa é o retorno das aulas e a qualidade do ensino. Duvido que, se fosse feita uma consulta pública, a população daria razão aos piqueteiros que ocuparam as escolas. São decisões como esta que fazem o brasileiro ter a sensação de que a Justiça não costuma ser feita em nome da maioria.

 

Frederico d’Avila fredericobdavila@hotmail.com

São Paulo

 

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MASSA DE MANOBRA

 

É correta a ideia do governo do Estado de São Paulo sobre a reforma (ou readequação) do uso das escolas estaduais para tentar otimizar o espaço físico, aproveitamento das salas e melhor controle sobre a frequência e compromisso dos professores quanto ao cumprimento do calendário. No entanto, este processo foi feito de forma errada e com péssima comunicação. Com isso, entidades políticas sem nenhuma valia, como a Apeoesp e a CUT (ligadas ao PT), se aproveitam da situação e usam estudantes, de forma covarde, como massa de manobra para arranhar e atazanar a vida do governador Geraldo Alckmin e do secretário Hermann Voorwald (meu ex-professor na Unesp e pessoa competente). Coitados dos alunos. Estão apenas perdendo aulas, aprendendo política da pior forma possível e com as piores pessoas. Os estudantes poderiam, sim, mobilizar-se por outras causas: mais verbas para ensino técnico nas escolas estaduais e federais, exigência de capacitação e treinamento contínuo para os professores, adequação do ambiente físico e melhor conexão com internet, convênios com empresas e institutos de pesquisa, melhoria do material escolar (sem apologia a regimes assassinos e esdrúxulos como Venezuela e Cuba), etc., etc.

 

André Coutinho arcouti@uol.com.br

Campinas

 

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RALADOR DE QUEIJO

 

Com este negócio de Eduardo Cunha fica, Eduardo Cunha sai, Dilma fica, Dilma sai, a mídia em geral se esquece de dar um pouco de espaço aos problemas que assolam os Estados e cidades do Brasil. Citando a nossa capital, tenho notado que as ruas mais parecem um ralador de queijo ao contrário. São milhares de buracos pequenos e profundos que fica impossível de dirigir sem acertar algum deles. Mas as ciclovias estão pintadinhas e os radares novos já estão multando. Até quando a mídia vai ficar indiferente ao desastre que este nosso prefeito “Malddad” está causando para a nossa capital?

 

Fabio Orbite inforbite@yahoo.com.br  

São Paulo

 

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MOBILIDADE EM SÃO PAULO

 

Muito interessantes e oportunos os comentários do professor Roberto Romano no artigo da edição de sábado (21/11, A2), “Irresponsabilidade e fascismo ‘byke’”. Entretanto, mesmo que o atual alcaide de São Paulo venha a perder a eleição em 2016 (e espero muito que isso aconteça), temo que “a (má) prática” relatada pelo professor e que cada um de nós pode comprovar diariamente em nossas ruas já tenha sido absorvida nos “corações e mentes” de maus paulistanos, preocupados única e exclusivamente com “os seus direitos e razões”, pouco se incomodando com os direitos dos demais munícipes. Infelizmente, o ser humano está cada vez mais egoísta, e legislações e atitudes que estimulam esse comportamento têm sido a regra em nossa administração pública, seja ela municipal, estadual ou federal.

 

Mauricio Adriano Niel mauniel@terra.com.br

São Paulo

 

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BICICLETAS NO TRÂNSITO

 

Quero dizer que concordo integralmente com o texto de Roberto Romano “Irresponsabilidade e fascismo ‘byke’”. Eu ando de bicicleta desde criança, mas o pedestre tem a preferência sempre, além do que uma bicicleta vindo na contramão pode matar uma pessoa. Vejo as pessoas andarem correndo de bicicleta em todos os lugares, e que se lixe o pedestre, ele que preste atenção. O que Romano citou acontece todo dia e ninguém fala nada. Não só em São Paulo, mas em todos os lugares que têm um ciclista, inclusive dentro de condomínios ou à beira da praia, como em Santos. É preciso prestar atenção nisso. Nem no Parque do Ibirapuera se pode mais andar tranquilo.

 

Luiz Alberto Borges laborges1953@hotmail.com

Cacoal (RO)

 

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RETRATO DA NOSSA SOCIEDADE

 

Caro Roberto Romano, em seu artigo, o sr. repetiu o que estou cansado de falar: ciclista deveria ser o usuário de uma veículo que respeita seu espaço e o espaço dos demais. Não trafega pelas calçadas, não ameaça os pedestres com suas “armas” (físicas e verbais) e se utiliza daquele espaço criado pelo ditador de plantão (Fernando Haddad). Existem ciclistas desse naipe? Sem dúvida que sim. No entanto, para contrariar a regra, eles são a minoria. Na sua maior parte, são recalcados grosseiros e egoístas que invadem o espaço do pedestre, atacando-o como se donos fossem de todo o espaço público. Tudo sob a proteção de um secretário de passado duvidoso e de um “poste”, alçado à condição de prefeito – incompetente e arrogante como todos os oriundos daquele partido político (ou seria bando político?). Também fui atropelado, xingado e ameaçado na Avenida Paulista (sobre a calçada)! Mas preste atenção: quantos destes ditos ciclistas, mas que não passam de bandidos, respeitam os pedestres e as calçadas, obedecem aos semáforos, respeitam a faixa de pedestres? Pior ainda quando andam em bandos. E os há. Organizados e ameaçadores. Andam pela cidade depois das 20 horas, atacando os incautos pedestres e motoristas que se aventurarem pelo seu caminho. Como hordas de guerreiros frustrados, sem causa nem honradez. Apenas para impor sua vontade. Enfim, este é o resultado de um país sem educação nem respeito ao próximo. Estes pseudociclistas são o retrato da nossa sociedade: mal educada, arrogante e que se aproveita de privilégios para traçar sua própria rota, em detrimento do restante da população.

 

Geraldo Roberto Banaskiwitz geraldo.banas@gmail.com

São Paulo

 

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DEMAGOGIA

 

Infelizmente a nossa cidade está sendo comandada por um prefeito desarvorado. Suas decisões, muito discutíveis, vão ganhando cada vez mais características controversas, quando comparadas com a qualidade de vida da cidade, de edificações de moradias em locais apropriados e do aproveitamento de equipamentos públicos. A última foi a estabelecida por decreto, que cria um Parque dos Búfalos numa área de 530 mil m² às margens da Represa Billings. Seria uma excelente notícia, não fora o fato de o prefeito ter cedido a mesma área, que no seu total soma 1 milhão de m², para a construção de conjuntos habitacionais do programa Minha Casa, Minha Vida, sob intenso protesto da população que já habita a região há muito tempo, bem como da população em geral, preocupada com a carência de áreas verdes no município, que possui atualmente 2,3 m²/habitante em área verde, muito inferior à preconizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), em 12 m²/habitante. Mas ocorre que, em decorrência de sua decisão anterior, já foram derrubadas mais de mil árvores ali e já estão construindo torres para o projeto do governo federal citado acima. Em consulta na Secretaria do Verde e do Meio Ambiente, não existe nenhum projeto a respeito. O prefeito já demonstrou por várias vezes o seu desapreço pela preservação das áreas verdes restantes da cidade e menos ainda em recuperar o que já foi destruído. Além de ter editado um decreto permitindo a construção de equipamentos sociais como creches, escolas, quadras esportivas e postos de saúde, em áreas verdes de São Paulo, utilizando de 20% a 30% da sua área total. Entretanto, quando o governo do Estado se dispõe a repassar para a prefeitura 21 prédios escolares que não pretende mais utilizar, o prefeito de São Paulo alegou que, se não puder aproveitá-los para a educação, poderia utilizá-los para a habitação. Tais incoerências são características de demagogia.

 

Gilberto Pacini benetazzos@bol.com.br

São Paulo

 

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DEVAGAR

 

Estive pensando nas razões de Fernando Haddad ter limitado a velocidade nas Marginais Tietê e Pinheiros (chamadas vias expressas), e depois de tanto tempo veio a lógica: ele está adequando a velocidade à sua administração, devagar quase parando.

 

Laert Pinto Barbosa laert_barbosa@globo.com

São Paulo

 

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DUPLO ATROPELAMENTO

 

Não faz tempo uma moça de nível universitário, mas alcoolizada, atropelou dois trabalhadores que estavam no acostamento da Marginal, matando-os. Livrou-se de uma prisão demorada por seu crime ter sido classificado como culposo, razão pela qual ficou livre do confinamento, pagando uma fiança. Essa história veio a se repetir agora. Leio que, em Bertioga, um advogado, também bêbado, pagou a módica fiança de R$ 20 mil para ficar em liberdade depois de ter atropelado e matado duas pessoas: também neste caso o mau motorista foi liberado porque esse duplo atropelamento foi classificado como culposo (!). É isto, um repeteco no curto prazo. Provavelmente, somente daqui a muitos anos o processo judicial de ambos vai terminar, quando, então, quem sabe irão ser condenados a prestar serviços comunitários. Se essa é a lei, com certeza tem alguma coisa de errado na nossa legislação penal.

 

Pedro Luís de Campos Vergueiro pedrover@matrix.com.br

São Paulo

 

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A CAMISETA DO CORINTHIANS

 

Eu, como muitos torcedores, estranhei a nova camiseta (listrada como a de presidiários) que o Corinthians usou contra o São Paulo, no domingo, até que um corintiano explicou por que  daquele desenho: uma homenagem ao Lula.

 

Laércio Zannini  spettro@uol.com.br

São Paulo

 

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UNIFORME PIXULECO

 

Quando vi o uniforme Pixuleco do Corinthians enfrentando o São Paulo, por um lapso de visão pensei ver Lula como capitão dos ébrios em jogo na Papuda: ébrios x sóbrios.

 

Roberto Twiaschor rtwiaschor@uol.com.br

São Paulo

 

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