Fórum dos Leitores

CORRUPÇÃO

O Estado de S.Paulo

21 Dezembro 2015 | 03h00

Verbo de encher?

Em depoimento à Polícia Federal (PF), o inominável (também conhecido como Brahma ou Barba) disse não ser o responsável pelas nomeações na Petrobrás e que isso era da alçada da Casa Covil, digo, Civil, a qual recebia as indicações para a escolha dos nomeados e onde imperava o atual inquilino da PF. Ora, vejam só: quer dizer que o presidente era apenas figura decorativa e quem mandava era o outro?

APARECIDA DILEIDE GAZIOLLA

aparecidagaziolla@gmail.com

São Caetano do Sul

Zumbi alienado

O Lulla parece ter galgado até a Presidência como um zumbi alienado! Quando um “malfeito” aparece colado nele, nunca sabe de nada e responsabiliza o primeiro à sua volta. Como agora que a Operação Lava Jato chegou à cola dele: como “informante que sempre foi”, mirou sua flecha em José Dirceu, pela indicação dos diretores que dilapidaram a Petrobrás. O que não dá para entender é como ele não sabia de onde vinha o financiamento de sua campanha. Isso faz parte do rito de qualquer candidato! A refinaria de Pasadena, a “ruivinha”, por causa da ferrugem em suas instalações, foi uma péssima compra para a Petrobrás, mas surtiu ótimos lucros para reeleição dele em 2006, quando o PT estava literalmente quebrado. Mas o ilibado Lulla não sabia de nada... Só que a sociedade não engole mais essa e valeria a jurisprudência do domínio do fato. Não é, juiz Sergio Moro?

BEATRIZ CAMPOS

beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

Dedo-duro

Então, como revelou o Estado (18/12), Lula disse que não participava da escolha dos diretores da Petrobrás alvos da Lava Jato, que cabia à Casa Civil – ocupada por Dirceu e depois por Dilma Rousseff – receber as indicações partidárias. Afirmou também que a indicação de Nestor Cerveró se deve à política do PMDB. Enfim, acusa Dirceu, Dilma e outros integrantes de seu governo e alega que nunca participou da escolha dos diretores da Petrobrás. Pode-se dizer que se trata do maior “cagueta” da paróquia!

CLÁUDIO MOSCHELLA

arquiteto@claudiomoschella.net

São Paulo

Alcaguete

Recordando: quando do mensalão, ele disse que as pessoas envolvidas (Dirceu, Genoino, Delúbio e outros) não eram pessoas de sua confiança. Quando depôs sobre a venda de medidas provisórias que beneficiaram montadoras, tirou o corpo fora e disse que elas não foram baixadas em seus mandatos, indicando claramente sua marionete como a responsável. Agora, como “informante” (mais uma vez) na Lava Jato, atribui a Dirceu nomeação na Petrobrás. Assim, enquanto alguns de seus asseclas optam pela delação premiada, outros calam para não implicá-lo e correrem o risco de ter o mesmo fim de Celso Daniel e Toninho do PT, o inominável opta mais uma vez por aquilo que sempre foi uma das características de sua formação aética, imoral e desonesta, a qual mantém desde os tempos do regime militar: a mais baixa e vil alcaguetagem.

RENATO OTTO ORTLEPP

renatotto@hotmail.com

São Paulo

O informante

Lula ajudou bastante a Lava Jato, ele é craque nisso. Depois que não soube responder o nome de suas noras, entregou geral, a começar pelo ex-capitão do time José Dirceu, passando pelos tesoureiros do partido e das suas campanhas. Ele não sabia de nada. Pelo visto, Dirceu vai passar o resto da vida na cadeia. Até porque não me parece que o Franklin Martins e outros asseclas estejam dispostos a sequestrar algum embaixador para exigir a liberação dele em troca, como o fizeram no final da década de 1960. Dançou, Zé!

MARCO ANTONIO ESTEVES BALBI

mbalbi69@globo.com

Rio de Janeiro

Problemas na democracia

Alguns problemas de um Brasil que flerta há muito com a verdadeira democracia. Com um STF amigo e um Janot a tiracolo, só nos resta o juiz Sergio Moro, enquanto aguentar com saúde os achaques até do ministro da Justiça. Lembrete oportuno: Dirceu, num rasgo de lucidez, certa vez afirmou que nada se fazia no governo e fora dele sem o aval do Lula. Portanto...

LEILA E. LEITÃO

São Paulo

2016

Esperança e liderança

Termina 2015, o pior ano da História do Brasil, ano Dilma, a presidenta que não presidiu. Voltam-se os olhos para 2016 e renascem as esperanças. Com ou sem o impeachment, as esperanças estão no surgimento de novas lideranças. Lideranças que falem, que acusem e se oponham, comuniquem, expliquem e mostrem o caminho. As ruas são decisivas. O PT comemorou os 50 mil vermelhos na Paulista. Pois no próximo 13 de março os 70% (140 milhões) que não aguentam mais essa presidenta de araque terão a última oportunidade de evitar o caos no Brasil, manifestando-se com a maior adesão possível na Paulista e nos locais de convocação em outras cidades. Que todos os demais que não puderem ir se manifestem a partir das 13 horas na rua onde moram, com bandeiras, faixas, apitos, panelaços, formando cordões verde-amarelos de mãos dadas com os vizinhos, num momento de grande emoção, abraçando o País que tanto amamos e está sendo aviltado por um bando de sanguessugas rubros. Cabe à oposição apoiar declarada e ostensivamente essas manifestações, não só junto aos jovens e promissores líderes dos movimentos de rua, mas também assumindo definitivamente o seu papel histórico, sem medo, sem os limites do bom-mocismo anacrônico, falando primeiro, orientando, comunicando, inspirando e, principalmente, pautando as discussões políticas por meio da mídia ávida por furos de reportagem e pelas redes sociais, antecipando-se aos desdobramentos e reações óbvios dos oponentes e colocando-se como protagonista, em vez de reagir defensivamente aos grunhidos do Lula, de Dilma e de seus sequazes. Liderança produz esperança e esperança produz liderança. Que 2016 seja o ano da virada. Viva o Brasil!

GILBERTO DIB

gilberto@dib.com.br

São Paulo

BOAS-FESTAS

O Estado agradece e retribui os votos de feliz Natal e próspero ano-novo de Equipe Conecte Comunicação, Equipe do Pensa, Equipe Projetta, Escola Bolshoi, Escritório Paulista de Contabilidade Ltda., Espaço As Meninas, Excelmetro – Laboratório de Calibração RBC, Flexmetal – Balões Metalizados, FSB Comunicação, Fundação Conrado Wessel – José Moscogliatto Caricatti (superintendente) e Américo Fialdini Jr. (diretor-presidente), Fundação Procafé, Fundacentro, Garrido Marketing, Gesner Oliveira, Great Assessoria e Comunicação e Grupo Printer.

 

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

À ESPERA DO PAPAI NOEL

A crise econômica em que o Brasil está mergulhado fará com que milhões de crianças brasileiras neste Natal de 2015 questionem a existência de Papai Noel. Incontáveis sapatinhos serão colocados na janela do quintal, à espera de um presente, e amanhecerão sem nada. E tem mais, do jeito que as coisas estão caminhando, é possível que os sapatinhos sejam levados das janelas. Todo cuidado é pouco. Desemprego, endividamento das famílias, inflação estratosférica, carestia e perda do poder de compra podem atrasar a aquisição de novos sapatinhos. A responsável pelo estrangulamento da economia do nosso país, provavelmente, aparecerá em cadeia de rádio e de TV para desejar Boas Festas à Nação, o que será uma piada. Caso haja a aparição, abramos as janelas de nossas casas e gritemos bem alto: impeachment já!  

Jeovah Ferreira jeovahbf@yahoo.com.br 

Taquari (DF)

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DEPLORÁVEL RESULTADO ECONÔMICO

Em 347 dias, o impostômetro alcançou a marca de R$ 1,922 trilhão de tributos pagos pelos brasileiros. A dívida pública é de R$ 2,65 trilhões e a externa é de US$ 350 bilhões. O valor total da dívida brasileira é maior que a arrecadação de dois anos consecutivos. A lama que percorreu o Rio Doce é inexpressiva diante da lama em que se encontra a economia do País. A inflação de dois dígitos, o crescente desemprego, a diminuição na arrecadação, o péssimo resultado da produção industrial e o rebaixamento da nota de crédito são apenas alguns exemplos do saldo negativo do Brasil em 2015. Esse resultado deplorável já é mais do que suficiente para que todo o primeiro escalão do governo seja substituído. 

José Carlos Saraiva da Costa jcsdc@uol.com.br 

Belo Horizonte 

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TUDO PREVISTO E DESPREZADO

O governo, sempre surdo, não ouviu o mercado. Represou por anos os preços administrados com o objetivo de ludibriar o povo e se manter no poder. E a conta chega salgada para o bolso do trabalhador brasileiro. Ou seja, a inflação, no acumulado de 12 meses, atinge estratosféricos 10,48%. Somente no mês de novembro o índice de alta foi de 1,1%, puxado pelo reajuste do etanol de 9,3% e do tomate, de 24,6%. Não há orçamento familiar que resista a essa inflação. Principalmente para classes menos favorecidas, em que a renda hoje mal dá para fazer um insipiente supermercado. A tendência é de piora, infelizmente, porque grave também é a crise política. Aliado ao alto nível de desemprego, crédito restrito e caro e um governo sem nenhuma credibilidade, não dá para esperar por milagres...    

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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DOIS DÍGITOS

Para não quebrar a sequência, mais um recorde negativo: pela primeira vez em 12 anos, exatamente o tempo do PeTelulismo corrupto e sujo no “pudê”, a inflação controlada com um longo trabalho do PSDB, volta aos dois dígitos.

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br 

São Paulo

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PERDENDO PARA A INFLAÇÃO

Tá louco! A presidenta já está perdendo da inflação, de 10 a 9. Desse jeito, vai bater em traço de aprovação até sua despedida.

José Roberto Iglesias rzeiglesias@gmail.com 

São Paulo

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DESEMPREGO

Aqui, no Sudeste, efetivamente o número de desempregados aumentou, decorrente da política recessiva do governo Dilma, já no Nordeste, literalmente, o número de desempregados aumentou, sustentados pelo programa do governo do PT, Bolsa Família. Que país é este?

Claudio Rodrigues claurod154@gmail.com 

São Paulo

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O GOVERNO NÃO QUER AJUSTES

Roubaram trilhões do povo. Roubaram muito e demais. Abriu-se um “rombinho” de R$ 200 bilhões, mal comparando, igual ao que a Petrobrás vai gastar com as ações judiciais abertas pelos americanos contra ela. Por isso que a dona Zika não quer fazer ajuste. Na cabeça dela, basta parar de roubar.

Nelson Pereira Bizerra nepebizerra@hotmail.com 

São Paulo 

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A QUEDA DE LEVY

Cumprimento o sr. Joaquim Levy. Não sem tempo, ele demorou muito para sair da condição de ministro da Fazenda. Levy não se encaixava neste conturbado partido, eles não querem acertar a economia do País, são orgulhosos e não se conformam que a CPMF caiu – enquanto eles não a recriarem, não vão sossegar. Dane-se o povo brasileiro. É uma pena, pois o País tem tudo para dar certo, mas eles não querem, enquanto não atingirem seus objetivos, seu “projeto de poder”.

Maria José da Fonseca fonsecamj@ig.com.br 

São Paulo

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PEDALADAS E MAQUIAGEM 

Espero, assim como todos os contribuintes deste país, que a Justiça não se limite a aplicar a penalização pelas “pedaladas e maquiagem” de contas públicas somente à presidente, indubitavelmente a efetiva e maior responsável pela irresponsabilidade fiscal praticada contra todos; mas que haja rigorosa apuração de todos os envolvidos, sejam concursados ou comissionados, pelo hediondo crime de lesa-Pátria.    

Oswaldo Colombo Filho colomboconsult@gmail.com

São Paulo

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RENÚNCIA

Sabem por que a presidente Dilma vai renunciar? Porque não existe plano B.

Luíz Frid luiz.frid@globomail.com 

São Paulo

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ACUSAÇÃO DE GOLPE

 

A presidente Dilma continua falando mentiras por aí, agora alegando aos seus que o proposto impeachment é golpe. Sobre isso, não entendo porque o PSDB não entra com ação contra a presidente, obrigando-a a retratar-se das mentiras que anda falando sobre o partido, alegando que ele é golpista. 

 

Wilson Scarpelli wiscar@terra.com.br 

Cotia

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DEMOCRACIA

O centralismo no comando político nos remete ao coronelismo, ao mandonismo. O voto obrigatório não é suficiente para que se estabeleça uma democracia com a participação do povo. A educação está caindo aos pedaços e vai entrar no volume morto, assim como a crise da água, quando ficaram evidentes a improbidade e a falta de gestão do PSDB e do governador Geraldo Alckmin no poder, há mais de 15 anos. Somos um povo que perdeu as suas raízes culturais e de origens. O povo tem de aprender e se entender povo e deixar de ouvir apenas a voz do senhor do engenho e do policial. Nós precisamos ativar e estimular a participação das pessoas no processo da formação do nosso sistema político, se pretendemos um dia ser um povo que pensa ser livre e soberano.

Sinésio Müzel de Moura sinesiomuzel.de moura@gmail.com

Campinas

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O ‘MENSALÃO’ MINEIRO

A Justiça Mineira julgou o chamado “mensalão” mineiro, um processo dos idos de 1998, condenando o ex-governador, deputado federal renunciante e ex-presidente nacional do PSDB a mais de 20 anos de prisão. E a Polícia Federal, por sua vez, informa que está investigando irregularidades na Petrobrás dos idos de 1997, no governo FHC. Como ficam, agora, os tucanos, tidos e havidos como vestais da honestidade? 

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br 

Santos 

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DEUS É BRASILEIRO

O ministro de Minas e Energia colocou suas esperanças nas mãos de Deus. Sobre a falta de água e energia em São Paulo, na Região Sudeste, afirmou, em tom de brincadeira: “Deus é brasileiro. Temos de contar que ele vai trazer um pouco de umidade e chuva, para que possamos ter mais tranquilidade ainda”. Javé/Deus, ao ler este texto no jornal, cerrou os olhos, semblante surpreso e jogou fora o papel. Pensava consigo mesmo: “Será que ele não sabe que tive um trabalho danado, cuidando, durante sete dias, para colocar em ordem este planeta, não esquecendo também a água? Tanto me cansei que, depois, descansei! Mas acontece que eu não sou brasileiro, não tenho nacionalidade específica. Sou universal”. Resolveu, então, sair pelas ruas deste país estilhaçado para ver se seria reconhecido. Longos cabelos brancos, barba e vestimenta também brancas. Passava por entre as pessoas, mas ninguém o via. Caminhava cauteloso, pisando macio nas calçadas arrebentadas. Procurava olhar os olhos do povo, mas era esbarrado, empurrado, trombado. Povo aflito, no eterno ganha, ganha, tentando manter sua condição de vida melhor, neste país retalhado pela corrupção. Javé/Deus viu que a maldade do homem crescera nesta terra brasileira e que todo o projeto do coração humano se esquecera da bondade. Voltou a se lembrar da frase do ministro injusto: “Deus é brasileiro”. Não sou nada disso, pensava, não sou brasileiro. Triste, triste, resolveu subir de novo ao céu, pois lá se sentiria protegido, junto dos seus queridos santos milagreiros...

Cacilda Amaral Melo cacilda09@uol.com.br

São Paulo

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IDH, DO BRASIL AO SRI LANKA

Cumprimento os cingaleses habitantes do Sri Lanka, ex-Ceilão, pelo motivo de ter-nos ultrapassado no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). Sri Lanka significa “ilha resplandecente” e Brasil significa “território da turvação”. Talvez os significados justifiquem o Sri Lanka estar à frente do Brasil e o Brasil estar atrás do Sri Lanka. Mas, certamente, o Sri Lanka ultrapassou o Brasil no IDH porque no Sri Lanka não há corrupção. E no Sri Lanka não há nem mensalão nem petrolão.

Ney José Pereira neyjosepereira@yahoo.com.br 

São Paulo 

 

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AS OPÇÕES DE DILMA

Enquanto a presidente Dilma tenta angariar a simpatia da população mais pobre, explicando ter feito as “tais pedaladas” para que programas sociais não sofressem cortes, os casos de microcefalia no País aumentam, e agora aparecem casos de bebês maiores sofrendo de um terrível problema dermatológico, provocando bolhas e feridas por todo o corpo, suspeito de terem sido atingidos também pelo vírus zika, transmitido pelo mosquito Aedes Aegypti. A presidente Dilma também deveria explicar a esta população carente que o aumento desses casos se deve ao corte de verba pública para combate ao mosquito. Para garantir sua reeleição, foi tudo questão de opção. As casas do Minha Casa, Minha Vida ficam lindas nas propagandas eleitorais, já o mosquito não. 

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br 

São Paulo

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MICROCEFALIA

Nos últimos 13 anos de poder, Lula da Silva e dona Dilma se mostraram incompetentes e não conseguiram sequer planejar um combate à entrada de armas pesadas contrabandeadas e evitar o narcotráfico em nossas fronteiras, coisas físicas, palpáveis e significativas. Agora, dona Dilma promete que vai combater o Aedes Aegypti, mosquito da dengue, da febre chikungunya e zika vírus, tão minúsculo e de proliferação maior do que progressão geométrica, em nosso clima tropical? Qual o montante que será destinado para este fim? Quantas pessoas serão envolvidas? Qual o órgão que vai fazer a gestão desse valor e da respectiva mão de obra? Por quanto tempo esse combate será realizado? Vai ser efetuado ao mesmo tempo em todos os Estados mais afetados? Como sempre podemos acreditar em mais uma promessa não cumprida, para desespero da população brasileira, esquecida e mal cuidada.

Antônio Carelli Filho palestrino1949@hotmail.com 

Taubaté

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ZIKA VÍRUS

Não sei se existe alguma coisa sobre isso, mas minha ideia é de que todo cidadão deva fiscalizar ou orientar o seu vizinho sobre água parada (o criadouro do mosquito Aedes), se ele apresentar esse problema. Se o cidadão não observar a água sendo removida, ele deve solicitar uma viatura para realizar a inspeção no local. Se esse local não for obrigatoriamente limpo, deveria haver multa prevista para essa situação.

Flávio Roberto plutao_olimpico@hotmail.com 

São Paulo

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VACINA CONTRA A DENGUE

 

O Instituto Butantã, pesquisando vacina contra a dengue, vem desde abril do corrente ano esperando autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), provavelmente aparelhada pelo lulopetismo que há mais de nove anos assola o País, para prosseguir as etapas regulamentares do desenvolvimento de vacinas. Eis que há poucos dias o México anunciou a descoberta de vacina contra a dengue. Para minha indignação, ouvindo acidentalmente a abjeta “Hora do Brasil”, deparei-me com propaganda da Anvisa jactando-se por liberar o Butantã para continuar a pesquisa, liberação esta aguardada desde abril. Caras de pau não faltam no lulopetismo.

 

José Sebastião de Paiva j-paiva2@hotmail.com

São Paulo

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A CORRUPÇÃO DISSEMINADA

O momento que os brasileiros vivem é por demais atípico, reclamam de que os remédios que idosos retiram nos postos de saúde não fazem efeito para o controle da pressão, diabetes e até mesmo alguns antibióticos. O princípio ativo não faz efeito. Pode? É o cúmulo? Como somos enganados em tudo, a começar pelos nossos governantes, que geram a disseminação do ilícito. Será que até mesmo a indústria farmacêutica entrou no esquema? Determinado por médico, por receita médica, de determinado antibiótico, o paciente tomou o remédio por dez dias e nenhum efeito fez; ao reclamar para o médico, que perguntou de qual laboratório era o produto, ao ser informado, o médico disse ao paciente que remédios dessa empresa não fazem efeito algum e recomendou os de outra empresa... É possível? O que faz a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) na fiscalização de remédios? Até parece a “barragem” que rompeu na cidade de Mariana (MG), nos passando a ideia do mal que a corrupção está fazendo para os brasileiros. Os órgãos fiscalizadores dos (des)governos, para que servem? Governos corruPTos alimentam todo tipo de corrupção. Até quando?

 

Fernando Silva lfd.dasilva@uol.com.br 

São Paulo

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BATATADA

Quem tomou conhecimento da recente resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM) proibindo seus Conselhos Regionais de aplicarem provas de proficiência para aferição de capacidade profissional de médicos recém-formados deve ter ficado estupefato. O CFM nem avalia nem permite que avaliem se os médicos que atendem os brasileiros têm a competência mínima necessária para tanto. Em São Paulo, o exame do Cremesp comprova há anos que eles simplesmente não têm. Que batatada, senhores conselheiros!

Ademir Valezi adevale@gmail.com 

São Paulo 

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POR QUÊ?

Se nosso país tem tanta corrupção, tantos crimes nas ruas e uma violência desmedida tomando conta de todos os segmentos de nossa frágil sociedade, por que, então, temos tão poucos policiais militares nas ruas de nossas cidades? Por que, então, temos tão poucos policiais civis para investigar tantos crimes? Por que, então, não temos um sistema integrado entre todas as polícias estaduais e a Federal para ajudar a combater a criminalidade? Por que, então, nossas fronteiras são abertas e sem nenhum cuidado para evitar a entrada de armas, drogas e pessoas ligadas ao crime organizado? Por que, então, temos carência de promotores públicos, juízes e delegados? Por quê? Por que nossos governantes, seja no âmbito estadual, seja na esfera federal, não querem dar à nossa sociedade aquilo que a Constituição federal nos garante? A liberdade de ir e vir tranquilamente. Vivemos em situação pior e mais violenta do que países em guerra. A impunidade é parceira da incompetência e da iniquidade de governantes piores que os criminosos que não querem combater.   

Rafael Moia Filho rmoiaf@uol.com.br 

Bauru

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CUMPLICIDADE

O governo brasileiro, ao fazer “vista grossa” para o combate à entrada de drogas no País, em face das afinidades ideológicas com os países envolvidos, e ao permitir o repatriamento de dinheiro sujo do exterior, por meio de pagamento de impostos, corrobora mais uma vez, o ditame petista de que os fins justificam os meios. Além de ser considerado um dos mais corruptos do mundo, o Brasil tem a  pecha de paraíso dos criminosos. 

Luiz Felipe Schittini fschittini@gmail.com 

Rio de Janeiro

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FIEL DA BALANÇA

Se já havia uma forte razão para não darmos nosso voto para prefeito do Rio de Janeiro ao mariadapenhense Pedro Paulo, agora temos dois fortes motivos para isso, com o papelão que ele fez ao entregar o seu cargo na prefeitura da cidade para reassumir o cargo de deputado federal, propiciando com isso que Leonardo Picciani voltasse à liderança do PMDB na Câmara dos Deputados, para continuar com o seu indecente toma lá, dá cá com a presidente Dilma Rousseff.

Ronaldo Gomes Ferraz ronferraz@globo.com 

Rio de Janeiro

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UM ZONEAMENTO INTERESSEIRO

A Câmara Municipal de São Paulo aprovou na semana passada, em primeira votação, a nova lei de zoneamento enviada pelo pior prefeito que São Paulo já teve e que tem como objetivo principal atender aos interesses de grupos econômicos que atuam na cidade. A desfaçatez do prefeito em propor essa lei chega às raias do absurdo. Numa cidade com um trânsito caótico, transportes coletivos sobrecarregados e uma deficiência de áreas verdes, que já provocam a morte de 4.500 paulistanos por ano só devido à poluição do ar, o prefeito quer aprovar uma lei para agravar ainda mais todos esses fatores que tornam a vida do paulistano no limite do suportável. O interesse de particulares chegou ao absurdo de permitir a construção de um aeroporto para executivos em Parelheiros, derradeiro pulmão verde da cidade, por uma empresa que tem como um dos sócios o filho do presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). O argumento com que o prefeito apresentou o projeto de lei, de que os terrenos em São Paulo se tornaram muito elevados, dificultando a construção de moradias, é mais uma falácia, pois as áreas que serão ora liberadas certamente não estão entre as mais baratas da cidade, mas interessam às empreiteiras, que necessitam de áreas maiores para erguerem seus espigões, assim como poderão lucrar mais se os seus prédios ficarem próximos às linhas do Metrô e dos corredores de ônibus, não sendo problema deles o fato de os coletivos estarem superlotados e muito menos que implicarão a redução de áreas verdes na cidade. E foi esse cavalheiro que o ex-presidente Lula escolheu para o nosso prefeito e pretende ainda reelegê-lo, a exemplo do que fez com a presidente Dilma, e deu no que deu. Com certeza teremos de recorrer à Justiça para impedir mais esse absurdo petista. Já se faz necessária uma “Operação Lava Haddad” para a capital paulista.

Gilberto Pacini benetazzos@bol.com.br 

São Paulo

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LEI DE ZONEAMENTO

Fernando Haddad conseguiu o primeiro aval ao projeto de lei que revisa o zoneamento da cidade, por isso eu tremi. Sou apenas uma cidadã desta metrópole, mas assisti à decadência da Avenida dos Bandeirantes invadindo os últimos quarteirões de Moema, onde eu morava. Fui expulsa de minha casa após 25 anos, por impossibilidade de manter o mínimo padrão de vida. Fui para mais longe, busquei a tranquilidade do Jardim Petrópolis. Através do trabalho dos voluntários da Sajape, a associação do bairro, conseguimos manter a Avenida Vicente Rao com um comércio voltado a chácaras de plantas, móveis, escritórios e consultórios, que não a degradaram, nem ao entorno. Agora, este projeto de lei de zoneamento ameaça transformá-la, juntamente com as Avenidas Roberto Marinho e Whashington Luiz, que contornam nossos bairros, estritamente residenciais, com a classificação ZCOR-3, uma das mais permissivas. O prefeito não se contenta em riscar faixas de ciclovias vermelhas aleatoriamente em todo lugar, que, para cada ciclista que as usa, tem todo um trânsito atravancado. Agora quer deixar a sua marca petista e ideológica acabando com os bairros estritamente residenciais de nossa capital, enquanto ele vive na sua cobertura do Paraíso, longe da muvuca que está criando. Pior, não é só meu bairro que está em risco com este prefeito e seus vereadores, é toda a cidade! Acorde, paulistano!

Mara Montezuma Assaf montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo

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‘ZONEAMENTO ÀS PRESSAS’

O editorial “Zoneamento às pressas” (“Estadão”, 15/12, A3) é um ótimo retrato da atual situação da cidade. É muito fácil ficar na defensiva atacando a sociedade paulistana de elitista e conservadora, quando na verdade a gestão municipal não se abre ao diálogo. A participação popular nas audiências públicas não passou de uma farsa, de um teatro. Membros de diferentes classes sociais que lá compareceram ao longo do ano puderam constatar isso. Por exemplo: por acaso alguém é contra ciclovias? Lógico que não. O que os cidadãos querem são ciclovias planejadas, estudadas, feitas com qualidade, preço justo e transparência no processo. O que se vê agora no projeto de Lei do Zoneamento é um descaso do Executivo, deixando a “encrenca” no colo do Legislativo e este, sem condições nem tempo hábil para conduzir o processo adequadamente, com tempo, diálogo e participação da sociedade. Numa megalópole onde o prefeito é conivente com a construção de conjuntos habitacionais em área de nascentes e mananciais que abastecem a cidade, podemos, infelizmente, esperar qualquer coisa!

Otávio V. de Freitas otaviovf@gmail.com 

São Paulo

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ANGÚSTIA

Parabéns ao Estadão pelo editorial “Zoneamento às pressas” (15/12, A3), retratando perfeitamente a angústia de moradores que têm batalhado em defesa de seus bairros, sem, no entanto, ter seus anseios atendidos por aqueles que deveriam representá-los. Essa lei, se aprovada como está, pode descaracterizar bairros que são parte da história da cidade, com importância ambiental e cultural. Pode fazê-los desaparecer em curto espaço de tempo por simples e pura ideologia de uma gestão que não ouve o que deseja a população. Teremos 15 anos de vigência de uma lei que foi discutida, sem o devido detalhamento, em pouco mais de um ano. Lastimável.

João Maradei Jr., diretor-executivo da Associação Ame Jardins maradeijr@gmail.com 

São Paulo

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É VINGANÇA?

Lendo, ouvindo e assistindo a tudo o que se refere à nova classificação de zoneamento para os bairros da cidade de São Paulo proposta pela Prefeitura e colocada para votação em tempo recorde, sem possibilidade para uma análise mais profunda, uma pergunta me vem à cabeça: por que o sr. prefeito tem tanta raiva da nossa cidade? Ou será dos moradores? Aconteceu alguma coisa no passado que o fizesse nos odiar tanto assim? Porque, para “estragar”, “destruir” áreas residenciais tão agradáveis, adensar regiões que não vão suportar esse adensamento, com ruas estreitas e sobradinhos antigos, gerando o caos, destruindo a paz, só pode ser algum tipo de vingança. 

 

Regina Siebert de Moraes reginasiebert@uol.com.br 

São Paulo 

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IPTU

Prefeito Fernando Haddad, abra bem os olhos, caso o sr. aumente o IPTU, mesmo que seja pela inflação do ano que se finda, o povo unido vai à Justiça depositar o valor que já vinha pagando em juízo. Portanto, fique esperto e não faça nada que aumente  os impostos pertencentes à Prefeitura. Além do prejuízo moral, o ano que se aproxima é de eleições. PT nunca mais. Acabaram com o trabalhador brasileiro.

Valdir Sayeg valdirsayeg@uol.com.br

São Paulo

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HADDAD E SUAS CICLOVIAS

Chamam a atenção os cuidados que o prefeito Haddad tem para com a cidade. Sempre muito atento de como pode aumentar sua receita com as multas, diga-se de passagem, mal aplicadas, ele multa os carros de som que foram utilizados no domingo 13 de dezembro na passeata da Avenida Paulista por estarem estacionados nas faixas das tão veneradas ciclovias.

 

Leila E. Leitão

São Paulo 

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GESTÃO HADDAD

Sr. Haddad, fazer obras durante o dia, no meio fio ou nas ciclofaixas, atrapalhando o transporte público e privado, é no mínimo um desrespeito, mais um, aos cidadãos que precisam trabalhar. É na madrugada que os reparos devem ser feitos. Isso demonstra a baixa qualidade de sua gestão.

Katia Lauriano katiaolauriano@gmail.com

São Paulo

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ELEIÇÃO MUNICIPAL

Temos pessoas competentes para a disputa eleitoral que já começa a bater na porta dos paulistanos. Andrea Matarazzo, visão um pouco europeia; Floriano Pesaro, visão social; Tripolli, visão abrangente em determinado segmento; Bruno Covas, visão mais futura. Agora, João Dória Junior é o que tem para esta eleição, porque fora disso estaremos ressuscitando cadáver, independentemente do apoio do governador do Estado. Precisamos mudar um pouco a política do município de São Paulo com uma visão nova e menos viciada.

Joao Camargo joaocamargo@outlook.com.br 

São Paulo

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