Fórum dos leitores

LULOPETISMO

O Estado de S.Paulo

20 Dezembro 2015 | 03h00

Natal Dilma

Dilma deu de presente aos brasileiros o pior Natal da última década, embrulhado na promessa de que 2016 será ainda pior, garantido pela substituição de Joaquim Levy por Nelson Barbosa, o da “nova matriz macroeconômica”, que causou este desastre. Deus tenha pena deste país.

EDUARDO SPINOLA E CASTRO

3491esc@gmail.com

São Paulo

A ‘nova matriz econômica’

Essa “nova matriz” visa a uma política fiscal expansionista, baixar os juros, crédito barato fornecido por bancos estatais, câmbio desvalorizado e aumento de tarifas de importação para estimular a indústria nacional. Tudo o que deu errado durante o primeiro mandato e provocou o desequilíbrio fiscal que apareceu nas contas do governo federal no primeiro ano do segundo mandato. Tirar Joaquim Levy, colocar Nelson Barbosa no Ministério da Fazenda e partir para o confronto com o mercado faz parte da estratégia política de angariar apoio nas ruas para se legitimar no embate decisivo contra o processo de impeachment, ao final do primeiro trimestre de 2016. 

LUIZ ROBERTO DA COSTA JR.

lrcostajr@uol.com.br

Campinas

Cara errado na hora errada

Quando se pensava que haviam enterrado o impeachment de vez, surge mais uma genial ideia da sra. presidenta: colocar o gastador pedaleiro Nelson Barbosa para cuidar da economia em depressão, logo após o desastroso rebaixamento. Sem dúvida, não sobrará empresa ou emprego no Brasil. E aí nem o coronel do Senado a salvará do impeachment.

JOSÉ MAZZOLIN

mazzolin@yandex.com

São Paulo

Impeachment

Podem tirar o cavalinho da chuva. O país de Cunha e Renan merece uma Dilma.

MILAN TRSIC

cra612@gmail.com

Ribeirão Preto

Suprema combinação

O Supremo Tribunal Federal decidiu, entre outras coisas, que o Senado poderá, a seu bel-prazer, decidir o que fazer com o processo de impeachment (até mesmo arquivá-lo) da presidente Dilma. Surpreendentemente, ministros indicados por Dilma votaram seguindo o voto do relator, no sentido de não intervir nas decisões do Legislativo e de não permitir que o Senado não aceitasse o processo de impeachment. Os votos dos outros ministros também surpreenderam, dando-nos a sensação de coisa combinada. É evidente que todos os integrantes do Supremo sabem perfeitamente que se o processo passar na Câmara dos Deputados e chegar ao Senado, nas mãos do presidente da Casa, Renan Calheiros - que hoje em dia é desesperadamente aliado do governo -, ele vai ser arquivado. Portanto, os srs. ministros sabiam perfeitamente o que estavam fazendo e as consequências dessa decisão.

HENRIQUE SCHNAIDER

hschnaider4@gmail.com

São Paulo

Retrospectiva - frases

No começo foi “a esperança venceu o medo”; depois do mensalão, “o cinismo venceu o medo”; agora, na era do petrolão, “o escárnio venceu o cinismo” e “criminosos não passarão sobre o Supremo” (ministra Cármen Lúcia, do STF). E após a lamentável intervenção do Supremo invalidando as funções da Câmara em conluio com os interesses do Planalto eu acrescentaria: “Aqui jaz a esperanças de milhões de brasileiros em dias melhores”.

PETER CAZALE

pcazale@uol.com.br

São Paulo

Aqui jaz um país

Uma semana para esquecer. Aqui jaz a Constituição, aqui jaz a economia de um país gigante na extensão e anão na coragem de mudar, aqui jaz o Real, aqui jaz o emprego, aqui jaz o presente de Natal, aqui jaz a nossa paciência. E aqui jaz a oposição.

ELISABETH MIGLIAVACCA

elisabeth448@gmail.com

São Paulo

Desastre anunciado

Dilma com Mantega foi um desastre. Dilma não deixou Levy consertar o caos. Dilma com Barbosa é o par perfeito para a derrocada fatal.

MÁRIO RUBENS COSTA

costamar31@terra.com.br

Campinas

MENSALÃO MINEIRO

Cria Cuervos...

Quando o escândalo do mensalão caminhava para o final, cobrava-se dos tucanos o porquê de deixarem passar a chance de abater o Lula, com a perda da Presidência, e a desculpa foi que ele já agonizava e cairia sozinho. Muitos não aceitaram essa desculpa. E estavam certos, como as eleições depois mostraram. Na época corria o boato de que se tratava de uma troca: o PSDB esquecia o Lula e o PT não incluía o senador Eduardo Azeredo no escândalo do mensalão, em que havia fortes indícios da participação do tucano. Pois é, resultado desse acordo de outrora, hoje o mineiro pega 20 anos de cadeia e a maior parte do pessoal ligado ao PT sofreu penas bem mais leves ou nenhuma.

LAÉRCIO ZANNINI

spettro@uol.com.br

Garça

‘Elles’ sabiam

Exemplar a condenação pela Justiça Federal de Minas Gerais do político envolvido no que se denominou “mensalão mineiro”. Mas chamam a atenção dois pontos da decisão. Primeiro, a pena de 20 anos e 10 meses, enquanto na Ação Penal 470, que tramitou no STF, as penas dos políticos não chegaram a 10 anos. O outro tópico é a lapidar demonstração de lógica da MMa. juíza da 9.ª Vara, ao rebater o argumento da defesa inspirado na recorrente fala de Lulla quando se vê envolvido em crimes (e olha que não são poucos): “Eu não sei de nada”. Escreveu ela: “Ora, acreditar que ele (o ex-governador) não sabia de nada e foi um simples fantoche seria o mesmo que afirmar que não possuímos líderes políticos, que os candidatos a cargos majoritários são manipulados por seus assessores e coordenadores políticos”. Finalmente uma voz da Justiça reconhece publicamente que é impossível o Lulla e a dona Dilma não saberem das maracutaias que usaram, e ainda tentam usar, para se manter no poder.

CARLOS BENEDITO P. DA SILVA

carlosbpsilva@gmail.com

Rio Claro

 

BOAS-FESTAS

O Estado agradece e retribui os votos de feliz Natal e próspero ano-novo de Abrace, Alfapress, Angelo Tonelli, Antonio Brandileone, Associação Paulista Viva, Consulado-Geral do México em São Paulo - cônsul José Gerardo Traslosheros, Crônicas Hora H, Cury, Edinho Araújo, EG:2 Estratégia, Gestão e Governança, Eletronuclear - Coordenação de Relações com a Mídia e Febraban.

“Contratado por Dilma para exercer as funções de bobo da corte, deixa o governo com a sensação do dever cumprido”

ROBERTO TWIASCHOR / SÃO PAULO, SOBRE A PASSAGEM 

DE JOAQUIM LEVY PELO MINISTÉRIO DA FAZENDA

rtwiaschor@uol.com.br

“Lamentável trocar um ministro competente por um simples pau-mandado do PT”

JOSÉ LUIZ TEDESCO / PRESIDENTE EPITÁCIO, IDEM

wpalha@terra.com.br

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

UM DIA HISTÓRICO

Quinta-feira, 17/12/2015, um dia para ficar para a história. Um dia em que o governo saiu vitorioso, mas o Brasil e sua população honesta, trabalhadora, cumpridora de seus deveres e pagadora da maior carga tributária do mundo saíram derrotados. Venceram os conchavos, o toma lá, dá cá, o jeitinho brasileiro. O Supremo Tribunal Federal (STF) determinou que o Senado pode decidir se o processo de impeachment aceito pela Câmara dos Deputados será arquivado ou aberto. Lamentável. O País está de luto. Parece que, dia a dia, nossas esperanças estão morrendo. Politicamente, este governo não cai. Acho que só a derrocada da economia derruba Dilma Rousseff. O pior é que nossa vida vai ficando cada vez mais difícil. Luto total.

Elisabete Darim Parisotto beteparisotto@gmail.com 

São Paulo 

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PIZZA

Dilma Rousseff vence no STF e Senado terá palavra final sobre impeachment. Bem, a pizza começou a assar. Será que vai rolar dinheiro no Senado? Isso é uma coisa de que nunca saberemos. Assim caminha o povo brasileiro, sendo esbugalhado, enganado, sugado...

Tanay Jim Bacellar tanay.jim@gmail.com 

São Caetano do Sul 

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ALÍVIO?

Engana-se o Planalto ao considerar que as decisões do STF podem salvar a presidente. Ela pode até comer aliviada algumas castanhas no Natal, mas o reino da Babilônia continua podre, e muito. Este governo é incompetente e o Brasil não o merece. Estamos em queda livre.

Luciano Harary lharary@hotmail.com 

São Paulo

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E AGORA?

Quem acompanhou as sessões plenárias do STF de 16 e 17 de dezembro de 2015 assistiu à condenação do Brasil. O debate pretendido sobre o rito processual de impeachment, em face das diretrizes constitucionais, resumiu-se em contenda entre proposta apresentada pelo relator, ministro Luiz Edson Fachin, e as divergências do ministro Luis Roberto Barroso. Dilma Rousseff foi brilhante ao monitorar as sessões.

Lígia Maria Venturelli Fioravante lmfiora@uol.com.br  

São Paulo

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TEATRO

O teatro brasileiro perdeu dois excelentes grandes astros, como os ministros Celso de Melo e Marco Aurélio de Mello, do STF, pois, acompanhando o julgamento do impedimento da presidente, ri muito com os trejeitos, principalmente os do decano, vislumbrei serem esses personagens grandes atores. Pena que optaram pelo Direito. Vamos aguardar e ver no que dá.

Maria de Mello nina.7mello@uol.com.br 

São Paulo

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INTERFERÊNCIA NO LEGISLATIVO

Enfim o Supremo Trambique Federal (STF) deixou bem claro, para quem quiser ver, o seu "animus decipiendi" e decretou o início da República Bolivariana do Brasil, interferindo de forma acintosa e inconstitucional no Poder Legislativo! Tudo foi arquitetado para que ocorresse ao mesmo tempo, pegando todos de surpresa com o fato consumado: o cerco a Eduardo Cunha, conhecido antagonista de Dilma, o livramento de Renan Calheiros, conhecido aliado de Dilma e que vai decidir o finalmente do impeachment, a manifestação pró-Dilma, com os funcionários públicos sendo dispensados do trabalho e obrigados a "engrossar as fileiras" do movimento, e a proibição do WhatsApp, evitando a arregimentação da oposição, demonstrando que o Marco Civil começou com o que Lula mais almejava: a Lei da Mordaça, culminando com a encenação escancarada, ao vivo e em cores, do STF. Ora, o nazismo foi execrado pela violência, pelo extermínio e pelo governo ditatorial, mas é dos países onde ele se iniciou que nos vêm, paradoxalmente, as grandes lições no momento: na Alemanha, Angela Merkel foi eleita a personalidade do ano por sua grande competência administrativa e Hans Kelsen, jurista e um dos mais influentes estudiosos do Direito do século passado, nos deixou esta frase, que sintetiza o verdadeiro respeito à grandeza de uma nação: "É o valor de liberdade, e não o de igualdade, que determina, em primeiro lugar, a ideia de democracia".

Carmela Tassi Chaves tassichaves@yahoo.com.br 

São Paulo

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SOLUÇÃO INADIÁVEL 

A presidente Dilma Rousseff sabe mais do que ninguém que o País só sairá deste caminho catastrófico com sua saída do cargo. Falta grandeza para aceitar isso. Ela se acha maior que o PT, e o PT acha que é maior que o Brasil. Basta!

Luíz Frid luiz.frid@globomail.com 

São Paulo

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IMPEACHMENT É SOLUÇÃO

 

Fora cinismo, fora PT! Repulsa desta gangue. Não me desencanta ser brasileiro, cantado em verso mulato altaneiro. Contado em prosa na nação mestiça e muita raça. Fora ladrão do nosso dinheiro, fato, foto, gravação da bagaça. Impeachment é solução, todo mundo vê. Chega de tanta sujeira, trapaça e bandalheira. Documento é prova. O que mais falta? Justiça que se faça, na cadeia esta farsa. Congresso se recomponha, tenha vergonha, tire do poder esta traça. PT, Lula, desgraça, Dilma que passa. Pasadena, Petrobrás, passar a limpo. Apoio a Sergio Moro, sangue bom, paladino do decoro. Uma andorinha não faz verão, mas juiz que se preza condena, dá lição. Roubar é desaforo. É isso aí... Ajoelha e reza. A esperança não tem medo, vai vencer o cinismo, responder ao escárnio de Lula e do petismo. Impeachment é solução, todo mundo vê. Chega de tanta sujeira, trapaça e bandalheira.

Ernesto Caruso egcaruso@gmail.com 

Campo Grande

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CLAMOR

O Brasil todo, de cabo a rabo, clama pelo impeachment. Seria o primeiro passo para a moralidade, já que a nossa presidente, Dilma Rousseff, que, além de incompetente, é também dona de uma teimosia e orgulho imensuráveis, tão grandes, mas tão grandes que a impedem de um gesto de patriotismo e/ou amor ao País, que seria a sua renúncia.

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@hotmail.com

São Paulo

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A RENÚNCIA VIRÁ!

Demorou, mas enfim a presidente Dilma consultou a Constituição, especificamente a Lei n.º 1.079, de 10 de abril de 1950. Na Conferência Nacional da Juventude, Dilma reconheceu a constitucionalidade do processo, que até então classificava como "golpe"; contudo, manteve-se firme ao dizer que não há elementos para tal. Façamos a conta: considerando que o pedido de impeachment - pela sociedade - teve início com as manifestações de 15 de março, de lá para cá foram nove meses. Seguindo essa tendência de compreensão dos fatos, a presidente da República assimilará a ideia das "pedaladas fiscais" lá para o mês de setembro do próximo ano. Assumida a culpa, a renúncia é iminente. Até lá, as apurações da Operação Lava Jato e o agravamento das crises política e econômica devem atuar como catalisadores do afastamento. Um alento para o nosso Natal: se não pelo impeachment, o País se livrará do PT pela renúncia.

Elias Menezes elias.natal@hotmail.com 

Nepomuceno (MG)

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FOGO LENTO

Dilma, propositalmente, se deixa queimar em fogo brando para que seu guru e criador tenha tempo para urdir com maquiavélica velhacaria o seu retorno em 2018. Viva "El Supremo", o maior facínora lesa-Pátria que já tivemos em nosso país. Sabemos que já tivemos muitos, mas nada tão sórdido como agora. 

Paulo Vicente de Oliveira leoscavassa@yahoo.com.br 

Águas de São Pedro 

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FELIZ ANO-NOVO?

Já dá para desejar feliz ano-novo para a "presidenta"? Espero que no final do ano que vem não tenhamos sentido saudades deste que está acabando. De qualquer forma, feliz ano-novo, Dilma.

José Roberto Iglesias rzeiglesias@gmail.com 

São Paulo

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DO VENTILADOR

Temos uma presidente eleita com mentiras, irresponsabilidade com o dinheiro público, incompetência em todos os cargos que ocupou, confusa e não confiável politicamente. Aferra-se ao cargo com presunção de que poderá ser útil para os milhares de apaniguados do partido, ou por falta de vergonha na cara. O ventilador não para de nos jogar sujeira na cara, herança, esta, sim, catastrófica, por impor a falta de ética e moral. Palmas para a Justiça que tenta revertê-lo.

André C. Frohnknecht caxumba888@gmail.com 

São Paulo 

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DITADURA DAS TRAGÉDIAS

Já de início é muito necessário pontuar que este texto tem sua origem em situações de infelicidade. Infelicidade para que o Brasil está sendo conduzido no dia a dia e degringolando de forma cada vez mais rápida. Por quê? A aloprada postura de Dilma Rousseff faz com que o relatado acima seja cada vez mais recorrente. Foi eleita com 54.501.118 votos, alegam seus defensores, mas seu adversário teve 51.041.155 votos, perfazendo, assim, a diferença de apenas 6,78%, porcentual que não permite consolidar seus arroubos de incompetência, teimosia, falta de visão para as necessidades e bem-estar da Nação brasileira e outras tolices também. Com a degradação da economia brasileira, com seus índices de perda renovados de forma negativa a cada momento que passa, já é mais que necessária a adoção de ações imediatas para reversão de tanta desgraça, antes que seja tarde demais. Até quando vai colocar-se encastelada na redoma das ilusões de meninota birrenta, considerando-se apenas a si própria, sempre alegando que lutou contra a ditadura, mas ditadura, sim, é a vida cada vez mais dura para inúmeras famílias brasileiras, que já não têm saúde, educação e, agora, convivem com o desemprego generalizado e sem a menor perspectiva de recolocação. Essa infelicidade já integra seu legado, sim, presentear o Brasil com a mais sórdida das ditaduras - a ditadura das tragédias, pois, além das mazelas já observadas, tem-se, agora, o desemprego. Encastelada em suas bravatas com o presidente da Câmara dos Deputados? Até quando? Seu impeachment é irreversível, agora, qual é o seu propósito, ficar até ele e, daí, sair feliz dizendo "vocês me quebraram, mas também eu os quebrei", transformando o Brasil na verdadeira terra do nunca? A nação brasileira quer só um presente de sua parte: fora Dilma, e é esta a ação primeira para retomar a esperança em cada família brasileira. Dilma Rousseff, tenha um pouco de honorabilidade no escasso tempo que ainda lhe resta: renuncie.

Judson Benedito Brisolla Franchi jsbdtlch@gmail.com 

Itapetininga 

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INFERNAL

Para ganhar a eleição, Dilma fez o diabo. Agora, para se livrar do impeachment, vai tentar vender a alma ao diabo. Resta saber se o capeta quer comprar...

Paulo Lahud Cury pcadvog@terra.com.br 

Catanduva

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NÃO É CADEIRA CATIVA

O cargo de presidente não é cadeira cativa de ninguém - mesmo eleita pelo "voto popular", há controvérsias. No caso da última eleição da ainda atual presidente, ninguém tem a certeza da sua vitória democrática e persistem inúmeras dúvidas da lisura na apuração dos votos. Como se não bastassem as muitas irregularidades confirmadas de irresponsabilidade fiscal, chamadas de "pedaladas fiscais", de 2014, julgadas por unanimidade pelo Tribunal de Contas da União (TCU). E Com reincidência em 2015, além da edição de decretos que estão sendo investigados pelo TCU. Não se emenda mesmo! As manifestações populares exigem e pedem o impeachment ou a sua renúncia, para o bem dos brasileiros e do País. Por que permanecer na Presidência quando as promessas não foram cumpridas, além da demonstração de tamanha incompetência? Não ter conta bancária na Suíça não justifica as outras... A procura de favores do STF comprova as ilicitudes. Não aguentamos mais!

 

Fernando Silva lfd.dasilva@uol.com.br 

São Paulo

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MÁ-FÉ

O que mais irrita atualmente é ouvir os defensores de Dilma Rousseff dizerem que é "golpe" pretender tirar a presidente legitimamente eleita do poder. Eles sabem, mas usam de má-fé, que o impeachment só é previsto para aquele que foi legitimamente eleito, e nunca para um ditador. Dilma tem de ser submetida a julgamento por ter infringindo a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

José Wilson de Lima Costa jwlcosta@bol.com.br 

São Paulo

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AS PEDALADAS FISCAIS

Técnicos do Tesouro Nacional já haviam avisado em 2013 que as pedaladas fiscais fariam o País perder o grau de investimento, levando a um déficit de quase R$ 40 bilhões em 2015. Mesmo assim, o governo preferiu, numa atitude irresponsável, continuar gastando para garantir a reeleição da presidente, quebrando o País em 2015, com inflação na casa dos dois dígitos e desemprego se encaminhando para a mesma situação. Impeachment ainda é pouco para ela. Deveria ser responsabilizada civil e criminalmente.

Paulo de Tarso Abrão ptabrao@uol.com.br 

São Paulo

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O BRASIL PATINA E DILMA PEDALA

Enquanto Dilma pedala pelas ruas de Brasília, toda sorridente em virtude de uma decisão do STF favorável ao seu mandato, o Brasil patina num mar de lama. Perdeu mais uma vez o grau de investimento, a inflação e o desemprego estão disparando e a Operação Lava Jato está a todo vapor, denunciando, principalmente, os partidos e políticos da base aliada. Apesar disso, entidades como a UNE e a Apeoesp (estudantes universitários e professores) declaram apoio incondicional a um governo corrupto, inoperante, irresponsável e incompetente - e Dilma pedalando toda faceira. Realmente, este não é um país sério.

José. A. Muller josealcidesmuller@hotmail.com 

Avaré

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NÃO CAIU A FICHA

 

Ainda não caiu a ficha: "O governo prevê um cenário de paralisia completa na economia até a definição do processo de impeachment de Dilma Rousseff". O problema é a permanência da presidente Dilma no poder. A saída da presidente Dilma é a única chance de retorno à normalidade.

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br 

Vila Velha (ES)

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DERROTA

Mesmo depois de ver escancarada toda a sua incompetência nas áreas política, econômica e administrativa, gerando o caos em que nosso país se encontra (com tendência a piorar), traduzido pelo baixíssimo índice de aprovação de que desfruta, apesar das manifestações chapa-branca a seu favor, além de maltratar nosso idioma com frases desconexas e, ainda por cima, ser uma tremenda pé fria, pois foi durante seu governo que sofremos a derrota histórica de 7 a 1 para a Alemanha, o que falta ainda para a sra. Dilma renunciar à Presidência? 

Celso Neves Dacca celsodacca@gmail.com 

São Paulo 

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APEGO DESESPERADO AO PODER

Quem acompanha o noticiário político nacional já está mais do que convencido de que este governo do PT está levando o País à bancarrota. Estudiosos de todas as áreas de atuação já atestaram que não há mais a menor possibilidade de Dilma Rousseff e sua gente continuarem a ocupar o Palácio do Planalto. Há apenas uma solução para esse estado de coisas: o impeachment da presidente. Puro e simples!

José Marques seuqram.esoj@bol.com.br 

São Paulo

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DILMA ESTÁ INDIGNADA?

Eu também estou "indignado", há dez anos.

Jose Luiz Padovani padovaniconsultoria@gmail.com

Barueri 

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TRISTE AMÉRICA LATINA

Quando vemos estas raposas políticas a flanar suas ricas pelagens por Brasília, ficamos algo enojados, e então pensamos se não haveria outra maneira, mais racional e menos burocrática de conduzir o País, sem tanta corrupção, sem tanto loteamento de cargos (que nada mais é do que corrupção). Nesta triste América Latina, até se tentaram alternativas. No Brasil, elegeram um metalúrgico, na Venezuela, um maquinista do metrô, ambos sindicalistas. Ambas as alternativas revelaram-se desastrosas, por se tratarem de líderes mais preocupados com o culto ao personalismo, interessados em formar matilhas próprias. Então, deu no que deu: governos abandonando os métodos ortodoxos e procurando atalhos populistas, mergulhando ambos os países no caos. Aqui, ainda pior, com uma camada da sociedade interessada em desvalorizar o ensino e a cultura - quiseram até abolir as regras de concordância da Língua Portuguesa, para adequá-la ao linguajar de Lula, algo que não ocorreu nem na União Soviética dos tempos de Stalin, que também não primava pela correção em seus pronunciamentos (ele tinha desculpa, porque não era russo). Quando Dilma foi eleita, logo no começo, desconfiou-se de que a coisa não iria acabar bem, dada sua insistência em maltratar o idioma, intitulando-se "presidenta", e todas as pessoas ligadas ao governo tiveram de, idiotamente, passar a chamá-la assim. Isso sem falar em informações falsas constantes do seu currículo, que foram explicadas como "erros de digitação". Graças a vários truques de magia marqueteira, essa obscura personagem ainda foi reeleita, e, na verdade, quando terminar seu mandato, extenso ou reduzido, teremos de enfrentar o pesadelo de uma quase certa candidatura de Lula. Então é como se viu no recente desastre de Mariana (MG): o Brasil não precisa de guerras para se destruir, basta manter o povo iludido com este negócio de que "Deus é brasileiro" (os argentinos estão melhor, porque o representante Dele é de lá), futebol, carnaval, pastores milagreiros, etc., enquanto o resto do mundo evolui e nós vamos ficando na rabeira do verdadeiro progresso.

Nestor Rodrigues Pereira Filho rodrigues-nestor@ig.com.br 

São Paulo

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OS MISTÉRIOS DA UNE

Quando do impeachment de Fernando Collor, em 1992, os "caras-pintadas", comandados pelo atual senador Lindbergh Farias, eram, em sua grande maioria, estudantes da União Nacional de Estudantes (UNE), que foram às ruas pedir a saída do ex-presidente por corrupção. Hoje, a corrupção é generalizada, infinitamente maior que em 1992, e o que vemos é uma UNE contra o impeachment da presidente Dilma. O que é que mudou de lá para cá? Será que os atuais estudantes brasileiros passaram a apoiar a corrupção, ao contrário dos "caras-pintadas"? Certamente não. Uma pesquisa recente mostra que os nossos estudantes também estão indignados com a roubalheira que grassa no País. Então quem é esta UNE que apoia os malfeitos do governo Dilma e que se utiliza dos estudantes sérios do nosso país? Certamente, são dirigentes petistas, comandados pelo mesmo Lindbergh Farias, do PT, que outrora liderou o combate à corrupção. Aliás, até a nossa Apeoesp, Associação dos Professores de São Paulo, cuja dirigente é amiga pessoal de Dilma, apoia o atual governo, para indignação e revolta desta classe que tem como objetivo educar e ensinar crianças e jovens, os caminhos da lisura, da ética e da seriedade.

Elias Skaf eskaf@hotmail.com 

São Paulo

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USOS & COSTUMES

A lei é boa não por ser lei, mas porque funciona. Funcionou e serviu com Collor, serve para Dilma.

A.Fernandes standyball@hotmail.com 

São Paulo

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BRASIL, ESTA VERGONHA

Se existir algo parecido com Deus ou com uma força cósmica que transcenda o mundo e tenha olhos de dragão atento e voraz, veria no quintal brasileiro alguns Renans, Cunhas, Sarneys, Lulas e outras Dilmas escondidas na floresta da vergonha. Assim os despiria, se colocaria frente a frente e lhes mostraria as misérias e a fome em solo tupiniquim em versão 3D, os faria sentar no banco dos réus e lhes perguntaria da forma mais compassiva possível: "Você acredita em mim?"

Otacilio Lang otalang@gmail.com 

Porto Alegre

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DE OLHO EM 2016

Muito oportuna e sábia a decisão da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) de apoiar o impeachment da presidente Dilma Rousseff.  Tudo indica que Paulo Skaf já está se posicionando para sair candidato à Prefeitura da Cidade de São Paulo em 2016.

José Millei millei.jose@gmail.com 

São Paulo

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AGORA VAI!

Demorou! Mas a anarquia, o pandemônio e o retrocesso que a guerreira Dilma queria para o Brasil na década de 1970, com sua filosofia Marx/Lenin/Trotsky/Mao/Tupiniquim, estão agora literalmente sendo muito bem implantados, com a ajuda de Lula e do inferno.

 

Ulysses Fernandes Nunes Jr Ulyssesfn@terra.com.br 

São Paulo 

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A CURTO VOO DE TEMER

Será muito curto o voo de Michel Temer rumo à Presidência da República. O PT tem farta munição para derrubá-lo antes mesmo que ele decole. Os guerreiros Eduardo Cunha e Renan Calheiros também serão abatidos pelo caminho. Quem acabará assumindo a Presidência da República será o deputado federal mais votado, o palhaço Tiririca. Quem viver verá. 

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br 

São Paulo

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BRIGA POR PODER

Quer dizer que a presidente Dilma acha que democracia é continuar no poder brigando por cargos e recebendo ordens de Lula? O impeachment também é democracia! Por que ela não trabalha? Por que não diminui o número de Ministérios, impede o desvio de dinheiro público, baixa impostos sobre máquinas e produção? Por que não corta os 60 mil cargos comissionados? Quem sabe assim o País volta a crescer e para de jogar dinheiro do nosso suor no lixo? Enquanto o PT não assumir sua incompetência, não adianta o sr. Humberto Costa dizer que a crise é culpa da oposição e da política, pois a culpa é única e exclusiva o sr. Lula e da sra. Dilma!

 

Luiz Claudio Zabatiero zabasim@ig.com.br 

São Paulo 

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TOLERÂNCIA OU COVARDIA

O Brasil está em guerra civil e parece que não se deu conta disso, ou, melhor, finge que vivemos em estado de normalidade. Basta pensar que, por menos de 10% do que estamos tendo de passar por causa de nosso desgoverno, qualquer republiqueta, em qualquer lugar do mundo, já teria empunhado armas e derrubado esta corja de maus elementos, ladrões, safados, incompetentes e mal intencionados que ocupam os cargos de direção da Nação. Abusos de toda sorte, assaltos oficiais em par com os das ruas, violência impune, Justiça frouxa, tardia e, agora, aparelhada, comércio despencando, alimentação e custos sociais disparando por sobre os baixos salários já corroídos pela inflação absurda, juros extorsivos, práticas bancárias e de crédito vergonhosas e aviltantes, tudo isso simplesmente permitido e tolerado. Falta um povo aqui de verdade. Posamos de palhaços mundo afora, o Primeiro Mundo não consegue acreditar ou compreender nossa rotina que persiste e parece prosseguir como se nada pudesse ser feito. Temos também um gigantesco exército de crime que se volta contra nós, cidadãos, e não enfrenta os que de fato têm de ser enfrentados. O estado de guerra civil já vigora e parece que ainda não foi enxergado pelo cidadão que continua a viver dia após dia como se nada estivesse acontecendo, como se não pudesse ou não devesse fazer nada a respeito. Assistimos calados aos novos atos de humilhação que diariamente a mídia nos joga na cara e perdemos um canal de defesa, nenhum representante autêntico, nenhum canal de atuação contra a contínua roubalheira praticada oficialmente no País. Esta inacreditável tolerância ou covardia caminha célere para a explosão de uma revolta necessária tão logo passem as festas, o carnaval e acabem literalmente o emprego e o dinheiro. Talvez aí, quem sabe, nosso povo encare a miséria a que está exposto, em todos os sentidos.

Ronaldo Parisi rparisi@uol.com.br 

São Paulo

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UM RETRATO DE 2015

Num ano de tantas dificuldades, o desastre do rompimento da barragem em Mariana (MG) talvez seja o fato mais ilustrativo: acabou-se o que era doce, figurativa e literalmente.

Eduardo Augusto Delgado Filho e.delgadofilho@gmail.com 

Campinas

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OPERAÇÃO LAVA JATO

O senador Delcídio do Amaral (PT-MS) está preso em cela especial, sem grades, pelo fato de ainda ter vigência seu mandato de senador. Segundo delação premiada de Nestor Cerveró, o nobre senador recebeu US$ 1,5 milhão em propina, quando da compra desastrosa da Refinaria de Pasadena. Além deste, está incurso em vários outros delitos. A pergunta que se faz necessária é esta: Por que esse privilégio de estar encarcerado em cela especial? Essa aberração nos faz perceber que o Brasil, sob certos aspectos, ainda continua sendo um país surrealista.

  

Francisco Zardetto fzardetto@uol.com.br 

São Paulo

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PLANO DE FUGA

Delcídio do Amaral se precipitou. Esqueceram de avisá-lo que, mais dia, menos dia, os nossos ínclitos, atuantes e benevolentes ministros do STF iriam conceder a Nestor Cerveró saída temporária para passar o Natal com seus familiares (dele). Aí seria mais fácil de cumprir o seu desiderato.

Artur Topgian topgian.advogados@terra.com.br 

São Paulo

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ABANDONO

Bumlai, Delcídio e toda a claque de neopetistas estão sentindo agora na pele o verdadeiro abandono dos "cumpanhêros". Como eles não são oriundos da escola sindicalista, portanto nunca passaram pelo "currículo escolar" tradicional do sindicalismo, praticando a fraude em eleições internas, roubando dinheiro da tesouraria e vendendo greves, enganando exatamente a classe trabalhadora que se propuseram a defender, neste momento não foram amparados pelo espírito de corpo dedicado a José Dirceu, José Genoino, João Vaccari Neto, Delúbio Soares "et caterva". Depois da carta de abandono dedicada a Delcídio por Rui Falcão, este último pode mudar o nome para Rui Abutre - aquele que se alimenta da carniça e das vísceras dos putrefatos.

Frederico d'Avila fredericobdavila@hotmail.com 

São Paulo

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UM CRIME DE LESA-PÁTRIA

 

Até pouco tempo, José Carlos Bumlai - o empresário e pecuarista que tinha passe livre no gabinete do então presidente Lula - havia dito aos investigadores que os R$ 12 milhões de empréstimo contraídos no braço financeiro do Grupo Schahin não apenas eram regulares, como a operação com o referido banco havia sido quitada por meio de uma suposta venda de embriões bovinos. A história soava tão estapafúrdia que, ao fim, não resistiu a um sopro.  Agora, confrontado com os fatos investigados pela Operação Lava Jato, Bumlai viu-se forçado a admitir que mentiu e que o dinheiro, transferido a si, teve como real destinatário o Partido dos Trabalhadores, explicitando-se, desta forma, uma simulação envolvendo  Bumlai, Schahin e o PT,  que terminou por envolver a Petrobrás, chamada a  pagar o pato (ou o "papagaio") mediante acerto para que o referido Grupo Schahin desse por quitada a dívida em troca de um contrato no valor de R$ 1,6 bilhão - sem licitação! - para a operação do navio-sonda Vitória 10.000, pertencente à petroleira. Feita a negociata, Schahin deu-se por satisfeito e perdoou a dívida do PT, que já estava em R$ 53,5 milhões. Ficou bom para todos e - claro! - ruim para o Brasil e para a Petrobrás, dilapidada em mais esta "tenebrosa transação". Embora constitua, de um lado, claríssimo atentado à nossa democracia e, de outro, notório crime de lesa-Pátria, passível de pena de morte em alguns países, aqui, no Brasil, esta é apenas uma pequeníssima "amostra" do padrão de administração pública posto em prática pelo grupo mafioso aboletado no poder.

 

Silvio Natal silvionatal49@gmail.com 

São Paulo

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AMENIDADES

Leio no "Estadão" (16/12, A11) que o sr. José Carlos Bumlai afirmou à Polícia que o ex-presidente Lula, seu amigo, "não se envolveu em suas demandas comerciais e nos negócios da Petrobrás" e que ele (Bumlai) "nunca procuraria o então presidente da República para que este interferisse nesta ou em qualquer outra questão comercial que envolvesse o interrogando (Bumlai)". Quer dizer que, quando ia livremente ao Palácio do Planalto, o sr. Bumlai trocava ideias com o ex-presidente somente sobre assuntos amenos, como, por exemplo, a escalação do Corinthians para o próximo jogo ou, digamos, sobre a carne ou o tempero que usariam no  próximo churrasco, etc.? Aqui cabe bem aquela frase usada naquele antigo e famoso programa da televisão apresentado por Jack Palance: "Acredite, se quiser". 

Aurélio Quaranta relyo.quar@gmail.com 

São Paulo

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O QUE PENSA 'O CARA'?

O que será que pensa o ex-presidente Lula quando vê na cadeia seus amigos José Carlos Bumlai, Marcelo Odebrecht, José Dirceu, João Vaccari Neto e outros? E os companheiros assassinados Celso Daniel e Zé do PT, será que ele pensa que cada um recebe o castigo que fez por merecer?

Éden A. Santos edensantos@uol.com.br 

São Paulo

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ETERNA ARROGÂNCIA

Lula, numa de suas arrogantes falas, em Madri, causou polêmica em Portugal quando, com todas as letras, responsabilizou o português Pedro Álvares Cabral pelos problemas atuais no sistema educacional do Brasil. Com certeza, já deve estar abrindo caminho para responsabilizar "Ali Babá e seus 40 ladrões" pela corrupção e pelo propinoduto que ele próprio instalou no País.

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

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